Revista Penha | abril 2017

jfpenhafranca


O que acontece, quem são as pessoas que marcam a Freguesia e ainda algumas curiosidades sobre a Penha de França.
Uma revista editada pela Junta de Freguesia da Penha de França.

Revista Mensal

Junta de Freguesia da Penha de França

jf-penhafranca.pt

f FreguesiaPenhaDeFranca

nr. 14

abr ‘ 17

3


ficha técnica

Propriedade

Junta de Freguesia da Penha de França

Directora

Sofia Oliveira Dias

Coordenadora

Teresa Oliveira

Design e Grafismo

WL Partners

Fotografia

André Roma

Colaboração

Cometa Mágico

Impressão

Sogapal

Tiragem

23.500 exemplares

Distribuição Gratuita

Depósito Legal 408969/16


editorial

Gerir o espaço público

com todos e para todos

gera melhores respostas.

Gerir o espaço público é criar

condições para que o território

corresponda às nossas necessidades

e expetativas individuais e como

membros da mesma comunidade. É

um esforço em que o contributo de

cada um deve somar ao trabalho das

instituições. É certo que, por vezes,

não detemos todos os instrumentos

para poder intervir em defesa do

interesse comum, mas procuramos

dar o nosso melhor num território em

que, para além das responsabilidades

próprias da Autarquia, existem outras

instituições a intervir.

Também por isso, é importante

continuar a melhorar as respostas

para que, além dos mecanismos

tradicionais de contacto e de interação

entre a Junta de Freguesia e os moradores,

surjam novas ferramentas em que

cada um pode dar um contributo

positivo e construtivo na gestão do

nosso espaço público.

É esse o sentido da aplicação

IPenha que pode ser descarregada

e colocada no seu telemóvel ou

computador. IPenha é um sistema

de georreferenciação de ocorrências

no território da Penha de França, que

permite a comunicação à Junta de

questões relacionadas com o espaço

público e os equipamentos da nossa

Freguesia relacionadas com os

passeios, o lixo, os jardins e espaços

verdes, os bancos, os caixotes do lixo e

os bebedouros, entre outros.

Naturalmente, quem não quiser ou

não puder utilizar o IPenha para nos

comunicar alguma situação que deva

merecer a nossa atenção e ação, pode

continuar a fazê-lo através da linha

telefónica IPenha (800 201 171) ou

nos serviços da Junta de Freguesia.

Gerir o espaço público com o sentido de

partilha, para todos, é criar condições

para que o território possa ser utilizado

por todos, em segurança e com

qualidade, de acordo com as regras.

Fazê-lo com os contributos individuais,

é decisivo para um bom resultado final.

Neste nosso tempo, de ritmos

acelerados e alguma superficialidade,

é importante manter a proximidade

à realidade e procurar responder

às necessidades, às expetativas e

aos desafios dos cidadãos e das

comunidades. É o que procuramos

fazer na Penha de França, com o

IPenha e com as outras respostas.

Juntos, fazemos a Penha melhor.

Sofia Oliveira Dias

Presidente da Junta de Freguesia

da Penha de França

sofia.dias@jf-penhafranca.pt

1


VOU PARTICIPAR ESTA

OCORRÊNCIA À JUNTA

DE FREGUESIA

USE O IPENHA NO SEU TELEMÓVEL! DESCARREGUE A

APP PARA IOS OU ANDROID, REGISTE-SE, TIRE UMA

FOTOGRAFIA, DESCREVA E PARTICIPE A OCORRÊNCIA...

...OU NO SEU COMPUTADOR

800 209 171

...OU AINDA, LIGUE

PARA A LINHA IPENHA!

Juntos por uma

Penha mais limpa!


O IPenha usado por

uma criança de 10 anos

A Ana Bárbara tem 10 anos e, por um dia,

já foi Presidente da Junta de Freguesia da

Penha de França.

Uma das suas prerrogativas foi experimentar em

primeira mão a aplicação IPenha. Passados meses,

ainda se lembra perfeitamente como se usa.

“É fácil!” afirma logo. Não é que se lembra mesmo?

E passa, acertadamente, a descrever como se faz:

“Clica-se no ‘mais’, depois escreve-se o problema

da rua e depois clica-se no ‘enviar’”. Tem toda a

razão e, na verdade, não podia ser mais simples


pop escolas

E o POP Escolas 2017

tem vencedores!

Foi na tarde de 29 de março, às

14h30, que os delegados e subdelegados

de 21 turmas das seis escolas

públicas da Penha de França começaram

a debater as 33 propostas

finalistas do POP Escolas 2017.

Todos, dos mais velhos aos mais pequeninos,

apresentaram as suas propostas de

uma forma muito serena, revelando uma

grande preocupação pela qualidade das

suas escolas e respeito por tudo o que

ouviam, mesmo quando se percebia que

havia discordâncias. O mesmo espírito se

manteve quando chegou à altura do voto,

dando um belo exemplo de como uma assembleia

deve funcionar. Uma grande lição

de democracia, portanto!

Sofia Oliveira Dias, a Presidente da Junta de

Freguesia da Penha de França, mostrou-se

muito satisfeita por estar perante um grupo

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com “grande futuro ao nível de participação

cívica” e desafiou estas crianças e jovens a

não perderem a sua capacidade de intervenção.

Como seria de esperar, a serenidade

transformou-se em entusiasmo quando se

ouviram os resultados das votações, principalmente

do lado dos vencedores.

