#12

gbvlopes

2kV3tPp

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

#12

dez.2016

1 2 3 4 5 6

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

NA PRODUÇÃO

EMPREGO

MASSA SALARIAL

E RENDIMENTO

MÉDIO REAL

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE

INSTALADA

ANÁLISE

SETORIAL


SUMÁRIO

FIEMG INDEX . ano 25 . #11 . nov 2016

APRESENTAÇÃO

RESUMO EXECUTIVO 03

VARIÁVEIS

ANÁLISE SETORIAL

VEÍCULOS 13

EXTRATIVO MINERAL 14

PRODUTOS DE METAL 15

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 16

RESUMO SETORIAL 17

FATURAMENTO REAL 04

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO 06

EMPREGO 08

MASSA SALARIAL REAL 10

RENDIMENTO MÉDIO REAL 11

UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA 12

OUTROS

TABELAS 18

ECONOMIA EM PERSPECTIVA 19

NOTA METODOLÓGICA 20

GLOSSÁRIO 21


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

Indústria de Minas Gerais encerra

2016 com atividade desaquecida

No fechamento de 2016, todos dos indicadores

da indústria mineira apontaram recuo. O

decréscimo no faturamento foi motivado pela

queda nas vendas para o mercado doméstico e

exportações. A retração foi de 11,6% no ano.

As variáveis ligadas à produção - horas

trabalhadas na produção e utilização da

capacidade instalada – e os indicadores do

mercado de trabalho – emprego, massa salarial e

rendimento médio real – também exibiram

desempenho negativo.

Dentre os setores industriais, os destaques

negativos foram: veículos, extrativo mineral,

produtos de metal e máquinas e equipamentos.

Paralelamente, os setores de máquinas e

materiais elétricos e derivados de petróleo e

biocombustíveis registraram desempenho

positivo no faturamento no período.

INDICADORES (VAR%)

DEZ/16 DEZ/16 DEZ/16 JAN-DEZ/16 ACUMULADO

NOV/16

Dessazonalizado 3

FATURAMENTO REAL 1 -3,7 -3,9 -9,5 -11,6 -11,6

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO 0,2 -6,4 -0,6 -5,0 -5,0

EMPREGO -1,7 -1,7 -4,6 -7,1 -7,1

MASSA SALARIAL REAL 2 2,2 21,9 -1,6 -9,9 -9,9

RENDIMENTO MÉDIO REAL 2 2,0 24,1 3,1 -3,0 -3,0

UCI - UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE INSTALADA (%)

NOV/16 DEZ/15 JAN-DEZ/15

NOV/16 DEZ/16 DEZ/15 JAN-DEZ/16 JAN-DEZ/15

ÚLTIMOS 12

MESES

MÉDIA

HISTÓRICA*

ÍNDICE ORIGINAL 76,5 74,2 80,3 78,2 82,5 83,6

ÍNDICE DESSAZONALIZADO 76,2 75,2 - - - -

1. Deflator IPA/OG – FGV

2. Deflator INPC – IBGE

3. As influências sazonais (ou sazonalidades) são comportamentos específicos de cada mês, que se repetem de acordo com determinado padrão e estão associadas a características como, por exemplo, número de dias úteis e condições climáticas.

Para excluir essas influências, os indicadores passam pelo processo de dessazonalização, o que permite comparar resultados de meses diferentes.

*Média dos índices desde janeiro de 2003.

3


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

1

3,7

%

dessazonalizado

FATURAMENTO REAL

FATURAMENTO DECRESCEU

NA SÉRIE DESSAZONALIZADA

O faturamento real apresentou retração de 3,7% em dezembro, comparativamente a novembro,

desconsiderando os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro de 2015, houve retração

de 9,5% no indicador. No acumulado do ano, a variável decresceu 11,6%.

140,0

130,0

120,0

110,0

100,0

90,0

80,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

Faturamento Real

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados.

4


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

1

11,6

acumulado do ano

%

FATURAMENTO REAL

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O

RESULTADO DO FATURAMENTO

Em 2016, o setor de veículos automotores registrou a maior

influência negativa (-8,05 pontos percentuais - p.p.) e a maior

variação negativa (-40,7%) no indicador.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.)

