Outubro/2015 - Referência Industrial 168

jota.2016

Visitantes - Grupo Jota Comunicação

ENTREVISTA - José Augusto de Castro, presidente da AEB, explica o momento do mercado brasileiro

I N D U S T R I A L

Evolução energética

Combustível influencia na produtividade e eficiência das caldeiras

Energy

Evolution

Fuel influences boiler

productivity and efficiency

ESPECIAL – Logística reversa traz retorno econômico e gera marketing positivo


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

SUMÁRIO

SUMÁRIO

ANUNCIANTES DA EDIÇÃO

30

Abrafati 73

Affemaq 21

Arch Química/Lonza 75

Baukus 05

Engecass 55

48

56

Feicon 19

Fepam 74

04 Editorial

06 Cartas

Fhaizer Industrial 59

Gaidzinski 37

Giacomelli Máquinas 09

H. Bremer 29

Icavi 07

Ipê Compensados 39

Linck 11

Mill Indústrias 76

Montana Química 02

MSM Química 15

Planeta Industrial 71

Razi Máquinas 65

Rossin 43

Vantec 17

08 Bastidores

10 Coluna Flavio C. Geraldo

12 Notas

16 Aplicação

18 Alta e Baixa

20 Frases

22 Entrevista

28 Coluna Abimci Paulo Pupo

30 Principal Caldeiras para geração de energia

40 Construção Civil

44 Marcenaria

48 Especial Logística reversa

56 Madeira Tratada

60 Evento

64 Mercado

66 Artigo

72 Agenda

74 Espaço Aberto

OUTUBRO | 03


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

EDITORIAL

Ano XVII - Edição n.º 168 - Outubro 2015

Year XVII - Edition n.º 168 - October 2015

Estampa a capa desta

edição a Caldeira Aquatubular

da H. Bremer

INDÚSTRIA

SUSTENTÁVEL

Nos últimos anos os combustíveis fósseis ficaram mais

caros e menos abundantes. A biomassa ganhou destaque

por ser uma fonte renovável, com alto poder calorífico e com

garantia de fornecimento. Para usar esse recurso é importante

entender a composição do material e a relação com a

caldeira, equipamento que irá transformá-la em energia para

movimentar a fábrica. Este é o tema da matéria principal desta

edição da REFERÊNCIA INDUSTRIAL, que buscou entender

a evolução deste mercado.

Também neste contexto, de atualização e gestão, produzimos

uma reportagem especial sobre logística reversa e como

a cadeia produtiva tem caminhado neste sentido.

Sobre as exportações brasileiras, entrevistamos com

exclusividade o presidente da AEB (Associação de Comércio

Exterior do Brasil), que apresenta um direcionamento sobre

o tema, tão relevante no momento atual.

Boa leitura e bons negócios.

SUSTAINABLE INDUSTRY

In recent years fossil fuels have become more expensive

and less abundant. Biomass has gained prominence for being

a renewable source with a high calorific value and guaranteed

supply. To use this resource is important to understand the

composition of the material and the relationship with the boiler,

the equipment that will turn it into energy to power the factory.

This is the subject of the lead story in this issue of REFERÊNCIA

INDUSTRIAL, which sought to understand the evolution of this

market.

Also within this context, as to updating and management,

we produce a special report on reverse logistics and how the

productive chain has been moving in this direction.

As to Brazilian exports, we carried out an exclusive interviewed

with the President of AEB (Brazilian Association for

Foreign Trade), which presents a point of view on what direction

should be taken, very relevant at the moment. Pleasant reading

and better business.

C

M

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EXPEDIENTE

JOTA COMUNICAÇÃO

Diretor Comercial / Commercial Director

Fábio Alexandre Machado

fabiomachado@revistareferencia.com.br

Diretor Executivo / Executive Director

Pedro Bartoski Jr

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A Revista REFERÊNCIA - é uma publicação mensal e independente, dirigida

aos produtores e consumidores de bens e serviços em madeira, instituições de

pesquisa, estudantes universitários, orgãos governamentais, ONG’s, entidades de

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A Revista REFERÊNCIA do Setor Industrial Madeireiro não se responsabiliza por conceitos

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materiais de responsabilidade de seus autores. A utilização, reprodução, apropriação,

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

CARTAS

Capa da Edição 167 da

Revista REFERÊNCIA INDUSTRIAL,

mês de setembro de 2015

Reconhecimento

Por Paulo Mello, Itararé (SP)

Parabéns à equipe de jornalismo da REFERÊNCIA IN-

DUSTRIAL. Através dela acompanho o mercado e as

novidades do setor. Abraço grande.

Sem comparação

Por Rogério Brisola,

Sengés (PR)

Madeira tratada

Por James Duarte,

Betim (MG)

Quanta informação bacana,

não imaginava o

quanto estava crescendo

o mercado de madeira

tratada no país.

Foto: Lua Madeira

Acompanho a Revista

há bastante tempo e

não tem outro veículo

de comunicação que

se compare no mercado.

Com matérias

sempre interessantes

nos mantendo atualizados. Parabéns à toda equipe!

Ferramenta manual

Por Jair Carlos Lopes,

Curitiba (PR)

Não sabia que era tão

prático o uso do refilador

manual, muito boa a

explicação passo a passo.

Foto: REFERÊNCIA Foto: Fabio Ortolan

Eventos

Por Igor Júnior,

Rio de Janeiro (RJ)

A cobertura que vocês

fazem dos eventos

é muito importante

para quem não

pode se deslocar até eles. Obrigado.

Leitor, participe de nossas pesquisas online respondendo os

e-mails enviados por nossa equipe de jornalismo.

As melhores respostas serão publicadas em CARTAS. Sua opinião

é fundamental para a Revista REFERÊNCIA INDUSTRIAL.

revistareferencia@revistareferencia.com.br

Foto: REFERÊNCIA

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E-mails, críticas e sugestões podem ser

enviados para redação ou siga:


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

BASTIDORES

CONGRESSO MOVELEIRO

O VI Congresso Moveleiro Nacional, foi realizado nos dias 16 e 17 de setembro, em Curitiba

(PR). Com o tema: Quem mexeu no meu móvel; a Fiep (Federação das Indústrias do Paraná),

por meio do Conselho Setorial da Indústria Moveleira, propôs reflexões sobre formas de

atuação e de posicionamento diante do atual momento vivenciado no país.