E as propostas que ganharam foram:

1.º ciclo: Colocação de abrigos para animais

abandonados nas imediações da EB1

Arqº. Vitor Palla

2.º ciclo: Adquirir, instalar routers e melhorar

o sinal de wi-fi na Escola Patrício Prazeres

3.º ciclo: Melhorar a esplanada do bar da EB

Nuno Gonçalves

Ensino Secundário: Colocação de conjunto

de bancos/mesa no exterior da Escola

António Arroio

O POP Escolas 2017 arrancou em novembro

e envolveu mais de 500 crianças, de 25 turmas

do 4.º ao 10.º ano. A execução de cada

proposta não pode ser superior a mil euros

e será realizada até ao início do próximo ano

letivo.

Agora é a altura de votar no POP Penha, o

orçamento participativo da Junta de Freguesia,

destinado aos maiores de 16 anos.

Saiba mais em pop-penha.pt

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Penha

INFÂNCIA

Entre os

6/12 anos

inclusive

JOVEM

Entre os

13/17 anos

inclusive

As inscrições para a infância

são GRÁTIS.

Para jovens tem o valor de 15€.

Inscrições: de 10 a 18 de abril

no Polo Morais Soares.

Horário das inscrições: 9h às 18h

Para mais informações:

Secretaria Polo Morais Soares

218 163 290

jf-penhafranca.pt

do rio à colina

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Chegou a Primavera

e com ela novas árvores

O Dia Mundial da Árvore e das Florestas

festeja-se a 21 de março, acompanhando a

chegada da primavera. Tal como em anos

anteriores, a Penha de França cumpriu a

tradição e um grupo de crianças do 1.º

ciclo plantou três tílias no Jardim Bulhão

Pato. Este ano a tarefa coube a alunos da

escola Actor Vale.

Tal como as crianças, as árvores “são uma

parte fundamental do futuro de todos”

disse na altura a Presidente da Junta

de Freguesia da Penha de França, Sofia

Oliveira Dias, que ajudou na plantação.

Uma memória que estes meninos não

esquecerão, podendo sempre recordar: 'Eu

ajudei a plantar aquelas tílias!'.

falta de árvores, a população decidiu

dedicar um dia à sua plantação, dia

esse que não era fixo. Em Portugal,

a tradição começou em 1907 com a

‘Festa da Árvore’, tendo acontecido

intermitentemente até à criação do

‘Dia da Árvore’, em 1970, que no ano

seguinte passou a ‘Dia Mundial da

Floresta’.

Em 2012, a Assembleia Geral das

Nações Unidas aprovou uma resolução

que declara o dia 21 de março como Dia

Internacional das Florestas.

Segundo o Instituto de Conservação

da Natureza e das Florestas, o hábito

de plantar árvores a 21 de março tem

origem no Nebrasca (Estados Unidos da

América) no final do séc. XIX. Perante a

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dia da mulher

Um grande

Dia da Mulher

A tradição voltou a cumprir-se com

uma grande celebração do Dia da

Mulher na Penha de França.

A manhã começou pela distribuição de

flores pelas utentes de lares e centros de dia

da Freguesia: a residência geriátrica Lar Dr.

Virgílio Lopes, o Centro Social e Paroquial

Nossa Senhora da Penha de França, o

Centro Paroquial São João Evangelista e as

residências do Convento de Santos-o-Novo.

A Presidente da Junta de Freguesia

distribuiu ainda um sem número de rosas

numa das ruas mais movimentadas da

Penha, a Rua Morais Soares, a igual número

de mulheres agradadas com este mimo.

Da parte da tarde, houve uma grande festa,

com o salão do Polo Morais Soares a

abarrotar de mulheres felizes. Um baile com

um grupo que tocou músicas de hoje e de

ontem e levou à pista uma animada plateia,

uma maquilhadora, e depois um lanche para

retemperar forças. Casa cheia, muita muita

animação e ainda uma surpresa (ver pg 22).

Vivam todas as Mulheres!

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9


APOIO AO

PREENCHIMENTO

DO IRS

Atendimento gratuito

durante abril e maio.

Terças e Quintas

14h00 às 17h00

• Polo Morais Soares

• Espaço Multiusos

• Sede

Polo Morais Soares

Rua Morais Soares, nº 32

Espaço Multiusos

Avenida Coronel Eduardo Galhardo

(sob o viaduto da Avenida General Roçadas)

Sede

Travessa do Calado, nº 2

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Para mais informações:

Tel 218 160 720

geral@jf-penhafranca.pt


espaço público

Lavagens de rua no mês

de abril de 2017

01 abril

Sábado

Rua Morais Soares (da Praça Paiva

Couceiro à Praça do Chile, dos dois

lados)

Praça Paiva Couceiro (lado das

Lojas)

03 e 04 abril

2.ª e 3.ª feira

Travessa do Calado

Calçada do Poço dos Mouros

05 e 06 abril

4.ª e 5.ª feira

Rua Marques da Silva

Rua Neves Ferreira - Rua Jacinto

Nunes

07 abril

6.ª feira

Operação de Limpeza no Mercado de

Sapadores

10 e 11 abril

2.ª e 3.ª feira

Escola Básica Actor Vale

12 e 13 abril

4.ª e 5.ª feira

Escola Básica Oliveira Marques

17 e 18 abril

2.ª e 3.ª feira

Rua Marques da Silva

Largo Alferes Francisco Duarte

Rua Sebastião Saraiva Lima

19 e 20 abril

4.ª e 5.ª feira

Rua Penha de França

Praça Aniceto do Rosário

21 abril

6.ª feira

Rua Cesário Verde

Rua Padre Sena de Freitas

22 abril

Sábado

Rua Morais Soares (da Praça Paiva

Couceiro à Praça do Chile, dos dois

lados)

Praça Paiva Couceiro (lado das

Lojas)

26 e 27 abril

4.ª e 5.ª feira

Rua Carlos Ribeiro

Rua Martins Sarmento

Rua Mestre António Martins

Rua Conde de Monsaraz

28 e 29 abril

6.ª feira e Sábado

Rua da Penha de França (da Rua

Mestre António Martins à Rua António

Maria Batista)

Praça António Sardinha

Rua Augusto José Vieira

Rua Enfermeiras da Grande Guerra

Rua do Triângulo Vermelho

* Sujeito a ajustamentos.

