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Guia do PR e SC Redação em Campo 2016

Coritiba FICHA DO CLUBE

Coritiba FICHA DO CLUBE CORITIBA Coritiba Football Club Alcunha: Coxa, Verdão, Alviverde Data de Fundação: 12/10/1909 Cidade: Curitiba Títulos: 1916, 1927, 1931, 1933, 1935, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003, 2004, 2008, 2010, 2011, 2012 e 2013 (Campeonato Paranaense), 37 vezes. Técnico: Gilson Kleina Histórico: O Coritiba tem a sua fundação reconhecida em 12 de outubro de 1909, quando ocorreu a primeira partida do grupo de imigrantes alemães contra o Club de Foot Ball Tiro Pontagrossense. O apelido principal surgiu em 1941 durante o clássico Atletiba. Um torcedor do rival, nervoso com a derrota do time, começou a chamar um dos zagueiros alviverdes de “coxa-branca” (devido à descendência alemã) e a partir de então a denominação tornou-se marca dos “pertencentes” ao Coritiba.Dirceu Krüger é um dos personagens mais significativos. Tornou-se ídolo dentro e fora de campo e em fevereiro de 2016 completa 50 anos de serviços prestados no Alto da Glória. PALPITE EM BUSCA DA HEGEMONIA PERDIDA Cauteloso, Coritiba quer conquistar o 38º título adiadodois anos Coxa vai atrás do caneco do Estadual e de uma temporada menos complicada. Foto: Coritiba oficial Apesar de ter condições suficientes para figurar entre os candidatos ao título, o Coritiba chega à 102ª edição do Campeonato Paranaense não como o favorito, mas como o time a ser observado, tendo em vista a ascensão das equipes do interior do estado e a adequação do elenco como grupo, bem como à nova comissão técnica que também está conhecendo as peças com as quais vai trabalhar. Os jogos-treino durante a pré-temporada causaram apreensão devido aos resultados e às dificuldades demonstradas, incluindo a falta de entrosamento que persiste justamente pelas novidades do time. No entanto, o desejo presente no discurso de atletas e comissão é de realizar um trabalho que resulte em bons frutos, enfatizando sempre o começo satisfatório no Estadual, que terá paralelamente a disputa da Primeira Liga – inclusive, este é outro desafio a ser contornado, pois vai demandar mais trabalho de todo o time e se isso é bom ou ruim, só o tempo irá dizer. Não há uma “grande estrela“ que possa ser uma carta na manga, mas isso pode representar a busca pelo espaço de cada um e é válido lembrar que em 2015, por exemplo, o artilheiro do Coxa e do Paranaense foi Rafhael Lucas, garoto recém promovido em definitivo das categorias de base para o elenco principal, de quem pouco se conhecia e até se esperava. 14| Redação em Campo | Guia dos Estaduais PR/SC ‘16

Coritiba COMO JOGA O técnico Gilson Kleina deve apostar primordialmente na base que permaneceu de 2015, sendo que de mudanças apenas duas, Ceará assume a posição na lateral-direita e Zé Rafael ganha a disputa com Thiago Lopes no meio-campo. OLHO NELE Zé Rafael não emplacou em outras temporadas no Coritiba, mas retorna como uma das apostas em 2016. PONTO FORTE A defesa passou segurança na temporada passada e deve ser mantida, sobretudo, a dupla de zaga Walisson e Juninho. PONTO FRACO É preciso corrigir as dificuldades com o meio de campo, principalmente na questão da ligação efetiva ao ataque. COM A PALAVRA, GILSON KLEINA “A vontade dos jogadores de fazer o resgate dos grandes trabalhos e das conquistas também passa por mim. Temos em mente a história e a tradição dessa camisa. Mas só a mentalidade vencedora não basta, vamos aliar isso ao trabalho”. DESEMPENHO Nos últimos cinco anos, o Coritiba repetiu a conquista do tetra Campeonato Paranaense, alcançado até então apenas na década de 70. Entre 2010 e 2013 a hegemonia foi coxa-branca, sendo que todos os títulos foram alcançados em clássicos atletibas, ou seja, em cima do maior rival. Nas decisões houve de tudo. O Coxa foi campeão com uma rodada de antecedência em 2010, já em 2011, o bicampeonato veio de forma invicta. Em 2012, a conquista saiu em cobranças de pênaltis e em 2013 o meia Alex fez uma grande atuação e guardou dois dos três gols de virada do Coritiba. Nas duas últimas edições do Estadual, no entanto, o Alviverde perdeu espaço para os times do interior. Em 2014 passou bem até as semifinais, quando o Maringá se deu melhor e se classificou. Em 2015 o caneco ficou bem próximo, mas o Verdão acabou amplamente derrotado pelo Operário nos dois jogos da final. www.redacaoemcampo.com |15

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