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34 Esse dado já nos

34 Esse dado já nos traz um claro recorte de gênero existente em nossa sociedade: as profissões ligadas ao cuidado, tais como na área de educação, assistência social e saúde (não há médicos/as em nossa amostra), são historicamente ligadas à figura feminina. Quando questionadas/os se existe machismo no Jardim Ângela, 97% das/os entrevistadas/os respondeu que sim. Porém, quando perguntamos se já haviam presenciado alguma cena machista em seu ambiente de trabalho, apenas 36,8% responderam afirmativamente. A cena mais recorrente diz respeito à divisão de tarefas no ambiente de trabalho (há tarefas que são feitas somente por mulheres e outras feitas somente por homens); frases machistas e piadas sobre mulheres também foram relatadas, além de situações de falta de respeito com relação a funcionárias e outras mulheres presentes no espaço. Com relação à homofobia, 94,7% das/os entrevistadas/os acham que está presente NR no Jardim Ângela. Esse dado é muito interessante, pois mostra que a percepção sobre esta violação está presente no território. Você acha que existe homofobia no Jardim Ângela? 100,00% Feminino Masculino 60% 40% 20% 0% Sou Homen Sou 80,00% 20% 60,00% 40,00% 20,00% Série 1 15% 10% 5% 0,00% Sim Não NR 0% Hom 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% Sim 60% 50% 40% 30%

0% 100,00% 35 80,00% 60,00% 40,00% 20,00% Série 1 2 1 10 0,00% Sim Não Você já presenciou uma cena homofóbica no seu ambiente de trabalho? NR 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% Geral Mulheres Homens Sim Não NR Quando questionadas/os se já haviam presenciado uma cena homofóbica no ambiente de trabalho, no geral 31,5% respondeu que sim. Um dado interessante é que quando separados por sexo biológico, uma porcentagem maior de homens já presenciou uma cena homofóbica (35,5% contra 30,5%). Piadas, xingamentos e comentários desrespeitosos foram as situações mais comentadas. É interessante notar que tanto o machismo como a homofobia estão fortemente presentes enquanto ideia/discurso (a maioria esmagadora das/os entrevistadas/ os admite que existem), mas ainda há uma dificuldade em reconhecê-los e problematizá-los no cotidiano. A questão da diversidade sexual ainda é tabu em muitos ambientes, o que gera falta de diálogo e situações violentas que colocam essa população como um grupo com muitas vulnerabilidades. A falta de conhecimento pode ser um dos fatores que aumentam a intolerância e o desrespeito. Nesse sentido, elaboramos um bloco de perguntas para mapear o entendimento que essas/es técnicas/os têm sobre o assunto.

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