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revistalotus

Ano 12 nº123 | novembro de 2016

Vamos nos aprofundar nos estudos!

E claro, colocá-los em prática!


ÍNDICE

04

06

24

32

38

Catequese Budista

O Verdadeiro Budismo

Culto Assistencial

(texto: Jyunsho Yoshikawa)

Coordenador de Grupo

(texto: Eishin Suzuki)

Doações

(texto: Gyoushuu Tadokoro)

Expediente

Ano 12 / Revista N° 123 / novembro 2016

Responsável Geral: Arcebispo Takassaky Nitiguen

Editor: Kyohaku Correia

Coordenador Site www.revistalotus.com.br: Gyouen Campos

Coordenador Site www.budismo.com.br: Gyouun Vieira

Colaborador: Gyouan Assis

Colaboradora: Akemi Kawamata

Contatos: budismo@budismo.com.br


Catequese Budista

Catequese significa: Instrução

metódica e oral sobre muito mais fiéis participam.

des Cultos/Oeshiki, dia em que

temas religiosos. Portanto,

é um termo genérico sobre a tos, as catequeses foram ex-

Apesar de breves quinze minu-

doutrinação religiosa.

tremamente instrutivas e muito

Nos anos de 2002 e 2003, pelo bem aplicadas em cada templo.

departamento de Expansão, foram

realizadas cerca de 80 cateações

e Visitas assistenciais,

Os temas: Chefe de Grupo, Doqueses

por todos os Templos do também foram oportunos, pois

Brasil. Ou seja, fazia tempo que incentivam as práticas básicas

não retomávamos essa prática existentes dentro de um templo.

por igual em todos os Templos Agradecemos a todos os Templos

que bem recepcionaram as

do Brasil.

Contudo, por orientação do Arcebispo

Takassaky, este ano, nas contéudo seja bem aplicado na

catequeses e esperamos que o

ocasiões dos Grandes Cultos de prática do cotidiano.

todos os Templos do Brasil os Aproveitamos também para veicular

inicialmente o texto básico

bispos, Suzuki Eishin, Yoshikawa

Jyunshou e o sacerdote Tadokoro

Gyoushuu, realizaram a cate-

teórico e religioso das cateque-

“Verdadeiro Budismo”, enfoque

quese budista sobre temas práticos

do dia a dia na atividade de que também valem como aprenses

realizadas há quatorze anos

um fiel.

dizado.

A intenção, além de doutrinar os

fiéis, foi de aproveitar os Gran-

Arigatougozaimassu.

4 | Revista Lótus Revista Lótus | 5


O Verdadeiro Budismo

Catequese Budista realizada em São Paulo/ Nikkyoji

no dia 22 de fevereiro de 2012

A

Honmon Butsuryu – Shu é uma religião

que surgiu com o objetivo de proporcionar

a todos, e sem restrições, o caminho

para a felicidade plena, independentemente

de todas as possíveis diferenças e

circunstâncias que possam existir entre os

seres.

Dentro do budismo existem várias ramificações

e dentre elas está a HBS. Sua característica

principal é: a fácil prática da fé. Ou

seja, o estado de iluminação (ausência de sofrimento)

pode ser atingido levando-se uma

vida absolutamente normal, não havendo

necessidade de renunciar aos afazeres cotidiano,

apenas sempre lembrando que é essencial

a prática da fé centrada na oração do

Namumyouhourenguekyou.

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É

muito fácil alguma religião ou personagem tido

como fundador da mesma, ou até mesmo seguidores

dizerem “Minha Religião é verdadeira”. Na

verdade falam a respeito da convicção que têm delas,

não sobre a legitimidade daquilo que fundamenta

a religião que praticam. Ninguém ainda não iluminado,

tem conhecimento ou experiência suficiente

para dizer a respeito da verdade, principalmente se

esta está relacionada à religião. Então, como fazer

para classificar as religiões e escolher um verdadeiro

caminho a seguir?

O que se define por

Verdadeiro ?

六 道 は 地 獄 鬼 畜 修 人 天 上

これをまよひの 娑 婆 といふ 也

Rokudou wa digoku ki tiku shu nintendyou

kore o mayoi no shaba to yuu nari

“Os Seis Mundos são:

Inferno, ambição, animal,

conflito, humano e celestial.

Assim é o incerto mundo saha.”

