Junho/2016 - Revista VOi 131

jota.2016

Grupo Jota Comunicação

Henrique

Fogaça

NÃO SOU SÓ COZINHEIRO.

SOU ROQUEIRO, MOTOCICLISTA,

GOSTO DE SKATE E DE LUTA

FAMÍLIA FARDO

VINÍCOLA

ENOTURISMO COM O MELHOR DO

VINHO FINO LOCAL NA REGIÃO DE CURITIBA

PORSCHE 911:

UMA VOLTA INESQUECÍVEL PARA FICAR NA HISTÓRIA


• EDITORIAL

CAPA

Este mês quem ilustra a capa é o top chef

Henrique Fogaça. Ele foi clicado por

Fernando Mazza, com styling e edição

de Alexandre Dornellas, beleza de Cris

Moreno e produção executiva de Tatiane

Zeitunlian

PRÓXIMA PARADA:

ESTAÇÃO INVERNO

Depois de ouvirmos reclamações de que o frio estava demorando para

chegar, finalmente ele deu as caras e promete não decepcionar. Visando unir

dois atrativos bastante consumidos durante a estação mais fria do ano: moda e

gastronomia; decidimos entrevistar Henrique Fogaça, sensação do programa de

televisão MasterChef, veiculado na Band. Além da cozinha, Fogaça mostrou todo

seu talento no mundo da moda durante a sessão de fotos e nos presenteou com

um bate-papo bastante descontraído, sem papas na língua. Outra experiência

marcante durante nossa produção jornalística ficou por conta do Test Drive.

Fomos convidados pela Porsche do Brasil para uma experiência única e

inesquecível. Dar a última volta no Autódromo de Pinhais embarcados no Porsche

911 GT3, uma vez que o circuito encerra as atividades neste ano. Além disso,

temos muitas novidades, que certamente saciarão os mais variados desejos e

gostos para apreciar nesta edição especial de inverno. Simplesmente imperdível!

Pedro Bartoski Jr.

Diretor-executivo Revista VOi

C

M

Y

CM

MY

CY

NEXT STOP: WINTER

CMY

K

EDIÇÕES ANTERIORES

After we heard everyone complaining that the cold was slow to arrive, it

finally appeared and promises not to disappoint us. In order to bring together

two attractions very much sought after in the coldest season of the year: fashion

and cooking; we decided to interview Henrique Fogaça, the sensation from the

MasterChef Brasil television show, being broadcast on the Band TV network. In

addition to the kitchen, Fogaça shows us his talents in the fashion world during the

photo session, while providing us with a very relaxed interview without mincing

his words. Another remarkable experience during our journalistic venture was on

account of the Test Drive. We were invited by Porsche do Brasil to participate

in a unique and unforgettable experience. As the Pinhais Autodrome terminates

its activities this year, we were given an opportunity to have one of the last laps

around the track, aboard a Porsche 911 GT3. In addition, we have many other

novelties, which certainly will quench the thirst of the most varied desires and

tastes while enjoying this special winter edition. Simply unmissable!

Pedro Bartoski Jr.

Executive director Revista VOi

04


TEM SUCESSO

PORQUE SEMPRE

ACREDITOU

NO QUE FAZ.

João Vicente de Castro começou

a sua carreira de publicitário aos

20 anos, passando pelas maiores

agências do Brasil. Mas decidiu

largar tudo para criar um dos

maiores sucessos da internet.

Hoje, é empresário, ator, escritor,

comediante e apresentador,

mas acha que isso é só o começo.

JOÃO VICENTE

É UM HOMEM QUE REALIZA.

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• EXPEDIENTE

Bastidores

01 • MAKING OF

Pausa para registrar o momento durante a produção da

reportagem com a ex-jogadora de vôlei Cristina Pirv que

gentilmente abriu a porta de sua casa para receber a VOi.

Na foto todos os envolvidos ao lado da anfitriã

Foto: Valterci Santos

01

Foto: Fabiano Mendes

02

02 • ADRENALINA

A VOi foi convidada para testar o Porsche 911 GT3

no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais

(PR) e claro que topamos. No evento, aproveitamos

para registrar a presença da Relações Públicas

da Porsche Brasil, Mariana Romero, e do diretorpresidente

da marca no Brasil, Matthias Brück

Ano XIII • Edição n.º 131Junho 2016

Year XIII • Edition n.º 131 • June 2016

A Revista VOi é uma publicação da

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Mônica Gulin

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06


• SUMÁRIO

04

Editorial / Próxima parada: estação inverno

Editorial / Next stop: winter

06

Expediente

16

Moda

Chef do ano

10

12

16

24

Cartas

Notas

Moda / Chef do ano

Entrevista / Henrique Fogaça

Interview / Henrique Fogaça

30

Principal / Mundo dos quadrinhos

36

Transformação / Volta ao vôlei

40

Vitrine

41

Sipat / Segurança sem truques

42

Coluna / Provopar

44

Coluna / Joias eu uso por Tufy Karam Geara

50

46

47

Coluna / Acesso à cultura por Guilherme Klopffleisch

Coluna / Talento em foco por Valterci Santos

48

Coluna / Eventos by Mônica Gulin

50

Caderno gastronômico

53

Lazer / Experiência Virá

56

54

56

60

Bem-Estar

Test drive / Pura emoção

Test drive / Pure emotion

Esporte / No alvo

64

Viagem / Um pedacinho da europa no Paraná

Travel / A little piece of europe in the state of Paraná

70

Cultura

73

Música / Unidos agora na música

74

Histórias / Eu & ela

64

08


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• CARTAS

Capa da Edição 130/Maio

com a jornalista Cynthia Benini

Amei a VOi com a jornalista Cynthia Benini na capa. Gosto

muito do trabalho dela e desejo ainda mais sucesso na carreira.

Paula Jordão - Curitiba (PR)

NA MÍDIA

A Revista VOi é destaque no Facebook! A

A+ Educação compartilhou a reportagem sobre

startups, na qual foi uma das personagens e a

Prata Nobre também divulgou a participação

na Revista. Outra expressão destacada foi de

Bernardo A. K. Caron, do departamento de administração

do Hospital

Angelina Caron. Siga

nossa página no Facebook

e fique ligado

nas dicas de entretenimento,

viagens, lazer,

gastronomia, saúde,

esporte e muito mais!

A VOi é a melhor Revista de Curitiba. Leio todos os meses para

me manter informado sobre o que acontece de melhor na cidade.

Camilo Junior - Curitiba (PR)

Estou adorando as dicas no Facebook da VOi. Comecei a seguir

recentemente. Tem muitas informações interessantes e também

coberturas de eventos. Parabéns à equipe que nos mantém por

dentro de tudo.

Laura Maciel - Curitiba (PR)

Quero parabenizar a VOi por sempre trazer conteúdos super

atualizados. Adoro as dicas gastronômicas da cidade.

Luiz Oliveira - Curitiba (PR)

Legal saber que a VOi tem valorizado as produções locais de

vinho. Já fui a algumas vinícolas degustar as bebidas e simplesmente

amei os produtos. Continuem assim!

Beth Correia - Curitiba (PR)

Amei a reportagem Test Drive da última edição. Ficou ótima.

Glenys Bessler - Curitiba (PR)

NA REDE

www.facebook.com/revistavoicuritiba

www.revistavoi.com.br

10


A arte em metal

Atuamos principalmente na área residencial, na fabricação e montagem de

portões, portas, grades, corrimão, estrutura de escada, escada caracol,

guarda-corpo e móveis em ferro forjado e alumínio

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• NOTAS

Programas

sociais

Foto: Eliandro Oliveira

Obra de arte

A artista visual curitibana Janete Mehl é

a autora de um dos mais belos presentes

recebidos por Curitiba este ano. É dela a

escultura vermelha de aço inoxidável que

ornamenta a fachada do novo edifício de uma

faculdade, localizada na Avenida Visconde de

Guarapuava. A obra remete ao movimento e à

evolução, propósitos da instituição de ensino,

reconhecida nos cursos de graduação e pósgraduação.

A artista trabalhou por oito meses

no projeto, entre a apresentação da maquete e

a instalação da peça definitiva no espaço. Por

se tratar de uma obra de grandes dimensões,

Janete contou com a ajuda do escultor e

cenógrafo Toni Reis, habituado a trabalhos

desta magnitude. A peça foi produzida

em uma metalúrgica e necessitou de uma

calandra de grande porte para a modelagem

da chapa de aço.

O Conselho Fiscal do Provopar Estadual aprovou por unanimidade

o relatório contábil e o balanço financeiro referentes ao exercício de

2015, que apontam para investimentos na ordem de 84% de todos os

recursos levantados pela instituição em programas e ações sociais e que

resultaram no atendimento de 815.668 pessoas, a maioria em situação de

vulnerabilidade social. O relatório contábil e o balanço financeiro foram

apresentados à presidente do Provopar, Carlise Kwiatkowski, e à diretora

geral Claudia Carvalho, em uma reunião anterior pelo funcionário do

Departamento Financeiro, Whelyton Cleber Brito, o contador Paulo Roberto

Doro e o auditor Eder Alexandre Souza, da PSW Auditoria, uma auditoria

independente contratada para acompanhar todos os atos financeiros e

contábeis da instituição. A reunião do Conselho Fiscal, por sua vez, contou

com a presença do presidente Aldo Alfredo Malucelli, dos conselheiros

Cristiane Mocellin, Pedro Bartoski Junior, do contador Paulo Roberto Doro,

do auditor Eder Alexandre Souza, da diretora geral Claudia Carvalho, e da

advogada Wania Maria Barbosa, do Departamento Jurídico do Provopar.

Foto: divulgação

Medida certa

Pode parecer impossível, mas um sistema que diz

ao cliente se o modelo de roupa é adequado às

medidas do seu corpo é uma das inovações que

chegam ao V Ciclo do Projeto Inova Moda junto

com outras tendências da indústria de vestuário.

Chamado de Xyze, a nova tecnologia para a moda

e-commerce conecta as medidas do corpo do

cliente com as roupas que ele gostaria de comprar. A ferramenta é apresentada por profissionais do Senai no Paraná que, em

parceria com o Sebrae, realizam o Projeto Inova Moda. O evento traz as novidades do setor industrial por diversas regiões no

Estado. O sistema funciona com os seguintes dispositivos: uma fita de medição digital portátil, que mede automaticamente o

corpo da pessoa; o tutorial do aplicativo, que ajuda os usuários a tomar suas medidas corporais e a criar o perfil pessoal digital; e

por último um algoritmo, que calcula o tamanho real dos usuários.

Foto: divulgação

12


Mochila

nas

costas

Nem mesmo um acidente

de moto durante o percurso

fez com que o jornalista

Ike Weber desistisse de

sua viagem pela Ásia. O

viajante acabou de retornar

ao Brasil após uma expedição de sete meses pelo continente. A queda foi apenas uma das inúmeras situações que Weber enfrentou

ao circular sozinho, de mochila e por terra, por sete países. A jornada começou em Hong Kong e seguiu pelo Vietnã, Camboja,

Laos, Tailândia, China e parte da Rússia. Esta é a segunda expedição jornalística, cultural e de aventura do jornalista. Há dois anos

Ike Weber transitou do sul do Peru até o norte do Alaska, em deslocamentos por terra e água, em uma viagem também solitária e de

mochila. A trajetória está documentada no livro: De Mochila pelas Américas; disponível nas livrarias Fnac e Curitiba.

Foto: Ju Scheller

Foto: Ike Weber

Festival

cervejeiro

Mérito

industrial

O presidente e fundador da Construtora San Remo, João

Carlos Perussolo, teve sua trajetória profissional e pessoal

homenageada pela Fiep (Federação das Indústrias do

Estado do Paraná) durante a cerimônia em homenagem

ao Dia da Indústria, no auditório da sede da entidade em

Curitiba. O evento foi prestigiado por autoridades e grandes

empresários do Paraná. João Carlos Perussolo recebeu a

distinta Medalha do Mérito Industrial do Paraná, conferida

anualmente a personalidades que se destacam pela postura de

empreendedorismo e desenvolvimento industrial, em defesa

dos interesses da livre empresa e também da manutenção

de serviços de assistência e formação profissional dos

trabalhadores. “Minha história na construção civil remonta à

minha infância. Aos dez anos de idade já ajudava meu pai,

que era carpinteiro, e aprendi a gostar da arte de construir algo

perene”, enfatizou João Carlos, durante o seu discurso.

Foto: Fred Kendi

Nesse mês, Curitiba recebe uma grande festa de cervejas

especiais. O evento, que faz parte da programação do

primeiro Festival Paranaense de Cervejas Especiais,

promovido pela Procerva (Associação das Microcervejarias

do Paraná), será realizado no Museu Oscar Niemeyer e

contará com participantes de diversas regiões do Brasil.

