#1

gbvlopes

1OLHgKg

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

#1

jan.2016

1 2 3 4 5 6

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

NA PRODUÇÃO

EMPREGO

MASSA SALARIAL

E RENDIMENTO

MÉDIO REAL

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE

INSTALADA

ANÁLISE

SETORIAL


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

INDÚSTRIA DE MINAS INICIA

2016 EM QUEDA

A indústria de Minas iniciou o ano de 2016 com a

atividade desaquecida. Embora o faturamento e o

emprego tenham apresentado elevação na série

dessazonalizada, quando a base de comparação é

janeiro de 2015 todos os indicadores apresentaram

recuo.

A queda acumulada em todos os índices nos

últimos 12 meses demonstra que dificilmente a

indústria mineira alcançará resultados positivos

ainda este ano.

Os indicadores só devem retomar a trajetória de

crescimento quando a crise de confiança dos

agentes for sanada. E isso deverá ocorrer

mediante a implementação de uma política

econômica e fiscal responsável e transparente.

INDICADORES (VAR%)

JAN/16 JAN/16 JAN/16 ACUMULADO

DEZ/15

Dessazonalizado 3 DEZ/15 JAN/15

ÚLTIMOS 12

MESES

FATURAMENTO REAL 1 2,7 -13,8 -20,6 -16,8

HORAS TRABALHADAS -0,2 3,9 -9,0 -9,8

EMPREGO 0,1 0,5 -11,4 -8,0

MASSA SALARIAL REAL -1,3 -26,5 -15,6 -10,1

RENDIMENTO MÉDIO REAL 2 -0,8 -26,9 -4,7 -2,1

UCI - UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE INSTALADA (%)

DEZ/15 JAN/16 JAN/15

MÉDIA

HISTÓRICA*

ÍNDICE ORIGINAL 80,1 80,9 84,1 83,9

ÍNDICE DESSAZONALIZADO 80,1 79,8 84,5 -

1. Deflator IPA/OG – FGV

2. Deflator INPC – IBGE

3. As influências sazonais (ou sazonalidades) são comportamentos específicos de cada mês, que se repetem de acordo com determinado padrão e estão associadas a características como, por exemplo, número de dias úteis e condições climáticas.

Para excluir essas influências, os indicadores passam pelo processo de dessazonalização, o que permite comparar resultados de meses diferentes.

*Média dos índices desde janeiro de 2003.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

1

2,7

%

dessazonalizado

FATURAMENTO REAL

FATURAMENTO MOSTROU

CRESCIMENTO EM JANEIRO NA

SÉRIE LIVRE DE INFLUÊNCIAS

SAZONAIS

O faturamento real reduziu 13,8% em janeiro deste ano, diante do mês anterior, em

função do recuo nas vendas para o mercado interno e externo. Quando retirados os

efeitos sazonais o indicador ficou positivo (2,7%), sendo o segundo mês consecutivo de

crescimento no faturamento, na série dessazonalizada. Na comparação com janeiro de

2015 e no acumulado dos últimos 12 meses o índice apresentou retrações de 20,6% e

16,8%, respectivamente, indicando que o mercado continua desaquecido.

140,0

130,0

120,0

110,0

100,0

90,0

jan/13 abr/13 jul/13 out/13 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 jan/15 abr/15 jul/15 out/15 jan/16

Faturamento Real

Média Móvel Semestral


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

2

17,8

%

contra janeiro de 2015

FATURAMENTO REAL

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU

PARA A QUEDA NO FATURAMENTO

INFLUÊNCIA (p.p.)

Frente a janeiro do ano passado a indústria mineira registrou

decréscimo de 17,8%. O setor automotivo participou com a

maior variação (-46,7%) e a maior influência (-11,4 pontos

percentuais - p.p.) no resultado.