Na foto, Daniel Lutz,

presidente da Abimóvel,

que fez um dos

discursos de abertura

do evento

Foto: REFERÊNCIA

Participantes do

congresso, incluindo a

equipe de jornalismo

da REFERÊNCIA

INDUSTRIAL

Foto: Gelson Bampi

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

COLUNA

Flavio C. Geraldo

Arch Proteção de Madeiras - Grupo Lonza

Contato: flavio.geraldo@lonza.com

XÔ CRISE!

Diante de tantas notícias indesejáveis em função de alguns descaminhos da nossa economia, independentemente

das crenças, lendas ou mitos, a madeira surge como mais um recurso para reduzir preocupações com os negócios

Foto: divulgação

U

ma cena muito comum em uma roda de amigos,

quando surge uma notícia desagradável, é ver que

alguns deles procuram desesperadamente por

uma peça qualquer de madeira para bater três vezes, como

forma de se proteger de qualquer mau agouro. Este costume

é explicado, muitas vezes, pela mitologia. Os gregos acreditavam

que Gaia, a deusa mãe da terra, conectava todas as

plantas em seu corpo. Quando uma pessoa batia três vezes

em uma árvore, eles esperavam que o som das pancadas

se reproduzisse de tronco em tronco até atingir o topo do

Monte Olimpo, morada dos deuses, onde as divindades

escutariam o chamado de socorro e intercederiam a favor

do desesperado. Outras lendas são mais seletivas. A súplica

somente seria atendida se as três batidas fossem dadas em

um tronco de carvalho, considerada a árvore de Zeus, senhor

de todos os deuses gregos. Isto despertaria sua atenção para

o suplicante e o grande mestre do Olimpo poderia escutá-lo

ou castigá-lo pela pequena agressão em sua árvore. O desespero

tinha que ser dos grandes para correr esse risco. Os

cristãos fazem menção à cruz de Cristo. O sofrimento pelo

qual passou durante o seu martírio estaria relacionado com

a força de vontade de seguir adiante e vencer obstáculos e

as batidas na madeira significariam um pedido de proteção.

Outras crenças, lendas ou mitos tentam dar alguma explicação

à existência desse costume.

De qualquer maneira, diante de tantas notícias indesejáveis

em função de alguns descaminhos da nossa economia,

independentemente das crenças, lendas ou mitos, a madeira

surge como mais um recurso para reduzir preocupações com

os negócios, pelo menos no imaginário de cada um. Mas não

serão as três batidinhas na madeira que irão resolver todos

os problemas. Os programas governamentais que poderiam

dar fôlego extra para o mercado da madeira tratada estão

fazendo água. O Minha Casa Minha Vida, que significou

certa demanda para estruturas de madeiras industrializadas

arrefeceu, outros programas, em especial os relacionados à

eletrificação, perderam energia e mesmo com as perspectivas

de bons ventos no setor do agronegócio, em especial

na pecuária, reconhecidamente um setor que dinamiza o

consumo de madeira tratada, parece que o apetite pelos

churrasquinhos no mercado interno já não são mais os

mesmos. Diante de tudo isso, vale dedicar muita atenção

aos mercados de exportação de carnes, graças aos países

cujas panelas e churrasqueiras estão a pleno vapor ou em

brasa. Afinal, na nossa coluna de julho passado mencionávamos

o ímpeto de países como a África do Sul, China, Coreia

do Sul, Japão, Rússia, EUA (Estados Unidos da América) e

outros da União Europeia, todos com muito apetite pelas

nossas carnes. Nunca é demais repetir, segundo informações

divulgadas pela Abiec (Associação Brasileira da Indústria

Exportadora de Carne), que nossas exportações com carne

deverão crescer 11% em relação ao ano passado e segundo

o Ibge (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nosso

rebanho bovino comercial é o maior do mundo, ocupando

170 milhões de ha (hectares) de pastagens a céu aberto.

Temos que tirar proveito dessa enorme oportunidade. Das

nossas mais de 400 usinas de tratamento de madeiras, responsáveis

pelo tratamento de um volume estimado de 2,0 a

2,5 milhões de metros cúbicos anuais, pelo menos 65% são

destinados a mourões para cercas. Não é para menos, são

320 mourões para cada quilômetro de cerca. O setor tem,

portanto, talento e experiência para atuar de forma bastante

incisiva sobre esse mercado, além disso, a norma brasileira

NBR 9480 - Peças roliças preservadas de eucalipto para

construções rurais, oferecem retaguarda para a produção

de mourões que possam atender aos requisitos mínimos da

qualidade. Mesmo tratando-se de um produto que, sabemos,

não é de valor agregado dos mais atrativos, é o momento

estratégico para garantir a passagem pelos tempos difíceis

que a economia nos impõe.

Neste caso, não precisamos recorrer aos deuses do Olimpo

batendo na madeira três vezes para podermos alcançar

bons resultados, basta um trabalho sério de mercado, com

olhos na qualidade. Mas, como bons brasileiros que somos

não nos custa nada dar umas batidinhas na madeira, neste

caso, devidamente tratada.

Os programas governamentais que poderiam dar fôlego

extra para o mercado da madeira tratada estão fazendo

água

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

NOTAS

Foto: Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves

Nota de repúdio

O setor moveleiro da Serra Gaúcha, representado

pelo Sindmóveis Bento Gonçalves, expressou total

desapontamento pelos votos a favor dos Projetos de

Lei 319/2015 e 320/2015, que tratam de aumentos de

tributos no Estado do Rio Grande do Sul, aprovados

pela Assembleia Legislativa. O recado foi feito por

meio de uma carta aberta de repúdio.

De acordo com o texto, “mais uma vez a indústria

é onerada pela má administração pública e aqueles

que deveriam representar-nos não cumprem seu

papel político na defesa do setor e, em segunda instância,

do próprio eleitor. A indústria moveleira já administra

a duras penas suas perdas nos últimos anos,

acentuadas nesses meses de 2015”. De acordo com a

carta, a decisão vai resultar em prejuízos e o fechamento

de postos de trabalho serão ainda maiores.

NR-12

O presidente da Fiep (Federação das Indústrias do Paraná),

Edson Campagnolo, e o procurador-chefe do MPT-PR

(Ministério Público do Trabalho no Paraná), Gláucio Araújo de

Oliveira, assinaram um termo de cooperação para elaboração

de uma agenda positiva de discussões sobre a Norma Regulamentadora

nº 12, do Ministério do Trabalho e Emprego. A

NR-12 estabelece regras de segurança para o uso de máquinas

e equipamentos e vem sendo alvo de muita polêmica em todo

o país.