Veículos Automotores Alimentos Máquinas e Equipamentos

-1,59 -0,81

VARIAÇÃO %

-8,05

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis Têxteis Extrativa Mineral

Vestuário e

Acessórios

Minerais Não

Metálicos

Metalurgia

Produtos de

Metal

Couro e

Calçados Bebidas Químicos Alimentos

Celulose e

Papel

Farmacêuticos

Máquinas e

Equipamentos

Veículos

Automotores

9,0 7,2 3,4 2,2 0,4

VARIAÇÃO POSITIVA

VARIAÇÃO NEGATIVA

-1,2 -2,3 -3,4 -3,6 -6,4 -6,4

-11,9 -13,0

-19,3

-25,0

-40,7

Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria.

5


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

2 0,2 %

dessazonalizado

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO

HORAS TRABALHADAS

FICARAM ESTÁVEIS NA SÉRIE

DESSAZONALIZADA

As horas trabalhadas na produção apresentaram relativa estabilidade na passagem de

novembro para dezembro, após ajuste sazonal, com variação de 0,2%. Em relação ao mesmo

mês de 2015, a variável registrou queda de 0,6%. Nessa base de comparação, essa foi a menor

retração verificada no indicador ao longo de 2016. No acumulado do ano, houve decréscimo de

5,0% no índice.

130,0

125,0

120,0

115,0

110,0

105,0

100,0

95,0

90,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

Horas Trabalhadas

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 6


2

5,0

%

acumulado do ano

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O

RESULTADO DAS HORAS TRABALHADAS

FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.)

Em 2016, as maiores contribuições para o recuo nas horas

trabalhadas foram dos setores de produtos de metal (influência de -

0,75 p.p. e variação de -18,0%) e de máquinas e equipamentos

(influência de -0,71 p.p. e variação de -27,7%).

Produtos de Metal

Máquinas e

Equipamentos Extrativa Mineral Veículos Automotores

VARIAÇÃO %

-0,75 -0,71

-0,57 -0,53

A

Químicos

Couro e

Calçados

Celulose e

Papel Alimentos Farmacêuticos

Vestuário e

Acessórios Bebidas Metalurgia

Veículos

Automotores

Minerais Não

Metálicos

Extrativa Mineral

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Têxteis

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis

Produtos de

Metal

Máquinas e

Equipamentos

1,4 0,3

VARIAÇÃO POSITIVA

-0,5 -2,0 -2,1 -2,8 -3,3 -3,9 -5,7 -5,9 -6,1 -6,9 -9,0

VARIAÇÃO NEGATIVA

-16,3 -18,0

-27,7

Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria.

7


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

3 1,7 %

dessazonalizado

jan a ago

EMPREGO

EMPREGO DECRESCEU EM

TODAS AS BASES DE

COMPARAÇÃO ANALISADAS

O emprego apresentou queda de 1,7% em dezembro, frente a novembro, desconsiderando os

efeitos sazonais. Em relação ao mesmo mês de 2015, a variável decresceu 4,6% e no acumulado

do ano, o recuo foi de 7,1% .

130,0

125,0

120,0

115,0

110,0

105,0

100,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

Emprego

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 8


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

3

7,1

acumulado do ano

%

EMPREGO

VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O

RESULTADO DO EMPREGO

Em 2016, o setor de produtos de metal contribuiu com a maior influência

negativa (-2,23 p.p.), e também registrou a maior variação negativa (-

36,9%) no indicador.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.)

Produtos de Metal Veículos Automotores Máquinas e Equipamentos

-0,93 -0,74

A

VARIAÇÃO (%)

-2,23

Químicos

Alimentos

Minerais Não

Metálicos

Celulose e

Papel

Couro e

Calçados

Farmacêuticos

Extrativa

Mineral Metalurgia Bebidas

Vestuário e

Acessórios

Derivados de

Petróleo e

Biocombustíveis

Veículos

Automotores

Máquinas e

Materiais

Elétricos

Têxteis

Máquinas e

Equipamentos

Produtos de

Metal

0,0

-2,1 -2,3 -2,3 -2,5 -2,6 -3,8 -4,7 -5,7 -6,0 -7,6 -7,8 -8,7 -13,3

VARIAÇÃO POSITIVA

VARIAÇÃO NEGATIVA

-20,9

-36,9

Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria.