VARIAÇÃO %

1

2

4

3

1 2 3 4

-11,4 -2,4 -1,3 -1,3

Produtos de

Metal

57,3

Celulose e

Papel

45,8

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Minerais Não

Metálicos

Couro e

Calçados Alimentos Metalurgia Extrativa Mineral Bebidas

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis Químicos Farmacêuticos Têxteis

Vestuário e

Acessórios

Máquinas e

Equipamentos

Veículos

Automotores

4,8

VARIAÇÃO POSITIVA

-3,6 -5,4 -9,4 -12,6 -13,5 -16,9 -17,7 -19,1 -20,1 -24,9

VARIAÇÃO NEGATIVA

-35,8 -39,9 -46,7

Nota: A Influência é a participação do setor no resultado agregado da Indústria.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

3

0,2 %

dessazonalizado

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO

HOUVE INVERSÃO NO

INDICADOR APÓS RETIRADO

O EFEITO DA SAZONALIDADE

As horas trabalhadas na produção cresceram 3,9% em janeiro. O setor de veículos foi o que o

mais influenciou o resultado. Na série dessazonalizada o resultado inverteu, reduzindo 0,2%.

Na análise dos últimos 12 meses a variável diminuiu 9,8%.

130,0

125,0

120,0

115,0

110,0

105,0

100,0

jan/13 abr/13 jul/13 out/13 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 jan/15 abr/15 jul/15 out/15 jan/16

Horas Trabalhadas

Média Móvel Semestral


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

3

8,8

%

contra janeiro de 2015

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA

A QUEDA NAS HORAS TRABALHADAS

1

INFLUÊNCIA (p.p.)

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior o setor de

máquinas e equipamentos (-46,2%) mostrou a maior variação

negativa. Dentre os quatro setores de destaque o de maior

influência foi o setor de veículos (-1,8 p.p.).

2

1 2 3 4

VARIAÇÃO %

3

4

-1,8 -1,4 -1,3 -1,1

A

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis Alimentos Farmacêuticos

Celulose e

Papel

Couro e

Calçados Químicos Extrativa Mineral Bebidas

Minerais Não

Metálicos

Metalurgia

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Veículos

Automotores

Têxteis

Vestuário e

Acessórios

Produtos de

Metal

Máquinas e

Equipamentos

11,2

4,6 3,0 2,6 1,5

-0,0 -0,9 -3,3

-8,8 -11,0 -12,7 -15,9 -16,3 -20,1

VARIAÇÃO POSITIVA

VARIAÇÃO NEGATIVA

Nota: Influência refere-se à participação do setor no resultado agregado da Indústria.

-32,0

-46,2


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

4

0,1

%

dessazonalizado

jan a ago

EMPREGO

APÓS 10 MESES

MOSTRANDO QUEDA O

NÍVEL DE EMPREGO

CRESCEU EM JANEIRO

O nível de emprego aumentou 0,5% contra o mês de dezembro de 2015. Quando dessazonalizado o

crescimento foi menor, de 0,1%. No entanto, no acumulado de 12 meses o indicador reduziu 8,0%,

apontando que o incremento na variável ocorrido em janeiro não é insuficiente para inverter o quadro

negativo.

130,0

125,0

120,0

115,0

110,0

105,0

100,0

jan/13 abr/13 jul/13 out/13 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 jan/15 abr/15 jul/15 out/15 jan/16

Emprego

Média Móvel Semestral


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

4

11,4

%

contra janeiro de 2015

EMPREGO

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU

PARA A QUEDA NO EMPREGO

O setor de produtos de metal apresentou maior queda no

emprego (-41,1%) e a maior influência negativa (-2,8 p.p.),

na comparação com janeiro de 2015.

1

2

3

INFLUÊNCIA (p.p.)

1 2 3

-2,8 -1,4 -1,2

A

VARIAÇÃO (%)

A

Celulose e

Papel

Alimentos

Extrativa

Mineral Químicos Bebidas

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis Farmacêuticos

Couro e

Calçados

Minerais Não

Metálicos

Metalurgia

Veículos

Automotores

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Vestuário e

Acessórios

Têxteis

Máquinas e

Equipamentos

Produtos de

Metal

1,9 1,4

VARIAÇÃO POSITIVA

-0,1 -0,4 -2,2 -3,3 -5,4 -7,3 -7,4 -9,8 -10,6 -14,9 -18,2 -20,8 -22,0

VARIAÇÃO NEGATIVA

-41,0

Nota: Influência refere-se à participação do setor no resultado agregado da Indústria.