Pela parceria, que envolve ainda o Senai no Paraná, as

instituições se comprometem a desenvolver ações conjuntas

e trocar informações que possam contribuir com a revisão,

adequação e cumprimento da NR-12. “Em normas como esta,

precisamos buscar um equilíbrio, trazendo segurança para o

trabalhador e para o empreendedor. Com esse movimento,

podemos fazer com que a questão transite de uma maneira

talvez não tão danosa”, avalia o presidente do Sistema Fiep.

A cooperação entre as instituições é uma experiência

inédita no país. “A intenção é criar um ambiente de diálogo,

chamando empresários, autoridades e especialistas no tema

para que possamos verificar qual é a realidade do Estado do

Paraná, dos diferentes segmentos, e tentar avançar, fazendo

os devidos encaminhamentos aos órgãos competentes em

Brasília para aperfeiçoamento da NR-12”, justificou o procurador-chefe

do MPT-PR.

Foto: Gelson Bampi

Foto: Valterci Santos

Prêmio REFERÊNCIA

se aproxima

A XIII edição do prêmio REFERÊNCIA, o mais importante reconhecimento

do setor de base florestal, papel e celulose, biomassa e da cadeia madeira-

-móveis, está chegando. A cerimônia, que acontece tradicionalmente no mês de

novembro, em Curitiba (PR), homenageia dez destaques do ano, com o intuito

de valorizar ações que marcaram positivamente o setor. Vale lembrar que esta

é uma iniciativa do GRUPO JOTA que já se consolidou no mercado como uma

ação fundamental para apontar e reconhecer as principais iniciativas que fizeram

a diferença ao longo do ano com foco no desenvolvimento econômico, social e

ambiental. Conheça, na edição do próximo mês da REFERÊNCIA INDUSTRIAL, o

nome dos vencedores em reportagem especial sobre a premiação.

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Ensino e preservação de madeiras

A Montana Química lança o livro intitulado: Atualização em preservação de madeiras.

A publicação reúne dados técnicos e ambientais com foco na produção da madeira tratada.

Produzido a quatro mãos, um dos autores, o diretor comercial da empresa, Humberto Tufolo

Netto, explica que a preservação de madeiras é multidisciplinar por natureza. “Assemelha-se

a um poliedro de múltiplas interfaces entre ramos do conhecimento como biologia,

química, física, físico-química, engenharia, higiene e segurança do trabalho, entre outros.

A literatura sobre o assunto em caráter mais abrangente disponível no mundo é escassa,

ou tem tiragens esgotadas. Por isso decidimos elaborar um texto ilustrado compacto, que

consolida experiências e competências de nossa área técnica.”

A tiragem é limitada e, por este motivo, a distribuição da publicação no formato impresso

será orientada para universidades, escolas técnicas e, também, para empresas parceiras.

“Nosso objetivo é compartilhar o conhecimento, por isso disponibilizaremos o conteúdo

também em formato eletrônico, sendo necessário apenas entrar em contato pelo telefone

(11) 3201-0281 e se cadastrar”, complementa Tufolo.

Imagem: Montana Química

Foto: Herval

Herval

ganha prêmio

Pela segunda vez o Grupo Herval (detentora entre

outras das marcas Herval Móveis e Colchões, H Química

e MyStore), receberá o prêmio Top Ser Humano. O case

vencedor do Grupo é o PDC (Programa de Desenvolvimento

de Competências), que objetiva preparar os funcionários

para novos desafios, incentivando-os a crescer

profissionalmente acompanhando a expansão da empresa.

Com o PDC, todos podem se inscrever dentro dos

requisitos estabelecidos. Um dos pilares do programa

são os feedbacks constantes para a integração entre colaborador,

líder e as competências exigidas. O objetivo do

prêmio, que será entregue no dia 7 de outubro, em Porto

Alegre (RS), é prestigiar as organizações que buscam

a excelência. As empresas são avaliadas por um comitê

que, dependendo da pontuação alcançada, realiza visitas

técnicas para visualizar na prática o que estava descrito

nos cases. Para esta edição, foram inscritos 76 projetos.

Exportações de

painéis

No relatório divulgado pela Ibá (Indústria Brasileira

de Árvores) em relação ao segmento de painéis de madeira,

o volume exportado nos primeiros oito meses do

ano somou 389 mil m³ (metros cúbicos), crescimento de

37% sobre o mesmo período do ano passado, quando as

exportações foram de 284 mil m³. Com relação à receita

de exportações, nos primeiros oito meses de 2015, a

soma de exportações de celulose, painéis de madeira e

papel totalizou US$ 5 bilhões, crescimento de 2,3% em

relação ao mesmo período de 2014. O saldo da balança

comercial do setor de janeiro a agosto de 2015 é de US$

4,1 bilhões, alta de 11% na comparação com o mesmo período

de 2014.

Foto: Fabio Ortolan

OUTUBRO | 13


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

NOTAS

Emissão de

formaldeído

Foto: divulgação Foto: Bebel Ritzmann

Kürten é homenageado

O empresário paranaense Waldemir Kürten, presidente do

Grupo Kürten, participou da noite de autógrafos do livro Vozes do

Paraná - Volume 7 - Retratos de Paranaenses, do jornalista Aroldo

Murá. A obra, editada pela Bonijuris, apresenta 40 perfis biográficos

em 846 páginas, distribuídas em duas partes e ilustradas por

mais de 3 mil imagens. Kürten afirmou que é uma honra fazer parte

dos retratados por Aroldo em uma obra que abre espaço aos

paranaenses, que no dia a dia constroem o Estado.

Nova gerência

Dando continuidade aos esforços para recuperar a cota

de mercado da Homag no Brasil, e também alinhada com

a recente One Homag no desenvolvimento estratégico

para que a fusão de Homag Machinery São Paulo e Homag

América do Sul prosperem, a corporação apresenta

Alessandro Agnoletti como gerente geral de vendas para

a América Latina.

