Revista Magno 2016

colegiomagno

Uma publicação

do Colégio Magno/Mágico de Oz

Novembro de 2016

Tecnologia:

o ano em que o

futuro chegou

Impressora 3D, drone, espaço

maker e outros recursos que

agora fazem parte do cotidiano

do Magno.

Ensino vivo: o impacto

da lama em Mariana

Educação Infantil:

Planeta Olímpico

3


4


Editorial

Tecnologia a serviço

de um projeto

Desde que os primeiros computadores chegaram

às escolas, na década de 1990, a tecnologia

aplicada à educação se tornou um desafio

para os educadores.

Seja por resistência às mudanças e pelo receio

de não aprender a usar os recursos tecnológicos,

seja pela justa cautela com ilusões de um

mundo novo, foram necessários muitos anos

para que as novas tecnologias realmente se

aproximassem da sala de aula. Mas esse ainda

é um desafio a ser enfrentado.

O Magno também se insere no mesmo contexto

– até mesmo pelo fato de sempre ter

sido um dos pioneiros no uso das tecnologias.

Esteve entre as primeiras escolas a implantar laboratórios

de informática, a adotar a robótica e

a mecatrônica como recursos de aprendizagem

e a usar a internet em sala de aula.

Há um ano, o Colégio deu novos passos,

estabelecendo uma parceria de longo alcance

com a Google for Education e criando um

espaço maker, no qual os alunos contam com

impressora 3D.

Ocorre que não basta ter os recursos. O

Magno conseguiu disseminar efetivamente o

uso das novas tecnologias após muitos anos

de uma persistente estratégia de formação de

professores, para que dominassem as ferramentas,

colocando-as a serviço do projeto

pedagógico de nossa instituição.

Essa é a grande mudança cultural: as inovações

tecnológicas não são soluções em si mesmas.

São instrumentos, que podem servir a

novas ideias e práticas consistentes de ensino

ou só se tornarem brinquedos sem relevância.

No Magno/Mágico de Oz, podemos dizer que

a maioria dos nossos professores já utiliza os

recursos tecnológicos com criatividade, nas

mais diferentes situações didáticas, e com

crianças e jovens de todas as idades. Em

2016, essa mudança cultural se tornou mais

evidente e, por isso, nesta edição, demos destaque

ao tema – ao lado de tantos outros que

merecem a atenção dos nossos leitores, como

o excelente resultado obtido pelo nosso Ensino

Médio, que concilia qualidade acadêmica

e educação integral, com artes, esportes, vida

real. Portanto, boa leitura e feliz 2017!

Myriam Tricate

Diretora do Colégio Magno/

Mágico de Oz

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Índice

Editorial: Tecnologia a serviço de um projeto 3

Realização

Palavra Prima

11 9 9960-3162

Jornalista Responsável

Paulo de Camargo - Mtb 21.761

Redação

Paulo de Camargo

Juliana Lambert

Fotos

Comunicação do Magno: Felipe Lima

Torres, Victor Almeida

e Vinícius Silva

Fotógrafos: Eliana Fonseca

e Rodrigo Messias

Equipe Magno

Lígia Brull

Piti Tubandt

Produção Gráfica

Orlando Pedroso/Estúdio Bala

Esta revista é uma publicação

do Colégio Magno/Mágico de Oz

www.colegiomagno.com.br

magno@colegiomagno.com.br

Rotina do Conhecimento 5

Quem educa quem 7

Planeta Olímpico 8

O mundo ao meu redor 16

Dia das Mães: Vem dançar comigo 18

Dia dos Pais: Pais do Barulho 19

Dia das Crianças: Vai começar a brincadeira 20

Tradição e Inovação 22

Minha primeira noite de autógrafos 23

Literatura e Arte 24

O céu é o limite 25

Mariana, um ano depois 26

Sem barreiras 29

As várias faces da imigração 30

A vida além do Enem 32

Magno: um Ensino Médio que prepara para tudo 34

Read For The Record 36

Magno Linden USA Connection 38

Summer Camp Mizzou! 39

Agora é a vez do Middle School 42

2016 o ano em que alcançamos o futuro 44

Tecnologia, criatividade e inclusão 46

Neurônio 3D 48

Magno e Google: um caso de sucesso 49

Um dia no Museu 50

Uma aula prática no ateliê do Magno 52

I want to speak English 54

Equipe nota mil 56

Livros para todos 57

Atletas do Olimpo 58

Oficinas do bem 60

Show do esporte 61

Green Wave 64

Show de aprendizagem! 65

Mais escolas públicas no PEA 68

Magno vai à Finlândia 69

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Rotina do

conhecimento

No palco, a psicóloga e diretora

do Magno/Mágico de Oz, Cláudia

Tricate, e as educadoras Andrea

Perez e Ana Karina Lins. Na

plateia... profissionais do Magno/

Mágico de Oz, especialmente as

babás. A peça? Nenhuma. Todos

estavam ali para aprender, com

dramatizações e esquetes divertidos,

sobre as situações vividas na

Educação Infantil.

A estratégia buscou outra forma

de envolver o time da Escola, que

passa por sucessivas formações ao

longo do ano. Desta vez, ao invés

de exposições com especialistas, a

opção foi por educar pela representação,

na qual as próprias babás

se identificavam com as situações.

Birra infantil, agitação no sono,

postura profissional, cuidados na

comunicação com as crianças... a

vida do berçário estava ali, no palco,

de forma envolvente, divertida,

num clima de parceria e aprendizado

conjunto.

Após cada esquete, as representações

davam lugar às intervenções

da psicóloga, que entrava em cena

para compartilhar experiências e

ampliar reflexões.

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Múltiplas capacitações

Com a formação realizada no final

do primeiro semestre, as babás

mais uma vez perceberam que

seu lugar não é apenas a sala de

estimulação: é o ateliê de artes, a

sala de música, o laboratório de

tecnologia...

Justamente por isso, as capacitações

trazem as mais diferentes

abordagens. Em um encontro

com o especialista em Motricidade

Humana da Escola, Denilson

Machado, as babás entenderam a

importância dos estímulos para o

desenvolvimento global do bebê.

O grupo percebeu que há sempre

um objetivo importante para

desenvolver os aspectos cognitivo,

social, afetivo e motor, considerando

cada fase do desenvolvimento.

Depois de acompanhar a teoria,

as babás realizaram exercícios

práticos para estimular os bebês.

Elas ainda vivenciaram algumas

sensações que os pequenos têm

assim que começam a andar, com

o uso de diferentes materiais,

como caneleiras, bolas e plataforma

instável.

Além do trabalho com Denilson,

o Baby Oz recebeu a visita das enfermeiras-padrão

da Escola, Elaine

Cristina Silva e Thaisa Wodewotzy,

para abordar o tema Cuidados na

Promoção e Prevenção à Saúde.

As profissionais reforçaram a

questão da higienização das mãos

e todos os cuidados que envolvem

a rotina dos bebês, como a troca

de fralda, banho, hora do sono,

alimentação e segurança.

O grupo não ficou só na conversa.

Assistiram a um filme sobre os

perigos da contaminação e participaram

de uma dinâmica sobre

a correta higienização das mãos.

Com os olhos vendados, elas

foram desafiadas a lavar as mãos

com tinta guache como se estivessem

usando sabonete líquido. Na

sequência, as enfermeiras relembraram

as técnicas passo a passo

e abriram espaço para que todas

esclarecessem dúvidas.

Com isso, o Magno/Mágico de

Oz vem conseguindo construir

uma equipe afinada, compromissada

e consciente da importância

da sua contribuição para o projeto

da Escola, sempre com a perspectiva

da formação integral que a

caracteriza.

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Quem educa quem?

Quando o assunto é educação dos

filhos, nunca é cedo para começar

a impor limites e aprender a dizer

não. Mas é importante entender

que educar é bem diferente de

condicionar. Como o desenvolvimento

emocional é um dos assuntos

que mais desperta o interesse

das famílias, a diretora pedagógica

e psicóloga do Magno/Mágico de

Oz, Cláudia Tricate, programou

um encontro com os pais do Baby

Oz para promover trocas e agregar

conhecimento: “Não vamos

tratar de verdades absolutas, mas

será um misto de pouca teoria e

muita prática”, disse a diretora.

Segundo a profissional, o cenário

mudou e já não é mais possível

educar os filhos como antes. Mais

do que nunca, Escola e família

devem ser parceiras e ficar do mesmo

lado. “Mas, afinal, qual é esse

novo cenário e quem educa quem?

Estamos diante de crianças com

muita informação, aprendemos todos

os dias com elas, mas também

precisamos transmitir segurança

para garantir que vivam em coletividade”,

explicou Cláudia.

A psicóloga também mostrou

o quanto é importante valorizar

aquilo que a criança tem de positivo,

revelou que a superproteção

dá pistas de que não acreditamos

no potencial da criança e que o seu

desenvolvimento jamais é limitado

por um não. “O não dá asas para

a criança se sentir segura e a faz

crescer, mas é preciso que seja feito

com a entonação correta e com

propriedade”, explicou a diretora,

finalizando: “Quero que vocês

saiam daqui com a certeza de que

a Escola é parceira. Estou aqui

para ajudá-los nessa empreitada!”.

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Educação Infantil

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Planeta

Olímpico

O ano de 2016 foi marcado pela primeira Olimpíada sediada pelo Brasil. As crianças

do Mágico de Oz aproveitaram a oportunidade para uma viagem cultural pelo planeta!

O que está em jogo nas Olimpíadas?

A competição esportiva? Sim.

A superação dos limites? Também.

Mas há muito mais: a ideia de uma

humanidade unida em um encontro

comum, as trocas culturais, a

celebração da diversidade, os valores

cooperativos e solidários. Nas

Olimpíadas, há sim, Educação!

E, por isso, o Mágico de Oz não

poderia deixar passar esta oportunidade

de explorar toda a riqueza

humana que há nas Olimpíadas,

que neste ano foram no Rio de

Janeiro. Ao longo do primeiro

semestre, aconteceu o projeto

Planeta Olímpico!

As crianças foram envolvidas em

centenas de atividades educativas

nas diversas áreas do conhecimento

– incluindo as práticas esportivas,

claro. Deram, assim, uma volta

ao mundo por meio do esporte,

aprenderam sobre todos os povos,

sobre o que vestem, sobre suas

características geográficas, culturais

e humanas.

No Ano da Olimpíada do Rio, o

projeto Planeta Olímpico mostrou

que quando falamos de esportes,

de educação e de convivência,

estamos falando sobre o que há de

mais importante: os valores!

A cada país, a oportunidade de conhecer

hábitos, cultura, características

físicas e históricas, paisagens,

língua e outras características. Para

aproximar a criança desse universo

tão amplo, o projeto incluiu personagens

que, a cada país, representavam

um vínculo das crianças

com as realidades estudadas.

A cada semana, pais e alunos do

Minimíni ao Alfa carimbaram o

passaporte para entrar em diferentes

países e percorrer diversas

áreas do conhecimento.

Como não ficar maravilhado

com o Tanabata Matsuri (Festival

das Estrelas) japonês? Ou não se

comover com a história da artista

plástica mexicana Frida Kahlo?

Teve até quem sonhou em fazer

parte de um dos contos dos irmãos

Grimm e passear pelos belos

castelos alemães.

A aventura pelo conhecimento,

que teve como ponto de partida

a cidade de Olímpia, na Grécia,

também percorreu a terra da

rainha, com direito a um delicioso

chá inglês ao lado de um legítimo

representante da Guarda Real Britânica,

o professor do Magno High

School, William Scott.

Também não faltou engajamento

para ajudar o boneco paralímpico

Marck, que recebeu apoio do Alfa

para projetar e imprimir uma prótese

de última geração na impressora

3D.

Que tal fazer um safári pela

África do Sul? Surfar nos mares

australianos ou preparar perfumes

com a lavanda cultivada no

Núcleo Ambiental para celebrar a

França? Também teve quem se arriscou

a falar as cores da bandeira

com sotaque francês: bleu, blanc e

rouge!

Na última parada, os pequenos

viajantes retornaram ao Brasil, a

sede das Olimpíadas 2016. Por

aqui, viajaram pelos Jogos Indígenas

e tiveram uma aproximação

bastante realista com o universo

cultural dos índios.

Entre as centenas de produções,

um álbum olímpico, que ficará de

recordação para a vida inteira!

