MANUAL DE PROCEDIMENTOS

emfils

10dePX

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

SISTEMA COLOSSO DE IMPLANTES

ÓSSEOINTEGRÁVEIS


MANUAL DE PROCEDIMENTOS

do Sistema Colosso de Implantes Osseointegravéis

EMFILS

A Emfils é uma das poucas, senão a única empresa do

mercado que possui uma filosofia implantodônca

voltada para a pracidade clínica. Assim, oferece as

melhores opções para o cirurgião densta: implante

osseointegrável com um design versál (todos com

supercie externa tratada); o único kit cirúrgico

permite a colocação de dois pos de implante com

diferentes encaixes protécos, (Hexágono Interno e

Hexágono Externo). A Emfils também possui o menor

kit protéco do mundo (uma única chave transporta

e aperta os componentes protécos do sistema, além

de a mesma chave na fase cirúrgica instalar o tapaimplante

ou “cover-screw”).

Não perca a oportunidade de conhecer o Sistema

Colosso e comprovar pessoalmente nossa preocupação

constante em oferecer um sistema que visa à

pracidade, omizando o tempo do cirurgião densta e

maximizando seus resultados clínicos e

financeiros.

Emfils

Desde a sua fundação em 1998, a Emfils, uma das principais empresas de implantodona

do Brasil, disponibiliza ao mercado uma linha de produtos que atende todas as

necessidades dos profissionais.

Com a missão de oferecer um sistema de implantes práco, seguro e eficiente aos

cirurgiões denstas, com a melhor relação custo benecio do mercado e dessa maneira

viabilizar a terapêuca implantodônca para um maior número de pessoas.

Desde que foi criada, a Emfils, dedica enorme esforço em pesquisas connuas para

omizar o tempo do densta na clínica diária com a máxima segurança. Seus lançamentos

sempre reúnem o que existe de mais moderno no mercado mundial com a caracterísca

que só a Emfils oferece ao densta: pracidade na sua concepção!

O processo produvo da Emfils é um dos mais avançados do mercado. Com tecnologia de

úlma geração em micro usinagem, a empresa assegura precisão e reproduvidade em

todos os produtos que fabrica.

A Emfils segue os mais rigorosos padrões internacionais de qualidade, cerficados por

empresas de notória competência mundial (TÜV Rheinland - Alemanha), de acordo com as

normas ISO 9001, ISO13485, MDD 93/42/EEC e RDC-59 (ANVISA) que garantem rigor nos

procedimentos e controle de todos os seus produtos.

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ÍNDICE

EMFILS 2

Fundamentação do sistema colosso 4

Palavra do presidente 4

Sistema colosso evoluon 4

Centro de estudos, desenvolvimento e divulgação dos implantes colosso 5

COMPONENTES DO SISTEMA COLOSSO

Estojo Cirúrgico 6

Kit Cirúrgico Colsso 6

Brocas 7

Prolongador de Broca 8

Chave bidigital 8

Torquímetro 8

Intermediário hi 2,4mm 8

Intermediário he 2,0mm 8

Intermediário implantecorpo único colosso 9

Profundímetro 9

Paralelômetro 9

Chave hexagonal 1,2 mm 9

Intermediário 2,4mm para contra-ângulo 9

PROTOCOLO COLOSSO EVOLUTION

Sequência de brocas colosso hexágono externo e interno ihe, ecie e crce 10

CORRIGINDO O ÂNGULO DE PERFURAÇÃO DA LOJA CIRÚRGICA 11

TORQUÍMETRO

Indicação e finalidade de uso 12

PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO 13

IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS COLOSSO EVOLUTION 15

Embalagem dos implantes 16

Sequência de Ulização dos Implantes 16

Batoque Plásco 17

Sequência de Ulização dos Implantes de Corpo Único 19

Pós-inserção do implante 20

Implantes Hexágono Externo Colosso Evoluon 21

Sequência de brocas implante IHE Evoluon 22

Implantes Hexágono Interno Colosso ECI Evoluon 24

Sequência de brocas implante eci evoluon 26

Implantes hexágono Interno Colosso RC Evoluon 27

Sequência de brocas implante RC evoluon 29

Implantes Colosso Corpo Único Pilar Evoluon 30

Sequência de brocas Implante Corpo Único Pilar Evoluon 32

Implantes Corpo Único O´ring Evoluon 33

Sequência de Brocas Implante Corpo Único O´ring Evoluon 35

Bula dos Implantes 36

COMPONENTES DO SISTEMA COLOSSO

Bisturi circular 37

Escariador de osso 37

Chave hexagonal 1.2Mm 37

Protocolo Sistema Colosso para a 2ª fase cirúrgica 38

COMPONENTES PARA PRÓTESE PARAFUSADA 39

Pilar Transmucoso de Titânio 40

Pilar Transmucoso Não Rotacional 41

Pilar Transmucoso Angulado de Titânio Colosso 42

Pilar Trasnmucoso Padrão 43

Cicatrizador Padrão Colosso 44

Cicatrizador Estéco Colosso 45

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Fechada Colosso para PTP 46

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Aberta Colosso para PTP 46

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Fechada Colosso para PTC 47

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Aberta Colosso para PTC 47

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Fechada Colosso para PTHC 48

Pilar Transf. Transmucoso Moldeira Aberta Colosso para PTHC 48

Pilar Transf. Moldeira Fechada Colosso para Transmucoso Angulado 49

Pilar Transf. Moldeira Aberta Colosso para Transmucoso Angulado 49

Protetor do Pilar Transmucoso Padrão 50

Protetor do Pilar Transm. de Titânio e do Não Rotacional 50

Protetor do Pilar Transmucoso Angulado Colosso 50

Análogo dos Implantes HI - ECI e RC Evoluon 51

Análogo dos Implantes HE - IHE Evoluon 51

Análogo do Pilar Transmucoso Padrão 52

Análogo do Pilar Transmucoso de Titânio 52

Análogo do Pilar Transmucoso Não Rotacional 52

Análogo do Pilar Transmucoso Angulado 52

Pilar Calcinável c/ Terminação em CrCoMo do PTP 53

Pilar Calcinável do Transmucoso Padrão Colosso PTP 53

Pilar Calcinável c/ Terminação em CrCoMo do PTC 54

Pilar Calcinável do Transmucoso Padrão Colosso PTC 54

Pilar Calcinável Não Rotacional c/ Terminação em CrCoMo do PTHC 55

Pilar Calcinável Não Rotacional do Transmucoso PTHC 55

Pilar Calcinável Rotacional c/ Term. em CrCoMo do Transmucoso PTA 56

Pilar Calcinável do Transmucoso Angulado PTA 56

CONFECÇÃO DO MODELO DE TRABALHO

Moldeira Aberta c/ Pilar Transmucoso 57

Moldeira Fechada c/ Pilar Transmucoso 58

Moldeira Aberta 59

Moldeira Fechada 60

COMPONENTES PARA PRÓTESE CIMENTADA

Pilar Transf. Moldeira Fechada Colosso 61

Pilar Transf. Moldeira Aberta Colosso 61

Pilar Transf. c/ Hexágono Removível 61

Análogo dos implantes HI - ECI e RC Evoluon 62

Análogo dos implantes HE - IHE Evoluon 62

Pilar Padrão Adaptável Colosso 63

Pilar Angulado Adaptável c/ Cinta 63

Pilar Angulado Adaptável 63

Pilar Estéco Adaptável 64

Pilar Hexagonal 64

COMPONENTES PARA PRÓTESE CIMENTADA OU PARAFUSADA

Pilar de Titânio c/ Hexágono 65

Pilar de Titânio s/ Hexágono 65

Pilar Calcinável c/ Term. CrCoMo c/ Hexágono 66

Pilar Calcinável c/ Term. CrCoMo s/ Hexágono 66

Pilar Calcinável c/ Hexágono 67

Pilar Calcinável s/ Hexágono Colosso 67

COMPONENTES PARA PRÓTESE SOBRE DENTADURA

Mini Pilar de Retenção O´ring Calcinável 68

Pilar de Retenção O´ring Colosso 68

Cápsulo Espaçadora do PRO 69

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Anél Espaçador do Pilar de Retenção O´ring 69

Mini Cápsula (Fêmea) de Retenção O´ring 69

Guia de Ulização - Pilar de Renteção O´ring 70

COMPONENTES PARA IMPLANTES DE CORPO ÚNICO

Pilar Transf. do Implante Corpo Único 71

Análogo do Implante Corpo Único Pilar 71

Análogo do Implante Corpo Único O´ring 71

PARAFUSOS DO SISTEMA COLOSSO

Parafuso Laboratorial Moldeira Aberta 72

Parafuso Laboratorial Moldeira Fechada 72

Parafuso Laboratorial Fixação Transmucoso 72

Parafuso de Fixação 73

Parafuso Fixação Transmucoso Angulado PTA 73

Parafuso Clínico de Fixação Transmucoso 73

Parafuso do Anél de Segurança 73

ANÉIS DE BORRACHA

Mini Anel O´ring 74

Anel O´ring 74

Anel Retentor 74

RÉPLICAS

Réplica do Implante ECI Evoluon 75

Réplica do Implante RC Evoluon 75

Réplica do Implante IHE Evoluon 75

Réplica do Implante Corpo Único O´ring e Pilar 75

Indicação de Uso Pilar de Retenção O´ring 76

KIT´S PARA CIRURGIA AVANÇADA

Kit Ósseo 4 em 1 77

Chave de Mão 78

Martelo Cirúrgico 78

Kit Compactador de Osso 79

Kit Expansor de Osso 79

Kit Expansor de Osso com Rosca 79

Kit de Enxerto 80

CASOS CLÍNICOS 81

Caso I - paciente - C. 82

Caso II - paciente - I. B. 88

Caso III - paciente - E. D. 91

Caso IV - paciente - Z. 95

Caso V - paciente - C. R. 102

Caso VI - paciente - C. H. 107

Caso VII - paciente - J. M. 111

Caso VIII - paciente - M. Z. 115

Caso IX - paciente - S. L. 118

Caso X - paciente - E. A. 122

Caso XI - paciente - l. 127

Caso XII - paciente - S.M.T. 130

Caso XIII - paciente - R. A. 133

Caso XIV - paciente - D. 136

Caso XV - paciente - R.R.S. 141

Caso XVI - paciente - Z.S. 145

Caso XVII - paciente - T.T.D. 150

Caso XVIII - paciente - I.V. 153

Caso XIX - paciente - V.S. 158


PALAVRA DO PRESIDENTE

Caros Colegas,

“Aos 5 anos de idade, já alfabezado, li a frase “Trabalham em vão os que

trabalham pensando na glória”, no livro Homens que fizeram o Brasil, cujo

autor, até hoje, não ve a curiosidade de idenficar.

Décadas se passaram até que eu pudesse compreender que o sucesso, a

credibilidade, o respeito, enfim, os valores que um homem gostaria que

a ele fossem imputados eram dependentes de um único fator: amor por

aquilo que se faz.

FUNDAMENTAÇÃO DO SISTEMA Colosso

O Sistema Colosso de Implantes Osseointegráveis foi desenvolvido com base em

observações clínicas, laboratoriais e cienficas. Ao idealizá-lo foram considerados,

também, aspectos observados ao longo de 18 anos de experiência implantodônca

do Prof. Dr. Adolfo Embacher Filho. O Sistema Colosso está fundamentado

em versalidade, segurança e pracidade clínica. Tem como foco principal o

Cirurgião-Densta Clínico Geral.

Quando amamos, fazemos melhor!

Amar a vida, amar nossos amigos, amar nosso trabalho e,

principalmente, amar a nós mesmos, invariavelmente nos

encaminhará para uma vida plena de realizações.

Assim vem sendo comigo há 30 anos na clínica odontológica e há quase dez

anos na Emfils.

Criada a parr de um sonho, o de adequar a implantodona a realidade

brasileira, a Emfils não restringiu esforços para adquirir a melhor máquina,

montar uma fábrica modelo, desenvolver os melhores projetos, treinar

seus colaboradores para serem os melhores e com tudo isso, obter os melhores

produtos e oferecer os melhores serviços.

Sem nunca ter pensado na glória, mas fazendo tudo com amor, o resultado

não poderia ser diferente —Sucesso. A Emfils hoje é referência nacional

dos encaixes internos na implantodona e no suporte técnico e cienfico a

seus clientes.

Adicionalmente, a Emfils conquistou valores que não exigiram esforço:

Credibilidade e Respeito.”

SISTEMA Colosso EVOLUTION

O Sistema Colosso Evoluon, lançado em janeiro de 2009, contemplou os clientes

Emfils com um conjunto de adequações que fizeram do Sistema Colosso

de Implantes Osseointegráveis o mais compevo do mercado: o Kit Cirúrgico

passou a conter o Intermediário Curto e o Intermediário Longo para a inserção

dos implantes de corpo único; a chave de catraca do Kit Cirúrgico foi substuída

pelo Torquímetro, que passou a permir mensurações de até 75 N.Cm; o suporte

do instrumental do Kit Cirúrgico agora é de alumínio anodizado na cor azul. Os

implantes Colosso Evoluon, por sua vez, passaram a ter rosca progressiva, tal

qual os implantes RC, que na série Evoluon, assim como os Implantes Colosso

Pilar Evoluon, passaram a ter a supercie tratada até o topo cervical. Tais modificações

permirão que uma implantação possa ser iniciada com mais facilidade

e finalizada com uma maior estabilidade primária em qualquer po de osso, além

de terem tornado os implantes Colosso mais versáteis por permir que sejam

instalados acima, abaixo ou no nível do osso.

Prof. Dr. Adolfo Embacher Filho

Presidente da Emfils

Agosto de 2006

-4-


CENTRO DE ESTUDOS,

DESENVOLVIMENTO

E DIVULGAÇÃO DOS

IMPLANTES COLOSSO

NATO é o centro de estudos, desenvolvimento e divulgação dos implantes

Colosso e conta com um corpo clínico e técnico-cienfico altamente

qualificado. Residentes de cirurgia, prótese e pós-graduandos buscam

regularmente aprimoramento profissional no NATO.

Em consonância com a Missão da Emfils, o NATO viabiliza clinicamente a

terapêuca implantodônca para um maior número de pessoas.

O Diretor Clínico do NATO é o Professor Dr. Adolfo Embacher Filho.

Pioneiro, mudou paradigmas da implantodona inserindo no Sistema

Colosso de implantes aprimoramentos técnicos cienficos adotados

posteriormente pelo mercado e consagrados mundialmente. Especialista

em Prótese Dental, em Implantodona e Doutor em Cirurgia e

Traumatologia Buco Maxilo Facial com 30 anos de Implantodona, já

executou ou orientou mais de 15.000 implantações.

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COMPONENTES DO SISTEMA Colosso

PARA A 1ª FASE CIRÚRGICA

ESTOJO CIRÚRGICO COLOSSO EVOLUTION ECE0504

Acomoda o Kit Cirúrgico para sua esterilização.

O KIT CIRÚRGICO COLOSSO EVOLUTIONECE0504

É um conjunto de instrumentos essenciais para a execução do

primeiro tempo cirúrgico. Vem acompanhado de um suporte de

alumínio anodizado na cor azul que os acomoda seqüencialmente

e de uma caixa metálica apropriada para esterilizá-los em estufa ou

autoclave.

Constuído por um total de 12 brocas, sendo: 01 Broca Lança, 03

Brocas Piloto e 08 Brocas Helicoidais, desnadas a confecção do

alvéolo arficial para a instalação dos Implantes do Sistema Colosso

por auto rosqueamento. A broca lança e as helicoidais possuem ao

longo do seu corpo marcações a laser, correspondentes aos comprimentos

disponíveis dos Implantes do Sistema Colosso (6,0mm;

7,0mm; 8,5mm; 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm).

Na porção média das brocas lança e helicoidal uma faixa idenfica

o comprimento de 10,0mm na sua porção inferior e 11,5mm na superior.

As brocas helicoidais 3,2; 3,8 e 4,8 possuem adicionalmente

marcações em 2,0mm desnadas a orientar a confecção de um

nicho para a inserção dos implantes RC Evoluon quando se optar

por colocá-lo inteiramente endósseo em ossos de alta densidade.

ÍTEM INSTRUMENTAL CÓDIGO ÍTEM INSTRUMENTAL CÓDIGO

01 Broca 2,0mm ou Lança BALC-2020 14 Chave Bidigital Longa CBLC-8320

02 Broca Piloto 2,0/2,5mm BAPC-2511 15 Torquímetro (com inversor e ADP) TC-0504

03 Broca Helicoidal 2,5mm BAHC-2520 16 Chave Hexagonal 1,2mm Curta CHCC-1210

04 Broca Piloto 2,5/2,8mm BAPC-2811 17 Chave Hexagonal 1,2mm Longa CHLC-1220

05 Broca Helicoidal 2,8mm BAHC-2820 18 Intermediário 2,4mm Curto INCC-2415

06 Broca Piloto 2,8/3,2mm BAPC-3211 19 Intermediário 2,4mm Longo INLC-2420

07 Broca Helicoidal 3,2mm BAHC-3220 20 Intermed. Curto Implante Pilar ICCU-3008

08 Broca Helicoidal 3,5mm BAHC-3520 21 Intermed. Longo Implante Pilar ICCU-3008

09 Broca Helicoidal 3,8mm BAHC-3820 20 Paralelômetro PRC-2223

10 Broca Helicoidal 4,2mm BAHC-4220 21 Profundímetro PRC-2530

11 Broca Helicoidal 4,5mm BAHC-4520 22 Prolongador de Broca PBC-3055

12 Broca Helicoidal 4,8mm BAHC-4820 23 Suporte para instrumental SIC-0504

13 Chave Bidigital Curta CBCC-8310 24 Caixa cirúrgica ECC-0504

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BROCAS

Colosso

Brocas em acordo com a Norma EN ISO 1797-1:2011 -Denstry – Shanks for Rotary Instruments.

BROCA 2,0 mm ou LANÇA (BALC-2020)

Com 2,0 mm de diametro é ulizada

para iniciar com precisão a perfuração

da loja cirúrgica e romper a resistência

oferecida pelo osso corcal. Apresenta

forma ponaguda, lembrando uma

lança que facilita sua estabilização no

início da perfuração. A ulização dos

Implantes Colosso Pilar Evoluon e

Colosso O´ring Evoluon de 2,5 mm de

diâmetro.

BROCA PILOTO 2,0/2,5 mm (BAPC-2511)

Confecciona uma perfuração cervical de

2,5 mm de diâmetro, estabilizadora para a

broca helicoidal correspondente.

BROCA HELICOIDAL 2,5 mm (BAHC-2520)

Com 2,5 mm de diâmetro, define a inclinação

e a profundidade da loja cirúrgica.

A ulização da broca 2,5 mm viabiliza a

instalação dos implantes Colosso Pilar

Evoluone Colosso O´ring Evoluon de 3,0

mm de diâmetro.

BROCA PILOTO 2,5/2,8 mm (BAPC-2811)

Confecciona uma perfuração cervical de

2,8 mm de diâmetro, estabilizadora para a

broca helicoidal seguinte.

BROCA HELICOIDAL 2,8 mm (BAHC-

2820)

Com 2,8 mm de diâmetro, amplia o

alvéolo arficial. A ulização da broca 2,8

mm viabiliza a instalação dos Implantes

Colosso RC Evoluon e Colosso ECI Evolu-

on de 3,3 mm de diâmetro.

BROCA PILOTO 2,8/3,2 mm (BAPC-3211)

Confecciona uma perfuração cervical de

3,2 mm de diâmetro, estabilizadora para

a broca helicoidal seguinte.

BROCA HELICOIDAL 3,2 mm (BAHC-3220)

Com 3,2 mm de diâmetro, amplia o alvéolo

arficial. Possui próximo ao seu ângulo de

corte uma marcação em 2,0mm desnada

a orientar a confecção de um nicho para a

inserção dos implantes RC Evoluon e ECI

Evoluon quando se optar por colocá-lo

inteiramente endósseo em ossos de alta

densidade.

BROCA HELICOIDAL 3,5 mm (BAHC-3520)

Com 3,5 mm de diâmetro, amplia o

alvéolo arficial. A ulização da broca 3,5

mm viabiliza a instalação dos Implantes

Colosso RC Evoluon e Colosso ECI Evolu-

on de 4,0 mm de diâmetro.

BROCA HELICOIDAL 3,8 mm (BAHC-3820)

Com 3,8 mm de diâmetro, amplia o alvéolo

arficial permindo que o Colosso de 4,0

de diâmetro seja instalado. Possui próximo

ao seu ângulo de corte uma marcação em

2,0mm desnada a orientar a confecção

de um nicho para a inserção dos implantes

RC Evoluon quando se optar por colocá-lo

inteiramente endósseo em ossos de alta

densidade.

BROCA HELICOIDAL 4,2 mm (BAHC-

4220), 4,5 mm (BAHC-4520) e 4,8 mm

(BAHC-4820)

Ampliam de 3,8 mm para 4,8 mm o alvéolo

arficial. Após a ulização da broca

4,5 mm os Implantes Osseointegráveis

Colosso RC e Colosso ECI Evoluon de 5,0

mm de diâmetro podem ser instalados. A

broca 4,8mm possui próximo ao seu ângulo

de corte uma marcação em 2,0mm

desnada a orientar a confecção de um

nicho para a inserção dos implantes RC

Evoluon quando se optar por colocá-lo

inteiramente endósseo em ossos de alta

densidade.

-7-


COMPONENTES DO SISTEMA Colosso

PARA A 1ª FASE CIRÚRGICA

PROLONGADOR DE BROCA

CASO VII

CASO VIII

CASO IX

CASO IX

CHAVE BIDIGITAL

TORQUÍMETRO

INTERMEDIÁRIO HI 2,4mm

INTERMEDIÁRIO HE 2,0mm

Permite aumentar o comprimento das brocas, viabilizando acesso em regiões onde a cabeça do contra-ângulo

estaria impossibilitada de atuar por sua impacção nos dentes adjacentes. A fixação da broca no prolongador é

feita por um parafuso lateral acionado com a Chave Hexagonal 1,2mm com uma força de 10N.Cm.

CÓDIGO

PBC-3055

Apresentada em dois tamanhos, curta e longa são acopladas aos intermediários que substuem os suportes

pláscos para a connuidade bidigital da implantação de um Colosso.

CÓDIGO

CBCC-8310; CBLC-8320

Confeccionado em aço, possui encaixe universal. Seu inversor, indicado por setas, está localizado na parte terminal

do cabo, quando girado 180º inverte seu sendo de atuação. Mensura de 25 à 75N.Cm. Acompanha adaptador

ADP-3930 para o acionamento dos intermediários 2,4mm Colosso e intermediários para implantes de corpo

único para dar connuidade a implantação em substuição a Chave Bidigital, quando a resistência oferecida

pelo osso na introdução do implante se mostrar excessiva. Obs: Não acompanha os intermediários 1,2mm

CÓDIGO

TC-0504

Em dois tamanhos, curto e longo , são conectados aos implantes Colosso ECI Evoluon e Colosso RC Evoluon e

acionados pelas chaves bidigital ou pelo torquímetro para dar connuidade à implantação.