No total, serão oferecidos mais de 122 rótulos de cervejas

artesanais produzidos por 44 cervejarias dos Estados do

Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais,

Rio de Janeiro e São Paulo. A festa contará, também, com a

participação de grandes nomes da gastronomia paranaense.

Os chefs Rosane Radecki, Ivan Lopes e Gabriela Carvalho

vão oferecer o melhor da gastronomia do Estado para os

participantes.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

JUNHO 13


• NOTAS

Arte em cerâmica

O Museu Alfredo

Andersen

divulgou o

resultado do V

Salão Nacional

de Cerâmica.

Integrantes

da Comissão

de Seleção

escolheram 33

obras de 20

artistas. Todos

os selecionados

recebem uma

bolsa no valor de R$ 3 mil. O 1º e 2º colocados recebem R$ 6 mil e R$ 4

mil, respectivamente, e a premiação acontecerá no dia 23 de junho, dia de

abertura do Salão. “Este ano, os visitantes poderão conferir cerâmicas com

propostas bem diversificadas, com tamanhos, técnicas e estilos diferentes”,

comentou a diretora do Museu Alfredo Andersen, Débora Maria Russo.

Informações: www.cultura.pr.gov.br.

Foto: divulgação

CORES

O outono é uma época especial

que proporciona uma explosão de

cores na paisagem. Curitiba, por

ter as quatro estações do ano muito

bem definidas, é uma das cidades

onde é possível observar essa

maravilha. As árvores adquirem

novas colorações e deixam os

parques, ruas e praças ainda mais

deslumbrantes.

em

ALTA

Mais quadrinhos

Mais uma feira vem aquecer

o mercado de quadrinhos de

Curitiba, a Feira Graphica

CWB, com a primeira

edição a ser realizada no

dia 11 de junho. Serão 12

expositores, com direito a

lançamento de livro, telas e

impressões à mostra – que

estarão à venda -, música,

quitutes, chope e, claro,

muito material de primeira,

todo confeccionado por

artistas locais. “É um evento

criado para promover artistas

locais em artes gráficas,

principalmente os que estão

surgindo no cenário nos

últimos anos. Estarão lá

alguns veteranos, contudo,

o foco é nessa nova produção cultural curitibana”, afirma o organizador da

Feira Graphica CWB, o jornalista e quadrinista Claudio Yuge. O evento tem

entrada franca e será realizado na Casa 102, um novo espaço colaborativo

aberto para eventos.

Imagem: divulgação

em

baixa

SEM LAR

Com o aumento das baixas

temperaturas na capital, o número

de moradores de rua que ficam

em frente aos supermercados

aumentou. Apesar dos albergues

com vagas disponíveis, os semteto

preferem dormir na rua para

conseguir doações dos clientes

destes locais. A FAS (Fundação de

Ação Social de Curitiba) pede para

aqueles que se sensibilizam não

ajudarem diretamente e sim em

parceira com a entidade.

14


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• MODA

Chef

do ano

Parte do time de

jurados do programa

MasterChef - sucesso

de audiência da Band

- Henrique Fogaça

revela o segredo da

boa gastronomia

Ficha técnica:

Fotógrafo: Fernando Mazza

www.fernandomazza.com

Fashion, Art & Concept Vídeos:

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Styling & Edição: Alexandre Dornellas

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Produção Executiva: Tatiane Zeitunlian

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16


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• MODA

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20


JUNHO 21


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Oxford - LLNC

JUNHO 23


• ENTREVISTA

24


Henrique

Fogaça

Por Larissa Angeli

Fotografia: Fernando Mazza

E

le tem fama - e jeito - de durão. O chef que virou celebridade sabe muito bem como intimidar

os participantes do MasterChef Brasil, programa no qual é jurado desde a primeira temporada.

Quando olha nos olhos, cruza os braços e solta a clássica pergunta: “você quer sentar na graxa

hoje?”, o clima de terror é certo. Mas para aqueles que veem o dom de cozinhar como uma arte,

tanto perfeccionismo é totalmente justificável. Henrique Fogaça virou chef não por acaso. Cansado

de comer congelados por falta de tempo, resolveu mudar seus hábitos e foi aos poucos despertando

paixão pela gastronomia. Hoje, à frente de dois restaurantes - o Sal Gastronomia e o recém-inaugurado

Jamile, no qual assina o cardápio - e dois bares - o Cão Véio e o Admiral´s Place -, Fogaça divide o

tempo ainda com a banda Oitão, as gravações do MasterChef e de um programa que acompanha de

perto o seu dia a dia que estreia em setembro. Acha que acabou o fôlego? Ainda não! Ele adiantou,

em entrevista exclusiva para a VOi, que este ano está prestes a realizar um desejo antigo: abrir um

restaurante em Miami. Confira!

H

e has a reputation – and a way – as the tough guy. Right from the start in the first season,

the chef-turned-celebrity knew how to intimidate the participants of MasterChef

Brasil, a program in which he is a judge. When he looked into your eyes, crossed his

arms and let loose the classic question: “Do you want to sit in the grease today?” a climate

of terror was certain. But for those who see the gift of cooking as an art, such perfectionism

is totally justified. Henrique Fogaça became a chef by accident. Tired of eating frozen food

due to a lack of time, he decided to change his habits and gradually awakened his passion

for cooking. Today, head of two restaurants, Sal Gastronomia, and the newly opened Jamile,

for both of which he creates the menu, and two bars, Cão Véio and Admiral’s Place, Fogaça

even divides his time with the band Oitão, taping MasterChef and a program that closely

follows his day-to-day that premieres in September. Do you think you’re out of breath? Not

yet! He told us, in an exclusive interview with VOi, that this year, he is about to realize an old

dream of his: opening a restaurant in Miami. Check it out!

JUNHO 25


• ENTREVISTA

Como e quando a gastronomia entrou na sua vida?

Em 1997, quando vim do interior para morar com a minha

irmã em São Paulo. Nessa época comia muita comida congelada

porque trabalhava no banco e tinha pouco tempo

para me alimentar direito. Até que um dia resolvi comer

melhor e comecei a cozinhar no apartamento que morava.

O primeiro passo foi fazer jantares para amigos, mas depois

comprei uma Kombi que ficava na Rua Augusta, nela fazia

hambúrgueres. Entrei na faculdade de gastronomia, saí

do banco e a coisa foi indo, até abrir o Sal Gastronomia.

Como se dá o processo até virar chef de cozinha?

Demora alguns anos. Chef é a pessoa que tem a visão

ampla de uma liderança, de uma equipe, da parte administrativa.

Precisa ser autoral e criativo.

O que mais gosta de cozinhar?

O que gosto mesmo de fazer são carnes com marinadas

longas e com tempo longo de cozimento: três, quatro horas.

Essa é minha praia.

Das receitas que inventou, tem alguma que goste mais?

O ragu de javali com purê de mandioquinha. É uma carne

cozida em fogo baixo com vinho tinto e legumes por

aproximadamente 4 horas. Antes disso, ela fica em uma

marinada de 24 horas.

Como é o processo de criar um novo prato? Como se dá

a combinação dos ingredientes até chegar à receita final?

Primeiro escolho a proteína que vou usar. Definido isso,

vou montando o esqueleto do prato, porque primeiro a

gente come com os olhos. Então, busco uma intensidade

nas cores dos ingredientes e vou harmonizando com a

carne escolhida. Meu processo começa assim. Depois

emprego a técnica certa em cada ingrediente, na carne,

no legume ou no risoto, enfim, no que estiver fazendo. A

beleza estética é primordial e o sabor também.

O seu restaurante mais antigo, o Sal Gastronomia, é

sempre elogiado. A procura aumentou muito depois do

MasterChef?

O Sal tem 12 anos. Ele já era bem consolidado, mas depois

do programa com certeza as pessoas procuram muito mais,

querem conhecer.

O que acha da gourmetização que a gastronomia tem

passado? As pessoas têm usado o termo gourmet para

tudo... sorvete, brigadeiro, pipoca...

Se for banalizada do jeito que é ultimamente, ela fica chata.

Acho que gourmet é conseguir pegar um ingrediente simples

e transformar em um prato de excelência. Bem feito e

com boa técnica. Quando uma pessoa faz qualquer coisa

e coloca a palavra gourmet perde a essência.

How and when did gourmet cooking come into your life?

In 1997, when I came to live with my sister in Sao Paulo.

During that time, I used to eat a lot of frozen food, because

I worked at a bank and had little time to eat more correctly.

Until one day, I decided to eat better and I started to cook

in the apartment where I was living. The first step was to

make dinners for friends, but then I bought a Volkswagen

bus that was set up on Rua Augusta, and in it, I made hamburgers.

I went on to study at a cooking school and left the

bank, which led to opening Sal Gastronomia.

How did you become a chef de cuisine?

It took several years. A chef is a person who has a wide

vision of leadership, of team work and of administration.

He needs to be instructive and creative.

What’s your favorite thing to cook?

What I really like to cook are meats with a long marinating

and cooking time: three or four hours. This is my thing.

Of the recipes you have created, is there one you like

the most?

Boar ragu with a white carrot puree. It is a meat cooked

over low heat with red wine and vegetables for about 4

hours. Before that, it is marinated for 24 hours.

What is your process for creating a new dish? What do

you do to get the right combination of ingredients for

the final recipe?

First, I choose the protein that I am going to use. With this,

I assemble the skeleton of the dish, because we first eat

with our eyes. So I look for an intensity in the colors of the

ingredients that I have chosen to harmonize with the chosen

meat. This is the way my process begins. After that, I use

the right technique for each ingredient, for the meat, for

the vegetable or for the risotto, or whatever I am putting

together. Aesthetic beauty is paramount and the flavor too.

Your oldest restaurant, Sal Gastronomia, is highly praised.

Has the demand increased much after MasterChef?

Sal is 12 years old. It was already well consolidated, but

for sure, after the show people began seeking it out more,

they wanted to get to know it.

What do you think of the gourmetizing that restauranting

has gone through? People have begun to use the term

gourmet for everything … ice cream, chocolate, popcorn...

If it is trivialized as it has been lately, it becomes boring. I

think that gourmet is succeeding in taking a simple ingredient

and transforming it into a plate of excellence. Well

done and with good technique. When a person does something

and adds the word gourmet, it loses the essence.

26


Particularmente, qual a sua comida favorita, aquela que

não consegue abrir mão por nada?

Arroz, feijão, bife, ovo e farofinha. Essa é minha combinação

do dia a dia. Não abro mão de jeito nenhum.

Já houve alguma receita que tentou copiar, mas não

conseguiu?

Talvez durante a minha vida de cozinheiro sim, mas nada

que me lembre. Normalmente pego a ideia de alguma

receita e a transformo, troco o ingrediente, faço do meu

jeito. Fazer uma cópia bem feita é difícil.

Quem são os chefs que te inspiram?

Não tenho uma referência. Vou caminhando com meu

pensamento em relação à cozinha. Mas se for para citar,

gosto muito do Alex Atala. Ele é um cara que faz muito

pela gastronomia. Representa muito bem e é um baita chef.

Como fazer uma comida saborosa e saudável ao mesmo

tempo?

Acho que é uma comida mais leve, um peixe, legumes e

verduras. O que dá o sabor é a forma que você aplica a

técnica e o tempero, é claro.

Como surgiu o convite para participar do MasterChef?

Há três anos entraram em contato comigo e me falaram

que a Band ia comprar um formato de um programa e

que eu tinha o perfil bom para ser jurado. Fiz um teste,

gravamos o piloto e depois de cinco meses entraram em

contato confirmando.

Não precisa contar quem é, mas durante as temporadas,

costuma ter um candidato favorito?

A gente vai avaliando as pessoas, vendo o trabalho, a

postura na cozinha, a vontade de cozinhar... O que fala

no final é o prato, o sabor da comida, o conceito, mas tem

algumas pessoas que você tem empatia.

O que achou da repercussão do programa? Já contava

com todo esse sucesso?

Não contava com tanto sucesso. Acho que a química entre

jurados e a apresentadora deu muito certo. Cada um com

seu perfil de trabalho e sua forma de ver a cozinha. Isso

que deu um grande destaque para as pessoas se interessarem.

O formato do programa também, porque as pessoas

Particularly, what is your favorite food that you couldn’t

give up for anything?

Rice, beans, beef steak, eggs and manioc flour. This is

my day-to-day combination. No way would I ever give

them up.

Was there ever a recipe that you tried to copy, but

couldn’t?

Maybe, during my life as a cook, yes, but nothing that I

can remember. I usually get the idea for some recipe in

my head and then transform it, exchanging an ingredient

and doing it my way. Making a well done copy is difficult.

Who are the chefs who have inspired you?

I don’t have a reference. I go with my thinking about

cooking. But if I have to mention one, I really like Alex Atala.

He is a guy who has done a lot for cooking. He very well

represents being a chef and is a hell of a chef.

How do you make food tasty and healthy at the same time?

I think it takes a lighter food, a fish, legumes and greens.

