Aromaterapia Lição 1
Nesse curso explicamos com detalhes o efeito curativo de mais de 50 essências aromáticas.
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DIREITOS AUTORAIS<br />
© Copyright by Marcus Roberio M. Sá<br />
Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por<br />
qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas gráficos, microfílmicos,<br />
fotográficos, reprográficos, fonográficos, videográficos e eletrônicos.<br />
O material textual deste curso está registrado no MINISTÉRIO DA CULTURA<br />
DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.<br />
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aos seus respectivos proprietários.
AUTOR<br />
Prof. Marcus Roberio M. Sá<br />
Diretor da VOPPUS STELLA MARIS, Projetista Industrial, Acadêmico em<br />
Economia, Professor de Antropologia Holística há 25 anos, Professor e escritor<br />
de mais de 28 cursos de Terapias Alternativas, Metafísica, Paraciências, Yoga e<br />
outros, Atuante na área de Terapias Alternativas há mais de 20 anos, Escritor,<br />
Conferencista, Acupunturista, Massoterapeuta, Terapeuta Holístico, Tarólogo,<br />
Radiestesista, Quirólogo, Astrólogo.
Curso Livre de Formação em<br />
<strong>Aromaterapia</strong> Ampliada<br />
LIÇÃO 1 ‐ TERAPÊUTICA AROMÁTICA<br />
O que é <strong>Aromaterapia</strong>. Objetivo do curso de Formação em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada. Ferramenta de<br />
trabalho, autotratar‐se, tratar familiares, amigos, vizinhos e colegas. Respostas às perguntas mais<br />
freqüentes acerca da <strong>Aromaterapia</strong>. Estrutura didática do curso. Estudo terapêutico e técnico das<br />
essências de: Alecrim, Alho, Anis, Anis Estrelado, Benjoim, Calêndula, Cajepute, Camomila, Canela,<br />
Cânfora, Cedro, Cipreste, Citronela, Cravo, Estragão, Erva Doce, Eucalípto, Gengibre, Gerânio,<br />
Hissopo, Hortelã, Lavanda, Laranjeira, Mandarina, Melissa, Mirra, Neroli, Niaouli, Noz moscada,<br />
Olíbano, Orégano, Pinho, Rosa, Sândalo, Sassafras, Tea Tree, Tangerina, Tomilho, Verveine,<br />
Vetiver, Zimbro e mais outros 15 óleos aromáticos. Total: 57 essências aromáticas a serem<br />
estudadas no decorrer do curso além dos 14 óleos carregadores. História resumida da cura pelas<br />
plantas: Hipócrates, Discórides, Galeno, Escola de Salerno, Paracelso, Oswaldo Crollius, Kicher,<br />
Hahnemann, Messegué, McInnes e Bach. UNESCO e OMS aprovam as terapias holísticas. Opiniões<br />
de médicos e pesquisadores acerca da <strong>Aromaterapia</strong>. Noções de Botânica.<br />
LIÇÃO 2 ‐ HISTÓRIA, ESSÊNCIAS E POVOS<br />
Histórico, Essência e Povos. Essências: ação genérica. Energias e sensações. Essências: bases<br />
científicas e históricas. Pesquisas e pesquisadores acerca das essências. Descrição terapêutica e<br />
técnica das essências de Alecrim e Alho. Massoterapia aromática: noções básicas. Os benefícios<br />
terapêuticos da massagem. Noções de aromabanhoterapia. Banho através da História. Banho<br />
romano. Sacralidade do banho.<br />
LIÇÃO 3 ‐ ESSÊNCIAS E A BÍBLIA<br />
Essências Aromáticas e a Bíblia. O corpo de Cristo e os ungüentos aromáticos. Descrição<br />
terapêutica e técnica das essências Anis, Bergamota, Cajepute e Camomila. Principais manobras da<br />
massagem aromática. <strong>Aromaterapia</strong> condimentar: como usar os condimentos para tratar<br />
enfermidades. Açafrão, Alcarávia, Alcaparra, Alecrim, Alho poró, Alho, Anis, Cebolinha‐verde,<br />
Coentro, Cerefólio. Bibliografia geral com mais de 250 títulos. Bibliografia específica em<br />
<strong>Aromaterapia</strong> com mais de 60 títulos.
LIÇÃO 4 ‐ HIDROTERAPIA AROMÁTICA<br />
Hidroterapia Aromática. Aromas, perfumes, incenso e religião. Oração para consagrar qualquer<br />
planta aromática. Sacralidade terapêutica das essências. Povos pré‐colombianos, hindus, egípcios<br />
e tibetanos e essências. Uso diário dos arômatas. Propriedades terapêuticas das essências. O<br />
perigo das falsificações. Massoterapia aromática: 14 pontos importantes. Massagem: indicações e<br />
contra‐indicações. Pele: veículo de absorção das essências. Banhos aromáticos e temperatura.<br />
Banho: banheira, assento, duchas, vapor, bacia, baldes, compressas, luvas, manilúvio e pedilúvio.<br />
LIÇÃO 5 ‐ CONDIMENTOS E AROMAS<br />
Condimentos e Aromas. Descrição terapêutica e técnica das essências de Canela, Cebola, Cedro,<br />
Cipreste, Coentro. Aplicação terapêutica dos condimentos aromáticos: Cominho, Cravo‐da‐Índia,<br />
Cúrcuma, Endro, Erva‐cidreira, Estragão, Erva‐doce, Gengibre, Gergelim e Hortelã.<br />
LIÇÃO 6 ‐ ATLÂNTIDA ‐ BERÇO DAS TERAPIAS<br />
Atlântida: Berço das Terapias Holísticas. Comprovações da existência da Atlântida. Tecnologia<br />
atlante. Medicina na Atlântida. O que sobrou da raça atlante. Degeneração atlante. Restos<br />
geográficos da Atlântida. Método Radiestésico de Recomendação de Essências: Preliminares.<br />
Relaxamento quântico (1 ª parte).<br />
LIÇÃO 7 ‐ OLFATO E AROMAS<br />
Olfato e Aromas. Anatomia e fisiologia do sistema olfativo. Descoberta fantástica do Dr. Asuero.<br />
Mariposa macho reconhece o odor da fêmea a 600 Km de distância. Mundo odorífico. Dados<br />
científicos das essências. Variação das porcentagens dos componentes das essências. Como<br />
preparar o óleo essencial para massagem. Estudo dos óleos carregadores: germe de trigo,<br />
macadâmia, oliva, prímula, abacate, amêndoas doces, rosa mosqueta, avelã, cártamo, soja, côco,<br />
cacau e semente de uva. Aplicação terápica dos condimentos: Louro, Manjericão, Manjerona,<br />
Mostarda, Noz moscada, Orégano, Pimenta‐do‐reino, Raiz forte, Salsa, Sálvia, Segurelha, Tomilho,<br />
Urucum e Zimbro.<br />
LIÇÃO 8 ‐ SAÚDE, ERVAS, AROMAS E BANHOS I<br />
Saúde, Ervas, Aromas e Banhos. Descrição terapêutica e técnica das essências: Cravo, Estragão,<br />
Erva‐doce, Eucalipto, Gengibre, Gerânio e Hissopo. Como usar os banhos aromáticos para artrite,<br />
reumatismo, torceduras, dores nos pés e nas pernas, distensões musculares em geral,<br />
osteoartrite, gota, ciática, eczema, dermatite, psoríase, queimaduras do sol, coceira, acne, cravos,<br />
espinhas, veias varicosas, frieiras e caspa.<br />
LIÇÃO 9 ‐ EGITO ENIGMÁTICO<br />
Egito Enigmático. Energia piramidal. Múmias vivas e mortas. Maldição de Tutankamon. Tecnologia<br />
dos egípcios. Faraós e rainhas. Uso das essências aromáticas no embalsamamento de múmias.<br />
Religião e sabedoria. Relaxamento quântico (2 ª parte).
LIÇÃO 10 ‐ ESSÊNCIAS AROMÁTICAS ‐ COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS<br />
Osmoterapia: Bases Científicas. Vibração, onda, freqüência, ressonância e arrastamento e os<br />
aromas. As ondas aromáticas propagam energia ósmica ou osmons. Poder anti‐séptico das<br />
essências cientificamente comprovado. Tabela de Cavel: infertilização das essências. Experiência<br />
francesa: esterilização do ar por meio de uma mistura de essências. Instruções completas de como<br />
executar a massagem aromaterapêutica na cabeça, tronco e membros.<br />
LIÇÃO 11 ‐ SAÚDE, ERVAS, AROMAS E BANHOS II<br />
Descrição terapêutica e técnica das essências: Hortelã, Jasmim e Lavanda. Como usar os banhos<br />
aromáticos para: tosse, resfriado, catarro, asma, bronquite crônica, enfisema, palpitações, pressão<br />
alta, acidez, náuseas problemas na vesícula, prisão de ventre e hemorróidas.<br />
LIÇÃO 12 ‐ MAGNÍFICOS ASTECAS<br />
Magníficos Astecas. Sabedoria misteriosa dos astecas. Pirâmides. Religião. Astecas e<br />
extraterrestres. Decifração da Pedra do Sol. Direito e Moral asteca. Relaxamento quântico (3 ª<br />
parte).<br />
LIÇÃO 13 ‐ PODER ANTI‐SÉPTICO DAS ESSÊNCIAS<br />
Poder Anti‐séptico das Essências. Códex Francês. Porque as essências são caras. Essências: resenha<br />
científica. Algumas propriedades das essências em geral. As essências aromáticas na culinária. O<br />
que é um aromatograma e suas aplicações. O que é Reflexologia. O que é propriocepção.<br />
Reflexologia dos pés. Micro‐sistemas do corpo humano.<br />
LIÇÃO 14 ‐ ÓRGÃOS, SISTEMAS E ESSÊNCIAS AROMÁTICAS<br />
Órgãos, Sistemas e Essências Aromáticas. Noções de anatomia. Descrição simplificada dos<br />
principais sistemas do corpo humano. Descrição das essências aromáticas associadas aos<br />
principais sistemas orgânicos. Descrição terapêutica e técnica das essências: Laranjeira, Limão,<br />
Manjericão, Manjerona, Melissa. Como usar os banhos aromáticos para: cistite, problemas<br />
urinários, problemas de próstata, distúrbios menstruais, cólicas menstruais, fluxo excessivo,<br />
tensão pré‐menstrual e menopausa.<br />
LIÇÃO 15 ‐ MAIAS ‐ DESCENDÊNCIA ATLANTE<br />
Maias: povo da serpente. Calendário maia. Discos voadores maias. Popol Vuh. Códice de Dresden.<br />
Numerologia maia. O crânio de cristal maia com incríveis poderes. Relaxamento quântico (4 ª<br />
parte).
