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O BLUES NA GUITARRA

Celso Gomes

Semog Edições


Semog Edições

NA GUITARRA

Vol. I

2008 – Varginha-MG – Brasil

Blues na Guitarra vol.1 by Celso Augusto dos Santos Gomes is licensed under

a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.

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SOBRE O AUTOR

Celso Gomes

(Celso Augusto dos Santos Gomes)

Guitarrista e Violonista, iniciou seus estudos em violão

erudito na escola de música Maestro Marcelo Pompeu de

Campanha-MG e no Conservatório Estadual de Música de

Varginha – MG. Tocou em várias bandas e acompanhou

também artistas na região do Sul de Minas.

É Bacharel em guitarra pela Faculdade de Artes Alcântara Machado -

FAAM-UniFMU (São Paulo-SP), onde foi orientado pelos professores de

guitarra Marcelo Gomes (Grupo Terra Brasil) e Paulo Tiné (Também

professor da Faculdade Santa Marcelina-SP), na faculdade estudou dentre

outras, as matérias de contraponto, harmonia (com Marisa Ramires),

linguagem instrumental e improvisação (arranjo), prática de conjunto e

percepção.

Concluiu o curso de Licenciatura em música - habilitação em guitarra

por meio de complementação pedagógica pela Universidade do Vale do Rio

Verde (UninCor - Três Corações-MG).

É Pós-Graduado em psicopedagogia pela Universidade Castelo Branco

(RJ)/ IESD (PR) e em Docência na EaD pelo Centro Universitário do Sul de

Minas (UNIS-MG) onde desenvolveu trabalhos nas áreas da pedagogia e da

música.

É professor de guitarra e violão desde 1995 e trabalhou na Escola

Consonante de Música (Três Corações-MG), no Estúdio Meyer Escola de

Música em São Paulo, e atualmente é professor de Música popular e

folclórica, prática de conjunto (com ênfase em improvisação) e guitarra no 1 o

e 2 o graus no Conservatório Estadual de Música de Varginha onde implantou

o curso de guitarra em 1999 além de ministrar aulas particulares. Atua

também como professor/tutor universitário no Centro Universitário do Sul de

Minas (UNIS-MG).

Atualmente faz parte dos quartetos instrumentais JAZZMIN e ARROIO,

ambas de Jazz, música brasileira e fusion; e está em pré-produção de seu

novo CD – Brazuca.

Site: www.celsogomes.com.br

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ÍNDICE

GRADE __________________________________________________ 5

INTRODUÇÃO ____________________________________________ 6

A ORIGEM _______________________________________________ 7

ALGUNS ÍCONES _________________________________________ 7

A PRONÚNCIA ____________________________________________ 9

A FORMA MUSICAL_______________________________________ 10

ACOMPANHAMENTO _____________________________________ 13

ACORDES ______________________________________________ 15

LEVADAS ______________________________________________ 16

COMPINGS _____________________________________________ 17

ACORDES NO BLUES _____________________________________ 16

ESTRUTURA MELÓDICA __________________________________ 19

PENTA BLUES ___________________________________________ 21

PENTA BLUES + BLUE NOTE 9ª AUM.________________________ 22

PENTA BLUES + BLUE NOTE 6ª M. __________________________ 23

PENTA BLUES + BLUE NOTE 4ª AUM.________________________ 24

EXERCÍCIOS DE TRANSCRIÇÃO____________________________ 25

PLAY-ALONG DA MÚSICA SCHOOL BLUES ___________________ 29

FRASES ________________________________________________ 30

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ______________________________ 33

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GRADE

Neste livro usaremos a grade para representar as escalas, modos e

arpejos. Este é um sistema de notação que simboliza a imagem do braço da

guitarra. Existem diversas formas de abordar esta representação, porém neste

livro, usaremos estes dois sistemas da seguinte maneira:

1. Como se a guitarra estivesse em suas mãos, como você olha para ela.

2. Como se a guitarra estivesse em de pé .

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INTRODUÇÃO

.

Olá, tudo bem?

Seja bem vindo ao estudo do Blues na guitarra!