What makes the flavor is the way you apply the technique

and the seasoning, of course.

How did you receive your invitation to participate in

MasterChef?

Three years ago, I was contacted and told that Band was

going to buy the format of a program and that I had a good

profile to be judge. I take a test and we taped a pilot and

after five months, they contacted me, confirming.

You don’t have to say who, but during the seasons, do you

usually have a favorite candidate?

We evaluate people, look at their work, their skill in the

kitchen, their motivation in cooking.... What speaks in the

end is the dish, the flavor of the food, the concept, but in the

end, there are some people with whom you have empathy.

What did you think of the impact of the program? Had

you counted on all this success?

I didn’t expect the program to be such a success. I think

the chemistry between the judges and the presenter works

very well. Each has their own job and their own view of

cooking. This is the big highlight for the people who are

interested. The format of the program also works, because

Chef é a pessoa que tem a visão ampla de uma

liderança, de uma equipe, da parte administrativa.

Precisa ser autoral e criativo

JUNHO 27


• ENTREVISTA

acabam aprendendo e se envolvendo. Todos esses pontos

fizeram do MasterChef um programa de bastante sucesso.

Qual a diferença de lidar com criança e adulto? Você

parecia muito bonzinho com as crianças...

Acho que é mais na forma de falar. Quando falo com uma

criança, é de uma forma mais sutil para ela poder entender.

Com o adulto, que já está mais rodado na vida, consigo

falar com um pouco mais de agressividade e apontar o

que não me deixou satisfeito. Mas no final consigo passar

a intenção e a mensagem, tanto para criança como para o

adulto. Não sei se estava muito bonzinho com as crianças,

é que tenho filhos também... Acho que não sou bonzinho,

sou mais sutil.

Quando vai cozinhar no dia a dia, para você ou para

família, segue algum ritual?

Procuro sempre ter cuidado com os ingredientes e com o

que vou fazer, seja em casa, para os amigos ou no restaurante.

É um cuidado especial de fazer tudo no ponto certo

e bem temperado.

Tem mão boa para doce?

Minha predileção é carne e peixe. Gosto de cozinha

quente. A confeitaria é minuciosa, muita balança, muita

medida. Faço tudo mais no olho. Tenho mais mão para o

salgado, mas me viro no doce.

Dizem que a profissão de chef de cozinha é uma das mais

estressantes do mundo. Concorda?

Toda profissão é estressante. Quando falamos que a cozinha

é estressante é porque o restaurante está cheio, um

monte de clientes querendo comer. Aí vai entrando os

pedidos na cozinha que tem uma equipe, cada um tem

uma posição, então é uma matemática. O tempo da carne,

com o tempo do purê ou risoto. É estressante também

porque você trabalha em um ambiente quente, que pode

se queimar ou se cortar, as coisas têm que sair rápidas e

padronizadas. É uma tensão grande sim.

Por que todo chef é bravo?

Não sei se todo chef é bravo, mas sim exigente. Sou bravo

quando vejo que a pessoa fez algo errado dentro da minha

cozinha. Quando a pessoa dá motivo fico exigente e bravo

ao mesmo tempo.

people end up learning and getting involved. All these

points have made MasterChef a very successful program.

What is the difference of dealing with children and adults?

Do you have to be nice to the kids …?

I think it’s more in the way of speaking to them. When I

talk with a child, it is more subtle so that they can understand.

With an adult, who has already lived a little, I can

speak with a little more aggressiveness and point out why

they didn’t satisfy me. But in the end, I succeed in getting

through my intention and my message for both child and

adult. I don’t know if I am too nice to the children, but it’s

that I have children myself. I don’t think I’m extra nice,

I’m more subtle.

When you are cooking in your day-to-day for yourself or

for family, do you have a ritual?

I always take care with the ingredients and with what I’m

going to do, whether at home, with friends, or in the restaurant.

I am especially careful to do everything just right

and seasoned just right.

Do you have a way with sweet dishes?

My fondness is for meat and fish. I like hot dishes. Sweet

dishes are very detailed, very balanced and very measured.

I do everything by eye. I have a hand with the more

seasoned, but I can make them.

They say that the profession of chef de cuisine is one of

the most stressful in the world. Do you agree?

Every profession is stressful. You can say that cooking is

stressful because you have a full restaurant, a lot of customers

wanting to eat. Then the orders come, entering the

kitchen where there is a team, each in his own position,

and then it is just a question of arithmetic. The time for

the meat, with the time for the puree or risotto. It’s also

stressful because you work in a hot environment, where

you can burn or cut yourself, things have to get out fast

and standardized. There can be much tension.

Why does every chef seem annoyed?

I don’t think every chef is annoyed, but rather demanding. I

become annoyed when I see that the person did something

wrong in my kitchen. When the person gives me reason,

I’m demanding and annoyed at the same time.

Primeiro a gente come com os olhos. Então, busco uma

intensidade nas cores dos ingredientes e harmonizar

eles com a carne escolhida

28


As mulheres ficaram encantadas contigo após o Master-

Chef. O que acha do título de sex symbol?

Tem gosto pra tudo (risos). De alguma forma, mostrei quem

sou realmente. Não faço um personagem. Tenho esse jeito

meu. Não sou só cozinheiro. Sou roqueiro, motociclista,

gosto de skate, de luta. Acho que pode ser meu estereótipo

tatuado também. Realmente não sei o que agrada essas

mulheres, mas fico feliz em saber que elas gostam.

Continua com a sua banda? Consegue conciliar o trabalho

na banda com as gravações e administração dos

restaurantes?

Sim, continuo com o Oitão. Nesse momento da minha

vida tenho bastante coisa, restaurantes, banda, gravações,

mas concilio sim. Administro meu tempo para suprir tudo

que faço. De uma certa forma agora estou mais focado nas

gravações, mas tenho alguns shows pela frente, a banda

entra no equilíbrio de horário que consigo fazer.

Se a gente for ao seu restaurante vai te encontrar por lá?

Se não estiver gravando ou fazendo evento fora, estou no

restaurante. Fico mais no Sal. Posso estar no Cão Velho ou

no Jamile, mas fico mais no Sal, que é o coração e onde

tudo começou. Sinto-me muito à vontade na cozinha.

Pensa em abrir mais restaurantes?

Nesse momento não. Tenho dois bares e dois restaurantes

que já tomam bastante tempo e dão trabalho, tenho um

projeto para abrir em Miami já faz uns dois anos que

estou especulando e provavelmente este ano já teremos

novidades em relação ao ponto. Inclusive estou indo para

lá esse mês, para afinar as coisas.

Tem algum projeto para nos contar?

Tenho um projeto antigo que começou com O Mercado,

que é focado na comida de rua, durou quatro anos. Agora

temos um para a Barra Funda que chama O Galpão, que

tem como objetivo trazer uma comida acessível com música,

arte. Tem também um programa que estou gravando

para a Discovery que é um life style, um pouco da minha

vida. Sempre passando pela cozinha, com algumas receitas,

eventos. Já gravamos mais da metade e a estreia deve

ser em setembro.

Women became charmed by you after MasterChef. What

do you think of the title of Sex Symbol?

I have a taste for everything (smiling). Somehow, I showed

myself for whom I really am. I don’t try to be someone else,

I have my own way. I am not just a cook. I’m a rocker, a

biker, I like to skate, to go to the fights. I think it also might

be my tattooed stereotype. I really don’t know what appeals

to these women, but I’m glad to know that they like it.

Have you continued with your band? How do you reconcile

the work in the band with the tapings and management

of the restaurants?

Yes, I’m still with Oitão. At this point of my life I have a lot

on my plate, restaurants, band, tapings, but am I able to

reconcile them? Yes. I manage my time to do everything

that I have to do. In a way, right now I’m more focused

on the tapings, but we have taped a few shows ahead, the

band is part of the balance of the time that I have.

If we went to your restaurant would we find you there?

If I am not taping or doing an event, I’m in the restaurant. I

am more in Sal. I could be in Cão Velho or Jamile, but I’m

more in Sal, which is the heart of where it all began. I feel

comfortable in the kitchen.

Are you thinking about opening more restaurants?

Right now I am not. I have two bars and two restaurants

that already take a lot of time and work. But for two years

now, I have been thinking about a project to open in Miami,

and probably, this year we will have some news. I’m going

there in June to fine-tune things.

Can you tell us about any other plans?

I have an old project that began with O Mercado, which

was focused on street food, it lasted for four years. Now

we have one in Barra Funda that is called O Galpão, which

aims to bring affordable food, coupled with music, art. I

also have a program that I am taping for Discovery that

is a life style program, a little bit of my life. I am always

passing through the kitchen, with some recipes, preparing

for events. I have already taped more than half and the first

should be aired in September.

Não faço um personagem. Tenho esse jeito meu.

Não sou só cozinheiro. Sou roqueiro, motociclista,

gosto de skate, de luta

JUNHO 29


• PRINCIPAL

Mundo dos

quadrinhos

Mundo dos

quadrinhos

Eles usam o talento que têm para dar vida a histórias que sem seus traços

não teriam a mesma graça

Faça o teste! Leia uma história e tente não pensar no cenário, no personagem e nas

ações desenvolvidas por ele. É impossível. Mas vamos ser sinceros, a nossa imaginação

nem sempre cria as imagens mais incríveis do mundo. Às vezes precisamos de uma

força de alguém que tem o dom para criar o clima.

Este mês, a Revista VOi embarca no universo das imagens e traz alguns profissionais

que dão vida, cor, formas e traços às histórias. Aproveitamos o embalo do lançamento

da Bienal de Quadrinhos de Curitiba, evento que tem destacado cada vez mais a cena

local da cidade, e trazemos alguns personagens para nossa história. São ilustradores,

chargistas, cartunistas e quadrinistas. Cada um com seu estilo, mas todos com um dom

em comum.

30


Foto: Valterci Santos

Desde pequeno

A paixão pelos desenhos que via nas revistas em quadrinhos antigas do pai foi o que motivou André Caliman a entrar nesse

universo. Ele lembra que tinha contato com revistinhas dos anos 40 e 50, como O Príncipe Valente, Tarzan, Fantasma. A primeira

publicação desenvolvida por ele e alguns amigos foi a revista Quadrinhópole.

“Juntos, escrevíamos, desenhávamos, editávamos e vendíamos.” Foi logo na sequência que André passou a trabalhar para o

mercado americano com a série ELF. “Após esse longo trabalho, decidi escrever e desenhar algo próprio e independente”, comenta.

Esse foi o começo do trabalho Revolta!, o qual acredita ser o principal de sua carreira, uma HQ em capítulos publicada primeiramente

na internet e mais tarde em forma de livro, atualmente esgotado. Ela traz uma marca de André: histórias mais longas que

não são contadas em apenas uma tirinha. “Ela se passa em Curitiba e apresenta um grupo de amigos revoltados com os escândalos

de corrupção na política brasileira. Decidem fazer justiça com as próprias mãos, e é aí que o drama começa”, resume.

Atualmente André desenvolve o projeto Caliman Viajando, que mistura quadrinhos, vídeos, podcasts, ilustrações e textos.

Neste o personagem, como o nome já entrega, é ele mesmo. Além disso, está para sair do forno a HQ do personagem Landin, um

caminhoneiro que vive aventuras bizarras no interior do Brasil.

JUNHO 31


• PRINCIPAL

Luiz Antonio

Solda

Foto: Mauricio de Paula

Desenhos por lanche

Figura ilustre dentre os chargistas da capital, Luiz Antônio Solda, ou apenas Solda como é conhecido, tem muita história

para contar. A mais polêmica delas foi a demissão do jornal Estado do Paraná, após ter feito uma charge considerada racista.

“Fiz na época um macaco fazendo um gesto de banana para o presidente Obama. Era uma referência à República das

Bananas, como o Brasil é chamado no exterior. Não sou e nunca fui racista”, defende-se.

Polêmicas à parte, o chargista chegou a Curitiba em 1965 e logo descobriu o dom para o desenho. “Sempre ia até à lousa

desenhar o mapa do Brasil e também fazia os trabalhos de desenhar para meus colegas, em troca de lanche. Foi meu primeiro

trabalho”, brinca. Com 14 anos, começou a trabalhar como auxiliar de escritório e foi nesse momento que o destino de

Solda cruzou com o editor da revista Correio dos Ferroviários, um dos maiores colecionadores de quadrinho do Brasil. “A

revista publicava matéria sobre cinema, cultura e literatura e o editor me pagava pelos desenhos”, lembra.

Como chargista, Solda nunca teve um personagem, mas o traço super característico eternizou o seu trabalho. Hoje o

lustrador trabalha em um estúdio no fundo de sua casa, onde produz por dia dezenas de charges, tantas que chega a não

usar todas. “A charge é uma crônica diária sobre o que está acontecendo. Tenho que estar ligado 24 horas por dia”, observa.