Saha: Planeta Terra. Terra de Resistência

Grande Mestre Nissen Shounin nº3209

Nós budistas,entendemos como

critério básico de seleção os seguintes

itens. Primeiro item: Ser

capaz de mudar uma realidade

definitivamente. Vejamos a citação

do Mestre Nissen Shounin

que diz respeito aos sucessivos

renascimentos nos mundos ou

estados de sofrimento:

Este ensinamento nos transmite,

a partir da nomenclatura dos

Seis Mundos Cíclicos (Sânscrito:

Sansara, ou Rinnetenshou em

Japonês) que vivemos, a importância

de nos determinarmos a

nos emancipar. Ou seja, deixar

de ser dominado pelo ciclo e

passar a ser, pela prática da fé,

um dominante do ciclo.

Sendo assim, renascerá pela virtude

da própria prática e consciência.

A conotação “incerta” dada aos

seis mundos, deriva da ignorância,

propriedade gera incertos

momentos, incertos acontecimentos

e dúvida da importância

da determinação na prática

da fé e impedindo de receber a

bênção da iluminação. Em outras

palavras, a religião que segue

deve ser capaz de lhe transmitir

ensinamentos que torne

capaz que transformar e não de

burlar uma realidade.

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Segundo item: Praticável

por qualquer um.

De que vale ser considerado

um bom ensinamento

se não é praticável. Prática

de eremitas, ascetas e monges

que se enclausuram, podem

ser consideradas benéficas individualmente.

Mas, um tipo de

prática que permite apenas um

determinado tipo de ser, capaz

de suportar qualquer obstáculo,

tanto físico como mental para

desenvolver-se,não deve ser

considerada verdadeira.

A maior característica da

verdade é que “Serve para todos”.

Caso não servir , ou melhor,

se servir para excluir alguém ,

então ela é falsa. A prática pregada

por uma determinada religião,

não deve possuir restrições,

físicas, intelectuais ou de

qualquer outra natureza. Nem

mesmo a própria pessoa pode

se excluir da compaixão do

Buda Primordial. Sempre terá

sua chance.

É praxe no budismo a prática

da religião a partir das três

disciplinas (Sangaku): Kai (Preservar

os mandamentos), Dyou

(Praticar a meditação), Ê (Desenvolver

a sabedoria). Analisando

friamente, não somos

capazes de executar com perfeição

nenhum dos três, devido à

incontáveis limitações que possuímos.

Sequer conseguimos

manter a própria palavra. Meditar

a partir da ignorância e experiências

também não gera o

resultado esperado. Quem não

é capaz de realizar as duas primeiras

disciplinas com perfeição,

não conseguirá realizar a

terceira e mais importante das

disciplinas.

Aprendemos do Grande

Mestre Nitiren Daibossatsu que,

devemos praticar pelo menos a

terceira e mais importante disciplina,

que por si só incorpora

todas as outras. Porém, como

superar nossas limitações? Pode

parecer que não somos capazes

de muita coisa, mas, somos capazes

de acreditar e ter fé. Essa

força nos permite superar todas

as nossas limitações, dificuldades

e imperfeições. Ou seja,

se não temos a sabedoria, vamos

recebê-la de quem têm. Do

Gohouzen, do Buda Primordial,

do iluminado.

Quando estamos acometidos

por alguma doença, buscamos

um médico. Quando precisamos

de dinheiro buscamos

em sua fonte que é trabalho.

Quando quisermos voar, procuraremos

um avião. Da mesma

forma, se almejarmos concluir

a disciplina “Sabedoria” deveremos

procurar em quem tem, e

não procurá-la em nós mesmos.

A forma de recebermos a sabedoria

do iluminado é cambiar a

Fé, único pertence nosso, pela

sabedoria de Buda. Por esse

método todos podem também

receber a iluminação.

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Terceiro item: Que a religião não se coloque acima do devoto.

Ser capaz de elevá-lo a partir dela.

Uma igreja ou templo deve

existir em função do fiel

e não o fiel em função da

igreja. O fiel se move em função

da proporção da sua fé. Todavia,

a comunidade religiosa não

deve se prevalecer disso e tornar-se

dona da verdade, esquecendo

que o principal é a salvação

do ser.

A religião é um instrumento, um

meio e não um objetivo. O objetivo

é atingir a iluminação. Como

instrumento ela deve proporcionar

todos os meios que possam

realizar a plena felicidade do

devoto e não “podar” o fiel com

restrições que derivam de normas

administrativas ou de natureza

individual do administrador

ou sacerdote. A religião deve lhe

ser útil e não você ser uma utilidade

dela. A medida que pratica

a fé, deve tornar-se livre e não

cada vez mais aprisionado.

Todo budista necessita da religião

e do budismo como uma

religião. Todavia, o budismo não

necessita que você seja simplesmente

um devoto e que

pelo resto dos seus dias seja

um subordinado dela. Precisa

que você seja ela própria, que

você e todo seu ser seja um devoto

independente da existência

dela ou não. Quando você

se iluminar não mais precisará

da religião. Será eternamente

grato por isso e, naturalmente

se esforçará para expandir essa

causa primordial e converterá

outras pessoas a este meio que

o realizou.

