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@inc | Tradução Márcia Rebling

SAIA DA CAIXINHA

6 maneiras de impulsionar o seu pensamento criativo

Ser capaz de pensar

fora da caixa é uma

habilidade que pode

ser aprendida. Você tem

apenas que estar disposto

a tentar coisas novas.

Muitas pessoas pensam

que ou você é uma pessoa

criativa ou você não

é. Embora concorde que

algumas pessoas possam

ser ligeiramente mais

predispostas a pensar

criativamente do que

outras, a criatividade é

um músculo que pode ser

exercitado e melhorado.

Aqui estão seis maneiras

de estimular o pensamento

criativo.

1. Consumir informação

fora da sua zona de

conforto.

Todos nós adoramos ler

coisas sobre nosso trabalho,

mas normalmente

isto não estimula a criatividade.

Com sorte, isso

talvez ajude com motivação

ou inspiração. Se você quiser

ver sua veia de criatividade

fluindo, comece consumindo

conteúdo que normalmente

você não consumiria. Leia blogs

que não estejam relacionados com

seu trabalho. Leia livros fora do seu

gênero de escolha. Vá lá, simplesmente

almoce com um estranho (só tente

ter certeza de que não é um estranho

mau).

2. Escreva um artigo de 500 palavras sem nenhum tópico

Este é um exercício divertido para quando não consigo me focar ou ter ideias

interessantes. Eu abro uma página em branco e começo a digitar. Sem título,

sem tópico, sem edição e o mais importante sem autocrítica. Só deixo meus dedos

começarem a digitar e deixo meu cérebro decidir quais palavras serão escritas

a seguir. Normalmente no final acabo com algo estranho e louco que jamais

irei compartilhar, mas sempre sinto um impulso de energia criativa depois.

3. Assista um filme no cinema

Filmes na tela grande são um dos lugares aonde você pode desfrutar de uma

experiência sensorial cativa. A grande e brilhante tela. O estrondoso som surround.

O cheiro e gosto da pipoca fresquinha. O assento de plástico um pouco

desconfortável que não se move. Sempre que deixo um cinema, minha mente está

girando com pensamentos e ideias.

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4. T enha uma conversa ao telefone com alguém que

você não conhece

Ouvir a história de um completo desconhecido pode ser uma

experiência de abrir os olhos e expandir a mente. Talvez você

aprenda algo com ele? Talvez ele te dê uma nova perspectiva

que você nunca tenha ouvido sobre seu assunto? Talvez ele

lance bombas de conhecimento sobre você?

5. Coma de forma diferente

Existem estudos e mais estudos que mostram como nossa

dieta afeta a maneira como pensamos. Quer começar

a pensar de forma diferente? Comece dando ao seu

corpo um diferente (e saudável) combustível. Você ficaria

chocado em ver quão mais criativamente você poderia

pensar e agir ingerindo uma dieta mais saudável.

6. faça o exercício “Em um brainstorming* não

existe más ideias

Pegue pelo menos uma pessoa para se juntar a você por 45-60 minutos

para uma sessão de Brainstorm. Sem tecnologia e sem crítica

alguma.Traga um tema ou ideia que você quer discutir para a mesa, e

é só começar a girar em torno do assunto. Anote todas as suas ideias

(em papel real) e não critique uma única ideia. É importante fazer isso

pessoalmente para ter certeza que você não terá nenhum feedback ou

energia negativos durante todo o processo. Você pode acabar com 100

ideias horríveis, mas eu aposto que uma ou duas se salvarão. Além

disso, você irá melhorar à medida que fizer isto mais vezes.

Você não tem que ser um pensador criativo para ser capaz de pensar

fora da caixa, você só precisa fazer mais coisas que estimulam o pensamento

criativo. Mesmo as pessoas mais criativas precisam de ajuda

para se inspirar.

* O brainstorming é uma dinâmica de grupo que é usada em várias

empresas como uma técnica para resolver problemas específicos,

para desenvolver novas ideias ou projetos, para juntar informação e

para estimular o pensamento criativo.

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@ ActionCOACH | Por Alejandro de Gyves

A CRISE ECONÔMICA

CHEGOU AO BRASIL?

Alejandro de

Gyves

XXXXXXXXXXXXXXXX

XXXXXXXXXXXXXXXX

XXXXXXXXX

Tenho ouvido muitos empresários

dizerem que a crise econômica chegou

ou está chegando ao Brasil e aos

negócios. O Banco Central afirma que ainda

não se pode falar em crise neste momento

e que o país está longe de um cenário com

inflação alta com baixo crescimento. Em

contrapartida, o Governo Central registrou

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um déficit primário de 1,95 bilhão de reais

em junho de 2014 e aponta que o PIB brasileiro

vai crescer menos de 2% neste ano.

Se você acredita que a crise já chegou ao

mercado brasileiro, mas quer conseguir resultados

positivos para a sua empresa, é hora de

descruzar os braços e buscar soluções eficazes

para alavancar o seu negócio.


Não se pode estagnar e esperar que o

conflito passe, pelo contrário, precisamos

correr atrás e encontrar soluções assertivas

para driblar esta situação.

Estudo realizado pela KPMG aponta que

os setores imobiliários e da construção

civil serão os mais afetados pelo cenário

econômico instável com o percentual de

28%, seguidos pelos de montadoras e autopeças

(24%), energia (16%) e agronegócio

(13%). O mercado de franquias é um

dos poucos que não deve ser afetado pela

crise. Só em 2013, o setor atingiu faturamento

de R$ 115 bilhões, volume 11,9%

maior que em 2012. A previsão é de alta de

10% na receita do franchising.

Acho que a primeira ação que o empresário

precisa ter é saber quais segmentos

estão mais comprometidos pela economia

e procurar alternativas para dar andamento

ao seu negócio. Por exemplo, se

você é uma agência de publicidade e cuida

de contas do setor imobiliário, uma opção

é procurar empresas de franquias, a qual

atua em uma área que está em expansão,

para oferecer o seu trabalho. Essa é a hora

de prospectar novos clientes para o seu

negócio.