5

10,1

últimos 12 meses

MASSA SALARIAL REAL

PAGAMENTOS EXTRAS NO

MÊS ANTERIOR

PROVOCARAM O RECUO

A massa salarial registrou decréscimo em janeiro (-26,5%), decorrente do pagamento da

segunda parcela do 13º salário e de férias em dezembro. Com o ajuste sazonal o recuo foi de

1,3%. Na análise dos últimos 12 meses, o indicador diminuiu 10,1%. Quando a base de

comparação é janeiro do ano anterior a queda no indicador ocorreu pela 14ª vez consecutiva,

apresentando retração de 15,6%.

160,0

150,0

140,0

130,0

120,0

110,0

jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 jan/15 mai/15 set/15 jan/16

Massa Salarial Real

Massa Salarial Real Média Móvel Semestral


RE N D IME NTO MÉDIO REAL

5

5

5,1

contra janeiro de 2015

RENDIMENTO MÉDIO REAL

RENDIMENTO MÉDIO

DIMINUIU EM TODAS AS

BASES DE COMPARAÇÃO

O rendimento médio real decresceu no mês de janeiro (-26,9%), em virtude da queda na

massa salarial ter sido mais acentuada que o recuo no emprego. Na série livre dos efeitos

sazonais a variável caiu 0,8%. Nos últimos 12 meses terminados em janeiro o indicador ficou

2,1% menor. Já na comparação com o mesmo mês de 2015 o rendimento médio dos

trabalhadores variou negativamente 10,6%.

130,0

120,0

110,0

100,0

90,0

jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 jan/15 mai/15 set/15 jan/16

Rendimento Médio Real

Rendimento Médio Real Média Móvel Semestral


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

6

83,9

%

média histórica

UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (%)

OCIOSIDADE NA

INDÚSTRIA É CRESCENTE

Após ajuste sazonal, o nível de utilização da capacidade instalada registrou 79,8%, mostrando

queda de 0,3 p.p. em relação à dezembro de 2015 (80,1%). O nível médio de utilização tem

mostrado recuo desde março de 2015, sem sinais de recuperação.

90,0

85,0

80,0

75,0

jan/13 abr/13 jul/13 out/13 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 jan/15 abr/15 jul/15 out/15 jan/16

NUCI

Média Móvel Semestral


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

contra mês anterior (%)

No mês de janeiro houve queda de 26,1% no faturamento real do setor

de Veículos Automotores, diante do mês anterior, em função do

decréscimo nas vendas tanto no mercado interno quanto no externo.

No mesmo período houve recuo de 31,8% nos licenciamentos de

autoveículos, segundo dado do Denatran (Departamento Nacional de

Trânsito).

O nível de emprego mostrou crescimento de 8,7% após 13 meses de

recuo contínuo, justificado pela contratação de funcionários que antes

eram terceirizados em importantes empresas do setor.

As horas trabalhadas e a utilização da capacidade instalada

aumentaram 27,2% e 1,4 p.p., respectivamente, devido à expansão no

pessoal ocupado e ao retorno de empregados que estavam em férias

coletivas no mês anterior.

A massa salarial real e o rendimento médio apresentaram recuos de

11,8% e 18,8%, respectivamente, provocados pelos pagamentos da

segunda parcela do 13º salário e das férias coletivas no mês de

dezembro.

27,2

1,4

8,7

-26,1

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

-11,8 -18,8

RENDIMENTO

MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE PRODUTOS DE METAL

contra mês anterior (%)

As vendas do setor de produtos de metal cresceram 48,5%, devido

ao aumento na demanda do mercado interno. O setor trabalha com

contratos de médio e longo prazo e de grandes valores, por isso o

faturamento apresenta elevadas variações mensais.

O recuo no emprego (-4,3%), justificado pelo ajuste no quadro de

pessoal para adequar ao patamar mais baixo de produção, aliado a

paralisações realizadas em importantes empresas, provocou o recuo

de 17,7% nas horas trabalhadas na produção.