As ruas com menor movimento de peões são lavadas mês sim, mês não.

Av. General Roçadas não incluída devido às obras em curso.

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vida económica

Sónia Santos

Arroz Doce

Nasceu o Arroz Doce

Rua Morais Soares, 74-A

Tel: 939 463 960

Chamava-se Low Cost.Come e

passou a chamar-se Arroz Doce.

A reinauguração do espaço, no

n.º 74 da Rua Morais Soares,

aconteceu no dia 23 de março.

Estivemos lá para trocar

dois dedos de conversa com a

proprietária, Sónia Santos.

E o que encontrámos foi um espaço bem

mais acolhedor, convidativo e próximo

do cliente. A reabertura trouxe um novo

conceito e uma nova imagem: “Mantémse

a lógica do self-service, muda-se

inteiramente o ambiente da loja”, resume

a mulher que voltou a tomar nas mãos

as rédeas do seu destino.

Há três anos, Sónia Santos abandonou

o trabalho de escritório para gerir o

espaço franchisado; agora lança-se por

sua conta e risco, assumindo que alguns

compromissos da marca acabaram por

não se cumprir na íntegra.

A história do nome, deixamos que

seja Sónia a contar: “A dada altura

começámos a vender muito arroz doce,

uma receita especial da minha mãe.

Quando pensámos num nome para a

renovação da pastelaria, surgiu-me

esta ideia para fugir aos nomes mais

badalados. Hoje em dia é tudo “canela”,

“portuguesa”, etc. Nós somos ‘Arroz

Doce’! É tipicamente português, apela

à tradição, ao coração, aos sabores de

sempre”.

E é mesmo a mãe, Maria Vitória, quem

faz todo o arroz doce que a loja vende:

“Ninguém faz arroz doce como ela!”,

garante Sónia Santos. Os números são

impressionantes: 60 taças por dia!

O pastel de nata também integrou este

sabor: a vitrine exibe apetitosos pastéis

de nata com sabor a arroz doce, a

chocolate, a morango e (brevemente) a

café!

Ali ao lado está uma miríade de bolos,

confecionados com mestria por um

pasteleiro com 30 anos de experiência:

queques, bolos de arroz, merendas e

outros bolos salgados, caracóis, tranças,

croissants simples, com ovo, com

chocolate, bolas de Berlim, jesuítas…

“Conseguimos manter alguns preços,

outros subiram apenas ligeiramente,

na ordem dos 5/10 cêntimos. Temos

um movimento incrível na Rua Morais

Soares, todas as horas são boas, com

população jovem, adulta, idosa, de

todos os tipos. Uns vêm tomar café,

outros comer um bolinho, outros vêm

almoçar…”. Enfim, um corrupio.

As refeições, com um custo a partir de

3,99€, fazem-se de um prato de peixe e

dois de carne, por dia. E pode dar-lhe a

fome a qualquer dia da semana, porque

a Arroz Doce está aberta de segundafeira

a domingo, das 7h da manhã às 20

horas.

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Jéssica e Elisabete Silva

Forno da Quinta do Lavrado

O local de convívio

do bairro

Rua José Inácio de Andrade, 12 A, Quinta do Lavrado

Tel: 210 120 076

Jéssica Silva e Elisabete Silva

são, respetivamente, a gerente

e a sócia daquele que agora é

o único espaço de restauração

aberto no bairro: o Forno da

Quinta do Lavrado tem refeições

económicas e saborosas e

assume-se como o ponto de

encontro oficial das redondezas.

Sobrinha e tia são as mulheres ao

leme de uma aventura que começou

oficialmente há 12 anos, desde janeiro

de 2005, mas que para elas é bem mais

recente. Jéssica, com 23, e Elisabete,

com 45, explicam-nos que tomaram

conta do negócio há dois anos quando

o avô (de Jéssica) se viu limitado nas

suas capacidades para continuar a gerir

o espaço.

“Acabamos por funcionar como o

local de convívio por excelência no

Bairro da Quinta do Lavrado”, aponta

Jéssica. Basta-nos olhar em redor

para testemunhar isso mesmo. A sala

está cheia e as conversas cruzadas

conferem-lhe uma atmosfera muito

própria.

“O meu avô tinha uma mercearia na

antiga Curraleira e esta loja foi-lhe

atribuída na altura do realojamento”,

explica ainda a jovem gerente. “Fomos

emigrantes em Inglaterra durante

cerca de sete anos e voltámos há dois

anos para tomar conta do negócio”,

acrescenta Elisabete.

Todos os dias há pratos diferentes,

com a carne e o peixe alternados em

cada dia; depois há o habitual que se

pode pedir sempre, como as bifanas, os

pregos, os bitoques, os hambúrgueres

no pão.

O prato do dia custa 3,99€ e também

funciona em regime de take-away. As

associações e IPSS’s que trabalham

no bairro são clientes assíduos desta

comida para levar: “Não há razões

de queixa da cozinheira, e se houver

temos de ter uma conversinha, porque

somos todas da mesma família!”, brinca

Jéssica Silva.

