Revista São João - Maranhão Turismo

linhadagua

Revista Maranhão Turismo

FOTO: CHARLLES EDUARDO

Ano XXVII

São Luís - MA - Brasil

Maio/Junho- 2017

R$ 15,00

Cultura • Lazer • Esporte • Negócios • Meio Ambiente

São João do Maranhão

Expressão Coletiva de Festividade

Boi de Nina Rodrigues


FOTO: CHARLLES EDUARDO

RAJADO DE FITA

08/31 •

32/33 •

34/35 •

36/37 •

38 •

39 •

41 •

42 •

46 •

O RITUAL NA TOADA DO BUMBA-MEU-BOI

TAMBOR DE CRIOULA

DANÇA DO CACURIÁ

TOADA POESIA

INCREMENTO DO TURISMO

CONEXÃO DANÇA

O MARANHÃO EM NOVA YORK

8º EDIÇÃO ARRAIAL CLÁUDIO CARVALHO

PREFEITURA DE SÃO LUÍS INTENSIFICA ATENDIMENTO


Desde abril, quando os grupos juninos do Maranhão

começam seus ensaios, passando pela festa

do divino em maio, anuncia-se a temporada de

festas e celebrações que são o cartão de visita do

maranhense e seu maior motivo de orgulho, o São

João, nossa festa-identidade.

O ciclo junino aqui mexe com grande parte da

população de dezenas de cidades de algumas regiões

e, principalmente, com São Luís, a Ilha capital

e Patrimônio da Humanidade.

Aliás, já deveria haver arranjos produtivos sobre

o ciclo junino para melhor incentivar o seu desenvolvimento,

diante do seu vasto potencial e da

dinâmica com que agita a economia local, formal

e informal.

São centenas de grupos de arte popular e outras

centenas de profissionais implicados nesse diversificado

processo social, econômico e cultural,

que movimenta grandemente o mercado turístico.

Sempre é tempo de viajar. Neste começo de

verão, convidamos nosso leitor a preparar-se para

conhecer o São João do Maranhão, ricamente diversificado.

Puxado por centenas de grupos de bumba-

-meu-boi, que brincam com o público em centenas

de arraiais, conta ainda com dezenas de outras

danças como: Cacuriá, São Gonçalo, Tambor de

Crioula, Coco, Quadrilha, Portuguesa e outras. A

diversidade cultural maranhense encanta a quem

dela partilha.

Neste contexto, o apoio dos órgãos públicos

é fundamental para o crescimento do São João

maranhense e do turismo. E a Revista Maranhão

Turismo congratula-se também orgulhosa com

quantos fazem brilhar essa cultura, de magia, graça

e poesia, pessoas talentosas e criativas, perfil

do maranhense.

FOTO: CHARLLES EDUARDO

Boa Leitura e até a próxima.

Léa Zacheu

Editora Chefe

Revista Maranhão Turismo

Coordenação Editorial e Publicidade

Léa Zacheu

Administrativo Financeiro

Sérgio Quirino

Revisão

Lara Zacheu

Reportagem

Paulo Melo Sousa

Léa Zacheu

Colaboradores

Thamirys D’Eça

Raquel de Freitas

Diagramação

Renê Caldas (renecaldas0@gmail.com)

Fotos

Charlles Eduardo

Ribamar Pinheiro

Impressão

Editora Lucena

Tiragem

5.000 Exemplares

Av. Marechal Castelo Branco – Galeria 559-A, Edifícil Tóquio,

Sala 106 – São Francisco – São Luís-MA – Brasil

CEP – 65076-090

Fone: (98) 98152 0970 (Tim) / (98) 99607 3423 (Oi)

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ARTICULISTA NACIONAL

Paulo França

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*É de responsabilidade dos anunciantes todas as imagens,

informações, conceitos, procedências e negociações dos

veículos publicados nesta edição.


São João

é no Maranhão

Maranhão Turismo 7


O RITUAL NA TOADA DO

BUMBA MEU BOI

Por: Paulo Melo Sousa • Fotos: Charlles Eduardo

8 Maranhão Turismo


O Maranhão é um estado rico

em cultura, herdada em razão

de inúmeras práticas realizadas

ao longo dos séculos. Uma das

manifestações culturais mais ricas

do território maranhense são as

Festas Juninas, impregnadas pela

crença católica e que celebram São

João. São danças e apresentações

em locais específicos, criados para

valorizar a tradição e para facilitar

o acesso do público ao lazer e à

fruição cultural.

Maranhão Turismo 9


Dentre as manifestações folclóricas maranhenses

de cunho popular, o Bumba Meu Boi tem incomparável

destaque, pois marca um compromisso sagrado,

mostrando a grande ligação da festa com os santos

comemorados durante o mês de junho. Essa manifestação

cultural também é denominada de folguedo ou

brincadeira.

A forma como o Bumba Meu Boi é apresentado no

Maranhão é única, diferenciando-se dos outros estados,

principalmente pela diversidade de seus sotaques

e pelo período de festejo. Em outros locais do País, a

brincadeira acontece no mês de novembro e vai até a

noite do Dia de Reis, em 6 de janeiro. No Maranhão,

ela se manifesta no mês de junho. Esse período do ano

para a realização do festejo do Bumba Meu Boi obedece

a uma lógica na qual o tempo, como categoria, é

regulado de acordo com as necessidades da sociedade

camponesa, na qual surgiu o Bumba Meu Boi.