9


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

4

2,2

dessazonalizado

%

MASSA SALARIAL REAL

MASSA SALARIAL

APRESENTOU ELEVAÇÃO NA

SÉRIE DESSAZONALIZADA

Na série livre de efeitos sazonais, a massa salarial aumentou 2,2% em dezembro, na

comparação com novembro. Em relação a igual mês de 2015, houve queda de 1,6% na

variável. No acumulado do ano, o indicador registrou decréscimo de 9,9%.

160,0

150,0

140,0

130,0

120,0

110,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

Massa Salarial Real

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 10


RE N D IME NTO MÉDIO REAL

FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

5

2,0 %

dessazonalizado

RENDIMENTO MÉDIO REAL

RENDIMENTO MÉDIO REAL

CRESCEU RETIRANDO-SE OS

EFEITOS SAZONAIS

O rendimento médio real apresentou elevação de 2,0%, em relação a novembro,

desconsiderando os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro do ano anterior, o

indicador aumentou 3,1%. De janeiro a dezembro de 2016, houve retração de 3,0%.

120,0

100,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

Rendimento Médio Real

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 11


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

6

1,0 p.p.

dessazonalizado

UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (%)

UCI DECRESCEU NA SÉRIE

DESSAZONALIZADA

A utilização da capacidade instalada apresentou queda de 1,0 p.p. na passagem de novembro

(76,2%) para dezembro (75,2%), na série livre de influências sazonais. Em relação a dezembro de

2015 (80,3%), a UCI recuou 6,0 p.p.. Na média de 2016 (78,2%), houve retração de 4,4 p.p. no

indicador, na comparação com a média do ano anterior (82,5%).

90,0

85,0

80,0

75,0

70,0

65,0

dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16

UCI

Média Móvel Semestral

A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 12


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE VEÍCULOS

contra mesmo período do ano anterior (%)

O faturamento do setor de veículos registrou diminuição expressiva

(-40,7%) em 2016, devido à queda nas vendas para os mercados

interno e externo. A demanda por veículos foi prejudicada pelo baixo

dinamismo da atividade econômica, pelas condições desfavoráveis

do mercado de trabalho e pela maior dificuldade de acesso ao

crédito.

O resultado é corroborado pelo decréscimo de 20,2% nos

licenciamentos de veículos em 2016, comparativamente a 2015,

segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Em linha com o recuo nas vendas, houve redução no número de

funcionários, com impacto negativo nas horas trabalhadas na

produção, na utilização da capacidade instalada e na massa salarial.

O rendimento médio real dos trabalhadores, contudo, apresentou

incremento, dada a retração no nível de emprego em proporção

superior à diminuição da massa salarial.

3,2

-5,7

-7,8 -4,8

-28,7

-40,7

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

RENDIMENTO MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.

13


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR EXTRATIVO MINERAL

contra mesmo período do ano anterior (%)

O faturamento real do setor extrativo cresceu em 2016,

comparativamente ao ano anterior. O acréscimo foi explicado pelos

aumentos nas receitas de vendas para o mercado nacional e nas

exportações, motivados pela melhora no preço internacional do

minério de ferro.

Apesar do aumento nas receitas de vendas, a atividade produtiva do

setor registrou queda no período. O acidente da barragem de

Fundão, em Mariana, no final de 2015, explicou o recuo nas horas

trabalhadas e no nível de utilização da capacidade instalada.

Os indicadores ligados ao mercado de trabalho – emprego, massa

salarial e rendimento médio – também apresentaram decréscimo.

2,2

-6,1

-2,4

-3,8

-7,3

-3,5

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

RENDIMENTO MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.