Esta é função do templo no budismo.

Na HBS isso é tão fundamental

que conhecemos o

templo como uma academia,

lugar que deve freqüentar com

assiduidade a fim de aprender

a partir dos ensinamentos dos

Grandes Mestres a forma correta

de se superar. Se um dia não

houver mais igrejas ou templos,

o mundo estará acabado então?

Pelo contrário, devido à existência

de verdadeiros devotos estará

mais presente do que nunca.

Existem dois tipos de religiões.

A fundada divinamente e outra

fundada pelo homem. Quanto a

religião fundada pelo homem,

naturalmente, é manipulada

pelo mesmo e, acumula todas

as imperfeições do fundador

não iluminado. Não é digna de

ser seguida porque nos expõem

ao risco (em fé não deve haver

risco, só fé) de praticar algo derivado

da imperfeição do fundador.

Só podemos devotar algo

realmente e, por excelência nobre.

Que é, sempre foi e sempre

será nobre, e portanto, digno

da nossa devoção; o Gohonzon,

que não foi criado e nem mesmo

é o criador. Simplesmente é

a energia que rege o universo.

Pela fé que preenche os requisitos

básicos da verdade, saberemos

canalizar essa energia que

tanto precisamos.

Honmon Butsuryu-Shu significa

“Religião Budista do Caminho

Primordial estabelecida

pelo Buda Primordial”. Portanto,

carregamos no próprio nome, o

nome do fundador e sua doutrina.

Simplesmente o nome

“Honmon Butsuryu-Shu” fun-

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damenta tudo o que pregamos.

Só existe uma religião, e essa

deve ser aquela estabelecida

pelo próprio Pai (Buda) Primordial.

Nem mesmo seu devoto,

mestre da era Mappou e quem

nos ensinou o Namumyouhourenguekyou,

ousou fundar alguma

religião. Nitiren Daibossatsu

durante toda sua vida nunca se

considerou dessa forma. Sempre

declarou-se devoto incondicional

e cumpriu sua missão

sem permitir ou deixar margem

de interpretação para que alguém

o colocasse acima da sua

missão. Ele próprio diz: “Seria o

maior insulto que poderiam fazer-me”.

Essas são as características que

uma religião que diz ser verdadeira,

deve apresentar, além de

ter uma doutrina escrita (que

conste ensinamentos do iluminado

exatamente como pregado),

não extrapolar a lei da causa

e efeito , tanto como a lei da

inter-dependência. E, principalmente,

apresentar os resultados

da prática.

É impossível querer ser verdadeiro

sem antes disso ser a própria

verdade.

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Cinco Divisões de Três Itens

O verso ao lado possui um tema

que é: A simultaneidade da oração

e orientação

われも 唱 へ 人 にもとなへ させんとの

心 やゝがて ぼさつなるらん

Ware mo tonae hito nimo tonae sassen to no

kokoro ya yagate bossatsu naru ran

“Ao orar o Namumyouhourenguekyou

e incentivar os outros também,

à medida do tempo o seu coração

se transformará em um Bossatsu.”

Grande Mestre Nissen Shounin nº3345

No momento que ora, nunca

estará orando por si só. Sua

oração, o Namumyouhourenguekyou,

por si só tem o poder

de contagiar outras pessoas.

Todavia, é importante

também que façamos a nossa

parte do compromisso, o de expandir

o Darma. A medida que

vou colocando em prática meu

compromisso espiritual vou me

transformando num Bossatsu,

num ser predisposto à iluminação,

principalmente a partir do

ato de compaixão. Neste caso

a maior representação de compaixão

será ensinar alguém a

orar, pois esta nova pessoa tornar-se-a

capaz de praticar como

você e se tornará também num

Bossatsu.

Um Bossatsu é um ser predisposto

à iluminação, esta disposição

vem dele, da determinação

e fé dele mesmo. Veremos

na seqüência o que um Bossatsu

faz em prol da sua iluminação e

de outrem.

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1 - As Três causas do recebimento da Bênção (Goriyaku)

5 - As Três condições para iluminação (Dyoubutsu)

Ação

Determinação da Fé

Por que?

Significa ter a fé em primeiro plano

Causa

Orar ao limite máximo

Por que?

Para dedicar sua própria vida

Humildade e sinceridade

Puro esforço

Possibilita a aceitação dos ensinos e a

reflexão.

Representa continuidade

Acumular virtude

Por vidas praticar a fé

Não poupar de si

Para que todos pratiquem e se

iluminem

2 - As Três causas do não recebimento da Bênção (Houbou)

Causa

Por que?