Com o intuito de estudar este importante estilo musical, que veio a

influenciar vários outros estilos, acabei compilando algumas idéias que aqui

estão.

Este livro, no entanto, destina-se ao entendimento e a prática de

elementos musicais para a performance do blues e de suas possíveis

aplicações em outros tantos estilos musicais de música popular.

Aqui se encontram alguns exemplos de escalas, acordes, frases e

acompanhamentos que podemos usar como ponto de partida para tocarmos e

improvisarmos em músicas no estilo blues e em outros estilos derivados.

Porém, o fato de se poder improvisar de forma elementar, como

característico nesse estilo, vem demonstrar que o estudo do blues é um

recurso importante para a prática improvisacional, comum no Jazz e na Música

Brasileira e em outros estilos, como o rock por exemplo.

Este trabalho faz parte das referências bibliográficas dos cursos de

guitarra e estruturação musical que ministro. É de suma importância que não

seja a única fonte de pesquisa, pois é apenas um referencial.

Então mãos a obra e não se esqueça: pesquise, faça aulas, estude

teoria, harmonia, troque idéias com amigos, tire músicas de ouvido, pratique,

pratique, pratique e divirta-se, isto torna tudo mais eficaz.

Um grande e forte abraço!

CELSO GOMES

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A ORIGEM

Os escravos africanos, levados para os Estados Unidos, cantavam um

tipo de música que de certa forma servia para aliviar sentimentos como a

tristeza, a saudade e o cansaço causados pelos trabalhos forçados nas

lavouras de algodão. Esse tipo de manifestação, chamada de worksongs, foi o

que podemos entender como a origem dessa maneira de se cantar que mais

tarde se transformaria no que conhecemos por Blues .

Assim o Blues surge como uma expressão cultural que se caracteriza

por uma simplicidade, poesia, humor e ironia.

Como podemos deduzir, pela sua origem, a definição do termo Blues

mostra muito do sentimento e do estado de espírito

dos seus criadores. Essa expressão – Blues – ficou

popular, contudo, depois da Guerra Civil Americana,

quando passou a ser vista como um meio de

significar o estado de espírito da população afroamericana

frente aos problemas que enfrentavam

com o final da guerra.

Este estilo de música, que veio a influenciar o Jazz, o Rock, o Gospel, o

Funk e muitos outros, é além de tudo um excelente exercício de improvisação

com musicalidade e “feeling”.

ALGUNS ÍCONES

Robert Johnson

Este que foi considerado um marco do blues,

modificou o estilo de execução, empregando mais

técnica, frases mais elaboradas e maior ênfase no

uso das cordas graves para criar um ritmo regular.

Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters,

e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi

criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha

direta de influência entre a obra de Johnson e o

Rock and Roll que se tornaria popular no pós

segunda guerra mundial .

Anos após sua morte, o grupo de admiradores de Johnson cresceu e

inclui grades nomes da guitarra rock como Keith Richards e Eric Clapton.

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Muddy Waters

Nascido em Rolling Fork, Mississippi, Waters começou a gravar em

1940. Ele mudaria-se mais tarde para Chicago, Illinois, onde trocou o violão

pela guitarra elétrica. Sua popularidade começou a crescer entre os músicos

negros, e isso o permitiu passar a se apresentar em clubes de grande

movimento. A técnica de Waters é fortemente

característica devido a seu uso do slide (botle neck) na

guitarra.

Suas primeiras gravações pela Chess

Records apresentavam Waters na guitarra e nos

vocais apoiado por um violoncelo. Posteriormente, ele

adicionaria uma seção rítmica e a gaita de Little

Walter, inventando a formação clássica de Chicago blues.

Com sua voz profunda, rica, uma personalidade

carismática e o apoio de excelentes músicos, Waters

rapidamente tornou-se a figura mais famosa do Chicago

Blues. Até mesmo B. B. King referiria-se a ele mais tarde

como o “Chefe de Chicago”. Suas bandas eram um

“quem é quem” dos músicos de Chicago blues: Little

Walter, Big Walter Horton, James Cotton, Junior Wells,

Willie Dixon, Otis Spann, Pinetop Perkins, Buddy Guy, e daí em diante.