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México

Pablo nasceu no México e por isso adora comidas com

bastante pimenta! Assim como os brasileiros, adora jogar

futebol e esteve no Rio de Janeiro com seus pais para assistir

aos jogos da Seleção Olímpica Mexicana de futebol,

medalha de ouro nos Jogos de Londres, em 2012.

Foi Pablo quem contou às crianças sobre as belas praias

que tornam o México conhecido. Falou também sobre

a culinária, tão rica e caliente, que tem os tacos entre os

principais pratos. A viagem pelo México incluiu uma passadinha

no banco para sacar pesos mexicanos e saber mais

sobre o valor das coisas.

As crianças aprenderam sobre as brincadeiras mexicanas,

entre elas a Piñata, muito popular naquele país. Uma criança,

de olhos vendados, tenta estourar uma bola enfeitada

e suspensa no ar com um bastão para liberar o que tem

dentro dela.

Esse tour incluiu também as descobertas artísticas. Assim

como o muralista Diego Rivera, os alunos também pintaram

paredes representando as cores da bandeira mexicana.

Grécia

A musa grega chegou para inspirar as crianças das unidades Campo

Belo e Olavo Bilac e anunciar o novo projeto do Mágico de Oz:

Planeta Olímpico.

As ruínas dos templos dos Deuses do Olimpo também foram

reconstruídas pelos arqueólogos do Infantil I. Os pesquisadores do

Mágico de Oz fizeram descobertas históricas! As ânforas encontradas

no Sítio Arqueológico de Olímpia nos ajudaram a conhecer mais

sobre como os gregos criaram os jogos da antiguidade.

A conversa sobre a origem dos Jogos Olímpicos trouxe novos conhecimentos

e muita aprendizagem para todos. As turmas conheceram

o significado de símbolos olímpicos como a tocha, a coroa de

folhas e os aros.

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Japão

O Japão é um país de muitos mistérios. Para

mergulhar nessa cultura milenar, os alunos foram

conduzidos por Satiko, uma linda menina

japonesa. Ela mora com seus pais e seu irmão

em uma apartamento bem pequenininho em

Tóquio. Satiko pratica judô e gosta de pescar.

Ela mostrou que o Japão é muito conhecido

por sua culinária, colorida e saudável. O 1º

ano Alfa provou e aprovou o yakissoba preparado

por todos. Em outra oportunidade, a

mãe da aluna Pietra, do Maternal, veio à Escola

ensinar a turma a fazer gohan, o arroz típico

daquele país. No Restaurante da Vila, todos

mostraram que estão craques para comer com

hashi e se deliciaram com uma culinária típica e

muito saudável.

Nas casas japonesas, as mesas para as refeições

são quase ao nível do chão e você usa um

zabuton (almofada) para se sentar, de preferência

de joelhos! Vivendo e aprendendo.

Há muita arte da cultura nipônica, como mostram

os arranjos florais, chamados Ikebana.

Nessa arte, mais do que quantidade, o importante

é ter equilíbrio, beleza e simplicidade.

A arte está também no Bonsai, que é o cultivo

de árvore em vasos com técnicas especiais

para reduzir o tamanho das plantas. Após

observarem atentamente um bonsai trazido

para a sala, os alunos do 1º ano Alfa fizeram

seus registros.

O Tanabata Matsuri, Festival das Estrelas, é

uma das maiores festas populares do Japão.

Para enfeitar as ruas das cidades, as pessoas

penduram nas árvores enfeites de papel simbolizando

estrelas e fazem seus pedidos.

Para complementar as descobertas sobre o

Japão, o Maternal escutou uma história em

japonês (com tradução simultânea) de dois

convidados muito especiais: Yoshiko Sassaki e

Nelson Sassaki, avós do aluno Felipe Sassaki.

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Inglaterra

Um ilustre representante da terra

da rainha também agitou a Vila

Oz: William Scott Cowie. O

professor do Magno High School

teve uma recepção muito calorosa

pelos guardas do Mágico de Oz e

ficou surpreso com tudo o que viu

por aqui.

Durante o bate-papo em inglês,

os alunos conheceram um pouco

da história do professor que, na juventude,

fez parte da Guarda Real

Britânica por 8 anos e também foi

oficial do exército.

Do chapéu feito com pele de urso

canadense ao número de botões

da farda (que varia de acordo com

a localidade do guarda), tudo era

descoberta. A turma interagiu para

valer e logo quebrou o gelo e a

barreira do idioma.

Juntos, eles simularam alguns

momentos de “guarda da rainha” e

ficaram estáticos. Logo, o professor

foi surpreendido pela pequena

aluna: “Scott, fala comigo!”

Na Vila Oz, como bons anfitriões,

os alunos apresentaram todos

os espaços para o professor, do

restaurante decorado com as fotos

dos Beatles, passando pela tradicional

cabine telefônica vermelha e

o chá degustado pelos ingleses!

Dias memoráveis e cheios de significado

para quem está só começando

a descobrir o mundo!

África do Sul

Aseye, a boneca sul-africana, que Aseye ainda vai ganhar

tem uma grande família e um medalha de ouro no atletismo.

nome inspirador: Aseye significa

“alegre-se”. Ela passa o dia Sul não tem preço! A cada

Fazer um safári na África do

todo na escola, brinca muito de curva, um animal diferente:

boneca, mas adora brincadeiras leões, zebras, girafas... Paisagens

maravilhosas e natureza

agitadas, como apostar corrida

com seus amigos. Seu professor selvagem.

de Educação Física sempre diz A natureza é tão exuberante

na África que os padrões das

peles dos animais são verdadeiras

obras de arte!

Nem as aulas de Robótica

escaparam do fascínio das

crianças pelos leões. As máscaras

africanas representam os

usos e costumes das tribos e são

usadas em rituais e danças.

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França

Charlotte é filha única e nasceu na França. Ela adora

dançar e tem aulas de balé todos os dias. Morre de medo

de cachorro. Ela muito enjoada para comer, mas adora as

quiches que sua avó faz.

Ela foi a personagem que levou as crianças a viver a

sofisticada cultura francesa. Na foto, os alunos do Mágico

de Oz aprendem uma das especialidades da França: a

produção de perfumes!

Austrália

David é deficiente auditivo e usa um aparelho

que amplia os ruídos para ele escutar alguns

sons. Ele é um australiano típico e por isso ama

praticar esportes, principalmente o surfe. Aos

finais de semana, quando não vai à praia, David

organiza torneios de tênis com os amigos do

condomínio onde mora.

A imensa barreira de corais australiana é tão

grande que pode ser vista do espaço. Além de

conhecerem mais sobre essa maravilha natural,

as crianças do Mágico de Oz aprenderam sobre a

importância de preservá-la.

A Austrália é o país do bumerangue, arma de

caça típica da cultura daquele país. Só muitos

anos depois que este instrumento foi usado para

a prática de esportes.

A fauna australiana é riquíssima. Os mais fofos

e favoritos das crianças, com certeza, são o canguru

e o coala. O mais esquisito é o ornitorrinco.

Alguém duvida?

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Alemanha

A viagem pela Alemanha levou os alunos a

embarcar nas histórias encantadas dos Irmãos

Grimm e nos cenários dos contos de fadas.

Eles descobriram, por exemplo, que existem

mais de 4 mil castelos naquele país!

A clássica história da Branca de Neve ganhou

uma versão em inglês e foi embalada por fantoches!

Uma experiência repleta de significado.

As artes também estiveram em alta. Em um

show de cores e a partir de diferentes técnicas

e materiais, os alunos reproduziram o relógio

cuco, uma invenção tipicamente alemã. Outra

atividade que deu o que falar foi a TOPFS-

CHLAGEN, uma brincadeira popular alemã,

cujo significado é “Acerte o pote”. Que pontaria

certeira!

Troca de figurinhas

as crianças conheceram ao longo

dos meses: bandeiras dos países,

práticas esportivas, pontos turísticos,

festas populares, comidas

típicas e tradições.

A ideia foi mais do que aprovada

pelos alunos da Educação Infantil,

que mal esperaram a banca “estacionar”

nas Unidades Olavo Bilac

e Campo Belo para retirar o álbum

que foi cuidadosamente preparado

pela Escola, para eternizar e compartilhar

conhecimento.

Quando um grande projeto termina,

é preciso consolidar todas

as etapas percorridas, construindo

um sentido global para a trajetória

e celebrando a aprendizagem.

Isso acontece de múltiplas formas,

como nas mostras realizadas ou

em produções coletivas. Desta vez,

por exemplo, os alunos fizeram

um lindo e completo Almanaque

Olímpico, com direito a figurinhas

autoadesivas para remontar a

história, costumes e personagens

inesquecíveis de diversos países.

Na “viagem” pelos diferentes países,

um rico material de tudo o que

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Brasil

Pelas mãos de Araci, os alunos do Mágico de Oz conheceram mais

sobre as culturas brasileiras tradicionais. Araci mora numa tribo

indígena com sua mãe, em uma oca bem espaçosa e dorme em uma

rede. Nadar no rio é sua brincadeira preferida.

Araci está ansiosa para participar dos Jogos dos Povos Indígenas

esse ano – foram os primeiros da história, e mostraram a grande

riqueza das práticas esportivas indígenas. Além de se enfeitar com

penas e pinturas de urucum, Araci representou sua etnia na canoagem,

uma das modalidades disputadas durante os jogos.

Na viagem pelas selvas brasileiras, o Planeta Olímpico ganhou uma

versão tupi-guarani! As crianças provaram açaí, degustaram bolo de

mandioca e suco de abacaxi, fizeram artesanato com palhas e penas,

apreciaram a beleza do grafismo e pintaram o rosto como um verdadeiro

guerreiro.

Todos ainda puderam dançar e cantar em tupi-guarani! Essa aproximação

bastante realista do universo cultural dos índios deu o tom

aos Jogos Indígenas do Magno/Mágico de Oz.

Além do universo indígena, as crianças visitaram as tradições afro,

participando de uma roda de capoeira.

Ao som do berimbau, pandeiro, atabaque e com muita ginga, os alunos

do Minimíni ao Alfa jogaram capoeira, em mais uma atividade

do projeto Planeta Olímpico.

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Educação Infantil

O Mundo ao

meu Redor

Frentista, pediatra, cabeleireira,

professora, jardineira, chef de cozinha,

padeiro, eletricista, gerente de

banco, feirante e até um entregador

de pizza invadiram a Vila Oz

e também marcaram presença na

Unidade Campo Belo para anunciar

o novo projeto da Educação

Infantil: O Mundo ao Meu Redor.

Professoras e recreacionistas bilíngues

(que têm um papel essencial

no dia a dia dos alunos da Educação

Infantil, com intervenções

pontuais na língua inglesa de maneira

bastante natural) representaram

diferentes papéis para mostrar

quantas descobertas estão por vir.

Como a Educação Infantil é um

período marcado por descobertas

e o trabalho no Mágico de Oz é

sempre permeado pela curiosidade

das crianças acerca do mundo que

as rodeia, o “faz de conta” por

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aqui é assunto sério e permite imaginar,

transformar, criar e sonhar!

Nesse universo, as crianças têm a

oportunidade de vivenciar diferentes

papéis, levantar hipóteses e

criar significado sobre o lugar que

ocupam. O Mundo ao Meu Redor

propõe a descoberta (e redescoberta)

de situações que fazem parte

do repertório dos alunos, como

a ida ao supermercado, a vida

doméstica, a consulta no pediatra,

visitas ao cabeleireiro e ao petshop.

Oportunidades para desenvolver

noções de cidadania, exercitar a

construção da identidade e promover

uma aprendizagem.

A Educação Financeira também

ganhou espaço no BancOz!

A viagem por diferentes campos

do conhecimento começou e essa

turma já percebe que o mundo ao

redor é maior do que imaginava.

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Dia das Mães

Vem dançar comigo!

Assim como quem canta, quem

dança também seus males espanta.

Imagine, então, colocar o corpo

em movimento ao lado dos filhos

e vivenciar momentos de pura

integração e cumplicidade! Mãos

dadas, olho no olho, abraços

apertados e muito envolvimento.

O Dia das Mães do Mágico de Oz

seguiu no compasso do coreógrafo

especialista em Arte do Movimento,

Bruno Perel, que preparou

um repertório especial de Dança

Circular para conectar ainda mais

mães e filhos.