14


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE PRODUTOS DE METAL

contra mesmo período do ano anterior (%)

O faturamento real do setor, que até outubro acumulava crescimento

de 8,2%, passou a apresentar queda em novembro e encerrou o ano

com recuo, dado o decréscimo nas vendas para o mercado

doméstico. O quadro econômico recessivo e o fraco desempenho do

setor da construção, um dos principais demandantes de estruturas

metálicas, motivou o resultado.

Diante do baixo dinamismo da atividade, houve grande retração no

nível de emprego, com consequente queda nas horas trabalhadas na

produção, na massa salarial e no rendimento médio real dos

trabalhadores.

-3,4

-2,7

-7,3

-18,0

-36,9 -41,1

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

RENDIMENTO MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.

15


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

7

ANÁLISE SETORIAL

INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

contra mesmo período do ano anterior (%)

Em 2016, o faturamento real apresentou recuo significativo (-25,0%)

em função do decréscimo nas vendas para os mercados interno e

externo.

A redução na demanda por produtos do setor, causada,

especialmente, pelo baixo nível de investimentos no país, provocou

o recuo na produção, explicando o decréscimo no emprego, na

massa salarial, nas horas trabalhadas e na utilização da capacidade

instalada.

Apenas o rendimento médio real aumentou no período, em

decorrência da diminuição no emprego ter ocorrido em proporção

superior à queda na massa salarial.

5,4

-25,0

-27,7

-7,5

-20,9

-16,3

FATURAMENTO

REAL

HORAS

TRABALHADAS

UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL

REAL

RENDIMENTO MÉDIO

* UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual.

16


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

RESUMO SETORIAL

Justificativas - Período de janeiro a dezembro de 2016

Variação

Setor

Justificativa

Faturamento (-11,6%)

-40,7% Veículos Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações.

-25,0% Máquinas e equipamentos Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações.

-19,3% Farmacêutico Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações.

-13,0% Celulose e papel Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações.

9,0% Máquinas e materiais elétricos Aumento nas vendas nacionais e exportações. Vendas com maior valor agregado realizadas no ano.

Horas Trabalhadas (-5,0%)

-27,7% Máquinas e equipamentos Decréscimo no número de funcionários e cancelamento de turnos de trabalho.

-18,0% Produtos de metal Decréscimo no número de funcionários.

-16,3% Deriv. de petróleo e biocomb. Decréscimo no número de funcionários.

-9,0% Têxtil Decréscimo no número de funcionários e maior concessão de férias coletivas.

Emprego (-7,1%)

-36,9% Produtos de metal Ajuste do quadro de funcionários à menor produção.

-20,9% Máquinas e equipamentos Ajuste do quadro de funcionários à menor produção.

-13,3% Têxtil Ajuste do quadro de funcionários à menor produção.

17


A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez 2016

INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

FATURAMENTO REAL

(Var.%)

HORAS

TRABALHADAS NA

PRODUÇÃO

(Var.%)

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE

INSTALADA

(Var. p.p.)

EMPREGO

(Var.%)

MASSA SALARIAL

REAL

(Var.%)

RENDIMENTO

MÉDIO REAL

(Var.%)

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Dez/16

Nov/16

Jan-Dez16

Jan-Dez/15

Indústria Geral -3,9 -11,6 -6,4 -5,0 -2,2 -4,4 -1,7 -7,1 21,9 -9,9 24,1 -3,0

Extrativa 4,2 2,2 -1,9 -6,1 -0,2 -2,4 0,3 -3,8 29,0 -7,3 28,7 -3,5

Transformação -4,7 -12,8 -6,8 -5,0 -2,3 -4,5 -1,9 -7,4 21,4 -10,1 23,7 -2,9

POR SETOR

Alimentos -5,4 -11,9 -3,1 -2,0 -5,9 -4,7 -1,9 -2,1 25,4 -1,9 27,9 0,3

Bebidas 20,3 -6,4 0,5 -3,3 6,5 1,9 0,3 -5,7 7,0 -6,5 6,7 -0,7

Têxteis -24,2 3,4 -21,3 -9,0 -11,7 -0,9 -1,9 -13,3 36,0 -10,8 38,7 2,2

Vestuário -10,4 0,4 -19,8 -2,8 0,1 1,7 -0,9 -6,0 -2,9 -5,1 -2,0 -0,1

Couro e Calçados -12,6 -3,6 -16,3 0,3 -0,2 -0,9 -4,7 -2,5 44,7 -3,8 51,9 -1,1

Celulose e Papel 38,3 -13,0 -13,6 -0,5 0,7 -0,3 -1,1 -2,3 59,2 2,9 61,0 5,2

Deriv. Petróleo e Biocombustíveis 1,1 7,2 -10,0 -16,3 0,9 8,5 -3,9 -7,6 96,2 5,4 104,1 15,0