CÓDIGO

INCC-2415; INLC-2420

Em dois tamanhos, curto e longo, são conectados aos implantes Colosso IHE Evoluon e acionados pelas chaves

bidigital ou pelo torquímetro para dar connuidade à implantação.

CÓDIGO

INCC-2015; INLC-2020

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COMPONENTES DO SISTEMA Colosso

PARA A 1ª FASE CIRÚRGICA

INTERMEDIÁRIO IMPLANTECORPO ÚNICO COLOSSO

Em dois tamanhos, curto e longo, são conectados aos Implantes Colosso Pilar Evoluon e Colosso O’Ring

Evoluon e acionados pelas chaves bidigital ou pelo torquímetro para dar connuidade à implantação.

CÓDIGO

ICCU-3008; ILCU-3013

CASO VI

CASO VII

CASO IX

CASO V

CASO VII

CASO IX

CASO X

PROFUNDÍMETRO

PARALELÔMETRO

CHAVE HEXAGONAL 1,2 mm

KIT DE ANÉIS DE SEGURANÇA*

Possui ao longo do seu corpo marcações correspondentes aos comprimentos dos implantes Colosso 7,0 mm,

8,5 mm, 10,0 mm 11,5 mm, 13,0 mm, 14,5 mm e 16,0 mm. Deve ser ulizado para conferir a profundidade do

alvéolo arficial antes da colocação do implante osseointegrável.

CÓDIGO

PRC-2530

Deve ser ulizado após a broca de 2,0 mm para que seja conferida a inclinação da perfuração ou para servir de

referência de direção para as confecções das perfurações subseqüentes.

CÓDIGO

PRC-2223

Chave única no sistema Colosso está disponível em dois tamanhos, curta e longa, desna-se ao rosqueamento

de todos os implantes e pilares Colosso, com exceção dos pilares de retenção po O´ring, que são instalados e

apertados com a chave bidigital.

CÓDIGO

CHCC-1210; CHLC-1220

Na perfuração, asseguram a profundidade desejada na confecção do alvéolo arficial.

São fixados à broca por um parafuso com hexágono de 1,2mm.

Possuem 8 diâmetros:

2,5mm; 2,8mm; 3,2mm; 3,5mm; 3,8mm; 4,2mm; 4,5mm e 4,8mm.

CÓDIGO

KASB-0008

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PROTOCOLO Colosso EVOLUTION

PARA A 1ª FASE CIRÚRGICA

O número de brocas

disponíveis no

sistema Colosso,

visa facilitar a perfuração.

Com brocas

de diâmetros crescentes

gera menos

atrito, consequentemente

menos

calor, oferecendo ao

densta muito mais

segurança no ato

cirúrgico.

Mais brocas, proporcionam

mais opções

de perfuração no

ato cirúrgico sem

aumento de custo.

Todo implante

Osseointegrável

colosso evoluon

deverá ser instalado

com um mínimo

de trauma, estar

absolutamente

estável após sua

colocação e ser

mando livre de

traumas durante o

processo de reparação

do osso, no caso

de implantações

mediatas ou avaliar

o carregamento

imediato de acordo

com a indicação

clinica.

A ulização das

brocas deverá

ocorrer a uma velocidade

máxima de

1.800 Rpm sempre

acompanhada

de intensa irrigação

Externa direcionada

para a zona de

atrito com o osso

cervical.

Sequência de Brocas Colosso

Hexágono Externo e Interno

IHE, ECIE e CRCE

A - Broca Lança 2,0mm

(Instalação do Colosso Pilar Evoluon ou Colosso O’ring

Evoluon de 2,5mm de diâmetro).

B - Broca Piloto 2,0/2,5mm

C - Broca Helicoidal 2,5mm

(Instalação do Colosso Pilar Evoluon ou Colosso O’ring

Evoluon de 3,0mm de diâmetro).

D - Broca Piloto 2,5/2,8mm

E - Broca Helicoidal 2,8mm

(Instalação do Colosso IHE Evoluon, Colosso ECI Evoluon

ou Colosso CRC Evoluon de 3,3mm de diâmetro).

F - Broca Piloto 2,8/3,2mm

G - Broca Helicoidal 3,2mm.

(2,0mm na corcal para a instalação endóssea da porção

cervical do Colosso CRC Evoluon).

H - Broca Helicoidal 3,5mm

(Instalação do Colosso IHE Evoluon, Colosso ECI Evoluon

ou Colosso CRC Evoluon de 4,0mm de diâmetro).

I - Broca Helicoidal 3,8mm.

(2,0mm na corcal para a instalação endóssea da porção

cervical do Colosso CRC Evoluon).

J - Broca Helicoidal 4,2mm

A

D

G

Broca Lança 2,0mm*

Broca Piloto 2,5/2,8mm

Broca Helicoidal 3,2mm

B Broca Piloto 2,0/2,5mm C Broca Helicoidal 2,5mm*

E

Broca Helicoidal 2,8mm* F

Broca Piloto 2,8/3,2mm

H

Broca Helicoidal 3,5mm* I

Broca Helicoidal 3,8mm

K - Broca Helicoidal 4,5mm

(Instalação do Colosso IHE Evoluon, Colosso ECI Evoluon

ou Colosso CRC Evoluon de 5,0mm de diâmetro).

L - Broca Helicoidal 4,8mm.

(2,0mm na corcal para a instalação endóssea da porção

cervical do Colosso CRC Evoluon).

J

Broca Helicoidal 4,2mm

K

Broca Helicoidal 4,5mm*

L

Broca Helicoidal 4,8mm*

-10-


Corrigindo o ângulo

de perfuração da loja cirúrgica

Ao constatar furação inadequada o profissional muitas

vezes tenta corrigir a posição da furação forçando lateralmente

a broca e ocasionando sua fratura.

A correção do furo se dá na ampliação de seu diâmetro.

O paralelômetro deve sempre ser ulizado para verificação

do paralelismo entre as perfurações nas primeiras brocas

justamente para viabilizar correções.

Para corrigir a angulação, é necessário ampliar a loja,

ulizando uma broca de maior diâmetro na nova angulação

desejada evitando que a broca siga a inclinação indevida.

A incidência de forças laterais durante a perfuração, na

tentava de corrigir o ângulo, além de ineficiente pode

ocasionar a fratura da broca.

Durante a perfuração para confecção da loja cirúrgica a

força incidente na broca deve seguir o seu longo-eixo.

-11-


TORQUÍMETRO

INDICAÇÃO E FINALIDADE DE USO:

TORQUÍMETRO: É um instrumento desnado a acionar os eixos com hexágonos de 1,2mm de diâmetro(ECT-1211 e ELT-1220) e/ou intermediários mensurando seu

aperto através de indicações do torque obdo é ulizado quando a resistência oferecida pelo osso na introdução do implante for excessiva. Deverá ser administrado

pelo profissional de acordo com sua habilidade e conhecimento cirúrgico.

INTERMEDIÁRIO

IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO

EIXO PARA O TORQUÍMETRO

UNIVERSAL COLOSSO 1,2mm (E)

INTERMEDIÁRIO 2,4 mm

Com quadrado de 2mm para colocação do

implante corpo único pilar e corpo único

o’ring.

UTILIZAÇÃO:

Inserir em uma de suas extremidades o eixo

do torquímetro já com os intermediários

encaixados. Na outra extremidade do

torquímetro existe um inversor de rotação

que serve para inverter o sentido de

acionamento, sem precisar tirá-lo da boca

do paciente. Levar o torquímetro com os

intermediários conectados ao encaixe do

implante e com movimentos de alavanca,

dar continuidade a inserção do implante

na loja cirúrgica. Para mensurar o torque

aplicado, utilizar movimentos de alavanca

através da haste flexível de nitinol.

Hexágono de 1,2mm;

Possui encaixe Universal;

Não encaixa na chave bidigital Colosso;

Ulizado para o aperto dos parafusos

protécos com o uso do torquímetro.

Em dois tamanhos, curto (INCC-2415) e

longo (INLC-2420), são conectados aos implantes

Colosso ECI Evoluon e Colosso RC

Evoluon e acionados pelas chaves bidigital

ou pelo torquímetro para dar connuidade

à implantação.

-12-


PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO

RECOMENDADOS PARA O INSTRUMENTAL DO SISTEMA Colosso

A instalação de um Implante Colosso Evoluon será bem sucedida quando se usam

instrumental preciso e muito bem conservado.

A Emfils apoia o profissional com toda a qualidade e tecnologia que o instrumental é

fabricado ulizando matérias primas de alta qualidade e com a máxima precisão.

Instrumental bem conservado não significa apenas a proteção ao paciente e toda a equipe

cirúrgica contra infecções, mas também é condição essencial para um tratamento de

sucesso!

Neste tópico abordaremos formas para a conservação dos seu intrumental, pois a

manutenção é simples e é a sua responsabilidade para garanr a qualidade e durabilidade

de todos os produtos desenvolvidos pela Emfils.

O processo de limpeza de instrumental pode ser manual ou automáco, e envolve,

no mínimo, seis etapas básicas: limpeza prévia, descontaminação, lavagem, enxágue,

lubrificação e secagem.

3. ETAPA: LAVAGEM

As peças devem ser escovadas, com escova de cerdas

macias, dando-se especial atenção às arculações,

serrilhas e cremalheiras. As arculações devem

permanecer abertas, sendo escovadas em ambos os

lados, as serrilhas escovadas em ambos os sendos

na direção da própria serrilha e as cremalheiras

escovadas em ambos os sendos na direção dos

dentes.

1. ETAPA: LIMPEZA PRÉVIA

Para limpeza de forma manual, o instrumental

deve ser aberto, desmontado e mergulhado,

quando pernente, em um recipiente apropriado

contendo água e detergente, preferencialmente

enzimáco, à temperatura ambiente. A seguir,

deve ser rigorosamente lavado em água corrente,

preferencialmente morna.

4. ETAPA: ENXÁGÜE

Após lavagem, o instrumental deve ser enxaguado,

abundantemente, em água corrente, sendo que

os instrumentos arculados devem ser abertos

e fechados algumas vezes durante o enxágüe.

Recomenda-se a ulização de água aquecida para o

enxágüe do instrumental.

2. ETAPA: DESCONTAMINAÇÃO

Imergir o instrumental, aberto ou desmontado,

quando pernente, em um recipiente apropriado

contendo uma solução de desinfetante em água, à

temperatura ambiente (desinfecção química), ou

em banho aquecido (desinfecção termo-químico). O

tempo de imersão do instrumental depende tanto da

temperatura de operação, como da diluição e do po

de desinfetante empregado.

5. ETAPA: LUBRIFICAÇÃO

(para peças desmontáveis)

Após enxágüe, deve-se assegurar que o instrumental

esteja livre de quaisquer sujidades ou outros resíduos.

Todo instrumental deve ser lubrificado, empregandose

lubrificante hidrossolúvel e não corrosivo,

adequado à aplicação médica, devendo-se dar

especial atenção às juntas do instrumental arculado

(para desmontar o Torquímetro ulilizar chave de boca

de 6,0mm).

-13-


6. ETAPA: SECAGEM

Recomenda-se:

• quando empregado tecido, que seja absorvente e

macio;

• cada componente de um instrumental desmontável

seja seco isoladamente

• o instrumental que possua lúmen tenha seu interior

completamente seco.

Nota: Especial atenção deve ser dada às áreas

de dicil acesso, onde pode ocorrer a retenção

de tecidos orgânicos e a deposição de secreções

ou soluções desinfetantes.

QUALIDADE DA ÁGUA

PARÂMETRO

VALORES

pH 6,5 a 8,0

Concentração de metais pesados < ou = 0,1 mg/L

Concentração de ferro total < ou = 0,2 mg/L

Concentração de cloretos < ou = 0,3 mg/L

Conduvidade elétrica

< ou = 50uS/cm

IMPORTANTE

A qualidade da água é fator fundamental tanto para o processo de

limpeza, quanto para a conservação do instrumental. Como por

exemplo: Se na água conter a presença excessiva de cloretos, isso

servirá para a indução do processo de corrosão do aço inoxidável.

RECOMENDAÇÕES

Recomenda-se que todo instrumental seja limpo imediatamente após o

procedimento cirúrgico em que for empregado.

Em caso de processos automácos deve-se ulizar as instruções do

fabricante seguindo-as rigorosamente.

Esterilização: é o procedimento que visa à eliminação total dos

microrganismos (vírus, bactérias, micróbios e fungos), seja na forma

vegetava ou esporulada.

Esterilização Pelo Vapor Saturado – Autoclaves

• Ulizar para a autoclave, água deslada, desmineralizada

ou deionizada, para que o vapor resultante esteja isento de

impurezas. Ainda assim, a autoclave deverá possuir filtros

adequados, para reter impurezas provenientes do sistema de

alimentação.

• O instrumental cirúrgico, quando for o caso, deve ser disposto

aberto em bandeja e o mesmo envolvido em campo duplo

de algodão cru, ou colocado em caixa “po containers”

perfuradas, apropriada para este po de esterilização.

• Não abrir prematuramente a autoclave, para evitar a rápida

condensação.

• Não abrir a autoclave rapidamente, deixando primeiro todo o

vapor sair e que o ciclo de secagem se complete.

• Em uma autoclave convencional, o instrumental deverá

ficar durante 30 minutos a uma temperatura de 121°C ,

quando esta temperatura for angida. Numa autoclave de

autovácuo, este tempo deverá ser de 15 minutos a 134°C ,

quando esta temperatura for alcançada.

• Limpar rigorosa e periodicamente a autoclave, removendo

sujeiras e o eventual excesso de óxido de ferro (ferrugem).

CUIDADOS

Em hipótese alguma, deve-se empregar palhas de aço ou outros

produtos abrasivos.

ESTOCAGEM

Na estocagem de instrumental que esteja em uso, deve atender

as seguintes exigências:

• Estar limpo, seco e embalado de modo que preserve sua

integridade e o proteja de danos mecânicos.

• As juntas arculadas, quando pernente, devem estar

lubrificadas, sendo que o lubrificante empregado tem que ser

não corrosivo. Recomenda-se, no entanto, que seja adequado

à aplicação médica, de acordo com a farmacopéia nacional

pernente;

• Todas as pontas ou bordas afiadas, quando pernente,

devem ser protegidas adequadamente para impedir dano ao

instrumental e à embalagem;

• Deve ser armazenado em local seco, isento de contaminação

parculada;

• Não deve ser estocado junto com produtos químicos que

possam desprender vapores corrosivos.

OUTRAS INFORMAÇÕES

• O responsável pela tarefa deverá estar paramentado, com

os equipamentos de proteção individual tais como luvas,

máscaras, óculos, aventais, gorros, etc.

ADVERTÊNCIAS

• Todo instrumental cirúrgico e os componentes protécos devem ser

submedos à esterilização, antes de serem ulizados.

• A esterilização do instrumental cirúrgico, não é substuída pela

limpeza. Uma vez esterilizados, os instrumentos cirúrgicos devem ser

abertos somente nos Centros Cirúrgicos, sob condições assépcas.

• Peças que possuem borrachas, para conexão com outra peça, não

devem ser autoclavadas ou esterilizadas estando conectadas umas

a outras. Exemplo: Adaptador conectado ao intermediário de

instalação de implante.

CUIDADOS

DE ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE

O produto não necessita de cuidados especiais de conservação,

no entanto, recomenda-se conservá-lo ao abrigo da luz, calor e

umidade.

REF.: Norma Técnica NBR 14332

www.emfils.com.br

-14-


IMPLANTES

OSSEOINTEGRÁVEIS Colosso EVOLUTION

HEXÁGONO EXTERNO

HEXÁGONO INTERNO

CORPO ÚNICO

A Emfils desenvolveu os Implantes Colosso Evoluon com base no que existe de

melhor no mundo da implantodona. Após idenficar tendências, os detalhes são

compilados e exausvamente testados para sempre oferecer ao densta maiores

segurança e eficiência.

Os implantes Colosso de dois corpos são confeccionados em tânio comercialmente

puro grau II, enquanto que os de corpo único são confeccionados em liga de tânio.

Osseointegráveis, com roscas cônicas, possuem a supercie tratada mecanicamente

com óxido de alumínio e banho ácido. Embalados duplamente em capela de fluxo

laminar padrão 100, são lacrados e esterilizados por raios gama. Os implantes

já vêm suportados por um montador plásco que dá início à sua instalação,

eliminando pelo menos 4 etapas clínicas.

As roscas apicais dos implantes Colosso são mais profundas e a distância dentre elas

maior, progressivamente, que as roscas cervicais, de maneira que o corpo central

do implante tem conformação cônica, que lhe possibilita obter a maior estabilidade

primária dentre os desenhos de implantes do mercado. Essa alta estabilidade

primária gera maior resistência ao deslocamento lateral, sabidamente, um dos

fatores mais importantes para o carregamento imediato dos implantes. Após a

osseointegração primária, essa configuração de rosca assegura também maior

resistência ao torque an-horário, eliminando a necessidade dos sulcos no corpo do

implante, já que esses sulcos diminuem a área externa da supercie.

Os implantes Colosso Evoluon estão indicados para o reparo de perdas unitárias,

múlplas e totais. Nas próteses alinhadas, o hexágono interno melhora o

assentamento do pilar protéco conferindo-lhe maior estabilidade.

Como os implantes, de hexágono interno e externo, possuem o mesmo encaixe

para os diâmetros disponíveis seus pilares protécos são intercambiáveis

possibilitando a técnica de plataforma “Switching” quando acoplados aos implantes

de diâmetros maiores, pilares de diâmetros menores.

-15-


EMBALAGENS DOS IMPLANTES



1

2

3

4

1

2

3

Indicação de comprimento do implante

6 7 8,5 10 11,5 13 14,5 16

Indicação do diâmetro do implante

2,5mm

3,0mm

3,3mm

4,0mm

Indicação do modelo do implante

5,0mm

TAPA IMPLANTE

O tapa implante dos implantes Colosso

IHE Evolution, Colosso ECI Evolution e

do Colosso CRC Evolution vem acondicionado

por rosqueamento na porção

posterior do suporte plástico que sustenta

o implante.

IHE

Evoluon

CRC

Evoluon

ECI

Evoluon

O´ring

Evoluon

Pilar

Evoluon

4

Indicação de esterilizado

RED IS

STERILIZED

-16-


SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DOS IMPLANTES

Colosso IHE EVOLUTION, Colosso ECI EVOLUTION e Colosso CRC EVOLUTION

1 2

3

4

5

6

1 • Romper o lacre da embalagem terciária.

2 • A bula dos Implantes Colosso Evoluon se fará presente.

3 • Ulizar as equetas auto-colantes para manter toda

rastreabilidade dos implantes

4 • Abrir a embalagem secundária.

5 • Remoção da embalagem secundária.

6 • Rerar o tapa-implante do inicializador plásco.

7 • Rerar o implante (que já vem montado) pelo inicializador

plásco da embalagem primária.

8 • Iniciar a introdução do implante osseointegrável com o

inicializador plásco

9 • Rosquear o implante somente até sua estabilização inicial.

10 • Com auxílio da chave bidigital (CBCC; CBLC) acoplada ao

intermediário Colosso (INCC; INLC), inserir o implante

osseointegrável bidigital até onde oferecer resistência.

11 • Para finalizar a implantação ulizar o Torquímetro TC-0504.

12 • Ulizando a chave hexagonal coloque o tapa implante.

13 • Implante instalado.

7

10

8

11

9

12

13

-17-


BATOQUE PLÁSTICO

UTILIZAÇÃO DO

INICIALIZADOR PLÁSTICO

PRATICIDADE PARA VOCÊ

PLÁSTICO

RA VOCÊ

1. Rerar o lacre e depositar o

conteúdo (implante) na mesa

cirúrgica.

O inicializador plásco tem a função de

inicializar e estabilizar o implante no

alvéolo cirúrgico arcial.

Após a inicialização e estabilização do

implante (conforme descrito neste

material) o prossional deve dar

connuidade no procedimento com a

Chave Bidigital e/ou Torquímetro com o

seu respecvo Intermediário de instalação

disponível no Kit Cirúrgico Colosso.

2. Rerar o tapa-implante do inicializador

plásco com a chave hexagonal.

3. Rerar do tubo o implante já

acoplado ao inicializador plásco.

90 0

4. Inserir o implante por rosqueamento

na loja óssea.

5. Rosquear o implante

SOMENTE ATÉ A SUA ESTABILIZAÇÃO

INICIAL.

ATENÇÃO

Remova o inicializador plásco a 90°.

ATENÇÃO

Caso exista resistência na remoção do

batoque, fazer movimentos laterais leves

com angulação próxima a 30. Após

procedimento connuar protocolo

cirúrgico conforme manual de

procedimentos

-18-


SEQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DOS IMPLANTES

Colosso Corpo Único O´ring Evoluon e Colosso Corpo Único Pilar Evoluon

1 2

3

4

5

6

1 • Romper o lacre da embalagem terciária.

2 • A Bula dos Implantes Colosso Evoluon se fará presente

3 • Ulizar as equetas auto-colantes para manter toda

rastreabilidade dos implantes

4 • Abrir a embalagem secundária.

5 • Remoção da embalagem secundária.

6 • Rerar o implante (que já vem montado) pelo inicializador

plásco da embalagem primária.

7 • Iniciar a introdução do implante osseointegrável com o

inicializador plásco

8 • Rosquear o implante somente até sua estabilização inicial.

9/10 • Com auxílio da chave bidigital (CBCC; CBLC) acoplada ao

intermediário para implantes corpo-único (ICCU-3008 e

ILCU-3013), inserir o implante osseointegrável bidigital

até onde oferecer resistência.

11 • Para finalizar a implantação ulizar o Torquímetro TC 0504.

12 • Implante instalado.

7

10

8

11

9

12

TODOS OS IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS COLOSSO EVOLUTION SÃO INSTALADOS POR AUTO-ROSQUEAMENTO.

-19-


PÓS-INSERÇÃO DO IMPLANTE

SUTURA

Deverá ser dada de acordo com os princípios cirúrgicos

convencionais.

REPOUSO DOS IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS

Em termos referenciais, para carregamento mediato, um implante não deve ser colocado em função antes de três meses quando instalado na mandíbula e de quatro

meses quando instalado na maxila.

Em termos referenciais; para carregamento imediato uma avaliação geral do caso deve ser feita caso essa avaliação leve a uma conclusão favorável, no transoperatório

deve ser feita a mensuração da força ulizada na colocação do implante, e esta deve ser superior a 45N.Cm

CARREGAMENTO IMEDIATO DOS IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS Colosso

Os implantes Colosso Evoluon poderão ser carregados imediatamente por profissionais experientes, quando as condições biomecânicas (quandade e qualidade

óssea, tamanho da coroa clínica, biopo do paciente, etc...) se mostrarem favoráveis.

SEGURANÇA MÁXIMA

O despeito de diferentes propostas, consideramos que a segurança máxima em uma implantação será obda através de uma cirurgia com visão direta da anatomia

óssea associada ao repouso do implante durante o reparo da ferida cirúrgica.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

A utilização das brocas deverá ocorrer a uma velocidade máxima de 1.800 Rpm sempre acompanhada

de intensa irrigação externa direcionada para a zona de atrito com o osso cervical.