A atividade convidou todos a

desvendar, por meio do ritmo,

melodia e movimentos, expressões

típicas de outras culturas. Juntos,

eles se deixaram levar por canções

do Chile, de Israel, da França, da

Espanha e do Brasil.

As turmas do Alfa prepararam

uma surpresa a mais: a interpretação

das canções “Maria Solidária”,

de Beto Guedes, e “What Makes

You Beautiful”, do One Direction.

O tão esperado presente foi totalmente

tecnológico – um cartão

pen drive com o conteúdo que

toda mãe mais gosta de apreciar

e compartilhar: imagens do seu

filho. Ao final, uma mensagem

especial de cada criança ajudou a

reforçar que por aqui todo dia é

Dia das Mães!

Todo dia é Dia das Mães. Todo dia é Dia dos Pais. Todo dia é

Dia das Crianças. Mas há um momento do ano em que esta celebração

ganha um calor especial. É a data em que se celebra a

alegria de estar juntos, de viver, de estar em família. Para a Escola,

é tempo também de celebrar a parceria de forma leve, lúdica e feliz.

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Dia dos Pais

Pais do barulho!

Qual festa é mais legal, mais envolvente,

mais divertida? Impossível

saber. A cada ano, mães e pais

têm a oportunidade de viver um

dia intenso com os filhos, no qual

o personagem central é o amor

familiar.

Ora dançando, cantando, fazendo

pizza, pintando, a cada ano a surpresa

e o prazer se renovam.

Neste ano, foi a vez das palmas,

estalos, sorrisos, abraços e muita

integração. Todo mundo já ouviu

falar dos Barbatuques, grupo que

surpreendeu o meio artístico pela

inusitada arte de produzir música

com o próprio corpo. Pois os pais

e as crianças tiveram a chance de

aprender com dois integrantes desse

grupo como se faz som a partir

desse instrumento perfeito que é o

corpo humano.

Pais e filhos entraram literalmente

na dança e foram envolvidos pela

música orgânica de Flávia Maia e

Renato Epstein, do grupo Barbatuques,

que é referência internacional

em percussão corporal.

Sob o comando do coordenador

de Música, Beto Schkolnick, essa

turma aprendeu rápido a usar o

próprio corpo para criar melodias,

ritmos, sons e movimentos para a

comemoração do Dia dos Pais.

Em pura sintonia, as duplas de

pais e filhos promoveram um

contagiante espetáculo, com movimentos

que reproduziram a leveza

e as descobertas da infância.

A arte e a emoção continuaram

em alta, quando os pais foram

surpreendidos com o belo presente

preparado pelos filhos: uma

linda tela! Mais palmas para quem

realmente é do barulho!

21


Dia das Crianças

Vai

começar a

brincadeira!

A magia do circo invadiu o Dia das Crianças

do Mágico de Oz

No circo do Mágico de Oz tem

equilibrista? Tem, sim senhor! Mas

também tem slackline, trapézio e

malabares. Foi nesse clima de encantamento

e alegria que a Escola

comemorou o Dia das Crianças.

Uma oficina de circo, ministrada

pelos professores do Magno, fez a

criançada colocar a mão na massa

na Unidade Olavo Bilac e a diversão

correu solta com um verdadeiro

show de equilíbrio.

Enquanto isso, os alunos da

Unidade Campo Belo assistiam e

também interagiam com o palhaço

22


Hortelã, que é bastante querido

pelas crianças e pai de duas ex-alunas

do Magno/Mágico de Oz.

Mas a alegria não acabou aqui! No

dia 13 de outubro, a brincadeira

continuou a todo vapor.

Enquanto a Unidade Campo Belo

participou da oficina de circo, os

alunos da Olavo Bilac foram se

divertir com o teatro.

E como o Dia das Crianças tem

que ter um belo presente, os alunos

receberam uma bola para uma

brincadeira que está só começando

e nunca vai terminar!

23


Estudo do Meio – Ensino Fundamental I

Tradição e inovação

A tecnologia deu o tom ao Estudo

do Meio dos alunos do 4º ano do

Ensino Fundamental I, na cidade

de São Luiz do Paraitinga. Enquanto

o professor de Robótica,

Edson Ferraz, monitorava o drone

para mapear a região e apresentar

novos e inacreditáveis ângulos, a

turma registrava suas impressões

nos tablets e chromebooks para que

as famílias pudessem acompanhar

em tempo real cada descoberta no

diário de bordo on-line.

Nessa verdadeira imersão pelo

universo de tradições, os alunos

trabalharam um tema central da

UNESCO: a aprendizagem intercultural.

Aqui, a troca de informação

e o conhecimento estiveram

em alta, seja nas entrevistas com

moradores da cidade e técnicos do

Instituto do Patrimônio Histórico

e Artístico Nacional (IPHAN),

durante as visitas ao Museu e à

Casa da Farinha, ou na caminhada

pelo centro com a observação da

arquitetura dos casarios.

O desenvolvimento sustentável

– outro tema central da UNES-

CO – ganhou forma e conteúdo

no trabalho de campo feito pelo

grupo no Sítio do Alemão. Na

propriedade de agricultura familiar,

os alunos aprenderam ao

vivo e em cores como funciona o

processo produtivo. Depois, caminharam

pela lavoura, participaram

da colheita e, claro, fizeram uma

deliciosa degustação de mexericas!

No Rio Paraitinga, a aventura falou

mais alto e, durante o floating, eles

entenderam Geografia e Biodiversidade

com muita emoção!

Essa turma ainda colocou mãos

e pés na massa durante a oficina

de taipa, que apresentou um novo

processo de construção que muitos

sequer imaginavam.

Na apresentação de Catira, os

alunos entraram na roda e ninguém

ficou parado. Pés e mãos

acompanhavam o ritmo do grupo

folclórico.

Para fechar o estudo, uma Oficina

de Arte trouxe mais estilo aos

adereços confeccionados para um

desfile pela cidade, que foi embalado

pelas marchinhas de Carnaval.

Uma oportunidade única de

vivenciar diferentes manifestações

culturais e folclóricas para dar significado

aos conteúdos e retornar

com conhecimento na bagagem.

24


Minha primeira noite

de autógrafos

Alunos repaginaram o clássico O Soldadinho de Chumbo

A noite de autógrafos é um dos

grandes acontecimentos na vida

de um escritor – e não apenas

daqueles já consagrados. Mostrar

que somos capazes, dividir

nossa arte e nosso conhecimento

com aqueles que amamos,

apresentar o que pensamos e

sabemos fazer, tudo isso faz

parte deste momento.

Pois essa alegria foi vivida pelos

alunos do 2º ano do Ensino

Fundamental I. As crianças foram

responsáveis por repaginar

uma das grandes histórias infantis

– O Soldadinho de Chumbo, dando

vida nova a este clássico.

O trabalho das crianças foi sucesso

de público e de crítica. O lançamento

do livro escrito pelos

alunos contou com uma noite de

autógrafos nas Unidades Campo

Belo e Sócrates. As famílias compareceram

em peso para prestigiar

e, claro, receber uma dedicatória

especial!

Que venham novas histórias, conquistas

e sonhos para contar!

25


Ensino Fundamental I

Literatura e Arte

O projeto de Literatura do Ensino

Fundamental I deu start a uma

verdadeira viagem pelo mundo das

artes entre os alunos do 3º ano do

Ensino Fundamental I. Por meio

da leitura dos livros Linéia no Jardim

de Monet e O Menino que mordeu Picasso

conheceram a história, a obra

e o movimento dos gênios Claude

Monet e Pablo Picasso.

Essa turma também visitou a exposição

O Triunfo da Cor, no Centro

Cultural Banco do Brasil (CCBB), e

observou de perto a linguagem estética

de artistas como Van Gogh,

Gauguin e Cézanne.

Mas não ficaram apenas na apreciação.

Também debateram e confrontaram

características dos pintores,

falaram sobre suas preferências

e sentimentos, além de vivenciar

um dia de artista e fazer releituras

de obras cubistas.

26


Tecnologia no Full-Time

O céu é o limite

As duas horas diárias de estudo assistido

dos alunos do Full-Time estão

passando mais rápido, ganharam

mais significado e envolvimento dos

alunos. Muitos querem continuar as

pesquisas mesmo depois que a aula

termina e há até quem não consiga

mais parar de estudar. Todo esse

movimento positivo tem a ver com

a intensificação da tecnologia em

sala de aula, que se transformou em

uma grande aliada dessa turma na

hora de rever os conteúdos.

Com a plataforma educacional

Google Classroom (fruto de uma

parceria do Magno e a Google

For Education), o grupo prepara

e compartilha pesquisas feitas

com base nas informações do livro

didático. As figuras ganham movimento

e o conteúdo fica muito

mais dinâmico. “O estudo no computador

tem me ajudado a fixar o

conteúdo, é muito mais interativo

e traz a possibilidade de compartilhar

e trocar com os amigos depois

que a professora Silvia Salazar faz a

revisão”, comenta a aluna Sofia de

Souza Eidman, do 6 o ano do Ensino

Fundamental II.

No 2 o ano do Ensino Fundamental

I, o estudo ganhou mais emoção

com o uso de aplicativos. Com

tablets em mãos, os alunos são desafiados

a estudar Matemática, Língua

Portuguesa, Ciências e Geografia,

entre outras matérias.

27


28

Mariana,

um ano depois

Drone do Magno é usado pelos alunos para mapear as regiões destruídas pela lama


A tragédia dos rios de lama despejados

pelo dique rompido da

empresa Samarco, na região de

Mariana, em Minas Gerais, completou

um ano. O acontecimento

transformou a vida dos moradores

da região impactada, mas mudou

também jovens que tiveram a rara

oportunidade de conhecer in loco

a extensão do desastre. Foi isso o

que aconteceu durante a viagem

pedagógica do 8 o ano do Ensino

Fundamental II do Magno.

A viagem às cidades históricas faz

parte do programa desta etapa

escolar. Mas, em um projeto pedagógico

vivo, o estudo precisa responder

à vida real – e neste ano o

trabalho se direcionou a entender

o que lá aconteceu, relacionando

os conhecimentos teóricos aos saberes

necessários para compreender

o ocorrido, inclusive do ponto

de vista humano, e não permitir

que novamente aconteça.

Mapeando com drone

A tecnologia foi essencial neste

trabalho. Foi o que permitiu

mapear regiões atingidas pela lama,

como Paracatu e Bento Rodrigues,

e ajudar os profissionais que trabalham

na reconstrução.

Esse, entre outros novos recursos

tecnológicos, vêm sendo utilizados

em todos os Estudos do Meio, e

desta vez se mostrou particularmente

importante, ampliando o

potencial do Estudo.

Mas a tecnologia não substituiu – e

não substituirá nunca – a riqueza

do contato humano. Ao escutar

as histórias de moradores locais,

como o emocionante depoimento

do casal mais antigo da cidade,

Seu Zezinho e Dona Aurélia, que

tiveram suas vidas devastadas e

não foram apenas privados de

suas casas ou bens materiais, mas

perderam lembranças, como o álbum

de casamento e a foto de um

bisneto ainda na maternidade, os

alunos ficaram emocionados.

Eles ainda tiveram um encontro

com a “heroína de Mariana”, Paula

Geralda Alves, a motoqueira que

avistou o rompimento da barra-

foto 3632

gem e salvou centenas de vidas,

usando a motocicleta como sirene.

Outra novidade tecnológica do

Estudo foi o Diário de Bordo On

-line, atualizado a cada descoberta

e acompanhado em tempo real

pelos pais no site da Escola.

De São Paulo, as famílias puderam

assistir ao encontro dos alunos

com uma lenda viva de Tiradentes:

o artesão Tião Paneira. Muitos

colocaram a mão na argila e se

renderam aos encantos e causos de

quem tem história para contar.

No Chafariz de São José de Botas,

o drone entrou em ação para registrar

a cidade por novos ângulos,

enquanto os estudantes participavam

de uma oficina de desenho.

Em Tiradentes, eles conheceram

outro personagem importante: a

benzedeira Erci.

Quantas histórias e santos em sua

pequena sala!

Cultura e Arte

A vivência artística e cultural

também foi um componente

29


central na viagem. No fim do dia,

os alunos assistiram a um concerto

de música barroca, com um

órgão português de 1788. Que

privilégio para os ouvidos! Já na

Igreja Rosário dos Pretos, a turma

ficou impressionada com a oficina

de sinos e aprendeu a identificar

diferentes repiques.

