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monografia_IMOLAC

MONOGRAFIA

MONOGRAFIA IMOLAC lactitol OH HO HO OH HO OH O O 1. INTRODUÇÃO HO OH OH esde longa data se atribui grande impor- Dtância ao funcionamento regular do intestino. A constipação intestinal não é uma doença, mas um sintoma, nem sempre isolado, que pode estar associado com doenças orgânicas (obstipação), digestivas ou não, ou ainda, a distúrbios funcionais (constipação) das estruturas envolvidas na evacuação, condicionados por fatores ambientais, idade, sexo e hábitos pessoais. Embora seja muito frequente, é a segunda queixa gastroenterológica mais auto-relatada; não há dados epidemiológicos da sua prevalência, pelo menos no Brasil. De acordo com várias publicações, pode-se aceitar que ela ocorra em cerca de 20% da população ocidental, sendo mais presente em mulheres, crianças, idosos e nos indivíduos de menor classe econômica. Há alguma dificuldade para se conceituar constipação intestinal, principalmente, em razão da diferença entre a opinião do paciente sobre esta queixa e como a mesma deve ser entendida do ponto de vista médico. Sua definição inclui, de acordo com os Critérios de Roma III, em mais de 25% das vezes, evacuações pouco frequentes - menos de três vezes na semana - difíceis, requerendo esforço e, nas características do bolo fecal, sensação subjetiva de fezes endurecidas, de pequeno volume ou calibre, defecação incompleta ou a necessidade de manobras digitais para auxiliar o esvaziamento anorretal. Estas características, obtidas pelas informações dos doentes, já orientam para aceitação da hipótese de constipação, mesmo nos casos que se referem a evacuações diárias. Em alguns levantamentos populacionais, fezes endurecidas e esforço foram as anormalidades mais referidas. 04

HO HO OH MONOGRAFIA IMOLAC lactitol OH HO OH O O 2. CLASSIFICAÇÃO A HOconstipação OH intestinal é, portanto, classificada em dois tipos: OH 2.1. Constipação funcional ou primária Está relacionada à anormalidade do esvaziamento colorretal, não associada com alterações desses segmentos nem das outras vísceras do sistema digestório, e na ausência de sinais de alarme como: febre, perda de peso, anemia, enterorragias etc., portanto sem etiologia reconhecida. Nesses casos não se estabelece causa definida, anatômica, bioquímica ou doenças específicas neuromusculares. A constipação funcional ou primária incide preferencialmente na população jovem, tem início mal demarcado, evolução insidiosa, lentamente progressiva, longa duração, não comprometendo o doente no seu estado geral e nutricional. Nesse grupo incluem-se as disfunções decorrentes de erros dietéticos e comportamentais ( Quadro 1). Segundo os Critérios do ROMA III (2006) o conceito de constipação intestinal funcional deve incluir dois ou mais dos seguintes: a) Esforço evacuatório durante pelo menos 25% das evacuações. b) Fezes grumosas ou duras em pelo menos 25% das evacuações. c) Sensação de evacuação incompleta em pelo menos 25% das evacuações. d) Sensação de obstrução/bloqueio anorretal em pelo menos 25% das evacuações. e) Manobras manuais para facilitar pelo menos 25% das devacuações (por exemplo, auxílio digital, compressão do assoalho pélvico). f) Menos de três evacuações por semana. Alguns autores classificam a constipação intestinal como: trânsito normal ou lento e com desordens da defecação, também denominada obstrução de saída. Embora apropriada, do ponto de vista da clínica diária, ela não é prática, pois seu diagnóstico, por vezes, exige exames complementares, rotineiramente desnecessários. 05

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