Para a reparação de um único molar, em ossos de pouca altura, recomenda-se, quando o espaço permitir

(>12,0mm), a instalação de dois implantes osseointegráveis Colosso Evolution de 3,3mm alinhados

mesio-distalmente.

Quanto mais o posicionamento do implantes osseointegráveis coincidir com o longo eixo do dente perdido,

mais fácil e econômica poderá ser a execução da prótese.

Para a utilização individual de implantes osseointegráveis de pequeno comprimento (menor ou igual a

10,0mm), recomendamos uma criteriosa avaliação da biomecânica a que ele será submetido.

-20-


IMPLANTES

Hexágono Externo Colosso EVOLUTION

UTILIZAÇÃO HI

CASO XIII

CASO XIV

CASO XV

CASO XVIII

POSSIBILITA

TÉCNICA

SWITCHING

Na porção cervical, os Implantes Colosso IHE Evoluon de 3,3 mm possuem um diferencial em seu design para preservar a estrutura

metálica e evitar pontos de fragilidade.

São apresentados em três diâmetros (3,3 mm; 4,0 mm e 5,0 mm) e 8 alturas (6,0mm - somente para o implante de 5,0mm de

diâmetro, 7,0mm; 8,5mm; 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm), totalizando 22 opções para o atendimento das

necessidades do implantodonsta.

Possuem plataforma protéca, com diâmetro de 3,5mm para os implantes de 3,3mm de diâmetro, de 4,1mm para os implantes de

4,0mm de diâmetro e de 5,0mm para implantes de 5,0mm de diâmetro.

Único Sistema com encaixe padrão universal em todos os diâmetros: Hexágono de 2,7mm de largura e 0,7mm de altura e rosca

interna padrão universal M 2

.

Os Implantes Colosso® IHE Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor do montador plásco da

embalagem interna idenfica o diâmetro do implante (branca para o de 3,3mm, vermelha para de 4,0mm e preta para o de 5,0mm) e

a cor azul claro na embalagem idenfica o modelo IHE.

Já vem montado e com tapa implante. A supercie é tratada com óxido de alumínio para aumentar a área externa e melhorar seu

embricamento primário.

produto

rosca

M 2

plat.

switching

mesmo

encaixe

protéco

Comprimento 6,0mm 7,0mm 8,5mm 10,0mm 11,5mm 13,0mm 14,5mm 16,mm

3,3mm - IHE-3307 IHE-3308 IHE-3310 IHE-3311 IHE-3313 IHE-3314 IHE-3316

4,0mm - IHE-4007 IHE-4008 IHE-4010 IHE-4011 IHE-4013 IHE-4014 IHE-4016

5,0mm IHE-5006 IHE-5007 IHE-5008 IHE-5010 IHE-5011 IHE-5013 IHE-5014 IHE-5016

-21-


Implante Colosso

IHE Evoluon de 3,3mm

Implante Colosso

IHE Evoluon de 4,0mm

Implante Colosso

IHE Evoluon de 5,0mm

PLATAFORMA

PROTÉTICA

3,5 mm

70

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

PLATAFORMA

PROTÉTICA

4,1 mm

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

PLATAFORMA

PROTÉTICA

5,0 mm

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

comprimento total

CÓDIGO:

IHE-3307

IHE-3308

IHE-3310

IHE-3311

IHE-3313

IHE-3314

IHE-3316

comprimento total

CÓDIGO:

IHE-4007

IHE-4008

IHE-4010

IHE-4011

IHE-4013

IHE-4014

IHE-4016

comprimento total

CÓDIGO:

IHE-5006

IHE-5007

IHE-5008

IHE-5010

IHE-5011

IHE-5013

IHE-5014

IHE-5016

Os Implantes IHE Evoluon de 3,3mm

de diâmetro são indicados para regiões

anteriores com pouca disponibilidade em

espessura e em dupla para a sustentação

unitária de molares. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da broca

de 2,8mm (vide páginas 8 e 20).

Obs. Possuem plataforma protéca de 3,5mm

de diâmetro. O torque máximo indicado para a

inserção do implante é de 70 N.cm.

Obs. Este diâmetro não possibilita técnica

Switching.

Os Implantes IHE Evoluon de 4,0mm de

diâmetro, são indicados primordialmente

para reparar a perda de incisivos centrais

superiores, caninos e pré-molares

superiores e inferiores. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da

broca de 3,5mm (vide páginas 8 e 20).

Obs. Possuem plataforma protéca de

4,1 mm de diâmetro. O torque máximo

indicado para a inserção do implante é de

90 N.cm.

Os Implantes IHE Evoluon de 5,0mm

estão indicados principalmente para

regiões posteriores. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da

broca de 4,5mm (vide páginas 8 e 20).

Obs. Possuem plataforma protéca de

5,0 mm de diâmetro. O torque máximo

indicado para a inserção do implante é de

90 N.cm.

-22-


SEQUÊNCIA DE BROCAS

Implante IHE EVOLUTION

implantes ECIE, CRCE e IHEE

implantes de 5,0mm

implantes de 4,0mm

implantes de 3,3mm

2,0mm

6,0mm

7,0mm

8,5mm

10,0mm

11,5mm

13,0mm

14,5mm

16,0mm

BAPC-2511 BAPC-2811 BAPC-3211

BALC-2020 BAHC-2520 BAHC-2820 BAHC-3220 BAHC-3520 BAHC-3820 BAHC-4220 BAHC-4520 BAHC-4820

OBS.: EM OSSOS DE BAIXA DENSIDADE TIPO 4 AS ÚLTIMAS BROCAS REFERENTES A CADA DIÂMETRO DEVEM SER UTILIZADAS APENAS NOS DOIS TERÇOS INICIAIS DO ALVÉOLO ARTIFICIAL. EM OSSOS DE

ALTA DENSIDADE TIPOS 1 E 2 UTILIZAR A BROCA SEGUINTE NO PRIMEIRO TERÇO INICIAL DO ALVÉOLO ARTIFICIAL.

* BROCAS QUE DEVERÃO SER UTILIZADAS PARA INSTALAÇÃO TOTALMENTE ENDÓSSEA DO CRCE.

Brocas

2,8

3,5

4,5

Implante

3,3

4,0

5,0

Brocas

3,2

3,8

4,8

Implante

3,3

4,0

5,0

• A ulização das brocas piloto possibilita maior precisão de corte aos iniciantes em implantodona.

• As brocas do sistema devem ser substuídas logo que o profissional perceba sua eficácia diminuída.

• Em ossos de baixa densidade a loja cirúrgica obda com a penúlma broca de cada diâmetro de implante

osseointegrável dará maior estabilidade primária ao implante osseointegrável colosso

-23-


IMPLANTES

Hexágono Interno Colosso ECI EVOLUTION (F) Na porção cervical os Implantes Colosso® ECI Evoluon de 3,3 mm e 4,0 mm possuem um diferencial em seu design para preservar

UTILIZAÇÃO HI

CASO I

CASO II

CASO III

CASO IV

CASO V

CASO VI

CASO VII

CASO VIII

CASO IX

CASO X

POSSIBILITA

TÉCNICA

SWITCHING

a estrutura metálica e evitar pontos de fragilidade.

Estão disponíveis em 3 diâmetros (3,3 mm; 4,0 mm e 5,0 mm) e 7 alturas (7,0mm; 8,5mm, 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e

16,0mm), totalizando 21 opções para o atender as necessidades do implantodonsta.

Os Implantes Colosso® ECI Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor do montador plásco da

embalagem interna idenfica o diâmetro do implante (branca para o de 3,3mm, vermelha para de 4,0mm e preta para o de 5,0mm)

e a cor azul escuro na embalagem idenfica o modelo ECIE.

Já vem montado e com tapa implante. A supercie é tratada com óxido de alumínio para aumentar a área externa e melhorar seu

embricamento primário.

Obs.: Mesmo encaixe protéco dos Implantes Colosso CRC Evoluon.

produto

plat.

switching

rosca

M 2

mesmo

encaixe

protéco

O COMPRIMENTO DOS IMPLANTES COLOSSO ECI

EVOLUTION É DADO PELA DISTÂNCIA DO ÁPICE AO FINAL DA

SUPERFÍCIE CERVICAL TRATADA.

O HEXÁGONO INTERNO DE 1,5MM DE PROFUNDIDADE

MELHORANDO O ASSENTAMENTO DO PILAR PROTÉTICO,

AUMENTA SUA ESTABILIDADE, DIMINUI A POSSIBILIDADE

DE SOLTURA E FRATURA DOS IMPLANTES DE FIXAÇÃO E

EFETIVA O FATOR NÃO ROTACIONAL DA PRÓTESE

SEGUE NA TABELA ABAIXO OS DIFERENTES DIÂMETROS, COMPRIMENTOS E CÓDIGOS DOS IMPLANTES COLOSSO ECI EVOLUTION

Comprimento 7,0mm 8,5mm 10,0mm 11,5mm 13,0mm 14,5mm 16,mm

3,3mm ECIE-3307 ECIE-3308 ECIE-3310 ECIE-3311 ECIE-3313 ECIE-3314 ECIE-3316

4,0mm ECIE-4007 ECIE-4008 ECIE-4010 ECIE-4011 ECIE-4013 ECIE-4014 ECIE-4016

5,0mm ECIE-5007 ECIE-5008 ECIE-5010 ECIE-5011 ECIE-5013 ECIE-5014 ECIE-5016

-24-


Implante Colosso

ECI Evoluon de 3,3mm

Implante Colosso

ECI Evoluon de 4,0mm

Implante Colosso

ECI Evoluon de 5,0mm

70

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

comprimento total

CÓDIGO:

ECIE-3307

ECIE-3308

ECIE-3310

ECIE-3311

ECIE-3313

ECIE-3314

ECIE-3316

comprimento total

CÓDIGO:

ECIE-4007

ECIE-4008

ECIE-4010

ECIE-4011

ECIE-4013

ECIE-4014

ECIE-4016

comprimento total

CÓDIGO:

ECIE-5007

ECIE-5008

ECIE-5010

ECIE-5011

ECIE-5013

ECIE-5014

ECIE-5016

Os Implantes ECI Evoluon de 3,3mm

de diâmetro são indicados para regiões

anteriores com pouca disponibilidade em

espessura e em dupla para a sustentação

unitária de molares. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da

broca de 2,8mm (vide páginas 8 e 24).

Obs. Este diâmetro não possibilita técnica

Switching.

Os Implantes ECI Evoluon de 4,0mm de

diâmetro são implantes compostos por

diferentes passos de roscas. No terço

cervical, abaixo do colarinho liso, 3,0mm

do corpo do implante é constuído por

micro roscas com a finalidade de manter a

resistência mecânica da parede do implante

sem perder supercie de contato com

o osso. São indicados primordialmente

para reparar a perda de incisivos centrais

superiores, caninos e pré-molares

superiores e inferiores. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da

broca de 3,5mm (vide páginas 8 e 24).

Os Implantes ECI Evoluon de 5,0mm

são implantes indicados principalmente

para regiões posteriores. São inseridos

por autorosqueamento após a ulização

da broca de 4,5mm (vide páginas 8 e 24).

-25-


SEQUÊNCIA DE BROCAS

Implante ECI EVOLUTION

implantes ECIE, CRCE e IHEE

implantes de 5,0mm

implantes de 4,0mm

implantes de 3,3mm

2,0mm

6,0mm

7,0mm

8,5mm

10,0mm

11,5mm

13,0mm

14,5mm

16,0mm

BAPC-2511 BAPC-2811 BAPC-3211

BALC-2020 BAHC-2520 BAHC-2820 BAHC-3220 BAHC-3520 BAHC-3820 BAHC-4220 BAHC-4520 BAHC-4820

OBS.: EM OSSOS DE BAIXA DENSIDADE TIPO 4 AS ÚLTIMAS BROCAS REFERENTES A CADA DIÂMETRO DEVEM SER UTILIZADAS APENAS NOS DOIS TERÇOS INICIAIS DO ALVÉOLO ARTIFICIAL. EM OSSOS DE

ALTA DENSIDADE TIPOS 1 E 2 UTILIZAR A BROCA SEGUINTE NO PRIMEIRO TERÇO INICIAL DO ALVÉOLO ARTIFICIAL.

* BROCAS QUE DEVERÃO SER UTILIZADAS PARA INSTALAÇÃO TOTALMENTE ENDÓSSEA DO CRCE.

Brocas

2,8

3,5

4,5

Implante

3,3

4,0

5,0

Brocas

3,2

3,8

4,8

Implante

3,3

4,0

5,0

• A ulização das brocas piloto possibilita maior precisão de corte aos iniciantes em implantodona.

• As brocas do sistema devem ser substuídas logo que o profissional perceba sua eficácia diminuída.

• Em ossos de baixa densidade a loja cirúrgica obda com a penúlma broca de cada diâmetro de implante

osseointegrável dará maior estabilidade primária ao implante osseointegrável colosso

-26-


IMPLANTES

Hexágono Interno Colosso CRC EVOLUTION

POSSIBILITA

TÉCNICA

SWITCHING

1 - Perfuração no comprimento do implante

2 - Perfuração óssea 2mm aquém do

comprimento do implante

1 2

Na porção cervical, os Implantes Colosso® CRC Evoluon possuem uma cinta sem roscas de 2,0mm de altura com supercie

tratada que pode, opcionalmente, ter colocação endóssea ou permanecer transmucosa, o que faz dele um implante mais versál.

Os Implantes Colosso® CRC Evoluon foram desenhados para, opcionalmente, serem instalados em um tempo cirúrgico e

mandos em comunicação imediata com a cavidade oral, omizando custos e tempo de tratamento.

Quando da colocação de implante endósseo, o profissional deverá ulizar uma broca do diâmetro seguinte. Deve ser ulizada no

2,0mm da porção cervical (vide página 13, figura 1). Quando o implante for instalado em um tempo cirúrgico, o alvéolo arficial

deve ser preparado com 2,0mm do comprimento do implante (vide página 13, figura 2).

Estão disponíveis em 3 diâmetros (3,3mm; 4,0 mm e 5,0 mm) e 7 alturas (7,0mm; 8,5mm; 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e

16,0mm), totalizando 21 opções para o atendimento das necessidades do implantodonsta.

Os Implantes Colosso® CRC Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor do montador plásco

da embalagem interna idenfica o diâmetro do implante (branca para o de 3,3mm, vermelha para de 4,0mm e preta para o de

5,0mm) e a cor laranja na embalagem idenfica o modelo CRCE.

Já vem montado e com tapa implante. A supercie é tratada com óxido de alumínio para aumentar a área externa e melhorar seu

embricamento primário.

produto

plat.

switching

rosca

M 2

mesmo

encaixe

protéco

SEGUE NA TABELA ABAIXO OS DIFERENTES DIÂMETROS, COMPRIMENTOS E CÓDIGOS DOS IMPLANTES COLOSSO CRC EVOLUTION

Comprimento 7,0mm 8,5mm 10,0mm 11,5mm 13,0mm 14,5mm 16,mm

3,3mm CRCE-3307 CRCE-3308 CRCE-3310 CRCE-3311 CRCE-3313 CRCE-3314 CRCE-3316

4,0mm CRCE-4007 CRCE-4008 CRCE-4010 CRCE-4011 CRCE-4013 CRCE-4014 CRCE-4016

5,0mm CRCE-5007 CRCE-5008 CRCE-5010 CRCE-5011 CRCE-5013 CRCE-5014 CRCE-5016

-27-


Implante Colosso

CRC Evoluon de 3,3mm

Implante Colosso

CRC Evoluon de 4,0mm

Implante Colosso

CRC Evoluon de 5,0mm

70

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

90

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

comprimento total

2mm

CÓDIGO:

CRCE-3307

CRCE-3308

CRCE-3310

CRCE-3311

CRCE-3313

CRCE-3314

CRCE-3316

comprimento total

2mm

CÓDIGO:

CRCE-4007

CRCE-4008

CRCE-4010

CRCE-4011

CRCE-4013

CRCE-4014

CRCE-4016

comprimento total

2mm

CÓDIGO:

CRCE-5007

CRCE-5008

CRCE-5010

CRCE-5011

CRCE-5013

CRCE-5014

CRCE-5016

Os implantes Colosso CRC Evoluon

de 3,3mm de diâmetro são indicados

primordialmente para reparar a perda

de incisivos laterais superiores e

incisivos inferiores. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da broca

de 2,8mm, ou profundidade de 2,0mm para

(vide páginas 8 e 28).

Os implantes Colosso CRC Evoluon

de 4,0mm de diâmetro são indicados

primordialmente para reparar a perda de

incisivos centrais superiores, caninos e prémolares

superiores e inferiores. São inseridos

por autorosqueamento após a ulização da

broca de 3,5mm de diâmetro, e 3,8mm com

profundidade de 2,0mm para inserção total

(vide páginas 8 e 28).

Os implantes Colosso CRC Evoluon

de 5,0mm de diâmetro são indicados

primordialmente para reparação dar

perda de molares. São inseridos por

autorosqueamento após a ulização da

broca 4,5mm de diâmetro, e 4,8mm com

profundidade de 2,0mm para inserção total

(vide páginas 8 e 28).

-28-


SEQUÊNCIA DE BROCAS

Implante RC EVOLUTION

implantes ECIE, CRCE e IHEE

implantes de 5,0mm

implantes de 4,0mm

implantes de 3,3mm

2,0mm

6,0mm

7,0mm

8,5mm

10,0mm

11,5mm

13,0mm

14,5mm

16,0mm

BAPC-2511 BAPC-2811 BAPC-3211

BALC-2020 BAHC-2520 BAHC-2820 BAHC-3220 BAHC-3520 BAHC-3820 BAHC-4220 BAHC-4520 BAHC-4820

OBS.: EM OSSOS DE BAIXA DENSIDADE TIPO 4 AS ÚLTIMAS BROCAS REFERENTES A CADA DIÂMETRO DEVEM SER UTILIZADAS APENAS NOS DOIS TERÇOS INICIAIS DO ALVÉOLO ARTIFICIAL. EM OSSOS DE

ALTA DENSIDADE TIPOS 1 E 2 UTILIZAR A BROCA SEGUINTE NO PRIMEIRO TERÇO INICIAL DO ALVÉOLO ARTIFICIAL.

* BROCAS QUE DEVERÃO SER UTILIZADAS PARA INSTALAÇÃO TOTALMENTE ENDÓSSEA DO CRCE.

Brocas

2,8

3,5

4,5

Implante

3,3

4,0

5,0

Brocas

3,2

3,8

4,8

Implante

3,3

4,0

5,0

• A ulização das brocas piloto possibilita maior precisão de corte aos iniciantes em implantodona.

• As brocas do sistema devem ser substuídas logo que o profissional perceba sua eficácia diminuída.

• Em ossos de baixa densidade a loja cirúrgica obda com a penúlma broca de cada diâmetro de implante

osseointegrável dará maior estabilidade primária ao implante osseointegrável colosso

-29-


IMPLANTES

Colosso Corpo Único Pilar EVOLUTION

1 - Perfuração no comprimento do

implante

2 - Perfuração além do comprimento do

implante

3 - Perfuração aquém do comprimento do

implante

produto

70

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

rosca

M 2

O Colosso PILAR DEVE

SER INSTALADO COM

PRECISÃO, AFIM DE QUE

SEJA POSICIONADO

ADEQUADAMENTE

E NÃO NECESSITE SER

SUBMETIDO A DESGASTES

NA BOCA NO PÓS-

OPERATÓRIO IMEDIATO.

1 2 3

O Implante Colosso® Corpo Único Pilar Evoluon foi desenvolvido para espaços interdentais muito pequenos, sendo constuído

por um pilar protéco de 6,0mm de altura.

Para ser instalado necessita de um intermediário específico, o ICCU-3008 (curto) ou ILCU-3013 (longo), disponível também no Kit

Cirúrgico Evoluon.

Disponível em dois diâmetros: 2,5mm e 3,0mm e cinco comprimentos: 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm, totalizando

10 opções para o implantodonsta.

A instalação endóssea do Colosso Corpo Único Pilar Evoluon é realizada da seguinte maneira: O comprimento é dado pela

distância do ápice à linha existente abaixo do pilar protéco.

O comprimento dos implantes pode aumentar na instalação endóssea, uma vez que possuem uma cinta extra de 3,0 mm para além

do seu comprimento (vide ilustração na próxima página).

Os Implantes Colosso® Corpo Único Pilar Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor do

montador plásco da embalagem interna idenfica o diâmetro do implante (azul para o de 2,5mm e amarela para de 3,0mm) e a cor

vermelha na embalagem idenfica o modelo ICPE.

Já vem montado e com a supercie tratada com óxido de alumínio para aumentar a área externa e melhorar seu embricamento

primário.

SEGUE NA TABELA ABAIXO OS DIFERENTES DIÂMETROS, COMPRIMENTOS E CÓDIGOS DOS IMPLANTES COLOSSO CORPO ÚNICO PILAR EVOLUTION

Comprimento 10,0mm 11,5mm 13,0mm 14,5mm 16,0mm

2,5mm ICPE-2510 ICPE-2511 ICPE-2513 ICPE-2514 ICPE-2516

3,0mm ICPE-3010 ICPE-3011 ICPE-3013 ICPE-3014 ICPE-3016

-30-


comprimento total

comprimento total

2,0mm 3mm

2,0mm 3mm

Implante Colosso

Corpo Unico Pilar Evoluon de 2,5mm

Implante Colosso

Corpo Unico Pilar Evoluon de 3,0mm

CÓDIGO:

ICPE-2510

ICPE-2511

ICPE-2513

ICPE-2514

ICPE-2516

CÓDIGO:

ICPE-3010

ICPE-3011

ICPE-3013

ICPE-3014

ICPE-3016

Ø 2,5mm

Ø 3mm

É inserido por autorosqueamento imediatamente após a

ulização da broca de 2,0mm de diâmetro.

É inserido por autorosqueamento após a ulização

sequencial das brocas 2,0mm e 2,5mm de diâmetro.

-31-


SEQUÊNCIA DE BROCAS

Implante Corpo Único Pilar EVOLUTION

implantes ICPE e ICOE

implantes de 2,5mm

implantes de 3,0mm

2,0mm

6,0mm

7,0mm

8,5mm

10,0mm

11,5mm

13,0mm

14,5mm

16,0mm

BAPC-2511

BALC-2020

BAHC-2520

OBS.: EM OSSOS DE BAIXA DENSIDADE TIPO 4 AS ÚLTIMAS BROCAS REFERENTES A CADA DIÂMETRO DEVEM SER UTILIZADAS APENAS NOS DOIS TERÇOS INICIAIS

DO ALVÉOLO ARTIFICIAL. EM OSSOS DE ALTA DENSIDADE TIPOS 1 E 2 UTILIZAR A BROCA SEGUINTE NO PRIMEIRO TERÇO INICIAL DO ALVÉOLO ARTIFICIAL.

-32-


IMPLANTES

Colosso Corpo Único O ring EVOLUTION

produto

70

N.cm

torque

cirúrgico

máximo

rosca

M 2

1 2 3

1 - Perfuração no comprimento do

implante

2 - Perfuração além do comprimento do

implante

3 - Perfuração aquém do comprimento do

implante

O Implantes Colosso® Corpo Único O’ring Evoluon foi desenvolvido para retenções transitórias de próteses removíveis parciais e

totais, sendo, constuído por um O’ring de retenção com altura de 4,5mm.