LIÇÃO 16 ‐ REFLEXOTERAPIA AROMÁTICA<br />
Reflexologia Aromática. Essência e agressividade celular. Difusão das essências no corpo.<br />
Essências: feridas e queimaduras. Antibióticos: mocinhos ou bandidos. Instruções completas de<br />
como realizar uma sessão de reflexoterapia dos pés juntamente com os óleos essenciais.<br />
Apresentação do Repertório Aromaterapêutico Específico com mais de 200 distúrbios orgânicos e<br />
as respectivas essências aromáticas que os tratam.<br />
LIÇÃO 17 ‐ METAFÍSICA DO PINHEIRO<br />
Metafísica do Pinheiro. Descrição terapêutica e técnica das essências: Neroli, Niaouli, Noz<br />
moscada, Patchouli, Pinho. Como usar os banhos aromáticos para: dores de cabeça, distúrbios<br />
emocionais, depressão, insônia, síndrome da fadiga crônica e crise de ira.<br />
LIÇÃO 18 ‐ META‐ORGANISMO<br />
Corpo físico e meta‐organismos: vital, emocional, mental, volitivo, consciencial e átmico. Alma<br />
humana e alma divina. Matéria e energia. Corpo vital e medicina chinesa. Corpo astral. Corpo<br />
mental e o cérebro. Corpos solares e lunares. Relaxamento quântico (5 ª parte).<br />
LIÇÃO 19 ‐ AS ESSÊNCIAS E SUAS PROPRIEDADES<br />
Essências e suas Propriedades. Mística das essências. Signos, plantas e doenças. Magia elemental<br />
da mirra. Notas musicais e os perfumes. Propriedades das essências: antiparasitária,<br />
antinevrálgica, etc. Ação generalizada das essências. Uso diário das essências. Essências que<br />
abaixam a pressão arterial. Essências para aumentar a produção de leite nas mães que<br />
amamentam.<br />
LIÇÃO 20 ‐ REPERTÓRIO AROMATERAPÊUTICO GENÉRICO<br />
Repertório Aromaterapêutico Genérico. Descrição terapêutica e técnica das essências: Rosa,<br />
Sálvia e Sândalo. Relação de essência: analgésica, antianêmica, antiartrítica, anticâncer,<br />
antidiabética, antidiarréica, antiepidêmica, antigotosa, antigripal, antiinfecciosa, antilitíase,<br />
antinevrálgica, antiprurídica, antireumática, antiesclerótica, antiescorbútica, anti‐séptica,<br />
antiespasmódica, antisudoral, antitóxica, aperiente, afrodisíaca, adstringente, bactericida,<br />
balsâmica e béquica.<br />
LIÇÃO 21 ‐ CAUSAS DAS ENFERMIDADES<br />
Causas das enfermidades. OMS aprova as terapias holísticas. Visão de Paracelso. Ens astrale, Ens<br />
veneni, Ens naturae, Ens espirituale e Ens dei: causadores das enfermidades. Método Radiestésico<br />
de Recomendação de Essências Aromáticas (1 a parte). O que é radiestesia. Quem pode usar a<br />
radiestesia. Pêndulo: instrumento do radiestesista. Pêndulo mecânico e pêndulo radiestésico.<br />
Sintonização pendular: direta e indireta. Como o terapeuta pode recomendar as essências<br />
aromáticas por meio do pêndulo. Condições fundamentais para uso do pêndulo.
LIÇÃO 22 ‐ COMO AGEM AS ESSÊNCIAS<br />
Como Agem as Essências: Teoria de Filatov, Fito‐hormônio, Campo Eletromagnético, Vibrações<br />
sobre o Sistema Vago‐simpático e Potencial de Óxido‐redução, Índice de acidez e resistibilidade.<br />
Cuidados com as essências falsificadas. Perfumes e essências. Indústria do perfume. Relação de<br />
essências: calmante, carminativa, colagoga, cicatrizante, depurativa, diurética, emenagoga,<br />
expectorante, febrífuga, galactogoga, hemostática, hipertensora, hipnótica, hipotensora,<br />
parasiticida, remineralizante, resolutiva, sedativa, estimulante, estomáquica, diaforética, tônica e<br />
vermífuga.<br />
LIÇÃO 23 ‐ TEE TREE ‐ ESSÊNCIA DE 1001 UTILIDADES<br />
Tea Tree: Essência de 1001 Utilidades. Descoberta, colheita, produção, parte utilizada,<br />
propriedades, uso em geral, indicações internas e externas do Tea Tree. Como usar o óleo<br />
essencial do Tea Tree para tratar de: pele, cabelo, caspa, seborréia, congestão nasal, rinite,<br />
sinusite, dor de garganta, dor de ouvido, gengivite, mal hálito, dor de dente, tosse, enfisema,<br />
picada de insetos, bolhas, cortes, ferimentos, escoriações, pós‐barba, urticária, eczema, furúnculo,<br />
herpes zoster, micose, verruga, equimose, varicela, infecções vaginais, cistite, unha encravada,<br />
fungos, artrite, reumatismo, ciática, luxações, entorse, assaduras de bebês, tratar animais com<br />
pulgas, carrapatos, erupções na pele, limpeza e desinfecção de casa, roupas e muito mais. Estudo<br />
acerca dos perfumes. Modo de extração das essências.<br />
LIÇÃO 24 ‐ CHACRAS E AROMATERAPIA<br />
Relação dos chacras, corpo físico e meta‐organismo. Relação dos chacras e sistema<br />
endoneurofisiológico. Chacras e reações psicossomáticas. Chacras e distúrbios orgânicos e<br />
psicológicos. Chacras: Principais virtudes e defeitos. Método Radiestésico de Recomendação de<br />
Essências Aromáticas (2 ª parte). Pontos que o radiestesista deve evitar: auto‐sugestão remanência<br />
e impregnações. Como evitar a remanência. Exercícios práticos para acumular experiência e<br />
aumentar a autoconfiança na indicação dos óleos essenciais por meio do pêndulo. Como usar o<br />
método radiestésico: Kit Auxiliar e Gráficos Auxiliares.<br />
LIÇÃO 25 ‐ FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO DAS ESSÊNCIAS AROMÁTICAS<br />
Formas de Administração das Essências Aromáticas: Via Oral, Via Cutânea, Via Respiratória e Via<br />
Vibracional. Preparação, dosagem, indicações de cada via. Pedilúvio, banhos, manilúvel,<br />
compressas, aromatizadores ambientais e massagem. Via vibracional: energia, vibração, onda,<br />
freqüência, ressonância vibratória, arrastamento oscilatório. Odor e vibrações. Importância dos<br />
chacras na via vibracional. Relação dos chacras, órgãos e distúrbios do corpo humano.<br />
Apresentação de listagem de essência para cada um dos sete chacras.<br />
LIÇÃO 26 ‐ CASUÍSTICA AROMATERAPÊUTICA<br />
Casuística Aromaterapêutica. Descrição terapêutica e técnica das essências de Tomilho, Ylang‐<br />
Ylang e Zimbro. Sete casuísticas aromaterapêuticas esclarecedoras. Questionário<br />
autoquestionador acerca dos chacras.
