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Revista Criticartes 5 Ed

Revista Criticartes - Ano II, nº. 5 - 2016

ENTREVISTA

ENTREVISTA Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 Letras do Brasil. Sob o axioma de uma Cultura Ativa, a ALB propõe despertar a consciência política da sociedade. E assim se fez, de forma contundente e ininterrupta, de Norte a Sul do Brasil, desde a sua fundação em janeiro de 2001, até os dias atuais de 2016. A Academia de Letras do Brasil é uma organização de Cultura atípica. Ao contrário das demais academias e entidades culturais, a ALB é uma organização Cultural 'Ativa' Politicamente. Traduzindo-se por esta razão, na Primeira Academia Mundial da Ordem de Platão. “O 'Grande Sonho' encontra-se no fomento de uma Cultura Literária mais Ativa e menos Telúrica”. Razão pela qual o escritor do Terceiro Milênio necessita acreditar, sobretudo, na menor fagulha de seus pensamentos. Pois, representam as centelhas que unidas transformarão a vida sobre a Terra. Nossos Pensadores devem, sem nenhum receio, assumirem o rótulo de 'sonhadores'. Pois, a priori, o sonho é aquilo que de mais concreto a humanidade possui. Toda realidade construída pelos seres, por mais concreta que aparente, encontra nos sonhos, suas origens. Nossa contribuição vai desde oferecer espaço para novos autores à geração de projetos que visem a erradicação da pobreza mundial, desarmamento Nuclear, fim das guerras, melhorias na educação, apoio à diversidade cultural e combate à corrupção. Resumidamente, a ALB – Academia de Letras do Brasil nasce em dezembro de 1994, quando sugerimos ao então Presidente da Academia Brasileira de Letras, Imortal Josué Montello, a abertura da ABL ou criação de uma academia brasileira mais representativa, com extensões em seccionais Estaduais e Municipais. Contudo Montello acenou positivamente à segunda proposição, de criação de uma nova organiprio Rei Salomão), Fídias Telles (pernambucano), entre outros milhares de eximes escritores, e dentre estes, poetas e compositores de todo o mundo, extremamente críticos para suas épocas, com palavras e filosofias de ordem, humildade, verdade, igualdade, liberdade e fraternidade, são todos dignos de se tornarem referenciais. A priori, “a crítica maior à Dylan deveu-se ao seu silêncio após ao anúncio oficial de haver sido eleito pela academia para o prêmio Nobel de Literatura 2016”. Contudo, os seres reagem diferentemente aos estímulos. Diante a morte de um irmão, em passado próximo, não chorei, soando como insensível. Contudo, meu sentimento de perda, ainda hoje permanece. Minha reação a semelhante anúncio, de tamanha magnitude, como o Nobel, sabedor de existirem milhares de outros escritores aos quais admiro e admito com maiores obras, ações e filosofias, também careceria de tempo a sua assimilação. Provavelmente, o sentimento que o ‘travou’ não vibrando e comemorando, tenha sido de ‘vergonha’ e mesmo em respeito aos seus ídolos literários, os quais, em sua provável opinião, seriam os verdadeiros merec e d o r e s d o N o b e l d e Literatura/2016. Salve Dylan! Parabéns a academia pela escolha! Criticartes: Nesta 5ª edição da Revista Criticartes homenageamos nosso poeta conterrâneo Manoel de Barros. O Senhor teve algum contato ou mesmo influência da poética dele? Mário Carabajal: O intelectoirreverente pantaneiro, Imortal Manoel de Barros, influenciou a cultura brasileira com seu lirismo, humor e crítica, assim observo, ao rigor gramatical, enquanto literatura popular. Ao fazêlo, sem receios à crítica, Manoel de Barros lança as bases de um prémodernismo, mais despojado e comprometido com a mensagem, confrontando a ordem em razão do deleite e prazer da leitura, por assim dizer. Em sua obra ‘Livro Sobre Nada’ com leveza, requinte e sutileza sem precedentes, poesia e prosa unem-se em um ‘eu poético’, tornando-se creio, o momento de maior inspiração de Manoel de Barros, projetando-o definitivamente na História Literária Brasileira. Contudo, como em toda a sua obra, a despretensão ganha lugar irrefutável. Provavelmente por isso seja amado e respeitado em todos os segmentos e tempos da literatura. Manoel de Barros identifica-se com seus leitores ao utilizar-se de ‘realidades’ comuns a todos, demonstrando que a Imortalidade encontra-se lado a lado com a simplicidade e humildade. Querido e saudoso amante da alegria e natureza, com humor e estilo inconfundíveis! Manoel de Barros - um escritor Imortal de obra literária operante e Eterna! Eis um exemplo que inspira e motiva à arte literária! Criticartes: Fale-nos um pouco sobre o ideal da fundação da ALB em âmbito global? O que é, de onde vem e o que pretende? Mário Carabajal: A Academia de Letras do Brasil - ALB, instituição de integração dos escritores e artífices da Cultura Literária Brasileira e veículo à criação do CONSALB – Conselho Superior das Academias de Letras do Brasil, encontra-se, em 2016, presente no Território Nacional Brasileiro e 19 países. A ALB instala-se oficialmente no início do Terceiro Milênio, com o objetivo de integrar, estimular e valorizar o escritor, a cultura literária brasileira e internacional. Muitas academias, em todo o Brasil, mantemse alheias, sem manifestarem-se em relação ao Movimento Nacional de Integração das Academias de Letras do Brasil, traduzido pelo CONSALB. Não obstante, nossa proposta de criação do CONSALB, em 1995, resultou no amadurecimento à criação da Academia de - 8 - www.revistacriticartes.blogspot.com.br