Já quem atua no mercado imobiliário não

pode se conformar com os baixos números

da economia. Precisa encontrar saídas para

continuar com o sua empresa no azul. Quais

são as opções? Dar descontos cabíveis, fazer

promoções, apostar na divulgação de um

empreendimento vantajoso. Buscar ressaltar

benefícios aos compradores e, principalmente,

motivar os corretores, que são a

alma do seu negócio.

Todas as empresas que acreditam que a

crise trouxe ou está trazendo prejuízo para

a sua empresa, precisam mudar em algum

aspecto. Mudanças acontecem em duas ocasiões:

quando escolhemos ou quando não

temos escolha. Neste caso, se a crise chegou

para o seu setor a melhor opção é verificar

onde é possível reduzir custos. O empresário

precisa ver com o que a corporação

consegue “sobreviver” sem por um período:

quadro de funcionários reduzidos,

diminuir gastos com o marketing,

economizar nas contas de telefone, água e

luz, entre outros.

Para quem busca entrar no mundo dos

negócios, a minha dica é sempre optar por

setores que estão em crescimento. Procure

alternativas. Posso dizer que o coaching é

uma área promissora no Brasil e só vem

crescendo. Na crise os donos de negócios

recorrem muito mais ao serviço de mentoria

e precisam de ajuda para gerir a sua empresa.

Segundo estudo realizado pela Folha

de S. Paulo, entre 2005 e 2011 o número de

profissionais do setor teria crescido 207%,

passando de 752 para 2310.

O principal é o empreendedor entender

que atitude requer ação. Não adianta apenas

pensar no que mudar e como driblar

a economia do país, a ideia precisa de fato

ser concretizada, mas com muito bom senso

e planejamento. Quero reforçar aqui o

planejamento. No mundo dos negócios,

esse é o fator determinante para o sucesso

da empresa. Ações que não são muito bem

planejadas acabam trazendo resultados

negativos para o negócio, que muitas vezes

podem resultar até na falência da empresa.

Por isso, lembre-se sempre: se você optar,

por exemplo, diminuir o preço de um produto,

pare e pense. Isso me trará quais vantagens?

Esse é um bom negócio? Qual será

a estratégia?

Como diz o ditado: “temos que andar

conforme a carruagem”. Não adianta “meter

os pés pelas mãos”, que nada dará certo.

Como já falei neste artigo, o mais indicado

é fazer uma análise de mercado, criar estratégias

e, sempre, planejar as suas ações

antes de realizá-las. E a crise, já chegou ao

seu negócio?

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Por Ricardo Basaglia

PERSPECTIVA DE CARREIRA NO

ATUAL CENÁRIO BRASILEIRO

Ricardo Basaglia

Diretor Executivo da

Michael Page.

Especialista em Análise

de Sistemas pela PUC

Campinas, formação

de consultores pela

Thompson International..Ingressou

na

Michael Page em 2006,

sendo responsável pelo

start-up de algumas

divisões e escritórios

no Brasil. Hoje como

Diretor Executivo e

membro do Board no

Brasil, lidera as operações

e escritórios do

interior de SP e região

Sul do país.

Nos últimos anos, temos acompanhado

um cenário de forte transição

de estratégias nos principais

setores que movimentam a economia do

País.

O decréscimo do ritmo de desenvolvimento

nacional trouxe para todas as regiões do

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Brasil, certa cautela nas principais tomadas

de decisão, como onde, quanto e quando

investir.

Notamos que mesmo os setores que apresentam

resultados positivos, destoando da maior

parte do mercado, encontram-se com um

índice de confiança baixo.


Enquanto a agenda do governo para

os principais temas de gargalo: infra-estrutura,

energia e tributos caminham a

passos lentos pela complexidade dos temas,

para os executivos se torna imprescindível

fazer a lição de casa em busca

de maior eficiência, inovação e aumento

de market-share. Com relação às contratações

de novos talentos não poderia

ser diferente.

Atualmente, vivemos um mercado com

um volume menor de investimentos do

que presenciamos nos últimos anos. Estamos

diante de um momento em que

a produtividade é avaliada em detalhes

onde as companhias que valorizam e necessitam

que seus profissionais atinjam o

máximo de eficiência na operação

O cenário de pleno emprego no país

aliado a um baixo nível de escolaridade

e a altos custos de remuneração, naturalmente,

gera uma discussão em relação

ao comparativo “Eficiência x Custo”, expondo

que parte do time ainda não está

preparada para esse mercado de maior

competição interna e externa.

As movimentações no mercado de trabalho

realizadas pelas empresas são fruto

de substituições e não da geração de

novas posições.

Os bons resultados, que às vezes escondiam

as deficiências, caíram e isso

mostrou que muitos profissionais que

mostravam boa performance enquanto

o Brasil crescia não necessariamente tinham

o perfil para entregar resultados em

uma situação mais desafiadora de mercado.

Sendo assim, mais do que nunca, se faz

necessária encontrar profissionais que se

encaixem como luvas às demandas das

companhias e, para que isso ocorra, barreiras

geográficas devem ser vencidas.

Importante observar que o país não

consegue formar profissionais na velocidade

com que as oportunidades crescem,

e a discussão de como atrair e reter pessoas

se torna de extrema relevância.

Na mesma proporção, devemos avaliar

o assunto para chegar a conclusão de

qual será a melhor maneira de reter os

profissionais já estabelecidos em nossas

companhias, uma vez que certamente

serão também abordados pelo mercado.

Apesar das boas estatísticas e perspectivas

quanto a empregabilidade no Brasil,

percebemos diariamente os desafios

enfrentados pelas empresas em atrair

os talentos necessários para posições estratégicas.

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@ Businessinder.com | Tradução: Márcia Rebling

7 ESTRATÉGIAS DE GESTÃO

ALGUNS DOS MAIORES GENERAIS DA HISTÓRIA

Napoleão Bonaparte criou um império que se estendia por toda a Europa

de 1804 a 1814. Antes de seu exílio, retorno, e em seguida, derrota

final, em 1815, Napoleão foi um general brilhante que compreendia a

dinâmica de liderar um grande grupo para a vitória.

A

moral está para o físico como três

está para um” Napoleão disse uma

vez.

“Ele quis dizer que o espírito de luta de

seus soldados foi crucial para o resultado da

batalha. Com soldados motivados ele poderia

vencer um exército inimigo três vezes

maior que o seu”, escreve Robert Greene

em seu livro “As 33 Estratégias de Guerra”.