Ao serem instalados aos pares, para retenções de próteses removíveis, parciais ou totais, os implantes osseointegráveis Colosso O’ring

Evoluon precisam ser instalados perfeitamente paralelos entre si, preferencialmente bicorcais.

Para ser instalado necessita de um intermediário específico, o ICCU-3008 (curto) ou ILCU-3013 (longo), disponível também no Kit

Cirúrgico Evoluon.

É disponível em dois diâmetros: 2,5mm e 3,0mm e cinco comprimentos: 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm, totalizando

10 opções para o implantodonsta.

A instalação endóssea do Colosso Corpo Único O´ring Evoluon é realizada da seguinte maneira: O comprimento é dado pela

distância do ápice à linha existente abaixo do pilar protéco.

O comprimento dos implantes pode aumentar na instalação endóssea, uma vez que possuem uma cinta extra de 3,0 mm para além do seu

comprimento (vide ilustração na próxima página).

Os Implantes Colosso® Corpo Único O’ring Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor do

montador plásco da embalagem interna idenfica o diâmetro do implante (azul para o de 2,5mm e amarela para de 3,0mm) e a

cor verde na embalagem idenfica o modelo ICOE.

Já vem montado e com a supercie tratada com óxido de alumínio para aumentar a área externa e melhorar seu embricamento

primário.

Obs.:

Não acompanha a mini cápsula de retenção do O’ring (MFOR-4140), anel espaçador (EPRO-0001) e a cápsula espaçadora (PROC-0405).

SEGUE NA TABELA ABAIXO OS DIFERENTES DIÂMETROS, COMPRIMENTOS E CÓDIGOS DOS IMPLANTES COLOSSO CORPO ÚNICO O’RING EVOLUTION

Comprimento 10,0mm 11,5mm 13,0mm 14,5mm 16,0mm

2,5mm ICOE-2510 ICOE-2511 ICOE-2513 ICOE-2514 ICOE-2516

3,0mm ICOE-3010 ICOE-3011 ICOE-3013 ICOE-3014 ICOE-3016

-33-


comprimento total

comprimento total

2,0mm 3mm

2,0mm 3mm

Implante Colosso

Corpo Único O`ring Evoluon de 2,5mm

Implante Colosso

Corpo Único O`ring Evoluon de 3,0mm

CÓDIGO:

ICOE-2510

ICOE-2511

ICOE-2513

ICOE-2514

ICOE-2516

CÓDIGO:

ICOE-3010

ICOE-3011

ICOE-3013

ICOE-3014

ICOE-3016

Ø 2,5mm

Ø 3mm

É inserido por autorosqueamento imediatamente após a

ulização da broca de 2,0mm de diâmetro.

É inserido por autorosqueamento após a ulização

sequencial das brocas 2,0mm e 2,5mm de diâmetro.

Obs. Não acompanha fêmea do O´ring, anél e capsula espaçadora.

-34-


SEQUÊNCIA DE BROCAS

Implante Corpo Único O´Ring EVOLUTION

implantes ICPE e ICOE

2,0mm

implantes de 2,5mm

implantes de 3,0mm

6,0mm

7,0mm

8,5mm

10,0mm

11,5mm

13,0mm

14,5mm

16,0mm

BAPC-2511

BALC-2020

BAHC-2520

OBS.: EM OSSOS DE BAIXA DENSIDADE TIPO 4 AS ÚLTIMAS BROCAS REFERENTES A CADA DIÂMETRO DEVEM SER UTILIZADAS APENAS NOS DOIS TERÇOS INICIAIS

DO ALVÉOLO ARTIFICIAL. EM OSSOS DE ALTA DENSIDADE TIPOS 1 E 2 UTILIZAR A BROCA SEGUINTE NO PRIMEIRO TERÇO INICIAL DO ALVÉOLO ARTIFICIAL.

-35-


BULA DOS IMPLANTES

DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Os Implantes Colosso® Evoluon da Emfils são confeccionados em liga tânio comercialmente puro grau II(para implantes

de conexão interna e externa) ou em liga conformada de tânio 6-alumínio 4-vanádio(para implantes de corpo único) ambos

osseointegráveis com supercie tratada mecanicamente com óxido de alumínio e banho ácido.

GEOMETRIA/TAMANHOS DOS IMPLANTES

Implante ECI Evoluon - Hexágono Interno - Cilíndricos com roscas cônicas, colarinho cervical liso, hexágono não rotacional

interno de 1,5mm de profundidade.

Implante CRC Evoluon - Hexágono Interno - Cilíndricos com roscas cônicas, hexágono não rotacional interno de 1,5mm de

profundidade seguido por um cone de angulação pré-determinada, que dependendo da avaliação clínica, opcionalmente poderá

fazer a vez de um transmucoso fixo de 2,0 mm de altura.

São apresentados em 3 diâmetros: 3,3 mm; 4,0 mm e 5,0 mm e 7 alturas: 7,0mm; 8,5mm; 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm

e 16,0mm, totalizando 21 opções. Implante IHE Evoluon - Hexágono Externo - Cilíndricos com roscas cônicas, hexágono

externo de 0,7mm de altura por 2,7mm de largura, e um hexágono interno de 1,5mm de profundidade e 2,0mm de largura para

inserção do implante por torque interno. Possuem plataforma protéca, com diâmetro de 3,5mm para os implantes de 3,3mm

de diâmetro, Ø de 4,1mm para os implantes de 4,0mm de diâmetro e Ø de 5,0mm para implantes de 5,0mm de diâmetro. São

apresentados em 3 diâmetros: 3,3 mm; 4,0 mm e 5,0 mm e 8 alturas: 6,0mm (somente para o implante de 5,0mm de diâmetro);

7,0mm; 8,5mm; 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm, totalizando 22

opções.Implante Corpo Único Óring Evoluon - ICOE - Cilíndricos com roscas cônicas, seguidos por um pilar po O´ring fixo

e polido. São apresentados em 2 diâmetros: 2,5mm e 3,0 mm e 5 alturas: 10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm,

totalizando 10 opções.Implante Corpo Único Pilar Evoluon - ICPE - Cilíndricos com roscas cônicas, seguidos por um cone de

angulações pré-determinadas fixo de 6.0 mm de altura e polido. São apresentados em 2 diâmetros: 2,5mm e 3,0 mm e 5 alturas:

10,0mm; 11,5mm; 13,0mm; 14,5mm e 16,0mm, totalizando 10 opções.

Os Implantes Colosso® Evoluon da Emfils são facilmente idenficados por um código de cores. A cor da tampa da embalagem

interna idenfica o diâmetro: azul para o Ø de 2,5mm, amarela para o Ø de 3,0mm, branca para o de 3,3mm, vermelha para

de 4,0mm e preta para o de 5,0mm). Os Implantes Colosso® são esterilizados por raios gama e feitos para uso único. O rótulo

da embalagem, contém as principais informações sobre o implante, inclusive número de lote, data de fabricação, data de

esterilização. Aconselha-se anexá-lo na ficha do paciente.

INDICAÇÕES

Os Implantes Colosso® Evoluon da Emfils são osseointegráveis, propiciam uma maior estabilidade primária e podem ser

ulizados em casos selecionados e bem planejados biomecanicamente para carga imediata em reparação de perdas dentais

unitárias, múlplas ou totais. De acordo com a literatura implantodônca, o sucesso da implantação está baseado na obtenção

de uma conexão direta e rígida entre osso vivo e a supercie do implante, a parr de uma cirurgia executada em condições

controladas. Para os Implantes Colosso®, deve-se ulizar os componentes protécos do Sistema Colosso® indicados apenas para

o uso médico/odontológico. Em caso de dúvidas

sobre a indicação ou o po de uso, deve-se interromper a ulização até que sejam esclarecidos todos os pontos quesonáveis.

CONTRA-INDICAÇÕES

Os Implantes Colosso® Evoluon da Emfils são contra-indicados em situações onde o remanescente ósseo seja insuficiente para

adequada estabilização do implante. A não obtenção da osseointegração ou a perda do implante podem ocorrer em casos onde

não haja suficiente osso remanescente, osso de qualidade pobre, má higiene oral, em fumantes, ou na presença de qualquer

distúrbio sistêmico que possa prejudicar o processo de reparo dos tecidos.

GUIA DE UTILIZAÇÃO

Para mais informações consultar o Manual de Procedimentos no site: www.emfils.com

O montador plásco tem a função de inicializar e estabilizar o implante no alvéolo cirúrgico arficial.

Após a inicialização e estabilização do implante (conforme descrito neste material) o profissional deve dar connuidade no

procedimento com a Chave Bidigital e/ou Torquímetro com o seu respecvo Intermediário de instalação disponível no Kit

Cirúrgico Colosso.

1º - Rerar o lacre e depositar o conteúdo (implante) na mesa cirúrgica;

2º - Rerar o tapa-implante do suporte plásco com a chave hexagonal(Exceto para implantes de corpo único);

3º - Rerar do tubo o implante já acoplado ao montador plásco;

4º - Inserir o implante por rosqueamento na loja óssea;

5º - Rosquear o implante até o batoque girar em falso.

ATENÇÃO

Remova o suporte plásco a 90°; Caso ofereça resistência na remoção do batoque, fazer movimentos laterais leves com angulação

próxima a 30°.

CUIDADOS

Os ensaios de fadiga efetuados com os implantes Colosso não indicaram afrouxamento ou fracasso dos parafusos de fixação das

próteses com cargas axiais. Entretanto, as cargas laterais, na dependência das suas intensidades, freqüências e durações, poderão

levar a soltura ou fratura dos parafusos de fixação.

Ainda que os componentes Colosso sejam excepcionalmente resistentes, estão sujeitas a fraturas em situações biomecânicas

adversas e/ou planejamentos reabilitadores inadequados.

O biópo do paciente, o po de antagonista que ocluirá com a reabilitação sobre implante(s) (prótese total, prótese removível,

prótese fixa, dentes naturais, etc...), a existência de parafunções, são fatores que poderão comprometer o equilíbrio da reabilitação

e gerar transtornos que devem ser rapidamente corrigidos pelo profissional.

Os implantes são excepcionalmente resistentes a flexão e quebra. Não é possível, entretanto, garanr que a flexão ou a quebra de um

implante não possa ocorrer como conseqüência de uma lesão traumáca ou excesso de aplicação de cargas oclusais ou por questões

biomecânicas não avaliadas e/ou falta de um planejamento adequado. Do ponto de vista biomecânico existem várias considerações:

a localização e angulação dos implantes(ideal 90°), comprimento da área desdentada, natureza da denção oposta, condição dos

dentes remanescentes, e restaurações existentes, capacidade da denção de suportar a dimensão vercal de oclusão, determinação

de onde os implantes são necessários, somente para substuir um dente perdido ou quando são necessários para ajudar um dente

com mobilidade, proporção da coroa dental versus comprimento do implante, biopo do paciente, carga masgatória, antagonista,

hábitos parafuncionais.

Todas essas considerações devem ser criteriosamente avaliadas no planejamento de cada caso. O controle clínico do caso com

revisões periódicas se faz necessário para o acompanhamento e equilíbrio do sistema. Para implantes de menor diâmetro(menor

que 3,5mm) esses cuidados deverão ser redobrados.

Para o uso seguro e efevo dos implantes da Emfils recomenda-se aos profissionais um treinamento cirúrgico especializado para

a colocação de implantes dentais e experiência clínica com trabalhos protécos sobre implantes e dentes naturais, bem como

conhecimento técnico de todas as possibilidades para se obter o melhor resultado possível a médio e longo prazo, pois, as técnicas

cirúrgicas envolvem procedimentos altamente especializados e complexos, e a seleção imprópria do paciente ou a condução técnica

inadequada podem levar a perda do implante e/ou do suporte ósseo.

IMPORTANTE

Os Implantes Dentários Osseointegráveis Corpo Único O’ring Evoluon, deverão ser instalados perpendiculares ao plano oclusal.

Em caso de implantações múlplas, deverão estar paralelos entre si, evitando assim problemas de durabilidade dos retentores. Já

os Implantes Dentários Osseointegráveis Corpo Único - Pilar Evoluon deverão ser instalados com perfeição ao longo eixo da coroa

dental afim de que

não seja necessária sua adequação por desgaste, o que poderia levar ao desenvolvimento de traumas térmicos, mecânicos e

químicos,

prejudicando o sucesso do trabalho.

OS IMPLANTES COLOSSO® EVOLUTION DA EMFILS SÃO DE USO RESTRITO A PROFISSIONAIS DEVIDAMENTE HABILITADOS

PRECAUÇÕES

Exames preliminares devem ser realizados nos pacientes candidatos a receber implantes. Exame clínico, radiografia panorâmica

e radiografia periapical são essenciais na determinação da disponibilidade óssea. Outros exames complementares, tais como

cefalometria lateral, tomografia e protopagem, que o profissional julgar necessários, são benéficos para o adequado planejamento

cirúrgico. O torque máximo indicado para instalação dos implantes é de 75N.cm.

EFEITOS ADVERSOS

A perda da ancoragem do implante e a perda da prótese são ocorrências possíveis após a osseointegração. Diminuição da quandade

ou qualidade do osso remanescente, infecção, má higiene oral, parafunção (apertamento dental, briquismo, hábitos nocivos, etc...),

ou falta de cooperação por parte do paciente são causas prováveis da perda de ancoragem.

COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS

O procedimento cirúrgico de colocação de implantes apresenta riscos que incluem, dentre outros, posicionamento inadequado do

implante, deiscência (retração gengival por perda óssea), edema, hematoma, hemorragia e sensibilidade de curta duração. Perda

de sensibilidade do lábio inferior e na região do mento em cirurgias realizadas na mandíbula, e perda de sensibilidade nos tecidos

na região nasal e adjacências em cirurgias realizadas em maxila, podem acontecer em decorrência da cirurgia. Normalmente são

temporárias, mas em alguns casos podem ser permanentes. Podem ocorrer ainda, ulceração da gengiva ou da mucosa, reação ou

infecção tecidual. Porém, quase sempre respondem favoravelmente a tratamento local. Aconselha-se orientar o paciente sobre a

necessidade de uma higiene bucal rigorosa permanente. Nos primeiros dias até duas semanas após a operação, à higiene bucal pode

ser adicionada enxágües com soluções an-sépcas. No período pós-operatório, evitar traumas, em parcular, o mecânico no local

do implante.

ADVERTÊNCIAS

Os Implantes Colosso que por qualquer razão foram removidos das suas embalagens e não foram ulizados devem ser descartados.

Fatores de risco em caso de re-ulização: Infecções e contaminação microbiológica.

GARANTIAS E LIMITAÇÕES

A Emfils não deve e nem pode controlar os fatores dentro do escopo de serviços realizados pelo profissional. Por conta disso, a

responsabilidade da Emfils se restringe a problemas diretamente e exclusivamente relacionados a falhas no produto, substuindo no

prazo de 6 meses (ou conforme determinado na Políca Interna de Devolução e Trocas) após analisados pelo Controle de qualidade

da Empresa. A Emfils não atenderá reivindicações baseadas em suposições.

-36-


COMPONENTES DO SISTEMA COLOSSO

PARA A 2ª FASE CIRÚRGICA

UTILIZAÇÃO HI

CASO X

BISTURI CIRCULAR

• Disponível em dois comprimentos para cada diâmetro de implante osseointegrável, curto e longo.

•É ulizado para exposição de implantes que tenham sobre si gengivaqueranizada.

CÓDIGO

BCL-3320; BCL-4020; BCL-5020

BCC-3310; BCC-4010; BCC-5010

ESCARIADOR DE OSSO

• Disponível para cada diâmetro de implante osseointegrável em dois comprimentos, curto e longo.

• Desna-se a remover o osso que eventualmente se sobreponha ao tapa-implante osseointegrável impedindo

sua remoção.

CÓDIGO

ESL-3320; ESL-4020; ESL-5020

ESC-3310; ESC-4010; ESC-5010

Os intermediários

para contraângulo

HI e HE

não fazem parte

do instrumental

do estojo cirúrgico

ECE-0504 e devem

ser adquiridos

separadamente.

INTERMEDIÁRIO 2,4mm HI PARA CONTRA-ÂNGULO

Opcionalmente os implantes Colosso com Hexágono Interno podem ser instalados através do motor. Para tanto,

após a remoção do suporte plásco que sustenta o implante osseointegrável, o intermediário curto ou o longo

deve ser conectado ao contra-ângulo e acoplado no hexágono interno do implante dando connuidade a sua

instalação a uma velocidade de aproximadamente 30 rotações por minuto.

CÓDIGO

ICCA-2420; ILCA-2425

INTERMEDIÁRIO 2,0mm HE PARA CONTRA-ÂNGULO

Opcionalmente os implantes Colosso com Hexágono Externo podem ser instalados através do motor. Para tanto,

após a remoção do suporte plásco que sustenta o implante osseointegrável, o intermediário curto ou o longo

deve ser conectado ao contra-ângulo e acoplado no hexágono interno do implante dando connuidade a sua

instalação a uma velocidade de aproximadamente 30 rotações por minuto.

CÓDIGO

ICCA-2020; ILCA-2025

-37-


PROTOCOLO DO SISTEMA COLOSSO

PARA A 2ª FASE CIRÚRGICA

TORQUÍMETRO (TC-0504) - Calibrado para torques de até 75N.Cm,

padroniza o aperto dos parafusos e componentes Colosso em 30N.cm.

Obs: Não acompanha os imtermediários 1,2mm.

CHAVE HEXAGONAL 1,2mm

INTERMEDIÁRIO

IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO

EIXO PARA O TORQUÍMETRO

UNIVERSAL COLOSSO 1,2mm

Curta (CHCC-1210) e longa (CHLC-1220), transporta

e rosqueia os parafusos de fixação dos pilares

protécos e dos pilares transmucosos.

Com quadrado de 2mm para colocação do implante

corpo único pilar e orpo único o’ring.

-38-

Hexágono de 1,2mm;

Possui encaixe Universal;

Não encaixa na chave bidigital Colosso;

Ulizado para o aperto dos parafusos protécos

com o uso do torquímetro.


COMPONENTES PROTÉTICOS

Os componentes protécos da Emfils são desenvolvidos nos mais rígidos controles

de qualidade e produzidos com alto padrão tecnológico o que confere precisão e

reproduvidade para toda a linha de componentes protécos do Sistema Colosso.

A precisão de usinagem ulizada pelo Sistema Colosso garante um encaixe justo e

adequado entre implante e componente protéco, o que possibilita a estabilidade do

conjunto. Essa estabilidade proporciona longevidade ao trabalho protéco, além de

diminuir muito os casos de afrouxamento do parafuso.

Para evitar problemas futuros, só ulize componentes protécos da Emfils. Nós

garanmos a qualidade dos nossos produtos.

Como ler os códigos dos produtos.

Código do

produto

Encaixe no

implante

Altura

gengival

PTC 33 02

Código do

produto

Encaixe no

implante

Ângulo

Altura

gengival

(cinta)

PTA 33 15 3

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA

UTILIZAÇÃO

CASO I

CASO IV

CASO V

CASO VII

PILAR TRANSMUCOSO DE TITÂNIO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para prótese parafusada sobre implantes múlplos;

• Após a rosca do cone, possui um hexágono de 1,2mm que se desna a transportar e rosquear o pilar transmucoso

com a chave hexagonal 1,2mm;

• Para o HI o transmucoso de 3,3mm emerge para 4mm, assim os pilares de transferência e enceramento são

de 4mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPT-2005).

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

• Torque máximo do pilar 30 N.cm.

CÓDIGO

PTC-3302 ; PTC-3303 ; PTC-3304 ; PTC-3305 ; PTC-3306 ;

PTC-4002 ; PTC-4003 ; PTC-4004 ; PTC-4005 ; PTC-4006 ;

PTC-5002 ; PTC-5003 ; PTC-5004 ; PTC-5005 ; PTC-5006

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para prótese parafusada sobre implantes múlplos;

• Após a rosca do cone, possui um hexágono de 1,2mm que se desna a transportar e rosquear o pilar transmucoso

com a chave hexagonal 1,2mm;

• Para o HE o transmucoso de 3,5mm emerge para 4,0mm, assim os pilares de transferência e enceramento são

de 4,0mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPT-2005).

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

• Torque máximo do pilar 30 N.cm.

CÓDIGO

PTCHE-3502 ; PTCHE-3503 ; PTCHE-3504 ; PTCHE-3505 ; PTCHE-3506 ;

PTCHE-4102 ; PTCHE-4103 ; PTCHE-4104 ; PTCHE-4105 ; PTCHE-4106 ;

PTCHE-5002 ; PTCHE-5003 ; PTCHE-5004 ; PTCHE-5005 ; PTCHE-5006

(3) Pilar Transmucoso de Titânio Colosso: CASO I / CASO IV / CASO V / CASO VII

-40-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA

UTILIZAÇÃO

CASO I

PILAR TRANSMUCOSO NÃO ROTACIONAL COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para próteses unitárias, por ter sistema não rotacional;

• Para HI o transmucoso de 3,3mm emerge para 4mm, assim, os pilares de enceramento são de 4mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (específico para cada altura) e o parafuso PPT-2005.

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

• Torque máximo do pilar 30 N.cm.

CÓDIGO HI

PTHC-3302 ; PTHC-3303 ; PTHC-3304 ; PTHC-3305 ; PTHC-3306 ;

PTHC-4002 ; PTHC-4003 ; PTHC-4004 ; PTHC-4005 ; PTHC-4006 ;

PTHC-5002 ; PTHC-5003 ; PTHC-5004 ; PTHC-5005 ; PTHC-5006

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para próteses unitárias, por ter sistema não rotacional;

• Para HE o O transmucoso de 3,5mm emerge para 4,1mm, assim, os pilares de transferência e enceramento

são de 4,0mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (específico para cada altura) e o parafuso PPT-2005.

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

• Torque máximo do pilar 30 N.cm.

CÓDIGO HE

PTHCHE-3502 ; PTHCHE-3503 ; PTHCHE-3504 ; PTHCHE-3505 ; PTHCHE-3506 ;

PTHCHE-4102 ; PTHCHE-4103 ; PTHCHE-4104 ; PTHCHE-4105 ; PTHCHE-4106 ;

PTHCHE-5002 ; PTHCHE-5003 ; PTHCHE-5004 ; PTHCHE-5005 ; PTHCHE-5006

(4) Pilar Transmucoso não Rotacional Colosso : CASO I

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA

PILAR TRANSMUCOSO ANGULADO DE TITÂNIO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Constuídos de duas partes: Base (BPTA) e Corpo Cônico (CPTA);

• Disponível em 3 diâmetros (3,3 mm; 4,0 mm e 5,0 mm) e em várias alturas, conforme tabela abaixo;

• Corrige em 15° e 20° o eixo de inserção para instalação da prótese parafusada sobre implantes múlplos;

• Acompanha dois parafusos de fixação em liga de tânio (PFTA-2557 e PPT-2005);

• Torque máximo do parafuso 20 N.cm;

• Torque máximo do pilar 30 N.cm;

• Disponível para o Implante Hexágono Interno;

• Os pilares com diâmetro de 3,3 (em 15° e 20°) e 4,0mm (em 15°) emergem para 5,0mm

• Os pilares com diâmetro de 4,0mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) emergem para 6,0mm.