“As pessoas gostam de vir ao café,

gostam de bolos e pastelaria e de

pagar pouco pelas refeições, por isso

este modelo há-de ter sempre saída”,

afirma Jéssica. Sobre o bairro, ambas

concordam: “Há um sentido de pertença,

é quase uma aldeia, as pessoas

conhecem-se praticamente todas”.

No dia da nossa visita, a ementa era

esparguete à bolonhesa. Ficámos a

saber que também se faz arroz de

marisco, tiras de choco, arroz de pato,

bacalhau com natas, sempre ao mesmo

preço.

O pão, esse, é obra do experiente Sérgio

Magalhães. Faz tudo no próprio local,

desde o amassar ao cozer. O Forno da

Quinta do Lavrado está aberto todos os

dias menos ao domingo.

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campanha

Proteger

as crianças

A Campanha do Laço Azul, começou em 1989 nos

EUA, após um drama familiar. Apesar dos esforços

de Bonnie Finney, um dos seus netos morreu em

consequência dos maus tratos infligidos pelo

companheiro da filha e outro acabou no hospital

com uma perna partida e as mãos severamente

queimadas.

Depois desta tragédia, Bonnie Finney decidiu

amarrar uma fita à antena do seu carro, para

que “as pessoas se questionassem”. Escolheu

o azul para simbolizar as nódoas negras.

“Temos de proteger o que temos de mais

precioso… as nossas crianças. Por favor usem

um laço azul, ofereçam um aos vossos amigos

e expliquem-lhe o que significa. A vida de uma

criança poderá ser salva”, pede Bonnie aos cidadãos

do mundo inteiro.

Durante o mês de abril, milhares de

pessoas usam as fitas azuis em

memória dos que sofreram

maus tratos e ainda como

forma de apoio às

famílias, promovendo

uma sensibilização

para a necessidade de

prevenir o abuso infantil e

a negligência.

Ajude também a divulgar esta

causa. Recorte este laço e

cole-o numa janela ou noutro

local visível durante

o mês de abril.

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juventude

Mais de 100 jovens saltaram

e ajudaram a Mercearia Social da Penha

Mais de 100 jovens saltaram no

Bungee da Festa da Juventude da

Penha de França, quer de uma altura

de 40 metros quer de um simulador de

‘apenas’ 29 metros, quando, no final

do dia, as condições de segurança já

não permitiam subir à altura máxima.

Nem a chuva impediu que a fila se

formasse logo às 10h da manhã

de sábado, dia 25, e se mantivesse

constante até ao final da atividade –

com vários jovens a não conseguirem

participar. E como a condição para

fazer Bungee Jumping era trazer um

bem alimentar para a futura Mercearia

Social da Penha, no final o sentimento

era de realização.

Mas a Festa da Juventude teve

mais. Na sexta-feira 24, contou

com a música da Magna Tuna

Apocaliscspiana, e com animação

e diversão numa noite dedicada

ao futuro em que as Mentes

Empreendedoras, a Associação

Par - Respostas Sociais, o Clube

Intercultural Europeu e a Rota

Jovem promoveram iniciativas feitas

por e para jovens. Houve ainda a

cerimónia de entrega de diplomas aos

estudantes universitários que vão ser

apoiados pela Junta de Freguesia da

Penha de França.

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a vida na comunidade

A festa dos 133 anos do

Clube Musical União

No dia 2 de março, o Clube Musical

União (CMU) celebrou o seu 133.º

aniversário. E muitos sócios, simpatizantes

e convidados encheram

as suas instalações para cantar os

parabéns, em mais uma prova da

vitalidade desta instituição centenária

e fundamental para a nossa

Freguesia.

Longa vida ao Clube Musical União,

muitos parabéns!

Uma belíssima tarde

na Madre-de-Deus

A música de Scarlatti, Haydn e

Mozart soou na igreja da Madre de

Deus, interpretada pelos solistas da

Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Estiveram em palco os violinistas

Carlos Damas e César Nogueira,

Barbara Friedhoff, na viola, e Jian

Hong, no violoncelo.

Mesmo sem música, convidamo-lo

a visitar ou revisitar a lindíssima

igreja da Madre-de-Deus, Monumento

Nacional desde 1910, integrada no

Museu do Azulejo.

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MUDE

no Convento da Trindade

9 abril

MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN

Exposições "José de Almada Negreiros:

uma maneira de ser moderno"

e "Portugal em Flagrante - Operação 1 e 2"

18 abril

DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS

E SÍTIOS

Roteiro do Azulejo pela Freguesia

7 maio

MUSEU NACIONAL DE ARTE

CONTEMPORÂNEA DO CHIADO

Exposição individual "Observatório

de Tangentes" ou Museu do Traje, com a sua

exposição permanente "O Traje em Portugal.

Do séc XVIII à Contemporaneidade"

e visita no parque Botânico.

Inscrições até 2 dias úteis antes da data da visita, no Espaço Multiusos.

Cada visita durará cerca de 2 horas.

Lugares limitados.

Transporte cedido pela Junta de Freguesia da Penha de França.

Para mais informações: 218 100 390


gente

O nosso campeão

em matraquilhos

Gonçalo dos Santos

Tal como muitas outras histórias ligadas ao desporto, esta

começa na escola. Só que não na escola que frequentava

Gonçalo dos Santos, o atleta da Penha de França que vai à

Alemanha disputar o Campeonato do Mundo de Matraquilhos

entre 12 e 16 de abril.