Greene destaca formas específicas como

alguns dos maiores generais do mundo, de

Napoleão a Alexandre o Grande, conseguiram

liderar suas tropas.

Você pode usar essas mesmas táticas

para elevar a moral de seus funcionários

e maximizar sua produtividade:

Una as pessoas em torno de uma causa

Dê à sua equipe algo para lutar. “A

causa pode ser qualquer coisa que você

quiser, mas você deve representá-la de

forma progressiva: se encaixa no tempo,

tem futuro, por isso está destinado

a ter sucesso”, escreve Greene. Lembre

seus funcionários que eles são parte de

uma empresa competindo com os outros

20 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


em um mercado, e inspire-os a vencer os

seus concorrentes.

Quando Oliver Cromwell se tornou um

coronel parlamentar na Guerra Civil Inglesa

em 1643, ele começou a recrutar

soldados que eram inexperientes, mas

compartilhavam seu fervor pela religião

puritana. Unidos em torno de uma causa

santa, cantando salmos quando entravam

na batalha, o exército de plebeus de

Cromwell superou sua cavalaria anterior

de soldados treinados por uma larga

margem. Em 1645, derrotaram as forças

monarquistas e puseram fim à primeira

fase da guerra.

Mantenha-os ocupados

Quando os soldados estão na defensiva,

esperando para reagir à próxima

greve, seus espíritos estão fracos e eles se

tornam complacentes ou ansiosos. Algo

semelhante acontece com uma empresa

que não está encabeçando uma iniciativa.

Napoleão foi nomeado comandante

das forças francesas que lutavam contra

os austríacos na Itália, em abril de 1796,

e ele não foi bem recebido por suas tropas.

Acharam-no muito baixo, muito jovem

e inexperiente demais para ser um

líder, e eles já estavam perdendo a esperança

na luta pelos ideais da Revolução

Francesa. Depois de algumas semanas,

sendo incapaz de motivá-los, Napoleão

decidiu lançá-los em ação. Levou-os para

uma plataforma que ele sabia que poderia

facilmente ganhar, e posicionou-se

à frente de seus homens. Deu-lhes um

discurso empolgante e, então, impulsionou-os

para uma vitória relativamente

fácil. Depois daquele dia, Greene escreve,

Napoleão tinha toda a atenção de seus

homens.

Mantenha-os satisfeitos.

Você não precisa mimar os seus funcionários,

mas você precisa satisfazer

suas necessidades básicas. Caso contrário,

diz Greene, eles vão começar a

sentir-se explorados, comportando-se

de maneira egoísta e se afastando. Você

pode perder seus melhores funcionários

para a concorrência se você se concentrar

apenas nos objetivos da sua empresa e

não na felicidade de seus funcionários.

Napoleão sabia que muitos dos seus

soldados estavam cansados e com saudades

de casa. É por isso que ele tornou

uma prática conhecer os soldados individualmente

compartilhando histórias

pessoais, escreve Greene. Muitas vezes

ele guardou as promoções dos soldados

para momentos de moral baixa, uma vez

que ele se comunicava com suas tropas

com as quais se importava prestando

atenção aos sacrifícios individuais.

Lidere da frente

O entusiasmo, mesmo dos trabalhadores

mais motivados vai diminuir, e por

isso você precisa deixá-los saber que você

está ali ao lado deles.

“Em momentos de pânico, fadiga, ou

desorganização, ou quando algo fora do

comum tem de ser exigido deles, o exemplo

pessoal do comandante faz maravilhas”,

escreveu o marechal de campo

alemão Erwin Rommel, cujas táticas de

guerra ganhou o respeito de seus inimigos

dos EUA general George S. Patton

e primeiro-ministro britânico Winston

Churchill.

Apele às suas emoções.

Apele para a emoção deles

Os melhores generais têm um senso de

drama, diz Greene. Reduzir as defesas de

seus funcionários com uma história ou

uma piada, e então abordá-los mais diretamente

com a sua tarefa.

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O grande general Hannibal de Cartago

sabia como fazer um discurso apaixonado

que iria inflamar seus homens antes

de uma batalha com os antigos romanos.

Mas ele também sabia que esses discursos

os atingiriam muito mais forte se os

seus homens estivessem relaxados em

sua hora de descanso. Hannibal entretinha

os seus homens com as batalhas de

gladiadores e suas piadas fazia todos os

seus soldados rirem, escreve Greene.

Pese punição e recompensa

“Faça seus soldados competirem para

agradá-lo. Faça os lutar para ver menos

aspereza e mais bondade,” escreve

Greene. Isso não significa que no local

de trabalho que você precise repreender

os funcionários que não atendam às suas

expectativas, mas a bondade excessiva,

independentemente do desempenho vai

fazer a sua equipe não te levar a sério.

Durante os anais da Primavera e Outono

da antiga China, o senhor do Qi promoveu

Sima Rangju a general para defender

a sua região dos exércitos de Jin e

Yan. Quando dois dos homens do senhor

desrespeitou Rangju no campo, Rangju

executou um e matou os atendentes do

“ outro. Seus homens ficaram aterrorizados.

O general, no entanto, também

mostrou ter um lado compassivo, compartilhando

alimentos e suprimentos

igualmente entre suas tropas e cuidando

dos feridos e fracos. Seus homens viram

que ele iria recompensar aqueles que o

seguissem e punir aqueles que não o fizessem,

e eles seguiram até derrotar Jin

e Yan.

por muitas campanhas forjam uma espécie

de grupo mito com base em suas vitórias

passadas”, diz Greene. “O sucesso

por si só vai ajudar a unir o grupo. Crie

símbolos e slogans que se encaixam no

mito. Todos os seus soldados irão querer

pertencer ao grupo.”

Quando o general George Washington

procurou um lugar para acampar as suas

tropas durante o rigoroso inverno de

1777-1778, ele se estabeleceu em Valley

Forge, Pensilvânia. Washington e seus

homens suportaram meses de frio extremo,

muito pouco para comer, e a propagação

de doenças. Até o final de fevereiro

de 1778, 2.500 de seus soldados haviam

morrido. Aqueles que sobreviveram, no

entanto, sentia que eles haviam provado

a si mesmos e que nada iria impedi-los de

ganhar a guerra contra os britânicos. Em

maio, as tropas comemoraram o anúncio

da aliança fundamental com os franceses

e seguiram em frente, mais determinados

do que nunca.