CÓDIGO

PTA-33153; PTA-33154; PTA-33155; PTA-33156; PTA-33203; PTA-33204; PTA-33205; PTA-33206;

PTA-40153; PTA-40154; PTA-40155; PTA-40156; PTA-40204; PTA-40205; PTA-40206; PTA-40207;

PTA-50153; PTA-50154; PTA-50155; PTA-50156; PTA-50204; PTA-50205; PTA-50206; PTA-50207

Pilar

Transmucoso

Angulado

Pilares de

Transferência

Análogos

do Pilar

Transmucoso

Angulado

Pilar Calcinável

Pilar Calcinável

Rotacional

c/ terminação

em CrCoMo

PTA-33153

PTA-33154

PTA-33155

PTA-33156

PTA-33203

PTA-33204

PTA-33205

PTA-33206

Moldeira Aberta

TAPTA-5012

Moldeira Fechada

TFPTA-5012

PTAA-5013

PLETA-5015

PETA-5015

PTA-40153

PTA-40154

PTA-40155

PTA-40156

PTA-50153

PTA-50154

PTA-50155

PTA-50156

PTA-40204

PTA-40205

PTA-40206

PTA-40207

PTA-50204

PTA-50205

PTA-50206

PTA-50207

Moldeira Aberta

TAPTA-6012

Moldeira Fechada

TFPTA-6012

PTAA-6013

PLETA-6015

PETA-6015

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA

UTILIZAÇÃO

CASO V

PILAR TRANSMUCOSO PADRÃO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 4 alturas (3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para prótese parafusada sobre implantes múlplos;

• Após a rosca, possui um hexágono de 1,2mm que se desna a transportar e rosquear o pilar transmucoso

com a chave hexagonal 1,2mm;

• Para HI o pilar de 3,3mm emerge para 4mm, assim, os pilares de transferência e enceramento são de 4mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPT-2005);

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

CÓDIGO HI

PTP-3303; PTP-3304; PTP-3305; PTP-3306

PTP-4003; PTP-4004;PTP-4005; PTP-4006

PTP-5003; PTP-5004; PTP-5005; PTP-5006

• Confeccionado em liga de tânio;

• Disponível em 4 alturas (3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Ulizado para prótese parafusada sobre implantes múlplos;

• Após a rosca, possui um hexágono de 1,2mm que se desna a transportar e rosquear o pilar transmucoso

com a chave hexagonal 1,2mm;

• Para HE o pilar de 3,5mm emerge para 4,1mm, assim, os pilares de transferência e enceramento são de 4,0mm;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPT-2005);

• Torque máximo do parafuso 30 N.cm.

CÓDIGO HE

PTPHE-3504; PTPHE-3505; PTPHE-3506

PTPHE-4104; PTPHE-4105; PTPHE-4106

PTPHE-5004; PTPHE-5005; PTPHE-5006

(2) Pilar Transmucoso Padrão Colosso ulização: CASO V

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COMPONENTES PROTÉTICOS

2º TEMPO CIRÚRGICO EXPOSIÇÃO

UTILIZAÇÃO HI

CASO I

CASO II

CASO III

CASO IV

CASO V

CASO VI

CASO VII

CASO VIII

CASO IX

CASO X

UTILIZAÇÃO HE

CASO XIII

CASO XIV

CASO XV

CASO IV

CASO XVIII

CICATRIZADOR PADRÃO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Para Hexágono Interno está disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm) e em 3 diâmetros

(3,3mm; 4mm e 5mm);

• Proporciona condições adequadas ao reparo gengival.

CÓDIGO HEXÁGONO INTERNO

CPC-3302 ; CPC-3303 ; CPC-3304 ; CPC-3305 ; CPC-3306 ;

CPC-4002 ; CPC-4003 ; CPC-4004 ; CPC-4005 ; CPC-4006 ;

CPC-5002 ; CPC-5003 ; CPC-5004 ; CPC-5005 ; CPC-5006

• Confeccionado em liga de tânio;

• Para Hexágono Externo está disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm) e em 3 diâmetros

(3,5mm; 4,1mm e 5mm);

• Proporciona condições adequadas ao reparo gengival.

CÓDIGO HEXÁGONO EXTERNO

CPCHE-3502 ; CPCHE-3503 ; CPCHE-3504 ; CPCHE-3505 ; CPCHE-3506 ;

CPCHE-4102 ; CPCHE-4103 ; CPCHE-4104 ; CPCHE-4105 ; CPCHE-4106 ;

CPCHE-5002 ; CPCHE-5003 ; CPCHE-5004 ; CPCHE-5005 ; CPCHE-5006

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COMPONENTES PROTÉTICOS

2º TEMPO CIRÚRGICO EXPOSIÇÃO

CICATRIZADOR ESTÉTICO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Para HI está disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Para HI cada diâmentro tem uma emergência: 3,3mm emerge para 4,3mm; 4,0mm emerge para 5,0mm;

5,0mm emerge para 6,0mm;

• Proporciona condições adequadas ao reparo gengival;

• Ulizado antes do Pilar Estéco Adaptável e do Pilar Hexagonal Colosso

CÓDIGO HEXÁGONO INTERNO

CEC-3342; CEC-3343; CEC-3344; CEC-3345; CEC-3346;

CEC-4052; CEC-4053; CEC-4054; CEC-4055; CEC-4056;

CEC-5062; CEC-5063; CEC-5064; CEC-5065; CEC-5066

• Confeccionado em liga de tânio;

• Para HI está disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• Para HI cada diâmentro tem uma emergência: 3,3mm emerge para 4,3mm; 4,0mm emerge para 5,0mm;

5,0mm emerge para 6,0mm;

• Para HE está disponível em 5 alturas (2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm)

• Para HE cada diâmentro tem uma emergência: 3,5mm emerge para 4,3mm; 4,0mm emerge para 5,0mm;

5,0mm emerge para 6,0mm;

• Proporciona condições adequadas ao reparo gengival;

• Ulizado antes do Pilar Estéco Adaptável e do Pilar Hexagonal Colosso

CÓDIGO HEXÁGONO EXTERNO

CECHE-3542; CECHE-3543; CECHE-3544; CECHE-3545; CECHE-3546;

CECHE-4152; CECHE-4153; CECHE-4154; CECHE-4155; CECHE-4156;

CECHE-5062; CECHE-5063; CECHE-5064; CECHE-5065; CECHE-5066

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de Transferência dos Transmucosos

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA FECHADA COLOSSO PARA PTP

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

TFPTP-4012; TFPTP-5013

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA FECHADA COLOSSO PARA PTP

Confeccionado em aço inoxidável;

Moldagem com moldeira aberta;

Acompanha o parafuso de aço

(PPT-2020);

Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

TAPTP-4013; TAPTP-5013

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de Transferência dos Transmucosos

UTILIZAÇÃO

CASO IV

CASO XVI

CASOXVII

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA FECHADA COLOSSO PARA PTC

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem convencional;

• Acoplado por rosqueamento ao pilar transmucoso Colosso;

• Disponível em 2 diâmetros (4mm e 5mm);

• Ulizado somente para o Pilar Transmucoso de Titânio (PTC);

• Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

PTT-4012; PTT-5012

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA ABERTA COLOSSO PARA PTC

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem com moldeira aberta;

• Acoplado ao transmucoso e fixadocom o parafuso (PPT-2020);

• Disponível em 2 diâmetros (4mm e 5mm);

• Ulizado somente para o Pilar Transmucoso de Titânio (PTC);

• Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

PTTA-4012; PTTA-5012

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de Transferência dos Transmucosos

UTILIZAÇÃO

CASO I

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA FECHADA COLOSSO PARA PTHC

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Acompanha o parafuso de aço (PPT-2020);

• Possui duplo chanfro para melhor posicionamento no molde;

• Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

TFPTHC-4013; TFPTHC-5013

PILAR TRANSF. TRANSMUCOSO MOLDEIRA ABERTA COLOSSO PARA PTHC

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem com moldeira aberta;

• Acompanha o parafuso de aço (PPT-2020).

• Para o HE, o pilar de transferência de 4,0mm transfere o pilar transmucoso de 3,5mm e 4,1mm.

CÓDIGO

TAPTHC-4013; TAPTHC-5013

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de Transferência dos Transmucosos

PILAR TRANSF. MOLDEIRA FECHADA PARA TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Possui duplo chanfro para melhor posicionamento no molde;

• O transferente de 5,0mm é ulizado para transferir o pilar de 3,3mm e 4,0mm e o transferente 6,0mm é

ulizado para transferir os pilares de 5,0mm.

• Para os Pilares de 3,3 mm (em 15° e 20°) e 4,0 mm (em 15°) ulizar o Pilar de 5,0 mm;

• Para os Pilares de 4,0 mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) ulizar o Pilar de 6,0 mm.

CÓDIGO

TFPTA-5012; TFPTA-6012

PILAR TRANSF. MOLDEIRA ABERTA PARA TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem com moldeira aberta;

• Acompanha o parafuso de aço (PPT-2020);

• O transferente de 5,0mm é ulizado para transferir o pilar de 3,3mm e 4,0mm e o transferente 6,0mm é

ulizado para transferir os pilares de 5,0mm.

• Para os Pilares de 3,3 mm (em 15° e 20°) e 4,0 mm (em 15°) ulizar o Pilar de 5,0 mm;

• Para os Pilares de 4,0 mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) ulizar o Pilar de 6,0 mm.

CÓDIGO

TAPTA-5012; TAPTA-6012

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Protetores dos Transmucosos

PROTETOR DO PILAR TRANSMUCOSO PADRÃO COLOSSO

• Confeccionado em liga de titânio;

• Rosqueado no Transmucoso Padrão, permite que o transmucoso seja mantido na cavidade oral, como se

fosse um cicatrizador;

• Disponível nos diâmetros de 4mm (utilizado como protetor do pilar de 3,3mm, 4,0mm) e 5,0mm.

CÓDIGO

PPP-4004; PPP-5004

PROTETOR DO PILAR TRANSMUCOSO DE TITÂNIO E DO NÃO ROTACIONAL COLOSSO

• Confeccionado em liga de titânio;

• Rosqueado no Transmucoso não Rotacional e no Transmucoso de Titânio; Permite que o transmucoso seja

mantido na cavidade oral, como se fosse um cicatrizador;

• Disponível nos diâmetros de 4mm (utilizado como protetor do pilar de 3,3mm, 4,0mm) e 5,0mm.

CÓDIGO

PPT-4004; PPT-5004

PROTETOR DO PILAR TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Confeccionado em liga de titânio;

• Rosqueado no Transmucoso Angulado, permite que o transmucoso seja mantido na cavidade oral, como se

fosse um cicatrizador;

• Disponível no diâmetro de 4mm (utilizado como protetor do pilar de 3,3mm e 4,0mm) e no diâmetro de

6,0mm (utilizado como protetor do pilar de 5,0mm).

CÓDIGO

PPTA-5051; PPTA-6051

(6) Pilar Transf. Moldeira Fechada Colosso para PTHC: CASO I

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Análogos dos Implantes Hexágono Interno e Hexágono Externo

ANÁLOGO DOS IMPLANTES HI ECI E RC EVOLUTION

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz a porção cervical do implante Colosso;

• Ulizado para trabalho em laboratório.

CÓDIGO HI

ACI-3310; ACI-4010; ACI-5010

ANÁLOGO DOS IMPLANTES HE IHE EVOLUTION

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz a porção cervical do implante Colosso;

• Ulizado para trabalho em laboratório.

CÓDIGO HE

ACIHE-3510; ACIHE-4110; ACIHE-5010

-51-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Análogos dos Transmucosos

ANÁLOGO DO PILAR TRANSMUCOSO PADRÃO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o transmucoso padrão (o análogo de 4,0mm reproduz o transmucoso de 3,3mm e 4,0mm);

• Ulizado para trabalho em laboratório

CÓDIGO

PTPA-4010; PTPA-5010

ANÁLOGO DO PILAR TRANSMUCOSO DE TITÂNIO COLOSSO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o transmucoso de Titânio (o análogo de 4,0mm reproduz o transmucoso de 3,3mm e 4,0mm);

• Ulizado para trabalho em laboratório.

CÓDIGO

PTCA-4012; PTCA-5012

ANÁLOGO DO PILAR TRANSMUCOSO NÃO ROTACIONAL COLOSSO

ANÁLOGO DO PILAR TRANSMUCOSO ANGULADO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o transmucoso não rotacional (o análogo de 4,0mm reproduz o transmucoso de 3,3mm e 4,0mm);

• Ulizado para trabalho em laboratório;

• O análogo de 4,0mm reproduz o Pilar de 3,3mm e 4,0mm;

• O análogo de 5,0mm reproduz o pilar de 5,0mm.

CÓDIGO

PTHCA-4012; PTHCA-5012

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o transmucoso angulado (o análogo de 4,0mm reproduz o transmucoso de 3,3mm e 4,0mm);

• Ulizado para trabalho em laboratório;

• Para os Pilares de 3,3 mm (em 15° e 20°) e 4,0 mm (em 15°) ulizar o Análogo de 5,0 mm;

• Para os Pilares de 4,0 mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) ulizar o Análogo de 6,0 mm.

CÓDIGO

PTAA-5013; PTAA-6013

-52-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de enceramento dos Transmucosos

UTILIZAÇÃO

CASO V

PILAR CALCINÁVEL C/ TERMINAÇÃO EM CrCoMo DO PILAR TRANSMUCOSO PADRÃO

• Indicado para próteses múlplas ferulizadas, pois, não tem função não rotacional;

• Ulizados para delimitar o enceramento da prótese a parr do Transmucoso Padrão;

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de1350 O C;

• Permite sobre-fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas com ponto de fusão de até 1250 O C;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PELP-4015; PELP-5015

PILAR CALCINÁVEL DO TRANSMUCOSO COLOSSO

• Totalmente calcinável;

• Ulizado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Ulizado para delimitar o enceramento de próteses múlplas a parr do transmucoso padrão;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PEPP-4015; PEPP-5015

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de enceramento dos Transmucosos

UTILIZAÇÃO

CASO I

CASO IV

CASO V

CASO VII

PILAR CALCINÁVEL ROTACIONAL COM TERMINAÇÃO EM CRCOMO DO TRANSMUCOSO COLOSSO

• Indicado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Ulizado para delimitar o enceramento de prótese múlpla a parr do Transmucoso de Titânio;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de 1350 O C;

• Permite sobre-fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas com ponto de fusão de até 1250 O C;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PLET-4015; PLET-5015

PILAR CALCINÁVEL DO TRANSMUCOSO COLOSSO

• Indicado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Totalmente calcinável;

• Ulizado para delimitar o enceramento de prótese múlpla a parr do Transmucoso de Titânio;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PPET-4015; PPET-5015

Obs.

Todos os pilares, parafusos e peças de composição

podem ser adquiridas separadamente.

-54-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de enceramento dos Transmucosos

PILAR CALCINÁVEL NÃO ROTACIONAL COM TERM. EM CrCoMo DO TRANSMUCOSO NÃO ROTACIONAL COLOSSO

• Indicado para implantes unitários. Tem função não rotacional;

• Ulizado para delimitar o enceramento de prótese unitária a parr do transmucoso não Rotacional;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de 1350°C;

• Permite sobre fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas om ponto de fusão de até 1250°C;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PLETH-4015; PLETK-5015

UTILIZAÇÃO

CASO I

PILAR CALCINÁVEL NÃO ROTACIONAL DO TRANSMUCOSO NÃO ROTACIONAL COLOSSO

• Indicado para implantes unitários. Tem função não rotacional;

• Totalmente calcinável;

• Ulizado para delimitar o enceramento de prótese unitária a parr do transmucoso não rotacional;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

CÓDIGO

PETH-4015; PETH-5015

(9 ) Pilar Calcinável não Rotacional do Transmucoso não Rotacional Colosso: CASO I

-55-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE PARAFUSADA - Pilares de enceramento dos Transmucosos

PILAR CALCINÁVEL ROTACIONAL COM TERMINAÇÃO EM CrCoMo DO TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Indicado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Ulizado para delimitar o enceramento de prótese múlpla a parr do transmucoso de Titânio;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de 1350°C;

• Permite sobre-fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas om ponto de fusão de até 1250°C;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020).

• Para os Pilares de 3,3 mm (em 15° e 20°), 4,0 mm (em 15°) ulizar o Pilar de 5,0 mm;

• Para os Pilares de 4,0 mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) ulizar o Pilar de 6,0 mm.

CÓDIGO

PLETA-5015; PLETA-6015

PILAR CALCINÁVEL DO TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Indicado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Totalmente calcinável;

• Ulizado para delimitar o enceramento de próteses múlplas a parr do Transmucoso Angulado;

• Mantém o espaço desnado ao parafuso de fixação após a fundição;

• Acompanha parafuso de aço (PPT-2020);

• Para os Pilares de 3,3 mm (em 15° e 20°), 4,0 mm (em 15°) ulizar o Pilar de 5,0 mm;

• Para os Pilares de 4,0 mm (em 20°) e 5,0 mm (em 15° e 20°) ulizar o Pilar de 6,0 mm.

CÓDIGO

PETA-5015; PETA-6015

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CONFECÇÃO DO MODELO DE TRABALHO

Confecção do modelo de trabalho utlizando pilar de tranferência de moldeira aberta e análogo do transmucoso após seleção do pilar transmucoso na boca.

Com o implante colocado selecionar o pilar

transmucoso.

Com o transmucoso encaixado colocar o

pilar transmucoso e parafusar.

Preparar a moldeira com o material de

moldagem pesado e leve.

Após tomar presa rerar o parafuso...

...e rerar a moldeira.

Encaixar o análogo no pilar e parafusá-lo.

Colocar o protetor imediatamente após a

moldagem.

O protetor deve ser colocado 1mm acima

da fibromucosa.

Vazar gesso para confecção do modelo.

Com o modelo de gesso já seco, rerar o

parafuso e a moldeira.

Modelo de gesso reproduzindo a situação

clínica.

-57-


CONFECÇÃO DO MODELO DE TRABALHO

Confecção do modelo de trabalho ulizando pilar de tranferência de moldeira fechada e análogo do transmucoso após seleção do pilar transmucoso na boca.

Com o implante colocado selecione o pilar

transmucoso e o encaixe transferência.

Obs: Ulizar pilat ransmucoso

somente nos casos que a fibromucosa for

maior que 3mm.

Preparar a moldeira com o material de

moldagem pesado.

1ª Moldagem.

Após tomar presa rerar a moldeira.

Alívio na área do pilar.

Material de moldagem leve adicionado.

2ª Moldagem.

Colocar o protetor imediatamente após a

moldagem.

O protetor deve ser colocado 1mm acima

da fibromucosa.

Remover o pilar da boca e acoplar ao

análogo e posicionar na moldagem, para o

vazamento do gesso.

Vazamento do gesso.

Modelo de gesso reproduzindo a situação

clínica.

-58-


CONFECÇÃO DO MODELO DE TRABALHO

Confecção do modelo de trabalho utlizando pilar de tranferência de moldeira aberta e análogo do implante para seleção do pilar protéco no modelo de trabalho.

Com o implante colocado encaixar o pilar

de transferência e parafusá-lo.

Preparar a moldeira com o material de

moldagem pesado e leve.

Após tomar presa rerar o parafuso...

...e rerar a moldeira.

Encaixar o análogo no pilar e parafusá-lo.

Colocar imediatamente o cicatrizador.

O cicatrizador de ser colocado 1mm acima

da fibromucosa.

Vazar gesso para confecção do modelo.

Com o modelo de gesso já seco, rerar o

parafuso...

...e rerar a moldeira.

Modelo de gesso reproduzindo a situação

clínica.

-59-


CONFECÇÃO DO MODELO DE TRABALHO

Confecção do modelo de trabalho utlizando pilar de tranferência de moldeira fechada e análogo do implante para seleção do pilar protéco no modelo de trabalho.

Com o implante colocado encaixar o pilar

de transferência e parafusá-lo.

Preparar a moldeira com o material de

moldagem pesado.

1ª Moldagem.

Após tomar presa rerar a moldeira.

Alívio na área do pilar.

Material de moldagem leve adicionado.

2ª Moldagem.

O cicatrizador de ser colocado 1mm acima

da fibromucosa.

Remover o pilar da boca e acoplar ao

análogo e posicionar na moldagem, para o

vazamento do gesso.

Vazamento do gesso.

Modelo de gesso reproduzindo a situação

clínica.

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA - Pilares de tansferência dos implantes ECIE, CRCE e IHE

UTILIZAÇÃO

CASO I

CASO II

CASO III

CASO IV

CASO V

CASO VI

CASO VII

CASO VIII

CASO IX

CASO X

PILAR TRANSF. MOLDEIRA FECHADA COLOSSO

PILAR TRANSF. MOLDEIRA ABERTA COLOSSO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem convencional;

• Acompanha o parafuso de aço (PPMF-2020);

• Possui duplo chanfro para melhor posicionamento no molde.

CÓDIGO HI

PTMF-3312; PTMF-4012; PTMF-5012

CÓDIGO HE

PTMFHE3512; PTMFHE4112; PTMFHE5012

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem com moldeira aberta;

• Acompanha o parafuso de aço (PPMA-2024).

CÓDIGO HI

PTMA-3312; PTMA-4012; PTMA-5012

CÓDIGO HE

PTMAHE-3512; PTMAHE-4112; PTMAHE-5012

PILAR TRANSF. COM HEXÁGONO REMOVÍVEL COLOSSO

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Moldagem com moldeira aberta;

• Indicado para moldagem de implantes Hexágono Interno divergentes;

• Acompanha parafuso de aço (PPMA-2024) e corpo removível com hexágono 2,4mm.

CÓDIGO HI

PTHR-3312; PTHR-4012; PTHR-5012

-61-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA - Análogos dos Implantes Hexágono Interno e Hexágono Externo

ANÁLOGO DOS IMPLANTES HI ECI E RC EVOLUTION

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz a porção cervical do implante Colosso;

• Ulizado para trabalho em laboratório.

Obs.: Quando a seleção do pilar for

incerta basta transferir o implante

diretamente (PTMA e PTMF) pois

a seleção do pilar pode ser feita no

modelo.

CÓDIGO HI

ACI-3310; ACI-4010; ACI-5010

ANÁLOGO DOS IMPLANTES HE IHE EVOLUTION

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz a porção cervical do implante Colosso;

• Ulizado para trabalho em laboratório.