Alessandro é italiano, e vive no Brasil há 19 anos. Formado

em Engenharia Eletrônica na Academia da Marinha

Militar Italiana, traz consigo uma grande experiência de

mais de 15 anos no ramo de máquinas e sistemas para a

indústria madeireira, que adquiriu trabalhando para SCM

Group, Maclínea e também na Marjos Brasil. O novo gerente

assume o cargo oficialmente no dia 5 de outubro.

O Senai no Paraná lançou a primeira câmara para

análises de emissão de formaldeído construída no

Brasil com tecnologia nacional. Criada para simular o

comportamento de amostras de chapas derivadas de

madeira ou pequenos móveis em condições pré-definidas

pelas normas técnicas e quantificar o formaldeído

emitido. De acordo com o diretor do Senai no Paraná,

Marco Secco, o equipamento permitirá às indústrias

superar barreiras técnicas e comerciais impostas pelo

mercado internacional, em função do nível de formaldeído

verificado nos produtos nacionais”, afirma.

Encontro setorial

Em um projeto pioneiro para o setor moveleiro gaúcho, a

Movergs (Associação das Indústrias de Móveis do Estado do

Rio Grande do Sul) e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às

Micro e Pequenas Empresas) realizam, no dia 10 de novembro,

o encontro Indústria Moveleira do Rio Grande do Sul: a força

dos grandes alavancando os pequenos negócios. A iniciativa

reúne grandes empresários, que contarão a trajetória profissional

frente às suas empresas, como forma de inspirar os pequenos

negócios do setor.

A programação inicia com a apresentação Cenário da Indústria

Moveleira no RS: olhando o passado e construindo o

futuro, em que o diretor do Iemi, Marcelo Prado, exibe dados

do desempenho do segmento e perspectivas do comportamento

de mercado. O segundo painel, A força dos Grandes,

alavancando os pequenos negócios do Rio Grande do Sul, tem

como convidados César Augusto Schmidt, diretor executivo

do Grupo K1 – Kappesberg; João Farina Neto, presidente da

Todeschini; José Agnelo Seger, presidente da Herval e Rudimar

Borelli, presidente da Marelli.

Foto: Mauro Frasson

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

APLICAÇÃO

TOQUE

NATURAL

Foto: divulgação

F

eito pelas mãos da designer paulista

Mônica Cintra, que procura

dar forma às madeiras descartadas

pela natureza, o banco Gamboa

chega para incrementar a decoração e

deixar o ambiente com o toque elegante

da natureza. A designer seleciona as

partes da árvore com mais desenhos,

cores e veios. Por esta razão, as irregularidades

e trincas acabam sempre sendo

incorporadas às peças, que se tornam

únicas.

O banco possui assento em madeira

de reaproveitamento Pau Ferro e a cor

trabalhada da madeira é despigmentada,

processo exclusivo de acabamento

próprio do seu ateliê.

INSPIRAÇÃO

MUSICAL

A

mesa de centro Zenith,

da Fahrer, é inspirada

nas vitrolas

das décadas de 50 e 60. Foi

com o aparelho que os irmãos

Fahrer, Sergio e Jack, tiveram os primeiros

contatos com a música e os discos de vinil,

duas de suas grandes paixões atuais.

A madeira do móvel com detalhes em palha estão presentes

na mesa. A peça possui um banco e uma mesa lateral que

são acoplados ao móvel e podem ser utilizados separadamente

no ambiente, de modo a promover campos convidativos

para a interação imaginativa. Feita em madeira nogueira e

multilaminado.

Foto: Fahrer

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ALTA E BAIXA

BAIXA

ALTA

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

FRASES

Um dos desafios atuais é definir o

modelo de governança adequado à

realidade brasileira, para que seja

possível elevar a produtividade da

indústria do Brasil

Foto: Marcelo Camargo

Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento, Indústria e

Comércio Exterior, em declaração sobre não haver crescimento

econômico sem investimento na indústria

Precisamos lembrar que todos podemos cair, mas apenas os

fracos ficam no chão. É importante estarmos preparados para nos

reerguermos

Aurélio Sant’Anna, coordenador do conselho Setorial da Indústria Moveleira da Fiep (Federação

das Indústrias do Paraná), sobre o cenário econômico e as possíveis quedas das empresas

Vai haver campanhas, vai haver pressão, vai haver

mobilização. Estaremos de forma permanente de prontidão

contra o aumento de impostos

Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), anunciando

a criação de uma frente nacional dos setores produtivos contra o aumento de impostos

Estão faltando

brasileiros no Brasil

Foto: Gelson Bampi

Edson Campagnolo, presidente da Fiep (Federação das

Indústrias do Paraná), em desabafo após execução do hino

nacional na abertura do VI Congresso Moveleiro, sobre o atual

momento vivenciado no país

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ENTREVISTA

JOSÉ AUGUSTO

DE CASTRO

LOCAL DE NASCIMENTO

PLACE OF BIRTH:

Leopoldina (MG)

Leopoldina (MG)

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

EDUCATION:

Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio

Vargas, São Paulo (SP)

Business Administration, Fundação Getúlio Vargas, São Paulo (SP)

CARGO

PROFESSION:

Presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil) e

diretor da Procex Técnica Internacional

President of AEB (Brazilian Association of Foreign Trade) and Director

of Procex Técnica Internacional

Foto: AEB

Lembrei de você

I remember you

À

s vezes recebemos uma ligação ou mensagem

daquele antigo conhecido com quem passamos

anos sem falar: “lembrei de você esses dias, estou

precisando de...”. Pois é, quando estava tudo bem nem feliz

aniversário pelo facebook. É exatamente essa mensagem

que estamos enviando para os mercados externos neste

momento, aponta José Augusto de Castro, que faz parte do

corpo diretivo da AEB (Associação de Comércio Exterior do

Brasil). Nesta entrevista exclusiva, José Augusto comenta

sobre os desafios do mercado de máquinas e equipamentos,

bem como o setor de móveis, na difícil retomada das

vendas externas.

S

ometimes, we get a call or message from an old

acquaintance where years have gone by without

speaking to each other: “I thought of you these last

couple of days, I need ...” Well, when everything was going

well, there was not even a happy birthday on Facebook. That

is exactly the message that we are sending to the foreign

markets right now, points out José Augusto de Castro, who

is part of the governing body of AEB (Brazilian Association of

Foreign Trade. In this exclusive interview, José Augusto commented

on the challenges for the machinery and equipment

market, as well as those for furniture makers, in the difficult

resumption of export sales.