Na origem desta vocação está a escola onde andava a sua

irmã, em que havia uma mesa desta modalidade. Como a irmã

era “muito apegada ao jogo” e ambos passavam muitos finsde-semana

fora de Lisboa numa terra onde os matraquilhos

eram muito acessíveis, Gonçalo não teve outro remédio senão

afeiçoar-se ao campo de madeira, com 22 jogadores com

verdadeiros pé de chumbo.

E esta questão do chumbo tem relevância. A maior parte

dos leitores desconhecerá este facto, mas só em Portugal

existem bonecos de chumbo nos matraquilhos. A modalidade

ainda não tem estatuto desportivo, mas tem um campeonato

nacional e mundial como outra qualquer, além de um circuito

mundial, como o ténis. E com regras, evidentemente, que

ditam que só há cinco tipos de mesa aceitáveis para estes

jogos internacionais: a dos Estados Unidos da América, da

Áustria, da França, da Itália e da Alemanha. Nestas, todos os

bonecos são de plástico, à exceção da francesa, em que são

de alumínio.

dificuldade inicial em jogar nas mesas portuguesas: demora

uns dois ou três jogos a adaptar-se à mesa – “as nossas

dançam muito”, explica – e a partir daí fica imparável. Para

se perceber quão, numa ocasião participou numa recolha de

fundos para uma instituição e esteve cinco horas a jogar sem

ser derrotado.

Apesar da sua dedicação aos matraquilhos, não consegue

viver da modalidade. Trabalha no Instituto Português do

Mar e da Atmosfera e treina duas vezes por semana, muitas

vezes à noite, o que implica um esforço assinalável da sua

parte – apesar de ainda ter prazer com os matraquilhos,

principalmente depois dos jogos, quando recorda as partidas.

É um desporto que exige “reflexos rápidos, capacidade mental

e rapidez”, relata, treinando para “apurar jogadas e a precisão

do remate”.

“Só nos EUA é possível viver disto porque os torneios têm

bons prémios monetários”, explica. Gonçalo, que já foi o 60.º

do ranking mundial e campeão nacional individual em ‘mesa

estrangeira’, perde é dinheiro e férias com este jogo, porque

se desloca a expensas suas para os torneios e campeonatos,

tirando dias do seu descanso. “O máximo que ganhei num

torneio foram 350 euros”, conta.

No Mundial, este atleta, que já jogou matraquilhos pelo Ginásio

do Alto do Pina, contará com um apoio da Junta de Freguesia

da Penha de França. Muito boa sorte, Gonçalo!

São as chamadas ‘mesas internacionais’, em que Gonçalo

começou a jogar em 2010. Aliás, agora até tem uma certa

18


escolas

ESCOLA PATRÍCIO PRAZERES

A second

Chance of Environment

ESCOLA NUNO GONÇALVES

Be Healthy,

Be Natural, Be Smart

No dia 20 de fevereiro de 2017 pelas 3 da manhã o

aeroporto de Lisboa foi palco de despedida para os sete

alunos e as professoras Adélia Ladeiros, Sandra Gomes

e Albertina de Sousa da Escola Patrício Prazeres que

participaram na primeira atividade de Learning/Teaching/

Training, do Programa Erasmus, projeto A second Chance

of Environment do qual o Agrupamento é parceiro.

O projeto ‘A second Chance of Environment’ envolve alunos

e professores de Escolas de França, Grécia, Reino Unido,

Turquia e o Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres

por Portugal. Se o objeto de estudo deste projeto é a

preocupação ambiental e a sustentabilidade do nosso

planeta a nível local face às acções do homem, ele é

também, para os alunos, um veículo de transmissão de

valores quanto à sua pertença Europeia. Conhecer o

‘outro’, trabalhar com ele e desenvolver ações comuns,

comunicando numa outra língua que não a sua, crescer

enquanto jovem cidadão europeu é também uma forma de

aprender fora da sua zona de conforto e da sala de aula.

A Letícia, a Margarida, a Carina, as duas Marianas, o Pedro

e o Rodrigo para além de participarem nas atividades

ambientais e culturais organizadas pelo Collège Pierre et

Marie Curie, de Rieux-Minervois, na região de Carcassonne,

também puderam durante esses dias partilhar a vida

familiar e escolar dos alunos franceses que os acolheram

nas suas casas.

Regressámos mais ricos e cheios de histórias para contar.

Queremos agradecer à equipa francesa do projeto pela sua

organização, que esperamos ter retribuído com a mesma

qualidade no final de março quando todos os parceiros se

deslocaram a Lisboa e ao Agrupamento Patrício Prazeres

na nossa freguesia.

Os atuais alunos do 9.º ano da Escola Nuno Gonçalves

participam desde 2015/2016 no projeto Be Healthy,

Be Natural, Be Smart. Este projeto, com a duração de

dois anos, integra-se no âmbito dos Projetos ERASMUS

e tem como parceiros escolas da Roménia, Polónia,

Itália, Turquia, Grécia, Espanha e Portugal, estando a

coordenação a cargo da Roménia. Em termos gerais, visa

sensibilizar a população escolar para hábitos de vida

saudáveis e partilhar experiências, representando a troca

de boas práticas uma forma de introduzir novos elementos

no currículo de cada país.

Relativamente à participação portuguesa, os alunos têm

vindo a desenvolver, semanalmente, diferentes atividades.

Partindo do conceito de saúde da OMS, ou seja, da

conceção de saúde como o bem-estar pleno do indivíduo

a nível físico, mental e social, os alunos realizaram

atividades relacionadas com vários modos de promover

a saúde, tais como: alimentação equilibrada, qualidade

do ambiente, número de horas de sono, relações sociais

com os outros, prática de exercício físico regular, etc. A

metodologia privilegiada assentou sempre na participação

ativa dos alunos em todas as fases do projeto.

