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56 INVENTÁRIO PUNITIVO

56 INVENTÁRIO PUNITIVO Objetivo: Discutir sobre o papel que a punição exerce em nossa sociedade e como, na maioria das vezes, as punições não dialogam com as necessidades das pessoas envolvidas no conflito. Materiais: Inventário punitivo. Desenvolvimento: 1. Peça que os participantes preencham individualmente o quadro do inventário punitivo e as perguntas que o seguem. 2. Solicite para que formem trios e discutam sobre o exercício e as situações que forem lembradas. 3. Peça que todos voltem para a plenária e solicite que os trios apresentem um pouco da reflexão coletiva. Discuta os pontos principais na plenária. Material de apoio: Inventário punitivo Atos meus Respostas punitivas do outro Atos de outras pessoas Respostas punitivas minhas

57 Que relação tem a resposta com o ato cometido (ofensa)? Como o castigo que imponho a outras pessoas pode ajudar na restauração (tanto de mim mesmo/a como da pessoa que me ofendeu)? Como se expressam os valores e princípios através do castigo e da punição? CÍRCULOS Ao usar os círculos de forma proativa, experimentando qualificar os espaços cotidianos e as relações de maneira “preventiva”, há uma necessidade de auxiliar os/as envolvidos/as a conhecerem melhor uns/umas aos/às outros/as. Perguntas úteis a fim de quebrar o gelo são: “Como foi meu fim de semana?” ou “Aonde você iria se tivesse recursos para ir a qualquer lugar?” A ideia de realização de círculos, quando estes são novos e não familiares, pode provocar medo e resistência nas pessoas; a questão é superar a dificuldade inicial. Introduza os círculos quando as coisas estiverem indo bem. Crie uma atividade para familiarizar os/as envolvidos/ as com a ideia de círculos, desenvolvendo a confiança do/a facilitador/a e dos/as participantes e melhorando os relacionamentos. Num espaço onde se realizam trabalhos com crianças e adolescentes, é possível incluir pequenos encontros em círculo no dia a dia para tratar de assuntos diversos, como a programação e o desenvolvimento de atividades, oferecendo um espaço democrático de diálogo onde os/as mesmos/as possam falar de suas expectativas, do que gostam ou não gostam, ajudando para que se conheçam melhor, além de oferecer possibilidade para que o/a facilitador/a supere seu próprio nervosismo inicial em experimentar processos circulares.

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