CÓDIGO HE

ACIHE-3510; ACIHE-4110; ACIHE-5010

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA

UTILIZAÇÃO

CASO II

CASO III

CASO VI

CASO VII

PILAR PADRÃO ADAPTÁVEL COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para próteses cimentadas;

• Disponível longo e curto;

• Passível de ajustes por desgaste para criação de terminação protéca, correção de paralelismo e volume;

• Acompanha o parafuso de liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PPL-3314; PPL-4014; PPL-5014 PPLHE-3512; PPLHE-4112; PPLHE-5012

PPC-3311; PPC-4011; PPC-5011 PPCHE-3510; PPCHE-4110; PPCHE-5010

PILAR ANGULADO ADAPTÁVEL COLOSSO COM CINTA

• Permite a correção de inclinação para a criação do eixo de inserção da prótese cimentada;

• Possui 15° ou 25° de inclinação;

• Disponível com 3 cintas (1mm; 2mm e 3mm), para compensar fibromucosas espessas;

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

PAC-33151; PAC-33152; PAC-33153; PAC-33251; PAC-33252; PAC-33253

PAC-40151; PAC-40152; PAC-40153; PAC-40251; PAC-40252; PAC-40253

PAC-50151; PAC-50152; PAC-50153; PAC-50251; PAC-50252; PAC-50253

CÓDIGO HE

PACHE-35151; PACHE-35152; PACHE-35153; PACHE-35251; PACHE-35252; PACHE-35253

PACHE-41151; PACHE-41152; PACHE-41153; PACHE-41251; PACHE-41252; PACHE-41253

PACHE-50151; PACHE-50152; PACHE-50153; PACHE-50251; PACHE-50252; PACHE-50253

UTILIZAÇÃO

CASO V

CASO XIV

PILAR ANGULADO ADAPTÁVEL COLOSSO

• Permite a correção de inclinação para a criação do eixo de inserção da prótese cimentada;

• Possui 15° ou 25° de inclinação;

• Cada diâmetro tem uma emergência: 3,3mm emerge para 4mm (2,1mm em 15° e 2,4mm em 25°); 4mm

emerge para 4,8mm (2,1mm em15° e 2,7mm em 25°); 5mm emerge para 6mm (2,6mm em 15° e 3,3mm em 25°);

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

PAC-3315; PAC-4015; PAC-5015

PAC-3325; PAC-4025; PAC-5025

CÓDIGO HE

PACHE-3515; PACHE-4115; PACHE-5015

PACHE-3525; PACHE-4125; PACHE-5025

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA

PILAR ESTÉTICO ADAPTÁVEL COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para próteses cimentadas;

• Passível de ajustes por desgaste para criação de terminação protéca,correção de paralelismo e volume;

• Ulizado para o cicatrizador estéco (CEC);

• Acompanha o parafuso em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PEC-3311; PEC-4011; PEC-5011 PECHE3511; PECHE4111; PECHE5011

PILAR HEXAGONAL COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para próteses unitárias cimentadas;

• Disponível em 3 alturas (2mm; 4mm e 6mm), 3 diâmetros (3,3mm; 4mm e 5mm) e 3 aberturas (4,3mm; 5mm

e 6mm);

• Acompanha parafuso em liga de tânio (PPP-2085) e a coifa plásca para enceramento.

CÓDIGO HI

PHC-3302; PHC-3304; PHC-3306

PHC-4002; PHC-4004; PHC-4006

PHC-5002; PHC-5004; PHC-5006

CÓDIGO HE

PHCHE-3502; PHCHE-3504; PHCHE-3506

PHCHE-4102; PHCHE-4104; PHCHE-4106

PHCHE-5002; PHCHE-5004; PHCHE-5006

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA OU PARAFUSADA

PILAR DE TITÂNIO COM HEXÁGONO COLOSSO

• Confeccionado em tânio grau II;

• Ulizado para próteses unitárias ou múlplas (quando os implantes estão paralelos);

• Ulizado para criar infra-estrutura para próteses fundidas em tânio;

• Acompanha parafusos de aço (PPMA-2024) e em liga de tânio(PPP-2085).

CÓDIGO HI

PTCH-3315; PTCH-4015; PTCH-5015

CÓDIGO HE

PTCHHE-3515; PTCHHE-4115; PTCHHE-5015

PILAR DE TITÂNIO SEM HEXÁGONO COLOSSO

• Confeccionado em tânio grau II;

• Ulizado para implantes múlplos ferulizados, pois, não tem função não rotacional;

• Ulizado para criar infra-estrutura para próteses fundidas em tânio;

• Acompanha parafusos de aço (PPMA-2024) e em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

PTSH-3315; PTSH-4015; PTSH-5015

CÓDIGO HE

PTSHHE3515; PTSHHE4115; PTSHHE5015

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA OU PARAFUSADA

UTILIZAÇÃO

CASO IX

CASO XIV

CASO XV

CASO XVIIII

PILAR CALCINÁVEL COM TERMINAÇÃO CrCoMo COM HEXÁGONO COLOSSO

• Ulizado para a confecção de pilares personalizados ou próteses parafusadas diretamente no implante;

• Indicado para próteses unitárias ou múlplas (quando os implantes estãoparalelos);

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de 1350°C;

• Permite sobre-fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas com ponto de fusão de até 1250°C;

• Acompanha parafusos de aço (PPMA-2024) e em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PPLEH-3315; PPLEH-4015; PPLEH-5015 PPLEHHE-3515; PPLEHHE-4115; PPLEHHE-5015

UTILIZAÇÃO

CASO I

CASO II

CASO III

CASO IV

CASO V

CASO VII

CASO IX

PILAR CALCINÁVEL COM TERMINAÇÃO EM CRCOMO SEM HEXÁGONO COLOSSO

• Ulizado para a confecção de pilares personalizados ou próteses parafusadas diretamente no implante;

• Indicado para próteses múlplas ferulizadas, pois, não tem função não rotacional;

• Terminação cervical metálica em CrCoMo de 0,5mm;

• Faixa de fusão da liga de 1350°C;

• Permite sobre-fundições de ligas nobres, semi-nobres e alternavas com ponto de fusão de até 1250°C;

• Acompanha parafusos de aço (PPMA-2024) e em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PPLE-3315; PPLE-4015; PPLE-5015 PPLEHE-3515; PPLEHE-4115; PPLEHE-5015

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE CIMENTADA OU PARAFUSADA

PILAR CALCINÁVEL COM HEXÁGONO COLOSSO

• Totalmente calcinável;

• Ulizado para a confecção de pilares personalizados ou próteses parafusadas diretamente no implante;

• Ulizado para próteses unitárias ou múlplas (quando os implantes estão paralelos);

• Acompanha parafusos de aço (PPMA-2024) e em liga de tânio(PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PPCH-3315; PPCH-4015; PPCH-5015 PPCHHE-3515; PPCHHE-4115; PPCHHE-5015

PILAR CALCINÁVEL SEM HEXÁGONO COLOSSO

Totalmente calcinável;

Ulizado para a confecção de pilares personalizados ou próteses parafusadas diretamente no implante;

Ulizado em próteses múlplas ferulizadas, pois, não tem função não rotacional;

Acompanha parafuso de aço (PPMA-2024) e parafuso em liga de tânio (PPP-2085).

CÓDIGO HI

CÓDIGO HE

PPSH-3315; PPSH-4015; PPSH-5015 PPSHHE-3515; PPSHHE-4115; PPSHHE-5015

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE SOBRE DENTADURA

UTILIZAÇÃO

CASO X

MINI PILAR DE RETENÇÃO O’RING CALCINÁVEL COLOSSO

• Constuído de 4 peças:

- mini encaixe bola (macho) totalmente calcinável com haste para encaixe no delineador (CMPPO-3010);

- mini cápsula espaçadora (fêmea) em liga de tânio (MFOR-4140);

- cápsula espaçadora (CMPPO-0001);

- anel espaçador (EMPPO-0001);

• Pode ser fundido juntamente com uma barra de fixação ou com o um núcleo de um dente natural.

CÓDIGO

MPPO-3010

UTILIZAÇÃO

CASO VIII

PILAR DE RETENÇÃO O’RING COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Constuído de 4 partes:

- mini encaixe bola (macho)(CPRO);

- mini cápsula de retenção (fêmea)(MFOR-4140);

- cápsula espaçadora (PROC-0405);

- anel espaçador (EPRO-0001);

• Rosqueado diretamente no implante Colosso com a chave bidigital (CBCC-8310; CBLC-8320);

• Disponível em 6 alturas (1mm; 2mm; 3mm; 4mm; 5mm e 6mm);

• A transferência deste Pilar é feita através da transferência do implante.

CÓDIGO HI

PRO-3301; PRO-3302; PRO-3303; PRO-3304; PRO-3305; PRO-3306;

PRO-4001; PRO-4002; PRO-4003; PRO-4004; PRO-4005; PRO-4006;

PRO-5001; PRO-5002; PRO-5003; PRO-5004; PRO-5005; PRO-5006

CÓDIGO HE

PROHE-3501; PROHE-3502; PROHE-3503; PROHE-3504; PROHE-3505; PROHE-3506

PROHE-4101; PROHE-4102; PROHE-4103; PROHE-4104; PROHE-4105; PROHE-4106

PROHE-5001; PROHE-5002; PROHE-5003; PROHE-5004; PROHE-5005; PROHE-5006

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COMPONENTES PROTÉTICOS

PRÓTESE SOBRE DENTADURA

CAPSULA ESPAÇADORA DO PRO

• Confeccionado em poliacetal;

• Indicado para manter o espaço da fêmea na chapa de prova.

CÓDIGO

PROC-0405

UTILIZAÇÃO

CASO VIII

ANÉL ESPAÇADOR DO PILAR DE RETENÇÃO O’RING

• Confeccionado em poliacetal;

• Indicado para manter o espaço na captura da fêmea entre fêmea e implante, compensando a resistência da

fibromucosa.

CÓDIGO

EPRO-0001

UTILIZAÇÃO

CASO VIII

MINI CÁPSULA FÊMEA DE RETENÇÃO DO O’RING COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado juntamente com o Pilar de Retenção O’ring, Mini Pilar de Retenção Calcinável e com o Implante Colosso

Corpo Único O´ring;

• Constuída de 2 partes, Cápsula Metálica e Mini Anel O´ring.

CÓDIGO

MFOR-4140

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PILAR DE RETENÇÃO O´RING - PRO

Ulização

A melhor eficácia do Pilar de Retenção Colosso O’ring Evoluon será obda quando na condução do trabalho se ver o cuidado de:

Ao instalar dois implantes osseointegráveis, fazê-los axialmente paralelos entre si.

MODO DE USAR

1 - Remover o Cicatrizador

instalado sobre o implante

osseointegrável.

2 - Adquirir junto a Emfils o pilar de retenção

O’Ring (código PRO) com cinta transmucosa da

mesma altura da espessura da fibromucosa.

3 - Substuir o cicatrizador pelo pilar de retenção

adquirido, instalando-o com a Chave Bidigital do

Kit Cirúrgico.

4 - Acoplar ao Pilar de Retenção a Capsula Espaçadora

do PRO (PROC-0405)

5 - Moldar a de maneira que a Cápsula Espaçadora

do PRO (PROC-0405) fique acoplada na

moldagem.

6- Remover do molde o cilindro plásco, caso este

saia na moldagem, e vazar o gesso.

7- Obdo o modelo de trabalho, conduzir a

confecção da prótese de acordo com as técnicas

atuais.

8 - Finalizada a confecção da prótese, ainda sem

os retentores, instalar a prótese no paciente

e ajustá-la, ao longo de tantas seções quantas

forem necessárias, até que o paciente a sinta

confortável.

-70-

CAPTURA DA MINI CÁPSULA DE RETENÇÃO (FÊMEA)

1 - Substuir o cicatrizador pelo Pilar de Retenção

(PRO). Inserir o Anel Espaçador do PRO (EPRO-0001)

no pilar e acoplar nele a Mini Cápsula (fêmea) de

Retenção do O´ring (MFOR-4140).

2 - Colocar a prótese em posição e verificar se seu

assentamento e conforto está adequado.

3 - Preencher o nicho existente na prótese (desnado

a receber a Mini Cápsula (fêmea) de Retenção

do O´ring (MFOR-4140)) com resina auto polimerizante,

numa consistência flúida quando constatado

o assentamento e conforto adequados.

4 - Levar a prótese em posição. Pedir ao paciente

para ocluir, mantendo a prótese em posição e aguardar

a polimerização da resina.

5 - Rerar a prótese. Se houver, remover os excessos

de resina junto a cápsula metálica de retenção e

efetuar o acabamento.

6 - Rerar o espaçador do pilar de retenção, instalar

a prótese e fazer seu ajuste final.

A sua instalação será bem sucedida mantendo

os padrões indicados acima.

ATENÇÃO:

O Anél Espaçador do Pilar de Retenção O’ring é indicado

para manter o espaço na captura da fêmea entre fêmea

e implante, compensando a resistência da fibramucosa.

A não ulização deste anel pode comprometer o pilar,

pois sem o espaço necessário para a compensação a

Mini cápsula entrará em atrito direto com o Pilar de

Retenção O´ring podendo causar a quebra do Pilar.

Pontos de atrito


COMPONENTES PROTÉTICOS

IMPLANTES COLOSSO CORPO ÚNICO PILAR E O´RING

PILAR TRANSFERÊNCIA DO IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO

• Confeccionado em Poliacetal;

• Transfere a posição dos Implantes de Corpo Único (Pilar ou O’ring) para confecção dos moldes de trabalho;

• Não é indicado o enceramento direto nos pilares de transferência dos implantes corpo único.

CÓDIGO

PTCU3512

ANÁLOGO DO IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO PILAR

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o Implante Colosso Corpo Único Pilar, para trabalho em laboratório.

CÓDIGO

ACP-3018

ANÁLOGO DO IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO O’RING

• Confeccionado em aço inoxidável;

• Reproduz o Implante Colosso Corpo Único O’Ring, para trabalho em laboratório.

CÓDIGO

ACP-3018

-71-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PARAFUSOS DO SISTEMA COLOSSO

Os parafusos servem para ambos os encaixes do Sistema, Hexágono Interno e Hexágono Externo.

PARAFUSO LABORATORIAL MOLDEIRA ABERTA COLOSSO

• Confeccionado em aço;

• Ulizado para todos os pilares de enceramento e para o Pilar de Transferência Moldeira Aberta.

CÓDIGO

PPMA-2024

PARAFUSO LABORATORIAL MOLDEIRA FECHADA COLOSSO

• Confeccionado em aço;

• Ulizado para o Pilar de Transferência Moldeira Fechada.

CÓDIGO

PPMF-2020

PARAFUSO LABORATORIAL FIXAÇÃO TRANSMUCOSO COLOSSO

• Confeccionado em aço;

• Ulizado para o Pilar de Enceramento e para Pilar de Transferência para Transmucoso.

CÓDIGO

PPT-2020

-72-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PARAFUSOS DO SISTEMA COLOSSO

PARAFUSO DE FIXAÇÃO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para apertar todos os pilares do Sistema Colosso;

Torque máximo até 30 N.cm.

CÓDIGO

PPP-2085

PARAFUSO FIXAÇÃO TRANSMUCOSO ANGULADO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para apertar todos os pilares do Sistema Colosso;

Torque máximo até 30 N.cm.

CÓDIGO

PFTA-2557

PARAFUSO CLÍNICO DE FIXAÇÃO TRANSMUCOSO COLOSSO

• Confeccionado em liga de tânio;

• Ulizado para fixação da prótese ao Pilar Transmucoso Colosso;

• Torque máximo até 30 N.cm.

CÓDIGO

PPT-2005

PARAFUSO DO ANEL DE SEGURANÇA COLOSSO

• Confeccionado em aço temperado;

• Possui hexágono de 1,2mm;

• Ulizado para fixação do Anel de Segurança e do Prolongador de Broca;

• Torque Digital máximo até 10 N.cm.

CÓDIGO

PAS-2001

-73-


COMPONENTES PROTÉTICOS

ANÉIS

MINI ANEL O’RING COLOSSO

• Confeccionada em material poliuretano atóxico;

• Ulizado juntamente com o Pilar de Retenção O’ring e Mini Pilar de Retenção Calcinável.

CÓDIGO

BMOR-6497

ANEL O’RING COLOSSO

• Confeccionada em material poliuretano atóxico ;

• Ulizado para reposição nos intermediários de 2,0mm, na reposição no Eixo do Torquímetro Universal

Colosso e no Adaptador para o Sistema Colosso.

CÓDIGO

BOR6004

ANEL RETENTOR COLOSSO

• Confeccionada em silicone;

• Ulizado para reposição nos intermediários de 2,4mm Colosso e nos pinos do suporte de instrumental que

suportam as Chaves Bidigitais.

CÓDIGO

MFOR-4140

Obs. A peça para a qual se uliza este anel, deverá ser autoclavada em separado, ou seja, não encaixada à outra peça.

-74-


COMPONENTES PROTÉTICOS

RÉPLICAS DOS IMPLANTES

RÉPLICA DO IMPLANTE COLOSSO ECI EVOLUTION

• Confeccionada em latão;

• Ulizada para demonstrações e simulações laboratoriais;

• Embalado como os Implantes Colosso Evoluon;

• Disponível apenas no comprimento de 10,0mm nos 3 diâmetros (3,3mm, 4,0mm e 5,0mm);

• Acompanha Tapa Implante.

CÓDIGO

RECIE-3310; RECIE-4010; RECIE-5010

RÉPLICA DO IMPLANTE COLOSSO RC EVOLUTION

RÉPLICA DO IHE

• Confeccionada em latão;

• Ulizada para demonstrações e simulações laboratoriais;

• Embalado como os Implantes Colosso Evoluon;

• Disponível apenas no comprimento de 10mm nos 3 diâmetros (3,3mm, 4,0mm e 5,0mm);

• Acompanha Tapa Implante.

CÓDIGO

RCRCE3310; RCRCE4010; RCRCE5010

RÉPLICA DO IMPLANTE COLOSSO CORPO ÚNICO O’RING E PILAR

• Confeccionada em latão;

• Ulizada para demonstrações e simulações laboratoriais;

• Embalado como os Implantes Colosso Evoluon;

• Disponível apenas no comprimento de 10,0mm nos 3 diâmetros (3,3mm, 4,0mm e 5,0mm);

• Acompanha Tapa Implante.

CÓDIGO

RIHE-3310; RIHE-4010; RIHE-5010

• Confeccionada em latão;

• Ulizada para demonstrações e simulações laboratoriais;

• Embalado como os Implantes Colosso Evoluon;

• Disponível apenas no comprimento de 10mm nos 2 diâmetros (2,5mm e 3,0mm).

CÓDIGO

CÓDIGO

RICOE-3013; RICOE-2511RICPE-3013; RICPE-2511

-75-


COMPONENTES PROTÉTICOS

PILAR DE RETENÇÃO Colosso O´RING EVOLUTION

Indicação

Retenção de próteses removíveis e totais com volumes que

permitam alojar a cápsula metálica de retenção (5,0mm3).

Obtenção da melhor eficácia do Pilar de Retenção Colosso

O’Ring Evoluon

A melhor eficácia do Pilar de Retenção Colosso O’ring Evolu-

on será obda quando na condução do trabalho se ver o

cuidado de:

1- Confeccionar um guia cirúrgico/protéco (que poderá ser

a prótese removível ou total do paciente) no qual seja determinado

o ponto de implantação e constatada a disponibilidade

de volume suficiente para alojar a cápsula metálica de

retenção.

2- Ao instalar dois ou mais implantes osseointegráveis, fazêlos

axialmente paralelos entre si.

3- Quando a prótese possuir um eixo de inserção específico,

executar a implantação paralela ao mesmo.

Modo de usar

1- Remover o cicatrizador instalado sobre o implante osseointegrável e verificar, com uma sonda

milimetrada, a espessura da fibro mucosa. Reinstalar o cicatrizador.

2- Adquirir junto a Emfils o pilar de retenção O’Ring (código PRO) com cinta transmucosa da mesma

altura da espessura da fibromucosa.

3- Substuir o cicatrizador pelo pilar de retenção adquirido, instalando-o com a chave bidigital do Kit

Cirúrgico.

4- Acoplar ao Pilar de Retenção o cilindro plásco espaçador da cápsula metálica.

5- Moldar a área maxilar chapeável de maneira que o cilindro plásco fique acoplado ao molde.

6- Remover do molde o cilindro plásco e vazar o gesso.

7- Obdo o modelo de trabalho, conduzir a confecção da prótese de acordo com as técnicas atuais.

8 - Finalizada a confecção da prótese, ainda sem os retentores, iInstalar a prótese no paciente e

ajustá-la, ao longo de tantas seções quantas forem necessárias, até que o paciente a sinta

confortável.

9 - Substuir o cicatrizador pelo Pilar de Retenção. Inserir o espaçador plásco no pilar e acoplar nele

a cápsula metálica de retenção.

10 - Colocar a prótese em posição e verificar se seu assentamento e conforto está adequado.

11 - Quando constatado o assentamento e conforto adequados, preencher o nicho existente na prótese

(desnado a receber a cápsula metálica de retenção) com resina auto polimerizante, numa consistência

flúida.

12 - Levar a prótese em posição. Pedir ao paciente para ocluir, mantendo a prótese em posição e

aguardar a polimerização da resina.

13 - Rerar a prótese. Se houver, remover os excessos de resina junto a cápsula metálica de retenção

e efetuar o acabamento.

14 - Rerar o espaçador do pilar de retenção, instalar a prótese e fazer seu ajuste final.

-76-


KIT ÓSSEO 4 EM 1

KO-2801P

O Kit ósseo 4 em 1 foi desenvolvido para proporcionar ao cirurgião

densta mais pracidade em procedimentos complexos.

Em um único kit você conta com instrumental para enxerto,

compactador de osso, expansor de osso e expansor de osso com

rosca, o que possibilita a execução de procedimentos avançados com

um único kit.

Totalmente Autoclavável.

DESENVOLVIDO

PARA A PRATICIDADE EM

PROCEDIMENTOS AVANÇADOS

• Estojo do Kit de Enxerto;

• Chave de Mão;

• Brocas para contra-ângulo curta nos

diâmetros: 1,1mm; 1,3mm e 1,6mm;

• Brocas para contra-ângulo longa nos

diâmetros: 1,1mm; 1,3mm e 1,6mm;

• Haste de fixação do parafuso para chave

de mão;

• Haste de fixação do parafuso para

contra-ângulo;

• 12 Parafusos de fixação:

- 1,6 x 4,0mm - 2,0 x 4,0mm

- 1,6 x 6,0mm - 2,0 x 6,0mm

- 1,6 x 8,0mm - 2,0 x 8,0mm

- 1,6 x 10,0mm - 2,0 x 10,0mm

- 1,6 x 12,0mm - 2,0 x 12,0mm

- 1,6 x 14,0mm - 2,0 x 14,0mm

• Expansor de Osso com Rosca:

- Ø 2,0mm

- Ø 2,5mm

- Ø 3,0mm

- Ø 3,5mm

- Ø 4,0mm

- Ø 4,5mm

• Ponta do Expansor:

- Ø 2,0mm

- Ø 2,5mm

- Ø 3,0mm

- Ø 3,5mm

- Ø 4,0mm

- Ø 4,5mm

• Ponta do Compactador:

- Ø 2,0mm - 3,0mm

- Ø 2,8mm - 3,7mm

- Ø 3,2mm - 4,2mm

- Ø 4,0mm - 5,0mm

• Martelo Cirúrgico.