LIÇÃO 27 ‐ NOÇÕES DE PSICOSSOMATOLOGIA<br />
Noções de Psicossomatologia. As emoções causando doenças. Conflito entre médicos e<br />
psiquiatras. Mente, doença e corpo. Doenças iatrogênicas. A mente afetando o corpo. Reações<br />
emocionais diferenciadas. Doenças do corpo afetando as emoções. O que é propriocepção.<br />
Emoções e sensações. Contágio emocional. Casuísticas psicossomáticas. Método da entrevista<br />
para a recomendação de essências. Orientações gerais de como verificar as necessidades<br />
aromáticas do cliente. Apresentação do formulário facilitador de indicação de óleos aromáticos.<br />
LIÇÃO 28 ‐ PONTOS IMPORTANTES NO USO PRÁTICO<br />
Essências: Pontos Importantes no Uso Prático. Alerta da Federação Internacional dos<br />
Aromaterapeutas. Cuidados especiais na indicação de essências. Essências que devem ser evitadas<br />
nos casos de gravidez, epilepsia e hipertensão. Como realizar o teste cutâneo. Essências a serem<br />
evitadas em pessoas com pele muito sensível. Lista de essências desaconselháveis para quem vai<br />
se expor ao sol. Essências: danos em mobílias e roupas. Cuidado com adulterações e falsificações<br />
das essências. Como armazenar as essências. Processos de extração de essências aromáticas<br />
sintéticas. Formulação de perfumes.<br />
LIÇÃO 29 ‐ COMO RECOMENDAR OS ÓLEOS AROMÁTICOS<br />
Como Recomendar os Óleos Aromáticos. Explicação detalhada de como indicar as essências<br />
aromáticas pelos métodos cinésico, intucional e radiestésico. Método Cinésico de Recomendação<br />
de Essências Aromáticas. Como você pode perguntar ao corpo do cliente quais essências está<br />
necessitando. Como proceder teste muscular. O Ring‐test em óleos essenciais. Os 13 pontos para a<br />
execução do teste muscular com os óleos essenciais. Método Intuitivo de Recomendação de<br />
Essências Aromáticas. O que é a intuição. Exemplos luminares no uso da intuição. Procedimento<br />
completo de como usar a intuição para a recomendação dos óleos essenciais. Noções<br />
fundamentais de radiestesia. Kit auxiliar. Gráficos radiestésicos. Uso do pêndulo radiestésico.<br />
Indicações de grupos de essências segundo os estudos e vivência clínica do autor do curso: As 12<br />
essências fundamentais. As 7 essências básicas. As 3 essências chaves e essência única.<br />
Orientações gerais para quem deseje trabalhar como aromaterapeuta.<br />
LIÇÃO 30 ‐ APLICAÇÕES DOS FLORAIS EM AROMATERAPIA<br />
Aplicações dos Florais em <strong>Aromaterapia</strong>. Perguntas mais freqüentes acerca dos florais. Quem foi<br />
Edward Bach. Concordância de médicos acerca da terapia floral. Os 38 remédios do Dr. Bach.<br />
Florais de Minas. Sintomas, aplicações gerais e casuísticas dos 38 florais de Bach. Como<br />
recomendar os florais. Regra geral de recomendação. Dosagem. Quanto tempo o cliente deve usar<br />
o floral.
LIÇÃO 01<br />
TERAPÊUTICA AROMÁTICA
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
PREZADO ESTUDANTE:<br />
A <strong>Aromaterapia</strong> é um sistema de tratamento que visa restabelecer o equilíbrio<br />
orgânico, emocional e mental da pessoa. Não trata diretamente de enfermidades, embora<br />
essas sirvam de referência. O enfoque principal é o indivíduo como um todo. Assentandose<br />
nessa base os óleos essenciais são recomendados.<br />
O nosso curso de Formação em<br />
<strong>Aromaterapia</strong> Ampliada tem com objetivo<br />
principal lhe ensinar acerca do uso das<br />
essências aromáticas para corrigir distúrbios<br />
orgânicos alterações psicológicas,<br />
emocionais e mentais geradoras de malestar<br />
ou desarmonia. A meta principal do<br />
curso pode ser desdobrada em três pontos<br />
essenciais.<br />
1) FERRAMENTA DE TRABALHO<br />
No decorrer de nosso curso de Formação<br />
em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada você receberá<br />
vasta recomendação que irá capacitá-lo a<br />
atuar como terapeuta holístico na área<br />
OBJETIVO DO CURSO<br />
O nosso curso de Formação em<br />
<strong>Aromaterapia</strong> Ampliada tem com<br />
objetivo principal lhe ensinar acerca<br />
do uso das essências aromáticas<br />
para corrigir distúrbios orgânicos<br />
alterações psicológicas, emocionais<br />
e mentais geradoras de mal-estar ou<br />
aromoterápica. Receberá sólida base teórica de diversos métodos para uma eficiente<br />
recomendação das essências. Temos certeza que quando você chegar ao final de nosso<br />
curso sentir-se-á plenamente seguro para proceder orientações precisas e objetivas com<br />
esse sistema terapêutico. Convém lembrar que o sistema herbal juntamente com a<br />
aromaterapia é um dos mais antigos que a humanidade conhece.<br />
2) AUTOCURA<br />
É raríssimo encontrarmos uma pessoa completamente sadia, física, psicológica,<br />
emocional, mental e espiritualmente. A quase totalidade da humanidade possui algum tipo<br />
de distúrbio. Caso consultemos as estatísticas acerca de doenças ficaremos<br />
assombrados. Nos dias de hoje já foram catalogadas cerca de 25 mil enfermidades.<br />
Todos nós, também, somos vitimados por algum tipo de doença. Até mesmo o menor<br />
aborrecimento pode desencadear um estado doentio no corpo. O estresse de qualquer<br />
natureza é capaz de favorecer ao surgimento de diversos males. Desse modo, o nosso<br />
curso vai lhe ajudar a tratar de si mesmo. Ao longo do curso, com certeza, você se<br />
identificará com certas orientações acerca de distúrbios físicos ou psicológicos. Mas, o<br />
ponto mais relevante do nosso curso assenta-se justamente na indicação das essências<br />
aromáticas que lhe ajudará a corrigir determinados males.<br />
No decorrer do nosso curso você encontrará os óleos aromáticos que o ajudará a<br />
sanar-se de diversos distúrbios. Na verdade, o aromaterapeuta necessita, primeiramente,<br />
tratar de si mesmo. Conhecendo os motivos pelos quais está ou ficou enfermo saberá<br />
como auxiliar os demais. Podemos afirmar, sem dúvida, que o nosso Curso de Formação<br />
2 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada é um autêntico tratamento. Quando você chegar à última lição<br />
de nosso curso entenderá o porquê; e, acima de tudo concordará conosco.<br />
3) AJUDA SOLIDÁRIA<br />
É certo que você conhece alguma pessoa que sofre de determinada enfermidade.<br />
Pode ser um amigo, parente, vizinho, colega de trabalho, escola, etc. Mesmo que você<br />
não tenha interesse em trabalhar profissionalmente com a <strong>Aromaterapia</strong>, você estará apto<br />
para ajudar todos que com você convive direta ou indiretamente. Desse modo, você<br />
estará colaborando com a minimização do sofrimento alheio. Tal ação é uma prova<br />
inequívoca de bondade, compreensão, solidariedade e acima de tudo de AMOR para com<br />
o próximo. Além do mais, você sentirá grande satisfação íntima ao perceber que suas<br />
orientações foram acertadas.<br />
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES<br />
ACERCA DA AROMATERAPIA<br />
Vamos a seguir apresentar uma série de<br />
perguntas acerca da <strong>Aromaterapia</strong> e do nosso<br />
Curso de Formação em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada.<br />
1) P: O que é <strong>Aromaterapia</strong>?<br />
A <strong>Aromaterapia</strong> é sistema de tratamento de<br />
distúrbios físicos, emocionais e estéticos por meio<br />
de essências aromáticas. Age também em alguns<br />
distúrbios psicológicos e mentais por efeito<br />
quântico ou energético.<br />
2) P: <strong>Aromaterapia</strong> não é mais um modismo?<br />
R: <strong>Aromaterapia</strong> juntamente com o tratamento herbal são os sistemas terapêuticos<br />
mais antigos que se conhece. Em 1975, no Iraque, foi descoberto um esqueleto datado de<br />
cerca de sessenta mil anos. Ao lado foram encontradas diversas ervas inclusive o jacinto.<br />
A Bíblia menciona as ervas aromáticas em diversos versículos. Os antigos chineses,<br />
caldeus, egípcios, romanos, gregos, hindus, tibetanos, maias, astecas, incas e vários<br />
outros povos, há milênios, já faziam uso das ervas aromáticas. Além do mais, o avanço<br />
da ciência tem comprovado como e por que algumas essências atuam no organismo<br />
humano e no combate a microrganismos.<br />
3) P: O que são as essências?<br />
R: A palavra essência provém do latim “essentia”. A essência é aquilo que constitui a<br />
natureza das coisas. É a substância primordial. A essência constitui-se no cerne de um<br />
ser, na sua natureza mais íntima.<br />
http://www.voppus.com.br 3
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
4) P: O que são óleos essenciais?<br />
Os óleos essenciais, mais freqüentemente denominados de essências, são<br />
substâncias de consistência oleosa, mais ou menos fluídica, às vezes resinosas, muito<br />
aromática, quase sempre coloridas e mais leves do que a água e se vaporizam sob a<br />
ação do ar e do calor.<br />
5) P: De onde são extraídas as essências?<br />
R: Os óleos essenciais são extraídos das flores, das folhas, das sementes, das raízes,<br />
dos frutos, das cascas ou da madeira de grande quantidade de espécies vegetais.<br />
Embora há aromas retirados de animais, entretanto esses normalmente não são usados<br />
em terapia. Os substratos extraídos de animais são utilizados em perfumaria.<br />
6) P: No vegetal onde podemos encontrar as essências?<br />