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Exportar para empresas

de qualquer porte sempre

será uma boa alternativa,

inclusive para o próprio país

OUTUBRO | 23


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ENTREVISTA

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Para que as

perspectivas se

tornem realidades,

além de taxa de câmbio

favorável, opinamos que

os exportadores brasileiros

precisam contar com outras

medidas que favoreçam a

competitividade

OUTUBRO | 25


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ENTREVISTA

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O Brasil se

mantém como 25º

exportador mundial,

próximo à posição que

detinha há 45 anos. Subir

ao 10º lugar, por exemplo,

coerente com o tamanho de

sua economia, seria, hoje, estar

exportando US$ 500 bilhões,

distantes dos atuais US$ 200

bilhões

OUTUBRO | 27


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

COLUNA ABIMCI

Paulo Pupo

Superintendente da Associação Brasileira da Indústria de

Madeira Processada Mecanicamente

Contato: abimci@abimci.com.br

Foto: divulgação

INCERTEZAS E INCOMPETÊNCIAS

Alguns eventos realizados recentemente atestam que estimar uma projeção ou estruturar um planejamento

estratégico decente para o próximo ano é tarefa difícil para qualquer empresa

V

Uma das conclusões mais citadas nessas rodas

de conversa é de que a crise política deveria se

descolar da economia e não paralisá-la

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caldeira

energia

evolução

energética

biomassa

combustível

evolução

Responsável pela

eficiência da caldeira,

a qualidade do

combustível influencia

diretamente no

resultado econômico

e operacional da

máquina

Fotos: H. Bremer e divulgação

30 |

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OUTUBRO | 31


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

PRINCIPAL

32 |

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Todo recurso renovável

que provém de

matéria orgânica –

de origem vegetal ou

animal – tendo por

objetivo principal a

produção de energia

pode ser considerado

biomassa

OUTUBRO | 33


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

PRINCIPAL

34 |

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OUTUBRO | 35


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

PRINCIPAL

36 |

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Hoje as tecnologia aplicadas

em caldeira para queima são

muito superiores às antigas,

conforme a movimentação da

grelha, o combustível passa

pelas sessões de secagem

e gaseificação até ser

queimado, liberando

toda a energia contida na

biomassa


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

PRINCIPAL

38 |

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ipÊ

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COMPENSADOS E FORMAS

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

CONSTRUÇÃO CIVIL

Foto: divulgação

40 |

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WOOD FRAME

EM MORADIAS

POPULARES

APÓS VENCER CONCORRÊNCIA,

SISTEMA CONSTRUTIVO SE

CONSAGRA EM MORADIAS

POPULARES DESMISTIFICANDO

O USO DA MADEIRA NA

CONSTRUÇÃO CIVIL

O

ano de 2015 foi um marco para a construção

civil, no que diz respeito a moradias populares

feitas em madeira. O primeiro residencial

do programa Minha Casa Minha Vida com imóveis de

madeira do Paraná foi entregue em março deste ano

e conta com 66 unidades. A novidade fica por conta do

tempo de montagem, que levou apenas seis meses para

ficar pronto, em torno de metade do prazo normal de

uma obra deste porte.

Com tecnologia sustentável a seco, foram utilizados

painéis de madeira tratada de pinus autoclavado, no

sistema construtivo denominado wood frame, que reduz

em 75% a demanda por mão de obra e ainda minimiza o

impacto ambiental da construção, uma vez que a opção

por matérias-primas renováveis gera menos resíduos do

que em um canteiro comum.

Como explica o presidente e engenheiro da Kürten,

Waldemir Kürten, a quantidade de resíduos que a

construção gera é bem menor comparado a uma casa

de alvenaria. “Por ser um processo industrial é tudo planejado.

Todo material utilizado é calculado, então não

tem muita perda”. Ele estima que apenas 10% de toda

a obra é desperdiçado, enquanto em outros métodos

construtivos esse valor gira em torno de 40%. Ele lembra

OUTUBRO | 41


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

CONSTRUÇÃO CIVIL

O CUSTO NACIONAL DA

CONSTRUÇÃO, POR METRO

QUADRADO, QUE EM JULHO

FECHOU EM R$ 948,47, EM

AGOSTO PASSOU PARA R$

955,12, SENDO R$ 510,89

RELATIVOS AOS MATERIAIS E

R$ 444,2 À MÃO DE OBRA

Fonte: Sinapi Agosto/2015

Foto: Cohab Curitiba

O RESIDENCIAL

MORADIAS NILO FOI

CONSTRUÍDO COM

INVESTIMENTO DE R$ 4

MILHÕES, RECURSOS DO

PROGRAMA MINHA CASA

MINHA VIDA

42 |

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PONTOS POSITIVOS DO USO DA

MADEIRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL,

SEGUNDO LUCIANA CASTRO, DA

COHAB CURITIBA:

• APELO ESTÉTICO

• BEM ESTAR

• DURABILIDADE

• LEVEZA

• RAPIDEZ

• REDUÇÃO DE DESPERDÍCIO

AS CASAS DESTINADAS

A FAMÍLIAS QUE FORAM

TRANSFERIDAS DE ÁREA

DE RISCO SOCIAL, ALÉM DO

SISTEMA DE WOOD FRAME,

POSSUEM PLACAS DE

AQUECIMENTO SOLAR PARA

ÁGUA DO CHUVEIRO

Foto: Cohab Curitiba

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

MARCENARIA

Foto: divulgação

44 |

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Foto: Bosch

MADEIRA

NIVELADA

PRIMORDIAL PARA DETERMINAR ESPESSURA, A PLAINA

DE MESA PROPORCIONA A PRECISÃO DAS PEÇAS DE

MADEIRA DENTRO DA MARCENARIA

OUTUBRO | 45


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

MARCENARIA

U

tilizadas para aplainar, desbastar, aparar e

desengrossar com precisão madeiras maciças,

materiais derivados de madeira ou sintéticos,

as plainas de mesa são ferramentas essenciais dentro da

marcenaria. Existem várias opções que atendem todos

os tamanhos de bolso, que vão de R$ 200 a 1000 reais.

O importante é utilizar bem o equipamento que se tem

em mãos.

Hermes Ferro, instrutor da divisão de ferramentas

elétricas da Robert Bosch Brasil, salienta que é interessante

mencionar que no mercado existem os seguintes

tipos se plainas: plaina manual portátil, plaina elétrica

manual portátil e plaina elétrica de bancada.

