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Daniel - João Calvino

4a EXPOSIÇÃO [1.17-20]

4a EXPOSIÇÃO [1.17-20] visões e sonhos”. M oisés, entretanto, era isento dessa ordem comum; ele conversava com Deus face a face, boca a boca. Portanto, sempre que quisesse fazer uso dos profetas, era por meio de visões ou através de sonhos que o Senhor lhes revelava o que queria fosse transmitido ao povo. De modo que, ao afirmar aqui que D aniel tinha discernimento de sonhos e visões, isso equivalia dizer que ele fora dotado com espírito profético. Seus amigos eram excelentes doutores e mestres de todo conhecimento, mas somente Daniel era profeta de Deus. Isso é melhor confirmado pelo que já se disse: que Daniel fora condecorado com a insígnia divina para que pudesse depois encarregar-se do ofício profético com maior confiança c para que seus ensinamentos pudessem receber maior crédito. E claro que o Senhor poderia tê-lo formado num só instante. Ele poderia ter atingido a todos com um terror ou reverência tal que, num instante, todos teriam abraçado seus ensinamentos. Todavia, quis exaltar seu servo gradativamente, para que ele surgisse no momento certo e com sólida experiência. Todos saberiam que essas marcas tinham sido impressas nele durante anos, distinguindo-o da comum e ordinária posição social dos homens. E então prossegue: 18 Ao final dos dias cm que o rei de- 18 Et a fine dierum, quibus edixerat. crctara fossem trazidos, o chefe dos eu- Rcx ut produccrcntur, introduxit cos nucos os trouxe à presença de Nabu- princcps cunuchorum coram Nebucodonosor. chadnczzar. 19 E o rei falou com eles; e entre todos 19 Et loquutus est cum illis rcx: et non não foram achados outros como Da- inventus est ex omnibus sicut Daniel, nicl, I Iananias, Misacl c Azarias; então Hananiah, Mi.saci, et Azariah, et stetcpassaram a assistir na presença do rei. runt coram rege. 20 E toda palavra, sabedoria c disccr- 2 0 Et in ornni verbo, sapientia et intenimento, fazendo-lhes o rei perguntas, lligcntia, quod sciscitatus est ab eis rcx, achou-os dez vezes mais doutos do que invenit cos decuplo supra omnes getodos o s ‘gcncthliacs’ c astrólogos que nethliacos et astrologos qui erant in havia cm todo seu reino. toto regno ejus. Então relata Daniel como ele e seus amigos foram trazidos no tempo designado. O rei fixara três anos para que fossem 77

[1.18-20] DANIEL treinados em toda a erudição dos caldeus. Portanto, o chefe dos eunucos os trouxe à presença do rei. Daniel afirma que ele e seus amigos foram aprovados pelo rei como sendo superiores a todos os demais. Através dessas palavras ele confirma o que já dissemos anteriormente - que o Senhor os havia, por um longo período de tempo, adornado com tanta graça, que se destacaram na corte do rei. O próprio rei reconheceu que havia algo bem diferente neles. Portanto, o rei c todos os seus aduladores não podiam deixar de olhar com respeito para esses quatro rapazes. Portanto, Deus queria realçar sua própria glória: pois, sem dúvida alguma, o rei sc viu forçado a admirar Aquele que os fez superiores a todos os caldeus. Porquanto o rei não poupara gastos nem trabalho na educação de seu próprio povo, e ao ver esses estrangeiros, esses cativos, sobressaindo-se aos seus dessa maneira, certamente sentiria uma pontada de inveja. Mas, como já afirmamos, foi assim que Deus quis exaltar a si próprio na pessoa de seus servos, para que o rei se visse forçado a reconhecer que havia algo de divino nesses rapazes. Então, donde vinha sua excelência? Os caldeus se gabavam de que eles mesmos eram sábios por natureza c que todas as demais nações eram bárbaras. Portanto, quando os judeus sc revelaram tão preeminentes, segue-se que o Deus a quem adoravam é Aquele que distribui a cada um, da maneira como quer, perspicácia e insigbt [percepção]. Pois ninguém possui inerentemente uma boa inteligência; esta provém de uma graça concedida do céu. Portanto Deus tinha que ser glorificado quando Daniel e seus amigos se destacassem entre todos os caldeus de forma tão magnífica. É costume do Senhor lançar seus inimigos à perplexidade diante de seu poder, mesmo quando tudo fazem para fugir da luz. Pois qual era o alvo do rei Nabucodonosor senão o de apagar toda c qualquer memória de Deus? Senão para que tivesse a seu redor judeus de ascendência nobre que pudessem atacar a religião na qual nasccram? Esse era o plano de Nabucodonosor. Todavia, Deus frustou o propósito do tirano e fez com 78

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    31a EXPOSIÇÃO [6.25-27] gos, pois

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    31a EXPOSIÇÃO [6.25-27] nada exis

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    31a EXPOSIÇÃO [6 .28] como o Senh

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    31a EXPOSIÇÃO [6.28] E não const

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    Indice onomástico Abarbancl (160,

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    ÍNDICE ONOMÁSTICO Ncro (163) Neta

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    4 2 .9-10 (111) 48.3 , 4, 5 (176) 5

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    DANIEL Transliteraçõcs Hebraicas

Comentário de Salmos - Vol 3
Isaías - Igreja Batista Vida