Em Ouro Preto, a aventura e a

descoberta correram soltas na

Mina de Santa Rita.

No Restaurante Contos de Réis,

o mais tradicional da cidade, eles

colocaram a mão na massa e participaram

de uma oficina de pão de

queijo.

Na expedição por Minas Gerais, os

alunos acompanharam o Grupo de

Congada e jogaram capoeira.

Piscina natural

Para fechar em grande estilo, no

Santuário da Caraça, os estudantes

percorreram uma trilha pela Mata

Atlântica e se refrescaram em uma

deliciosa piscina natural.

No fim da noite, nem o frio espantou

essa turma, que observou o

lobo-guará e se despediu de Minas

Gerais com saudade e a certeza de

que essa experiência ficará guardada

em suas melhores lembranças.

30


Sem barreiras

Lama de Mariana é analisada pelos alunos no Laboratório do Magno

Depois de retornar do Estudo

do Meio de Minas Gerais com

conhecimento na bagagem, de

uma viagem que ganhou o reforço

extra da tecnologia do drone para

mapear áreas atingidas pela lama,

como Paracatu e Bento Rodrigues,

os alunos do 8º ano do Ensino

Fundamental II deram continuidade

às descobertas no Laboratório

do Magno.

Acompanhados pelo professor

de Ciências, André Miranda, e

pela professora de Química, Sueli

Salgado, os alunos realizaram uma

análise físico-química da terra coletada

em Mariana e deram significado

a um trabalho que começou em

Minas Gerais.

No final, os resultados foram

apresentados na Mostra UNES-

CO, compartilhando com toda a

comunidade os conhecimentos

produzidos no Estudo do Meio

– e ampliando a conscientização

sobre a importância do desenvolvimento

sustentável.

Os alunos deram continuidade

às descobertas feitas em

Mariana no Laboratório do

Magno, estudando a lama

coletada na região

31


Ensino Fundamental II – Cidadania Global

As várias

faces da

imigração

As várias faces da imigração foram

vivenciadas pelos alunos do 9º

ano do Ensino Fundamental II

durante um intenso trabalho de

campo pela cidade de São Paulo,

que percorreu diferentes bairros

e mergulhou por outras culturas.

Do templo budista na Vila

Mariana, passando pela sinagoga

em Higienópolis, pela Mesquita

em São Bernardo do Campo e por

uma saborosa cantina do Bixiga, a

aprendizagem ganhou cor, sabor e

muitas histórias.

Acompanhados pela coordenadora

e professores, nossos desbravadores

embarcaram em um roteiro

planejado para trabalhar Geografia

e Cidadania Global (um dos

principais pilares da UNESCO) de

maneira interdisciplinar.

Mas não pense que essa turma

ficou apenas no papel de espectador.

Na sinagoga, os meninos

usaram a kipá e todos leram a Torá

com o rabino.

Na “casa de adoração dos muçulmanos”,

as meninas cobriram a

32 32


cabeça com lenços e entenderam

na prática o protocolo para entrar

em uma mesquita. Já no templo

budista, eles engataram um bate

-papo empolgante com o monge.

Haja assunto!

No debate com os líderes de

cada crença, a turma descobriu as

características das religiões, recebeu

informações adequadas e deu um

passo importante em direção à cultura

de paz. De uma maneira muito

natural e significativa, aprenderam a

reconhecer e a respeitar diferentes

correntes de fé.

A aprendizagem teve continuidade

em casa, nas longas e gostosas conversas

com os pais e irmãos sobre

cada detalhe da experiência vivida.

Afinal, um dia repleto de descobertas

precisa ser compartilhado.

33 33


Ensino Médio

A vida além do Enem

Existe escolha profissional perfeita?

Como trazer mais conforto e

reduzir a margem de erro? O que

esperamos para os nossos filhos?

Essas foram algumas perguntas

lançadas pela sócia da Cia de

Talentos e comentarista da GloboNews,

Maíra Habimorad, que

abriu a edição 2016 do programa

Papo de Profissional em uma noite

memorável para pais e alunos do

Ensino Médio.

Durante a conversa, a especialista,

34


novidades”, comentou Maíra.

Nesse caminho de escolhas, o

Enem é só uma porta para um

“mundo” que busca por profissionais

com competências comportamentais,

como comprometimento,

adaptabilidade, liderança, inovação,

capacidade analítica, resiliência,

entre outras tantas.

Outro indicativo dos novos tempos

é que a carreira está menos

relacionada com a ocupação do

profissional. Há muitos engenheiros,

por exemplo, atuando no

mercado financeiro.

Segundo ela, os pais podem e

devem dar o ferramental para que

seus filhos possam tomar uma

decisão, mas a escolha é intransferível.

Por outro lado, para escolher

é preciso se conhecer melhor e entender

o que realmente nos move.

Durante o encontro, pais e alunos

tiveram um espaço aberto para

debater, rever conceitos e formar

opiniões em um momento enriquecedor

para a Escola e também

para as famílias.

que tem mais de 15 anos de experiência

em recrutamento, seleção

e gestão de programas de trainees,

estagiários e gestores, mostrou o

quanto o mercado de trabalho mudou

nos últimos tempos. “Existem

empresas que só funcionam em

nuvem, a expectativa de vida está

maior e a escolha profissional aos

16 ou 17 anos de idade é cada vez

menos definitiva”.

Ter inglês fluente já não basta para

garantir uma boa colocação. É

preciso trabalhar e se relacionar

em vários idiomas. “A geração de

hoje é nativa e vem com o DNA

da colaboração. São diferentes de

nós, que tivemos que nos adaptar e

aprendemos a conviver com tantas

Projeto Biruta

A palestra de Maíra Habimoradi

foi tão oportuna que gerou um

projeto customizado para os

alunos da 3 a série do de Ensino

Médio, totalmente oferecido pelo

Colégio.

O projeto, denominado Biruta,

une diagnósticos de competências

feitos por games a orientações pessoais

de Maíra e sua equipe.

Durante os workshops realizados na

Escola, os alunos tiveram acesso

a uma plataforma de orientação

de carreira, cujo ponto de partida

foi o autoconhecimento. A partir

daí, a turma disputou os games

Cockpit de Interesses e Cockpit

de Competências para obter um

diagnóstico mais preciso. Com

os resultados em mãos, os alunos

esclareceram dúvidas com

os especialistas em atendimentos

personalizados.

Acompanhados pelos consultores,

eles exploraram um Mapa de

Profissões e receberam informações

sobre diferentes carreiras para

ajudar no processo de tomada de

decisão. No fechamento, novas

provocações para estimular a

reflexão sobre uma escolha que é

pessoal e intransferível.

35


Enem e Vestibular

Colégio Magno:

um Ensino Médio que prepara para tudo

O Colégio Magno vem alcançando resultados expressivos no ENEM e nos vestibulares, sem

abrir mão de um projeto pedagógico integral, que permite a todos os alunos encontrarem o seu

caminho e prepara os jovens para viver na sociedade do século XXI, com valores sólidos uma

cabeça aberta. Veja como isso acontece.

1. Tudo começa no Ensino

3. 3º +: um curso diferenciado:

conciliar um modelo

Fundamental: nesta etapa

de formação aberto e integral

há um mapeamento individualizado

das competências dos

Magno criasse o 3º +, oferecendo

2.

no Ensino Médio exigiu que o

alunos. Dessa forma, quando

Um mundo sem fronteiras:

aos alunos a chance de focar sua

chegam ao Ensino Médio, os jovens

a proficiência no domí-

preparação para os exames no pe-

e seus professores já sabem nio de inglês é uma realidade ríodo vespertino, com professores

o que precisam para trabalhar para quase todos os alunos, que experientes de cursinho e estratégias

com mais ênfase.

alcançam grau FCE (Cambridge).

mais voltadas para as provas.

Por isso, muitos estudantes têm Chama-se 3º + porque são 20

planejado por seguir seus estudos aulas semanais extras (de 35 para

no exterior. Esse sonho tem base 55), sem nenhum custo adicional

concreta: quase todos os alunos para as famílias.

passaram pelo Magno High School

e têm o diploma válido também

nos Estados Unidos. 4. Avaliações semanais:

prontidão permanente. Um modelo

completo de formação dos

jovens inclui, sim, muito estudo.

Na sociedade do Conhecimento, a

aprendizagem permanente é uma

realidade, e por isso é preciso criar

uma disciplina de estudos diários.

Para estimular essa consciência, o

Magno introduziu as AS, ou seja,

Avaliações Semanais dadas no horário

normal de aula, com poucas

questões, sem dia e hora marcados.

Os alunos sabem apenas as disciplinas

avaliadas.

36


5. Simulados: para quando

a hora chegar. Com o mesmo

sentido de manter a prontidão dos

alunos e habituá-los ao modelo

de questões dos vestibulares, os

simulados são frequentes. Essa

rotina tem início no 9º ano do Ensino

Fundamental com uma prova

por bimestre. Na 1ª e na 2ª série

passam a acontecer duas vezes no

bimestre. Por fim, chegam a três

vezes ao bimestre.

6. Plataforma on-line: Na

1ª série do Ensino Médio, o aluno

do Magno começa a utilizar a plataforma

Geekie, única plataforma

adaptativa credenciada pelo MEC.

O estudante escolhe uma disciplina

e uma área de avaliação. A partir

de uma análise sofisticada dos

resultados, que permite identificar

quais foram os tópicos não assimilados

adequadamente ao longo da

vida escolar, a plataforma propõe

intervenções com estudos dirigidos,

textos, videoaulas, resumos e

jogos. Após esse reforço, o aluno

faz uma nova avaliação. Além de

ser acessada pelos laboratórios do

Magno, abertos durante o horário

de funcionamento da Escola, a

plataforma Geekie pode ser usada

em casa e também pelo celular.

7. Ênfase na Redação: a

formação de alunos críticos, capazes

de refletir sobre os problemas

do mundo, discutir, argumentar. E

buscar soluções passa, sem dúvida,

por um trabalho consistente no

campo da Produção Textual.

8. Corretores externos: a

produção textual tem início ainda

no Ensino Fundamental II e vai

até a 3ª série do Ensino Médio.

Essa atividade é desenvolvida em

grupos de 15 alunos, o que propicia

um acompanhamento mais

individualizado para as produções.

As redações são avaliadas por corretores

externos que não têm contato

com os alunos, assim como

ocorre nos principais exames de

acesso ao ensino superior.

9. Equipe de alto nível e

apoio permanente: por trás de

todo esse projeto, claro, há uma

equipe de professores de excelência,

consciente de seu papel mais

amplo na formação dos adolescentes.

Esses professores asseguram

um acompanhamento contínuo e

parceiro dos professores, a todo

momento. Os encontros informais

e os plantões de dúvida ou

de aprofundamento acontecem

inclusive aos sábados, sempre

com professores especialistas.

Nas tardes de segunda à quinta,

no período da tarde, segundo os

horários estipulados, os alunos do

Ensino Médio podem consultar

os professores especialistas para

dirimir suas dúvidas.

10. Clima de aprendizagem

e cooperação: com

tudo isso, foi criado no Magno um

clima cooperativo, que envolve os

alunos. Estes se reúnem espontaneamente

para estudar juntos ou

tirar dúvidas entre si, inclusive com

o uso de redes sociais, como whatsapp.

Tudo sempre com alegria e

equilíbrio, como um pacto coletivo

para um objetivo comum: alcançar

o que há de melhor no ensino

superior.

37


Magno Internacional

Read For The

38

Record

Magno/Mágico de Oz participa de ação global de leitura compartilhada

Da Educação Infantil ao Ensino

Fundamental II, os alunos do

Magno/Mágico de Oz marcaram

presença no maior evento de

leitura compartilhada do mundo: o

Read For The Record.

O movimento criado pela JumpStart

(organização americana para a

Educação) existe há 11 anos e ganhou

o mundo com o alerta sobre

a importância da alfabetização na

infância.

Mas por que a Escola decidiu

participar de um evento global e

envolver seus alunos, funcionários

e pais? Porque o Magno/Mágico

de Oz entende a leitura como um

hábito essencialmente prazeroso

e que deve ser constantemente

incentivado dentro e fora da sala

de aula. Assim, alunos do Ensino

Fundamental II leram a história

“The Bear Ate Your Sandwich”,

de Julia Sarcone-Roach, para os

alunos do Ensino Fundamental I,

que acabaram promovendo uma

divertida contação para os alunos

da Educação Infantil.