Segundo Gustavo Christ, supervisor técnico da Leitz,

o uso da ferramenta correta vai depender do que o marceneiro

deseja fazer. “Existem modelos variados de plainas,

com diversos acessórios opcionais, que proporcionam

desde maior precisão das peças finais usinadas até maior

agilidade e facilidade de regulagem do equipamento”,

explica.

Ao ser questionado sobre a forma correta de utilização

de uma plaina de mesa, Hermes aponta que é

necessário regular primeiro a plaina em zero, onde é

indicado no manípulo da mesma. “O primeiro passo é

deixar a regulagem de profundidade sempre na marca

zero da escala que varia de zero a 2.0 mm (milímetros)

Foto: Bosch

As plainas manuais elétricas portáteis são as

mais fáceis de usar, porque são mais leves.

Seu uso incorreto pode acarretar na quebra da

correia ou queima da ferramenta por sobrecarga

46 |

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SEGUNDO O INSTRUTOR DA BOSCH, DENTRE AS FINALIDADES ESTÃO:

APLAINAR - deixar uma superfície totalmente plana, em madeiras e materiais sintéticos como

acrílico, poliuretano, polipropileno e etc

REBAIXAR - fazer um degrau na peça de madeira (exemplo: fazer rebaixo de batente de porta)

TIRAR CANTOS VIVOS - remove cantos vivos das madeiras para não machucar as mãos ou pernas,

é muito utilizado em batentes de portas ou em pernas de mesas

Cabeçote para aplainamento

da Leitz, é uma das ferramentas

de alta produtividade para ser

acoplada em plainas de mesa

Foto: Bosch

Foto: Leitz

de profundidade. Ela vai desbastar na largura de 82 mm

sempre”.

Ele salienta que nunca se deve utilizar a plaina na

profundidade total - 2.0 mm. “Pois é muita retirada de

material para as plainas, o que irá sobrecarregar o motor

e levar à queima. Assim, é preferível passar várias vezes

a ferramenta, o que reflete em maior vida útil para o

equipamento”, avisa.

O segundo passo é deslizar a plaina na superfície para

verificar a irregularidade da madeira.

As plainas manuais elétricas portáteis são as mais

fáceis de usar, porque são mais leves. Já seu uso incorreto

pode acarretar na quebra da correia ou queima da

ferramenta por sobrecarga.

SEGURANÇA

Gustavo da Leitz aponta que é importante sempre

utilizar óculos de proteção ou máscara facial de proteção,

luvas, protetor auricular, calçados de proteção específicos,

roupas adequadas (guarda-pó/calças, capacete de

proteção). “É importante verificar com fabricante da

máquina os elementos de proteção necessários para

operação do equipamento, como capotas de proteção das

ferramentas, botões de segurança, por exemplo”,resume.

OUTUBRO | 47


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ESPECIAL

CICLO

CICLO

COMPLETO

COMPLETO

48 |

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IMPLEMENTAÇÃO DA

LOGÍSTICA REVERSA TEM

RETORNO ECONÔMICO E

GERA MARKETING POSITIVO,

MAS SE ADEQUAR AOS

CRITÉRIOS EXIGIDOS POR LEI

SEM ESTRUTURA NÃO É TÃO

SIMPLES

Foto: divulgação

OUTUBRO | 49


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ESPECIAL

ENTRE OUTROS PRINCÍPIOS E INSTRUMENTOS INTRODUZIDOS

PELA PNRS (POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS),

LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010, E SEU REGULAMENTO,

DECRETO Nº 7.404 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010, DESTACAM-SE A

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA PELO CICLO DE VIDA DOS

PRODUTOS E A LOGÍSTICA REVERSA

Foto: divulgação

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SEMA (SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE

E RECURSOS HÍDRICOS) E FIEP ASSINARAM TERMO DE

COMPROMISSO PARA A IMPLANTAÇÃO DE PLANOS DE

LOGÍSTICA REVERSA, O ACORDO CONSISTE EM UM TERMO

DE COOPERAÇÃO ENTRE AMBOS, QUE FOI ASSINADO COM

O PROPÓSITO DE QUE AS INDÚSTRIAS PARANAENSES

SE ADEQUEM AO EDITAL DE CHAMAMENTO 01/2012 DA

SEMA. POR PARTE DA FIEP, O TERMO VISA ARTICULAR EM

CONJUNTO COM OS SINDICATOS SETORIAIS A CRIAÇÃO

DE PLR (PLANOS DE LOGÍSTICA REVERSA) QUE TÊM

POR OBJETIVO FAZER O DIAGNÓSTICO DOS RESÍDUOS

PRODUZIDOS POR CADA SETOR E ESTABELECER METAS

PARA A SUA RECICLAGEM E DESTINAÇÃO ADEQUADA.

OITO SETORES INDUSTRIAIS JÁ POSSUEM O PLR

PRONTO. SÃO ELES:

Foto: divulgação

• ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL

• CONSTRUÇÃO CIVIL

• MADEIRA E MÓVEIS

• MINERAIS NÃO METÁLICOS

• METAL MECÂNICA

• SINELTEPAR (SINDICATO DAS EMPRESAS DE

ELETRICIDADE, GÁS, ÁGUA, OBRAS E SERVIÇOS

DO ESTADO DO PARANÁ)

• REPARAÇÃO DE VEÍCULOS

DESTES, ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL,

CONSTRUÇÃO CIVIL E MINERAIS NÃO METÁLICOS

JÁ ESTÃO CUMPRINDO AS METAS

ESTABELECIDAS NO PLR

OUTUBRO | 51


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ESPECIAL

Foto: divulgação

52 |

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Foto: divulgação

ENTRE OUTRAS DIRETRIZES QUE A

EUCATEX SEGUE ESTÁ A PRODUÇÃO

SUSTENTÁVEL DE MADEIRA PARA FINS DE

ABASTECIMENTO DAS UNIDADES FABRIS

Foto: Eucatex

HERNON JOSÉ FERREIRA

DIRETOR FLORESTAL DA EUCATEX

OUTUBRO | 53


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ESPECIAL

A FLORENSE POSSUI PROGRAMA PARA REDUÇÃO DO

CONSUMO DE BORDAS, DE ENERGIA ELÉTRICA E PARA O

MELHOR O APROVEITAMENTO DE LAMINADO DECORATIVO

Foto: Floresnse

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Foto: divulgação


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

MADEIRA TRATADA

QUEBRANDO

MITOS

AO CONTRÁRIO DO QUE

MUITOS PENSAM, AS

CONSTRUÇÕES EM MADEIRA

SÃO MAIS SEGURAS DO QUE

AS DE CONCRETO E AÇO EM

CASOS DE INCÊNDIOS

Foto: Jppi

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T

odos os materiais, quando expostos ao fogo, são prejudicados,

porém apresentam reações diferentes. A

madeira leva vantagem porque reduz sua seção gradualmente,

já o aço perde a rigidez e o concreto se despedaça

em altas temperaturas. A grande vantagem da madeira é que

ela mantém as propriedades mecânicas por mais tempo que os

outros dois materiais em uma situação de exposição ao fogo, a

avisa quando está cedendo, o que proporciona mais tempo para

evacuar a residência.