Construir um grupo mito

“Os soldados que lutaram lado a lado

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By Joseph F. Matthews

WHAT WILL , BRAZIL DO

WITH IT S BONANZA

Just about anyone who owns a television

set has seen at least one episode

of the classic TV western series show

Bonanza, depicting the adventures of

the Cartwright family at their majestic

300,000 hectare Ponderosa ranch in

the Sierra Nevada mountains near Lake

Tahoe, Nevada. The Ponderosa was, for

the Cartwright’s, a bountiful and rich

property that also produced a Bonanza

of enjoyment for all viewers who faithfully

tuned in every week during the

1960s /1970s.

The term Bonanza means exactly that:

Something that generates a bounty of

riches and wealth for a person, people or

a nation who are fortunate enough to be

associated with it. In the TV series, the

Cartwright’s used wisdom and sound

counsel in how that administered their

Bonanza that guaranteed their longterm

prosperity.

Taking a page from the famous TV series,

Brazil is coming off its own Bonanza

that has been a decade of bountiful

prosperity (2002-2012) to the degree

the country has not seen since the second

Word War. The question that needs

to be posed is the following: What will

Brazil do with its own Bonanza and, will

it use sound judgment in its administration

to guarantee the country’s own

long-term prosperity and well-being?

Before we address this matter, let us

take a quick look at what Brazil did with

its previous Bonanza. During WW2

(1939-1945), Brazil found itself in a

privileged position of having large quantities

of high valued primary products

such as coffee, sugar, beef and, most

important, rubber. Brazil profitably

sold huge quantities to both the Allies

and the Axis powers until it entered the

war in 1942 upon which it concentrated

all remaining exports with the Allies

until 1945. The direct result of this was

a Bonanza of almost one billion dollars

in accumulated international reserves

when the war ended in 1945 – a huge

amount of money for that time.

Unfortunately, the country chose not to

use its Bonanza wisely, which lead to its

depletion during the turbulent political

period of 1954 – 1964 and the result

was increasing inflation starting in the

1960s. Inflation only grew worse over

the next decades generating a series of

ill-fated “planos” that only served to

deepen the crisis ever further.

The end result of all this was hyperinflation

in the late 1980s that lead to

the Plano Collor and the confiscation of

most all short-term cash instruments.

Many people lost everything they had.

Oddly enough, the collapse of the currency

in March 1989 planted the seeds

that would eventually lead to the Plano

Real and the current Bonanza Brazil is

now enjoying.

With the Plano Real, various key de-

28 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


cades-old structural deficiencies in the

Brazilian economy were finally addressed

and corrected. Hyperinflation was

eliminated, public sector accounts were

put into transparent order and, in 1999,

the Real was allowed to float freely in

the currency exchange market that was

the trigger for the accumulation of reserves

in the first decade of the millennium

that Brazil has never witnessed in

its +500 year history.

UC Article

Brazil’s Bonanza

Page 2

The attached graph shows that after the

currency was allowed to float and find

its correct parity in the early 2000s, Brazil’s

reserves quickly began to recover.

With inflation now under control, public

sector accounts in order and the currency

working under free market conditions

– Brazil was then awarded Investment

Grade Status that opened the floodgates

for solid long-term foreign investments

and the country’s reserves exploded.

Concurrent with all this – Brazil was

blessed with excellent timing as the

boom in commodity demand from China,

India and other emerging Far East

markets fueled this Bonanza even more.

Sadly enough, all good times do come to

an end as the boom from the commodities

and Investment Grade Status ended

in 2012. Moreover, for the last several

years, the government has been using

its reserves to control inflation and Brazil

is expected to deplete its hard-earned

bounty in the amount of at least US$ 25

billion in 2014 and repeat that in 2015.

To round out the tally of worrisome

trends, public sector accounts are once

again in doubt with publically controlled

fuel and energy prices poised to increase

substantially in 2015, triggering more

inflation and a possible recession for

next year. Even the Investment Grade

Status could be at risk.

History now repeats itself, as so often

is the case. Brazil finds itself, on the

eve of 2015, very much like its situation

back in 1945. What will the country do

with its unprecedented Bonanza? Will

it administer this rich bounty as the

Cartwright’s so ably did or will it unwisely

choose to extinguish it over the

next several years in populist measures?

Only time will tell.

One thing is for sure – Bonanzas of this

magnitude only come around once every

couple of centuries. Hopefully wisdom

and sound counsel will prevail and Brazil’s

future prosperity and well-being are

guaranteed.

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@ AYR Consulting Worldwide | Por Luis Rasquilha

INOVAÇÃO: PARA GERAR VALOR E MAIS

CONSUMIDORES, HOJE E NO FUTURO

Informação foi

divulgada no

final de agosto

pelo Instituto

Brasileiro de

Geografia e Estatística

(IBGE),

indicando queda

de 0,2%

Já se começa a falar no “desaquecimento”

da economia brasileira e mesmo

numa entrada em recessão técnica,

segundo os números do PIB brasileiro no 2º

trimestre deste ano. Mas, não importa de

que ângulo vejamos estes fatos, a realidade

é que a economia brasileira começa a dar

sinais de que não basta mais “estar presente”

para tirar partido dela, mas sim estar

presente da maneira certa e de forma

sustentada.

E podemos falar disto com confiança na

medida em que temos estudado os números

da economia brasileira e as mentalidades

dos consumidores desde Setembro de 2011,

quando abrimos operações aqui e publicamos

a nossa 1ª Research Note exclusivamente

dedicada ao país e intitulada “Brasil:

continuando a levantar-se do seu berço

esplêndido”.

E, com base nisto, podemos afirmar que

é possível continuar a crescer, de forma

sustentada, desde que se entendam e pratiquem

dois pontos fundamentais para tal.