Boi de Axixá

Esse folguedo está relacionado a São

João, e a aparição da brincadeira não pode ser

dissociada do dia consagrado ao nascimento

desse santo, em junho. Outra explicação para

o período do festejo se relaciona ao ciclo do

gado. Trata-se do clímax da engorda do animal,

o que culmina no abate do boi e na sua

comercialização, gerando fartura para todos

que dependem da criação bovina. É o que geraria

recursos para a realização dos festejos.

A origem do auto, um dos momentos áureos

do Bumba Meu Boi, hoje pouco realizado, remonta

ao Ciclo do Gado, resultante das relações

desiguais que existiam entre os escravos

e os senhores nas casas-grandes e senzalas,

refletindo as condições sociais vividas pelos

negros e índios.


Os santos comemorados nas Festas Juninas

são Santo Antônio, quando são iniciadas

as apresentações, e São João, quando a festa

está no auge. Os brincantes do folguedo rendem

homenagem ao santo, pagando promessas

e dançando como forma de interligação

entre o santo e os devotos. São Pedro é o

homenageado, quando durante o dia acontecem

procissão marítima e manifestações

religiosas. À noite, a capital maranhense fica

envolta por festas em todos os seus recantos.

Em São Luís ainda se comemora São Marçal,

onde os grupos de Bumba Meu Boi se

reúnem para se despedirem do período em

um mesmo lugar durante vinte e quatro horas,

amanhecendo o dia todos os brincantes

e a plateia, tradicionalmente, em um bairro

populoso da cidade, o bairro do João Paulo.

São Marçal no João Paulo

12 Maranhão Turismo


Unindo a religiosidade, o misticismo, os

ritmos, a beleza e a riqueza de elementos

culturais, o Bumba Meu Boi do Maranhão se

destaca no panorama nacional. Por essa razão,

a brincadeira foi considerada pelo Instituto

do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

(Iphan) como Patrimônio Cultural Imaterial

Brasileiro, em 2008.

Cabe frisar que nos terreiros de culto afro-

-brasileiro, no Maranhão, existem vários grupos

de Bumba Meu Boi que também se apresentam

e homenageiam entidades ligadas à brincadeira

(Légua Boji-Buá, Dom Sebastião), caboclos e

encantados presentes nos terreiros de Tambor

de Mina e de Umbanda maranhenses.

Maranhão Turismo 13


Boi Barrica

14 Maranhão Turismo


Mesmo revelando o seu lado sagrado, o

Bumba Meu Boi pode ser considerado uma

dança, uma representação teatral ou uma

brincadeira, não por designação de termos

culturais, mas pela manifestação dos próprios

atores e dançarinos que compõem o

elenco do espetáculo, onde dançam, representam

e se divertem, considerando o espetáculo

como forma de diversão dramática,

que se coloca entre a dança, o jogo, a festa

e o teatro.É uma espécie de ópera popular,

uma dramatização classificada como tragicomédia,

levando em conta a formação de

seus personagens alegóricos, encenações

contextuais, a reprodução dos conflitos e os

desenlaces, que acontecem de forma alegre

e carnavalesca.

Maranhão Turismo 15


A música é um componente essencial

no folguedo do Bumba Meu Boi,

o canto é realizado de forma coletiva,

acompanhado de instrumentos musicais

de percussão e, nos últimos tempos,

de corda e de sopro também. Seu

ritmo próprio é conhecido como sotaque

e diferencia-se de um grupo para

outro, variando conforme a concepção,

organização e formas de apresentação

características de cada localidade. No

Maranhão são cinco os sotaques do

Bumba Meu Boi: Matraca (ou Sotaque

da Ilha), Baixada (Pindaré ou Pandeirões),

Zabumba (ou Guimarães), Costa

de Mão (ou Cururupu) e Orquestra.

Sotaque de Matraca ou Sotaque da Ilha

16 Maranhão Turismo


Maranhão Turismo 17


Os grupos costumam arrastar multidões

a cada apresentação, que segue

uma ordem predeterminada e tradicional:

Guarnicê (preparação do Boi), Lá Vai (aviso

de chegada), Toadas de Cordão e de

Pique, o Auto (comédia do Boi), Urrou

(hora em que o Boi ressuscita) e Despedida

(momento de ir embora do terreiro

com promessa de voltar).O conjunto

de personagens que compõem o Bumba

Meu Boi varia de acordo com os sotaques

de cada grupo e são estes também que

definem a indumentária utilizada. O universo

dos personagens é amplo e diversificado,

apresentando características específicas

em cada microrregião maranhense.

Personagens do Bumba-Meu-Boi, Pai Francisco e Catirina


A brincadeira é integrada por personagens

que podem ser divididos em três categorias:

humanos, animais e fantásticos. Os

humanos são classificados como “comarca

dos mandantes”, composta pelos fazendeiros,

amo, dono da festa que congregam o

vaqueiro, os caboclos e as índias, e a “comarca

dos palhaços”, que diz respeito àqueles

que, de uma maneira divertida e cômica,

encenam situações teatrais conhecidas como

comédias, que se renovam a cada ano. Ultimamente

em desuso, a comédia ou o auto

sobrevive na lembrança de uma das mais celebradas

comédias, na qual se sobressaem

Pai Francisco e Mãe Catirina ou pelos chamados

palhaços, podendo aparecer outros

personagens de acordo com a brincadeira.