Incerteza e dúvida É derivado da heresia

Orgulho

O estaciona e faz decair a fé

Negligência

Aos poucos o afasta da fé

3. Os Três bons meios de acumular virtudes (Kudoku)

Ação

Por que?

Alegrar-se

Transmite alegria

Agradecer

Perpetua a alegria

Retribuir

Para fazer alguém feliz

4 - As Três condições para expansão. (Goguzuu)

Ação

Por que?

Orar

Fazer se emanar a luz do Gohonzon

Orientar

Demonstrar compaixão

Praticar

Promover à expansão

Um Bossatsu basicamente

faz a seqüência de

ações acima citadas.

Por isso é um Bossatsu. Pelo

que notamos o que faz não é

nada sobrenatural.

Simplesmente coloca em ação

os princípios que aprende a

partir dos ensinamentos religiosos

e os estabelece como

sua meta. Prestemos bem

atenção que o Bossatsu estabelece

suas metas na prática

da causa e nunca meramente

na visualização de um resultado.

Sabe pela fé, que todos os resultados

serão meras e óbvias

conseqüências de todo seus

esforço. Principalmente no

esforço relacionado a doutrinação

e orientação das pessoas

que ainda não se tornaram

em Bossatsu.

O Grande Mestre Nissen Shounin

realiza uma seqüência de

perguntas e respostas que

refletem bem a realidade da

prática da fé de um Bossatsu.

“Como o Darma se expande?

Se não através da oração e

orientação, não há como se

expandir. A oração para eliminar

as heresias e a orientação

para fazer surgir as bênçãos”.

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Prova Concreta (irrefutável)

(Interpretação da Doutrina Sagrada da HBS. Butsuryu Seiten pag.591)

Não há nada nesse mundo

tão misterioso quanto

o coração. Pela essência,

Buda o chamou de

“Natureza Búdica”(Busshou)

ou de “Idêntico a verdade”

(Shinnyo)

*O coração retratado aqui não

é o que nos referimos normalmente,

mas aquele que é uno

a verdade universal e pela

oração do Odaimoku é invocado.

A Natureza Búdica (Busshou)

possui as duas faces:

• Shoutoku Busshou = Por

possuirmos como virtude inerente

à vida.

• Shuutoku Bushou = Aquisição

por meio de prática.

A Natureza Búdica,se apresenta

em duas formas. Uma

como “Verdade condicionada”

(ZuienShinyo) e outra

como “Verdade Imutável”

(FuhenShinyo).

(ZuienShinyo) = A natureza

búdica como verdade condicionada,

atua de forma prática

sobre a causa e efeito

proporcionando à salvação

dos seres. É estimulada pelas

condições.

(FuhenShinyo) = A verdade

imutável é o estado inerte da

natureza búdica.

No que diz respeito ao Sutra

Lótus existe a regra da abordagem

do coração como verdade

imutável no Caminho

Provisório (1º ~ 14º capítulo)

e como verdade condicionada

pela prática, no Caminho

Primordial (15º ~ 28º). O caminho

provisório representa a

teoria e o primordial à prática.

O ápice da teoria é a transformação

prática. A duplicidade

da verdade condicionada

e imutável se revela num só

coração (sentimento). Quando

o caminho provisório é a

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frente, o primordial é o verso

e, quando o caminho primordial

é a frente, o provisório é

o verso

O Buda Dármico (Houbutsu) é

a teoria e na prática se encontra

o Buda Causa e efeito

(Houbutsu. “Mukui”). O Buda

Shakamuni, nascido na Índia

é o Buda histórico, portanto

transitório. Devotamos o

Buda que rege a causa e efeito

representado na forma do

Gohonzon.

Num verso, “Quando souberes

que toda onda é água, verás

que não haverá onda sem

água”. A tentação e a iluminação

são simultâneas , vida-

-morte e o nirvana, também.

No Sutra Lótus consta: “Sem

romper a tentação e nem extirpar

os cinco desejos”

(o verso acima cita a “onda”

como o fenômeno mutável,

expresso nos ensinamentos

pré-Sutra Lótus).

Numa carta de Nitiren enviada

ao Sr. Shijyou consta: Existe

algum ensinamento que conduza

à iluminação mesmo que

não se rompa com as tentações

e não se separe dos cinco

desejos? Sim. O Namumyouhourenguekyou

transmitido

pelo Jyougyou Bossatsu. Pois,

não há como atingir a iluminação

renunciando a condição

humana (pressuposto de um

Bossatsu). *cinco desejos:

Volúpia, Comer, Beber, Dormir,

Glória.

Este ensinamento confirma a

possibilidade de recebermos

a benção independente de todos

os nossos defeitos humanos,

ou melhor, que por detrás

deles se encontra a condição

necessária para a iluminação.