Portanto, a combustibilidade, relacionada à madeira, não

é o principal critério pelo qual o desempenho ao fogo de uma

construção pode ser julgado, afinal, todos os materiais são prejudicados

pela exposição ao fogo. Flavio Geraldo, gerente de

mercado América Latina da Arch Proteção de Madeiras – Grupo

Lonza, ressalta que este é apenas um dos paradoxos da madeira,

pois, ao mesmo tempo em que é considerada como um

inflamável, ela resiste particularmente bem a uma exposição

prolongada ao fogo. “A combustão da madeira é lenta e regular

e o seu comportamento é previsível.”

PROPRIEDADES

Segundo o gerente da Arch, a baixa condutividade térmica

da madeira permite uma evacuação segura de ambientes em

chamas, como elucida a seguir. “Durante a combustão, forma-

-se uma camada carbonizada na superfície da madeira, que

chega a ser até oito vezes mais isolante que a madeira natural.

Essa camada retarda a combustão do material, permitindo que

peças estruturais mantenham a integridade física por mais tempo”,

garante.

Isto é considerado como uma margem de segurança adicional

que a madeira apresenta. “Logicamente, o tipo de madeira,

suas dimensões e a carga a que a peça está submetida, assim

como a intensidade das chamas, são fatores que determinam o

desempenho estrutural de uma peça diante do fogo”.

OUTUBRO | 57


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

MADEIRA TRATADA

Camada carbonizada retarda a combustão

“A MADEIRA TEM

UMA VANTAGEM

INTERESSANTE, ANTES

DE ATINGIR O PONTO

DE RUPTURA ELA

EMITE SONS FORTES,

VERDADEIRAS ESTALOS,

O QUE PODE SER

TOMADO COMO UM

IMPORTANTE SINAL DE

ALERTA”

58 |

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Foto: D3v

OS RETARDANTES

DO FOGO NÃO

TORNAM A MADEIRA

INCOMBUSTÍVEL. O QUE

OCORRE É QUE TAIS

PRODUTOS IMPEDEM

O AUMENTO DA

CARGA TÉRMICA DA

MADEIRA RETARDANDO,

DESTA FORMA, A

PROPAGAÇÃO DAS

CHAMAS E DIMINUINDO

A LIBERAÇÃO DO CALOR

DO SUBSTRATO

VALE LEMBRAR QUE EM CASO

DE INCÊNDIO E INALAÇÃO

DA FUMAÇA, ALGUNS

PROCEDIMENTOS DEVEM SER

ADOTADOS:

• PROCURAR MANTER A CALMA É IMPORTANTE

PARA SE PROTEGER E PROTEGER OUTRAS

PESSOAS QUE ESTÃO POR PERTO.

• NO MOMENTO EM QUE ESTIVEREM

ENVOLVIDAS PELA FUMAÇA, AS PESSOAS

DEVEM SE ABAIXAR O MÁXIMO QUE

PUDEREM OU RASTEJAR PELO CHÃO,

PORQUE A FUMAÇA AQUECIDA TENDE A

SUBIR.

• O USO DE UM PANO MOLHADO NO ROSTO

PODE AJUDAR A SE PROTEGER DA FUMAÇA.

• APÓS SAÍREM DO AMBIENTE ENFUMAÇADO,

AS PESSOAS DEVEM AINDA USAR MÁSCARAS

DE OXIGÊNIO.

FONTE: ABC.MED

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REFERÊNCIA INDUSTRIAL

EVENTO

QUEM

Fotos: Giuliano Gomes

MEXEU NO

MEU MÓVEL?

O VI CONGRESSO

MOVELEIRO PROPÔS

REFLEXÕES SOBRE

FORMAS DE ATUAÇÃO E DE

POSICIONAMENTO DIANTE

DO ATUAL MOMENTO PARA

O MERCADO DE MÓVEIS

60 | www.referenciaindustrial.com.br


O

ponto de partida do VI Congresso

Moveleiro Nacional, realizado no

mês de setembro em Curitiba (PR),

foi baseado na rápida mudança no cenário

econômico do Brasil, incluindo conceitos e

tendências. Com o tema: Quem mexeu no meu

móvel; analistas destacaram a necessidade de

manter investimento e a oferta de produtos

novos, para estimular preço e compra. Por ser

uma atividade em expansão, o setor moveleiro

investe em abertura de novos mercados e

novas técnicas que vão desde a produção da

madeira, até a fabricação final do móvel.

Em seu discurso de abertura do evento,

o presidente da Fiep (Federação das Indústrias

do Paraná), Edson Campagnolo, comentou

que estão faltando brasileiros no Brasil e

criticou a intenção do governo de reduzir o

repasse da contribuição compulsória ao Sistema

S. “Todo o orçamento do Sistema S tem

o acompanhamento e fiscalização do Tribunal

de Contas da União, e dos conselhos do Sesi

e do Senai, nas federações. Tudo é absolutamente

transparente e comprovado. É com

esse recurso que conseguimos promover inovação

e capacitação para o setor produtivo.

OUTUBRO | 61


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

EVENTO

O BRASIL HOJE É O

MAIOR PRODUTOR

MUNDIAL DE MADEIRA,

COM PRODUTIVIDADE

DE 40 M³/HECTARE/

ANO, BEM À FRENTE

DO CHILE, SEGUNDO

COLOCADO (15M³/

HECTARE/ANO). O PAÍS

TAMBÉM SE DESTACA

NA ENGENHARIA

GENÉTICA DO SETOR

FLORESTAL, O QUE PODE

AMPLIAR AINDA MAIS A

PRODUTIVIDADE

62 |

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EDSON CAMPAGNOLO E

DANIEL LUTZ

ESTANTE GEMINADA FOI O PROJETO

VENCEDOR DO II CONCURSO DA OFICINA

MOVELEIRA DA REDE DE COLÉGIOS SESI.