Das seis mobilidades previstas para alunos e respetivos

professores, cinco delas já ocorreram, tendo sido a

última, em Portugal, na semana de 6 a 10 de março.

Nesta semana realizaram-se, com os parceiros, atividades

diversificadas e contextualizadas na história e tradições do

nosso País. São exemplos destas atividades os workshops

- À descoberta do pão de ló; Qual a espetada de fruta mais

calórica?; À descoberta do azeite Português, a observação

de Golfinhos no rio Sado, a visita ao parque de Monserrate

em Sintra e uma aula de surf.

Albertina de Sousa,

coordenadora do projeto

Maria Preciosa Silva,

coordenadora do projeto

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SABIA QUE:

Edith Cavell estava de férias em Inglaterra quando soube

que a Alemanha tinha invadido a Bélgica, em 1914. Poucos

dias depois estava de volta a Bruxelas, cuidando de todos os

feridos que podia, independentemente do lado da ofensiva.

Numa primeira fase da guerra, a Alemanha tomou a dianteira

na frente belga, ocupando boa parte do país. Foi durante

esse período que dois soldados ingleses, depois seguidos

por vários outros, procuraram refúgio na escola onde Cavell

ensinava. Com a sua ajuda eram depois conduzidos para a

Holanda, território neutro, escapando às tropas germânicas.

Com o patrocínio dos príncipes de Croy, cujo castelo se

situava em território ocupado pelos alemães, foi criada uma

rede clandestina de ajuda a soldados de países aliados.

Uma heroína da

I Guerra Mundial

Durante um ano, tudo correu bem. Para Cavell, lê-se no site

que a homenageia, “proteger, esconder e ajudar homens

perseguidos a passar a fronteira era um acto tão humanitário

como cuidar de doentes e feridos” e estava preparada para

aceitar as consequências se fosse apanhada. O que acabou

por acontecer: no início de agosto de 2015 foi presa e

confessou sem reservas as suas atividades clandestinas.

Dois meses depois foi condenada à morte por fuzilamento,

a 11 de outubro, tendo a sentença sido cumprida no dia

seguinte. Edith Cavell não protestou. Aliás considerou que a

pena era “justa” e perdoou os seus carrascos.

Perpendicular à Rua Morais Soares, a Rua Edith

Cavell foi assim chamada em homenagem a uma

enfermeira inglesa, heroína da I Grande Guerra.

Edith Louisa Cavell era filha de um vigário anglicano, Frederick

Cavell, e foi criada num ambiente de grande religiosidade.

Depois de ter feito uma viagem pela Europa, começou a

interessar-se pela medicina.

Em 1895, conta um site que lhe é dedicado (edithcavell.org.uk),

Edith volta a casa para ajudar na recuperação do pai, que

estava doente. Terá sido nesta altura que decidiu dedicar-se à

enfermagem.

O seu assassínio correu o mundo. “A sua morte teve um

grande impacto na Grã-Bretanha, no seu Império e em todo

o mundo”, descreve o jornalista Nick Rigby num texto de

2015, ano em que se comemoraram os 100 anos do seu

fuzilamento, para a BBC. “Foram construídos monumentos

em Londres, Norwich, Melbourne, em Bruxelas, e até a uma

montanha no Canadá foi dado o seu nome”. Acrescentamos

que também a uma rua em Lisboa, na Freguesia da Penha de

França.

O caso de Cavell foi usado como propaganda, com muito

sucesso, “para fomentar o recrutamento de soldados”,

acrescenta Rigby.

Depois de passar por vários postos em Inglaterra, chega

à Bélgica em 1907. Trabalha com um médico que quer

profissionalizar a enfermagem que até era prestada por

religiosas e vai dirigir uma escola pioneira para a formação

de enfermeiras profissionais, a ‘Escola Belga de Enfermeiras

Diplomadas’.

A memória e o exemplo de Edith Cavell perduram. Em todos

estes locais que a homenageiam, no site que lhe é dedicado,

e no o Cavell’s Nurses Trust, uma instituição de caridade

criada em 1917 e que apoia enfermeiras que necessitam de

ajuda.

20



Foi no dia 18 de março de 1988 que

Albertina Jesus Costa entrou ao serviço da

CML.

Sorrir é o melhor

remédio

caixotes em todo o Bairro da Madredeus,

antes de passar o camião para os esvaziar.

"Ficava sozinha praticamente toda a noite.

Este serviço começava às 23h00 e acabava

quando estivesse feito".

Nunca houve trabalho que a assustasse:

- "Desde remoção de lixos, lavagens,

deservagem, fazia tudo o que havia para

fazer! Não gosto de estar sempre na

mesma coisa, torna-se monótono e fica

mais difícil." Depois de um ano a trabalhar

durante o dia, pediu transferência para o

turno da noite, algo muito raro. Tão raro até,

que foi a primeira! -"O Engº Mesquita (na

altura Diretor do Departamento de Higiene

Urbana e Resíduos Sólidos da CML) até

tinha uma fotografia minha no gabinete,

por ser a primeira mulher a fazer o turno

da noite neste trabalho". E nunca teve

problemas, nem mesmo quando puxava os

Albertina tem uma coisa em comum

com todos os seus colegas com quem já

falámos: O orgulho que sente em fazer este

trabalho. "Adoro este trabalho, é pesado,

mas adoro", embora por vezes (e esta frase

também a ouvimos de todos os colegas

de Albertina) – "Muitas pessoas não nos

ajudam, chegamos a estar a lavar um lado

da rua e a ver os donos deixar os dejetos

dos cães no outro...".

