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Fundação La Salle - 2016

PROJETOS SOCIAIS

PROJETOS SOCIAIS Prevenção das violências, acesso à justiça e educação para os direitos Casa da Cidadania Guajuviras A Casa da Cidadania Guajuviras iniciou suas atividades em março de 2016, carregando em sua trajetória o histórico de ações dos projetos Mulheres da Paz e Núcleo de Justiça Comunitária. Estes dois projetos, passados por reformulações, deram origem a este novo modelo de projeto social voltado para a prevenção das violências, acesso à justiça e à educação para os direitos. A Casa da Cidadania Guajuviras teve nesse ano uma equipe interdisciplinar de 23 pessoas. Além dos profissionais da Psicologia, Direito e Serviço Social, o projeto contou com a atuação de 15 Agentes de Ação Social. As Agentes são pessoas da comunidade que tiveram uma participação nos projetos passados e que seguiram, por intermédio da contratação pela Fundação La Salle, o trabalho de mobilização comunitária, promoção de direitos e enfrentamento às violências. A maior parte das ações comunitárias desenvolvidas no dia a dia da Casa da Cidadania são realizadas por esse grupo, que possui três eixos de atuação: acolhimento/mediação de conflitos, prevenção comunitária das violências e educação para os direitos. Elas iniciaram no projeto no mês de abril, tiveram um mês de capacitação e em maio começaram efetivamente seus trabalhos no território. O eixo de acolhimento e mediação de conflitos voltou-se para a realização de atendimentos à população na Casa da Cidadania, lançando mão de uma escuta acolhedora e resolutiva no que diz respeito aos encaminhamentos necessários, seja para a própria equipe técnica como também para a rede de serviços especializados do Município. A mediação comunitária de conflitos encontrou desafios na sua consolidação, pois foi direcionada para conflitos entre vizinhos, foco bastante complexo e de difícil acesso. Entretanto, oficinas sobre o tema foram desenvolvidas em vários espaços e projetos do bairro, dando destaque à parceria construída entre as Agentes de Ação Social e os moradores dos Condomínios Macro Quarteirões do Programa Minha Casa Minha Vida (MQs). Essa parceria possibilitou que muitas famílias tivessem o acesso à informação e aos atendimentos psico jurídicos e sociais facilitados. Este eixo realizou 106 ações comunitárias no período de maio a dezembro de 2016, totalizando mais de 1500 pessoas envolvidas nestas atividades. Destas atividades 33 foram realizadas nos Macro Quarteirões (MQs) Ao que se refere ao eixo de prevenção comunitária às violências, destaca-se o impacto da relação intersetorial entre a Casa da Cidadania e as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Quadrante Nordeste. Essa integração começou a ser construída pelo Projeto Mulheres da Paz e se fortaleceu nesse último ano. Foram 40 atividades desenvolvidas nas Unidades Básicas de Saúde, contando com a participação de mais de 2000 pessoas nas oficinas sobre violência contra as mulheres e violência intrafamiliar, nas rodas de conversa e partilha de vida e nas ações na sala de espera de divulgação dos serviços da Casa da Cidadania. Além dessas atividades, encontros mensais entre as equipes das UBS e da Casa da Cidadania foram realizados 14

com o objetivo de discutir casos de violência atendidos de forma compartilhada entre a saúde e a segurança. Ao total foram 92 atividades realizadas por este eixo de atuação. Para além das UBS outros espaços do bairro também foram comtemplados com essas oficinas sobre prevenção às violências, como ONGs, Centro de Atenção Psicossocial, Complexo Prisional de Canoas, Instituto Penal de Canoas e Centro de Referência da Mulher. No final de novembro, participamos da Amostra “(Re)Descobrindo Boas Práticas em Saúde” organizada pela Secretaria Municipal de Saúde, em que o Apoio Institucional da Atenção Básica do Quadrante Nordeste apresentou o trabalho “Arte do encontro: experiências do Quadrante Nordeste e sua aproximação com a Casa da Cidadania no enfrentamento da violência”. Essa apresentação contou com a fala de uma Agente de Ação Social e uma Agente Comunitária de Saúde. Este foi um momento para relatar os avanços que parcerias desse tipo podem implicar na vida das pessoas, principalmente nos casos em que há situações de violência. O eixo de educação para os direitos se “O relato de uma das usuárias acompanhadas pelo serviço reafirma isso: “Vocês nunca desistiram de mim”, fator que salienta a relevância desse espaço na tentativa de garantir o acesso aos direitos dessa população.” consolidou através das oficinas “Um bate-papo sobre violência” realizadas nas escolas do território. Essas atividades iniciaram no mês de setembro, e através de 14 oficinas em 8 escolas foram atingidos 296 estudantes em rodas de conversa sobre prevenção às violências e elaboração de cartazes sobre o tema. Durante essas atividades, muitos elementos foram trazidos para o diálogo, como por exemplo, a necessidade de ações como estas na escola, pois este é um espaço em que muitas situações de violência e discriminação são vivenciadas diariamente. Além das atividades nas escolas, este grupo de trabalho também percorreu 15

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