B.B. King

É um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da atualidade. Por

vezes, referido como o Rei do Blues. É bastante

apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de

muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa

vez, B.B King teria dito: "posso fazer uma nota valer

por mil". B. B. King começou a tocar na rua para

ganhar alguns trocados, ainda em sua cidade natal. No

ano de 1947, partia para Memphis, no Tenessee,

apenas com sua guitarra e $2,50 dóláres.

Conhecido também por seu vibrato King em 1970, alcançava as paradas

de sucesso com a música, The Thrill is Gone.

BB king era considerado o melhor guitarrista a do mundo por Jimi Hendrix.

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A PRONÚNCIA

Criada pelos escravos norte americanos nas plantações de algodão, o

blues é um tipo de música que tem um sotaque, ou seja, um swing próprio.

Construído em compasso quatro por quatro é caracterizado pela execução de

colcheias, da seguinte forma:

Execução:

Porém anota-se na pauta assim:

A esta interpretação dá-se o nome de Swing feel ou triplet feel

(sentimento triplo). Porém na maior parte dos casos damos o nome de

pronúncia blues, a esta articulação da colcheia.

Escrita

Execução

O blues pode ainda ser escrito em compasso composto, ou seja, em

doze por oito. Dessa forma não existe a necessidade de anotá-lo com o “triplet

feel”, onde temos, contudo, as seguintes formas básicas de anotação:

ou

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A FORMA MUSICAL

A forma musical mais comum do blues é o de 12 compassos, que se

cristalizou com a idéia dos três versos, cada verso com quatro compassos.

Primeiro verso pode ser construído por duas progressões:

1- Slow change (troca lenta): todo construído sobre o acorde da Tônica (ex. Dó

maior).

2- Fast change (troca rápida): primeiro compasso com acorde de tônica,

segundo com acorde de subdominante e terceiro e quarto novamente com o

compasso de tônica. (ex. Dó maior).

Segundo verso é dividido em: dois compassos para a subdominante e dois

para a tônica. (ex. Dó maior).

Terceiro verso pode ser construído por três progressões:

1- Dominante nos dois primeiros compassos e tônica nos dois últimos. Essa

forma é pouco usada hoje em dia, porém será utilizada para tocarmos blues de

raiz (ou folkblues):

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2- Dominante, subdominante e tônica. (ex. Dó maior).

3- Dominante, subdominante, tônica e dominante. (ex. Dó maior).

Turnaround - Ciclo Harmônico tocado para preparar a volta ao início do

chorus.

A estas combinações dos versos chamamos de chorus, que são tocados

para a base da melodia principal (tema) e dos improvisos (secção de

improviso)

Obs.: perceba que no final das faixas existe uma virada de bateria,

usada para voltar ao início do chorus.

Faixa 1 (ex. Dó maior).

Slow change sem turnaround

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Slow change com Turnaround

Faixa 2 (ex. Dó maior).

Faixa 3 (ex. Dó maior).

Fast change sem Turnaround

Faixa 4 (ex. Dó maior).

Fast change com Turnaround

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ACOMPANHAMENTO

Tradicionalmente o blues é construído com acordes com sétima menor,

contrariando o campo harmônico maior.

Campo harmônico maior:

Podemos assim relacionar as funções dos acordes usados no blues com

uma escada, onde a Tônica é o chão, a subdominante é o degrau do meio e a

dominante é o degrau mais alto.

Então o blues slow change com turnaround ficaria assim (ex. Dó maior):

Como exercício construa o gráfico de outras possibilidades de execução de

blues:

slow change sem turnaround

fast change com e sem turnaround

fast e slow change com o último verso tipo folk blues.

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Dois dos tons mais usados na guitarra para tocar blues são o de mi

maior e o de lá maior, como nos exemplo a seguir:

Faixa 5 (mi maior)

Faixa 6 (lá maior)

Como exercício construa e pratique as seguintes possibilidades de execução

de blues nos tons de A e E:

slow change sem turnaround

fast change com turnaround

fast change sem turnaround

fast change com o último verso tipo folk blues.

slow change com o último verso tipo folk blues.