Químicos -24,7 -6,4 -1,5 1,4 1,5 0,9 -2,2 0,0 18,5 -10,2 21,1 -10,2

Farmacêuticos -16,3 -19,3 -0,9 -2,1 0,0 0,4 -1,2 -2,6 33,1 4,3 34,7 7,0

Minerais Não Metálicos 10,1 -1,2 -10,0 -5,9 -3,6 -7,0 -1,8 -2,3 27,7 -39,8 30,0 -38,4

Metalurgia -12,4 -2,3 -7,2 -3,9 -4,8 -2,1 -1,7 -4,7 51,3 -9,9 53,9 -5,5

Produtos de Metal -25,9 -3,4 -8,5 -18,0 -3,3 -2,7 -8,2 -36,9 33,3 -41,1 45,2 -7,3

Máq. e Materiais Elétricos 11,0 9,0 -2,9 -6,9 -0,4 -3,9 -2,9 -8,7 31,4 -9,3 35,3 -0,3

Máq. e Equipamentos 36,6 -25,0 -23,2 -27,7 -4,0 -7,5 -0,2 -20,9 34,1 -16,3 34,3 5,4

Veículos Automotores -0,1 -40,7 -9,6 -5,7 3,0 -28,7 -0,7 -7,8 -41,0 -4,8 -40,5 3,2

18


FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

ECONOMIA EM PERSPECTIVA

VARIÁVEL 2016 2017

PIB Mundial (variação %) 3,1 3,4

PIB Brasil (variação %) -3,49 0,5

Produção Industrial Brasil (variação %) -6,63 1,00

Produção Industrial Minas Gerais (variação %) -6,95 0,88

Faturamento Industrial Minas Gerais (variação %) -12,97 0,96

Balança Comercial (US$ bilhões) 47,7 46,0

Taxa de Câmbio (R$/US$ - fim do período) 3,25 3,39

IPCA (% a.a.) 6,29 4,81

Selic final período (% a.a.) 13,75 10,25

Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 45,15 50,67

Formação Bruta de Capital Fixo (% do PIB) 16,9 17,2

Fonte: FIEMG, Banco Central do Brasil, Tendências Consultoria e Banco Mundial

19


A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

A N O 26 . N º7 . AG OSTO 2015

FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

NOTA METODOLÓGICA

A PESQUISA INDICADORES

INDUSTRIAIS é elaborada pela

Assessoria Econômica da

Federação das Indústrias do

Estado de Minas Gerais (FIEMG) e

pela Confederação Nacional da

Indústria (CNI). As informações

referentes ao mês de dezembro

de 2016 resultam de levantamento

feito em 187 empresas. Os

indicadores são divulgados na

base média 2006=100 e obtidos

através da média ponderada dos

indicadores dos setores, onde os

pesos representam a participação

relativa dos mesmos na Indústria

do estado, com base na média dos

dados da PIA 2007 e 2008. São

divulgados também os resultados

dessazonalizados para todas as

variáveis, a partir de modelos

estruturais utilizando-se o sistema

Tramo Seats. A partir de janeiro de

2013 a pesquisa Indicadores

Industriais passou a ser divulgada

de acordo com a CNAE 2.0.

VARIÁVEIS PESQUISADAS:

FATURAMENTO REAL

Faturamento líquido, exclusive IPI,

referente a produtos industrializados pela

empresa. O deflator utilizado é o IPA/OG –

FGV.

EMPREGO

Total de pessoas empregadas no último dia

do mês, remuneradas diretamente pela

empresa, com ou sem vínculo

empregatício, com contrato de trabalho por

tempo indeterminado ou temporário,

ligadas ou não ao processo produtivo.