O primeiro é o entender que a sociedade

brasileira está começando a mudar de uma

sociedade de consumo para uma sociedade

de insumos. Isto não é retórica, invenção

ou jogo de palavras, e as nossas previsões

de 2011 acabam de ser confirmadas pela

McKinsey, quando concorda conosco em

documento de maio deste ano intitulado

“Connecting Brazil to the World. A path

to inclusive growth” que, para continuar

a crescer, a sociedade brasileira terá que

educar e preparar o consumidor, que se

acostumou à nova prosperidade e quer,

na sua maioria esmagadora, ser o motor

de crescimento sustentado e responsável

para todos. Isto porque, como o antecipávamos

em 2011 e conformamos em 2014

através do

32 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


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O Consumidor e o Cidadão já são uma só entidade , cientes de que os Governos

e os políticos têm poder limitado para efetuar mudanças profundas e

duradouras;

Toca em grande parte às Marcas preencher o espaço deixado pelos Governo,

não de forma “filantrópica” mas sim através de uma combinação de informação

e conhecimento que ajude o consumidor a entender como comprar

melhor;

E, com base no acima, podemos afirmar, baseados no estudo das tendências

e Mentalidades do consumidor que há 5 mudanças fundamentais que já

estão ocorrendo e que estarão cada vez mais presentes:

a

b

c

d

e

O consumo deixará de ser uma simnples aquisição e passará a ser um

“estado de negociação” entre consumidor e marca;

O papel do crédito evoluirá de simples elemento de facilitação de compra

para ser um elemento que faz com que o melhor para cada um seja

possível. Não mais “dentro dos recursos de cada um”, mas sim como

parte da otimização e sustentabilidade dos recursos de cada um;

O conceito de Premium será cada vez mais associado à qualidade que dá

mais e faz mais por nós, ao preço certo;

O papel das Associações de Consumidores terá cada vez maior importância

no processo de decisão de experimentação e compra, pelo que

toca às Marcas passar a vê-las como aliadas e não como adversárias;

A cada vez maior conectividade do consumidor não qurerá dizer que ele

está disposto a ser soterrado por mensagens irrelevantes para ela. Pelo

contrário, a busca pela privacidade e números mais restritos de amigos

selecionados nas redes sociais, pelo que, no final das contas, não vai

bastar ser “Marca” mas sim “Marca de Confiança” para que o Consumidor

facilite e permita, mais ou menos a sua entrada e permanência na

sua vida.

World Trend Report:

O segundo é que os 5 pontos acima querem

dizer que o Consumidor exigirá cada

vez mais que se passe da sociedade de consumo

para uma sociedade onde as Marcas

gerem valor para eles e, como recompensa,

para elas mesmas. E esta “sociedade de insumos”

exigirá cada vez mais a inovação

verdadeira para que quem queira sobreviver

e crescer dentro dela.

E esta inovação verdadeira começa pelo

entendimento de que ela representa agregação

de valore exige o desenvolvimento de

processos, produtos, serviços ou soluções

que sejam reconhecidos como, traduzindo-se

na atribuição de valor acrescentado,

para quem vende seja para quem compra

algo e é representada pela seguinte fórmula:

Valor =

∑ (Benef. Emocionais +

Benef. Racionais)

Custo

Sendo assim, podemos encerrar este artigo

com uma mensagem de confiança para

quem quiser ver entender as mudanças que

estão ocorrendo na sociedade brasileira e

que a geração de valor é essencial para quem

quiser criar e conquistar cada vez mais consumidores.

isto passa pelo entendimento

de que que a verdadeira inovação é a que

gera valor para quem vende e para quem

compra e que ela tem na base a observação

de Tendências e, na prática, metodologias

como a InnovAyr que a podem tirar do papel

e colocar no campo da realidade.

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 33


34 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 35


Por Daniel de Carvalho Luz

VISÃO É TUDO

Tenho sistematicamente ensinado em

minhas aulas e reforçado quando facilito

alguma sessão de planejamento

estratégico que visão é a imagem do que a

empresa gostaria de ser no futuro dentro do

mercado e na comunidade. Não olhar para

o longo prazo passou a ser um fator de risco

para a sobrevivência de qualquer negócio.

A visão cria uma imagem em perspectiva

de algo de grande valor para empresa.

Mais que um desejo mágico ou uma frase

de efeito, é um importante direcionador

estratégico que determina um alvo a ser alcançado,

exigindo um conjunto de medidas

concretas para que o desejo se transforme

em realidade.

36 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


Precisa também ser suficientemente

forte para resistir as intempéries e furacões

pelos quais a empresa poderá passar.

O Conteúdo da visão envolve mente,

espirito e é capaz de fornecer um mapa

da direção futura, de forma eficiente, gerando

entusiasmo nessa direção. Mesmo

as empresas que não possuem uma frase

oficial têm, com certeza, uma visão a ser

definida em determinado momento, a

partir de citações cotidianas repetidas

pelos gestores. O conceito e enunciado

da visão nunca foram tão importantes

como no mundo de hoje, com organizações

achatadas, desestratificadas e

descentralizada, onde deve haver harmonia

e coerência entre colaboradores e

organização.

Quando construída de forma clara,

o trabalho do Patrimônio Humano fica

facilitado, pois a organização tem maior

probabilidade de selecionar novos colaboradores,

com visão pessoal que seja

compatível com a da empresa, sendo

evitada a maioria dos equívocos.

Um bom enunciado de visão expõe

aspirações futuras em cerca de 25 palavras

ou menos, segundo o especialista

D. Shaaf. Para John Naisbitt, autor de

Megatendências e de Paradoxo Global,

em algum momento devemos nos perguntar

qual é efetivamente, a natureza

do nosso negócio e assim fazer perguntas

diretas e obter respostas sinceras,

que podem ajudar a saber quem somos

e quem desejamos ser.

Muitas organizações já possuem

declarações de visão, mas a maioria

parece irrelevante quando olhamos para

onde elas estão indo. Será que essas

declarações estão mal formuladas? Se

esse for o caso, como podem ser melhoradas?

O objetivo de uma declaração de

visão é criar uma organização alinhada,

energizada, onde todos trabalham juntos

para os mesmos fins almejados.

Pesquisas demonstram claramente o

extraordinário impacto de uma visão

compartilhada ou de uma ideologia

básica no desempenho financeiro de

longo prazo. O retorno acumulado sobre

o investimento em ações das empresas

consideradas visionárias pesquisadas

por Collins e Porras e publicados no livro

Feitas para Durar, evidenciam que

foi seis vezes maior do que o das empresas

bem sucedidas que usaram para

comparação e 15 vezes maior do que o

mercado em geral, durante um período

de 50 anos. Portanto, tudo começa com

uma visão.