Não somos fruto de um erro e

nem de um pecado, mas sim

somos, todos igualmente condicionados

pela natureza búdica

a sermos plenamente felizes.

O condicionamento pela

fé (oração e vivificação do Namumyouhourenguekyou)

nos

fará unos à verdade imutável.

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Cartilha para

uma boa

celebração

de um culto

assistencial

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ORE PARA TODOS

Quando um fiel celebra um

Culto Assistencial na casa

de outro fiel, ele ajuda

outrem a se fortalecer espiritualmente

e consequentemente

estará renovando sua própria

crença e reforçando o seu caminho

em busca da verdadeira

felicidade.

Por isso, crie oportunidades

para visitar os fiéis que moram

por perto ou que, por exemplo,

estão próximos da sua rota de

trabalho. Faça questão de levar

pessoalmente o informativo

mensal do seu Templo, tente entregar

em mãos o convite para

o Grande Culto, evento ou Culto

Grupal. E o mais importante,

se ofereça para “orar um pouco”

no oratório desta residência.

CARTILHA PARA

UMA BOA

CELEBRAÇÃO DE

UM CULTO

ASSISTENCIAL

AGORA É O MOMENTO

DA SEMEAÇÃO!

PROPAGUE

A PRÁTICA DA FÉ!

Culto Assistencial

(Odyogyou)

(o) = partícula de respeito

(dyo) = salvar, ajudar

(gyou) = ir, ação, agir

OBJETIVO:

FORTALECER A FÉ

Culto (ou Visita) Assistencial

(Odyogyou) é

uma Visita Religiosa voluntária

(Gohoukou) que

o Sacerdote e o fiel podem

celebrar e oferecer a

outro fiel. Tem como objetivo,

através da oração

em conjunto, incentivar

o fortalecimento da prática

da fé tanto de quem

recebe como de quem

visita. As visitas podem

ser agendadas ou não.

Algumas recomendações

e orientações

para uma bom

Culto Assistencial:

1

A duração de um Culto Assistencial

de incentivo deve

ser no mínimo de 15 minutos

de oração.

2

A duração de um Culto Assistencial

para recuperação

da saúde deve ser de no mínimo

1 hora. Em caso de cirurgia,

a duração deve ser a mesma

deste procedimento médico.

3Se preocupar com a intensidade

do som da oração e

a controlar força das batidas

dos bastonetes (hyoshigui)

e xilofones (mokkin) para não

causar ruídos desagradáveis à

audição e também para não incomodar

os vizinhos.

4Sempre levar os informativos

mensais, panfletos

e/ou convites dos Grandes

Cultos e eventos do Templo

para divulgação e atrair o fiel e

sua família a pisarem em solo

sagrado. Na ausência do fiel,

deixar na caixa do correio com

algum tipo de mensagem.

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5Não é recomendável aceitar

o pedido para levar doações

(mensalidade e qualquer

tipo de donativo) e oferendas

ao Templo. Sempre haverá exceções

e cada um deverá julgar

se realmente é uma impossibilidade

(pela distância do Templo

ou por uma dificuldade física)

ou uma negligência.

É dever de cada fiel contribuir

com a manutenção do seu Templo

e levar pessoalmente a sua

doação. É uma responsabilidade

de cada um e na impossibilidade

de ir pessoalmente, a doação

poderá ser realizada, por exemplo,

via depósito bancário (Para

isto, o Templo deverá se organizar

para receber depósitos bancários

não identificados).

Todo este cuidado deve sempre

existir, justamente para evitar

equívocos como, “só veio em

casa para pegar dinheiro e comer...”

Fiéis inativos e seus familiares

que podem não ser fiéis,

mas sempre estão vendo e

acompanhando estas recepções

de Visitas Religiosas, observam

atentamente e veem apenas o

que querem ver, e a partir disto

que pode surgir o equívoco.

Por isso, seguir um padrão de

postura deve existir igualmente

para todos, em uma Visita que

tem um objetivo estritamente

de prática religiosa.

6Não é recomendável receber

qualquer tipo de agradecimento

(oferta ou ofussê)

financeiro ou material.

7Não é recomendável receber

oferendas (refeição ou

lanches), no máximo água.

Para isto, sempre evitar as visitas

em horários de refeição e/ou

do seu preparo também.

Muitos fiéis preparam lanches

em função da satisfação de poder

promover um Culto Assistencial.

Contudo, deixar de participar

da oração para preparar

o lanche não é recomendável. A

confraternização é muito importante,

assim como a prática da

oferenda também é importante

pois é uma fonte de virtudes,

mas em um Culto Assistencial

o preparo desta oferenda não

deve ser o principal foco desta

Visita Religiosa.