ENTREVISTA Revista Criticartes | 4º Trimestre de 2016 / Ano II - nº. 05 nhem ou delimitem suas trajetórias, restringindo-as as visões institucionais, como se em ‘algo’ a eles fosse a organização superior. Compete àqueles que representam a ALB, em quaisquer instâncias, colocarem-se nas trajetórias dos escritores Membros como se grandes espelhos fossem refletindo, ao máximo, as manifestas e irradiantes luzes daqueles que integram o ‘Sonho ALB’. A nenhum Presidente, Diretor, Conselheiro, Representante ou Membro, em quaisquer extensões da ALB, se lhe é permitido utilizar o nome da entidade para angariar recursos pessoais. Salvo ‘Patrocínio’ – definido e identificado como tal, de doações espontâneas, sem ‘moedas de trocas’ em forma de títulos ou medalhas, os quais apontem metas claras literoculturais do Membro ou da Organização, sem especulações e vantagens individuais, com prestações de contas públicas e abertas. “A ALB, como as demais organizações culturais que preservam a Liberdade de Expressão, sofrem distorções internas, com o não entendimento dessa máxima”. As academias surgem exatamente para oferecerem um meio de paz e tranquilidade, capaz de abrigar Livres Pensadores. A ALB, com foco na Ordem de Platão e de Sócrates por herança - os quais se dedicavam à difusão de uma cultura politicamente ativa, sob máximas da liberdade resultante da aquisição de novas culturas, refuta ao telurismo pragmático corporativista, o qual discrimina, ilude e mantém o poder e status de grupos de intelectuais, pela antevisão ‘precursória’ de serem todos os demais grupos e seres inferiores. Quando em uma só voz os seres unirem-se ao que de fato interessa, respeitando-se mutuamente, sob equivalências isonômicas de contribuições laborais, em prol da saúde e prosperidade inzação literária brasileira, admitindo a impossibilidade e dificuldade a um redimensionar estatutário da tradicional Brasileira. Seis anos depois, estávamos com as bases da ALB prontas à conquista de sua Personalidade Jurídica. Isto, em 01 de janeiro de 2001 - a ‘Nova Academia’ de todo escritor brasileiro, com maiores possibilidades integrativas dos pensadores das diversas Regiões de um país com dimensões continentais como o Brasil. Ultrapassando, contudo, nossas expectativas. A ALB passou a receber escritores brasileiros residentes no Brasil e no exterior. “Os ideais de fundação remetem a uma instituição literocultural com propósitos de servir ao Brasil a partir da práxis literária”, ao incorporar, institucionalmente, o pensamento da ampla maioria dos escritores brasileiros - servindo como referencial a um país em construção da própria identidade. Isto, não apenas sob as bases fundamentais dos pilares elementares do fazer literário estrito, com máximas na língua portuguesa. Mas, em particular, propondo-se unir escritores em torno de uma organização politicamente ativa, suprapartidária, como aspirava Sócrates e Platão. Por um fazer menos telúrico, aproximando o pensamento producente individual, em torno de um centro canalizador polarizante, onde os pensamentos se fundem, apurando-se e retornando à ampliação da extensão paradigmaximizativamente. As Seccionais Estaduais e Municipais devem desenvolver ações ‘literocontributivas’ à institucionalização, a partir dos Planos de Expansões Municipais, onde se encontrem, ao plantio de mudas de árvores frutíferas em canteiros públicos, praças, logradouros, estradas municipais, para que em futuro próximo, números astronômicos de frutas encontrem-se fora das práticas comerciais como objetos de mercado, livres da troca por moedas, ao alcance de um simples estender de braço daqueles acometidos pela fome. Para o emergente alcance das metas, a ALB criou uma diretoria própria, ALB/Humanitária, dirigida pela Primeira Dama da ALB, Imortal, Dra. Dinalva Carabajal – PhI e Embaixadora para o Brasil, da Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture (Fundada e dirigida pela Imortal Diva Pavesi). A ALB, mesmo caminhando para o seu décimo sexto ano de fundação e vigésimo segundo de concepção, ainda estrutura-se, perseguindo o ideal de completar-se enquanto entidade literocultural politicamente ativa. Como o faz o nobre confrade, entrevistador, sociólogo e jornalista Fernandes Lemes, ao dar forma e formato à Revista Criticartes, sinalizando à cultura literária brasileira, em questionamentos personalizados daqueles a quem entrevista, não delimitando espaço, em ‘liminar mensagem’ traduzida em incentivo à produção literária brasileira. Transcendendo ao objeto inicial ‘entrevista’, para dar lugar a possibilidades expansionais ‘literodifusionais’ de novas visões. Estas, por excelência, no que se absorve como objeto final da Revista Criticartes, de expectativas paradigmaximizativas e evolucionais, de promessas plausíveis ‘filosofoimplementacionais’ que sinalizem a um novo tempo à literatura. As experiências concretas em Municípios, Regiões, Estados e Países ganham dinamicidade ao enc o n t r a r e m ‘ P r e s i d e n t e s e Representantes’ preparados para a complexa tarefa de conduzirem uma ‘Entidade de Livres Pensadores’ – os quais têm total liberdade de expressarem suas opiniões e resultados de suas análises, sem que o corpo dirigente da ALB lance, sobre os mesmos, quaisquer represálias ou tente limitálos ou calá-los. Ao contrário, entre as Missões da ALB encontra-se o total e irrestrito apoio - mesmo aos sonhos e ideais mais impossíveis de cada um dos Membros. Sem quaisquer hipocrisias, a ALB não oferece diretrizes ou exige que os Membros acompa- - 9 - www.revistacriticartes.blogspot.com.br

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