Todos os sotaques existentes no Maranhão

possuem o Boi como personagem central.


A representação do Bumba Meu Boi

no Maranhão possui todo um contexto,

uma história vivida como um ciclo

que não tem fim, um ritual religioso que

envolve o renascimento (os ensaios), o

batismo, as apresentações públicas e a

morte. Após esse último elemento do

ritual, o Boi renasce no ano seguinte,

iniciando o ciclo novamente.

Sotaque de Costa de Mão (Cururupu)


Cantador de Bumba-Meu-Boi João Chiador

Reafirmando que o Bumba Meu Boi

é um ciclo ritualístico, na história a primeira

festa do ciclo é o Renascimento,

que envolve os ensaios e se inicia logo

após o sábado de Aleluia. Nesse período

do Renascimento, além de o grupo

aproveitar para “retocar” as roupas, os

chapéus, substituir o que é necessário e

produzir adereços novos, o amo ou dono

da fazenda, que geralmente é o cantor e

o compositor, apresenta as novas toadas.


O batismo do Boi acontece

como na Igreja Católica, com a presença

de um padre (se não houver,

são as rezadeiras ou o padrinho que

desempenham esse papel), água

benta e outros apetrechos. O Bumba

Meu Boi só sai às ruas após o

batizado, pois é quando ele ganha

a proteção de São João, recebendo

autorização para a brincadeira

sair às ruas. O clima retrata a fé e a

devoção e há quem faça promessas

nessa passagem do ciclo.

22 Maranhão Turismo

Indumentária da Índia Tradicional


No Maranhão, as apresentações

acontecem nos arraiais das cidades

do interior do estado e na capital,

com início no dia 13 de junho, dia de

Santo Antônio, depois do batismo do

Boi. Após a primeira apresentação do

grupo, são feitas várias outras, passando

pelo dia 24, dia de São João, dia

29, dia de São Pedro, e no dia 30 de

Junho, dia de São Marçal. As apresentações

podem se estender além desse

período, de acordo com contratos que

são firmados entre os contratantes e

os donos das brincadeiras.

Maranhão Turismo 23


A história do Auto mais conhecido começa

quando Mãe Catirina, grávida, que mora

nas terras de um rico fazendeiro e é mulher

de Pai Francisco, vaqueiro da fazenda, tem

o desejo de comer a língua do Boi mais famoso

do lugar. Para realizar o desejo de sua

mulher, Pai Francisco resolve furtá-lo. O Boi

é morto e o desejo atendido. Após se descobrir

que o casal é culpado pela morte do

animal, é chamado um pajé, que ressuscita

o Boi. Então, é dada uma grande festa que

reúne todos os moradores da fazenda e das

redondezas.

A morte do Boi, que acontece durante o

período de três dias ou mais, é uma parte do

ciclo que encerra as apresentações da brincadeira

em determinado ano, e geralmente começa

a acontecer a partir do mês de setembro,

sem um dia específico, com muita festa.

24 Maranhão Turismo


Nesse dia, em frente ao altar de São

João os brincantes e convidados rezam

a ladainha antes de começar a festa. O

Boi é amarrado ao mourão. Um vaqueiro

se aproxima do Boi e, com uma faca,

faz de conta que feriu de morte o animal.

Sob o mesmo, é derramado o líquido de

um garrafão de vinho, representando seu

sangue (que é recolhido num balde de

plástico ou numa bacia), servido em seguida

para os integrantes da brincadeira

e para os expectadores. Após esse ritual,

o ciclo se fecha e tudo recomeça no ano

seguinte, para alegria de todos os que integram

o Bumba Meu Boi, a manifestação

cultural de cunho popular mais importante

do Maranhão.

Encerramento do Ciclo

Maranhão Turismo 25


26 Maranhão Turismo


RAJADOS OU CABOCLOS DE FITA

Rajados ou Caboclos de Fita no estilo do

Boi de Matraca, baiantes ou brincantes.

Em todos os ritmos, em geral, são denominados

de baiantes ou brincantes os personagens

que brincam no cordão ou na

roda do Boi. Muitos desses brincantes são

pagadores de promessas para São João,

São Pedro ou São Marçal.

Maranhão Turismo 27


CAZUMBÁ Personagem híbrido,

misterioso e cercado de

magia que pode compor o bumba-meu-boi.

Apresenta-se com

máscara e, complementando a

vestimenta, bata pintada ou bordada

que, na altura dos quadris,

é armada por um cofo de palha,

usado para dar mais mobilidade

e graça ao personagem em seus

volteios rebolantes. Na mão leva

um chocalho, que badala marcando

o ritmo, ou chicote para

espantar o público.

28 Maranhão Turismo


Maranhão Turismo 29


VAQUEIROS OU RAPAZES E O

MIOLO DO BOI Em alguns outros estilos,

os vaqueiros também são chamados

de rapazes. São personagens que brincam

dentro do cordão ou roda do Boi, com

a missão de atender mandados do amo,

e dançam mais próximos do boi. A indumentária

geralmente é calça comum, camisa,

com uma manta trabalhada ou algo

semelhante, com colete bastante enfeitado.