8Sempre ter em mãos os

dados bancários, nome,

endereço completo e telefone

do Templo.

9Saber o nome e os contatos

(número do telefone

celular e e-mail) do Sacerdote

(ou Bispo) também poderão

ajudar na comunicação.

“Tem como objetivo, através da oração

em conjunto, incentivar o fortalecimento

da prática da fé tanto de quem

recebe como de quem visita.

Vamos

Aprender

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ひろめんと おもへば 信 を かためんと

するぞ 御 のりの 心 なりける

Hiromen to omoeba shin o katamen to

suru zo Minori no kokoro narikeru

“Se pensar em expandir

deve fortalecer a fé.

Assim é o espírito

do Darma Sagrado.”

Grande Mestre Nissen Shounin nº2381

30 | Revista Lótus

Revista Lótus | 31


Chefe de Grupo

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Coordenador de grupo (chefe

ou monitor de grupo)

Arigatougozaimassu! Olá,

que tal aprendermos um

pouco sobre uma figura

que é muito importante dentro

do nosso templo: o (a) coordenador(a)

de grupo. Ele(a) é responsável

pela assistência religiosa

a um determinado grupo

de fiéis.

Papel do coordenador de

grupo

3 itens importantes a saber

Como não é possível abordar

tudo a respeito do coordenador

de grupo nesta breve palestra,

vamos apenas aprender 3 coisas

importantes a respeito dele:

1 - Ação voluntária

forma de oferta ao Darma Sagrado

(Gohouzen).

2 - Assistência às pessoas

Organização dos templos

em grupos

Os templos da HBS têm uma organização

baseada na divisão

em grupos. Isto tem como objetivo:

1- criar força de coesão e

união entre os fiéis que residem

próximos entre si, e 2- facilitar

as atividades de assistência aos

fiéis.

Seu papel é vital para o bom

andamento das atividades em

cada região. O coordenador de

grupo exerce a função de elo

de ligação e de comunicação do

templo com os fiéis de variadas

regiões.

Por exemplo, pode acontecer de

mudar o bispo ou os sacerdotes

de um templo, mas como o

coordenador de grupo continua

residindo na região, ele exerce

o papel de auxiliar na ligação e

aproximação do templo/bispo

com os fiéis, fazendo a função

de ponte entre os sacerdotes e

os fiéis, fazendo com que não se

interrompa a comunicação entre

estes dois polos. E na prática da

fé, a ligação entre as pessoas é

a parte mais fundamental.

As atividades exercidas pelo coordenador

de grupo, assim como

todas as atividades realizadas

por fiéis no templo, são voluntárias.

Nenhum cargo é remunerado.

É realizado com boa-vontade,

sempre com forte senso

de missão (de ajudar e salvar

as pessoas do sofrimento), e

não apenas um senso de função

(como se eu fosse um funcionário

cumprindo seu trabalho).

Seu esforço porém é recompensando

em forma de virtudes

(kudoku). O tempo dispendido,

os gastos, o esforço, o desprendimento

que o coordenador de

grupo realiza são também uma

O coordenador de grupo tem

como atividades principais: visitar

os fiéis do grupo mensalmente

para entregar o informativo

do templo, ou periodicamente

para convidar para os eventos

do templo, além de solicitar

gohoukous (trabalhos religiosos

voluntários), e conversar com

os fiéis para esclarecimento de

dúvidas e orientação na prática

da fé. Além disso, presta assistência

aos fiéis do grupo, principalmente

em casos de enfermidade,

acidente, falecimento de

alguém da família, entre outros

momentos de dificuldade. Faz

isto para que cada fiel sinta nem

que seja uma parcela da alegria

de praticar a fé, receber as vir-

34 | Revista Lótus Revista Lótus | 35


tudes e as bênçãos.

Porém, é importante ressaltar

que esta assistência tem o objetivo

de fazer com que cada fiel

receba as bênçãos pelas virtudes

que ele próprio gerou, ao praticar

de maneira correta a fé. O

sacerdote ou o coordenador de

grupo não são curandeiros nem

milagreiros. Eles estão para nos

ajudar a praticar corretamente

o budismo, e pelas virtudes da

prática correta receber a benção

verdadeira.

Para entender melhor, vamos

comparar a missão do coordenador

de grupo com um médico.