Além de contribuir com dois blogs, o chargista tem o seu próprio – o Solda Cáustico – no qual faz cerca de 30 posts diários.

“Não tenho equipe, faço tudo sozinho”, garante.

32


Foto: Eduardo Macarios

Personagem autobiograf ico

O sonho de criança era ser médica veterinária, mas a paixão pelo desenho traçou uma mudança de rumo na carreira da

cartunista Pryscila Vieira. Quando indagada sobre o porquê escolheu a profissão ela brinca: “a curiosidade, uma certa timidez,

talento para bastidores e um baita espírito de porco”. Aos 14 anos Pryscila já fazia charges para um jornal, vendia fanzines na

escola e participava de concursos de desenho de humor. “Ganhei alguns, conheci mestres da profissão e fui me informando,

me infiltrando.” A personagem de tirinhas mais conhecida, criada pela cartunista há dez anos, é a Amely, a primeira boneca

inflável feminista do mundo. Ela foi inspirada em um relacionamento mal sucedido de Pryscila. “Quando a criei, não sabia

nada de feminismo. Criei de forma autobiográfica, para dar vazão aos meus sentimentos. De alguma maneira, ela era porta-voz

de angústias universais dos leitores”, destaca. Mesmo com tanto sucesso da personagem, ela não acha possível dizer que é sua

criação favorita: “é como perguntar para mãe qual é o filho preferido. Impossível responder. Gosto de tudo o que faço”.

Orgulhosa da profissão que optou há 24 anos, Pryscila carrega Curitiba em seu trabalho e também nomes ilustres que a

inspiram. “O humor gráfico curitibano é muito elogiado no mundo todo. É preciso, é cortante. Consegue ser impiedoso e terno.

Tem um quê cinza, de mau humor gracioso, sagacidade. Tem a horda de malvados favoritos. Dalton Trevisan, Leminski. Curitiba,

de alguma maneira é transcrita no meu trabalho.”

JUNHO 33


• PRINCIPAL

Antonio Eder

Foto: Mauricio de Paula

Curitiba como inspiracao

Apaixonado por histórias em quadrinhos, o ilustrador Antônio Eder sempre levou a produção autoral por conta própria.

“Nunca consegui ganhar dinheiro com quadrinhos”, revela. Mas esse “pequeno” entrave não fez com que ele desistisse.

“Às vezes fazemos um caixa aqui no estúdio e levamos nas costas”, conta. À frente da Dogzilla - estúdio e de animação e

ilustração - junto com mais um sócio é lá que ele tira o sustento.

Atualmente envolvido na produção do desenho infantil Junior on the job, para a plataforma PlayKids, Antônio dedica o

dia de trabalho à animação junto com uma equipe de 16 pessoas. Pode parecer simples, e claro que a tecnologia ajuda, mas

cada designer produz por dia cerca de 4 segundos de animação. Entretanto, mesmo com grandes produções como esta, a

história em quadrinho continua muito presente na sua rotina. “Acordo todo dia às 5 da manhã e desenho até umas 6h30. É

o tempo que tenho disponível”, detalha o ilustrador toda a disposição.

Embora tenha quase 30 anos de profissão Antônio dedicou parte do tempo a histórias autorais, sem personagens fixos.

Uma de suas criações mais famosas - junto com mais oito ilustradores de Curitiba - foi o Gralha que teve suas aventuras

publicadas na Gazeta do Povo na década de 90. Como o próprio personagem, que remete a ave símbolo do Paraná, Curitiba

e a região sempre estiverem fortemente presente em suas obras: “Não sou bairrista. Curitiba é pano de fundo no sentido que

ela é o cenário. A cidade me oferece subsídio para criar boas histórias, então valorizo a cultura daqui”, realça.

34


Foto: Mauricio de Paula

A arte da imagem

“Quando folheei uma revista em quadrinhos, com cinco anos, senti que algo em mim havia mudado. Foi como se um

mundo novo se abrisse em minhas mãos.” É assim que o quadrinista Ibraim Roberson relembra o primeiro contato com o que

mais tarde viria se tornar sua profissão. “À medida que fui crescendo percebi que aquilo que tinha encontrado nos quadrinhos,

a possibilidade de contar histórias, poderia servir para as mais diversas aplicações gráficas e literárias, aquela brincadeira de

criança na verdade era uma das ferramentas de comunicação das mais poderosas. Quando me dei conta disso, decidi que esse

seria o meu ofício”.

Ibraim começou a fazer quadrinhos em fanzines da maneira mais artesanal possível, bem diferente da tecnologia disponível

hoje em dia. “Desenhava já no formato final, depois fazia cópias em preto e branco em fotocopiadoras de rua, grampeava na

mão em casa e distribuía nas bancas e bibliotecas da região onde morava”, conta. O problema é que essa prática infelizmente

não trazia o retorno financeiro imediato que ele precisava. “Procurei saber como funcionavam as editoras de quadrinhos. Comecei

a me dedicar muito mais, fazendo páginas regularmente para aprimorar as técnicas que tinha e sempre manter o portfólio

atualizado.”

Para Ibraim, desenhar um cartum é um momento relax que ele aproveita para explorar e aprimorar seus traços. “Gosto de

aplicar detalhes e texturas e me sinto bastante desafiado a fazer o real parecer fantástico”, frisa. Seu principal trabalho, e também

de maior repercussão, como ele destaca, foi o Guia de Sobrevivência a Zumbis, produzido ao lado de Max Brooks, filho do

diretor Mel Brooks e autor do livro que originou o filme Guerra Mundial Z. “Um ingrediente interessante nesse trabalho foi a

ausência de diálogos, então os desenhos tinham de expressar tudo o que os personagens faziam e sentiam. Foi uma verdadeira

escola de narrativa e linguagem visual”, relembra.

JUNHO 35


• TRANSFORMAÇÃO

VOLTA

AO

VÔLEI

A EX-JOGADORA CRISTINA PIRV

ANUNCIA O RETORNO AO ESPORTE, MAS

DESTA VEZ ESCOLHIDA PELA FEDERAÇÃO

ROMENA PARA SER EMBAIXADORA DO

VÔLEI NO SEU PAÍS DE ORIGEM

36


Cristina Pirv em 2006 durante

partida disputada na Itália

Quando chegou por aqui com apenas 25 anos, a

romena Cristina Pirv provavelmente não imaginava que

fosse se transformar praticamente em uma brasileira.

Da gelada Romênia para a também fria Curitiba, a ex-

-jogadora de vôlei conta que escolheu viver na capital

paranaense por ser - dentre os locais que conheceu - o

mais similar às cidades europeias, tanto na organização,

quanto no clima.

Depois de três anos fora do mundo dos esportes,

período que ela define como um reencontro consigo

mesma, Cristina acaba de ser nomeada pela federação

Romena como embaixadora do vôlei do país onde

nasceu. A principal missão do novo desafio é colocar

o esporte na Romênia em evidência para o restante do

mundo.

“Acredito que será uma experiência única. É muito

importante para mim e para o meu país. O Brasil tem

o melhor vôlei do mundo e vou intermediar a relação.

Vou proporcionar a troca de experiências entre Brasil e

Romênia, trazer jogadores romenos e levar os brasileiros.

Também pretendo trazer técnicos para fazer reciclagem.

Vou ficar em trânsito, mas vai valer a pena”, antecipa

Cristina o trabalho que será desenvolvido.

As metas são audaciosas e Cristina pretende fazer

o vôlei romeno subir algumas posições no ranking da

Fivb (Federação Internacional do Vôlei), do qual ocupa a

36ª colocação. A ex-jogadora ainda pretende conquistar

uma medalha no campeonato europeu e alcançar uma

vaga para a Romênia nas próximas Olimpíadas, campeonato

que ela mesma nunca disputou como jogadora,

mas agora almeja como administradora.

JUNHO 37


• TRANSFORMAÇÃO

Nicoll, de 11 anos, segue os mesmos passos

da mãe e joga vôlei no time do colégio

HISTÓRIA

Quem ainda não conhece a história dessa super

atleta não sabe que a trajetória no vôlei foi consequência

de épocas difíceis, quando seu país era dominado

pelo comunismo. “Naquele tempo tinha pouquíssimas

opções para sair de lá. Ou estudando ou se envolvendo

em algum esporte. Como tinha apenas 8 anos

a segunda opções foi a escolha. Com 14 anos sai de

casa e, aos 18, fui eleita a melhor jogadora da Europa”,

lembra a atleta.

Entre times e países, foi na Itália que Cristina

deslanchou na carreira. “Ofereceram-me até exílio

político, mas não aceitei. Fiquei com medo de prejudicar

minha família”, frisa. Com o fim do comunismo,

contra o qual atuou politicamente indo às ruas nas

manifestações, Cristina veio para o Brasil. Aqui fez

carreira no MRV Minas até mudar para Curitiba e se

tornar empresária do vôlei em 2006.

Hoje, de volta às quadras, mas não como jogadora,

Cristina dividirá os novos compromissos com a tarefa

de cuidar dos dois filhos: o casal Nicoll de 11 anos e

Patrick, de 7. A menina está seguindo os passos da

mãe (por vontade própria) e começou a jogar vôlei no

time do colégio no qual estuda a 6ª série. Já o pequeno

Patrick é apaixonado por basquete. Quem sabe seja o

começo da carreira de dois novos atletas, afinal, filho

de peixe, peixinho é.

Cristina e o pequeno Patrick que é

apaixonado por basquete

PRODUÇÃO

O cabelo e maquiagem de Cristina foram elaborados

pelos profissionais do Studio Robson Souza. Laila

Caroline fez uma escova modelada com volume na raiz

que foi finalizada por Magal Beauty com cachos nas

pontas. “Um cabelo que a mulher está bem no trabalho,

em uma reunião ou uma festa no final da tarde”,

aposta Magal. Já no make Franciely Alves caprichou

nos tons neutros - tanto nos olhos como nos lábios com

batom nude. “Essa uma maquiagem perfeita para uma

empresária arrasar”, pontua Fran.

FICHA TÉCNICA

Fotografia: Valterci Santos

Beleza: Studio Robson Souza

Maquiagem: Franciely Alves

Auxiliar de maquiagem: Fernanda Venâncio

Cabelo: Magal Beauty

Auxiliar de cabelo: Laila Caroline

Joias: Geara - Joalheira & Design

38

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PALESTRA DE

SEGURANÇA

MOSTRA QUE PARA

EVITAR ACIDENTES

É PRECISO TREINO E

ATENÇÃO

Fotos: divulgação

e que forma um show de ilusionismo pode estar relacionado

com o tema segurança no trabalho ou no

trânsito? Parecem assuntos distantes, não? Mas Jeff

Aragon prova que não. O ilusionista desenvolveu a palestra:

Segurança Sem Truques; na qual mostra por meio de seus

números que a perfeição exige técnica, treino e muita vontade.

“Nos shows, executo números de mágica de alta dificuldade

e mostro para a plateia que para não errá-los, preciso estar

preparado e descansado. No caso deles funciona da mesma

forma, para eles desenvolverem a função que são encarregados

sem erros, que podem muitas vezes causar acidentes sérios

de trabalho, eles precisam do mesmo”, compara Jeff Aragon.

Com um show totalmente interativo e divertido, o ilusionista

consegue prender a atenção das pessoas com números que

exigem a execução perfeita da técnica. “Realizo alguns jogos

que mostram que o ser humano não consegue prestar a atenção

e realizar duas coisas da forma correta ao mesmo tempo.

Então além de conhecer muito bem o ramo, o trabalhador deve

estar treinado e concentrado para não cometer erros”, explica.

Desta forma, Jeff usa a ludicidade para trabalhar os principais

conceitos que envolvem a segurança e os equilíbrios

físico e emocional. “Meu objetivo é fazer com que as pessoas

sintam-se inspiradas a mudar seus hábitos. Invistam no seu

descanso, na saúde, para que consigam se adequar as estratégias

da empresa”, completa o ilusionista.

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Pales

JUNHO 41


• COLUNA

Provopar

NESTA DATA QUERIDA...

Um jantar dançante com o consagrado

cantor Jerry Adriani será a principal

atração das comemorações dos 36 anos

de fundação do Provopar Estadual, no dia

15 de junho às 20h no Buffet du Batel,

em Curitiba. O artista completa 52 anos

de carreira e acumula quase 30 discos

gravados, além de participações em

programas de TV, filmes, peças, novelas e

séries brasileiras. Porém, o que mais marcou

sua carreira foi a participação na Jovem

Guarda e na novela Terra Nostra. Convites

já estão à venda no Provopar. Informações:

(41) 3234-1118.

VOTO DE LOUVOR

A Câmara Municipal de Cascavel, por

iniciativa dos vereadores Romulo Quintino

e Marcos Rios, em conformidade com o art.

121.III, do regimento interno, outorgou o Voto

de Louvor e Congratulações à presidente

do Provopar Estadual, Carlise Kwiatkowski,

em reconhecimento aos relevantes serviços

prestados no Programa do Voluntariado

Paranaense - Provopar.