Visão e liderança

Segundo Ken Blanchard, autor de

Liderança de Alto Nível, visão sempre

remete a liderança. As pessoas olham

para seus líderes em busca de visão e

direção. Se a verdade é que os líderes

devem envolver os colaboradores no estabelecimento

da direção a seguir, a responsabilidade

por assegurar e manter

a visão também permanece nas mãos

desses mesmos comandantes e não pode

ser delegada a outros. Criar uma visão e

mantê-la viva não é o tipo de atividade

que pode ser assinalada como cumprida

numa lista de tarefas. É um dos papéis

mais sérios e constantes da liderança.

Não é preciso esperar pela visão organizacional

para começar. Visão é responsabilidade

de cada líder em cada nível

de uma organização, e é possível criar

visões para seus departamentos, mesmo

quando o restante da organização não

tem uma.

Visão é tudo!

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 37


@ RMA Trends | Por Augusto Pinto

COMUNICAÇÃO CORPORATIVA:

não grite senão ninguém te escuta

A boa comunicação corporativa deve ser interativa, baseada continuamente

nos interesses do público, que mudam como os desenhos das

nuvens no céu. O que fazer a respeito?

Executivos e empresários foram educados

para “cacarejar” sobre seus

negócios. Passamos nossas vidas

“vendendo nosso peixe” por meio da

imprensa, campanhas publicitárias, web

site de nossa empresa e, claro, em nossas

apresentações de vendas, recheadas de

PPT’s. Porém, subitamente (ou talvez nem

tão subitamente assim, talvez nós é que

estávamos distraídos), nossa mensagem

começa a se perder no mercado persa que

se tornou a comunicação entre empresas e

pessoas. Vivemos claramente uma época de

déficit de atenção. Veja se a cena que vou

descrever a seguir já aconteceu com você:

38 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014

“Você entra em uma importante reunião

de negócios, super bem preparado, com um

set perfeito de PPT’s coloridos para apresentar,

dominando o assunto e totalmente

confiante. Quando você olha a platéia vem

a primeira surpresa: a maioria está na faixa

dos low 30’s, ou até um pouco abaixo. Todos

olhando para algo em seus smartphones,

que você não sabe bem o que é (Facebook,

e-mail, SMS’s, Twitter...). Nesse momento

você se lembra de ter visto a mesma cena

às 6 hs da manhã na academia, com os caras

na esteira e o smartphone diante dos o-

lhos. Desafio: como atrair e reter a atenção

dessa galera? Não vou descrever o resto da


eunião, mas a coisa fica ainda pior quando

a parte mais sênior da audiência entra com

seus notebooks e continua trabalhando durante

sua apresentação, como se você não

existisse.”

Pode não servir de consolo, mas isso

não aconteceu só com você. E o problema

fica ainda mais dramático quando a gente

se dá conta que esse mesmo público quase

não lê mais jornais, são impacientes e só se

alimentam de pílulas de informação, privilegiando

pesquisar informações na Internet

(quando e onde quiserem) e por meio

de suas redes de relacionamento. A coisa

é tão rápida e violenta que recentemente

os americanos publicaram o resultado de

uma pesquisa apontando o envelhecimento

progressivo dos usuários do Facebook. Os

jovens estão preferindo outras formas de

comunicação rápida em sua rede de relacionamento,

como o Snapchat ou WhatsApp.

Como vamos continuar “vendendo o

nosso peixe” para essa turma? Não adianta

gritar porque os ouvidos deles estão tapados

para a comunicação tradicional. Aqui

eu tenho boas e más notícias para vocês.

Talvez seja mais fácil se comunicar com um

público hiper-conectado, do que era fazer

comunicação sem conhecer o perfil do outro

lado, cenário típico do século passado.

Hoje é muito fácil entender o perfil do

público, pois ele se expressa abertamente

pelas redes sociais. Essa é a boa notícia. A

má notícia é que monitorar redes sociais e

escolher as melhores estratégias e canais

de comunicação para cada perfil de público,

não é nem intuitivo, nem simples. É preciso

inteligência, baseada em software e análise

de informações.

A comunicação ideal para o público com

déficit de atenção deve ser curta e direta,

na veia. Se alguém está interessado em saber

qual o melhor software para Nota Fiscal

Eletrônica em postos de gasolina, nem

tente falar de ERP, ou explicar conceitos. É

preciso ser direto e incisivo. Por trás deste

fato, podemos ter um insight inquietante:

a comunicação genérica, “one size fits all”,

não funciona mais. A boa comunicação corporativa

deve ser interativa, baseada continuamente

nos interesses do público, que

mudam como os desenhos das nuvens no

céu. O que fazer a respeito?

A resposta não é simples, nem cabe neste

espaço, mas dá para dar uma pista. Aí vão

algumas dicas, que podem ser utilizadas

como uma receita de bolo (mas é de fubá,

bem simples, porém não menos gostoso):

• Não comunique nada, absolutamente

nada, sem conhecer seu público-alvo.

• Conhecendo o perfil do público, descubra

seus canais preferenciais de informação.

• Planeje antes de comunicar.

• Monitore o resultado de todas as suas

ações de comunicação. Sim, isso vai exigir

a criação de indicadores e metas para serem

comparadas com os resultados.

• Execute a comunicação como um ciclo

contínuo e privilegie a inteligência.

• Se relacione com seu público.

• Sua marca deve ser o tempo todo: transparente,

coerente e útil para o público (por

todos os canais, de forma homogênea).

É provável que você precise de ajuda, antes

de entrar nessa teia, mas ela existe. Hoje

existem poderosos softwares de monitoramento

de mídias, que medem o interesse

do público por cada peça de conteúdo que

você publique, sistemas de Data Analytics

para ajudá-lo a descobrir as pedras preciosas

escondidas, e existem também agências

de comunicação da nova economia, preparadas

para ajudá-lo a desvendar esse novo

mundo.

