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10 essa esfera está

10 essa esfera está presente em praticamente todos os conflitos com os quais lidamos. Nessa etapa, o conteúdo também é teórico e vivencial e abordou os seguintes temas: - Justiça Restaurativa; - Comunicação assertiva e não violenta; - A questão do poder; - Práticas informais de Justiça Restaurativa; - O papel do/a facilitador/a; - Círculo aquário; - Círculo de diálogo; - Círculo de check-in e check-out; - Círculo de Paz; - Círculo Vítima-Ofensor/a-Comunidade; - Desconstruindo sexo e gênero; - Violência de gênero; - Corpo e disciplina social; - Movimento feminista e movimento LGBT; - Direitos sexuais e reprodutivos. Implantação do Núcleo de Práticas de Justiça Restaurativa: O Núcleo, composto pelos/as participantes da formação, tem como base a sede do CDHEP, porém cada facilitador/a tem autonomia para realizar as mais diversas práticas de justiça restaurativa no seu ambiente de trabalho ou em outros lugares que forem necessários. Além do atendimento de casos que envolvam conflitos interpessoais, a equipe do projeto também apostou em ações coletivas para lidar com os

11 conflitos que envolvem gênero e sexualidade – foco do Núcleo deste projeto. Foram realizados círculos de diálogo com profissionais, alunos/as e comunidades atendidas por diversos CCAs (Centro da Criança e do Adolescente) da região, uma vez que houve grande demanda de educadores/as que não sabiam como lidar com alunos/as que não se enquadram nos padrões de gênero estabelecidos, o que gerou uma série de conflitos nesses espaços. Entendemos que essas ações são muito importantes para que um espaço seguro de fala e troca de experiências e dificuldades possa ser construído, e para que as discussões sobre gênero e sexualidade ganhem destaque. No total, foram atendidas 90 pessoas. Reuniões de acompanhamento do Núcleo de Práticas de Justiça Restaurativa: Após o término da formação (novembro de 2014), nos reunimos uma vez por mês com os/as facilitadores/as do Núcleo, com o objetivo é de trocar experiências e dificuldades sobre as experimentações que cada um/a vem fazendo em relação às Práticas de Justiça Restaurativa. Também usamos essas reuniões como um espaço para formação continuada, assim pudemos aprofundar a discussão sobre alguns temas pertinentes. Os encontros foram muito ricos e possibilitaram que técnicos/ as de serviços públicos de diferentes políticas pudessem trabalhar juntos/as em casos nos quais realizamos ações.

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