CMKE-22106

BER-3011; BER-3013; BER-3016

BER-5411; BER-5413; BER-5416

CPCM-2771

CPCA-2728

PEO-1604 - PEO-2004

PEO-1606 - PEO-2006

PEO-1608 - PEO-2008

PEO-1610 - PEO-2010

PEO-1612 - PEO-2012

PEO-1614 - PEO-2014

EXPR-2025

EXPR-2525

EXPR-3025

EXPR-3525

EXPR-4025

EXPR-4525

PEXP-2070

PEXP-2570

PEXP-3070

PEXP-3570

PEXP-4070

PEXP-4570

PCOM-2030

PCOM-2837

PCOM-3242

PCOM-4050

MAR-1225

-77-


KIT ÓSSEO 4 EM 1

CHAVE DE MÃO

• Ulizada para a captura e fixação dos parafusos de enxerto com a conexão Philips, a chave de mão tem design

ergonômico para facilitar a ulização e segurança nos procedimentos.

• É também ulizada como cabo das pontasdos expansores e compactadores.

CÓDIGO

CMKE-22106

DESIGN ERGONÔMICO

ENCAIXE COM ENGATE RÁPIDO

MARTELO CIRÚRGICO

• É confeccionado em aço inoxidável e contém um protetor de Teflon que garante a eficiência de sua ulização com o

mínimo de trauma no procedimento.

• É ulizado opcionalmente nos expansores e compactadores.

CÓDIGO

MAR1225

MENOR TRAUMA

NO PROCEDIMENTO

-78-


INSTRUMETAL

Kits de Compactadores e Expansores

KIT

COMPACTADOR DE OSSO

KCO-2807A9

KIT

EXPANSOR DE OSSO

KEO-2807A9

KIT

EXPANSOR

DE OSSO COM ROSCA

KEOR-2807A9

• Confeccionado em aço inoxidável temperado;

• Ponta côncava;

• Ulizado para elevação do assoalho do seio

maxilar;

• Parte ava cônica em 4 diâmetros (2mm

- 3mm; 2,8mm - 3,7mm; 3,2mm - 4,2mm;

4mm - 5mm);

• Marcação do diâmetro na lateral de cada

instrumento;

• Acompanha Estojo do Kit de Compactador;

• Ulizado com a chave de mão (CMKE)

vendido separadamente;

• Autoclavável.

• Confeccionado em aço inoxidável temperado;

• Ponta convexa;

• Ulizado quando a espessura do osso é

delgada, executando sob pressão a expansão

óssea para a colocação do implante Colosso;

• Parte ava paralela em 6 diâmetros (2mm;

2,5mm; 3mm; 3,5mm; 4,0mm e 4,5mm);

• Marcação do diâmetro na lateral de cada

instrumento;

• Acompanha Estojo do Kit de Expansor;

• Ulizado com a chave de mão (CMKE)

vendido separadamente;

• Autoclavável.

• Confeccionado em aço inoxidável temperado;

• Ponta convexa com rosca;

• Ponta lança com rosca para facilitar a inserção

em regiões de dicil acesso;

• Ulizado conectado ao torquímetro;

• Parte ava paralela em 6 diâmetros (2,0mm;

2,5mm; 3,0mm; 3,5mm; 4,0mm e 4,5mm);

• Marcação a laser do diâmetro na base de

cada instrumento e na extremidade com

rosca, indicando a profundidade;

• Acompanha Estojo do Kit de Expansor;

• Autoclavável.

-79-


INSTRUMETAL

Kit de Enxerto

KIT

DE ENXERTO

KE-1585

• Estojo do Kit de Enxerto;

• Chave de Mão;

• Brocas curtas para contra-ângulo nos diâmetros: 1,1mm;

1,3mm e 1,6mm;

• Brocas longas para contra-ângulo nos diâmetros: 1,1mm;

1,3mm e 1,6mm;

• Haste de fixação do parafuso para chave de mão;

• Haste de fixação do parafuso para contra-ângulo;

• 12 Parafusos de fixação:

1,6 x 4,0mm - 2,0 x 4,0mm

1,6 x 6,0mm - 2,0 x 6,0mm

1,6 x 8,0mm - 2,0 x 8,0mm

1,6 x 10,0mm - 2,0 x 10,0mm

1,6 x 12,0mm - 2,0 x 12,0mm

1,6 x 14,0mm - 2,0 x 14,0mm

• Autoclavável.

-80-


CASOS CLÍNICOS

-81-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

45 44 41 33 35

PPLE

Pilar Calcinável

c/Term

CrCoMosem

Hexágono

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PETH

Pilar Calcinável

não Rotacional

do vPTHC

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PPLE

Pilar Calcinável

c/Term

CrCoMosem

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTHC

Pilar

Transmucoso

não Rotacional

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-82-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

Vista oclusal dos cicatrizadores

Remocão do cicatrizador anterior

Remocão dos cicatrizadores

Instalacão do pilar de transferência na região anterior

Instalacão dos pilares de transferencia para moldeira

fechada

Molde obdo com moldeira fechada apos confirmacão

radiografica do acoplamento dos pilares de transferências

aos implantes

Alivio do molde com silicona pesada nos nichos correspondentes

aos pilares de tranferencia

Molde obdo apos ulizacão da silicone leve

Instalacão dos pilares de tranferencia no molde apos

terem sido acoplados aos analogos

Molde do arco antagonico com alginato

Tomada da cor

Confeccão da gengiva arficial

-83-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

Vista oclusal dos cicatrizadores

Vazamento do gesso

Modelo de trabalho obdo imediatamente após a

presa do gesso, ainda com os pilares de transferência

Modelo de trabalho sem os pilares de transferência

Modelos superior e inferior relacionados entre si

Selecão dos com[ponentes protécos (pilar calcinável

com terminacão metalica sem hexágono)

Pilar transmucoso de tÂnio selecionado para a

posicão do 25

Pilar transmucoso de tânio instalado na posição do

25

Pilar calcinável instalado no transmucoso de tânio

Pilares calcináveis instalados

Pilar transmucoso não rotacional de tânio instalado

na posição do 11

-84-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

Pilar calcinável para o transmucoso não rotacional de

tânio

Pilares calcináveis em posição

Inicio da fixacão dos pilares calcináveis

Fixacão dos pilares calcináveis com resina

Adequação dos pilares calcinaveis em altura

Confirmacão da adequação da altura do pilar calcinável

anterior

Confirmação da altura dos pilares calcináveis posteriores

esquerdos

Enceramento sobre os pilares calcináveis

Adequação da altura dos pilares calcinaveis da direita

Enceramento sobre os pilares calcináveis

-85-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

Vista vesbular do enceramento

Estruturas protécas fundidas

Vista ocluso lateral das estruturas protécas fundidas

Vista anterior das estruturas fundidas

Vista oclusal das estruturas protécas fundidas

Aplicacão do opaco no inicio do processo de ceramizacão

da prótese anterior

plicacão do opaco sobre a estrutura metálica posterior

esquerda

Aplicacão do opaco sobre a estrutura metálica posterior

direita

Vista oclusal do opaco aplicado sobre as estruturas

metálicas

Fase da ceramizacão das próteses

Coroa anterior ceramizada

Prótese esquerda ceramizada

-86-


CASOS CLÍNICOS

CASO I - PACIENTE - C.

Prótese direita ceramizada

Vista oclusal das próteses metalocerâmicas

Vista oclusal com os cicatrizadores

Remoção dos cicatrizadores

Inslação da coroa anterior por parafusamento

Parafusamento da prótese posterior direita

Aperto com 30 N.Cm dos parafusos de fixação da

prótese superior direita

Remoção dos cicatrizadores do lado esquerdo

Aperto com 30 N.Cm dos parafusos de fixacão da

prótese superior direita

Obliteração dos furos da passagem dos parafusos

Fotopolimerização da resina obliteradora dos furos da

passagem dos parafusos

Resultado estéco anterior final

-87-


CASOS CLÍNICOS

CASO II - PACIENTE - I. B.

22 23

PPC

Pilar Padrão

Adaptável

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-88-


CASOS CLÍNICOS

CASO II - PACIENTE - I. B.

Incisão para descolamento do retalho

Descolamento do retalho para localização dos

implantes

Remoção dos tapa implantes

Instalação dos cicatrizadores

Sutura do retalho

Instalação dos pilares de transferência para moldeira

fechada

Comprovação radiográfica do adequado acoplamento

dos pilares nos implantes

Molde com silicone pesado

Molde com silicone leve após alivio dos nichos correspondentes

aos pilares protécos

Transferência dos pilares protécos para o molde após

acoplá-los aos análogos

Prótese no modelo finalizada

-89-


CASOS CLÍNICOS

CASO II - PACIENTE - I. B.

Vista oclusal da prótese mista (cimentada no 22 e

parafusada no 23) finalizada

Cicatrizadores em posição

Remoção dos cicatrizadores e instalação no 22 do pilar

padrão já adaptado e apertado com 30N.Cm

Vista cervical da prótese

Colocação do cimento a base de elgenol no 22

Instalação da prótese

Aperto do parafuso de fixação no 23 com 30N.Cm

Vista oclusal da passagem do parafuso obliterada

parcialmente com gutapercha

Obliteração da passagem do parafuso com resina

fotopolimerizável

Fotopolimerização da resina

Aspecto vesbular da prótese instalada

-90-


CASOS CLÍNICOS

CASO III - PACIENTE - E. D.

12 11 22

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-91-


CASOS CLÍNICOS

CASO III - PACIENTE - E. D.

Cicatrizadores em posição.

Remoção dos cicatrizadores.

Vista sem os cicatrizadores.

Início da instalação dos pilares de transferência para

moldeira fechada

Pilares de transferência para moldeira fechada

instalados.

Moldagem superior com os pilares em posição após

confirmação radiográfica do adequado acoplamento

dos pilares aos implantes.

Molde obdo com silicone pesada.

Molde com silicone leve obdo após alívio dos nichos

correspondentes aos pilares protécos.

Vista vesbular da estrutura metálica da prótese fixa

no modelo de trabalho.

Vista oclusal da estrutura protéca no modelo de

trabalho.

Vista lateral da estrutura protéca no modelo de

trabalho.

Cicatrizadores removidos.

-92-


CASOS CLÍNICOS

CASO III - PACIENTE - E. D.

Vista cervical da estrutura protéca.

Vista vesbular da estrutura protéca

Estrutura protéca instalada na boca para prova.

Vista vesbular da estrutura protéca instalada na

boca

Tomada da na relação maxilo mandibular em máxima

intercuspidação com resina autopolimerizável.

Tomada da cor.

Aplicação do opaco para início da ceramização.

Primeira aplicação da cerâmica.

Connuação da ceramização.

Ceramização final da estrutura metálica.

-93-


CASOS CLÍNICOS

CASO III - PACIENTE - E. D.

Prótese no modelo.

Vista oclusal da prótese no modelo.

Close da prótese no modelo.

Vista da estrutura metálica ceramizada.

Vista oclusal da prótese instalada na boca.

Vista vesbular da prótese instalada na boca.

Obliteração com resina fotopolimerizável dos furos da

passagem dos parafusos.

Resultado estéco final com o lábio em repouso.

-94-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

45 44 41 33 35

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PTT

Pilar Transf.

Moldeira

Fechada

para PTC

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTT

Pilar Transf.

Moldeira

Fechada

para PTC

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-95-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Vista gengival no início do segundo tempo cirúrgico.

Exposição dos implantes.

Cicatrizadores acima do nível gengival circundados por

gengiva inserida.

Cicatrizadores após reparo gengival.

Arco antagônico.

Planos de cera instalados na boca.

Obtenção dos planos oclusais com a régua de Fox.

Vista lateral da ulização da régua de Fox.

Relação maxilo mandibulr com a marcação da linha

media, dos caninos e do sorriso.

Montagem dos dentes inferiores.

Montagem dos dentes superiores.

Montagem dos dentes superiores.

-96-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Avaliação estéca da montagem dos dentes.

Modelo no qual sera reposicionada a prótese total

para a confecção da muralha de silicone.

Muralha de cera confeccionada a parr da montagem

dos dentes.

Muralha de silicone delimitando o espaço disponível

para a confecção da estrutura metálica do protocólo

inferior.

Seleção dos componentes protécos.

Confecção de retenções nos pilares calcináveis.

Comprovação da posição dos pilares em relação ao

espaco disponível.

Início da ferulização dos pilares calcináveis com resina

autopolimerizante.

Pilares calcináveis ferulizados e com a barra em resina.

Corte do excedente dos pilares calcináveis.

Vista oclusal da barra em resina.

-97-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Confirmação do espaço ocupado pela barra.

Complementação do enceramento da barra.

Enceramento da barra finalizado.

Canais de alimentação para a fundição da barra.

Enceramento posicionado no cadinho para fundição.

Vista superior do enceramento no cadinho.

Revesmento contendo o enceramento no seu

interior.

Fundição da liga metálica.

Metal injetado no cadinho.

Vista oclusal da estrutura metálica fundida e limpa.

Acabamento da estrutura metálica.

-98-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Modelo de trabalho com transmucosos de tânio nas

posições distais.

Vista oclusal da estrutura metálica instalada no

modelo.

Estrutura metálica instalada no modelos.

Estrutura metálica em relação a área disponível

estabelecida pela muralha de silicone a parr da

montagem e prova dos dentes.

Início da montagem dos dentes sobre a estrutura

metálica.

Finalização do enceramento do protocólo.

Vista oclusal do protocolo encerado.

Prótese total superior arculada com o protocolo

inferior.

Arco inferior com os cicatrizadores.

Arco inferior com os transmucosos de tânio instalados

nas posições distais.

Arco superior.

-99-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Prótese total superior e protocolo inferior instalados

para prova.

Mordida em cera da relação maxilo mandibular para o

refinamento da oclusão entre as próteses.

Inclusão do protocolo na mufla 1.

Inclusão do protocolo na mufla 2.

Inclusão do protocolo da mufla 3.

Inclusão do protocolo na mufla 4.

Inclusão do protocolo na mufla 5.

Inclusão do protocolo na mufla 6.

Inclusão do protocolo na mufla 7.

Inclusão do protocolo na mufla 8.

Inclusão do protocolo na mufla 8.

Inclusão do protocolo na mufla 9.

-100-


CASOS CLÍNICOS

CASO IV - PACIENTE - Z.

Inclusão do protocolo na mufla 9.

Protocolo prensado em resina.

Acabamento da resina.

Protocolo finalizado.

Transmucosos de tânio distais instalados na boca.

Prótese total e protocolo instalados na boca.

Vista lateral direita das próteses.

Vista lateral esquerda das próteses.

Resultado estéco das próteses.

-101-


CASOS CLÍNICOS

CASO V - PACIENTE - C. R.

13/14/16/17/18 24/27/28 25 26 26

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PAC

Pilar Angulado

Adaptável

Colosso

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PPLE

Pilar Calcinável

c/ Term.

CrCoMo sem

Hexágono

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-102-


CASOS CLÍNICOS

CASO V - PACIENTE - C. R.

Aspecto gengival no in[Icio da segunda fase cirúrgica.

Aspecto gengival no in[Icio da segunda fase cirúrgica.

Incisão da fibromucosa dividindo a gengiva inserida e

localização dos implantes.

Sustuição dos tapas-implantes pelos cicatrizadores.

OBS: Cicatrizadores selecionados deverão ficar expostos

no minimo 1mm, e conter ao seu redor gengiva

inserida.

Sustuição dos tapas-implantes pelos cicatrizadores.

OBS: Cicatrizadores selecionados deverão ficar expostos

no minimo 1mm, e conter ao seu redor gengiva

inserida.

Remoção das suturas.

Remoção das suturas.

Substuição dos cicatrizadores por pilares de trasferência

para moldeira fechada.

Pilares de trasferência para moldeira fechada instalados.

(OBS: tomada radiografica para cerficação do

acoplamento total dos pilares nos implantes.)

Substuição dos cicatrizadores por pilares de trasferência

para moldeira fechada.

Moldagem inferior com silicone pesada.

Moldagem inferior com silicona leve, após alívio da

silicona pesada nos nichos dos pilares.

-103-


CASOS CLÍNICOS

CASO V - PACIENTE - C. R.

Confeccao de gengiva arficial após remoção do pilar

de trasferência dos implantes e acoplamento aos

análogos e trasferência do conjunto para o molde.

Gengiva arficial confeccionada com recorte terminal

da gengiva arficial.OBS: a Gengiva arficial deve

conter uma espessura minima de 5 mm, lhe conferindo

resistencia mecanica para manipulação no laboratório.

Gengiva arficial superior finalizada.

Modelo de trabalho superior após o vazamento do

gesso pedra e confecção da chapa de prova superior.

Modelo de trabalho superior após o vazamento do

gesso pedra e confecção da chapa de prova inferior.

Confecção do plano de cera para tomada da relação

maxilo mandibular.

Chapa de prova com plano de cera em posição.

Adequação do plano de cera.

Relação maxilo mandibular já com as referências de

linha media, linha do sorriso e dos caninos.

Prova da montagem dos dentes, sinalizando nova

referência incisal.

-104-


CASOS CLÍNICOS

CASO V - PACIENTE - C. R.

Cicatrizadores superiores após reparo tecidual.

Cicatrizadores inferiores após reparo tecidual.

Vista superior e inferior dos cicatrizadores após reparo

tecidual.

Inatalação dos transmucosos.

1 2

3

a)Transmucosos padrão ulizados nas posições 16, 17

e 27. b) Transmucoso ulizado na posição 26 . c) Pilar

angulado na posição 25.

Pilar angulado e transmucosos instalados.

-105-


CASOS CLÍNICOS

CASO V - PACIENTE - C. R.

Vista oclusal do protocolo superior em posição.

Vista vesbular do protocolo superior.

Implantes inferiores em condição de receber o protocolo

inferior.

Vista vesbular dos protocolos superior e inferior.

Vista lateral direita dos protocolos superior e inferior.

Vista lateral esquerda dos protocolos superior e

inferior.

Vista oclusal do protocolo superior

Vista oclusal do protocolo inferior.

Fotopolimerização das obliterações dos furos com

resina.

Resultado estéco final.

Sorriso retratando o resultado final.

-106-


CASOS CLÍNICOS

CASO VI - PACIENTE - C. H.

22

PPC

Pilar Padrão

Adaptável

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-107-


CASOS CLÍNICOS

CASO VI - PACIENTE - C. H.

Aspecto inicial

Aplicação de anestesia

Descolamento da gengiva

Início da perfuração com a Broca Lança

Ulização do paralelômetro.

Penúlma broca da sequência de perfuração para

implantes de 3,3mm, broca helicoidal de 2,8mm

Úlma broca da sequência, broca piloto 3,2mm

Inserção do implante com batoque

Implante instalado em nível ósseo

-108-


CASOS CLÍNICOS

CASO VI - PACIENTE - C. H.

Colocação do tapa implante

Sutura.

Colocação de prótese provisória

Implante exposto

Instalação do Pilar de Tranferência de Moldeira

fechada.

Pilar Instalado

Radiografia para confirmação do encaixe entre pilar

e implante

Moldagem com silicone pesada.

Alívio na região no implante

Moldagem com silicone leve.

-109-


CASOS CLÍNICOS

CASO VI - PACIENTE - C. H.

Pilar padrão adaptável curto

Coping do pilar em metal

Metal com aplicação de opaco

Prótese terminada com aplicação de cerâmica e glaze

Vista oclusal da prótese

Cimentação da prótese

Resultado final

Sorriso retratando o resultado final

-110-


CASOS CLÍNICOS

CASO VII - PACIENTE - J. M.

26 25 24 22

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PPC

Pilar Padrão

Adaptável

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PPLE

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante

Hexágono

Externo

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-111-


CASOS CLÍNICOS

CASO VII - PACIENTE - J. M.

Aspecto inicial

Início da incisão

Descolamento da gengiva e exposição do osso

Início da perfuração

Verificação do paralelismo das perfurações

Verificação do paralelismo das perfurações

Implantes instalados e com tapa

Implantes expostos com cicatrizadores padrão

Pilares de tranferência de moldeira fechada posicionados

para a moldagem

Moldagem com silicone pesada

Alívio na região no implante

-112-


CASOS CLÍNICOS

CASO VII - PACIENTE - J. M.

Moldagem com silicone leve.

Posicionamento dos análogos dos implantes

Na posição dos elementos 24 e 26 foram ulizados

pilares trasmucosos de tânio e no 25 pilar padrão

curto.

Prova da estrutura metálica

Vista da estrutura em oclusão

Impressão da mordida em cera

impressão da mordida

Estrutura metálica antes da ceramização

Instalação dos pilares para receber a prótese

Vista oclusal do trabalho

Vista vesbular do trabalho

-113-


CASOS CLÍNICOS

CASO VII - PACIENTE - J. M.

Fixação da prótese com utlização da chave hexagonal

1,2mm e finalização com torquímetro aferindo o

torque de 35N.cm

Prótese instalada

Finalização do trabalho

Metal com aplicação de opaco

Sorriso final

-114-


CASOS CLÍNICOS

CASO VIII - PACIENTE - M. Z.

33/43

MFOR

mini cápsula de

retenção

EPRO

Anel espaçador

PRO

Piar de

Retenção

O´ring Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-115-


CASOS CLÍNICOS

CASO VIII - PACIENTE - M. Z.

Raio-X do caso

Exposição

Incisão para expor o implante

Implantes expostos e cicatrizadores instalados

Pilares de transferência posicionados

Moldagem com silicone pesado, e cera para preservar

a posição e alívio do transferente

Moldagem com silicone leve

Análogos encaixados nos tranferentes e posicionados

na moldagem

Gengiva arficial

Plano de cera, difinindo linha média

-116-


CASOS CLÍNICOS

CASO VIII - PACIENTE - M. Z.

Instalação dos pilares de retenção o´ring

Pilares de retenção o´ring instalados

Posicionamento do anel espaçador

Anel espaçador e mini fêmea acoplados ao o´ring

Desgaste da prótese para alocação das mini-fêmeas

Preparação para captura

Preparação para captura

Aplicação de resina para captura da mini-fêmea

Mini-fêmeas capturadas na rpótese

Sorriso final

-117-


CASOS CLÍNICOS

CASO IX - PACIENTE - S. L.

22

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-118-


CASOS CLÍNICOS

CASO IX - PACIENTE - S. L.

Visão Inicial

Incisão

Início da perfuraçao com a broca lança

Uso do paralelômetro

Broca piloto e prolongador de broca

Perfuração Broca helicoidal e prolongador

Broca piloto e prolongador de broca

Vista da perfuração

Colocação do implante

-119-


CASOS CLÍNICOS

CASO IX - PACIENTE - S. L.

Instalação do implante com intermediário e

torquímetro

Aperto e Aferição do torque

Implante instalado

Colocação do Tapa implante com chave hexágonal

1,2mm

Sutura

Remoção do tapa-implante

Posicionamento do pilar de tranferência

Moldagem de transferência com Material Pesado

Moldagem de transferência com Material LEVE

Transferente e análogo posicionado

Prótese finalizada

-120-


CASOS CLÍNICOS

CASO IX - PACIENTE - S. L.