HORAS TRABALHADAS

NA PRODUÇÃO

Total de horas trabalhadas pelo pessoal

empregado na produção.

MASSA SALARIAL REAL

Valor das remunerações pagas ao total de

pessoal empregado na empresa. O deflator

utilizado é o INPC – IBGE.

RENDIMENTO MÉDIO

REAL

Razão entre a massa salarial real e o

emprego.

UTILIZAÇÃO DA

CAPACIDADE INSTALADA

Percentual da capacidade de produção

operacional utilizada no mês.

20


GLOSSÁRIO

FIEMG INDEX . ano 25 . #12 . dez

2016

SETORES QUE

INTEGRAM A

PESQUISA

INDICADORES

INDUSTRIAIS

ALIMENTOS: preparação do leite e

fabricação de laticínios; produção de

massas e biscoitos, açúcar, balas e

chocolates; fabricação de óleos e

gorduras vegetais e animais;

moagem, fabricação de produtos

amiláceos e de alimentos para

animais; torrefação e moagem de

café; fabricação de especiarias e

condimentos; abate e fabricação de

produtos de carne.

BEBIDAS: fabricação e

engarrafamento de bebidas

alcoólicas e não alcoólicas, como

cervejas, vinhos, refrigerantes e água

mineral.

CELULOSE E PAPEL: fabricação de

celulose, papel, cartolina e papelcartão

e de artefatos.

COURO E CALÇADOS: preparação

de couros e fabricação de artefatos

de couro, artigos para viagem e de

calçados.

DERIVADOS DE PETRÓLEO E

BIOCOMBUSTÍVEIS: fabricação de

coque, produtos derivados do

petróleo e de biocombustíveis,

inclusive álcool.

EXTRATIVA MINERAL: extração de

minerais metálicos, como o minério

de ferro, e extração de minerais não

metálicos, como fosfatos, calcário e

outros.

FARMACÊUTICOS: fabricação de

medicamentos para uso humano e

veterinário.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS:

fabricação de máquinas e

equipamentos, inclusive

componentes mecânicos, partes e

peças para uso industrial, agrícola,

extração mineral, construção e

outros.

MÁQUINAS E MATERIAIS

ELÉTRICOS: fabricação de

máquinas e aparelhos para geração,

distribuição e controle de energia

elétrica; pilhas, baterias,

acumuladores elétricos; lâmpadas e

outros equipamentos de iluminação e

eletrodomésticos.

METALURGIA: produção de ferrogusa

e de ferroligas; siderurgia e

elaboração de produtos siderúrgicos

(perfis laminados, chapas e tubos de

aço com ou sem costura); fundição

de ferro e aço e de metais não

ferrosos e suas ligas; metalurgia dos

metais não ferrosos, como alumínio,

zinco, cobre e metais preciosos.

MINERAIS NÃO METÁLICOS:

fabricação de produtos cerâmicos

refratários e não refratários, cimento,

vidro e cal.

PRODUTOS DE METAL: fabricação

de embalagens e estruturas

metálicas; caldeiraria, forjaria e

tratamento de metais; artigos de

cutelaria, serralheria e ferramentas;

armas, munições e equipamentos

militares.

QUÍMICOS: fabricação de produtos

químicos inorgânicos como adubos e

fertilizantes e gases industriais, e de

produtos químicos orgânicos;

produção de resinas, fibras artificiais

e sintéticas, produtos de limpeza,

cosméticos e tintas.

TÊXTEIS: fiação e tecelagem de

fibras e materiais têxteis de origens

diversas.

VEÍCULOS AUTOMOTORES:

fabricação de veículos automotores,

inclusive motores, peças e acessórios

e material elétrico para automóveis.

VESTUÁRIO: confecção de roupas,

inclusive profissionais, e de

acessórios do vestuário.

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INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS

FICHA TÉCNICA

Realização:

SISTEMA FIEMG – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Presidente:

OLAVO MACHADO JUNIOR

Responsável técnico:

ASSESSORIA ECONÔMICA DA FIEMG

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