Anime-se! Depois que você descobrir o

caminho das pedras, vai ser bem mais simples,

mais barato e, especialmente, muito

divertido

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 39


Por XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

BONS BENEFÍCIO PODEM

MANTER OS COLABORADORES

50% MAIS MOTIVADOS

Alcançar e manter resultados cada

vez mais consistentes é o objetivo

de toda empresa, seja qual for o

seu porte e ramo de atividade. Para isso,

mais do que instalações modernas, máquinas

novas e equipamentos de última geração,

é preciso reconhecer e valorizar o

recurso mais importante: o capital humano,

ou seja, as pessoas que trabalham na

empresa.

40 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014

Estudos realizados ao redor do mundo

estabeleceram uma relação direta entre

produtividade e motivação, afirmando

que colaboradores felizes chegam a dobrar

sua produtividade. Eles mostram

que quando o único incentivo oferecido

é o salário mensal, a tendência é que os

colaboradores produzam de acordo com

o valor recebido. Mas se além do salário

o colaborador estiver motivado, ele terá


satisfação em se comprometer com a empresa,

gerando resultados bem acima da

média.

Por esse motivo, as empresas estão

cada vez mais interessadas em implantar

novos benefícios que valorizem os colaboradores

e ofereçam conforto e comodidade.

Pensando nisso, a empresa Total DCA,

resolveu inovar nos seus serviços, com o

processo chamado “Cesta Básica de porta

a porta”, um sistema de entregas de Cesta

Básica que garante que o colaborador

receba a sua Cesta Básica, mensalmente,

na sua residência. Comodidade também

para os gestores das empresas usuárias

do serviço, que podem contar com um

sistema online para acompanhar a entrega

porta a porta.

Com 28 anos de experiência no mercado

de Cestas Básicas, a empresa que hoje

atende mais de 20 cidades da região de

Sorocaba, é uma das pioneiras em logística

e armazenagem de Cestas Básicas.

Com uma expertise no ramo de logística

e de entregas porta a porta, a empresa

destaca-se pela agilidade, pontualidade e

excelência nos serviços oferecidos.

Entre as principais dificuldades apontadas

pelas empresas para a entrega

desse benefício está a logística de entrega

e o espaço para o armazenamento. Já

para os colaboradores, entre os pontos

negativos citados está a dificuldade em

levar a Cesta Básica para a sua residência

e a demora para retirar o benefício do departamento

de Recursos Humanos.

Para Maurício Sanches, diretor da empresa,

a intenção é oferecer mais comodidade

a empresa e conforto aos colaboradores

que, muitas vezes, não possuem

condução para levar a cesta básica para

casa. “A demora na liberação do benefício

e a dificuldade em carregar a cesta básica

até a sua residência, acaba gerando frustração

ao colaborador, completa Sanches.

Para nós da Total DCA é uma enorme

satisfação poder ver o sorriso da dona de

casa ao receber a cesta básica na sua casa,

na data esperada”, finaliza Sanches.

A Total DCA atende as maiores empresas

de Cestas Básicas do Brasil. Sua operação

de logística possui capacidade para

distribuição de até 2.000 caixas diariamente.

Mais informações pelo site www.

portaldca.com.br

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 41


42 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 43


44 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 45


@ Luxurylaunches | Tradução: Márcia Rebling

O SHOPPING DO MUNDO

11 fatos sobre o maior centro mundial que está sendo construído em Dubai

Dubai será o lar da primeira cidade

com temperatura controlada do

mundo incluindo um complexo de

compras de 8 milhões de metros quadrados

chamado “Shopping do Mundo”, sua

alteza o Sheikh Mohammed bin Rashid

Al Maktoum anunciou ontem. Os planos

para o Shopping foram revelados originalmente

18 meses atrás, mas os últimos

anúncios indicam que os trabalhos para o

projeto estão para começar, apesar de os

custos e data de conclusão do projeto não

terem sido anunciados ainda. Aqui estão

11 fatos interessantes sobre o novo maior

shopping do mundo:

46 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014

11. O shopping será construído usando

uma tecnologia “state-of-art” para reduzir

consumo de energia e emissão de carbono

assegurando elevados níveis de sustentabilidade

ambiental.

10. A gigantesca construção pretende a-

trair 180 milhões de visitantes por ano.

Também será o maior centro de celebração

de Dubai com capacidade para acomodar

15.000 foliões ao mesmo tempo.

9. Turistas poderão aproveitar uma semana

de estadia sem a necessidade de deixar a

cidade ou usar carro.

8. O shopping tem 3 milhões de metros quadrados

dedicados ao Bem Estar, oferecendo


serviços de rejuvenescimento. Desde experiência

holística, cuidados com a saúde,

procedimentos cirúrgicos e tratamentos

cosméticos, todos esses cuidados com o

bem-estar estarão disponíveis.

7. O projeto inclui áreas destinadas para

estacionamento com uma capacidade para

50.000 carros no nível do solo.

6. O Distrito Cultural Dubai dentro do

shopping será palco para eventos culturais

que irão combinar experiências inspiradas

na Brodway de Nova York. O Distrito

Cultural Dubai abrigará conferências,

casamentos e reuniões. Também terá um

distrito dedicado a teatros da Broadway.

O Caminho da Celebração, parecido com a

rua Ramblas em Barcelona, irá ligar os distrito

cultural ao restante do shopping.

5. O complexo será construído próximo ao

shopping dos Emirados, que abriga uma

pista de ski indoor e a uma pequena distância

de carro do Burj Khalifa a mais alta torre

do mundo e o adjacente shopping Dubai.

4. O Shopping do Mundo, dirigido pela

Dubai Holding, estará localizado na estrada

Shaikh Zayed.

3. O projeto prevê o maior shopping do

mundo conectado a 100 hotéis e edifícios

apartamentos independentes somando

20.000 quartos

2. O Shopping do Mundo compreenderá o

maior parque temático do mundo coberto

por uma cúpula de vidro durante o verão e

que será aberta nos meses de inverno para

proporcionar uma experiência de compras

ao ar livre como nas lojas de varejo.

1. Espalhado numa área de 50 milhões de

metros quadrados, a primeira cidade de

temperatura controlada do mundo será

lar do maior shopping do mundo com uma

área de 8 milhões de metros quadrados.

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 47


48 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 49


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50 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


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Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 51


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52 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


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Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 53


@ MwLuxury | Por Caio Ribeiro

DRIVE ITALY

Que tal dar uma volta de Ferrari pela Itália?