CORRIDA SOLIDÁRIA

Fotos: Emanoel Caldeira

Nem mesmo a chuva esfriou o ânimo e tirou a alegria dos 2,8 mil atletas em participar da 1ª Corrida Solidária,

promovida pelo Provopar Estadual e Batalhão de Polícia de Trânsito, no dia 22 de maio, em Curitiba. Os

participantes largaram de frente à sede do BPTran em busca da vitória em várias categorias. Para a maioria, a

posição final quase passou despercebido. O mais importante foi a confraternização e a busca por uma vida

saudável. Na primeira edição, a prova já é considerada um dos mais importantes eventos esportivos do Paraná.

Nossa missão é promover a melhoria da

qualidade de vida de pessoas em vulnerabilidade

social. As ações garantem a

valorização da família e a inclusão social.

Em atendimentos com a Defesa Civil, atua

em situações de emergência, catástrofe e

calamidade.

Torne-se um parceiro e venha fazer parte

desta corrente solidária em favor do desenvolvimento

social em nosso Estado.

E-mail: eventos@provoparestadual.org.br

42


DOZE MUNICÍPIOS SÃO CONTEMPLADOS

COM 1000 KITS MATERNIDADE

O Provopar Estadual e a Copel fizeram a entrega,

no mês de maio de 1000 kits maternidade aos prefeitos

e representantes de doze municípios, em mais uma

ação do programa “Bebê do Paraná”, que tem como

principal objetivo a mobilização para a gestação

responsável, reduzindo os índices de mortalidade

materno-infantil em todo o Estado.

A secretária Fernanda Richa destacou a atuação

do Provopar e Copel, que “tem nos ajudado em várias

ações em todo Estado, contribuindo sobremaneira

para a melhoria da qualidade de vida dos paranaenses.

Precisamos realizar mais e mais ações voltadas às

famílias paranaenses, especialmente as que mais

necessitam. É necessário ressaltar que o programa

Família Paranaense é o único que tem porta de

saída, que é o emprego, através do qual o cidadão

conquista dignidade e cidadania. É preciso trabalhar

forte para construir uma sociedade sem desigualdade e

preconceito”.

Carlise Kwiatkowski, por sua vez, não deixou

de lembrar a importância dos parceiros no

desenvolvimento de ações e programas realizados pelo

Provopar nos últimos anos. “Portanto, não posso deixar

de agradecer a Copel e tantos outros parceiros que

sempre acreditaram na seriedade e na transparência de

nosso trabalho. O Provopar Estadual não teria como

entregar esses kits não fosse o apoio da Copel. Vale

lembrar que um dos requisitos para que a gestante

receba o kit maternidade é que esteja participando

do programa Mãe Paranaense, onde é acompanhada

durante todo o período de sua gestação”.

Gilberto Fernandes disse que a Copel decidiu

apoiar as ações do Provopar Estadual, porque “temos

visto a dificuldade que esta instituição tem enfrentado

para ajudar as famílias paranaenses. A Copel

sempre que possível vai estar ao lado do Provopar

e do Governo do Estado nessa luta para melhorar a

qualidade de vida das pessoas”. Já Helder Lazzaroto

destacou que a Secretaria de Estado da Saúde sente-se

orgulhosa em fazer parte do programa Bebê do Paraná.

“A entrega desses kits é um gesto singelo, mas tem

todo o significado e proposta de trabalho importante na

área da saúde, voltado às gestantes. É algo singelo, mas

que faz uma enorme diferença para as mães que vão

receber esses enxovais”.

“PRECISAMOS REALIZAR MAIS E

MAIS AÇÕES VOLTADAS ÀS FAMÍLIAS

PARANAENSES, ESPECIALMENTE AS

QUE MAIS NECESSITAM. É PRECISO

TRABALHAR FORTE PARA CONSTRUIR

UMA SOCIEDADE SEM DESIGUALDADE E

PRECONCEITO”

FERNANDA RICHA, SECRETÁRIA DE ESTADO DA

FAMÍLIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

JUNHO 43


• COLUNA

Joia eu uso

Pedra

preciosa

Fotos: divulgação

DO NOIVADO AO

CASAMENTO

Fascinante e de brilho único, o

diamante foi comparado a Vênus,

deusa do amor, e por isso foi eternizado

como símbolo do amor e pureza.

Em 1477, o Arquiduque Maximiliano

da Áustria deu um anel de diamante

para Mary de Burgundy, com quem

se casaria, iniciando assim a tradição

dos anéis de diamante nos noivados.

Os egípcios foram os primeiros

povos a idealizar as alianças como

símbolo do casamento. Por não ter

começo nem fim, o círculo significava para eles a eternidade para a qual o casamento

fora designado e assim idealizaram as alianças como símbolo de casamento.

Dois mil anos depois, os gregos passaram a acreditar que o dedo anelar esquerdo

possuía uma veia ligada diretamente ao coração e que este poderia ser atraído com um

ímã. Daí surgiu o uso do anel de ferro neste dedo, para que os casais permanecessem

atraídos um pelo outro para sempre.

Os romanos adotaram o mesmo costume e a igreja conservou a tradição até nossos

dias, quando se observa a diversificação de materiais nobres, como o ouro e a prata,

que traduzem o precioso amor entre os casais.

NEGÓCIOS

PRIMEIRO LEILÃO DE DIAMANTES RAROS ONLINE DA ÁFRICA

A Catawiki, primeira plataforma de leilões online europeia vai leiloar 50 diamantes,

gemas preciosas de origem africana valorizados em mais de 600 mil euros.

A estrela do leilão é uma Safira Padparadcha Imperial, raríssima. O curioso que

todas as gemas tem um valor inicial de 1 euro, e qualquer pessoa pode participar

cadastrando-se no portal Catawaki. É o primeiro leilão online com diamantes raros e

gemas preciosas africanas, todas com certificado de origem. Hoje, os principais países

produtores de gemas coloridas estão na Africa: como Quênia,Tanzania,Moçambique

e Madagascar.

A gema mais exclusiva e rara é uma Safira Padparadcha Imperial, com 6,5 quilates.

Sua raridade é explicada pela sua cor que varia entre tons de laranja e vermelho.

Sua origem é o Malawi. Catawiki, junção de “catálogo”” e “wiki”, tem escritórios

na Holanda, Alemanha, França,Inglaterra, Itália e Espanha.Esta empresa tradicional

realiza mais de cem leilões por semana.

CURIOSIDADES

O maior produtor de ouro do mundo é a China, com 458,1 t/ano (toneladas/ano).

O Brasil produziu 80,8 t em 2015.

O colunista Tufy Karam Geara é

empresário do setor joalheiro

Contato: contato@revistavoi.com.br

O maior fabricante de joias do mundo é a Índia, com 736,2 t. O Brasil tem

15,8 t.

A Índia é o maior consumidor de joias do mundo, 674,5 ton. O Brasil

consome abaixo de 15,5 t.

44


• COLUNA

Acesso

à cultura

Engajamento

14 dicas para construir

audiência por meio de

eventos culturais

A transição que o mundo da comunicação vivencia traz à tona uma relação de mão

dupla com o consumidor. Por muito tempo as marcas falaram ao consumidor o que ele

deveria consumir, como deveria se sentir e comportar. Os tempos são outros e o consumidor

está mais exigente. Ele deseja se envolver com marcas que fazem algo relevante pelo

mundo. A palavra do momento nas agências de publicidade e departamentos de marketing

é engajamento.

Construir a sua própria audiência e engajá-la tem sido a retórica principal em meio às

estratégias de marketing. Embora esse conceito seja mais utilizado em marketing digital, o

fato é que realizar eventos trata-se de uma excelente estratégia para criar audiência e engajar

o seu público-alvo. Embora a publicidade e os meios digitais ganhem de longe quando o

assunto é alcance, na relevância quem domina são os eventos e ações de live marketing.

Quando as marcas submetem seu público a experiências sensoriais o impacto e

relevância na vida dos participantes é infinitamente maior do que o contato visual e rápido

nos meios tradicionais de comunicação. A experiência de marca por meio de eventos,

sejam eles culturais ou corporativos, é insubstituível do ponto de vista da relevância.

EVENTOS PARA A CONSTRUÇÃO DE AUDIÊNCIA

Há inúmeras formas de se construir uma audiência qualificada por meio de eventos

culturais ou corporativos. Separamos 14 dicas que podem te auxiliar:

O colunista Guilherme Klopffleisch é

diretor de planejamento da Mind

Estratégias, empresa pioneira na

utilização dos recursos da Lei Rouanet

em favor da construção de imagem

positiva. A Mind entende que recursos

destinados à cultura - por meio dos

impostos - não são filantropias e sim

uma oportunidade para a empresa

se relacionar com a comunidade,

fornecedores e colaboradores.

Contato:

guilherme@mindestrategias.com.br

46

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13

14

Cadastre seus participantes;

Classifique o seu cadastro por perfil de interesse;

Cruze a base de participantes com cadastros de eventos anteriores;

Limpe com frequência a sua base;

Mantenha o seu público informado a respeito do seu negócio;

Seja efetivo ao criar expectativa em relação às suas atrações presentes no evento;

Ofereça algo ao seu consumidor como benefício por fornecer e atualizar as suas

informações durante o evento;

Identifique o seu interesse monitorando o comportamento. Isso pode ser feito por Rfid;

Envie algo após o evento que seja memorável e traga a experiência positiva do evento à

mente do consumidor;

Converse com a sua equipe durante e após o evento. Captando as percepções em

relação ao comportamento dos participantes do evento;

Invista em conteúdo. Faça com que o seu evento seja falado;

Produza materiais relevantes sobre o evento. A ponto do participante querer se cadastrar

para receber;

Faça as atrações do seu evento se envolverem no call to action;

Seja transparente!


• COLUNA

Beleza

premiada

A bela Catherine Castro - Miss

Curitiba 2015 e vice em 2014 -

foi uma das cinco classificadas

do concurso Miss Paraná Globo.

Atualmente ela intensifica a

preparação com ajuda de sua

equipe para o próximo desafio

da carreira marcado para dia 2

de julho: a busca do título de

Miss Brasil de Las Américas. A

curitibana, de 20 anos e 1,73 m

(metros), é estudante de Educação

Física e iniciou a carreira de

modelo aos 16 anos.

Fotos: Valterci Santos

Valterci Santos é repórter fotográfico.

Contato: valterci@hotmail.com

JUNHO 47


• COLUNA

AMAZÔNIA

Eventos

by

Mônica

Gulin

NESTA COLUNA VOCÊ

ACOMPANHA MINHA

AVENTURA PELA

FLORESTA AMAZÔNICA.

IMPERDÍVEL!

Explorando o Rio Negro

Fotos: divulgação

Mônica Gulin é jornalista e

apresentadora de TV

Contato: contato@monicagulin.com.br

48

A Floresta Amazônica é a maior floresta

tropical do mundo, ocupa 45% da cobertura

vegetal do Brasil e com 5,5 milhões de km²

(quilômetros quadrados) possui o maior

reservatório de água doce do planeta. Para

se ter uma ideia do que isso quer dizer, essa

área equivale a 16 vezes o tamanho do Estado

de São Paulo. Sempre tive curiosidade em

conhecer essa nossa selva espetacular, mas

como tantos outros brasileiros sempre adiei

essa viagem, dando prioridade a experiências

no exterior, por achar que deveria investir em

conhecimento e cultura fora do nosso país.

Estava completamente equivocada.

Existem três hotéis de selva fantásticos,

com preços diferenciados que indico:

Anavilhanas Jungle Lodge, Juma Amazon

Lodge e Tariri Lodge. Saindo de Manaus

(AM) o transporte para estes hotéis de selva

fica à escolha do viajante. Pode ser de carro,

que leva de 2 a 4 horas ou hidroavião, que

demora cerca de 30 minutos. Quanto mais

afastado de Manaus e mais para dentro da

selva estão os melhores hotéis. As refeições

estão inclusas e os passeios também. Os

pratos são preparados com peixes frescos da

região - cerca de 3 mil espécies - acompanhados

de ervas e frutas exóticas para os molhos.

O almoço e jantar tornam-se realmente uma

experiência da culinária típica, influenciada

pelos hábitos dos indígenas e dos imigrantes

europeus.

Nos passeios de voadora - barcos que

transitam pelos rios - é possível chegar aos

Igarapés, palavra indígena, de origem tupi,

que significa caminho de canoa. O igarapé

é isso mesmo: um riacho que liga duas ilhas

entre si ou uma ilha à terra firme. Por ser um

canal estreito e pouco profundo, somente

canoas e barcos pequenos podem navegar

por ele. E por isso o contato com a natureza,

com os animais e a selva, ficam tão próximos.