A cada projeto ou atividade, o

Magno busca desenvolver nas

crianças o gosto pela leitura e levanta

a bandeira em defesa de uma

postura que garanta a aproximação

dos alunos com a literatura, de

uma maneira muito natural.


Além disso, o Read For The Record

é mais uma atividade de inglês

oferecida pela Escola, que conta

com um projeto diferenciado e

reconhecido pela University of

Cambridge e pela University of

Missouri, que é parceira do Magno

nos cursos internacionais Middle e

High School.

A ação ganhou força. Não foram

só alunos, professores e recreacionistas

bilíngues que abraçaram

a causa. Os pais também estavam

envolvidos e reforçaram a leitura

compartilhada em casa.

Na Educação Infantil, a atividade

não ficou só na leitura. Os alunos

prepararam o delicioso sanduíche,

que é o centro da aventura, e deram

mais sabor ao conhecimento.

39


Magno Internacional

Magno Linden

USA Connection

Uma oportunidade única para quem deseja cursar uma universidade norte-americana

A Magno Linden USA Connection

(feira de universidades norte-americanas

customizada para a

comunidade do Magno) já está

em sua quarta edição (só em 2016

foram duas edições) e, a cada ano,

a vontade de desfrutar o American

Way of Life e conquistar as melhores

oportunidades no exterior é

renovada entre os alunos.

Afinal, quem não gostaria de

fazer uma imersão cultural em

um dos países mais desenvolvidos

do mundo? Muitos ex-alunos do

Magno estudam ou já estudaram

fora do país e puderam desfrutar

experiências incríveis de amadurecimento

pessoal e profissional.

Durante o evento, pais e filhos

tiveram encontros individuais com

representantes de conceituadas

universidades (Eastern Washington

University, Embry-Riddle

Aeronautical University, Foothill

and de Anza Colleges, San Mateo

Colleges of Silicon Valley, University

of Bridgeport, University at

Buffalo, University of Pittsburgh,

University of South Carolina e

University of Utah), conheceram

a infraestrutura oferecida em cada

campus, cursos, diferenciais e

ainda tiveram acesso ao checklist

necessário para a admissão.

40


Sum

mer

Camp

Miz

zou!

Magno Internacional

Uma experiência única, inesquecível

e internacional. Há muitas

maneiras de definir a primeira

experiência dos alunos com o

Summer Camp Mizzou – e todas

apontam para um futuro sem fronteiras

físicas. Assim foi a viagem

dos alunos do Magno à University

of Missouri, parceira do Colégio

no Magno High School e no novo

curso Middle School.

Os jovens do Magno se integraram

a uma centena de outros alunos do

High School, vindos de diversas

partes do mundo, para viver experiências

inéditas na sua vida.

O cotidiano no campus da Missouri

é uma explosão de conhecimento,

com trocas diárias de

informação com os renomados

professores da universidade, com

estudantes de outros países e

com os ambassadors (estudantes

de graduação da universidade que

guiaram os alunos do Magno High

School no Summer Camp 2016).

Foi também um desafio de

41 41


autonomia e crescimento pessoal:

o grupo viveu a experiência

de morar em uma universidade

norte-americana, lavar sua própria

roupa e estar ao lado de estudantes

de vários lugares do mundo.

A vivência teve como foco a escolha

da carreira e contribuiu para o

desenvolvimento pessoal, acadêmico

e profissional dos alunos

com imersão nas áreas de Artes e

Comunicação, Negócios e Administração,

Engenharia e Tecnologia

Industrial, Saúde, Humanas, Agricultura

e Recursos Naturais.

Porém, antes de abrir “os trabalhos”,

o grupo realizou um teste

para medir as habilidades pessoais

que contribuem para o sucesso na

carreira profissional.

Atividades de integração deram

start ao programa, que também

teve workshops com especialistas

em liderança e visitas às multinacionais

Boeing e Budweiser para

conhecer como atuam na prática.

Na South Farm (fazenda mantida

pela Missouri para projetos e

estudos), a turma acompanhou

de perto a rotina de agrônomos,

biólogos e apicultores. Porém, eles

não ficaram só observando: também

pescaram e colocaram a mão

na terra para colher batatas.

Às margens do Missouri River,

fizeram uma expedição pelo

ecossistema, com a coleta de seres

vivos e a compreensão prática dos

impactos da ação humana.

Na segunda melhor faculdade de

jornalismo dos Estados Unidos, a

Missouri School of Journalism, os alunos

assistiram a uma aula especial

42


sobre como capturar imagens com

um drone. Eles ainda participaram

de um workshop sobre mídias

sociais, visitaram o jornal Columbia

Missourian e a estação de TV Komu,

onde tiveram a oportunidade de

acompanhar ao vivo o telejornal

entrar no ar.

O trabalho voluntário, tão valorizado

nos Estados Unidos e visto

como um importante diferencial

no currículo do profissional,

também esteve em alta. Acompanhados

pelo diretor do programa

Mizzou k-12 Online, Zac March,

que vestiu literalmente a camisa do

Magno, os alunos foram ao The

Food Bank (banco de alimentos

da cidade) e dedicaram tempo e

empenho para a atividade solidária.

Muitos gostaram tanto da proposta

que não queriam sair de lá!

Na School of Law (Escola de

Direito), todos estavam muito

concentrados para fazer um estudo

de caso. Futuros advogados, juízes

e promotores a caminho!

O ponto alto ficou por conta da

visita ao Harry S. Truman Library

& Museum, localizado em Independence.

O local, que homenageia

o 33º presidente dos Estados

Unidos e tem espaços que reproduzem

ambientes da Casa Branca,

promoveu a discussão e a reflexão

sobre a guerra civil dos Estados

Unidos e o racismo.

Já na universidade, a visita ao

estádio teve uma recepção muito

calorosa do “Tiger”, o representante

mais famoso da Mizzou!

Fora do campus o jogo continuou

e a turma assistiu a uma partida de

beisebol em Kansas City.

Para fechar o Summer Camp, os

alunos desenvolveram portfólios

contando sobre a passagem pela

universidade, o que resultou em

uma grande exposição e o início a

uma série de despedidas.

Momentos de muita emoção

marcaram a cerimônia de entrega

dos certificados. Juntos, eles

celebraram as novas conquistas

e retornaram com a certeza de

que estão muito mais preparados

e fortalecidos para enfrentar os

desafios do século XXI. “Foi uma

experiência inesquecível, levamos

muito na bagagem, conhecimento,

lembranças, amizade e carinho.

O Summer Camp nos ajuda a

encontrar caminhos para descobrir

a nossa verdadeira vocação.

Os próximos ‘exploradores’

precisam saber o quanto é incrível

essa oportunidade”, conta a aluna

do Magno High School, Victoria

Rossi, que já sabe qual carreira irá

seguir: Arquitetura.

Para a coordenadora do High

School, Luíza Dutra, a viagem

é um marco na vida dos alunos.

“Nosso intuito é ver, no futuro,

o crescimento de tantas sementes

plantadas e que brotaram lá na

Mizzou”, completa.

Os jovens do Magno se

integraram a uma centena

de outros alunos do High

School, vindo de diversas

partes do mundo, para viver

experiências inéditas

43


Magno Internacional – Ensino Fundamental II

- Por fim, como benefício direto,

os alunos do Middle School com

aproveitamento superior a 60%

ficam dispensados da avaliação inicial

de admissão no High School.

O curso começa já em 2017, e em

breve todos os alunos terão a possibilidade

de se inscrever. E, assim,

dar início a uma bela viagem pelo

mundo sem fronteiras culturais em

que vivemos.

Agora é a vez do

Middle School

O projeto de internacionalização

do Magno avança. Depois da muito

bem-sucedida implantação do

Magno High School, hoje em parceria

com a University of Missouri,

os alunos do Ensino Fundamental

II ganham agora a oportunidade

de ampliar seus horizontes em

uma nova proposta: trata-se do

Magno Middle School.

No Magno Middle School, alunos

de 7 o e 8 o anos terão a oportunidade

de ampliar seu currículo, em

um sistema similar ao do Magno

High School. As aulas abordarão

conteúdos da matriz norte-americana,

serão ministradas por professores

nativos e com a metodologia

da University of Missouri.

A reunião realizada no final de

setembro foi um sucesso absoluto.

As famílias e os alunos mostram-se

conscientes da necessidade de um

projeto educacional que contemple

os desafios da globalização.

Nova proposta

A proposta do Magno Middle

School antecipa para os alunos do

Ensino Fundamental conquistas

que já caracterizam claramente o

Magno High School, entre elas:

- o aumento de fluência no idioma,

uma vez que os alunos aprendem

em situações reais de uso dos norte-americanos

e com professores

nativos;

- a ampliação do horizonte de discussão

e aprendizagem, ao incorporar

ao currículo temas de economia,

política, cultura que permitem

uma compreensão maior do

processo de globalização;

- o ganho de autonomia, uma vez

que os alunos têm diante de si o

desafio de estudar a partir de uma

metodologia de outro país, com

outro modelo de relação-aluno,

que valoriza a argumentação, a

proposição de ideias e a produção

acadêmica.

Preparando agentes

de mudança

O curso desenvolvido em parceria com

a Faculdade de Educação da Missouri

tem um objetivo audacioso: preparar

“agentes de mudança” do século XXI,

a partir de um currículo internacionalizado

que integra as áreas de Ciências

Humanas à Língua Inglesa.

Com carga horária de 4 horas semanais,

o Magno Middle School tem sua

grade baseada nos temas globais da

ONU, com adaptações alinhadas aos

valores do Programa de Escolas Associadas

da UNESCO.

Entre os temas que atendem demandas

universais e estarão presentes no currículo,

vale destacar: voluntariado, cultura

de paz, fome e mudanças climáticas.

“O aluno terá a oportunidade de ampliar

o seu repertório em inglês e também

na língua materna, desenvolvendo,

assim, o pensamento crítico. A proposta

é prepará-lo para pensar globalmente

e agir localmente. O Magno Middle

School trará uma rica bagagem que irá

impactar na vida acadêmica, profissional

e pessoal do aluno”, explicou a

coordenadora Luíza Dutra.

44


Por que fazer

Middle School?

Acompanhe a entrevista exclusiva

com a diretora acadêmica

da University of Missouri,

Kathryn Fishman-Weaver

Revista do Magno – Qual é o

principal diferencial do Programa

Middle School Global Leaders?

Kathryn Fishman-Weaver: O

Middle School Global Leaders

(MSGL) apresenta objetivos interdisciplinares

e faz com que o aluno

comece a se enxergar como um

agente de mudança – eu realmente

acredito que eles são os líderes globais

do amanhã. Nossa proposta é

desenvolver as habilidades e competências

do século XXI, incluindo

a colaboração, o pensamento crítico,

a comunicação e a resolução de

problemas. Como é um programa

de imersão em inglês, o desenvolvimento

contínuo da linguagem

por meio da leitura, da escrita, da

fala e da audição também são contemplados

pelo MSGL. Estamos

ansiosos para vê-los em busca de

soluções para problemas, tornando-se

mais hábeis e críticos com a

língua inglesa.

Revista do Magno – Quais são

os maiores desafios ao ensinar

adolescentes?

Kathryn Fishman-Weaver: Um

desafio na educação é fazer com

que a aprendizagem seja sempre

relevante na realidade dos alunos.

O MSGL faz essa abordagem de

maneira intencional, orientando o

aluno a conectar o aprendizado em

sala de aula com questões globais

e locais existentes. O Programa

o desafia a buscar a solução de

problemas e a defender ou a promover

mudanças em suas comunidades.

Dessa forma, eles podem

utilizar as habilidades desenvolvidas

na escola com os problemas

relevantes, tanto em escala local

quanto global.

Revista do Magno – Como a

Mizzou lida com o aluno do século

XXI?

Kathryn Fishman-Weaver: Na

University of Missouri, valorizamos

a inovação e estamos constantemente

procurando novas e melhores

maneiras de nos relacionar

com os nossos alunos e desafiá-los

a aprender cada vez mais.