A massa salarial real diminuiu 35,5%, como consequência do

pagamento do 13º salário e de participações nos lucros e resultados

no mês anterior. Com a queda na folha de pagamentos o rendimento

médio apresentou retração de 32,6%.

48,5

FATURAMENTO

REAL

-17,7

HORAS

TRABALHADAS

2,5

-4,3

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

-35,5 -32,6

RENDIMENTO

MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE METALURGIA

contra mês anterior (%)

O setor de Metalurgia mostrou crescimento de 6,5% no faturamento

real no primeiro mês de 2016, em relação à dezembro do ano

anterior, reflexo do aumento nas vendas para o mercado nacional.

No entanto, esse crescimento foi pontual, consequência do retorno

de férias coletivas de alguns de seus principais clientes.

A retomada das atividades após o período de férias também motivou

o acréscimo de 1,6% nas horas trabalhadas e de 5,5 p.p. no nível de

utilização da capacidade instalada. Já o emprego apresentou recuo

de 1,8% motivado pela necessidade de se adequar a patamares

mais baixos de produção. O decréscimo de 32,8% na massa salarial

foi reflexo do pagamento de férias e da segunda parcela do 13º

salário no mês anterior, o que elevou a base de comparação. A

queda na massa salarial provocou a redução de 31,5% no

rendimento médio real.

6,5

1,6 5,5

-1,8

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

-32,8 -31,5

RENDIMENTO

MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR TÊXTIL

contra mês anterior (%)

O faturamento do setor Têxtil apresentou elevação de 8,7%, devido

ao aumento nas vendas para o mercado interno. O retorno de alguns

clientes que se encontravam de férias coletivas no mês anterior

contribuiu para o desempenho positivo do índice. Apesar da melhora

nas vendas, o cenário não é favorável para o setor, dada a crise

econômica instalada no país e tendo em vista a queda no consumo

das famílias.

Com o mercado em recessão as empresas estão ajustando o quadro

de funcionários aos menores níveis de produção e reduzindo custos,

o que provocou a retração de 2,3% no emprego. As horas

trabalhadas na produção apresentaram elevação de 13,8%,

decorrente do retorno de funcionários das férias coletivas, levando

ao crescimento no NUCI (3,1 p.p.) no mês.

A massa salarial diminuiu 33,9%, em função do pagamento da

segunda parcela do 13º salário e do maior pagamento de férias em

dezembro. Como a queda na massa salarial mostrou-se maior que a

retração ocorrida no emprego, o rendimento médio real apresentou

decréscimo no mês (-32,3%).

8,7 13,8

3,1

-2,3

-33,9 -32,3

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

RENDIMENTO

MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.


A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

FATURAMENTO REAL

(Var.%)

Jan/16

Dez/15

Jan/16

Jan/15

HORAS TRABALHADAS

NA PRODUÇÃO (Var.%)

Jan/16

Dez/15

Jan/16

Jan/15

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE

INSTALADA (Var. p.p.)

Jan/16

Dez/15

Jan/16

Jan/15

Jan/16

Dez/15

EMPREGO

(Var.%)

Jan/16

Jan/15

MASSA SALARIAL

REAL

(Var.%)

Jan/16

Dez/15

Jan/16

Jan/15

RENDIMENTO

MÉDIO REAL

(Var.%)