O maior destaque é a beleza do chapéu,

bordado ricamente de lantejoulas e

paetês e miçangas e canutilhos. No ritmo

de boi da Ilha, os chapéus dos vaqueiros,

cobertos de fitas, são quebrados na frente

à moda de “cangaceiro”. Os chapéus são

guardados com o máximo cuidado e carinho,

para serem aproveitados sempre e

melhor ornamentados na próxima temporada

da brincadeira. A dança dos vaqueiros

é bela, apreciável. Desafiam o boi ao

estilo de tourada, em uma cadência maravilhosa,

sincronizados. Tanto o vaqueiro

quanto o miolo exibem passos e coreografias

da maior criatividade possível:

30 Maranhão Turismo


BURRINHA É uma imitação

por demais carinhosa e grotesca

de uma burra, feita de uma armação

de buriti ou similar coberta de

pano (chita). No centro do que

seria o lombo do animal, é furado

para permitir a um brincante

colocar-se ao meio e prender-se à

mesma aos ombros com cordões,

imitando suspensórios. Tem a função

de brincar ao redor do Boi,

gozar com a platéia e sua missão

maior é não deixar que se quebre

a Roda da Brincadeira, além de

não deixar o boi fugir.

Maranhão Turismo 31


O TAMBOR DE CRIOULA DO MA-

RANHÃO é uma forma de expressão de

matriz afro-brasileira que envolve dança

circular, canto e percussão de tambores.

Seja ao ar livre, nas praças, no interior de

terreiros, ou associado a outros eventos e

manifestações, é realizado sem local específico

ou calendário pré-fixado e praticado

especialmente em louvor a São Benedito.

Essa manifestação afrobrasileira ocorre

na maioria dos municípios do Maranhão,

envolvendo uma dança circular feminina,

canto e percussão de tambores. Dela participam

as coreiras ou dançadeiras, conduzidas

pelo ritmo intenso dos tambores

e pelo influxo das toadas evocadas por

tocadores e cantadores, culminando na

punga ou umbigada – gesto característico,

entendido como saudação e convite.

O TAMBOR DE CRIOULA DO

MARANHÃO É PATRIMÔNIO

CULTURAL IMATERIAL BRASILEIRO

32 Maranhão Turismo


Maranhão Turismo 33


A DANÇA DO CACURIÁ surgiu do

final da Festa do Divino Espírito Santo,

após a chamada derrubada do mastro, as

caixeiras e os festeiros, aproveitavam para

nesse momento se divertirem, já que nos

dias da festa não era possível. Tocavam e

dançavam o carimbó de caixas, ou ainda o

baile de caixas, de forma sensual, mas sem

ser vulgar. A partir desse baile, nasce o

Cacuriá, trazido a São Luís por Seu Lauro,

folclorista e morador do bairro da Vila Ivar

Saldanha.

Ele, o senhor Alauriano Campos de

Almeida (1017-1993), festeiro do Divino

e organizador de brincadeiras como Bumba

meu boi e Baião Cruzado que, ao final

dos festejos do Divino, levava para a praça

pública uma suíte de brincadeiras as quais

deu o nome de Cacuriá.

34 Maranhão Turismo


Essa brincadeira ganha espaço nos

festejos de toda a capital São Luís e no

interior maranhense sendo popularizada

principalmente por Almerice da Silva Santos

(1924), conhecida como Dona Teté.

Caixeira, lavadeira e rezadeira, montou

um Cacuriá com o apoio do Laborarte,

que ficou muito conhecido por Cacuriá

de Dona Teté. Ela cria em 1986, o grupo

que hoje é conhecido em todo o país, o

“Cacuriá de Dona Teté” que vem difundindo

a dança desde então.

Após essa fase o Cacuriá assume e realça

sua dança sensual.

Maranhão Turismo 35


TOADA

POESIA

E aí rapaziada! O São João do

Maranhão chegou e, como não

poderia deixar de ser, compositores

da melhor estirpe, como

Eulálio Figueiredo e seu parceiro

Canário, fizeram mais uma nova

canção (toada/poesia), desta feita

um hino de louvação para homenagear

nossa quatrocentona São

Luís do Maranhão, cidade patrimônio

cultural da humanidade;

capital dos sobrados, dos mirantes,

dos azulejos, das sacadas, das

escadarias, das ladeiras, das fontes

fluviais, das igrejas e das pedras

de cantaria dos tempos coloniais.

Canário (Cantador do boi de Ribamar) e Eulálio Figueiredo (Juiz, Poeta e Compositor)

36 Maranhão Turismo

FOTOS: RIBAMAR PINHEIRO

Essa bela declaração de amor e

de carinho à nossa ilha que, nos

tempos dos índios, foi chamada

Upaon-Açu decorre, na visão dos

compositores, "do nosso orgulho

de sermos cidadãos ludovicenses

e de aqui vivermos felizes ao lado

de nossos familiares e amigos, que

sabem o quanto nos custa manter

o status de Atenas Brasileira, sem

o apoio dos órgãos responsáveis

pela preservação do seu casario,

de suas tradições históricas, folclóricas,

culturais e paisagísticas".