Mas isso não esmorece uma mulher de

Cinfães do Douro: "Para qualquer situação

sorrir... Sorrir é o melhor remédio!".


O companheirismo

não faz distinções

De varrer ruas a lavagens, de puxar caixotes

aos camiões da reciclagem, "acho que ao longo

dos 17 anos em que estou neste trabalho já fiz

de tudo" diz-nos Marina Soares. "Mas gostava

muito de andar nos camiões da reciclagem",

confessa. Curiosamente, e porque a vida tem

destas coisas, acabou a seguir os passos do

seu avô, que trabalhava na higiene urbana no

concelho de Loures. Nos tempos do avô era

uma profissão exclusivamente masculina, mas

felizmente os tempos mudam. "É um serviço

onde somos todos tratados por igual e o

companheirismo não faz distinções de género",

o que não invalida que na rua não tenha

chegado a ouvir coisas como: "Cara bonita,

mal-empregada andar na rua!".

Marina gosta do que faz e fá-lo com gosto e

brio. Às seis da manhã, no Barreiro, já está na

paragem à espera do primeiro transporte que

a há-de trazer à Penha. - "Não é fácil, mas sei

que há pessoas que dão valor ao que fazemos

todos os dias". Acha, porém, que "há sobretudo

falta de educação, educação base, é preciso

ensinar as crianças. A minha filha sabe que não

deve mandar o lixo para o chão, põe sempre na

minha mala, como eu também faço. Por isso é

que às vezes a minha mala mais parece uma

papeleira! (risos)"

E se tivesse de dar algum conselho? "Há coisas

pequenas, mas que têm um grande impacto

no nosso trabalho. As beatas acesas que se

mandam para o chão, por exemplo. Muitas

vezes vão beatas acesas quando colocamos

o lixo nos carros. Ainda esta semana, um dos

caixotes pegou fogo. São coisas pequenas,

mas se toda a gente ajudar, temos com certeza

uma Freguesia bem mais limpa!".

CONHEÇA OUTROS FUNCIONÁRIOS DA LIMPEZA NO FACEBOOK E SITE DA JUNTA

21


evENTOS

Penha na comunicação social

Este mês, a Freguesia da Penha

de França esteve em destaque na

comunicação social. A RTP1 fez uma

surpresa no Dia da Mulher, com uma

reportagem a partir do animadíssimo

baile que aconteceu no Salão do

Polo Morais Soares para o programa

‘Portugal em Direto’, da conhecida Dina

Aguiar.

Também o jornal Público veio saber

o que é a Bolsa Solidária Animal da

Penha, que auxilia famílias necessitadas

de ajuda para suportar os custos

com os seus animais de estimação

e também cuidadores de colónias de

gatos assilvestrados, vulgarmente

conhecidos como gatos de rua.

O Bungee Jumping Solidário da Festa

da Juventude, cujas ‘receitas’ reverteram

para a futura Mercearia Solidária

da Penha de França, foi igualmente

noticiado nos jornais Correio da

Manhã, Sol, jornal i e ainda na revista

Time Out.

100 Anos, 100 Árvores

101 anos depois de Portugal ter oficialmente

entrado na I Guerra Mundial, no

dia 9 de março, foram plantadas oito

árvores do projeto ‘100 anos, 100 árvores’

no Cemitério do Alto de São João.

O primeiro exemplar desta homenagem

aos portugueses que participaram

na I Grande Guerra foi plantado pela

Presidente da Junta de Freguesia da

Penha de França, Sofia Oliveira Dias, e

outros cinco pelo mesmo número de

descendentes de antigos combatentes.

Novos órgãos sociais da

Associação de Sargentos

No dia 15 de março tomaram posse os

novos Órgãos Sociais da Associação

Nacional de Sargentos. À ANS, com

sede na Penha de França, a Junta de

Freguesia deseja a continuação do

bom trabalho para os anos vindouros.

Coopescola contribui para

a Loja Social

"Lá dentro há mais amor que em todo

o Universo inteiro" escreveu uma aluna

da turma do 2.º/3.º ano da Coopescola

sobre a Loja Social da Penha de França.

Mas também respeito e dignidade,

outros dois valores inseparáveis deste

espaço onde as crianças entregaram

bens recolhidos na sua escola na

primeira quinzena de fevereiro.

Muito obrigado!

Diverte-te no bairro!

Voltou o Diverte-te no bairro! Quinzenalmente,

até 16 de junho, as suas

crianças podem experimentar um

workshop de Escrita Criativa, Karaté,

Jogos Tradicionais e Hip-hop. A brincadeira

irá acontecer na Quinta de Santo

António e na Praça Paiva Couceiro.

Entrada livre, mediante inscrição.

Informações pelo 218 160 720

ou geral@jf-penhafranca.pt

Percurso por três conventos

No Dia Internacional dos Monumentos

e Sítios, a 18 de abril, o Museu

Nacional do Azulejo, em parceria com

a Junta de Freguesia, convida-o a fazer

um percurso de visita a três conventos

da zona oriental: o Convento da

Madre de Deus, o Convento de Chelas

e a Igreja da Penha de França. Três

vivências diferentes em três espaços

marcados pela azulejaria. É necessária

inscrição.

22


assembleia de freguesia

Celebrar a festa

do 25 de Abril

Na Assembleia de Freguesia da

Penha de França, as comemorações

do 43.º aniversário do 25 de Abril

de 1974 começam uma semana

mais cedo, no dia 17.

Haverá intervenções da Mesa da

Assembleia de Freguesia, dos

diversos grupos parlamentares,

e da Junta de Freguesia, que irá

estar representada pelo Secretário

Manuel Ferreira.