Indústria Geral -13,8 -20,6 3,9 -9,0 0,8 -3,2 0,5 -11,4 -26,5 -15,6 -26,9 -4,7

Extrativa -33,4 -13,5 -1,5 -0,9 -1,8 0,3 -0,1 -0,1 -3,2 -10,7 -28,6 -10,6

Transformação -11,7 -21,1 4,2 -9,7 -0,7 -5,0 0,5 -12,2 -28,2 -16,2 -28,6 -4,5

POR SETOR

Alimentos -12,5 -9,4 -2,7 4,6 -1,0 0,0 -0,6 1,4 -24,5 -0,9 -24,1 -2,2

Bebidas -27,4 -16,9 -3,2 -3,3 -5,0 -1,5 -0,5 -2,2 -45,8 -10,6 -45,5 -8,6

Têxteis 8,7 -24,9 13,8 -16,3 3,1 -14,1 -2,3 -20,8 -33,9 -18,5 -32,3 2,9

Vestuário -33,5 -35,8 31,3 -20,1 0,7 -7,5 -0,3 -18,2 -34,4 -17,4 -34,2 0,9

Couro e Calçados -3,6 -5,4 4,5 1,5 -1,0 -0,2 0,1 -7,3 -49,6 -27,3 -49,7 -21,6

Celulose e Papel -30,5 45,8 -4,9 2,6 0,1 -0,8 0,0 1,9 1,8 -2,9 1,9 -4,8

Deriv. Petróleo e Biocombustíveis -24,8 -17,7 0,0 11,2 -15,5 -1,4 1,0 -3,3 1,2 -8,9 0,1 -5,8

Químicos -13,0 -19,1 -7,0 0,0 2,6 3,5 -0,5 -0,4 -31,7 -7,4 -31,3 -6,7

Farmacêuticos -4,1 -20,1 7,0 3,0 -20,0 -11,4 -1,5 -5,4 -35,9 -14,2 -34,9 -9,3

Minerais Não Metálicos 2,1 -3,6 8,9 -8,8 10,5 -0,1 -0,1 -7,4 -44,9 -37,4 -44,8 -32,3

Metalurgia 6,5 -12,6 1,6 -11,0 5,5 -3,3 -1,8 -9,8 -32,8 -10,0 -31,5 -0,3

Produtos de Metal 48,5 57,3 -17,7 -30,9 2,5 -2,3 -4,3 -41,1 -35,5 -41,7 -32,6 -0,9

Máquinas e Materiais Elétricos -13,5 4,8 4,5 -12,7 -6,2 -9,5 0,3 -14,9 -16,7 -10,7 -17,0 5,0

Máquinas e Equipamentos -31,0 -39,9 5,5 -46,2 2,0 -4,5 -1,0 -22,0 -8,9 5,5 -7,9 35,4

Veículos Automotores -26,1 -46,7 27,2 -15,9 1,4 1,6 8,7 -10,6 -11,8 -25,4 -18,8 -16,6

Jan/16

Dez/15

Jan/16

Jan/15


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

ECONOMIA EM PERSPECTIVA

VARIÁVEL 2016

PIB Mundial (variação %) 3,4

PIB Brasil (variação %) -3,4

Produção Industrial Brasil (variação %) -4,4

Produção Industrial Minas Gerais (variação %)* -2,7

Faturamento Industrial Minas Gerais (variação %)* -0,8

Exportações Brasileiras (US$ bilhões) 196,9

Exportações de Minas Gerais (US$ bilhões)* 23,3

Taxa de Câmbio (R$/US$ - fim do período) 4,36

IPCA (% a.a.) 7,62

Selic final período (% a.a.) 14,25

Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 40,70

Formação Bruta de Capital Fixo (% do PIB) 12,5

Fonte: FIEMG, Banco Central do Brasil, Tendências Consultoria e Banco Mundial

*As projeções das variáveis de Minas Gerais serão revisadas ao final de cada

semestre.


A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

NOTA METODOLÓGICA

A Pesquisa Indicadores Industriais

é elaborada pela Assessoria

Econômica da FIEMG em conjunto

com a Confederação Nacional da

Indústria - CNI. As informações

referentes ao mês de agosto de

2015 resultam de levantamento

feito em 212 empresas. Os

indicadores são divulgados na

base média 2006=100 e obtidos

através da média ponderada dos

indicadores dos setores, onde os

pesos representam a participação

relativa dos mesmos na Indústria

do estado, com base na média dos

dados da PIA 2007 e 2008. São

divulgados também os resultados

dessazonalizados para todas as

variáveis, a partir de modelos

estruturais utilizando-se o sistema

Tramo Seats. A partir de janeiro de

2013 a Pesquisa Indicadores

Industriais passou a ser divulgada

de acordo com a CNAE 2.0.

VARIÁVEIS PESQUISADAS:

FATURAMENTO REAL

faturamento líquido, exclusive IPI,

referente a produtos industrializados

pela empresa.