Os autores apostam que este será

o hino do bumba-meu-boi de sotaque

de matraca e de orquestra

da Ilha de São Luís, para o São

João 2017 e os vindouros, pela

beleza da composição, pela profundidade

da mensagem poética,

pela encantadora melodia da letra,

pela musicalidade e harmonia do

poema, assim como pelo arranjo

da canção que pode ser concebido

para qualquer tipo de gênero musical.

Viva São Luís do Maranhão!

Viva o divino São João do nosso

Maranhão! Boas festas juninas a

todos! Segue ao lado a letra da toada

que se chama “São Luís, Tu És

Minha Ilha Bela!", que foi interpretada

por Canário. O CD se encontra

à venda nas lojas de São Luís.


SÃO LUÍS,

MINHA

ILHA

BELA!

São Luís, tu és minha Ilha Bela!

E patrimônio mundial;

Capital das escadarias, das sacadas...

E dos sobrados dos tempos coloniais.

Terra das palmeiras e do poeta Gonçalves Dias;

Tu és cercada por mar e tem cheiro de maresia.

São Luís, minha Atenas Brasileira!

Do bumba-meu-boi e das pedras de cantaria;

Guarda minha toada na tua noite brejeira.

Tu és a ilha do encanto, do amor e da magia;

Teu folclore e tuas belas praias, o portal da hospitalidade

Por isso que tu és patrimônio cultural da humanidade!

São Luís dos tambores de crioula e de mina,

De tuas ruas estreitas e do beco Catarina.

No tempo dos índios foste chamada Upaon-Açu;

Hoje tu és linda e vestida de azulejo azul.

Tu és a princesa colonizada por Portugueses;

Tu és a única do Brasil que foi fundada por Franceses!

FOTO: RIBAMAR PINHEIRO

Maranhão Turismo 37


FOTO: DIVULGAÇÃO

INCREMENTO DO TURISMO NO PERÍODO

JUNINO APONTA SUCESSO DE DIVULGAÇÃO

TURÍSTICA DO MARANHÃO

com veículos de comunicação tradicionais,

como com blogueiros, que hoje

são grandes influenciadores no processo

de escolha dos consumidores.

As festas juninas chegaram e com

elas o aquecimento do turismo no

Estado. A resposta em visitação é

resultado do amplo investimento do

Governo do Maranhão que, por meio

da Secretaria de Estado de Cultura

e Turismo (Sectur), tem promovido

maciçamente seus destinos turísticos,

por meio de feiras e divulgações

nacionais, como os festejos de Santo

Antônio, São João, São Pedro e São

Marçal. As estratégias adotadas são

importantes para atrair visitantes, entender

as mudanças do mercado e do

comportamento do turista.

Para a superintendente de Promoção,

Marketing e Apoio à Comercialização/Sectur,

Cristiane Müller, promover

a participação do Maranhão nos

principais eventos de turismo é fundamental

para que o estado também

acompanhe as mudanças do mercado

e, assim, esteja sempre alinhado e

preparado para atender a demanda de

turistas nacionais e internacionais. “O

Turismo é muito dinâmico e, por isso,

é preciso entender os novos hábitos de

viver, consumir e viajar”, explica a superintendente.

No primeiro semestre de 2017, a

Sectur, com estandes institucionais e

capacitação sobre os polos São Luís,

Lençóis Maranhenses, Chapada das

38 Maranhão Turismo

Mesas e Delta das Américas, esteve

presente em grandes feiras nacionais

como Salão Paranaense de Turismo,

Congresso Brasileiro de Guias de Turismo

(CBGTUR), e internacionais World

Travel Market Latin America (WTM) e

Brazil National Tourism Mart (BNTM)

e BNT Mercosul.

Também como estratégia foi desenvolvido

um plano de marketing que começou

a ser implementado no mês de

março, com divulgações robustas em

revistas nacionais como Qual Viagem,

Revista de Bordo da Gol Linhas Aéreas

e Panrotas. Para ter uma visibilidade

ainda maior em nível nacional, foram

promovidos 04 press trips (viagens de

familiarização com jornalistas) tanto

Nos arraiais – Para atender melhor

o fluxo de turistas no período

junino, o turista que chegar ao

Maranhão, além do tradicional

Centro de Atendimento ao

Turista (CAT) do aeroporto,

também terá um espaço especial

nos arraiais ‘Donato Alves’ (do

Centro Social dos Servidores do

Estado do Maranhão, o Ipem),

‘Mestre Marcelino’ (Praça Nauro

Machado, no centro histórico) e o

da Praça Maria Aragão que estão

com os CAT´s itinerantes, além

de ambiente destinado à feira

de artesanato, com amostra do

típico artesanato maranhense.

No CAT do Arraial ‘Donato Alves’

(Ipem), o turista tem uma experiência

interativa, remetendo aos principais

destinos turísticos do estado. Logo

na entrada, uma queda d´água atrai

a atenção para a Chapada das Mesas,

onde as cachoeiras são as melhores

recordações do lugar. Nesse espaço, o

turista ainda pode imergir nos Lençóis

Maranhenses, através da experiência

com os óculos de realidade virtual que

dão a sensação de estar nas dunas do

parque Nacional.