O MSGL é um projeto especialmente

empolgante para nós, já que

representa uma nova abordagem

interdisciplinar para o Ensino

Fundamental II. Nós sabemos que

os problemas locais e globais raramente

exigem soluções ligadas a

somente uma área do conhecimento.

Em vez disso, os problemas do

século XXI requerem um conjunto

integrado de habilidades e competências

desenvolvidas em diversas

áreas. O nosso Programa MSGL

permite que os alunos tenham

inúmeras oportunidades para

praticar e aplicar essas habilidades

a problemas reais, já a partir do 7º

ano do Ensino Fundamental II.

31 45


2016

o ano em que

alcançamos o futuro

Pense tecnologia na Educação.

Talvez você tenha imaginado

cenários high-tech, com óculos de

realidade virtual, uso de drones

ou impressoras 3D. Isso tudo é

realidade para os alunos do Colégio.

Mas não é o que caracteriza

o grande salto dado pelo Colégio

Magno, ao longo de 2016, na área.

46


Na perspectiva adotada pela Escola,

a tecnologia não é vedete, nem

protagonista. É ferramenta. Está

na lição de casa, na pesquisa, nos

projetos, na comunicação com as

famílias, nos processos administrativos

e na formação de professores.

E tudo isso vem ocorrendo

diariamente no Colégio Magno,

mudando especialmente a cultura

escolar – cada vez menos analógica,

cada vez mais digital.

Foi essa mudança de cultura – e

não o contrário – que possibilitou

ao Magno se tornar um case de

sucesso da parceria entre a gigante

Google e as escolas. O acordo,

firmado ao longo de 2015, produziu

resultados tão expressivos que

as equipes do Colégio passaram a

ser convidadas a fazer palestras a

pedido da Google.

Basta dizer que, recentemente,

cada um dos funcionários do

Colégio passou por pelo menos

duas formações específicas – sempre

certificadas – para o uso das

ferramentas disponibilizadas no

ambiente Google.

Entre eles está o Classroom – o

ambiente de gestão do conhecimento

pelo qual todos os alunos

do 5 o e do 6 o ano realizam suas

tarefas escolares e trabalhos em

grupo, com a mesma naturalidade

que antes usavam os cadernos, o

lápis e a borracha. Parece até que

nada mudou. E tudo mudou, para

as crianças e adolescentes, para os

professores, para os funcionários

administrativos, para os gestores.

Infraestrutura

A mudança de cultura veio igualmente

acompanhada de investimentos

em infraestrutura. Mas, o

mais importante é que os novos

espaços, equipamentos e recursos

responderam às demandas e aos

projetos, o que tornou seu uso

natural, imediato e realmente um

catalisador de novas experiências

de aprendizagem, no qual os alu-

Especial tecnologia

nos são protagonistas do processo.

Este é o caso da impressora 3D,

utilizada pelas crianças da Educação

Infantil para um projeto de

inclusão, reconstituindo a prótese

de um atleta, entre outros projetos.

Da mesma forma, a Sala Maker

chamada Mag Lab – um lugar

de concepção e materialização

de projetos virtuais e físicos –,

já permite o alcance de um novo

patamar pedagógico. Com drones,

estações de pintura, hidráulica e

outros equipamentos, se tornou o

espaço de produção apontado com

uma das grandes inovações da

educação no século XXI.

Os alunos já podem contar

também com 133 chromebooks,

dispositivos portáteis em conexão

permanente com a nuvem, ou seja,

que permite o uso absolutamente

personalizado sem a necessidade

de pen drives ou quaisquer outros

drives para guardar dados. Dessa

forma, muda-se a cultura de equipamentos

fixos para a do uso de

dispositivos móveis e capacidade

quase infinita de armazenamento –

a exemplo dos smartphones.

Trata-se de uma mudança de cultura.

Portanto, as transformações

ganham caráter evolutivo e permanente.

O que importa é que o

Magno, como sempre, está aberto

para o que virá. A maior conquista

foi ter virado a chave e envolvido

toda a Escola, promovendo a

abertura para o novo e eliminando,

de uma vez, os receios e os mitos

sobre a tecnologia. Isso muito

poucas instituições efetivamente

conseguiram.

47


Tecnologia

Tecnologia,

criatividade e inclusão

Alunos da Educação

Infantil criam prótese

em impressora 3D

O pequeno Marck nasceu nos Estados

Unidos. Sofreu um acidente

e perdeu uma perna, mas isso

não o impede de se locomover e

praticar esportes. Marck consegue

se virar perfeitamente! Como ele

faz isso? Utilizando recurso da

alta tecnologia, como uma prótese

flexível com a funcionalidade do

membro humano.

Neste caso, Marck é um personagem

criado pelos alunos da

Educação Infantil, no Mágico

de Oz, no contexto do projeto

Planeta Olímpico. A turma do Alfa

encarou o desafio de ajudar este

novo amigo a ter uma prótese. E

para isso, só havia um caminho: o

uso criativo da tecnologia.

O trabalho não envolveu só

criatividade. Eles também tiveram

que usar o paquímetro, um

instrumento para medir com

precisão, e colocaram em prática

seus conhecimentos matemáticos.

Afinal, quantos centímetros deve

ter a prótese?

A turma ainda observou atentamente

os lados direito e esquerdo

para não errar a mão, ou melhor,

o pé! Com os dados em mãos,

os alunos fizeram reunião com o

professor de Robótica Edson, que

passou as ideias para o programa

de modelagem virtual Blender.

A partir daí, foi difícil tirar os

olhos da impressão. Eles acompanharam

de perto a confecção

da prótese em forma de gancho.

Marck finalmente garantiu sua participação

nos Jogos Paralímpicos!

48


Antes de chegar à impressora

3D, há muito trabalho para

conceber, projetar e construir

a prótese. Os alunos

pesquisaram, desenharam,

escreveram, testaram hipóteses,

fizeram modelagem,

trabalharam em equipe e

utilizaram conhecimentos de

diversas áreas. Por trás de

tudo, a preocupação real com

a inclusão. Para tudo isso

serve a tecnologia.

49


Tecnologia

Neurônio 3D

A aprendizagem sobre o sistema nervoso ganha mais significado com o uso da tecnologia

A tecnologia invadiu a aula de Ciências do 8º ano do Ensino

Fundamental II para dar forma e significado ao sistema nervoso.

Enquanto o professor André Miranda acompanhava a dissecação

do cérebro de porco feita pelos alunos, uma réplica de neurônio

era construída na impressora 3D.

Segundo o professor, os alunos observaram o cérebro de porco

com suas principais divisões e puderam compará-lo ao órgão humano.

“A tecnologia contribuiu para o aluno sair da visão plana

e fazer uma observação tridimensional, entendendo como é um

neurônio dentro do encéfalo. Aproveitamos a oportunidade e o

encantamento dos alunos com o equipamento para abordar outras

funções importantes de uma impressora 3D, como a construção

de próteses humanas e para animais”, comentou.

50


Magno e Google:

um caso de sucesso

Não foi por acaso que o Magno/Mágico

de Oz foi escolhido

para ministrar uma palestra na

Google. O caso de sucesso, fruto

da parceria com a Google for

Education, tem surpreendido por

promover uma evolução consistente

no uso da tecnologia, seja

no âmbito administrativo, seja no

âmbito pedagógico.

O evento contou com a presença

de John Vamvakitis, diretor

internacional da Google For

Education, de Rodrigo A. Pimentel,

diretor da Google para a

América Latina, e de Alexandre

Campos Silva, gerente estratégico

da companhia no Brasil, além de

diretores de alguns dos maiores

fabricantes de equipamentos do

Brasil, como a Positivo e a Acer.

O diretor administrativo do

Magno/Mágico de Oz, Maurício

Tricate, apresentou um balanço

da parceria com a Google para

representantes de 70 instituições

de ensino, entre elas 15 universidades,

participantes da rede

Sesi/Senai e um secretário de

educação, que estavam ansiosos

para conhecer a experiência da

Escola, que, em menos de um

ano, já atingiu metas ambiciosas:

começou a utilizar o Google

Classroom (sala de aula Google)

de maneira integral dentro dos

grupos escolhidos, capacitou to-

dos os professores e funcionários,

estabeleceu toda a comunicação

eletrônica por meio de ferramentas

Google e, por fim, já tem a sua

primeira unidade 100% Google, o

que trouxe mais agilidade, qualidade

e redução de custos.

A coordenadora pedagógica,

Piti Tubandt, contou como foi a

implantação da nova ferramenta

com os professores e as inúmeras

possibilidades de agregar

conhecimento no dia a dia e para

aprimorar os registros durante as

viagens de estudos. Ela destacou

o uso do diário de bordo on-line,

que tem contribuído para que as

famílias possam acompanhar as

descobertas dos alunos em tempo

real, a sala de aula Google, e o

uso de portfólios e galerias dos

projetos e eventos promovidos

pela Escola.

Já a professora do Full-Time, Silvia

Salazar, traçou um paralelo de

como era o estudo assistido sem

o uso da tecnologia e de como os

alunos ficaram mais envolvidos e

empolgados com as novas ferramentas.

Essa experiência resgatou

o prazer da descoberta e trouxe

novas possibilidades para estudar

e interagir.

Para encerrar a apresentação,

Maurício fez um Hangout com os

alunos do Magno High School

que estavam na Unidade Sócrates

e mostrou, na prática, mais um

recurso importante para agilizar a

comunicação. O Magno caminha

a passos largos para ser referência

mundial.

51


Um dia no Museu

Museus são espaços sérios, quietos, cerimoniosos, para

adultos estudiosos e especialistas, certo? Muito errado. Pelo

menos não é assim no Magno.

Em todas as etapas, envolvendo alunos, professores – e

agora também funcionários -, o Colégio incluiu a visita a

diferentes museus em sua rotina educativa.

Tudo acontece de forma integrada com o projeto mais amplo

da escola – seja de forma relacionada aos conteúdos ou mesmo

ao desenvolvimento de competências e de valores. Esse é

o caso, por exemplo, da visita em que os alunos do Ensino

Médio foram os guias queridos das crianças da Educação

Infantil.

Da mesma forma, os funcionários do Magno – que são,

também, educadores no convívio diário com crianças e adolescentes

– ganharam a oportunidade de aprender no mundo

fantástico dos museus.

Veja, nestas matérias, alguns exemplos de atividades ricas

e interativas realizadas recentemente.

52


Nosso time no MAM

No Magno, não são apenas os

alunos que têm sede de conhecimento.

Desta vez, os inspetores

participaram de uma capacitação

de Artes no Museu de Arte Moderna

(MAM).

Esse time acompanhou a mostra

Volpi – Pequenos Formatos, que

reúne 74 obras de Alfredo Volpi,

com uma visita guiada por um

educador do museu e acompanhada

pela coordenadora pedagógica

Piti Tubandt.

No meio do caminho, já contagiados

pela Arte, o grupo teve o privilégio

de conhecer o colecionador

e amigo do pintor, Ladí Biezus,

que emprestou parte de seu acervo

ao MAM.

Um encontro marcado por emoção

e curiosidade. Essa rica experiência

não acaba aqui. A equipe

de inspetores já sabe que o Magno

é escola parceira do MAM e que

as portas do museu estão sempre

abertas, para que eles voltem

acompanhados por toda a família.

Guias mais do que especiais

Primeiro, eles foram guiados.

Visitando as exposições Playgrounds

e Histórias da Infância no Museu

de Arte de São Paulo (MASP),

voltaram a ser crianças. Depois,

tornaram-se guias animados e

afetivos. Esta foi a experiência

transformadora vivida por um grupo

de alunos da 1ª série do Ensino

Médio, que decidiu compartilhar

conhecimentos sobre Arte e guiar

a visita dos alunos da Educação

Infantil das Unidades Olavo Bilac

e Campo Belo.

“Adorei ser monitora, foi uma experiência

incrível transmitir e trocar

conhecimento com as crianças.

Podem me chamar novamente!”,

comentou a aluna Camila Candelária,

da 1ª série do Ensino Médio.

O trabalho da Educação Infantil

valoriza o fazer artístico e a

fruição, desde muito cedo eles são

incentivados a observar Arte e a

conhecer diferentes artistas.

53


Arte no Ensino Médio

Quem disse que História da Arte

é sinônimo de teoria? No Colégio

Magno, os alunos da 1ª série do

Ensino Médio também colocam

a mão na massa para entender na

prática questões importantes e dar

significado ao conhecimento.