R: As essências são encontradas em forma de pequenas gotas entre as células, onde<br />
agem como hormônios, reguladores e catalisadores. A função fundamental delas é o de<br />
ajudar a planta a se adaptar ao meio ambiente e protegê-la de doenças e parasitos.<br />
7) P: Quais são os componentes das essências?<br />
R: A composição dos óleos essenciais é<br />
muito complexa. São constituídos de várias<br />
substâncias químicas como: terpenos e<br />
sesquiterpenos (hidrocarbonetos não<br />
saturados), ésteres (espasmódico, sedativo,<br />
antifúngico), álcoois (bactericida, diurético,<br />
antivirótico), fenóis (bactericida,<br />
imunoestimulante), aldeídos (antiinflamatório,<br />
sedativo, antivirótico), cetonas (formação de<br />
tecido, mucolítico) e ácidos orgânicos. Além<br />
desses também possuem vitaminas, hormônios, antibióticos e anti-sépticos. Ao longo do<br />
curso vamos falar acerca dos principais componentes químicos de cada essências a ser<br />
estudada.<br />
8) P: Os óleos essenciais são remédios?<br />
R: Primeiramente necessitamos compreender o termo remédio. A palavra provém do<br />
latim “remedium” (re + medeor). Remédio é qualquer coisa que combata uma doença, dor<br />
ou mal que qualquer natureza. Remédio é tudo aquilo que serve para curar ou aliviar a<br />
dor, o sofrimento ou enfermidade de alguém. Em muitas ocasiões, palavras de consolo<br />
torna-se um poderoso remédio. Em várias situações orações fervorosas podem se<br />
transformar em um poderoso remédio. Visto por esse ângulo filosófico e abrangente os<br />
óleos essenciais são remédios. Convém esclarecer o que os óleos essenciais são<br />
substâncias compostas de vários substratos fitoquímicos extraídos dos vegetais. É<br />
preciso que o terapeuta tenha conhecimentos sólidos acerca de cada essência para<br />
recomendá-la.<br />
4 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
9) P: Como os óleos essenciais atuam?<br />
R: Até o momento cientificamente não se sabe exatamente como as essências agem<br />
no combate aos diversos distúrbios que atingem ao ser humano. Há várias hipóteses que<br />
procuram explicar o fenômeno. Ao longo do curso citaremos algumas delas, entretanto a<br />
ciência já comprovou que certos componentes químicos que fazem parte dos óleos<br />
possuem ação específica em determinados microrganismos. Apesar dessa constatação<br />
há muito que descobrir.<br />
A suposição mais convincente quanto a ação das essências refere-se ao estado<br />
vibracional ou quântico. Sinteticamente podemos afirmar que qualquer enfermidade é<br />
resultante de um desequilíbrio de energias ou desarmonia vibracional. As conseqüências<br />
dessas alterações produzem uma ruptura na homeostasia favorecendo ao aparecimento<br />
de distúrbios físicos (doenças físicas de todas as naturezas) vitais (alterações de energias<br />
sustentadoras do organismo) emocional (formas equivocadas de sentimentos como raiva,<br />
frustração, arrogância, apegos, desejos, cobiças, etc.) mentais (pensamentos negativos,<br />
confusos, ignorância, compreensão distorcida, etc.) espirituais (descrença, ateísmo, falta<br />
de fé, materialismo, etc.)<br />
Para melhor compreensão faremos uma analogia. Suponhamos que o ser humano seja<br />
um instrumento musical (por exemplo um violão). O violão é composto por várias cordas<br />
que mantém relação de uma harmonia entre si. Se essa harmonia inexiste o violão estará<br />
desafinado, produzindo um som desagradável. Esse som desagradável, desarmonioso é<br />
comparado à doença humana de qualquer<br />
natureza. Os óleos essenciais, além da ação<br />
bioquímica, podem ser comparados a um<br />
diapasão que afina o violão deixando-o<br />
harmonioso, agradável ao ser tocado.<br />
10) P: As essências aromáticas podem<br />
ser indicadas para qualquer pessoa?<br />
R: Em princípio: Sim. Mas há algumas<br />
pequenas ressalvas a serem abordadas ao<br />
longo do curso. É preciso deixar claro que as<br />
essências aromáticas não substituem<br />
qualquer medicação prescrita pelo médico.<br />
Em casos de doenças graves a pessoa deve<br />
sempre consultar o seu médico. As essências<br />
aromáticas podem ser usadas juntamente<br />
com qualquer tipo de medicação alopática ou<br />
homeopática.<br />
É preciso deixar claro que as essências<br />
aromáticas não substituem qualquer<br />
medicação prescrita pelo médico. Em casos<br />
de doenças graves a pessoa deve sempre<br />
consultar o seu médico.<br />
11) P: As essências aromáticas têm contra-indicação?<br />
R: Em raros casos. Por exemplo: se uma mulher que estiver amamentando utilizar a<br />
essência de hortelã ou menta pode ocorrer a suspensão da produção de leite. Assim essa<br />
essência é contra-indicada para nutrizes. Entretanto, por outro lado, se a mulher continua<br />
vertendo leite apesar de ter acabado o período lácteo, a essência é recomendável. Mas<br />
http://www.voppus.com.br 5
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
não se preocupe. As restrições específicas das essências serão descritas no decorrer do<br />
curso.<br />
12) P: As essências aromáticas produzem efeitos colaterais?<br />
É preciso compreender que óleos essenciais são extratos vegetais altamente<br />
concentrados e portanto não se deve abusar do seu uso. Ao ser aplicados externamente<br />
se difundem pela pele e membranas, penetrando no interior dos tecidos e do sistema<br />
circulatório. Assim pode-se tratar por meio externo determinados distúrbios ou órgãos<br />
específicos. É possível usa-lo também por via oral. Algumas essências aplicadas em<br />
superdosagens podem provocar alguns efeitos desagradáveis, entretanto em nosso curso<br />
somente recomendamos dosagens já consagradas pelas experiências de milhares de<br />
aromaterapeutas e atestada pelo uso milenar. Em síntese, os óleos essenciais atuam<br />
sobre a harmonia e saúde dos corpos físico, mental e emocional.<br />
13) P: Os resultados das essências aromáticas não se devem a auto-sugestão<br />
ou efeito placebo?<br />
R: É possível que muitas pessoas se curem pelo efeito da auto-sugestão ou placebo.<br />
Entretanto, muitas pessoas incrédulas ao utilizarem os óleos aromáticos obtiveram<br />
excelentes resultados. Além do mais, as essências possuem substâncias bioquímicas<br />
conhecidas pela ciência em ações específicas.<br />
14) P: Quanto tempo demora um tratamento com as essências aromáticas?<br />
R: Não há como determinar com precisão. Mas, há dois fatores básicos. Primeiro: a<br />
indicação precisa das essências que a pessoa realmente necessita. O nosso curso visa<br />
lhe fornecer sólidas bases para que as suas indicações sejam exatas e eficientes.<br />
Segundo: há quanto tempo o desequilíbrio ou distúrbio está instalado no corpo ou na<br />
psique do cliente. Caso um cliente tenha um temperamento forte e equilibrado, ao receber<br />
uma notícia impactante produz certo desequilíbrio. Esse poderá ser sanado em um dos<br />
dois dias com a essência de melissa espargida no quarto de dormir. Em contraposição,<br />
caso o cliente sofra do desequilíbrio a mais de dez anos, obviamente o tratamento poderá<br />
durar 6, 8, 10 meses ou muito mais tempo.<br />
15) P: Quantas essências aromáticas podem ser recomendadas ao mesmo tempo<br />
para o mesmo cliente?<br />
R: Entendemos que uma ou duas essências por vez, embora uma única essência<br />
precisamente indicada pode proporcionar excelentes resultados. Em caso de banho ou<br />
massagem pode-se adotar 4 ou no máximo 5 essências. Voltamos a insistir que óleos<br />
essenciais são extratos vegetais altamente concentrados e portanto não se deve abusar<br />
do seu uso.<br />
Há terapeutas que recomendam muitas essências aromáticas simultaneamente.<br />
Entretanto, a experiência demonstra que tal atitude deve-se a insegurança do terapeuta<br />
na recomendação das essências aromáticas. Há alguns que são partidários do lema:<br />
“quando mais melhor”. A vivência prática tem demonstrado que tal visão está<br />
completamente equivocada. Nesse caso o terapeuta se assemelha ao atirador que dá<br />
vinte tiros para ver se um acerta o alvo. Tal atitude deve-se ao desconhecimento da<br />
6 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
ampla ação de certas essências aromáticas na estrutura psicorgânica do ser humano. O<br />
nosso curso tem como um dos objetivos principais fornecer ao estudante sólida base para<br />
recomendar as essências aromáticas com segurança.<br />
16) P: Quantas essências aromáticas existem?<br />
R: Nos dias de hoje existem mais de 500 essências naturais e 3000 sintéticas segundo<br />
publicações técnicas da área química. Das 500 essências naturais somente cerca de 50<br />
são tradicionalmente utilizadas em <strong>Aromaterapia</strong>. Dessas 50, segundo a opinião do autor<br />
do curso, cerca de 12 óleos essenciais,<br />
profundamente conhecidos em sua ampla ação<br />
terapêutica e profilática, são suficientes para tratar<br />
de 80 a 90% dos distúrbios mais comuns que<br />
acometem ao ser humano. Em lições adiantadas de<br />
nosso curso indicaremos quais são os 12 óleos<br />
essenciais fundamentais. Cabe lembrar que óleos<br />
essenciais sintéticos devem ser evitados em<br />
terapêutica aromática.<br />
17) P: O que é potencialidade de uma<br />