FOTO: MÁRCIO VASCONCELOS

CENA DO ESPETÁCULO

“TRAVESQUEENS”

CONEXÃO DANÇA

NA CAPITAL MARANHENSE

Por: Vanessa Serra

No Maranhão, trocas e reflexões

em torno da Dança Contemporânea

acontecem através

do “Conexão Dança”, há oito

anos, neste festival, o principal

no Estado, que tem como premissa

conceitual discutir o pensamento

sobre o corpo e suas

possibilidades criativas.

O “Conexão Dança” vai

ocorrer de 1º a 08 de julho.

Criadores, bailarinos, estudantes

e público têm acesso e contato

aos espetáculos, palestras,

oficinas e atividades diversas do

multiverso contemporâneo da

Dança; a capital maranhense

respira essa atmosfera durante

esses dias de realização.

O festival, com direção de

Erivelto Viana, realizado através

do Bemdito Coletivo Artístico,

objetiva formação; discussão

entre teoria e prática, promoção

de espaço de circulação;

encontro; diversidade de linguagens;

perspectivas de criação e

pesquisa num ambiente artístico

contemporâneo. É realizado

graças ao incentivo do Programa

de Editais de Festival de Teatro

e Dança da CAIXA Econômica

Federal. E, o IBERESCENA

2016-2017 (Fundo Ibero-americano

para artes cênicas), que

possibilita o intercâmbio com artistas

de Portugal, Espanha, Chile

e Argentina. Além do apoio

local SESC-MA.

Pra saber mais, acesse: www.

conexaodanca.com.br/conexaodanca.slz@gmail.com.

Ou ligue:

(98) 981284850.

FOTO: DIVULGAÇÃO

FOTO: SAMMI LANDWEER

Festival reúne grandes nomes nacionais e

internacionais da Dança Contemporânea

neste começo de Julho

O ARGENTINO LUISGARAY

VAI MINISTRAR OFICINA

ESPETÁCULO CARIOCA “PINDORAMA”

SERÁ APRESENTADO NA CASA DO MARANHÃO

Maranhão Turismo 39


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Salvador, é distrito da cidade de Cairú

– única ilha do arquipélago onde há

uma ponte que liga ao continente. Assim,

na vila de Morro de São Paulo até

hoje não existem carros, exceto o trator

que passa pelas manhas para recolher

o lixo e a ambulância em eventuais acidentes

e necessidades. Paralelo a Segunda

Praia existe a rua e o receptivo

dos hotéis afastados da Quarta Praia

e Quinta Praia para o acesso de seus

hospedes com a vila através de suas

land Rovers e uma pista de pouso de

uma empresa de taxi aéreo que funciona

com vôos privativos .

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atualmente ela oferece restaurantes

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FOTO: DIVULGAÇÃO

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O MARANHÃO EM NOVA YORK

A cultura, a história e as belezas naturais do estado

foram retratadas pelo fotógrafo Meireles Jr.

Os patricinadores do Grupo Potiguar Marcelo, Fabiola e Natália Brasil com o fotografo Meireles Junior

Em maio passado, o Maranhão ganhou

destaque na capital do mundo por

meio das lentes do fotógrafo Meireles

Junior. Uma exposição fotográfica, realizada

na galeria Saphira& Ventura, levou

a Nova York cultura, história e belezas

naturais do estado.

As fotos exibidas fazem parte de duas

prestigiadas obras do fotógrafo: “Entre o

Céu e a Terra (audiovisual) – Maranhão

Patrimônio de Imagens” (2ª edição) e

“Sobrenatural: Impressões sobre os Lençóis

Maranhenses e o Grand Canyon”

(2016).

A primeira apresenta o estado e suas

tradições num formato interativo e digital.

Através do aplicativo “Zappar”, que

pode ser baixado em smartphones ou

tablets, o leitor consegue transformar as

imagens do livro em vídeos com trilha

sonora própria. É uma viagem virtual às

belezas do estado.

A segunda traça um comparativo entre

os Lençóis Maranhenses e o Grand

Canyon, nos Estados Unidos. As fotos

mostramque embora tão distantes, esses

dois paraísos naturais assemelham-se

pela grandiosidade e encantos. O livro

vem acompanhado de um DVD, que

retrata os bastidores da elaboração da

obra.

“Essas fotos deslumbrantes me fazem

lembrar o quanto somos privilegiados

por termos nascidos num país tão belo

e com uma cultura tão variada e rica,

diz Gabriela Moreno, jornalista brasileira

radicada nos Estados Unidos e uma das

visitantes da exibição. “Saio daqui inspirada

para conhecer o Maranhão e os

Lençóis na minha próxima passagem pelo

Brasil”, adiciona.

A exposição ficou em cartaz por três

dias e ganhou a visita de centenas de

brasileiros e americanos. Na recepção de

abertura, Meireles Jr. ganhou a companhia

da cantora também maranhense Flávia

Bittencourt, que realizou um pocket

show para lançar internacionalmente o

seu mais recente álbum, “Leve”.

O sucesso do evento foi destaque nos

jornais Brazilian Times, The Brasilians e

Brazilian Voice e no canal internacional

da TV Globo, que exibiu uma entrevista

exclusiva com Meireles Jr. no programa

“Globo Notícia Américas”, transmitido

para mais de 130 países.