É um verdadeiro acolhimento da natureza. A

mata de Igapó é também chamada de floresta

alagada, e fica muito próxima aos rios, estando

permanentemente inundada. A mata de

Várzea assim como a mata de Igapó, também

sofre com as inundações, porém apenas no

período das cheias dos grandes rios, por se

encontrar em áreas um pouco mais elevadas.

É uma mata muito fechada, árvores altas (em

média 20 metros de altura) e as espécies mais

conhecidas são o jatobá e a seringueira. Na

trilha com o guia pela selva aprendi a extrair

o látex, a matéria-prima da borracha. Além

de observar macacos, cobras, jacarés, aves

e tantos outros animais selvagens durante a

aventura na trilha. É ainda possível apreciar

Passeio de canoa

pelo Igarapés


O PASSEIO QUE MAIS GOSTEI FOI

CONHECER E TER CONTATO COM OS

BOTOS COR-DE-ROSA. SIMPLESMENTE

IMPERDÍVEL. É O MAIOR GOLFINHO

DE ÁGUA DOCE E PARENTE DA BALEIA,

A DIFERENÇA É QUE ELE NÃO VIVE NO

MAR E SIM NA ÁGUA DOCE

Visita à população ribeirinha isolada

e aprender um pouco sobre algumas das 2,5

mil variedades de árvores e mais de 30 mil

tipos de plantas. O passeio que mais gostei

foi conhecer e ter contato com os botos cor-

-de-rosa. Simplesmente imperdível. É o maior

golfinho de água doce e parente da baleia,

a diferença é que ele não vive no mar e sim

na água doce. O macho pode medir 2,5 m

(metros) de comprimento e pode pesar até

200 kg (quilogramas). Infelizmente o boto

cor-de-rosa é uma espécie ameaçada de extinção,

pois sua carne e seu couro são muito

procurados na Amazônia, além de servirem

para fazer amuletos com partes de seu corpo,

como os olhos ou órgãos genitais.

Conta a lenda que ao cair da noite ele sai

do rio e se transforma em um rapaz bonito,

O imponente Teatro de Manaus

que namora as moças.

Por isso, acredita-se que

existam tantas crianças

que não conhecem o pai:

são filhos e filhas do boto.

Uma ignorância com graves

consequências, pois

foram sendo mortos constantemente

pelos povos

ribeirinhos, de geração

Contato com o boto cor-de-rosa

em geração. A impressão

que tive é a de que são animais dóceis. Já para conhecer

as tribos indígenas é preciso autorização da Funai. Só as

mais próximas de Manaus são permitidas, e a Amazônia

brasileira abriga um grande número de tribos isoladas,

mais do que em qualquer outro lugar no mundo. Existem

pelo menos 100 grupos de índios que nunca tiveram

contato com a nossa civilização. Reserve um dia para

conhecer o imponente Teatro de Manaus, inaugurado

em 1896, representante mais nobre de toda a riqueza do

Estado durante o Ciclo da Borracha. A orquestra Amazônia

Filarmônica apresenta-se regularmente e ensaia neste

teatro único, que por seu estilo e riqueza de detalhes na

sua estrutura, é um dos monumentos mais conhecidos do

Brasil. A visitação é feita com guia.

Para mim, a mais sagrada de todas as experiências na

Amazônia foi a de nadar diariamente nas águas do Rio

Negro, com sua superfície quente e naturalmente fundida

com as folhas e ervas caídas das árvores em suas extremidades.

A impressão era como nadar em uma imensa

piscina de chá natural devido à coloração. Com o cheiro e

a temperatura da água, minha energia vital revigorava-se,

além de sair com a pele hidratada naturalmente. Sensação

indescritível, o contato perfeito entre homem e natureza.

Uma viagem emocionante!

JUNHO 49


Foto: Valterci Santos

• CADERNO GASTRONÔMICO

MENU DE

INVERNO

Fotos: divulgação

O

frio chegou com força a nossa bela e

gelada capital e parece que veio para

ficar. Com ele os cardápios ganham um

reforço especial, com um prato muito conhecido

e adorado pelos curitibanos: a sopa. Para aquecer

nos dias de temperaturas mais baixas, nada

melhor que uma sopinha preparada no capricho.

O chef do Degusto Café, Thiago Bortotti, elaborou

receitas especiais para este inverno. São

quatro opções, servidas em cumbucas de 500 ml

(mililitros), pelo valor fixo de R$ 8 (cada), ou na

opção to go, para apreciar em casa por R$ 10.

Os pratos foram pensados para agradar a todos

os paladares com combinações sofisticadas e

muito saborosas.

O creme de cebola, por exemplo, recebe

um sabor extra gratinado com queijo Gruyère;

o de batata-baroa (ou mandioquinha-salsa) vem

acompanhado de bacon; a sopa de frango com

legumes ganha uma pitada de gengibre; e a de

pinhão traz o ingrediente mais paranaense de

todos em uma deliciosa versão.

Para acompanhar as delícias, o Degusto

adicionou ao cardápio de bebidas o quentão

que conta com um toque especial de cardamomo,

especiaria de origem asiática que confere

um sabor único. Vale ressaltar que o cardápio

de sopas e o quentão é uma exclusividade da

unidade da Praça da Espanha.

INFORMAÇÕES:

DEGUSTO CAFÉ

Unidade Praça da Espanha

Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1148 - Batel

Telefone: (41) 3387-9233

Unidade Mercadoteca

Rua Paulo Gorski, 1309 - Mossunguê

Telefone: (41) 3205-3901

AMBIENTE

PET FRIENDLY

50


cavecolinasdepedra.com.br

AQUI NÓS

BRINDAMOS

A VIDA.

A Cave Colinas de Pedra faz a

guarda,maturação e processos

finais do vinho espumante, pelo

método de elaboração

Champenoise. Venha conhecer a

Cave e desfrutar do nosso

restaurante em uma antiga estação

ferroviária. Tudo isso localizado a

30 km de Curitiba.


• LAZER

EXPERIÊNCIA VIRÁ

I

magine esse cenário: lá fora o sol brilha, mas o frio

domina. No lago uma névoa parece flutuar deixando

a paisagem absurdamente linda. A temperatura

é baixa, mas lá dentro, o quarto está todo aquecido e

de quebra uma lareira deixa o ambiente ainda mais

aconchegante.

Tudo isso, acompanhado de um bom vinho tinto

e da companhia perfeita, parece cena de filme, mas

é a Pousada Fazenda Virá, pertinho de Curitiba, em

Fernandes Pinheiro (PR). Se você acha que o frio é bom

para ficar em casa, ainda não conhece esse paraíso.

Para as férias de julho a pousada reserva atrações

que casam perfeitamente com o frio dos Campos Gerais.

Todas as acomodações foram reformadas e contam com

calefação, lareira e ar condicionado quente/frio.

Quem quiser ficar em baixo das cobertas vai se surpreender

com os edredons de lã de carneiro. A piscina

aquecida coberta e a sauna são boas pedidas, seguidas

de uma bela massagem fecham o dia em grande estilo.

O bufê da pousada também ganhou reforço no inverno

com sopas e pratos quentinhos como o Goulash,

iguaria típica de carne ensopada com cogumelos. O

pinhão tem vez na Fazenda Virá e faz parte das receitas

desenvolvidas pelo chef da casa.

INFORMAÇÕES:

Pousada Fazenda Virá

Fernandes Pinheiro (PR)

contatos@pousadafazenda.tur.br

Fones: (42) 3459-1177 / 9159-3471

Facebook: Pousada Fazenda Virá

YouTube: youtu.be/n5OYM-cTaTk

JUNHO 53


• BEM-ESTAR

DA

PISCINA

PARA A

ESCOLA

COMO A NATAÇÃO

PODE AUXILIAR NO

DESEMPENHO ESCOLAR

DA CRIANÇA

Foto: divulgação

A

o se dispor a aprender a nadar, a criança desafia

logo cedo um ambiente desconhecido,

fora do chão firme onde deu os primeiros

passos. Com isso, ela afronta também a própria insegurança

e tende a se tornar mais autoconfiante em

diversos ambientes. Um deles é o escolar.

E autoconfiança não é o único benefício da

natação que os pequenos podem levar para a sala

de aula. De acordo com o professor Sândalo Monte

Serrat Bindo, da Academia Gustavo Borges Mercês, o

esporte pode ajudar a melhorar a vida da criançada na

escola sob vários outros aspectos, como a disciplina.

Sândalo, que é também mestre em desenvolvimento

da criança, explica que, como a boa performance

na piscina demanda muita atenção e a

ordenação correta de movimentos, os alunos tendem

a se tornar mais concentrados, focados e disciplinados

por meio das atividades aquáticas. Outro ponto que

o professor destaca é o desenvolvimento psicomotor

que também ocorre ao longo das aulas. Uma vez que

a natação oferece uma série de ações que não seriam

possíveis fora da água, a experiência motora no meio

aquático acaba contribuindo com o progresso da

psicomotricidade. Assim, é comum que o pequeno

chegue bem mais ágil, disposto e empolgado à escola.

A sociabilidade também ganha vez nesse contexto.

No processo de ensino da natação, as aulas

costumam conter atividades lúdicas e interativas,

aplicadas em grupos ou duplas, bem como atividades

de salvamento e outros jogos. Nesse sentido, a criançada

desenvolve não só a confiança no outro, como

também o senso de pertencimento a um grupo, de

responsabilidade pelo amigo e o compromisso com

o próximo.

VICE-VERSA

Sândalo conta que costuma conversar bastante

com os pais de seus alunos da natação para saber um

pouco da rotina escolar e doméstica dessas crianças.

Para o professor, da mesma maneira que o esporte

pode influenciar o cotidiano escolar dos pequenos, a

escola é também capaz de influenciar o desempenho

na água. “É importante estar atento ao que ocorre em

outros contextos de aprendizagem para que o processo

de ensino esteja alinhado com as necessidades e

características do aluno.”, salienta.

Serviço: Academia Gustavo Borges | www.academiagb.com.br

54


academiagb.com.br

Medalha de ouro em

LEVANTAMENTO

DA CAMA

ESCOLHA SUA MODALIDADE.

//Barigui (41) 3339.9600

//Tarumã (41) 3366.3141

//Mercês (41) 3015.2333

//Morumbi (11) 3744.1476

//Londrina (43) 3336.1117


• TEST DRIVE

PURA

EMOÇÃO

A SENSAÇÃO DE PEGAR 270 KM/H

EM UMA RETA É UM MISTO DE

EUFORIA E UM TREMENDO

FRIO NA BARRIGA

Fotos: Fabiano Mendes

PURE

EMOTION

THE SENSATION OF DRIVING AT 270 KM/H ON

A RACETRACK STRAIGHT OF IS A MIXTURE OF

EUPHORIA AND BUTTERFLIES IN YOUR STOMACH

56


S

ubimos a bordo de um foguete que atende pelo

nome de 911 GT3 produzido por uma das marcas

mais adoradas em todo o mundo, a Porsche. Portanto,

nada mais apropriado que conferir toda a potência

dele em seu habitat natural, correto? O timing não podia

ser mais perfeito: na última etapa da Porsche GT3 Cup

Challenge realizada no Autódromo Internacional, em

Pinhais (PR).

Ao volante estava um competidor da categoria Cup - a

top de linha - que nos mostrou na prática um pouco do

que é a engenharia alemã em sua plenitude: um motor

boxer de 6 cilindros, montado na parte traseira, faz o

carro trepidar intensamente mesmo parado. Com potência

máxima de 460 cv (cavalos) a 7500 RPM (rotações

por minuto), o 911 GT3 é capaz de alcançar 310 km/h

(quilômetros por hora) em uma pista longa e retilínea.

A partir do momento em que apertamos os cintos e o

veículo pega velocidade, a sensação é como a decolagem

de um avião: puxado para trás pela aerodinâmica do 911,

W

e climbed aboard a rocket that goes by the

name of 911 GT3, produced by one of the

most beloved brands in the world, Porsche.

Therefore, nothing more appropriate than using all its

power in its natural habitat, correct? You are right; we

were only able to occupy the passenger seat, but who

cares? The timing couldn’t be more perfect: the last stage

of the Porsche GT3 Cup Challenge held at the Autódromo

Internacional, in Pinhais (PR).

Behind the wheel was one of the competitors in

the Challenge Cup - top of the line - who showed us in

practice a little of what German engineering is all about:

a 6 cylinder flat engine, mounted in the rear, makes the

car shake intensely even when idling. With a maximum

power of 460 hp at 7500 rpm, the 911 GT3 is able to

reach 310 km/h on a long racetrack straight.