Agora repita as possibilidades acima em outros tons como, por exemplo, em G,

Bb, F, Eb, dentre outros de sua preferência.

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ACORDES

Aqui, temos algumas sugestões de digitações de acordes blues em Mi maior:

6

Obs.: As cordas com um “x” não devem ser tocadas, ou seja, devem ser

abafadas.

Como exercício pesquise e pratique outras digitações de acordes para que

você possa tocar blues em outras tonalidades.

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LEVADAS

Levadas são os ritmos que usamos no acompanhamento característico de

um estilo musical. No blues estas levadas respeitam ao triplet feel ou pronúncia

blues:

Levada 1

(stop rhythm)

Faixa 7 (blues em MI maior usando a levada 1)

Levada 2

Faixa 8 (blues em MI maior usando a levada 2)

Levada 3

Faixa 9 (blues em MI maior usando a levada 3)

Levada 4

Faixa 10 (blues em MI maior usando a levada 4)

Levada 5

Faixa 11 (blues em MI maior usando a levada 5)

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COMPINGS

Exemplo 1a

Exemplo 1b

Exemplo 2a

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Exemplo 2b

Exemplo 3a

Exemplo 3b

Faixa 12- Blues em mi maior usando exemplo 1a e 1b.

Faixa 13- Blues em mi maior usando exemplos 2a e 2b.

Faixa 14- Blues em mi maior usando exemplos 3a e 3b.

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ESTRUTURA MELÓDICA

Na música africana, onde evidentemente encontram-se as raízes do

Blues, a escala musical mais presente é a pentatônica (escala constituída por 5

notas).

Pentatônica menor- É idêntica a escala menor natural, porém sem o II

e o VI graus, como mostrado no exemplo a seguir, no tom de lá menor.

Tônica 3 a m 4J 5 a J 7 a m Tônica(8 a J)

1 tom e ½ 1 tom 1 tom 1 tom e ½ 1 tom

Quando se tentava executar as canções, cantadas com essa escala,

acompanhando-as com instrumentos musicais europeus, construídos para o

sistema diatônico, o conflito era inevitável. Tal conflito, supostamente, teria

gerado o que hoje se conhece por blue notes, que são consideradas uma

tentativa dos músicos afro-americanos de tocar exatamente aquilo que

cantavam.

Tais blue notes são: a terça menor e a sexta maior “aumentadas em

quase meio tom”, além da quarta aumentada usada como cromatismo entre a

quarta justa e a quinta justa.

(½ tom) (½ tom)

3 a menor 6 a maior

(aumentada em ½ tom) (aumentada em ½ tom)

4 a aum.

Obs.: A 3ª menor neste contexto soa como 9 a aum.

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Em um blues, por exemplo, no tom de A maior, é característico o uso da

pentatônica de Lá menor (quando aplicada desta maneira esta passa a se

chamar “penta blues”), tendo como resultado os seguintes intervalos perante os

acordes usados:

Sobre A7 (I7) - Fund.. 9 a aum. 4 a Justa 5 a Justa 7 a menor Fund.

Sobre D7 (IV7)- 5 a Justa 7 a menor Fund.. 9 a maior 4 a Justa 5 a Justa

Sobre E7 (V7) - 4 a Justa 13 a menor 7 a menor Fund. 9 a aum. 4 a Justa

A seguir veremos exemplos de digitação da pentatônica e da penta

blues para se tocar no tom de Lá maior, e na seqüência as blue-notes estarão

assinaladas nesta mesma digitação.

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PENTA BLUES

PENTA BLUES SEM BLUE NOTES

Ex: Lá maior (blues)

- Tônica (nota que dá nome a escala)

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PENTA BLUES + BLUE NOTE 9ª AUM.

Com a Blue note - 3ª menor (com bend) = 9ª aumentada.

Ex: Lá maior (blues)

- Tônica (nota que dá nome a escala)

- Dê um bend de meio tom nesta nota, para que esta soe Blue note.