A professora Flávia Yue convidou

a turma para ir ao Ateliê de Artes

da Escola produzir gravuras em

alto e baixo relevo para entender

as primeiras décadas da Arte

Moderna na Europa e as grandes

transformações plásticas na cultura

ocidental. “Colocamos em oposição

a cultura latino-mediterrânea

e a cultura germano-nórdica, em

outras palavras, as tradições clássica

e romântica. O melhor caminho

para entender, sem dúvida, é a

prática”, justifica.

Uma aula

prática no

ateliê do

Magno

54


55


Desenvolvimento profissional

I want to speak

english

Magno oferece curso de inglês para todos os funcionários.

Primeiras turmas têm 180 matriculados

Inglês para aprender, para se aprimorar,

para trabalhar e para participar

da cultura contemporânea: a

globalização tornou o domínio de

um idioma internacional imprescindível

para todos – não apenas

para os alunos.

Por isso, o Magno incluiu em seu

programa de formação uma oportunidade

especial para todos os

seus funcionários: a possibilidade

de frequentar um curso de inglês

ministrado por professores nativos

(ou seja, que tem o inglês como língua

materna), no próprio Colégio.

A proposta entusiasmou 180 educadores

e funcionários, que realizaram

um teste de proficiência e já

estão estudando. O curso oferecido

pela Escola foi construído a partir

de um projeto de inglês diferenciado

e reconhecido pelas universidades

de Cambridge e Missouri, parceiras

do Colégio.

As aulas são divididas em diferentes

níveis e ajudam a intensificar a

conversação para aqueles que já dominam

o idioma. Cada turma tem

no máximo 15 alunos, distribuídos

nos níveis Starter, Elementary, Pre-in-

56


“A iniciativa é ótima para quem

quer aprender ou aperfeiçoar o inglês.

Assistir aulas com professores

nativos do Magno High School

traz uma motivação ainda maior

para estudar. Cada encontro é empolgante,

até aplaudimos o professor

ao final da aula. Pretendo

dominar o idioma para buscar referências

que possam me ajudar na

profissão, pois muitos conteúdos

estão disponíveis apenas na língua

inglesa”, Alexandre Gutierrez Benito

(Tecnologia Educacional).

“Eu sempre gostei de inglês e estudar

com um professor nativo e

no trabalho é simplesmente maravilhoso!

Facilita a vida da gente e

o Robert demonstrou paciência e

está fazendo a gente se soltar mais.

Estudando inglês, com certeza

quero poder atender os estrangeiros

que visitam a Escola, pretendo

viajar e me comunicar. Há muitos

anos queríamos formar um grupo

de estudo, mas o problema eram

as diferenças de níveis de conhecimento.

A proposta que a Escola

oferece demonstra seu interesse

em investir no funcionário e todos

estão muito agradecidos. Aqui não

se fala em outra coisa, agora só tiramos

dúvidas e conversamos em

inglês!”, Tuquinha Nakahira (Financeiro).

termediate, Intermediate e Upper Intermediate.

O investimento na formação dos

profissionais faz parte da cultura

do Magno. Além das capacitações

periódicas nos diversos departamentos,

os educadores cursaram

pós-graduação (Lato Sensu) in

company, no próprio Magno. Nesse

ritmo, em breve, o Colégio não

apenas terá alunos fluentes no idioma,

mas um time de profissionais

prontos para os desafios do mundo

globalizado.

Veja os depoimentos:

“Quando fiquei sabendo sobre o

curso de inglês para funcionários,

não pensei duas vezes e fiz questão

de garantir a minha inscrição.

É uma grande oportunidade que a

Escola oferece para todos os funcionários

e tenho muita expectativa

de aprender. As aulas são animadas

e quando volto para casa sou testado

e desafiado pelos meus filhos a

mostrar tudo o que aprendi”, Antônio

Lopes Nunes (Cozinha).

“O Colégio dá um passo gigantesco,

uma vez que o curso é oferecido

a todos os funcionários. Temos

colegas da limpeza, portaria, coordenadores,

recepcionistas e professores

de todas as áreas. As minhas

expectativas são muito grandes,

vejo a qualidade do curso que nos

é dado e quero devolver na medida,

ou melhor, se existe uma intenção

de alguns cursos serem apenas em

inglês, quero estar pronto. Se existe

alguma possibilidade ou intenção

do Colégio de usar esse investimento

em prol do Colégio, estarei

aqui”, Denis Prado Ricardo (professor

de Escalada, Alpinismo e

Esportes de Aventura).

57


Desenvolvimento profissional

Equipe nota mil

Colaboradores da Cozinha recebem medalhas

após alcançar 100% de aprovação em auditoria

Por trás das 660 refeições servidas

diariamente nos quatro restaurantes

do Magno/Mágico de Oz, há

uma equipe altamente qualificada

e atenta aos critérios de qualidade.

Isso é garantido por um trabalho

persistente de formação, com a

participação de diferentes profissionais.

Mensalmente também

acontecem auditorias surpresa,

para avaliar atividades, estruturas

e processos de acordo com os

critérios da Vigilância Sanitária e

da Legislação vigente.

“As auditorias verificam as condições

gerais de toda a produção dos

alimentos, desde a procedência da

matéria-prima até a distribuição.

Também são analisadas as capacidades

técnicas dos colaboradores,

higiene e organização dos ambientes”,

explica a nutricionista do

Colégio, Karin Petri.

Em recente auditoria, a equipe

alcançou 100% de aprovação – o

que veio coroar o trabalho realizado

diariamente. Como reconhecimento,

os funcionários foram

surpreendidos pela direção com

medalhas de “colaborador 100%”

e um saboroso bolo. Afinal, é preciso

comemorar todo o empenho

e dedicação dessa equipe nota mil!

58


Aventura de ler

Livros para todos

A Biblioteca do Magno não é espaço apenas

dos alunos. Ao contrário, com o objetivo de

formar uma comunidade leitora, a Escola

constantemente incentiva os funcionários a

lerem. Tanto é assim que, neste ano, a comemoração

do aniversário da Escola aconteceu

de forma especial, valorizando os funcionários

superleitores, frequentadores assíduos das

bibliotecas das unidades Sócrates, Olavo Bilac

e Campo Belo.

Os que mais retiraram e leram receberam uma

homenagem especial, com a presença da própria

diretora da Escola. Além disso, levaram

para casa um vale para adquirir novas obras.

Atualmente, o acervo do Magno/Mágico de

Oz conta com 70 mil títulos, quase 2 000 CDs

de músicas, 2 755 DVDs, 30 assinaturas de

revistas e jornais e estações multimídia com

internet. E o acervo continua crescendo!

Parabéns aos funcionários superleitores:

SÓCRATES

Reginaldo Soares Correia (Inspetor)

Graciela Beatriz Blumes Byrro (Secretária)

Miriam Takahace (Técnica de Laboratório)

Lúcia F. do Carmo dos Santos (Cozinheira Auxiliar)

CAMPO BELO

Jussara Souza Vieira (Cozinheira Auxiliar)

Fernanda Alcantara Martinhão (Professora)

Márcio Roberto de Souza (Porteiro)

OLAVO BILAC

Camilla G. S. Domenicis Barbanti (Professora)

Mariangela Monaco Calles (Professora)

Ana Karina Lins (Professora)

Patrícia Garcia da Silva (Professora)

Sileda Oliveira Nascimento (Roupeira)

59


Olimpíadas

Atletas do Olimpo

Uma rica oportunidade

para trabalhar

diversos conteúdos, da

Educação Infantil ao

Ensino Médio

O Magno/Mágico de Oz também

entrou no clima de Olimpíadas e

aproveitou essa rica oportunidade

para trabalhar diversos conteúdos

com os alunos da Educação

Infantil ao Ensino Médio. Para o

Colégio, houve um sabor a mais

nessa competição internacional.

Muitos profissionais que passaram

pela Escola, ou ainda trabalham

aqui hoje, participaram dos jogos

60


como treinadores , preparadores,

atletas e árbitros.

Para abrir o programa Atletas do

Olimpo, o Magno convidou o

preparador físico da seleção brasileira

feminina de vôlei, José Elias

de Proença, que também assina o

projeto de esportes da Escola e faz

parte da equipe de Educação Física

desde os anos 1970. José Elias

trabalha com o técnico da seleção,

José Roberto, também ex-professor

da Escola.

Durante o encontro, nossos

“repórteres de plantão” ficaram

sabendo que José Elias participou

da sua 4 a olimpíada no Rio e já

marcou presença em Sydney, Atenas,

Pequim e Londres.

Com uma pauta “redonda”, os

alunos bombardearam o campeão

olímpico com perguntas inteligentes:

Qual foi a olimpíada mais

emocionante? Como é a rotina de

um preparador físico?

No final, as turmas fizeram a tradicional

foto de “campeão” com a

certeza de que esse encontro por

si só já valeu bem mais do que mil

medalhas.

61


voluntariado

Oficinas do bem

Alunos voluntários produzem biscoitos alemães em instituição beneficente

Colocar a mão na massa e ajudar

jovens e adultos com deficiência

intelectual e mental atendidos

pela Associação Beneficente

Parsifal é uma das metas da

edição 2016 do tradicional projeto

de voluntariado do Magno,

“E eu com isso?”. Os alunos do

Ensino Médio criaram muitas

oficinas interessantes. Em uma

delas, vestiram a bandana de

chef e foram até a cozinha da

entidade aprender a técnica dos

biscoitos alemães. Um trabalho

coletivo recheado de amor!

62


Olimpíadas do Magno

Show do esporte

Na cerimônia de abertura da 36ª

edição das Olimpíadas do Magno,

as nossas promessas na música, no

esporte e na dança dividiram os

holofotes com a melhor atleta do

ano de 2015, segundo o Comitê

Olímpico Brasileiro (COB): a nadadora

Ana Marcela Cunha.

O maior espetáculo esportivo da

Escola teve duas estreias importantes:

o Coral e a Orquestra

de Cordas da Unidade Sócrates

que, ao lado das já consagradas

Orquestra de Sopro da Sócrates

63


e a Orquestra de Cordas do Campo

Belo, deram o tom ao espetáculo, com

interpretações impecáveis do Bolero

de Maurice Ravel, da canção The Final

Countdown (Banda Europa) e, claro, do

hino nacional.

As fitas da ginástica rítmica deram

início a uma série de coreografias bem

ensaiadas e sincronizadas que, ao final,

revelaram a primeira grande surpresa

da noite: uma imensa escultura com os

arcos olímpicos iluminada com LED.

Porém, o ponto alto do evento veio

literalmente das alturas: o atleta número

1 do slackline, Guilherme Coury,

cruzou o Ginásio de Esportes sobre

uma fita, aventura que fez muita gente

perder o ar e acompanhar cada passo

do experiente escalador, que já esteve

no Monte Roraima.

Os momentos de adrenalina não

64


pararam por aí. Guilherme desceu

de rapel com a tocha nas mãos

e entregou para Ana Marcela

acender a pira e declarar aberta a

competição.

Ao final, a nadadora fez uma

parada estratégica para contar a

sua trajetória, que começou aos 2

anos de idade, quando ingressou

na natação. Ao longo da conversa,

Ana Marcela fez questão de elogiar

a infraestrutura da Escola e a iniciativa

de promover uma olimpíada

desse porte e reforçou: “Nunca

vi nada igual”. Para fechar a noite

memorável, um pedido especial da

atleta aos alunos: “Aproveitem essa

oportunidade, é incrível tudo o

que vocês têm aqui!”

65


PEA-UNESCO

Green Wave

Magno participa de ação mundial do meio ambiente,

dentro do Programa das Escolas Associadas da UNESCO

Uma grande ideia sustentável merece

ser multiplicada. Por isso, a campanha

de plantação de árvores da Convenção

das Nações Unidas sobre a Diversidade

Biológica (CDB) ganhou o mundo

no último dia 22 de maio (Dia Internacional

da Diversidade Biológica).

A Green Wave (Onda Verde) foi

imediatamente abraçada pelos colégios

que fazem parte do Programa de

Escolas Associadas da UNESCO e

envolveu estudantes de todo o Brasil.

Além do plantio de mudas de ipê-amarelo

e ficus, e das indígenas (boldo,

ixora e erva-cidreira), os alunos do

Colégio Magno/Mágico de Oz usaram

a Arte para sensibilizar a comunidade,

em uma exposição para apreciar e,

principalmente, refletir sobre o real

significado da sustentabilidade.