A cerimónia, tal como aconteceu

em 2016, irá contar com a presença

de um militar de Abril.

Também voltarão a ser ouvidos

poemas, desta vez pela voz do

ator João Ferrador, que declamará

Sophia de Mello Breyner e José

Carlos Ary dos Santos.

Eu confio

na Polícia

Portuguesa!


Em pleno Abril mês em que comemoramos

43 anos de liberdade presto a

minha homenagem à Polícia de Segurança

Pública, vulgarmente designada por

PSP, força de segurança que protege a

nossa Freguesia ao garantir a segurança

interna e os direitos dos cidadãos nos

termos da Constituição e da Lei.

Na última sessão da Assembleia de Freguesia,

em Dezembro, fomos alertados

para a possível saída da 5ª divisão policial

do Comando Metropolitano de Lisboa

(Cometlis) que se encontra sedeada na

nossa Freguesia (Av. Coronel Eduardo

Galhardo).

Hoje continuamos sem resposta, por

quem de direito, apesar do Executivo e da

Senhora Presidente da Junta de Freguesia

ter oficiado o Senhor 1º Ministro e a

Senhora Ministra da Administração Interna

do Governo de Portugal, assim como o

Senhor Presidente da Câmara Municipal

de Lisboa mas em Fevereiro não obteve

qualquer resposta.

Os rumores de indefinição do futuro da

5ª divisão policial agudizam-se até mesmo

pelos próprios polícias que desconhecem

se vai ser ou não encerrada.

Esta situação preocupa-nos porque a

insegurança aumenta na Penha de França

proporcionalmente com o aumento da

criminalidade consideravelmente através

de furtos, roubos por esticão e a lojas.

Isto com o pleno funcionamento da

5ª divisão agora imagine sem a mesma.

Por este ou aquele motivo, mais ou menos

graves, tive que recorrer por algumas

vezes na vida aos serviços da PSP e o

que mais admiro é a competência e o

bom senso de quem me atendeu. A gestão

de conteúdos da página da PSP, no

Facebook, é também um sinal de proximidade

com as pessoas. Sinais inequívocos

de que temos a melhor polícia do mundo

como provam as conquistas da Polícia

Judiciária.

E como hoje houve sorteio a minha

memória lembrou-se do Bernardino, o

único que conheci vencedor do Totoloto,

que ao acertar o 1º prémio recebeu uma

bela maquia. Ele era agente da PSP e

conheci-o na antiga 11ª esquadra através

do amigo comum Tózé que nos apresentou

anos antes. Amigos que infelizmente

partiram antes do tempo.

Desejo que os agentes da autoridade, tal

e qual como eu, continuemos a calcorrear

as ruas da nossa Penha porque todos

juntos podemos mudar a política na

Freguesia.

Siga-nos na rede social facebook e envie

as suas sugestões para:

maispenha2013@gmail.com

Luís M. Matias

Assistente Social

23


Participa na Marcha

Infantil do Alto do Pina

curtaS

ARRLx comemora

Dia da Mulher

A ARRLx, com o apoio da Junta

de Freguesia, manteve a funcionar

uma estação de radioamador com o

Indicativo de Chamada CQ7XYL, na

Parada do Alto de S. João, no dia 11

de março das 10h às 19h. O objetivo

foi comemorar o Dia da Mulher.

Exposição de trabalhos do

curso de costureiras e modistas

Estão abertas as inscrições

para a Marcha Infantil do

Ginásio do Alto do Pina.

Se tens entre 6 e 12 anos e

gostas de marchar, pede para

te inscreverem. A morada do

Ginásio do Alto do Pina é na

Rua Barão de Sabrosa, 93,

mas também se pode enviar

um email para:

ginasio.ap@gmail.com

Fado nos Fidalgos

A nova casa d’Os Fidalgos

da Penha albergou o seu

primeiro espetáculo: uma

noite de fados. Casa cheia

para ouvir os fadistas e apoiar

esta instituição da Freguesia

da Penha de França.

No Polo Morais Soares e depois no Espaço Nova Atitude,

esteve aberta ao público uma exposição dos trabalhos do

Curso de Custureira/Modista, dinamizado pela Modatex

no ENA. Parabéns a todas pelos trabalhos!

Seminário de futebol no Polo Morais Soares

O futebol de hoje é levado muito a sério e por isso no Polo

Morais Soares aconteceu o seminário ‘Um Olhar Diferente

para a Formação’. No dia 11 de março esteve em destaque

o processo de formação de jovens jogadores deste

popularíssimo desporto.

Um ano de Refood na Penha

O Núcleo Refood da Penha celebrou o seu 1º aniversário

no Salão Paroquial da Igreja da Penha de França. Um

convívio que juntou parceiros e voluntários e serviu para

agradecer o trabalho feito por todos e para passar uma

tarde diferente e animada. Parabéns!

Famílias Anónimas no apoio a dependências

As Famílias Anónimas podem ajudar o seu agregado a lidar

com dependências como o álcool e a droga. Saiba mais em

familiasanonimas-pt.org, pelo telefone 214 538 709 ou o

email familiasanonimas1987@gmail.com

Concurso literário das Edições Vieira da Silva

Para desenvolver e estimular a criação de textos

literários em língua portuguesa, a Edições Vieira da Silva

promove o I Concurso Literário Edições Vieira da Silva.

Os contos devem ser inéditos (tema livre) e escritos em

língua portuguesa, com o máximo de 2000 caracteres.

Mais informações em edicoesvieiradasilva.pt

24


5


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