Quando alguém está doente,

vai ao médico que receita

um remédio. A pessoa adoecida

acha que o médico fará todo o

trabalho de curá-lo. Porém, na

verdade, o que o médico faz é

com que todas as nossas funções

possam trabalhar plenamente,

para que nosso sistema

imunológico, nossa vitalidade

se reestabeleça para poder recuperar

de verdade. Para isto, o

médico pode executar cirurgias,

extrair aquilo que está causando

o mau funcionamento, pode

também suprir o que falta como

vitaminas, diagnosticar o que

está em excesso, localizar o que

está causando a dor e desequilibrando

em nosso corpo, e assim

nos ajudar a recuperar nosso

equilíbrio e pelas nossas forças

nos recuperar.

Da mesma maneira, o coordenador

de grupo (ou o sacerdote)

vai nos ajudar nos orientando,

orando conosco, levando-nos ao

templo com eles, incentivando

espiritualmente, tudo isto para

que nós mesmos possamos nos

ajudar, e assim receber as bênçãos

o mais rápido possível.

Principalmente, quando estamos

muito doentes, o coordenador

de grupo dará a assistência junto

com os demais fiéis do grupo

a superarmos nossas dificuldades,

mesmo as mais delicadas,

que não conseguimos superar

apenas com nossas forças.

3 - Comunicar com o coordenador

de grupo

Mesmo que o coordenador de

grupo, mais do que qualquer

outra pessoa do templo, seja

a pessoa mais próxima de nós,

é difícil que ele saiba de todos

os detalhes de cada família. Por

isso, devemos por nós mesmos

procurar estar em contato com o

coordenador de grupo nas mais

variadas situações para receber

sua orientação.

Por exemplo, no nascimento dos

filhos, batizado, para realizar

preces, agradecimentos, orações

a antepassados, realizar

cultos na nossa residência, doenças,

falecimentos. Principalmente

quando alguém adoece

ou falece na nossa casa ou família,

esta comunicação se faz ainda

mais importante. Isto porque

há casos em que a pessoa fica

adoecida e passa anos sozinha

combatendo sua doença, e cada

vez mais isolada, deprimindo-

-se, piorando sua situação física

pelo enfraquecimento espiritual,

ou vice-versa.

Há ainda casos em que alguém

falece e não é comunicado ao

templo. Os fiéis que por anos

conviveram juntos não tem nem

condições de fazer a última despedida,

e no momento derradeiro

e final de sua vida, parte

desta vida sem menos uma

despedida do grupo de fiéis com

que conviveu. Ou sem uma oração,

como acontece em alguns

casos.

Portanto, o aprendizado e a vivência

na prática da fé se dá,

principalmente, através desta

relação próxima de todos com todos.

Por isso, vamos ter a nossa

parcela de responsabilidade em

contatar o coordenador de grupo,

principalmente nas seguintes

ocasiões: solicitar cultos de

grupo/especiais/póstumos/assistenciais;

comunicar em caso

de enfermidade, problemas na

família; e avisar de imediato o

falecimento de familiares.

Certa vez, um sábio chinês disse

o seguinte:

¨ Assim como as aves voam

juntas para se ajudar, assim

como os animais unem a passada

para avançar, em todas as

coisas existem os companheiros

para ajudarem uns aos outros a

avançarem em seus caminhos¨.

Na prática da fé também, é necessário

bons amigos e companheiros

de fé para podermos

avançar em nosso caminho de

forma correta. E o coordenador

de grupo é este bom amigo e

companheiro.

36 | Revista Lótus Revista Lótus | 37


Conscientização

da Doação

38 | Revista Lótus Revista Lótus | 39


Para onde vão minhas doações?

Para qualquer pessoa, as finanças

tem um papel fundamental

em suas vidas.

Seja para a educação dos filhos,

sobrevivência e lazer.

A Honmon Butsutyu shu, é uma

religião que tem como objetivo

preservar e propagar os ensinamentos

primordiais sem deturpações,

por esse motivo, não

realiza qualquer tipo de empreendimento

que possa gerar renda

paralela, ou seja, trabalha

única e exclusivamente em prol

da expansão do Darma Sagrado.

Para essa atividade de perpetuação

dos ensinamentos,

seja nos templos, centros,

núcleos e associações, tanto

sacerdotes como fieis realizam

doações (espontâneas).

Todas as contribuições são destinadas

exclusivamente para a

expansão e manutenção da HBS

e Templos. Dentro disso está incluso

a educação dos sacerdotes,

criação de meios de expansão

como: panfletos revistas e

livros com conteúdos didáticos.

Poder contribuir para o

templo significa, estar ajudando

a preservar os ensinamentos,

assim como era realizado na

época de Buda.

40 | Revista Lótus Revista Lótus | 41


No budismo existem inúmeros

ensinamentos que

nos conduzem ao aprimoramento

espiritual. Porém

precisamos saber que também

existe uma ordem para praticar

estes ensinamentos. Assim

como nenhuma criança começa

aprendendo física ou biologia,

nós também temos metodologia

de aprendizado e prática.