O interesse do público nova iorquino

foi tanto, que os organizadores decidiram

levar a exposição para outros continentes.

No início de junho, o trabalho de

Meireles Jr. foi convidado a participarda-

ArtBusan- conceituada feira internacional

de arte realizada na Coreia do Sul.

“Expor em Nova York é um sonho

para qualquer artista. Eu obtive um resultado

maior do que o meu sonho”, afirma

Meireles Jr. Sair da minha cidade e ir para

um lugar que ninguém me conhece e ser

reconhecido pelo meu trabalho, é muito

gratificante. Eu recebi o carinho de muitas

pessoas que se identificaram de alguma

forma com as imagens mostradas. É

um orgulho poder mostrar um pouco do

nosso lugar para o mundo”, completa o

fotógrafo.

Ambos os livros exibidos são frutos

de projetos realizados com o patrocínio

da Lei de Incentivo à Cultura do Governo

do Estado do Maranhão, Potiguar e

Fribal.

By Karine Porcel

visão geral do evento na Saphira & Ventura Gallery em NY

Maranhão Turismo 41


8°EDIÇÃO ARRAIAL

CLÁUDIO CARVALHO

A 8° edição do Arraial Cláudio Carvalho

foi um verdadeiro sucesso. Comidas

e decoração tipicamente juninas

maracaram o evento. Presença de muitos

vips da sociedade maranhense e também

visitantes ilustres como Serginho Orgastic,

ex BBB "lacraram e destruiram" um

dos arraiais que já entrou no calendário

oficial de festas na capital. As atrações

locais, como o boi de Nina Rodrigues deram

um brilho especial na festança. "Todos

oa anos o nosso arraial by Cláudio

Carvalho so cresce, e isso eu devo, além

do público, aos nossos queridos patrocinadores

que acreditam no projeto. Este

ano abrimos oficialmente o período de

festas juninas na capital", citou Cláudio

Carvalho.

Luís Sheik e Cláudio Carvalho e as índias do boi de Nina Rodrigues

Danilo Costa e Ingrid Salomão

FOTOS: CHARLLES EDUARDO

Senador Edson Lobão Filho Paulinha Lobão e Serginho Orgastic

Flávia Mota, Claudio Carvalho e Mari Robanatto

Cláudio Carvalho e a jornalista Carol Gonçalves

42 Maranhão Turismo

Cláudio Carvalho e Tabita Cintra

Lene


RODADA DE NEGÓCIO DA BNTM

IMPULSIONA ECONOMIA DO NORDESTE

FOTOS: DIVULGAÇÃO

A geração de negócios para o desenvolvimento

do turismo no Nordeste é o

foco da 25ª edição da Brazil National Tourism

Mart (BNTM), realizada nesta sexta-

-feira (9) na capital baiana. A feira reúne

132 operadores de turismo do Brasil e de

países como Espanha, Estados Unidos,

França, Chile e Argentina, atraídos pelas

ofertas de produtos e serviços turísticos

de empresas nordestinas.

Os compradores dos mercados

nacional e internacional (buyers) são

apresentados aos atrativos turísticos

dos nove estados do Nordeste e têm

a oportunidade de negociar com 62

empresas nordestinas fornecedoras de

serviços, com destaque para hospedagem

e receptivo turístico. Mais da metade

das empresas ofertantes é baiana.

Os encontros são coordenados pelo

Sebrae após identificação dos interesses

dos compradores nacionais e internacionais

e vendedores (suppliers

de serviços) e visam à formatação de

pacotes turísticos para venda nos mercados

nacional e internacional.

Nesta edição da BNTM, a expectativa

é gerar mais de US$ 200 milhões

em negócios para o Nordeste durante

e após o evento.

Este é o momento de estreitar relações

com os mercados emissores

de visitantes para a Bahia e os demais

estados do Nordeste. “Além de oportunidades

de negócio, oferecemos aos

operadores e jornalistas um pouco da

vivência do destino Bahia, com tours

pelos principais pontos turísticos da

capital. Essa experiência é fundamental

para quem vende destinos”, disse o

secretário do Turismo do Estado, José

Alves, anfitrião do evento.

A BNTM é uma iniciativa da Comissão

de Turismo Integrado do Nordeste

(CTI Nordeste), com apoio da Secretaria

do Turismo da Bahia, Sebrae e Ministério

do Turismo.

Dentre os 75 estandes, o Hotel

São Salvador é um dos que participam

da feira. A executiva de vendas Andreia

Passos apresenta os serviços do hotel e

negocia tarifas. “Já me reuni com buyers

internacionais, principalmente com representantes

de empresas argentinas”,

afirmou.

Gilles de Restrepo é um dos operadores

internacionais que participam da

BNTM neste ano. O representante da

Asterol Furlong France no Brasil visitou

estandes e pensa em criar um roteiro

pelo Nordeste, que inclui destinos da

Bahia e de outros estados para oferecer

ao público francês.

O interesse da agência francesa é

desenvolver produtos atrativos e inovadores

para o mercado francês. “Aqui,

conhecemos o que o mercado local

tem a oferecer. Depois da feira, planejamos

os pacotes turísticos e entramos

em contato com as empresas para fechar

negócios”, disse.