From the moment we tightened our belts and the vehicle

picked up speed, it felt like a plane taking off: pulled

back by the aerodynamics of the 911, the driver counted

JUNHO 57


• TEST DRIVE

o piloto conta muito com a força física para completar a

primeira curva, a insanos 200 km/h, passando por cima

da chicane com a roda dianteira. A engenharia alemã se

mostra perfeccionista em todas as nuances da pista: o freio

ABS é utilizado a menos de três segundos de cada curva,

e mesmo assim o 911 GT3 sequer ameaça derrapar na

pista. Na reta final, de 980 m (metros), a velocidade bate

a casa dos 270 km/h. Mesmo sem alcançar sua plena potência

em Pinhais, a Porsche mostra porque é há mais de

meio século uma das marcas mais desejadas do planeta.

Além de ter participado de uma experiência indescritível,

o momento também entrou para a história uma

vez que a Porsche deu a última volta no Autôdromo de

Pinhais que será transformado em moradias nos próximos

meses.

on his physical strength to complete the first turn, at an

insane 200 km/h, passing over the chicane with the front

wheel. German engineering showed its perfectionism in

all nuances of the track: the ABS braking system is used

for less than three seconds in each turn, and even then

the 911 GT3 threatened to skid on the track. On the 980

meter Home Stretch, the speed reached over 270 km/h.

Even without reaching its full power on the Pinhais track,

the Porsche showed why for more than half a century it

is one of the most desirable brands on the planet.

In addition to taking part in this legendary experience,

the moment also went down in history, once Porsche ave

the last round in Circuit of Pinhais that will be transformed

into a residential condominiun in coming months.

O jornalista Bruno Raphael

Müller, antes de participar do

test drive do Porsche 911 GT3,

no Autódromo de Pinhais (PR)

FICHA TÉCNICA

PORSCHE 911 GT3

Motor: boxer de alumínio, 6 cilindros

Potência: 460cv a 7500RPM

Câmbio: paddle-shift pneumático com

refrigeração ativa por óleo

Partida: Elétrica

Freio dianteiro: Pinças de alumínio com

seis pistões de corrida em peça única;

discos de freio de aço multipeças, ventilados

internamente.

Freio traseiro: Pinças de alumínio com

quatro pistões de corrida em peça única;

discos de freio de aço multipeças, ventilados

internamente.

Tanque: 67 l (litros)

58


• ESPORTE

No

alvo

Prática esportiva de

tiro exige precisão e

velocidade

Fotos: Valterci Santos

60


JUNHO 61


• ESPORTE

A

prática é controversa e gera muita polêmica.

Muitas pessoas não gostam nem de chegar

perto de uma arma de fogo, mas quem a usa

para competir se apaixona. Como toda prática esportiva,

para o tiro é preciso treinamento, conhecimento

das regras, equipamentos próprios e, é claro, aptidão

psicológica.

Em todo o território nacional, segundo Confederação

Brasileira de Tiro Prático, não há registro de

nenhum acidente relacionado ao esporte. Inclusive, os

competidores devem respeitar o tempo todo as pessoas

que estão assistindo à competição e são desclassificados

na hora se, em algum momento da prova, apontarem a

arma para um lugar que apresente risco.

Como esporte, o tiro pode ser praticado a partir dos

8 anos de idade e não tem limite máximo. Por outro

lado, é possível evoluir rapidamente no esporte, por isso

não é preciso ingressar na modalidade desde pequeno,

então nunca é tarde para começar. As provas podem

ser disputadas com diferentes tipos de armas de fogo

e alvos, mas para todas são necessárias velocidade e

precisão.

Agora calma, você não quer ser competidor – não se

utiliza a palavra atirador por ter se tornado pejorativa – e

está apenas a fim de treinar a mira, não tem problema.

De acordo com Adilson Sabbagh sócio-proprietário da

SK Centro de Treinamento, há dois tipos de procura:

necessidade e curiosidade.

A SK funciona como um clube, na qual a pessoa

pode ser sócia e atirar regularmente, ou reservar um

estande para praticar, quando tiver vontade. “Todo o

processo é sempre acompanhado de um instrutor. Ele

fica na cabine com o praticante. É necessário o uso

de alguns equipamentos de segurança como óculos

e abafador de som. Aqui no clube temos tudo, EPI,

arma, munição, a pessoa não precisa se preocupar com

nada”, assegura.

Depois de alguns disparos, quem quiser se aprofundar

na prática pode fazer os cursos que variam de

básicos a avançados. Quem nunca atirou não precisa ter

noção nenhuma também, uma vez que todo processo

é acompanhado pelo monitor. “Aqui é um local seguro

para aprender a atirar, conhecer uma arma, entender

como funciona. Na primeira vez tem muita adrenalina,

normalmente as pessoas ficam nervosas, suam, mas

depois percebem que é muito bom”, garante Adilson.

62


PATROCÍNIO:


• VIAGEM

Foto: Valterci Santos

UM PEDACINHO DA

EUROPA NO PARANÁ

Com roteiros de visitação, a

elaboração dos vinhos finos

da Família Fardo Vinícola

se consolida entre as mais

surpreendentes opções turísticas

da região de Curitiba

Foto: Valterci Santos

Foto: Mauricio de Paula

Foto: divulgação

64


A little piece of Europe

in the State of Paraná

WITH VISITATION TOURS, THE ELABORATION OF FINE WINES BY THE FAMÍLIA FARDO VINÍCOLA IS

CONSOLIDATED AMONGST THE MOST AMAZING TOURIST ATTRACTIONS IN THE CURITIBA REGION

Q

uem faz o percurso de automóvel pela BR-116,

entre Curitiba e São Paulo, se depara com belas

paisagens campestres, mas é na proximidade do

km 69 que os passageiros têm uma agradável surpresa.

A parada obrigatória é na Família Fardo Vinícola - uma

imponente estrutura de 1.600 m² (metros quadrados),

erguida em pedra de basalto e estilo arquitetônico, que

remete ao medieval. O lugar é ideal para pessoas que

gostam de conhecer novos lugares e experimentar novos

aromas e sabores.

Distante apenas 30 km da capital paranaense, o

roteiro de enoturismo está inserido no mapa turístico

Sentidos do Campo, do município de Quatro Barras (PR).

Lá há opções de tours para todos os gostos. Desde a visita

simples - onde a prova dos vinhos é feita no balcão – até

a degustação completa, a qual inclui passeio pelas instalações,

degustação de todos os rótulos acompanhados de

uma bela e farta mesa que serve queijos, copa, salames,

pães, espumantes e sobremesa, e um minicurso sobre

vinhos, que tem à frente o enólogo, Renato Garcia.

F

or those who make the drive along BR-116, between

Curitiba and Sao Paulo, they are faced with

some beautiful countryside, but it is in the vicinity

of km 69 that the passengers have a pleasant surprise. An

must stop is the Família Fardo Vinícola (Fardo Family Winery)

– an imposing structure of 1,600 m², built from basalt

stone, in an architectural style that makes reference to the

medieval. The place is ideal for people who like to get to

know new places and experience new aromas and flavors.

Just 30 km from the capital of Paraná, the wine tour

is part of the Sentidos do Campo tourist map (Country

Feelings), in the city of Quatro Barras (PR). There are tour

options to suit all tastes. From the simple visit– where the

wine made there can be tasted at the sales counter – to

a full tasting, which includes a tour of the facility, tasting

all labels accompanied by a beautiful table and serving a

wide-range of items: such as, cheeses, capocollo, salamis,

breads, sparkling wines and a dessert, along with a lecture

about wines, by winemaker Renato Garcia.

ROTEIROS

TRINNA: Neste tour, que pode ser feito em qualquer

dia da semana, o agendamento deve ser realizado com

três horas de antecedência. Inclui visita às instalações a

degustação de três taças de vinho a escolha do visitante

e acompanhamentos. Valor: R$ 35 por pessoa.

COMPLETA: Dirigida para grupos, o roteiro inclui

visitação, degustação de todos os rótulos acompanhados

de pães, queijos, copa e salame. Durante o experimento,

um enólogo tira as dúvidas dos visitantes. Agendamento

com dez dias úteis de antecedência. Grupo mínimo de

10 integrantes. Valor: R$ 130 por pessoa.

SIMPLES: contempla passeio pelas instalações, prova

dos vinhos no balcão. Inclui degustação de suco de uva

integral para as crianças. Sem custo.

TOURS

TRINNA: This tour can be done any day of the week

and should be scheduled 3 hours in advance. It includes

a visit to the installations, and at the visitor’s choice, a tasting

of three glasses of wine and accompaniments. Cost:

R$ 35 per person.

COMPLETE: This tour is directed to groups, and includes

visiting the facilities, tasting of all wines accompanied

with breads, cheeses, capocollo and salami. During

the tasting, the winemaker takes questions from the visitors.

Tours should be scheduled ten business days in advance.

Minimum group size is 10. Cost: R$ 130 per person.

SIMPLE: This includes a tour of the facilities, a wine

tasting at the counter, and includes whole grape juice for

the kids. Without cost.

JUNHO 65


• VIAGEM

Foto: divulgação

Com esses cenários externo e interno que primam pela decoração impecável e

detalhes minimalistas, a vinícola disponibiliza o espaço para noivos que desejam

realizar ensaio fotográfico em um local de bom gosto e de belas paisagens

Foto: Mauricio de Paula

Foto: divulgação

Empresas que gostam de espaços inusitados para motivar suas equipes, promover

reuniões, eventos ou encontros diferenciados também podem entrar em contato e

reservar a data

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A vinícola tem ótimas opções de produtos locais e exclusivos. Ideais para

presentear pessoas de outras regiões

Foto: divulgação

66


Foto: divulgação

SONHO REALIZADO

A Família Fardo Vinícola entrou no mercado após

o início das atividades em 2009, ano que produziu os

primeiros 5,5 mil l (litros) do vinho Bordô e os 7,5 mil l

de Cabernet Sauvignon. Ao chegar a 2016, a estrutura

já conta com oito rótulos. Os proprietários do espaço, o

casal gaúcho - Ambrosio e Justina Fardo (foto) - radicado

na região de Curitiba desde 1975, explica que o sonho

de Ambrosio em consumir um vinho de qualidade, feito

por ele mesmo, é que deu vida ao projeto. “Somos descendentes

de famílias italianas que trabalharam muito

com o vinho. Porém, a bebida que produzimos hoje não

está ligada a essa tradição. Mas foi a própria tradição, a

nossa fonte inspiradora no momento de criar a Família

Fardo Vinícola”, explica Ambrosio. A ideia, então, foi

elaborar um vinho que pudesse unir o sabor da bebida

e do momento vivido pelas pessoas. “O caminho para

a qualidade é fazer algo de ponta, aquilo que fazemos

para a nossa própria família”, destaca Ambrosio.

A DREAM REALIZED

Família Fardo Vinícola entered the market after starting

activities in 2009, the year that it produced its first 5.5

thousand liters of table wine and 7.5 thousand liters of

Cabernet Sauvignon. In 2016, the structure already has

seven labels. The owners of the winery, the couple from

the State of Rio Grande do Sul, Ambrosio and Justina Fardo,

who have been living in the Curitiba Region since 1975,

explain that Ambrosio`s dream of consuming a quality

wine made by him is what gave life to the project. “We

are descendants of Italian families who worked with wine.

However, the drink that we produce today is not linked to

this tradition. Rather, it was tradition, itself, that was our

source of inspiration at the time we created Família Fardo

Vinícola,” explains Ambrosio. Therefore, the idea was

to produce a wine that could unite the taste of the drink

and the moment lived by people. “The path to quality is

to make something so well that we would make it for our

own family,” highlights Ambrosio.

JUNHO 67


• VIAGEM

TERROIR

Para manter a qualidade dos rótulos, as uvas são

cultivadas em diferentes regiões do Rio Grande do Sul,

Santa Catarina e Oeste do Paraná. As safras que são adquiridas

com, ao menos, um ano de antecedência são,

totalmente, acompanhadas por enólogos durante a fase

de crescimento do fruto e de sua colheita.

Na área da vinícola em Quatro Barras também há o

parreiral. Porém, a uva é de mesa e não vinífera. Segundo

especialistas no plantio da uva, a região carece de ao

menos 600 horas de sol para apresentar boa qualidade.

Algo que é inimaginável próximo à Serra do Mar. “Mas

isso não impede que o nosso cuidado com a uva, vinda

das melhores regiões produtoras brasileiras, se transformem

em bons rótulos. Um vinho que podemos afirmar:

é da região de Curitiba”, ressalta Justina.

VARIETALS

To maintain the quality of the wines, the grapes are

grown in different Regions of the States of Rio Grande do

Sul and Santa Catarina and the West of the State of Paraná.

The grapes are acquired at least one year in advance and

their development is accompanied by the winemakers during

the growth phase of the fruit and the harvest.

In the winery area in Quatro Barras, there also is a vineyard.

However, the grape is a table grape and not a wine

grape. According to experts in grape planting, the Region

lacks the at least 600 hours of sun to produce good quality

wine grapes. Something that is unimaginable near the State

of Paraná’s Serra do Mar (Coastal Mountains). “But that

doesn’t stop our care with the grape from the best Brazilian

producing regions becoming good wines. A wine that we

can say: is from the Curitiba Region,” highlights Justina.

