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Daniel - João Calvino

I a EXPOSIÇÃO Ainda

I a EXPOSIÇÃO Ainda mais, Daniel prevê de tal maneira que quase descreve historicamente coisas que ainda estavam escondidas. Isso também era necessário, pois cm meio a tantas turbulências, o povo nunca teria idéia de que essas coisas foram relatadas divinamente a Daniel, a não ser que o testemunho divino fosse provado por um acontecimento real. Portanto, o homem santo precisava falar e profetizar sobre acontecimentos futuros como se estivesse narrando algo que já houvera ocorrido. Entretanto, veremos todas essas coisas em sua devida ordem. Volto ao início, onde disse que deveríamos conhecer rapidamente a utilidade deste livro para a Igreja de Cristo. Em primeiro lugar, o assunto em si nos mostra que Daniel não falou com base cm suas próprias idéias, mas que tudo o que proclamou havia sido ditado pelo Espírito Santo. Porque, se o profeta houvera sido dotado somente de sabedoria humana, como poderia ter conjeturado as coisas que devemos ver depois? Por exemplo, que outras monarquias surgiriam c destruiriam o império babilónico, que, naquela época, era o poder supremo do mundo? Além disso, como previu a vinda de Alexandre o Grande? Ou a de seus sucessores? M uito tempo antes de Alexandre nascer, Daniel profetizou sua chegada. Depois, prevê que seu reino não duraria, pois é, de uma vez, dividido cm quatro ‘chifres’. Outras coisas mencionadas por ele demonstram que, certamente, falava segundo o ditado proferido pelo Espírito Santo. E mais confiança ainda pode ser adquirida através de outras narrativas - quando avisa quantas misérias a Igreja enfrentaria nas mãos de dois cruéis inimigos, a saber, o rei da Síria e o rei do Egito. Daniel lista seus pactos, relata os ataques inimigos cm duas frentes e depois fala sobre as muitas mudanças. Tudo isso claramente apontado por cie foi tão verdadeiro, que é óbvio que Deus estava falando através de sua boca. É, portanto, muito bom c proveitoso que aprendamos com certeza que Daniel foi apenas um instrumento do Santo Espírito e que nada proclamou com base em suas próprias idéias. 37

DANIEL Ora, o fato de lhe ser concedida autoridade para estabelecer a credibilidade de seus ensinamentos mais firmemente entre os judeus também se aplica a nós. Quão vergonhosa e vil é nossa ingratidão se não aceitarmos o profeta de Deus, a quem até os caldeus foram compelidos a honrar - caldeus que, sabemos nós, eram supersticiosos e dominados pelo orgulho e arrogância. Essas duas nações, os egípcios e os caldeus, estavam satisfeitas consigo mesmas, mais do que todas as demais. Os caldeus achavam que a sabedoria habitava somente entre eles c não estavam dispostos a receber Daniel, a não ser que fossem forçados a isso, nem queriam confessar que ele era um verdadeiro profeta de Deus, a não ser que essa informação lhes fosse arrancada. Agora que a autoridade de Daniel foi estabelecida, devemos dizer algo sobre os assuntos dos quais tratava. Primeiramente, a interpretação de sonhos. O primeiro sonho de Nabucodonosor, com o veremos, estava relacionado ao assunto mais importante de todos; isto é, que tudo o que é esplêndido e poderoso no mundo passa, enquanto somente o reino de Cristo permanece estável e só ele é perpétuo. N o segundo sonho de Nabucodonosor, faz-se evidente a maravilhosa perseverança de Daniel, pois foi muito ofensivo humilhar o maior monarca do mundo como fez: “Tu te isentas da raça humana e desejas ser louvado como Deus. De agora em diante, deverás ser um mero animal.” H oje em dia, ninguém teria coragem de profetizar assim diante de monarcas, nem se atreveria a conceder-lhes um aviso educado se houvessem pecado. Portanto, quando Daniel audaciosamente disse ao rei Nabucodonosor sobre a desgraça que o esperava, deu memorável e rara prova de sua constância. Isso também selou seu chamado, mostrando que sua força vinha do Espírito de Deus. É mister que prestemos atenção à segunda parte, onde verificamos como Deus cuida de sua Igreja; ou seja, a providência que o Senhor estende é clara ao mundo inteiro. Se mesmo um pardal não cai sem sua permissão, ele indubitavelmente cuida da 38

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    31a EXPOSIÇÃO [6.28] E não const

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    Indice onomástico Abarbancl (160,

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    ÍNDICE ONOMÁSTICO Ncro (163) Neta

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    4 2 .9-10 (111) 48.3 , 4, 5 (176) 5

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    DANIEL Transliteraçõcs Hebraicas