Rodada de Negócios BNTM

Maranhão Turismo 43


44 Maranhão Turismo


DÉCIMA PRIMEIRA PREMIAÇÃO

INSIDE BY FOFA

A consagrada colunista social de São Luís, Ilze Rangel,

mais conhecida como Fofa, que também é promoter de

eventos, jornalista e assina a coluna INSIDE By Fofa no Jornal

Extra, realizou no dia 27 de maio mais um de seus grandes

eventos, a décima primeira Premiação inside By Fofa.O

evento já vem sendo prestigiado desde sua primeira edição

no Espaço de eventos do Hotel Rio Poty, regado a um open

bar e jantar árabe. E quem animou a festa: Caio Monteiro,

Rafael Rasui e banda, Hilton e Òdon e os djs Gaudio Trajano

e Jordean(Speto).

Patrocinadores e parceiros: Soft Inn, Brisamar Hotel,

Premier Hotel , Mahogany, Tiquira Guaaja, Julio César(

Resort Lençóis Maranhenses), Renan Honaiser)Unibalsas ),

Cesar Bandeira e Tatiana Rodrigues.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Fofa com Julio César e Ronald Luso

Carol Sodré- VS Brasil/ RJ

Fatima Parga- Malharia Vitória

Luciano Negreiros- Médico

das Celebridades/RJ

Estilista Betinho Silva com Fofa

Fofa e Beatriz Rangel Diniz- Ana Buffet

Fofa e o Vereador Aldir Júnior

Atriz e Modelo Ana Paula e o Presidente da

Sinproesemma Raimundo Oliveira

GM Construtora-Junior Martins

Ana Paula e Antoniel Silva- Theresina Hall

Teresina/PI

José Luiz Maciel- Locage & Locação de Transportes

A modelo e atriz Ana Paula com a jornalista Rita Matos

Maranhão Turismo 45


FOTOS: DIVULGAÇÃO

PREFEITURA DE SÃO LUÍS

INTENSIFICA ATENDIMENTO AO

TURISTA DURANTE O SÃO JOÃO

A Prefeitura de São Luís, por meio

da Secretaria Municipal de Turismo

(Setur), intensificou o trabalho de atendimento

aos turistas durante o período

junino. A Central de Informações Turísticas,

localizada na Praça Benedito

Leite, está disponível para receber os

visitantes e também disponibiliza telefone

(3212-4363) para fornecer dicas

e tirar dúvidas.

De acordo com a titular da Setur,

Socorro Araújo, o período junino é o

que mais movimenta o turismo na capital

e, por isso, o trabalho de suporte

aos visitantes tem de ser intensificado.

"Durante todo o ano já prestamos suporte

aos visitantes, disponibilizando

atendimento especializado na Central.

No São João, porém, mobilizamos a

equipe, montamos programação especial

e o espaço fica ainda mais bonito,

com decoração temática. Tudo isso

para que os turistas se sintam bem informados

e acolhidos", explicou.

Na Central de Informações Turísticas,

presencialmente ou por telefone,

os visitantes são orientados quanto aos

atrativos da cidade, horário de funcionamento

de museus e demais espaços

turísticos, deslocamentos na cidade e

municípios da Região Metropolitana de

São Luís, mapas e outros serviços. O

local funciona de segunda a sexta-feira

das 8h às 18h, aos sábados de 8h às

12h e aos domingos de 8h às 14h.

"O horário de funcionamento aos

domingos, que antes era de 8h às 12h,

foi estendido até as 14h por causa da

Feirinha São Luís, que acontece todos

os domingos na Praça Benedito Leite.

O espaço virou uma opção de entretenimento

para os turistas, pois além dos

produtos agroecológicos, também reúne

artesanato, artes plásticas e literárias,

gastronomia e atrações culturais",

conta a secretária Socorro Araújo.

PROGRAMAÇÃO

Durante o São João, a Central de

Informações terá programação

especial: no dia 22, das 9h às 12h e

das 14h às 16h os visitantes serão

recepcionados com música e

personagens típicos do período

junino maranhense, como índias de

bumba meu boi e coreiras do tambor

de crioula, e às 16h terá apresentação

de grupo de boi; no dia 23, das 9h

às 12h, novamente personagens, e

às 17h terá apresentação de boi; no

dia 24, mais música e personagens

de 9h às 12h. Durante os três dias

haverá degustação de iguarias da

culinária maranhense.

AÇÕES

A Prefeitura tem investido

constantemente em promoção do

destino e do São João da capital

maranhense em feiras do setor,

capacitações de operadores e

ações voltadas para o público

final. Somente no mês de abril,

a Secretaria participou, em São

Paulo, da World Travel Market Latin

America, considerada a maior feira

do setor de viagens e turismo da

América Latina, e promoveu ação

pioneira no Mercado Municipal de

São Paulo, o Mercadão. Em maio,

participou do Shopping de Viagens

Agaxtur, no Shopping Eldorado,

também em São Paulo, uma das

cidades que mais envia visitantes

para a capital maranhense. Também

no mês passado, ainda na capital

paulista, visitou cinco das mais

influentes empresas do setor do

turismo do país e promoveu curso

de capacitação para cerca de 40

operadores de viagens de São Paulo,

São José do Rio Preto (SP), Campinas

(SP) e Porto Alegre (RS).

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