Prótese parafusada construída a parr do Pilar

Calcinável com Terminação CrCoMo com

Hexágono

Instalação da prótese com a chave Hexagonal 1,2

mm

Intermediário do torquímetro curto (ICCU)

Aperto e aferição do torque

Obliteração

Aplicação do fotopolimerizador

Sorriso final

-121-


CASOS CLÍNICOS

CASO X - PACIENTE - E. A.

13/23/33/43

MPPO

Mini Pilar de

Retenção O’ring

Calcinável Colosso

PTMF

Pilar de Tranferência

para Moldeira Fechada

CPC

Cicatrizador Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-122-


CASOS CLÍNICOS

CASO X - PACIENTE - E. A.

Vista inicial antes da Exposição

Vista inicial antes da Exposição

Exposição

Implante exposto

Remoção do Tapa Implantes com a chave hexágonal

1,2mm

Cicatrizadores instalados

Exposição com uso do bisturi circular longo de 4.0

Implante exposto e com tapa-implante rerado

Exposição com uso do bisturi circular longo de 4.0

Cicatrizadores instalados

-123-


CASOS CLÍNICOS

CASO X - PACIENTE - E. A.

Pilares de Transferência Posicionados

Moldagem Superior com Material Pesado e Cera

Moldagem Superior com Material Pesado com alívio

Moldagem Superior com Material Leve

Transferentes e análogos posicionados

Aplicação da gengiva arficial

Pilares de Transferência Posicionados

Moldagem Superior com Material Pesado com alívio

Moldagem com material leve, análogos e transferentes

posicionados e gengiva arficial

Plano de cera

Plano de cera

Plano de cera

-124-


CASOS CLÍNICOS

CASO X - PACIENTE - E. A.

Plano de cera

Definição da Linha média

Definição da Linha do sorriso

Planos de cera com as marcações

Tomada da Cor

Prótese em Cera para prova

Prova dos dentes

Orings personalizados e instalados

Orings personalizados com mini-fêmeas acoplados

Orings personalizados e instalados

-125-


CASOS CLÍNICOS

CASO X - PACIENTE - E. A.

Orings personalizados e instalados

Reembasamento da prova em cera

Reembasamento da prova em cera

Reembasamento da prova em cera

O´rings personalizados instalados

O´rings personalizados instalados

Preparação para captura da mini-fêmea

Preparação para captura da mini-fêmea

Preparação para captura da mini-fêmea

Mini-fêmeas capturadas

Sorriso final

-126-


CASOS CLÍNICOS

CASO XI - PACIENTE - L.

22

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-127-


CASOS CLÍNICOS

CASO XI - PACIENTE - L.

Assepsia extra oral

Visão inicial

Aplicação da anestesia

Aplicação da anestesia

Início da incisão

Gengiva descolada e osso esposto

Início da perfuração com a Broca Lança 2,0mm

Conferência do paralelismo da perfuração, ulizando

o paralelômetro

connuação da perfuração com broca piloto

Ulização do expansor de osso

Connuação da perfuração com broca helicoidal

Connuação da perfuração com broca helicoidal

-128-


CASOS CLÍNICOS

CASO XI - PACIENTE - L.

Broca piloto

Implante instalado em nível ósseo

Aplicação de enxerto com osso liofilizado no defeito

ósseo para corrigir a estéca

colocação da membrana de colágeno

Sutura

Prótese finalizada

Rerada do Cicatrizadorjá exposto

Visão do implante, nota-se a conformação da gengiva

queranizada em volta do espaço do cicatrizador

Prótese instalada e Parafusada

Procedimento de obliteração, com resina fotopolimerizável

Aplicação do fotopolimerizador.

Resultado Final

-129-


CASOS CLÍNICOS

CASO XII - PACIENTE - S.M.T.

11/12/22

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-130-


CASOS CLÍNICOS

CASO XII - PACIENTE - S.M.T.

Visão inicial

Anestesia

Descolamento da gengiva

Exposição do osso

Início da perfuração

Conferência do paralelismo, com uso do paralelômetro

em relação aos dentes

Conferência do paralelismo, com uso do paralelômetro

em relação as perfurações realizadas

Início da perfuração no espaço do 22

Aspecto geral da loja cirúrgica

Início da Instalação do Implante ECIE de 3,3mm na

posição12

Ulização do Intermediário longo de 2,4mm

Implante instalado com Intermediário longo 2,4mm e

Torquímetro universal Colosso

-131-


CASOS CLÍNICOS

CASO XII - PACIENTE - S.M.T.

Instalação do Implante ECIE 3,3mm na posição 11

Implantes instalados em nível ósseo

Instalação do Implante ECIE 3,3mm na posição 22

Sutura

Aspecto inicial antes da exposiçao

Exposição realizada ulizando o Bisturi Circular

BCL-3320

Implante exposto com tapa-implante rerado

colocação do Cicatrizador CPC-3303

Cicatrizadores instalados

Prótese instalada e obliterada

Resultado final

Sorriso final

-132-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIII - PACIENTE - R. A.

13 25 24/26/27 32/33/41/42

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante

Hexágono

Externo

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-133-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIII - PACIENTE - R. A.

Aspecto Inicial

Incisão inicial

Conferência do Paralelismo, uso dos paralelômetros

PRC-2530

Implantes instalados em nível ósseo com tapaimplantes

Sutura

Exposição do Implantes e instalação dos cicatrizadores

CPC 3302

Cicatrizadores instalados e sutura

Exposição dos implantes Superiores

Instalação dos pilares transmucosos PTC e PTP e

colocação dos protetores PPT e PPP

Implantes expostos, protetores e pilares tranmucosos

instalados e sutura

Vista ocusa da prótese inferior

-134-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIII - PACIENTE - R. A.

Vista vesbular da prótese em Cera

Vista oclusal da Prótese em Cera Superior

Vista vesbular da Prótese em Cera Superior

Prova dos dentes em Cera

Prótese finalizada

Prótese inferior instalada

Preparação para captura da mini-fêmea

Prótese finalizada

Prótese Superior Instalada

Sorriso Final

-135-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIV - PACIENTE - D.

13 15 16 23 25 26 35/36/37/45/46/47

PAC

Pilar Angulado

Adaptável

Colosso

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PACHE

Pilar Angulado

Adaptável

para HE

PAC

Pilar Angulado

Adaptável

Colosso

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PPLEHHE

Pilar Calcinável com

Terminação CrCoMo

com Hexágono Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

Pilar Transf.

Moldeira

Fechada

para PTP

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

Pilar Transf.

Moldeira

Fechada

para PTP

PTMFHE

Pilar de Tranferência

para Moldeira Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

CPCHE

Cicatrizador Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante

Hexágono

Externo

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante Hexágono

Externo EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-136-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIV - PACIENTE - D.

Aspecto inicial

Aspecto inicial

Implantes Expostos 35,36 e 37

Implantes Expostos 45,46 e 47

Planos de cera com as marcações

Tomada da Cor

Prótese em Cera para prova

Pilares de Transferência para Moldeira Fechada

PTMFHE 3512

Moldagem de tranferência com Análogo e Tranferentes

instalados

Pilares de Transferência para Moldeira Fechada

Moldagem de tranferência com Análogo e Tranferentes

instalados

Plano de Cera inferior

-137-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIV - PACIENTE - D.

Plano de Cera Superior

Compasso de Willis

Adaptação do plano ulizando Curva de Wilson

Marcação da linha média

Linha média e linha do sorriso definidos

Adaptação do plano inferior

Plano de Cera

Seleção dos pilares calcináveis e união em duralay

Pilares calcináveis cortados e encerados

Pilares calcináveis cortados e encerados

Pilares calcináveis cortados e encerados

Seleção de componentes

-138-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIV - PACIENTE - D.

Produção da Barra em Cera e Duralay

Prótese em metal aguardando Ceramização

Prova da Estrutura em Cera

Prova do metal

Protese finalizada

Protese finalizada

Prótese finalizada

Pilares adáptáveis e tranmucosos Padrão instalados

na boca

-139-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIV - PACIENTE - D.

Fixação da Prótese coma Chave hexágonal de 1,2mm

Aperto e Aferição do torque com Torquímtero Universal

Colosso

Obliteração

Obliteração

Foto polimerização

Sorriso final

-140-


CASOS CLÍNICOS

CASO XV - PACIENTE - R.R.S.

36 45/46

PPLEHHE

Pilar Calcinável

c/ Terminação

CrCoMo com

Hexágono

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PPLEHHE

Pilar Calcinável

c/ Terminação

CrCoMo sem

Hexágono

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante

Hexágono

Externo EVOLU-

TION

IHE

Implante

Hexágono

Externo EVOLU-

TION

-141-


CASOS CLÍNICOS

CASO XV - PACIENTE - R.R.S.

Aspecto Inicial

Aspecto Inicial

Osso exposto, início de perfuração coma Broca Lança

BALC -2020

Conferência do paralelismo, com uso dos Paralelômetros

PRC-2223

Instalação do Implante IHE-3,3 na posição 57

Instalação do Implante IHE-3,3 na posição 45 com

trepanação devido a pouca espessura de osso

disponível

Enxerto de osso liofilizado na posição 45

Colocação da membrada de colágeno sobre o osso

liofilizado

Sutura

Implante instalado em nível ósseo na posição 36

Cicatrizador Padrão CPC-3303 instalado no 36

Foram ulizados pilares PTPHE e tranferente TFPTP

para a transferência da posição do implantes

-142-


CASOS CLÍNICOS

CASO XV - PACIENTE - R.R.S.

Moldagem com sicilone Pesada

Alívio da moldagem

Moldagem com silicone leve, gengiva arficial e a

nálogos

Definição da Linha do sorriso

Prótese Finalizada

Prótese Finalizada

Vista oclusal do modelo de trabalho

Prótese instalada posição 36

Processo de obliteração

Processo de obliteração

Aplicação de opaco

-143-


CASOS CLÍNICOS

CASO XV - PACIENTE - R.R.S.

Aplicação de opaco

Fotopolimerização do opaco Próteses instaladas e obliteradas Resultado final

Resultado final

-144-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVI - PACIENTE - Z.S.

14 24 25

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

PELP

Pilar Calcinável

Terminação em

CrCoMo do PTP

PTP

Pilar Transmucoso

Padrão

Colosso

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PLET

Pilar Calcinável

Rotacional c/

Term. CrCoMo

do PTC

PTT

Pilar Transf.

Moldeira

Fechada

para PTC

PTC

Pilar Transmucoso

de Titânio

Colosso

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-145-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVI - PACIENTE - Z.S.

Aspecto Inicial

Incisão inicial

Descolamento da gengiva e exposição do osso

Perfuração com broca lança BALC 2020 ulizando o

Paralelômetro PRC 2223 para referência

Conferência do paralelismo

Broca piloto 2,0/2,5 BAPC 2511 dando connuidade

a perfuração

Ulização do expansor de osso devido a baixa densidade

do osso

Aspecto da loja cirúrgica

Intlação do Implante ECEI 4,0

Connuidade da instalação com uso do intermediário

de 2,4mm INLC 2420 e Torquímetro Universal Colosso

TC 0504

Implante instalado e com tapa-implante

Ulização do expansor de osso devido a baixa densidade

do osso

-146-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVI - PACIENTE - Z.S.

Instalação do Implante ECIE 4,0 com o Intermediário

INLC 2420 e chave Bidigital Curta CBCC 8310

Implantes instalados

Aspecto Inicial

Gengiva descolada, osso exposto e desgastado para

elevar o teto do seio nasal

Osso cortado sem romper a membrana do seio

O osso é posicionado cuidadosamente para que

ocorra o rompimento da membrana

Enxerto de ramo da mandíbula

Osso rerado

Aspecto após a rerada do bloco

Osso triturado

Osso regado com soro fisiológico

-147-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVI - PACIENTE - Z.S.

Início da perfuração com a Broca Lança BALC 2020

Instalação do Implante ECEI 4,0

Implante instalado

Enxerto com osso triturado

Colocação da membrada de colágeno

Sutura

Implantes expostos e cicatrizadores Padrão CPC 4003

instalados

Pilares de Transferência de Moldeira Fechada

PTMF 4012 colocados em posição

Pilar de Transferência de Moldeira Fechada

PTMF 4012 colocado em posição

Moldagem com silicone pesada

Alívio nas regiões do implante

Moldagem com silicone leve

-148-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVI - PACIENTE - Z.S.

Pilar Transmucoso Padrão PTP4003 na posição 24 e

Pilar Transmucoso de Titânio Colosso na posição 25

Proteses Instaladas e obliteradas Resultado Final Resultado Final

Sorriso Final

-149-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVII - PACIENTE - E.T.D.

31/33/35/43/45

PLET

Pilar Calcinável Rotacional

c/ Term. CrCoMo

do PTC

Pilar Transf.

Moldeira Fechada

para PTC

PTC

Pilar Transmucoso de

Titânio Colosso

CPC

Cicatrizador Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-150-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVII - PACIENTE - E.T.D.

Aspecto Inicial

Implantes instalados e com tapa implante

Sutura

Implantes expostos

Foram instalados Pilares Transmucosos Padrão PTC w

Pilares de tranferência Moleira Fechada para PTP

Moldagem final com análogos e pilares instalados

Plano de Cera

Adaptação do plano de cera com Curva de Wilson

Plasficação do plano de cera

Medição da Altura da Mordida com compasso de

Willis

Plano de cera com marcações de linha média e linha

do sorriso

Estrutura em cera

-151-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVII - PACIENTE - E.T.D.

Estrutura em Cera Prótese Total

Prova dos dentes em cera

Prótese finalizada

Vista oclusal

Vista vesbular do trabalho

Trabalho instalado

Sorriso final

-152-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVIII - PACIENTE - I.V.

16 36

PPLEHHE

Pilar Calcinável

c/ Terminação

CrCoMo com

Hexágono

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPCHE

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

IHE

Implante

Hexágono

Externo EVOLU-

TION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-153-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVIII - PACIENTE - I.V.

Aspecto Inicial

Aspecto Inicial

Aplicação da anestesia

Incisão inicial

Descolamento da gengiva

Início da perfuração com a Broca Lança BALC 2020

ConferÊncia do Paralelismo, ulizando o paralelômetro

PRC 2223

Conferência da Profundidade da loja para a escolha do

implante, ulizando o Profundímetro PRC 2530

Inserção do Implante ECEI 4,0 com o Batoque plásco

Connuidade da instalação com Intermediário Curto

de 2,4mm INCC 2415 e Chave Bidigital curta

CHCC 1210

Aperto final e mensuração do torque, ulizando o

Torquímetro Universal Colosso TC 0504

-154-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVIII - PACIENTE - I.V.

Implante Instalado em nível ósseo

Cicatrizador Padrão CPC 4003 instalado sobre o

implante

Descolamento da gengica e exposição do osso

Início da inserção do implante através do batoque

plásco

Connuidade da instalação com Intermediário Curto

de 2,4mm INCC 2415 e Chave Bidigital curta

CHCC 1210

Implante IHE 4,0 Instalado em nível ósseo

Tapa-implante colocado sobre o implante IHE

Sutura

Cicatrizador

tapa-implante exposto

Conformação de gengiva ao redor do espaço do

cicatrizador

Conformação de gengiva ao redor do espaço do tapa

implante

-155-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVIII - PACIENTE - I.V.

Pilar de Transferência Moldeira Fechada PTMF 4012

posicionado

Pilar de Transferência Moldeira Fechada para HE

PTMFHE 4012 posicionado

Moldagem final obda

Moldagem final obda

Modelo de Trabalho

Modelo de Trabalho

Metla com Aplicação de opaco

Prótese finalizada

Prótese finalizada

Prótese instalado

Processo de obliteração

-156-


CASOS CLÍNICOS

CASO XVIII - PACIENTE - I.V.

Aplicação de opaco

Fotopolimerização do opaco

Aplicação de Resina fotopolimerizante

Fotopolimerização

Resultado final

Prótese instalada

Aplicação do opaco

Fotopolimerização do opaco

Aplicação de Resina fotopolimerizante

Fotopolimerização

Furo obliterado

Resultado final

-157-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIX - PACIENTE - V.S.

11/12 15 22 24 34 35/36

PPLE

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PPLEH

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo com

Hexágono

PAC

Pilar Angulado

Adaptável

Colosso

PPLE

Pilar Calcinável

com Term. em

CrCoMo sem

Hexágono

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMF

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

PTMFHE

Pilar de

Tranferência

para Moldeira

Fechada

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

CPC

Cicatrizador

Padrão

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

ECIE

Implante ECI

EVOLUTION

-158-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIX - PACIENTE - V.S.

Aspecto Inicial

Aplicação da anestesia

Incisão inicial

Descolamento da gengiva e exposição do osso

Posição 22 perfurada e conferência do paralelismo

Aspecto da loja cirúrgica

Inserção do implante atravé do batoque cirúrgico

Implante instalado em nível ósseo na posição 24

Tapa-implante colocado sobre o implante

Intalação do Implante ECEI 3,0 na posição 22

Aperto final com Torquímetro Univesarl Colosso

TC 0504

Descolamento da gengiva e exposição do osso

-159-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIX - PACIENTE - V.S.

Início da perfunração com a Broca Lança BALC 2020

Início de perfuração na posição 12 tomando como

referência o Paralelômetro na posição 11

Conferência do paralelismo

Connuidade da perfuração da loja cirúrgica

Implantes instalados

implantes instalados e com tapa

Aspecto inicial

Aspecto da perfuração

Implante instalado e com tapa-implante

Sutura

Aspecto inicial ante da exposição

Implantes expostos e com Cicatrizadores Padrão CPC

-160-


CASOS CLÍNICOS

CASO XIX - PACIENTE - V.S.

vista oclusal do modelo de trabalho

Vista vesbular do modelo de trabalho

Vista Oclusal dos Implantes

Próteses Instaladas

Obliteração

Obliteração

Fotopolimerização

Instalação da Prótese Inferior

Sorriso final

oclusão

-161-


GUIA PRÁTICO PARA SUA ATIVIDADE DIÁRIA COM O SISTEMA COLOSSO DE IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS

• Lembre-se que a implantodona osseointegrada está fundamentada

no controle dos fatores traumatogênicos.

• Seja cuidadoso.

• Dê início a um trabalho bem sucedido fazendo um bom

planejamento estéco, radiográfico, cirúrgico, protéco e

biomecânico.

• Não esqueça que uma radiografia panorâmica pode apresentar

imagens aumentadas em até 50%, ainda que na média seja

30% na região posterior e 10% na região anterior. Na dúvida,

complemente sua avaliação com uma radiografia periapical. Se

necessário, solicite uma tomografia.

• Não dispense o guia cirúrgico nem mesmo para implantações

unitárias.

• Implante seguro se faz em osso sadio, qualitavamente

adequado e quantavamente suficiente. O desrespeito a

um dos três fatores pode diminuir sua segurança na execução

do trabalho e a longevidade de ambos (isso mesmo, sua e do

trabalho!).

• Implantes unitários devem ter no mínimo o tamanho da coroa

clínica. Melhor se for duas vezes maior.

• Instale sempre o implante de maior comprimento e diâmetro

que sua localização permir.

• Geralmente, implantes menores que 10,0mm em reabilitações

unitárias apresentam, em princípio, maior potencial de

desequilíbrio biomecânico.

• Ao reabilitar um paciente, não hesite em associar com o implante

dentes naturais com boa inserção óssea, que já tenham

sido portadores de uma prótese fixa.

• Em perdas unitárias de molares, quando o espaço permir

(>12,0mm), e a altura do osso for escassa instale dois implantes

para a sustentação de uma coroa.

• Quando implantar dois cilindros para a sustentação de um

molar, faça-o ulizando os paralelômetros. Eles assegurarão

uma inclinação para os implantes que viabilizará a moldagem na

fase protéca.

• Em implantações múlplas conguas, ferulize os implantes

entre si.

• Sempre. Implantes individualizados têm menos resistência e

estabilidade do que implantes unidos.

• Nos desdentados posteriores, quando ulizar três implantes,

se possível, coloque-os desalinhados e ligeiramente divergentes.

• Use o paralelômetro para assegurar que as inclinações não

sejam excessivas a ponto de dificultar ou impedir a moldagem.

• Durante o corte do osso, quando houver insegurança pela

aproximação de um reparo anatômico nobre, radiografe para

melhor se localizar.

• Se a sua opção for por implantar em um único tempo cirúrgico,

oriente o paciente para que, depois de ocorrida a reparação

da ferida cirúrgica, higienize os cicatrizadores com escova dental

e um colutório.

• A implantação mais segura possível ainda é a executada com

visão direta da anatomia óssea e carga mediata.

• Ao instalar um pilar de transferência, um componente

protéco ou uma prótese conectada diretamente ao implante,

cerfique-se através de uma tomada radiográfica que o assentamento

entre as partes esteja adequado, sem solução de

connuidade.

• Sempre que possível ulize pilares protécos pré-fabricados.

• Evite ulizar pilares que não tenham sido produzidos pela

própria Emfils. Há clones dos pilares Emfils no mercado que,

embora um pouco mais baratos, não possuem a mesma precisão

e reproduvidade do que os pilares originais, consequentemente

não darão a mesma estabilidade lateral à prótese.

• Duas supercies usinadas quando acopladas propiciam melhor

precisão de assentamento do que uma supercie usinada

com uma fundida, que por sua vez é superior ao acoplamento

de duas supercies fundidas.

• Roneiramente, 80% dos trabalhos serão solucionados com

pilares pré-fabricados.

-162-

• Na maioria dos casos, para próteses cimentadas serão ulizados:

Pilar Padrão Adaptável de Titânio Curto (PPC), Pilar Padrão

Adaptável de Titânio Longo (PPL) ou Pilar Angulado Adaptável

de Titânio (PAC).

• Na maioria dos casos, para próteses parafusadas serão ulizados:

Pilar Transmucoso Padrão de Titânio (PTP), Pilar Transmucoso

Rotacional de Titânio (PTC) ou Pilar Transmucoso não

Rotacional de Titânio (PTHC). Em parcular os dois primeiros.

• Se a sua opção for por uma prótese parafusada e o eixo de

inserção de um ou mais implantes esver para vesbular, a

solução mais práca e econômica será substuir o transmucoso

correspondente por um pilar angulado e transformar a prótese

em uma prótese mista cimentada-parafusada.

• Para facilitar o posicionamento do pilar protéco na boca do

paciente, sugira ao laboratório que marque a vesbular dos

mesmos. Se necessário, é possível a ulização de pilares de

menor diâmetro que o implante.

• Ao parafusar um pilar protéco ou uma prótese, com ou sem

transmucoso, reaperte os parafusos após duas ou três semanas.

• Se dispuser de um torquímetro, basta um único aperto com

30N.Cm. A ulização do torquímetro aumenta a eficácia do

aperto dos parafusos e componentes protécos.

• Nas próteses fixas sobre implantes diminua a plataforma oclusal,

confeccione cúspides mais baixas e obtenha contato com o

antagonista na fossa central.

• Quando houver dentes naturais no arco reabilitado com prótese

sobre implantes, os contatos oclusais devem ocorrer com

maior intensidade nos dentes naturais que nas protéses sobre

implantes.

• Mantenha um controle periódico do seu paciente. É mais fácil

interceptar um problema na fase inicial.

Adolfo Embacher Filho


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REV00 28/11/2013

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