Para nós que nascemos nesta

era chamada “Mappou” era

de decadência, nos foi deixada a

prática da oração do Odaimoku.

Porém orar é uma prática pessoal

e não alcança outras pessoas

“diretamente”. Se o objetivo é

a preservação e propagação do

Darma também é necessário que

se realize a prática impessoal.

Uma dessas práticas é

chamada de “Os seis Paramitas”

ou seis práticas do devoto.

Ofertar; preservar; resistir;

esforçar; orar e conhecer.

E já como primeiro item é o

ofertar, isso significa oferecer seu

tempo, seu esforço sua devoção

e também recursos financeiros.

Essa prática é a demonstração

de desapego, pois sabemos

que deste mundo nada se leva

apenas as virtudes que acumulamos

neste mundo.

Por que preciso doar?

42 | Revista Lótus Revista Lótus | 43


Quais são os tipos de doações?

Desde o passado, na época do Buda, as pessoas realizavam

suas doações de diversas formas. Ofereciam sândalo,

velas, flores, tecidos e comida para os monges.

Porém, nos dias de hoje é muito difícil propagar os ensinamentos

nestes moldes, pois a sociedade se desenvolveu de

modo que só com flores e incensos não é possível.

O Budismo Primordial Honmon Butsuryu-Shu,

adota dois tipos de doações: Contribuição ao

templo e a oferta ao sacerdote.

Dentre as contribuições existem:

- Goyushi - Doação espontânea ao templo

- Primeira luz do Ano

- Três Grandes Mestres

- Finados

- Flores, velas, oferendas ao altar e etc.

- Godikai - Contribuição mensal de manutenção do templo.

O Godikai é considerada uma das contribuições mais importantes

pois é dela que o templo pode se manter. É importante ressaltar

que essa contribuição seja realizada individualmente e não como

representante familiar.

- Ofusse - Oferta espontânea ao sacerdote.

O Ofusse é o meio de sobrevivência do monge. Como nenhum

monge tem atividade remunerada paralela ao sacerdócio é de

fundamental importância que os fiéis cuidem de seu sacerdote.

44 | Revista Lótus Revista Lótus | 45


Quanto devo fazer?

Essa é a pergunta mais comum

entre os novos fieis e

até mesmo dentro dos veteranos.

Precisamos deixar claro

que todas as contribuições devem

ser feitas de coração. Não

podemos pensar “quanto devo

fazer?” mas sim “quanto posso

fazer”.

No budismo nós aprendemos

o espírito de “sasseteitadakimassu”

ou seja, oferecer de

coração sem pensar ou esperar

um resultado futuro. Algo que

muitas pessoas se esquecem, de

onde provém os frutos colhidos

hoje. No Brasil tem-se o costume

de falar “graças a deus” no

oriente “okagessamade” (graças

à ....) nós budistas podemos

dizer Graças ao Gohouzen . Mas

se de fato é graças ao Gohouzen

porque eu não consigo retribuir

isso de forma pura e sem apego.

Goyushi em japonês significa

possuir sentimento,

ou seja se possuir demonstra

e não faz cálculos.

Acima de tudo o que gera

virtude de fato é o espírito de desprendimento.

Pois aquele que

se faz de coração independente

do valor é que recebe a virtude .

46 | Revista Lótus Revista Lótus | 47


O que eu ganho com tudo isso?

Quem dera poder simplesmente dizer “ receberás infinitas virtudes”

e a pessoa aceitar tranquilamente.

No que de fato é a resposta mais correta a ser dita, porém,

não são muitos que se satisfazem com essa resposta. A melhor

forma de ver e compreender isso é somente fazendo. Não há outra

forma de explicar ou definir qual é o ganho por isso. É mais

fácil pensar que o esforço em ofertar é o resultado do ganho, ou

seja é inverter a forma de interpretar. Se posso ofertar quer dizer

que estou próspero e essa é minha singela demonstração disso.

Quando há alegria na prática ela se manifesta nos atos, por

isso dedicar-se à preservação e propagação do Darma Sagrado é

uma oportunidade de se tornar um verdadeiro devoto.

Viver uma vida escrava do apego e tentação, nos distancia do

verdadeiro significado de praticar a fé religiosa.

金 は 陽 つかひやうにて 陰 となる

身 の 害 となる ためやうをすな

Kane wa you tsukai younite in to naru

mi ni gai to naru tameyou o suna

“O dinheiro é positivo,

dependendo do uso é negativo.

Evite a forma de acumular

que possa trazer prejuízo.”

Grande Mestre Nissen Shounin nº 771

48 | Revista Lótus Revista Lótus | 49


Templos no Brasil

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