essência aromática?<br />
R: A potencialidade refere-se a concentração das<br />
porcentagens dos princípios ativos pertinentes a<br />
cada óleo essencial. A potencialidade é regida por<br />
vários fatores como: tropismo, aclimatação, variação<br />
climática, composição do solo, campos<br />
geomagnéticos, explosões solares, umidade, método de extração, época e lugar da<br />
colheita, etc. Não vamos detalhar esses pontos pois fogem ao objetivo de nosso curso.<br />
18) P: De que modo as essências aromáticas podem ser administradas?<br />
R: Basicamente por quatro vias, a saber: via oral, cutânea, respiratória e vibracional.<br />
Na via oral pode ser por condimentos aromáticos, chás, infusões ou própria essência<br />
diluída em algum veículo. Na via cutânea pode ser por massagens, banhos, compressas,<br />
loções, ungüentos, pomadas ou a própria essência diluída em algum veículo. Na via<br />
respiratória por meio de inalações, vaporizações, fumigação, sauna, etc. Na via<br />
vibracional por meio da alteração quântica no campo áurico do usuário ou do ambiente.<br />
Estudaremos detalhadamente essas quatro formas de administração no decorrer do<br />
curso.<br />
19) P: As essências aromáticas são caras?<br />
Nos dias de hoje existem mais de<br />
500 essências naturais e 3000<br />
sintéticas segundo publicações<br />
técnicas da área química.<br />
R: Em geral a média dos preços das essências são superiores aos de perfumaria<br />
comercial. Se, porventura um determinado fornecedor possui frascos de mesmo tamanho<br />
com essências diferentes e o preço entre eles é igual, com certeza são adulterados,<br />
falsificados ou sintéticos.<br />
Os óleos essenciais adulterados, falsificados ou sintéticos não sevem para uso em<br />
<strong>Aromaterapia</strong>.<br />
http://www.voppus.com.br 7
AROMATERAPIA<br />
AMPLIADAA P300<br />
LIÇÃO 01<br />
As essências têm<br />
preços diferenciados para cada uma. Há essências de preços mais<br />
acessíveis e há essências de elevado custo. Somente para darmos uma idéia<br />
para cada<br />
100 kg do vegetal extrai-se 200 g de óleo essencial de<br />
tomilho ou 400 g de hissopo. Em<br />
contra-partida para a mesmo quantidade da<br />
planta extrai-se 3 Kg de óleo de eucalipto ou<br />
2 kg de lavanda. Desse modoo os preços das essências não podem ser<br />
iguais. O<br />
eucalipto, por exemplo possui vasta ação terapêutica. Com ele é possível tratar diversos<br />
distúrbioss a custo relativamente baixo.<br />
Enfim, é necessário que se<br />
conheça<br />
detalhadamente o amplo espectro da ação terapêutica de cada óleo<br />
essencial.<br />
20) P:<br />
Em que esse curso poderá me ajudar?<br />
R: Como já mencionamos o nosso curso<br />
de Formação em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada é<br />
também uma poderosa ferramenta de auto-ajuda. Com o nosso curso você poderá<br />
descobrirr a origem de muitos males que lhe aflige e aprender a tratar-se. Além do mais<br />
você poderá ajudar a tratar de parentes (filho, filha, cônjuge, pai,<br />
mãe, avós, tios, etc.)<br />
amigos, colegas, vizinhos, etc.<br />
21) P:<br />
Quero trabalhar profissionalmente como terapeuta. Como devo fazer?<br />
R: Primeiramente, você deverá concluir o nosso curso de Formação em <strong>Aromaterapia</strong><br />
Ampliadaa e realizar o teste final para candidatar-se ao certificado. Depois basta consultar<br />
um contador para ver quais são os procedimentos<br />
para você se estabelecer como<br />
autônomo. Lembramos que a área de <strong>Aromaterapia</strong> não possui regulamentação federal.<br />
Mas há perigo de eu ter problemas com a lei por exercício ilegal da Medicina? Não se<br />
preocupe, um terapeuta não é médico. Como tal jamais você poderá se qualificar. O<br />
terapeutaa não trata de doenças e nem tampouco usam termos próprios da Medicina como<br />
paciente,<br />
prescrição,<br />
posologia, etc. Um terapeuta trata do cliente como um todo em seus<br />
desequilíbrios<br />
energéticos<br />
que<br />
favorecem a eclosão<br />
das<br />
enfermidades.<br />
Um<br />
aromaterapeuta não<br />
prescrevee fármacos, apenas recomenda essências.<br />
Se você<br />
procederr com sensatez e dentro da lei jamais terá qualquer problema.<br />
ARQUITETURA DO CURSO LIVRE DE<br />
FORMAÇÃO EM AROMATERAPIA<br />
AMPLIAD<br />
DA<br />
O nosso curso foi construído em sólida base<br />
didática. Compõe-see de 10 módulos de três lições<br />
cada um. Cada módulo<br />
contém duas<br />
lições<br />
fundamentais e uma<br />
lição suplementar. O curso foi<br />
estabelecido em blocos temáticos para melhor<br />
absorçãoo da matéria exposta. A matéria foi escrita em<br />
linguagem<br />
de fácil compreensão, ao alcance de<br />
qualquer pessoa. O nosso curso está organizado da<br />
seguinte forma:<br />
a) Lições Fundamentais:<br />
Secção 1: Descrição de Essências<br />
8<br />
VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
Secção 2: Essências: Bases Científicas<br />
Secção 3: Aromabanhoterapia<br />
Secção 4: Massoterapia Aromática<br />
Secção 5: <strong>Aromaterapia</strong> Condimentar<br />
Secção 6: Repertório Aromaterapêutico<br />
b) Lições Suplementares<br />
Secção 1: Exposição Temática<br />
Secção 2: Aromapraxis<br />
LIÇÕES FUNDAMENTAIS<br />
Nas Lições Fundamentais estaremos estudando o eixo principal do nosso curso. O<br />
aluno deverá estudá-la com muita atenção, procurando absorver os conceitos<br />
apresentados. As secções serão distribuídas em várias lições no decorrer do curso.<br />
SECÇÃO 1: DESCRIÇÃO DE ESSÊNCIAS<br />
Nessa secção vamos apresentar e descrever as essências aromáticas com riqueza de<br />
detalhes e com metodologia psicopedagógica. A secção está subdividida nos seguintes<br />
itens:<br />
• Apresentação do Vegetal: descreveremos resumidamente algumas características<br />
botânicas do vegetal de onde é extraída a essência.<br />
• Parte utilizada: descreve qual a parte do vegetal de onde é extraída a essência.<br />
• Principais componentes: cita-se quais são os principais compostos químicos<br />
presentes na essência aromática.<br />
• Propriedades: apresentação das principais aplicações das essências para uso interno<br />
e externo.<br />
• Indicações internas: mostra as áreas terapêuticas em que a essência age na parte<br />
interna do organismo.<br />
• Indicações externas: mostra as áreas terapêuticas em que a essência age na parte<br />
externa do organismo.<br />
• Modo de uso interno: descreve como administrar as essências e a dosagem<br />
recomendada para distúrbios internos do organismo.<br />
• Modo de uso externo: descreve como administrar as essências para distúrbios<br />
externos do organismo.<br />
http://www.voppus.com.br 9
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
• Comentários: nesse item, quando necessário, alguns comentários são apresentados<br />
em forma de algumas considerações científicas ou curiosas acerca do vegetal do qual foi<br />
extraída a essência.<br />
SECÇÃO 2: ESSÊNCIAS - BASES CIENTÍFICAS<br />
Apresenta estudos com base fundamentalmente científica de como as essências<br />
aromáticas foram, são ou podem ser aplicadas. Há resumos científicos , históricos,<br />
curiosidades botânicas, detalhes de processo de extração e muito mais acerca das<br />
essências.<br />
SECÇÃO 3: AROMABANHOTERAPIA<br />
Nessa secção forneceremos uma das principais ferramentas de trabalho que o<br />
aromaterapeuta poderá usar e recomendar aos seus clientes. A aplicação das essências<br />
nas diversas formas hidroterápicas é extraordinariamente poderosa para debelar uma<br />
infinidade de distúrbios orgânicos e emocionais.<br />
SECÇÃO 4: MASSOTERAPIA AROMÁTICA<br />
Há a grande quantidade de estudos demonstrando a ação terapêutica da massoterapia<br />
ou massagem. Nessa secção o aromaterapeuta receberá sólida base para utilizar essa<br />
ferramenta no tratamento de grande quantidade de distúrbios orgânicos que acomete ao<br />
ser humano. Demonstraremos passo a passo como proceder a aplicação das essências<br />
aromáticas com essa técnica.<br />
SECÇÃO 5: AROMATERAPIA<br />
CONDIMENTAR<br />
Alho, cebola, cominho, açafrão, orégano, louro<br />
e muitos outros condimentos possuem<br />
preciosas ações terapêuticas além,<br />
obviamente, de aromatizar os alimentos.<br />
Nessa secção vamos mencionar algo a esse<br />
respeito.<br />
SECÇÃO 5: REPERTÓRIO AROMATERAPÊUTICO<br />
No decorrer do curso vamos colocar em suas mãos dois repertórios aromaterapêuticos<br />
que irão, inegavelmente, facilitar a orientação acerca de quais óleos aromáticos devem<br />
ser usados para combater determinado distúrbio ou corrigir alguma desarmonia.<br />
Apresentaremos o repertório específico no qual há uma listagem, em ordem alfabética,<br />
com mais de 200 distúrbios orgânicos mais freqüentes e as correspondentes essências<br />
sanadoras. No repertório genérico apresentamos amplas explicações acerca de distúrbios<br />
genéricos e as respectivas essências aromáticas que os corrigem.<br />
10 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
LIÇÕES SUPLEMENTARES<br />
Nas Lições Suplementares estaremos estudando temas de expansão cultural do<br />
aprendiz e ensinando métodos de recomendação de essências aromáticas.<br />
SECÇÃO 1 : EXPOSIÇÃO TEMÁTICA<br />