Foto: divulgação

Foto: Mauricio de Paula

SERVIÇO

A FAMÍLIA FARDO VINÍCOLA

Rodovia Regis Bitencourt (BR-116, km 69), 550,

sentido São Paulo

O atendimento de segunda a domingo, das 9h às 17h.

Telefone: (41) 3672-1693 | 3672-4488

Loja Virtual: http://familiafardo.com.br/lojavirtual/

Facebook: Família Fardo Vinícola

Foto: Mauricio de Paula

68


• CULTURA

MÚSICA

DJAVAN

O cantor volta à estrada, depois de dois anos, com a turnê de lançamento de

Vidas pra contar, vigésimo terceiro álbum de sua discografia. Além de canções

do novo disco, aclamado pela imprensa especializada, o repertório do espetáculo

inclui também sucessos do artista alagoano, que completou 40 anos de

carreira em 2015.

Foto: divulgação

Data: 17 de junho

Local: Teatro Guaíra

Informações: diskingressos.com.br

SÉRGIO REIS E RENATO TEIXEIRA

Dois grandes nomes da música sertaneja voltam a se apresentar com a turnê

Amizade Sincera. O show, que tem sido grande sucesso de público e crítica em

todo o país, sela a brilhante parceria entre os amigos há 44 anos, pelos palcos do

Brasil, prestando homenagens aos grandes compositores e intérpretes da música

caipira que marcaram épocas.

Foto: divulgação

Data: 18 de junho

Local: Teatro Positivo

Informações: diskingressos.com.br

TEATRO

A MALDITA RAÇA HUMANA

Livremente inspirada em uma das obras mais sagazes de Mark Twain, Dicas Úteis

Para Uma Vida Fútil, a peça desmascara o bestial por trás do verniz altruísta do

homem, trazendo o politicamente incorreto para a discussão em cena. A ironia

é quem dá leveza ao enredo, construído com recortes aparentemente banais

do cotidiano, mas que reunidos levantam uma suspeita: a sociedade não é tão

inocente assim.

Foto: Daniel Assal

Data: até 12 de junho (de quinta a domingo)

Local: Teatro Novelas Curitibanas

Informações: (41) 3321-3358

BONSAI

O espetáculo conta a história do amor de Júlio e Emília. Mas também fala sobre o

fim deste amor. Uma história narrada de forma triste, alegre, literária, romântica,

sexual e trágica. A peça, adaptada e dirigida por Edson Bueno a partir da obra

homônima do autor chileno Alejandro Zambra, coloca em cena dois estudantes

de Letras, suas leituras, encontros e desencontros.

Foto: divulgação

Data: até 12 de junho (sextas, sábados e domingos)

Local: Estúdio Delírio

Informações: (41) 3016-3769

GALILEU GALILEI

A montagem de Bertolt Brecht traz a atriz Denise Fraga vivendo o cientista italiano

perseguido pela Inquisição por afirmar que o Sol era o centro do Universo. A

peça foi eleita a Melhor Comédia de 2015 pelo Prêmio Arte Qualidade de Teatro

e conta com três apresentações em Curitiba.

Foto: João Caldas

Data: 17, 18 e 19 de junho

Local: Teatro Guairinha

Informações: www.diskingresso.com.br

70


Foto: Kraw Penas

Foto: divulgação

GERAL

SARAU NO PALÁCIO SÃO FRANCISCO

A exposição apresenta uma sala de música no Palácio

São Francisco, atual sede do MP (Ministério Público),

retratando os saraus em ambientes particulares

de Curitiba nas primeiras três décadas do século

XX. Conta ainda com imagens e textos de jornais e

revistas da época que mostram quais eram os pensamentos,

costumes e modos da sociedade curitibana

daquele período.

Data: até 12 de junho

Local: Museu Paranaense

Informações: (41) 3304-3300 ou

www.museuparanaense.pr.gov.br

A BRASILIDADE NA FOTOGRAFIA DE PEDRO

A JOÃO

A mostra tem foco nos membros da família imperial

do Brasil de Dom Pedro II e de Dom João de Orléans

e Bragança – bisneto de Princesa Isabel. Inspirada na

sensibilidade dos registros fotográficos dos grandes

laboratórios do século XIX no Rio de Janeiro e na

Europa e com curadoria de José Carlos Simões, a

exposição aborda a chegada da fotografia ao Brasil,

pelas mãos de Louis Compte, em janeiro de 1840,

bem como sua apresentação ao então Imperador

Dom Pedro II.

Data: até 3 de julho

Local: Caixa Cultural Curitiba

Informações: (41) 2118-5114

REVISTA

PONTOS

DE VENDA

• Babilônia - Cabral

(Rua Munhoz da Rocha, 1059 - Cabral) - 3077-3336

• Banca América

(Rua Otávio Pereira dos Anjos, s/nº - esquina c/ Cel. Francisco

H. dos Santos) - 3267-2412 / 9905-5071

• Banca Batel

(Av. Batel em frente ao Hosp. Santa Cruz) - 3244-5620

• Banca Bom Jesus

(Rua Jaime Balão, 201 - Cabral) - 3264-7662

• Banca do Condor Champagnat

(Martim Afonso, 2800) - 3336-9817

• Banca do Palladium

(Av. Presidente Kennedy, s/nº em frente ao

Shopping Palladium) - 9209-1161

• Banca Espanha

(Praça Espanha) - 3225-1173

Foto: Marco Antonio A. Ferreira

NASCIMENTO, VIDA E MORTE NO EGITO

ANTIGO

Mais de 200 objetos que representam a cultura

egípcia em seus diversos segmentos é o que reserva

a exposição temática. Com os recursos tecnológicos

disponíveis, os visitantes do museu podem fazer pesquisas

por assuntos e imagens nos tablets que estão

acessíveis para este fim. Outro detalhe novo desta

exposição é um vídeo que mostra a reconstrução

facial da múmia Tothmea, a peça mais importante

do Museu Egípcio, que possui cerca de 2700 anos e

está na coleção do museu desde 1995.

Data: até agosto

Local: Museu Egípcio Rosacruz - Amorc

Informações: urci.org.br/museuegipcioerosacruz

• Banca Leia Bem Pão de Açúcar

(Av. República Argentina, 391 - Água Verde) - 3024-6156

• Banca Paulina

(Rua Pres. Farias esq. c/ Rua XV) - 3324-7997

• Banca Praça do Japão

(Praça do Japão) - 3243-1475

• Banca Santa Felicidade

(Av. Manoel Ribas, 5930 - Santa Felicidade) - 3024-3538

• Bazar Cotegipe

(Mercado Municipal) - 3262-5011

DESTAQUE

Foto: reprodução

DIA MUNDIAL DO FUSCA

O carro mais simpático de todos os

tempos ganha a VIII edição do evento

Dia Mundial do Fusca. A festa contará

com atrações para toda a família e

os apaixonados pelo carro poderão

conferir a exposição com cerca de

1200 exemplares de fuscas e derivados

(como MP Lafer, Kombi e Brasília).

Além disso o evento terá food trucks,

barracas de comércio, espaço kids e

apresentação de bandas.

Data: 26 de junho

Local: Sociesc (Br 116, km 106,5)

Informações: página oficial do Facebook:

DMF 2016 - *Oficial*

• Brioche

(Rua Augusto Stresser, 839 - Juvevê) - 3342-7354

• Caiobanca

(Av. Atlântica, 1200 - Caiobá/Matinhos) - 3473-9228

• Curitiba Aqui Art e Café

(Pilarzinho ao lado da Ópera de Arame) - 3252-0555

• Salão Marly - Gustavo Bonato

(Av. Sete de Setembro, 6055 - Batel) - 3343-0505

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JUNHO 71


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• MÚSICA

Foto: divulgação

Unidos agora na música

IRMÃOS LANÇAM PROJETO JUNTOS PELA PRIMEIRA VEZ APÓS EXPERIÊNCIA SOLO

D

epois de terem passado por vários projetos,

bandas e formações, os irmãos curitibanos

Flávia e Paulo Plombon decidiram fazer algo

que chegaram à conclusão que deveriam ter feito muito

antes: cantar juntos. Assim nasceu o Projeto Chumbo

que lançou recentemente o álbum de estreia intitulado

Era isso desde o início. O local escolhido não poderia

ser mais apropriado: o Teatro Paiol, na capital.

No estilo pop acústico alternativo, os músicos trazem

uma nova proposta de sonoridade musical, unindo

o ukulele e o baixo acústico como base harmônica das

composições, além de incorporar timbres diversificados

aliados a uma combinação de arranjos com instrumentos

de sopro, percussão, teclas, aplicativos de celulares

e até mesmo uma percussão corporal com batuques

na garganta. Essa mescla sonora associada ao encaixe

perfeito das vozes, masculina e feminina, resulta em um

álbum que dá gosto de ouvir. São 15 faixas que contemplam

letras sobre o cotidiano, conflitos, decepções

no convívio humano e sentimentos mais profundos,

quebrando os padrões tradicionais nas composições,

com melodias agradáveis, voltadas para um público

diversificado. Vale ressaltar, ainda, que todos os vocais

e instrumentos do álbum foram gravados pelos

próprios componentes. “Nossa proposta é fazer com

que as pessoas se permitam sentir as próprias emoções,

que consigam encontrar soluções para os problemas e

tenham coragem de mudar”, exalta Flávia.

COMEÇO DE TUDO

O videoclipe da música Família é família em qualquer

lugar - que não entrou no disco de estreia - conta

um pouco da história do início do Projeto Chumbo. No

meio do processo de gravação surgiu a oportunidade

de ambos viajarem para diferentes lugares do mundo,

sendo que a Flávia foi primeiro e quando retornou foi a

vez de Paulo. Devido a essas viagens, a gravação parou,

mas nem por isso o projeto foi interrompido. Mesmo

distantes, os irmãos continuaram conectados por esta

música, feita por Flávia um dia antes de viajar. Os dois

tocam a mesma música passando por 20 cidades de 10

países diferentes e no fim se encontram em Curitiba,

cidade onde nasceram e moram. Quem quiser conhecer,

o videoclipe está no canal Projeto Chumbo no Youtube.

CURIOSIDADE

Quem está se perguntando de onde surgiu a ideia

do nome, a explicação é simples: a fonte de inspiração

é o sobrenome da dupla, Plombon, que abreviado em

Pb remete na tabela periódica ao elemento chumbo.

JUNHO 73


• HISTÓRIAS

H ISTÓRIAS

cURITIBANAS

Eu & Ela

Antes, quando me

convidavam para sair,

normalmente avaliava

a situação, refletia

internamente, consultava

minha agenda

mental em busca de

alguma desculpa esfarrapada

que acabava

não encontrando,

ponderava a distância

física até o hipotético

convite e então... não

ia.

Foi assim até o dia

que notei que sempre

optava por não ir, gostando

ou não, sendo

perto ou longe, com

grana ou sem. Nesse

instante parei de ponderar:

sou convidado,

não vou, assim tenho

mais tempo livre para

me torturar psicologicamente

por não atender

a convites, não dar

atenção aos amigos

que não vejo há uma semana (ou dois anos) e ser considerado

um chato que prefere viver preso dentro de casa.

É basicamente uma adequação da estratégia que adoto

diante de todos os problemas que surgem diariamente:

ficar boquiaberto, com os olhos arregalados em uma clara

e inegável expressão de tolo impotente enquanto aguardo

alguma entidade divina mandar alguma espécie de sinal

que me explique o que está acontecendo. Convenhamos,

é mais confortável que tentar entender qualquer coisa por

conta própria. Adotar essa postura complacente diante da

vida provavelmente não é o mais honesto a ser feito, mas

é o que temos para

hoje.

A grande verdade

é que evito sair ou reagir

diante de algum

fato, porque ficar em

casa ao lado dela é

muito mais prazeroso.

Lá, ela fala muito,

mas não espera respostas

ou reações – e

quando pede alguma

reação, posso reagir

em silêncio. Como

joga palavras ao vento

e não faz questão

de saber as minhas a

conversa, se é que se

pode chamar assim,

flui naturalmente.

Às vezes, lembranças

corriqueiras

como a cor de seus

cabelos ou olhos me

fogem, mas não esqueço

sua voz. E um

tempo depois você

consegue perceber

que o que nos define, mais do que nós mesmos, são aqueles

que estão ao nosso lado.

Há uma passagem em um seriado americano – não

recordo qual, memória definitivamente não é meu ponto

forte – em que dizem que o que toda pessoa realmente

espera da vida é sentar calmamente ao final do dia e comer

um sanduíche qualquer em paz. Não há como discordar,

mas embora eventualmente todas as minhas escolhas cotidianas

possam indicar o contrário, o que realmente quero

da vida é sentar calmamente ao final do dia e comer um

sanduíche – ao lado dela.

Texto: M.B. / Ilustração: Fernanda Domingues

74


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