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PENTA BLUES + BLUE NOTE 6ª M

Blue note - 6ª maior (com bend) = 7ª menor abaixada

Ex: Lá maior (blues).

- Tônica (nota que dá nome a escala)

- Dê um bend de meio tom nesta nota, para que esta soe Blue note.

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Com a blue note - 4ª aumentada

Ex: Lá maior (blues)

PENTA BLUES + BLUE NOTE 4ª AUM

- Tônica (nota que dá nome a escala)

- Esta blue note serve de passagem entre a 4ª e a 5ª nota da escala.

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EXERCÍCIOS

A prática da transcrição, também chamada de “tirar de ouvido” é uma das

formas mais eficazes de se desenvolver a musicalidade e a performance do músico

em um determinado estilo. Assim adquire-se desenvoltura para a improvisação,

composição, acompanhamento e técnica de uma forma equilibrada, resultando

freqüentemente em uma maneira natural de se tocar o instrumento.

Então, tendo tudo isso em vista vamos agora transcrever as frases das faixas

indicadas do CD deste livro para as pautas abaixo. Todas as frases estão colocadas

sobre um blues no tom de Mi maior, então lembre-se de ter em mente a penta blues,

ou seja, a pentatônica de Mi menor com a possibilidade de uso das blue notes.

Faixa 15 – usando a 1ª região (da 14ª até a 17ª casa)

Faixa 16 – usando a 1ª região (da 2ª até a 5ª casa)

Faixa 17 – usando a 1ª região (da 2ª até a 5ª casa)

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Faixa 18 – usando a 2ª região (da 5ª até a 8ª casa)

Faixa 19 – usando a 2ª região (da 5ª até a 8ª casa)

Faixa 20 – usando a 2ª região (da 5ª até a 8ª casa)

Faixa 21 – usando a 3ª região (da 8ª até a 10ª casa)

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Faixa 22 – usando a 3ª região (da 8ª até a 10ª casa)

Faixa 23 – usando a 3ª região (da 8ª até a 10ª casa)

Faixa 24 – usando a 4ª região (da 9ª até a 12ª casa)

Faixa 25 – usando a 4ª região (da 9ª até a 12ª casa)

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Faixa 26 – usando a 4ª região (da 9ª até a 12ª casa)

Faixa 27 – usando a 5ª região (da 12ª até a 15ª casa)

Faixa 28 – usando a 5ª região (da 12ª até a 15ª casa)

Faixa 29 – usando a 5ª região (da 12ª até a 15ª casa)

Outro exercício interessante para ser praticado, consiste na divisão dessas

frases em duas partes (antecedente e conseqüente) para que assim possamos

usar apenas uma dessas partes, sendo que na outra improvisaríamos com a

escala pertinente ao tom da música. Isso nos dá a habilidade de aplicação dos

elementos fraseológicos aqui estudados, para que dessa forma possamos

ampliar nosso vocabulário blues.

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PLAY-A-LONG

Faixa 30 – School Blues – Com guitarra

School Blues

Celso Gomes

Faixa 31 – Play-Back - School Blues – Sem guitarra

Toque o blues – School blues e improvise usando os elementos

estudados neste livro. Você deve criar seus solos, ou seja, o seu estilo, para

isso você não precisa, exatamente, usar as frases que foram transcritas aqui,

mas sim fragmentos usados na sua constituição, bem como as blue notes, os

compings e as levadas estudadas com este livro. Então improvise e crie suas

frases escrevendo-as como forma de exercício e aprimoramento musical!

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FRASES

Aqui estão as frases do CD para que você possa conferir suas transcrições.

Faixa 15

Faixa 16

Faixa 17

Faixa 18

Faixa 19

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Faixa 20

Faixa 21

Faixa 22

Faixa 23

Faixa 24

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Faixa 25

Faixa 26

Faixa 27

Faixa 28

Faixa 29

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BIBLIOGRAFIA

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SWANWICK, Keith. Ensinando Música Musicalmente. São Paulo: Moderna,

2003.

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