Nessa secção enfocaremos diversos assuntos para capacitar culturalmente o<br />
estudante a compreender melhor os aspectos culturais, psíquicos, metafísicos, filosóficos<br />
e transcendentais do ser humano.<br />
SECÇÃO 2: AROMAPRAXIS<br />
Apresentação metódica e didática de quatro métodos pelos quais o aprendiz poderá<br />
recomendar as essências aromáticas. Cada Método de Recomendação de essências<br />
serão estudados passo a passo. Os quatro métodos são:<br />
1) Método Radiestésico<br />
2) Método da Entrevista<br />
3) Método Cinésico<br />
4) Método Intuitivo<br />
Com esses métodos o estudante estará apto para recomendar com confiança e<br />
eficiência terapêutica os óleos essenciais para os seus clientes ou a qualquer pessoa.<br />
Lembramos também que na lição 06 colocaremos em suas mãos um vasto glossário<br />
de termos mais freqüentemente utilizados nesse curso de <strong>Aromaterapia</strong> Holística.<br />
ÓLEOS ESSENCIAIS EM ESTUDO<br />
O nosso curso apresentará 57 essências freqüentemente utilizadas em <strong>Aromaterapia</strong>.<br />
É evidente que não esgotaremos o assunto, entretanto o leitor terá sólida base de como<br />
poderá aplicar as essências para tratar os mais diferentes distúrbios orgânicos ou<br />
emocionais. Mas, antes propriamente de nos adentrarmos no estudo dos óleos essenciais<br />
faremos uma curta viagem no tempo enfocando a utilização das ervas no tratamento de<br />
diversas moléstias humanas.<br />
A CURA PELAS PLANTAS<br />
A cura por meio do ramo vegetal é tão remoto quanto o próprio homem. Os homens<br />
das cavernas já utilizavam as ervas como meio de tratamento de seus males. Ao longo de<br />
milênios a humanidade vem utilizando as raízes, caule, tronco, folhas, frutos e flores de<br />
milhares de plantas para sua manutenção e tratamento de moléstias.<br />
http://www.voppus.com.br 11
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
PRIMÓRDIOS<br />
Segundo vários esoteristas e pessoas<br />
dotadas de capacidades paranormais<br />
como Helena P. Blavatsky, Dr. Samael<br />
Aun Weor, Dr. Arnold Krumm-Heller, Dr.<br />
Jorge Adoum, Satya Sai Baba, Dr. Rudolf<br />
Steiner, etc. a humanidade vem<br />
utilizando variadas formas de sistemas<br />
terapêuticos. Os estudiosos das ciências<br />
não tradicionais afirmam que o uso das<br />
ervas para sanar enfermidades já era<br />
utilizado na Atlântida e até mesmo na<br />
antigüíssima cultura lemuriana.<br />
Entretanto, o documento escrito mais<br />
antigo que se conhece é o Pen Ts’ao<br />
datado de 2800 a.C. Essa matéria foi<br />
escrita por um herborista chinês. Nele, o<br />
escritor descreve centenas de ervas para<br />
tratar diversas doenças. O segundo<br />
documento mais antigo são os papiros<br />
de Ebers e de Smith, que remonta ao<br />
antigo Egito. São datados de 2270 a. C.<br />
Nesse documento está mencionado o<br />
usado de variadas ervas para curar<br />
doenças como também a descrição de<br />
técnicas cirúrgicas. No antigo Egito os<br />
tratamentos das enfermidades eram<br />
realizados pelos sacerdotes nos<br />
A história registra que quem revolucionou e<br />
metodizou os sistemas de tratamento no mundo<br />
ocidental foi Hipócrates, considerado o Pai da<br />
Medicina. As tradições dizem que grego<br />
Hipócrates (460 – 350 a. C.) era descendente de<br />
Esculápio, Deus da Medicina.<br />
sagrados templos. Em muitas tribos primitivas a cura estava associada aos ritos mágicos<br />
envolvendo ervas e eram praticadas por pagés ou xamãs.<br />
HIPÓCRATES<br />
A história registra que quem revolucionou e<br />
metodizou os sistemas de tratamento no mundo<br />
ocidental foi Hipócrates, considerado o Pai da<br />
Medicina. As tradições dizem que Hipócrates (460 –<br />
350 a. C.) era descendente de Esculápio, Deus da<br />
Medicina.<br />
Há mais 2300 anos os médicos vêm prestando o<br />
juramento de Hipócrates que diz o seguinte:<br />
“Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostrame-ei<br />
sempre fiel aos preceitos da honestidade, da<br />
caridade e da ciência. Penetrando no interior dos<br />
lares, meus olhos serão cegos, minha língua colará<br />
os segredos que me forem revelados, os quais terei<br />
como preceito de honra; nunca me servirei da<br />
profissão para corromper os costumes ou favorecer<br />
Hipócrates (460 – 350 a. C.)<br />
12 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
o crime. Se eu cumprir este juramento com fidelidade, goze eu, para sempre, a minha<br />
vida e a minha arte com boa reputação entre os homens. Se o infringir ou dele me<br />
afastar, suceda-me o contrário”.<br />
Para Hipócrates a doença do corpo estava intimamente relacionada com as emoções e<br />
os pensamentos. Para ele o ser humano sofre influências diversas sobre sua saúde ou<br />
bem-estar como por exemplo: clima, ocorrências metereológicas, raciais, sociais, afetivas,<br />
nutricional etc. Estabeleceu um exame apurado das características de cada pessoa como<br />
temperamento, constituição dos impulsos e tendências para avaliar e indicar o sistema<br />
terapêutico adequado. Seus métodos eram baseados em empirismo, apesar disso, os<br />
terapeutas de nossos dias usam princípios que Hipócrates concebeu.<br />
PÓS-HIPÓCRATES<br />
Após a morte de Hipócrates outro grande pensador<br />
se destacou no cenário cultural grego. O seu nome era<br />
Aristóleles (384 – 322 a. C.). Ele tinha algumas idéias<br />
que entravam em choque com os conceitos<br />
hipocratianos. Mesmo assim os princípios de Hipócrates<br />
sobreviveram por milênios. Asclepíades (124 – 40 a. C.)<br />
se destacou em Roma ao utilizar produtos naturais como<br />
remédio.<br />
Na antiga Roma Celso utilizava os conceitos<br />
hipocratianos. Dava muito valor às condições climáticas,<br />
ambientais, temperamento, sem se importar com a<br />
origem da doença. Procurava administrar os remédios<br />
de acordo com o enfermo.<br />
Galeno<br />
SÉCULO I<br />
Um grande marco na História da medicina foi Pedanios Discórides. Ele era um<br />
afamado médico militar grego (século I) que participou do exército de Nero. Discórides<br />
escreveu a mais completa obra acerca da Medicina por aqueles tempos. Esse<br />
documento se chamou “Matéria Médica”. Nele é descrito uma grande quantidade de<br />
remédios produzidos com elementos dos reinos mineral, animal e principalmente vegetal.<br />
Há mais de 600 ervas citadas no livro. Na Idade Média foi tão popular, entre os<br />
estudiosos, como a Bíblia<br />
Após a morte de Discórides surgiu Galeno (131 – 201 d. C.) . Esse médico grego foi o<br />
primeiro a estabelecer os quatro temperamentos: sangüíneo, melancólico, linfático e<br />
bilioso. Esses temperamentos são estudados detalhadamente em nosso curso de Terapia<br />
Floral. Para Galeno o temperamento somente tinha valor com elemento acessório no<br />
diagnóstico. Para ele a lesão anatômica era o que determinava o tipo de tratamento. Na<br />
verdade a Etiologia específica, como é praticada na Medicina atual, originou-se nos<br />
conceitos de Galeno. Mas, a Medicina praticada em nossos dias começa a admitir<br />
timidamente o valor do temperamento e as emoções na eclosão de enfermidades. A<br />
Psicossomática é a área da Medicina atual que procura traçar uma relação entre emoções<br />
e doenças físicas. Em nosso curso há uma lição específica para tratar somente desse<br />
tema.<br />
http://www.voppus.com.br 13
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
CONTRIBUIÇÃO ÁRABE<br />
Em 762 d. C. foi fundada a cidade de Bagdá no atual Iraque. Por vários séculos os<br />
árabes aperfeiçoaram várias ciências como Matemática, Botânica, Física, Metalurgia,<br />
Química, Mineralogia e também a Medicina. Criaram os<br />
alambiques do qual foram extraídos os primeiros destilados,<br />
alcoolaturas e as essências florais. Muitos médicos se<br />
destacaram no mundo árabe dentre eles citamos Geber<br />
(século VII), Razis (século IX) Serapião (século X). Razis<br />
deixou um trabalho no qual descrevia sistematicamente<br />
várias doenças. Dois médicos tiveram grande notoriedade<br />
no mundo islâmico: Al-Hazen (965 – 1038) autor do<br />
“Tesouro da Ótica” e Avicena (980 – 1037) que dedica seu<br />
quinto volume de seu “Cânon” à Farmacologia. Avicena<br />
deixou vários discípulos dentre eles Averroés e<br />
Maimônides, fiéis defensores das idéias de Hipócrates.<br />
IDADE MÉDIA<br />
Em 1528 o suíço<br />
Na Idade Média houve destaque da Escola de Salerno Theophrastus Bombastus<br />
(século IX até XIV) que utilizava as tradições hipocráticas e von Hohennheim mais<br />
a alquimia árabe.<br />
conhecido como Paracelso<br />
(1493 – 1541), escreveu<br />
Após a invenção da imprensa em 1540 por Johann “Die Kleine Chirurgia”, o<br />
Gutemberg abriu-se novos horizontes para o acesso ao primeiro manual de<br />
conhecimento humano.<br />
cirurgia. Paracelso foi um<br />
médico notável que<br />
O austríaco Hyeronimus Bruschwig (1450 – 1512) utilizava com suma<br />
publica o “Liber de arti distilandi”. Essa obra foi o primeiro sapiência as ervas nos<br />
manual europeu acerca do uso das ervas na Medicina.<br />
tratamentos das<br />
enfermidades.<br />
Em 1528 o suíço Theophrastus Bombastus von<br />
Hohennheim mais conhecido como Paracelso (1493 – 1541), escreveu “Die Kleine<br />
