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Revista Criticartes 5 Ed

Revista Criticartes - Ano II, nº. 5 - 2016

Poesia

Poesia Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 A lua e o mar Christian Fernandes Aracaju, SE @: locutorfernandes@yahoo.com.br Noite a noite Quando o sol Vai repousar, Nos amamos Sem enganos, A lua e o mar. Sou o mar e você é a lua E ao anoitecer Encontramo-nos E as estrelas Testemunham Todo o prazer. Noite a noite Sentimos a brisa Sobre o nosso Momento ímpar. A lua e o mar, Um eclipse total, Uma metamorfose Total do amor. Eu mar e você lua. A busca Elia Macedo Canavieiras, BA @: eliamacedo@hotmail.com Busco palavras em vão Vão e vem, depois se perdem Perdem o sentido, nem sei Sei que busco, mas, em vão. Minha alma e eu Suely Sabino Reis Coronel Fabriciano, MG @: syspoetisa@yahoo.com.br Não bastam os espinhos naturais Naturais ainda são fracos Fracos sentimentos eu tenho Tenho outras defesas, Defesas que criei Criei ou copiei Copiei uma cerca Cerca de arame, Arame não basta ainda Ainda grito Grito se me tocar Tocar aqui é morte, Morte que avisa Avisa exalando perfume Perfume de mulher Mulher eu sou, Sou uma fera também Também tenho garras Garras nascida em versos Versos muito naturais. - 26 - Na praça Antônio Amaro Alves Ipatinga, MG @: antonioamaro.ipatinga@gmail.com Passou por mim Uma louca, Que me contou Uma história. Não vi nela Nenhum herói Ou vilão; Amor ou paixão. Mas, despertou-me A atenção. Uma história, Apenas, Sem penas de Pavão, mas cheia De suspenses E emoção. Uma história que Ronda na contramão Da lucidez e despensa O Era uma vez... Sem derrotas Nem vitórias. Passou por mim, Ainda agora, Uma louca varrida Da vida E me contou Uma história, Sem dores E nem glórias; Cheia de risos e Guizos Com gente que Perdeu o juízo. Não é tão Tragicômica; Tem lá uma certa graça A história que, a louca, Me contou na praça. www.revistacriticartes.blogspot.com.br

Poesia Soneto de uma vida Jakson Aguirre Rondonópolis, MT @: jakson.aguirre@gmail.com Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 Amor Se formado do pó, fostes da terra E do sopro de Deus idealizou E teus passos cansados, se encerra Voltarás para o autor, que te formou. Se crescestes sem ter sabedoria Aprendeu com o mundo, árdua pena Conquistou com seu sangue, a auforria Com amor aprendeu sair de cena. Laborou pelos campos, vasto e fértil Conquistou entre prantos seu espaço Aprendeu com a vida o que é vencer. Viu na vida suas forças se esvaindo A vetustez aborda de mansinho Sei que um dia pro pó retornarás. A lenda Marlete Alves Aracaju, SE @: netapoetisa@hotmail.com Sabe aquela torneira quebrada, Que fica o tempo todo pingando? É o pensamento do poeta Que fica todo tempo pensando. Sabe aquela beira de mar, Com ondas indo e vindo? É como um poeta a pensar Um mar de poemas sorrindo. Sabe aquele vendaval que passou, Que até as arvores derrubou? Foi a força do pensamento De um poeta que veio com o vento. Sabe aquelas palavras soltas, Umas, que se agarraram às outras? Era um poeta despedaçado Se colou e virou um poema rimado. Sabe as lendas que a gente conta, As que carregamos para sempre? É a criança que virou poeta E se fez lendário eternamente. - 27 - Leandra Vitória Juventude sem Caô - Dourados, MS @: barbosaleandra2000@gmail.com Quero saber mais sobre ti, amor. Quero te decodificar por inteiro. Conhecer-te no mais profundo sentimento. Quero que me conte histórias amor Tuas histórias, histórias dos outros. O que importar é saber sobre ti, amor. Diga-me tuas dores Quero sará-las Uma por uma. Beijar teus machucados Viajar nos teus pecados Permita-me tocar-te, amor? Não amor, não é toque de corpo. É alma amor, quero tocar tua alma. Conte-me sobre o amor, amor. Já amaste? Já te perdeste? Já sofreu ao amar, amor? E o que mais amas, amor? Eu amo a liberdade, amor. E tu o que amas? Amas um esporte? Uma comida? Um seriado? Algo deve amar. Ou ama alguém? Esse alguém pode não ser eu, amor. Mas eu não me importo. Por que eu te amo. Mas também amo a liberdade. E por ama lá, amor Deixo-te livre para liberdade De amar outro alguém Por que amar, amor É ser livre. Desenho do poeta Manoel de Barros www.revistacriticartes.blogspot.com.br

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