66


Mostra UNESCO 2016

show de aprendizagem!

Em todas as séries e etapas, o

Magno/Mágico de Oz desenvolve,

ao longo do ano, dezenas de

projetos relacionados aos princípios

da UNESCO – organização

internacional da qual a Escola faz

parte, na condição de escola associada.

Embora sejam marcados

pela diversidade de abordagens e

estratégias, todos têm um ponto

de encontro em comum: a Mostra

UNESCO, realizada sempre

em outubro, como uma grande

celebração do projeto, com ampla

participação das famílias, dos alunos

e dos professores.

Em 2016 não foi diferente. A Escola

se abriu para receber toda a

comunidade. Os anfitriões desta

festa do conhecimento foram

os alunos, que deram um show

de desenvoltura, criatividade e

envolvimento.

Por meio dos trabalhos apresentados,

de exposições orais,

produções artísticas, criações

tecnológicas, cenários e atividades

interativas, todos puderam entender

melhor as principais propostas

do calendário da UNESCO para

2016 (Ano Internacional das Leguminosas

e o Ano Internacional do

Entendimento Global), bem como

os temas do desenvolvimento sustentável

e da cidadania global.

As atividades da Mostra

O Ano Internacional das Leguminosas

foi celebrado em grande

estilo e com muito sabor: caldinho

de feijão, arroz com lentilha e

67


homus (pasta de grão-de-bico de

origem árabe) foram degustados à

beira de um lindo pé de feijão!

Uma grande maquete combinou

robótica e sustentabilidade para

reproduzir o sítio de agricultura

sustentável visitado pelo 4º ano

do Ensino Fundamental I. Aqui,

o drone “semeador”, feito em

lego, teve participação especial na

colheita de alface.

No espaço do Ensino Fundamental

I, personagens que transformaram

o mundo – Steve Jobs,

Walt Disney, Leonardo da Vinci,

Santos Dumont, Albert Einstein,

Galileu Galilei, Steven Spielberg e

Rosa Marks – foram homenageados

com oficinas interativas. Pais

e filhos adoraram a experiência de

criar e compartilhar!

Na Cozinha Experimental, os

alunos do Ensino Médio foram

acompanhados por gastrônomas

em uma verdadeira aventura de

sabores. Experimentaram novas

receitas sem conhecer os ingredientes

e provaram ser possível dar

uma apresentação deliciosa para

o que geralmente é descartado,

como sementes de mamão e pedaços

de língua que foram servidos

como aperitivo.

O Ensino Médio mostrou as

diversas áreas que levam ao Entendimento

Global por meio de

um jardim invertido, que retratou

o filme O Menino e o mundo e o

entendimento às avessas, e pelas

salas “O planeta pede socorro”,

que mostrou a devastação ambiental

e o desperdício de alimentos,

e “A sua vez”, com soluções para

favorecer o bem-estar.

No palco da sala “Se eu fosse

você”, os alunos interpretaram

personagens que levaram ao

entendimento ou à falta dele pelo

mundo, como Frida Kahlo, Nero,

Joana d’Arc, Freddie Mercury e

outros.

Na sala “A vida como ela é”, os

visitantes foram convidados a

participar de oficinas sobre direitos

humanos, xilogravura e um

hangout com o ex-aluno e advogado

Edgard Raoul Neto, que fez

um grande trabalho humanitário

na Europa.

Na “Bolsa de outros valores”,

o grupo arrecadou alimentos

para o tradicional programa de

voluntariado da Escola. Nesse

“pregão”, era possível escolher

entre as produções dos alunos

(livro de receitas poéticas, jornal,

um balão olímpico com um quiz

e um vaso com uma semente de

girassol). A conscientização não

parou por aí: os alunos realizaram

um flash mob para chamar a

atenção dos visitantes.

No Ginásio de Esportes, o drone

foi o portador de boas notícias, levando

a paz de Israel para a Palestina,

com mensagens dos visitantes

em uma garrafa, que reproduziam

a passagem do livro lido pelos

alunos do Ensino Fundamental

II: Uma Garrafa no Mar de Gaza, de

Valéria Zenatti.

68


No Atrium, pais e filhos passaram

por uma experiência inusitada: assistiram

juntos a uma aula Google.

Com os Chromebooks em mãos,

trocaram experiências e reforçaram

a ideia de “uma escola que

aprende”. Teve muito pai querendo

voltar para a sala de aula!

Também aconteceram momentos

de pausa e reflexão, como a

exposição de fotos que retratou

a tragédia de Mariana, com clicks

feitos no estudo de campo do 8º

ano do Ensino Fundamental II.

As Olimpíadas do Rio ganharam

novo gancho, com o “Fórum Olímpico:

o doping em debate”, que teve a

participação do esgrimista Renzo

Agresta; do judoca medalhista de

prata nos Jogos Pan-Americanos

de Winnipeg, Denílson Moraes;

do preparador físico da Seleção

Brasileira de Vôlei Feminino e

bicampeão olímpico, José Elias de

Proença; e da professora de Ginástica

Artística do Magno e árbitra

internacional, Denise Lima.

Os alunos do Alfa promoveram

um jogo da vida sustentável, no

qual cada “casa” transmitia um

recado muito especial escrito por

eles. Aqui, os participantes eram

convidados a fazer atividades

vivenciadas no projeto O Mundo

ao Meu Redor, que reproduzem

situações do cotidiano e mostram

que brincar é assunto sério.

A sustentabilidade esteve em alta

com a campanha Adote Essa Ideia,

que visa substituir o copo descartável

por squeezes, em uma ação do

Ensino Fundamental II a partir do

projeto Observando os Rios, fruto

de uma parceria com a Fundação

SOS Mata Atlântica.

A quantidade e a qualidade dos

projetos apresentados na edição

2016 da Mostra UNESCO demonstram

o quanto os alunos se

envolveram e estão preparados

para transformar a Educação e

colocar a mão na massa. Também

demonstrou o quanto os pais participam

e acompanham de perto

o desenvolvimento dos filhos!

Parabéns a todos pelo empenho

em fazer do principal evento do

Magno/Mágico de Oz uma grande

festa do conhecimento.

69


PEA-UNESCO

Mais escolas públicas no PEA

A inclusão e permanência de

escolas públicas é um dos grandes

desafios do Programa das Escolas

Associadas da UNESCO – organização

do qual o Magno faz parte

há 10 anos e têm sua diretora,

Myriam Tricate, como coordenadora

nacional.

No mês de abril, foi dado um

grande passo no sentido de construir

uma parceria mais duradoura

com as instituições de ensino do

municípios e do estado: foi realizado

na Escola um grande encontro,

que reuniu dezenas de participantes

com o mesmo objetivo – fazer

o PEA crescer para cumprir

melhor a sua finalidade.

O PEA existe em 180 países do

globo. No Brasil, participam 302

escolas, o que representa 300

mil alunos e 26 mil professores.

Contudo, a participação da rede

pública precisa ser estimulada, pois

sofre com a rotatividade dos diretores

e com a falta de um apoio

mais próximo dos órgãos gestores.

Foi para discutir esse tema e

encorajar as redes a participar que

o Magno convidou as escolas públicas

já participantes, que por sua

vez trouxeram outros interessados.

Ao final, o auditório lotou – inclusive

com a presença da Secretaria

de Estado da Educação de São

Paulo. Foi um passo importante,

que agora será multiplicado para

outros estados brasileiros.

70


Equipe do Magno vai

à Finlândia conhecer

a melhor educação do mundo

Na última década, a Finlândia se

tornou célebre como o país que

foi capaz de construir o melhor

sistema educacional do mundo,

ficando sempre nas primeiras

colocações na avaliação internacional

PISA, sem abrir mão de

uma educação equilibrada, diversificada

e interdisciplinar. Pois em

setembro, quatro profissionais do

Magno foram conhecer in loco

esta proeza, participando da quarta

missão internacional do Programa

das Escolas Associadas da UNES-

CO no Brasil (PEA).

Ana Paula Piti, Lígia Brull, Myriam

Tricate (coordenadora nacional

do PEA) integraram o grupo de

30 educadores na quarta missão

internacional da rede. O grupo

teve o privilégio de visitar escolas

públicas e privadas finlandesas,

acompanhar o trabalho realizado

em sala de aula, conversar com diretores,

professores e membros do

Ministério da Educação finlandês.

As visitas puderam esclarecer

aspectos sob múltiplas perspectivas:

o funcionamento do sistema

educacional, a estrutura de ensino,

as práticas pedagógicas, a relação

com a comunidade, projetos

desenvolvidos, valorização dos

professores, gestão, entre outras

dimensões.

Vale notar que ainda antes da

viagem os profissionais do Magno

já estudavam o sistema finlandês,

especialmente para trazer para o

Magno práticas de sucesso.

As escolas visitadas são consideradas

exemplares na Finlândia – e foi

um privilégio do grupo brasileiro

poder visitá-las, acompanhada da

educadora Eeva Penttila, ex-Secretária

de Educação de Helsinki.

A agenda era intensa: foram

estudadas 4 escolas e 1 centro

de formação de professores da

Universidade de Helsinki. Além

disso, aconteceram encontros

com especialistas do governo. A

reforma curricular que começa a

ser implantada na Finlândia foi

explicada em detalhes pelo diretor

da área de educação infantil, Jorma

Kauppinen, por exemplo.

A missão incluiu, por fim, visitas

culturais, bem como jantares de

confraternização, o que fortaleceu

o sentido de grupo, que agora traz

na bagagem novos conhecimentos

sobre a educação do século XXI.

A missão pedagógica não se resumiu

à Finlândia. O grupo ainda

foi recebido na própria UNESCO,

em Paris, pela atual coordenadora

internacional do PEA, Sabine Detzel,

e pela ex-coordenador Sigrid

Niedermayer, que fez questão de

estar com o PEA brasileiro nesse

momento histórico.

71


Diretora geral

Myriam Tricate

Diretora pedagógica

Claudia Tricate Malta

Diretor Administrativo

Maurício Tricate

Diretor Financeiro

José Luiz Salles

Unidades e Cursos

Unidade Olavo

Berçário – de 3 meses a 1,2 anos

Minimíni – 1,2 a 2 anos

Mini – 2 anos

Maternal – 3 anos

Infantil I – 4 anos

Infantil II – 5 anos

Alfa (1º ano do Ensino Fundamental) – 6 anos

Meio período ou Tempo Integral

Rua Olavo Bilac, 26

Chácara Flora - São Paulo - SP

CEP: 04671-050

Telefone: (11) 5522-1555

Fax: (11) 5521-7744

e-mail: olavo@colegiomagno.com.br

Unidade Sócrates

Ensino Fundamental I – 2º ao 5º ano

Ensino Fundamental II – 6º ao 9º ano

Ensino Médio – 1ª à 3ª série

Meio período ou Tempo Integral (até o 9º ano).

3º + (preparatório para o vestibular), na 3ª série do EM

Magno High School (dupla titulação internacional), a

partir do 9º ano

Magno Middle School, a partir do 7º ano (início em

2017)

Rua Duque Costa, 164

Jardim Marajoara - São Paulo - SP

CEP: 04671-160

Telefone: (11) 5685-1300

Fax: (11) 5686-7084

e-mail: magno@colegiomagno.com.br

Unidade Campo Belo

Minimíni – 1,2 a 2 anos

Mini – 2 anos

Maternal – 3 anos

Infantil I – 4 anos

Infantil II – 5 anos

Alfa (1º ano do Ensino Fundamental) – 6 anos

Ensino Fundamental I (até o 4º ano)

Meio período ou Tempo Integral

Rua João de Souza Dias, 684 / 851

Campo Belo - São Paulo - SP

CEP: 04618-003

Telefones/Fax: (11) 5041-2566 - 5532-1741

e-mail: cbelo@colegiomagno.com.br

72


Rafting em São Luiz do Paraitinga, durante o Estudo do Meio do 4º ano do Ensino Fundamental I

(Imagem captada por drone)

73


74

Não foi apenas uma festa de Halloween com doces e travessuras no Mágico de Oz.

Foi mais uma oportunidade de trabalhar a língua inglesa dentro de um projeto que alcançou

excelência e reconhecimento internacional.

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