OS PROTÓTIPOS DE MÓVEIS FICARAM

EXPOSTOS DURANTE O VI CONGRESSO

MOVELEIRO NACIONAL

OUTUBRO | 63


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

MERCADO

DICAS

PARA O

MOVELEIRO

DIRETOR DO IEMI MOSTRA CAMINHOS PARA O

INDUSTRIAL MOVELEIRO ATRAVESSAR ESTA ÉPOCA DE

INCERTEZAS DO ATUAL MERCADO

Foto: divulgação

64 | www.referenciaindustrial.com.br


• Oferecer ao mercado “mais do mesmo”

não irá proporcionar crescimento às empresas

e ainda as empurrará para a brigada de

preço (adeus lucro);

• Mais do que nunca é preciso inovar;

• Inovação = novo + ação (criatividade,

originalidade, ousadia e planejamento, organização,

eficiência, suor);

• A maior barreira à inovação não é a financeira,

mas sim a cultural (sempre fiz assim

e deu certo);

• Em grandes empresas, as novas tecnologias

vão chegando e núcleos internos costumam

ser criados para absorver esse novo

conhecimento;

• Nas pequenas essa barreira é muito

MARCELO PRADO,

DIRETOR DO IEMI

Foto: Gelson Bampi


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ARTIGO

MADEIRA TRATADA

NA CONSTRUÇÃO

HABITACIONAL

Foto: Apre

ENNIO LEPAGE

PESQUISADOR E CONSULTOR

TÉCNICO DA MONTANA QUÍMICA –

DIVISÃO OSMOSE

Foto: Montana

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OUTUBRO | 67


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ARTIGO

68 |

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Por meio deste teste o material ensaiado pode ser

enquadrado em uma das seguintes categorias:

Classe

Índice de Propagação Superficial de Chamas (Ip)

A 0-25

B 26-75

C 76-150

D 151-400

E >400

Tabela 1 – Classes de Enquadramento conforme o índice de propagação de chamas (Ip).

OUTUBRO | 69


REFERÊNCIA INDUSTRIAL

ARTIGO

DENSIDADE ÓPTICA DA FUMAÇA

Segundo Mitidieri, M.L., o desenvolvimento de

fumaça e gases tóxicos está presente durante todas

as fases de um incêndio, podendo ser liberadas várias

substâncias nas mais diversas concentrações. Considerando

as dificuldades na definição dos produtos tóxicos

liberados na combustão, o que depende de cada

projeto, esta variável vem sendo pouco considerada. A

capacidade de obscurecimento da fumaça gerada pode

afetar a visão humana, dificultando a percepção das rotas

de fuga.

Esta metodologia está disponível no Brasil e o material

ensaiado pode ser enquadrado em cinco classes

acopláveis ao índice de propagação de chama e assim

distribuídos:

Classe

Método de Ensaio

ISO 1182 ABNT NBR 9442 ASTM E662

I

Incombustível

∆T ≤ 30 o C;

∆m ≤ 50%;

t f

≤ 10s

- -

II A Combustível Ip ≤ 25 Dm ≤ 450

B Combustível Ip ≤ 25 Dm > 450

III A Combustível 25 ≤ Ip ≤ 75 Dm ≤ 450

B Combustível 25 ≤ Ip ≤ 75 Dm > 450

IV A Combustível 75 ≤ Ip ≤ 150 Dm ≤ 450

B Combustível 75 ≤ Ip ≤ 150 Dm > 450

V A Combustível 150 ≤ Ip ≤ 400 Dm ≤ 450

B Combustível 150 ≤ Ip ≤ 400 Dm > 450

VI Combustível Ip > 400 -

* Notas: Ip - Índice de propagação superficial de chama; Dm - Densidade específica óptica máxima de fumaça; m - Variação da massa do corpo de prova;

t f

- Tempo de flamejamento do corpo de prova; T - Variação de temperatura no interior do forno.

Tabela 2 – Classes de Material, conforme a densidade óptica de fumaça.

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AGENDA

OUTUBRO 2015

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Forind Nordeste

20 a 23

Olinda (Pernambuco)

www.mecanicanordeste.

com.br

Woodex

24 a 27

Moscou (Rússia)

www.woodexpo.ru

ForMar

14 a 16

São Paulo (SP)

www.feiraformar.com.br

Wood Tec

20 a 23

Brno (República Tcheca)

www.bvv.cz/wood-tec-gb

MAIO 2016

Vietnamwood

14 a 17

Tân Phú (Vietnam)

secc.com.vn

Prowood

18 a 22

Gante (Bélgica)

www.prowood-fair.be

OUTUBRO 2015

XVII Fimai – Feira Internacional

de Meio Ambiente

Industrial e Sustentabilidade

11 a 13

São Paulo (São Paulo)

www.fimai.com.br/pt_BR/

Xylexpo

24 a 28

Milão (Itália)

www.xylexpo.com

DESTAQUE

FORMAR

14 a 16 de outubro

São Paulo (SP)

www.feiraformar.com.br

A ForMar (Feira da Revenda e da Marcenaria), acontece de

14 a 16 de outubro no Centro de Exposições Imigrantes, em

São Paulo. Esta é a segunda edição independente da feira que, em 2013, recebeu um público visitante de 10.677 pessoas e

mais de 100 marcas expositoras. Entre os eventos paralelos o visitante poderá conferir a Marcenaria Modelo, as palestras

e a Empresa Amiga do Marceneiro. Além disso, a feira 2015 vai contemplar ações focadas nas revendas, que têm papel

fundamental na qualificação do marceneiro e, por consequência, de todo o setor.

Foto: Bts Informa

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13 a 15 de outubro de 2015

Transamerica Expo Center | São Paulo | SP

EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL

DE FORNECEDORES PARA TINTAS

A principal vitrine do setor de tintas e a maior oportunidade

para fazer negócios com o setor na América Latina. Presença de mais

de 250 expositores, incluindo os maiores fornecedores globais e as mais

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