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Daniel - João Calvino

31 EXPOSIÇÃO [1.9, 10]

31 EXPOSIÇÃO [1.9, 10] timentos de uma pessoa de acordo com sua boa vontade; da mesma maneira que, às vezes, cega as mentes humanas ou as acorda do torpor. Pois podemos ver o homem mais insípido possuir sagacidade ou tramar planos extraordinários para o que faz; enquanto outros, possuindo uma excelente perspicácia, tornam-se estúpidos quando o de que mais precisam é de juízo e discrição. Portanto, devemos lembrar-nos de que as mentes e corações humanos são tão governados pela sccrcta instigação de Deus, que ele muda seus sentimentos à medida cm que ve a necessidade. Então, não há razão para temermos cm demasia nossos inimigos. Apesar de rugirem e cuspirem sua fúria e estarem cheios de selvagcria, ainda podem ser transformados pelo Senhor. Assim, aprendamos com o exemplo de Daniel, mantendo-nos firmes em nosso curso, não nos voltando para os lados, mesmo quando o mundo inteiro sc nos oponha; pois, para Deus é muito fácil remover toda c qualquer oposição. Quando o Senhor desejar nos livrar, encontraremos pessoas bondosas que já foram muito cruéis. Mantenhamos cm mente tanto o senso de palavras, como também o propósito do profeta neste versículo. Ele continua: 10 Disse o chefe dos cunucos a Daniel: 10 Et dixit prafectus cunuchorum Tenho medo de meu senhor, o rei, que Danieli, Tiinco ego Dominum meum determinou vossa comida c vossa bebi- regem qui, constiiuit cibum vestrum, da; por que, pois, veria cie vossos ros- et potus vestros: quare videbit facies tos mais abatidos do que o dos outros vestras tristes, pra: pueris, quis sunt jovens dc vossa idade? Assim poríeis vobis similes, et obnoxium reddetis em risco minha cabeça para com o rei. caput meum regi. Daniel enfrenta a rejeição por parte do chcfc dos eunucos. E, certamente (como já mencionei antes), a bondade do homem foi louvada, não porque concordou com o desejo c súplicas dc Daniel, mas porque manteve em segredo algo que poderia ter colocado o profeta em grande perigo. Suas próprias palavras traem sua humanidade; pois, apesar de negar sua solicitação, pede desculpas dc modo amigável, usando palavras gentis, como se dissesse que o faria com prazer sc não temesse a fúria do rei. 65

[1.10-13] DANIEL Eis, portanto, o resumo de tudo. O chefe dos eunucos não ousava deferir o pedido de Daniel, mas agiu bondosamente para com ele e seus amigos, livrando-os de um perigo mortal. Ele diz que tem ia o rei que determ inara a comida. Aqui ele não deve ser culpado por temer a um mortal mais do que ao Deus vivo, pois ele não tinha conhecimento algum do Senhor. Apesar de, talvez, compreender que o pedido de Daniel proviesse de motivos sinceramente religiosos, não conseguia imaginar que esse desejo tivesse alguma coisa a ver com ele. Cria que os judeus tinham sua seita particular; no entanto, a religião babilónica estava em primeiro lugar em sua vida. Muitas pessoas comuns crêem que estamos certos ao rejeitarmos as superstições, porém permanecem no erro de acreditarem que, para eles, é lícito viver segundo a antiga maneira em que foram criados c a qual passou de geração para geração. Por isso, usam ritos que se dispõem a vê-los rejeitados por nós. Portanto o chefe dos eunucos poderia ter uma opinião correta acerca de Daniel e seus com ­ panheiros, sem ser tocado por qualquer desejo de aprender como uma religião diferia de outra. Simplesmente apresenta a justificativa de não poder satisfazer o desejo de Daniel, porquanto o rei o interpretaria como uma ofensa capital. Então o profeta prossegue. 11 E Daniel disse a Melzar a quem o 11 Et dixit Daniel ad Meltsar, quem chefe dos eunucos havia cncarrcgado constitucrat prxfcctus cunuchorum de cuidar dc Daniel, Hananias, Misacl super Daniclcm, Hananiah, iMisael, ct c Azarias: Azariah, 12 Experimenta teus servos dez dias; 12 Proba servos tuos diebus dcccm, c que se nos dêem legumes a comcr c ct apponantur nobis dc leguminibus, comeremos, c água a beber, que beba- ct comcdcmus, ct aqua:, quas bibamus. mos. 13 Então se veja diante dc ti nossa apa- 13 Et inspiciantur coram facic tua vulrência c a dos jovens que comcm a tus nostri, ct vultus puerorum, qui porção da comida do rei; c, segundo vescuntur portionc cibi regis: ct quevires, age com teus servos. madmodum videris fac cum servis tuis. Ao ouvir Daniel a resposta do chcfc dos eunucos - que não poderia accitar seu pedido - , apelou para o servo. Pois o chefe 66

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    ÍNDICE ONOMÁSTICO Ncro (163) Neta

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    DANIEL Transliteraçõcs Hebraicas

Comentário de Salmos - Vol 3