Chirurgia”, o primeiro manual de cirurgia. Paracelso foi um médico notável que utilizava<br />
com suma sapiência as ervas nos tratamentos das enfermidades. Na lição 21 (As Causas<br />
das Enfermidades) explicaremos amplamente acerca da visão de Paracelso a respeito<br />
das doenças.<br />
SÉCULO XV AO SÉCULO XIX<br />
No final do século XV o médico espanhol Andrés de Laguna traduz ampla a Matéria<br />
Médica de Discórides.<br />
Oswald Crollius, discípulo de Paracelso, difunde o princípio da similaridade e das<br />
doses infinitesimais nas obras “A Química Real” e o “Tratado das Assinaturas”.<br />
Em 1644 Kircher, padre católico, escreveu um livro no qual apresenta indicações de<br />
medicamentos feitos a base de minerais, vegetais, animais e soros contra venenos.<br />
Kirches aplicava os princípios das doses infinitesimais divulgadas por Paracelso e<br />
Crollius.<br />
14 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
O sábio Van Helmont (1577 – 1644) estuda as obras de Hipócrates e Discórides e<br />
conhece a teoria do equilíbrio fisiológico. Essa teoria<br />
estabelece que qualquer alteração no equilíbrio gera<br />
alterações orgânicas secundárias que seriam<br />
propriamente das doenças. Nesse caso, o importante é<br />
corrigir o desequilíbrio que a doença desaparece.<br />
Sydenham (1624 – 1689), baseado nas idéias de<br />
Hipócrates, realizou um profundo estudo acerca dos<br />
temperamentos, da constituição pessoal e das reações<br />
individuais diante das ocorrências diárias . Mais tarde<br />
Hoffmann também apresentou estudos acerca das<br />
características pessoais como indicadores ou<br />
desencadeadores de doenças.<br />
No final do século XVIII Wilhelm Goethe publica “A<br />
Matamorfose das Plantas” e a “Teoria das Cores”.<br />
Nessas obras Goethe aborda o caráter transcendente da<br />
vida vegetal.<br />
Samuel Hahnemann<br />
Samuel Hahnemann (1755 – 1843) cria as bases da Homeopatia atual. Suas obras<br />
fundamentais foram: “Organon da Arte de Curar”, “A Matéria Médica Pura” e “Tratado das<br />
Moléstias Crônicas”. Hahnemann baseou-se no princípio: “similia similibus curantur”<br />
(semelhante cura semelhante) apresentado por Paracelso. Uma das grandes descobertas<br />
de Hahnemann foi as diluições sucessivas. Nessa a<br />
tintura-mãe era diluída por grande número de vezes<br />
que chegava a ponto de não haver nenhuma molécula<br />
da substância no resultado final. Devido a isso<br />
Hahnemann foi severamente criticado pelos seus<br />
opositores. Os seus adversários argumentavam que,<br />
baseado nos princípios farmacodinâmico, era<br />
impossível que o produto produzisse efeito ao celular.<br />
Os seus opositores morreram e, no entanto, o nome de<br />
Samuel Hahnemann está vibrando até hoje. A<br />
Homeopatia é um consagrado sistema terapêutico que<br />
cada vez ganha mais adeptos no mundo.<br />
SÉCULO XX<br />
Maurice Messegué, camponês<br />
francês, ganhou grande fama<br />
utilizando remédios produzidos a<br />
base de ervas. O seu sistema<br />
terapêutico consistia em<br />
mergulhar os pés e as mãos em<br />
infusões de ervas.<br />
No início do século XX surgem os primeiros<br />
sistemas terapêuticos fundamentados na aplicação<br />
das essências florais como hoje a conhecemos.<br />
MAURICE MESSEGUÉ<br />
Maurice Messegué, camponês francês, ganhou<br />
grande fama utilizando remédios produzidos a base de<br />
ervas. O seu sistema terapêutico consistia em<br />
mergulhar os pés e as mãos em infusões de ervas. Foi<br />
atacado e criticado pelos detentores do sistema oficial<br />
http://www.voppus.com.br 15
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
terapêutico vigente na época. Ocorreu que Messegué obtinha grande sucesso em seu<br />
tratamento sendo respeitado por milhares de pessoas que ajudou a restabelecer de<br />
moléstias.<br />
ALICK MCINNES<br />
Na verdade quem estabeleceu as bases pelas quais Dr. Edward Bach criou os “Florais<br />
de Bach”, foi o escocês de nome Alick McInnes. Tendo nascido com capacidades<br />
paranormais McInnes descobriu o modo de transferir as vibrações florais para um<br />
recipiente com água, sem necessidade de extrair do vegetal. A sua ultra-sensibilidade era<br />
de tal intensidade que mesmo os olhos vendados era capaz de identificar uma flor que<br />
fosse colocada em suas mãos. Além do mais chegava a descrever as propriedades<br />
terapêuticas do vegetal.<br />
Exuldação Floral foi o nome que ele deu à técnica de transferir as vibrações florais<br />
para água.<br />
Em sua época foi atacado, criticado e perseguido. A Justiça local o obrigou a escrever<br />
nos rótulos de seus remédios que eles continham apenas água e somente água.<br />
A popularização, entretanto, do sistema de cura por meio das flores deve-se a Bach.<br />
ORGANISMOS INTERNACIONAIS APROVAM<br />
A Organização Mundial da Saúde desde 1976 reconhece o efeito benéfico e<br />
terapêutico das diversas técnicas alternativas ou holísticas. A UNESCO, por meio da<br />
“Declaração de Veneza” em 1986 estimula aos países membros a adoção de sistemas<br />
educacionais e terapêuticos holísticos. Vejamos melhor esses dois pontos citados acima.<br />
No mundo de hoje existem diversas organizações de caráter mundial envolvendo<br />
praticamente quase todos os países do planeta. Dentre eles estão OIT (Organização<br />
Mundial do Trabalho), FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a<br />
Agricultura), OMS (Organização Mundial de saúde), FMI (Fundo Monetário Internacional),<br />
UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), ONU<br />
(Organização das Nações Unidas), etc.<br />
Mas o que é uma organização? Para responder primeiramente vamos entender a<br />
origem da palavra. Organização provém da raiz grega “órganon” cuja tradução é<br />
instrumento. A organização é a ação de estabelecer um sistema estável de relação entre<br />
diversos elementos, capaz de desempenhar determinada função ou produzir determinado<br />
efeito. Também significa a instituição resultante dessa ação. Devido ao crescimento<br />
mundial as nações se uniram e criaram organizações para melhor ação e entendimento<br />
entre os países. Dessa união surgiram diversas organizações como algumas já<br />
mencionadas. Em nosso curso vamos nos deter em documentos emitidos pela OMS e<br />
UNESCO.<br />
16 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
OMS<br />
A OMS (Organização Mundial da Saúde) em<br />
inglês é conhecida como WHO (World Health<br />
Organization). É uma das Agências<br />
Especializadas da Organização das Nações<br />
Unidas (ONU) com amplo objetivo de melhorar a<br />
saúde no mundo.<br />
A Assembléia Geral é composta de<br />
representantes dos países-membros e se reúne<br />
uma vez por ano e é soberana em suas decisões.<br />
Há décadas, a OMS, em Assembléia Geral, alertou aos seus países-membros acerca<br />
da importância, para o ser humano, das terapias, não-convencionais, alternativas ou<br />
holísticas. Desde 1976 vem estimulando aos países-membros a utilizá-las em favor do<br />
bem-estar da população. Em 1978, por meio da Resolução 30.49 alertou acerca da<br />
importância das plantas medicinais na manutenção da saúde.<br />
Em 1984 a OMC alerta acerca dos elementos espirituais na cura e manutenção da<br />
saúde. Vamos transcrever a Resolução WHO /3/1984/REC/1.6. Vejamos o conteúdo do<br />
documento.<br />
“ A Trigésima Sétima Assembléia Mundial de Saúde.<br />
Tendo considerado o relatório do Diretor Geral sobre a dimensão espiritual na Estratégia Global<br />
de Saúde para Todos no Ano 2000 e a recomendação da Diretoria Executiva a esse respeito,<br />
contida na resolução EB 73 R3;<br />
Entendendo que dimensão espiritual envolve um fenômeno que não é de natureza material,<br />
mas pertence ao campo das idéias, crenças, valores e ética, que tem surgido nas mentes e<br />
consciência dos seres humanos, particularmente idéias enobrecedoras;<br />
1. AGRADECE o Diretor Geral por seu relatório e a Diretoria Executiva por sua recomendação;<br />
2. CONCORDA com as reflexões contidas no relatório;<br />
3. DENOTA que idéias enobrecedoras têm despertado ideais de saúde que têm conduzido a uma<br />
estratégia prática de saúde para todos, que almeja atingir um objetivo que tem componentes<br />
tanto materiais, quando não materiais;<br />
4. RECONHECE que, se o componente material dessa estratégia pode ser provido às pessoas, o<br />
não material, ou espiritual, a algo que tem que surgir entre as pessoas e as comunidades, de<br />
acordo com seus padrões sociais e culturais;<br />
5. CONSIDERA que a realização desses ideais de saúde, que formam a base moral do objetivo<br />
de saúde para todos no ano 2000, contribuirá ela mesma para os sentimentos de bem estar<br />
das pessoas;<br />
6. RECONHECE que a dimensão espiritual tem um papel importante no motivar a realização das<br />
pessoas, em todos os aspectos da vida;<br />
7. AFIRMA que idéias enobrecedoras não só têm estimulado uma ação para a saúde a nível<br />
mundial, mas também têm dado à saúde, como definida na Constituição da OMS, uma<br />
dimensão espiritual adicional;<br />
8. CONVIDA os Países Membros a considerar incluída, em suas estratégias de saúde para todos,<br />
uma dimensão espiritual, como definida nesta resolução, de acordo com seus padrões sociais<br />