Você esta planejando passar por

uma experiência única neste final

de ano? Que tal viajar pelas lindas

paisagens da Itália a bordo de uma Ferrari?

A Drive Italy pode lhe proporcionar

esta experiência e muito mais. Com um

serviço voltado para os hospedes dos

hotéis mais luxuosos, a empresa coloca

em suas mãos quatro modelos da marca,

todos eles produzidos na cor vermelha,

junto com um pacote de personalizado

com propostas de hotéis e alternativas

de rotas e a sua única preocupação será

assumir o comando de um desses mitos

italianos.

O serviço permite também que você

conduza a Ferrari com tranqüilidade,

sem obrigação de assinar altos valores

de seguros, já que eles estão inclusos no

valor do aluguel e o mais importante,

sem sustos no cartão de crédito. Entre

os modelos oferecidos estão: Ferrari California,

Ferrari F458 Itália, Ferrari F599

GTB Fiorano e Ferrari F612 Scaglietti.

Agora se você quiser pegar uma estrada

sem rumo, não precisa se preocupar. O

serviço também conta com um concierge

que pode lhe sugerir muitos lugares para

você passar a noite, além de caminhos alternativos

e rota de compras. Ao alugar

pela primeira vez, você ainda será recompensado

com um cartão fidelidade, que

irá permitir que você se junte ao Club

Drive Italy que dará descontos nas próximas

locações. O serviço pode ser solicitado

na recepção dos hotéis que contam

com a Drive Italy como parceira ou ligando

para o Call Center da empresa que esta

disponível 24 horas por dia.

Então que tal pegar a estrada?

54 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


TOP FIVE - VENEZA

LIstamos cinco momentos que você não pode deixar passar quando

visitar Veneza

Veneza é uma cidade da região de Vêneto

no nordeste da Itália. É conhecida pela sua

história, canais, museus e monumentos,

famosa pelo seu Festival de Cinema e a Bienal

de Artes, pela Regata histórica que ocorre no

primeiro domingo de setembro, pela fabricação de

vidro, pelo Carnaval, pelos casinos e seus passeios

românticos. A influência de Veneza estendeu-se

naturalmente ao nível cultural ao longo da

História. Exemplos disso são as telas para pintura

que foram inventadas na cidade, inovações na

fabricação do vidro e o papel dominante da Escola

Veneziana na música européia no século XVI.

CARNAVAL

Para presenciar o carnaval de Veneza, você

terá que ir meados de fevereiro. O carnaval de

Veneza surgiu a partir da tradição do século

XVII, onde a nobreza se disfarçava para sair

e misturar-se com o povo. Desde então as

máscaras são o elemento mais importante

deste carnaval. A festa tem duração de 10

dias e durante a noite realizam-se bailes

em salões regatas a muito champagne. Os

trajes que se usam são característicos do

século XVII e são comuns as “maschera

nobile” ou seja, máscaras nobre, caretas

brancas com roupas de seda negra e chapéu de três

pontas. Desde de 1979 foram sendo somadas outras

cores aos trajes, embora as mascaras continuem a ser

brancas, prateadas ou douradas.

Setembro/Outubro 2014 |universo corporativo 55


gôndola

Apenas entrando em uma gôndola é

possível desfrutar da verdadeira essência

de Veneza. Estas viagens se tornam

obrigatórias para todos os turistas que

visitam a cidade, especialmente para os

casais que desejem curtir um dos passeios

mais românticos de suas vidas. O

barco clássico agora é mais utilizado por

turistas ou para casamentos, funerais e

outras cerimônias. A maioria dos venezianos

agora viaja em barcos motorizados

“vaporetti” que fazem viagens regulares

ao longo das rotas principais dos canais da

cidade e entre as ilhas. A cidade também

tem muitas embarcações privadas. As únicas gôndolas

ainda de uso comum pelos venezianos são os “Traghetti”,

onde os passageiros atravessam o Grande Canal em determinados

momentos, sem pontes. Os visitantes podem

ainda tomar os barcos-táxis em outras áreas da cidade.

BAR HARRY

O Bar Harry deve ser a parada obrigatória

em Veneza. Um espaço muito agradável e

com uma decoração elegante feita pelo Barão

Gianni Rubin de Cervin. O Bar fica perto da

Praça de São Marcos, um dos locais mais visitados

de Veneza. Desde sua inauguração, o bar

tem atraído a clientela internacional, refinado

que habitualmente vêm pra Veneza no feriado.

Já passaram por lá: Arturo Toscanini, Guglielmo

Marconi, Somerset Maughan, Noel Coward,

Charlie Chaplin, Barbara Hutton. Não deixe de

provar o famoso Bellini, um coquetel de prosecco

com pêssegos. Uma das especialidades da casa.

56 universo corporativo | Setembro/Outubro 2014


museus

Veneza é um museu ao ar livre e sua oferta de espaços culturais

é muito sedutora. E as mais importantes obras de arte

se encontram entre seus museus igrejas. Conheça clássicos da

pintura veneziana ou aprecie obras de arte

moderna em lugares maravilhosos,

como o Collezzione Peggy

Guggenheim, situado no antigo

palácio Venier dei Leoni ou na

Galeria Dell’Academia, com a mais

completa coleção de arte veneziana.

Não deixe de visitar também a

Libreria Nazionale Marciana com

manuscritos e raridades literárias;

o Museo Correr, que apresenta a

história da cidade em estilo neoclássico;

e a Scuola Grande di San Rocco,

que hoje abriga as obras do artista

Jacopo Tintoretto.

praças

Passeando pelas antigas e tortuosas

ruas de Veneza, em algum

momento você vai encontrar-se em

uma das inúmeras praças da cidade.

Piazza San Marco é uma das praças

mais magníficas de toda a Europa,

que compreende em um conjunto

notável de jóias arquitetônicas.

Campo San Polo, Campo San Luca e

Campo dei Santo Giovanni e Paolo a-

traem os visitantes com suas paisagens

e uma atmosfera única.

Piazza San Marco - É o centro da vida cotidiana em Veneza.

É visitada por milhões de turistas no ano e há muito tempo

tornou-se um cartão postal famoso. Abriga monumentos

encantadores e elegantes cafés, além de um ponto de vista

inigualável a partir do topo da torre do sino.

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