EMPREGO

total de pessoas existentes no último

dia do mês remuneradas diretamente

pela empresa, com ou sem vínculo

empregatício, com contrato de trabalho

por tempo indeterminado ou

temporário, ligadas ou não ao processo

produtivo.

HORAS TRABALHADAS

NA PRODUÇÃO

total de horas trabalhadas pelo pessoal

empregado na produção.

MASSA SALARIAL REAL

valor das remunerações pagas ao

pessoal empregado total da empresa.

RENDIMENTO MÉDIO

REAL

razão ente a Massa Salarial Real e o

Emprego.

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE

INSTALADA

percentual da capacidade de produção

operacional utilizada no mês.


FIEMG INDEX . ano 27 . #1 . jan 2016

GLOSSÁRIO

SETORES QUE

INTEGRAM A

PESQUISA

INDICADORES

INDUSTRIAIS

ALIMENTOS: preparação do leite e

fabricação de laticínios; produção de

massas e biscoitos, açúcar, balas e

chocolates; fabricação de óleos e

gorduras vegetais e animais;

moagem, fabricação de produtos

amiláceos e de alimentos para

animais; torrefação e moagem de

café; fabricação de especiarias e

condimentos; abate e fabricação de

produtos de carne.

BEBIDAS: fabricação e

engarrafamento de bebidas

alcoólicas e não alcoólicas, como

cervejas, vinhos, refrigerantes e água

mineral.

CELULOSE E PAPEL: fabricação de

celulose, papel, cartolina e papelcartão

e de artefatos.

COURO E CALÇADOS: preparação

de couros e fabricação de artefatos

de couro, artigos para viagem e de

calçados.

DERIVADOS DE PETRÓLEO E

BIOCOMBUSTÍVEIS: fabricação de

coque, produtos derivados do

petróleo e de biocombustíveis,

inclusive álcool.

EXTRATIVA MINERAL: extração de

minerais metálicos, como o minério

de ferro, e extração de minerais não

metálicos, como fosfatos, calcário e

outros.

FARMACÊUTICOS: fabricação de

medicamentos para uso humano e

veterinário.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS:

fabricação de máquinas e

equipamentos, inclusive

componentes mecânicos, partes e

peças, para uso industrial, agrícola,

extração mineral, construção e

outros.

MÁQUINAS E MATERIAIS

ELÉTRICOS: fabricação de

máquinas e aparelhos para geração,

distribuição e controle de energia

elétrica; pilhas, baterias,

acumuladores elétricos; lâmpadas e

outros equipamentos de iluminação;

eletrodomésticos.

METALURGIA: produção de ferrogusa

e de ferroligas; siderurgia e

elaboração de produtos siderúrgicos

– perfis laminados, chapas e tubos de

aço com ou sem costura; fundição de

ferro e aço e de metais não ferrosos

e suas ligas; metalurgia dos metais

não ferrosos, como alumínio, zinco,

cobre e metais preciosos.

MINERAIS NÃO METÁLICOS:

fabricação de produtos cerâmicos

refratários e não refratários, cimento,

vidro e cal.

PRODUTOS DE METAL: fabricação

de embalagens e estruturas

metálicas; caldeiraria, forjaria e

tratamento de metais; artigos de

cutelaria, serralheria e ferramentas;

armas, munições e equipamentos

militares.

QUÍMICOS: fabricação de produtos

químicos inorgânicos como adubos e

fertilizantes e gases industriais, e de

produtos químicos orgânicos;

produção de resinas, fibras artificiais

e sintéticas, produtos de limpeza,

cosméticos e tintas.

TÊXTEIS: fiação e tecelagem de

fibras e materiais têxteis de origem

diversas.

VEÍCULOS AUTOMOTORES:

fabricação de veículos automotores –

inclusive motores, peças e acessórios

e material elétrico para automóveis.

VESTUÁRIO: confecção de roupas,

inclusive profissionais, e de

acessórios do vestuário.


INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

FICHA TÉCNICA

Realização:

SISTEMA FIEMG – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Presidente:

OLAVO MACHADO JUNIOR

Responsável técnico:

ASSESSORIA ECONÔMICA DA FIEMG

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