e culturais”.<br />
http://www.voppus.com.br 17
AROMATERAPIA<br />
AMPLIADAA P300<br />
LIÇÃO 01<br />
UNESCO<br />
UNESCO é a abreviação de United Nations<br />
Educational, Scientific and Cultural Organization<br />
cuja tradução em<br />
português é Organização das<br />
Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a<br />
Cultura. A UNESCO<br />
é uma organização<br />
internacional que<br />
envolve quase todos os países<br />
do mundo. O objetivo principal da UNESCO é o de<br />
ampliar as basess da educação no mundo; levar os<br />
benefícios da Ciência a todos os países e fomentar<br />
o intercâmbio e a divulgação cultural. A UNESCO<br />
estimula a visão multidirecional do ser humano nos vários campos de atividade.<br />
No Colóquio realizado em Veneza, Itália a organização ratifica a sua posição em<br />
relação a visão holística e transdisciplinar do ser humano. Transcreveremos<br />
o conteúdo<br />
final desse importante documento internacional.<br />
“Documento de Compromissos Internacionais da UNESCO<br />
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.<br />
Declaração de Veneza<br />
Comunicado final do<br />
Colóquio “A<br />
Ciência diante das Fronteiras do Conhecimento”.<br />
Os participantes do<br />
colóquio “A<br />
Ciência das<br />
Fronteiras do Conhecimento”, organizado pela<br />
UNESCO,<br />
com a colaboração da Fundação Giorgio Cini (Veneza, 3 a 7 de março de 1986),<br />
animados<br />
por um espírito de abertura e de questionamento<br />
dos valores de nosso tempo, ficaram<br />
de acordoo sobre os seguintes pontos:<br />
• Somos testemunhas de uma revolução muito importante no domínio da ciência, provocada<br />
pela ciência fundamental (em particular a física e a biologia), devido a transformação que ela<br />
traz à lógica, epistemologia e também, por meio das aplicações tecnológicas à vida de todos<br />
os dias. Mas, constatamos, ao mesmo tempo, a existência de uma importante defasagem entre<br />
a nova visão do mundo que emerge do estudo dos sistemas naturais e os valores que ainda<br />
predominam nas filosofias, nas<br />
ciências do<br />
homem e na vida da sociedade moderna. Pois<br />
estes valores baseiam-se em grande parte no determinismo mecanicista, no positivismo ou no<br />
nilismo. Sentimos esta defasagem como fortemente nociva e portadora de grandes ameaças<br />
de destruição de nossa espécie.<br />
• O conhecimento científico, devido a seu próprio movimento interno, chegou aos limites em que<br />
pode começar o diálogo com outras formas de conhecimento. Neste sentido reconhecendo as<br />
diferenças fundamentais entre a ciência e a tradição, constatamos, não sua oposição, mas sua<br />
completementaridade. O encontro inesperado e enriquecedor entre a ciência e as diferentes<br />
tradições do mundo permite pensar no aparecimento de<br />
uma nova visão da humanidade, até<br />
mesmo num novo racionalismo,<br />
que poderia levar a uma nova perspectiva metafísica.<br />
• Recusando qualquer projeto globalizante, qualquer fechado de pensamento, qualquer nova<br />
utopia, reconhecemos ao mesmo tempo a urgência de uma pesquisa verdadeiramente<br />
transdisciplinar, de<br />
uma troca dinâmica entree as ciências exatas, as ciências humanas, a arte e<br />
a tradição. Pode-se dizer que<br />
este enfoque transdisciplinar está escrito em nosso próprio<br />
cérebro, pela interação dinâmica entre seus dois hemisférios. O estudo conjunto da<br />
natureza e<br />
do imaginário, do universo e do homem, poderia assim<br />
nos aproximar mais do<br />
real e nos<br />
permitir enfrentar melhor os diferentes desafios de nossa época.<br />
18<br />
VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
• O ensino convencional da ciência, por uma apresentação linear dos conhecimentos, dissimula<br />
a ruptura entre a ciência contemporânea e as visões anteriores do mundo. Reconhecemos a<br />
urgência da busca de novos métodos de educação, com as que levem em conta os avanços<br />
da ciência, que agora se harmonizam com as grandes tradições culturais, cuja preservação e<br />
estudo aprofundado parecem fundamentais. A UNESCO seria a organização apropriada para<br />
promover tais idéias.<br />
• Os desafios de nossa época: o desafio da autodestruição de nossa espécie, o desafio da<br />
informática, o desafio da genética, etc. mostram, de uma maneira nova, a responsabilidade<br />
social dos cientistas no que diz respeito à iniciativa e à aplicação de pesquisa. Se os cientistas<br />
não podem decidir sobre a aplicação da pesquisa se podem decidir sobre a aplicação de suas<br />
próprias descobertas, eles não devem assistir passivamente à aplicação cega destas<br />
descobertas. Em nossa opinião, a amplidão dos desafios contemporâneos exige, por um lado,<br />
a informática rigorosa e permanente da opinião pública e, por outro lado, a criação de<br />
organismos de orientação e até de decisão de natureza pluri e transdisciplinar.<br />
Expressamos a esperança de que a UNESCO dê prosseguimento a esta iniciativa<br />
estimulando uma reflexão dirigida para a universidade e a transdisciplinaridade.<br />
Agradecemos a UNESCO, que tornou a iniciativa de organizar este encontro, de acordo<br />
com sua vocação de universalidade. Agradecemos também a Fundação Giorgio Cini por<br />
ter oferecido este local privilegiado para a realização deste fórum”.<br />
CONCORDÂNCIAS EXEMPLARES<br />
Vamos apresentar a seguir várias opiniões e considerações de diversas pessoas<br />
acerca da <strong>Aromaterapia</strong> ou a cura pelos aromas e perfumes e de sua efetiva ação no<br />
bem-estar humano.<br />
MÉDICO FRANCÊS<br />
Dr. Jean Valnet foi o médico-fundador da Sociedade<br />
Francesa de Fitoterapia e <strong>Aromaterapia</strong>. Possuia vastíssima<br />
experiência no campo da terapia por meios das essências.<br />
Escreveu vários livros um dos quais intitulado “Aromathérapie<br />
– Traitement des maladies par les essences de plantes” (Ed.<br />
Maloine S.A. Paris, 1980). Nessa obra ele afirma:<br />
“A aplicação das essências aromáticas sobre a pele agita<br />
os órgãos internos mais profundos.<br />
“Muitos resultados, os quais os métodos terapêuticos<br />
modernos nem sonham obter, a AROMOTERAPIA e a<br />
FITOTERAPIA os alcançam e são muito mais eficazes do que<br />
se supõe”.<br />
CORONEL-MÉDICO<br />
Dr. A. Krumm-Heller foi um notável professor na Universidade de Berlim, além de<br />
coronel-médico do Exército Mexicano. Em sua obra “Del Incienso a la Osmoterapia” (Ed.<br />
Botas. México) encontramos o seguinte:<br />
http://www.voppus.com.br 19
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
“A OSMOTERAPIA toma em conta que não possuímos um corpo material estável. O<br />
nosso organismo está sujeito a mudanças constantes, do nascer ao morrer, de tal forma<br />
que aos sete anos somos completamente diferentes do que somos neste momento. Não<br />
podemos ter resultados matemáticos nas curas das enfermidades. Temos outro corpo, um<br />
corpo protótipo, duplo, sideral ou linga-sharira, como o chamam os teósofos; corpo etérico<br />
causal específico que permanece sempre idêntico em sua essência. A Osmoterapia vai<br />
atuando com seus perfumes sobre este corpo base, logo resultando como efeito reflexo<br />
sobre o físico”.<br />
MÉDICO E BIÓLOGO<br />
Dr. Albert Wolff médico e biólogo afirmou:<br />
“Indubitavelmente que toda esta<br />
OSMOTERAPIA é para nós ocidentais,<br />
toda uma novidade absoluta...<br />
“Trata-se talvez de chegar às doenças<br />
dos homens por meio de uma ação direta<br />
sobre o sistema nervoso central... por meio<br />
de um toque no nariz, influenciado os<br />
centro nervosos, obtendo curas<br />
assombrosas e incríveis, curas que tem<br />
sido mal estudadas... graças à presunção<br />
de certos círculos médicos oficiais contrários à Ciência e ao Conhecimento extra-médico.<br />
“O olfato tem sido injustamente desdenhado pela Medicina...”<br />
Há estudos recentes que procuram estabelecer uma correspondência entre<br />
determinadas moléculas voláteis e os aromas que elas produzem. A ciência já sabe que<br />
raramente o aroma é produto de um único componente. Freqüentemente o odor é<br />
resultante de uma mescla de variadas substâncias que dificilmente passam de 10 partes<br />
por milhão (10 ppm). Para dar um exemplo citamos ao aroma do café. As análises<br />
laboratoriais conseguiram identificar 968 substâncias concentradas em níveis de 1 ppm.<br />
TERAPEUTA E FILÓSOFO<br />
Dr. Samael Aun Weor, terapeuta, esoterista, filósofo – escritor de mais de 80 livros<br />
acerca de vários temas. Em sua obra “Medicina Oculta” (Ed. Gnose, Porto Alegre) diz:<br />
“Aos enfermos se deverá fazer cheirar diariamente o seu perfume zodiacal”.<br />
FÍSICO<br />
Dr. Alfred Judt foi um físico europeu que se interessou pelos aspectos científicos da<br />
cura. São deles as seguintes palavras:<br />
“A investigação exata e a intuição impõem com força imperiosa ao pesquisador das<br />
irradiações a fundamentada suspeita da qual toda ação curativa quer seja por ação<br />
medicamentosa de qualquer fonte é puramente irradiação.<br />
20 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
“A ação inicial de uma dose cada vez mais sutil, de substâncias nobres, permite uma<br />
ação final mais eficaz do que o emprego e doses excessivas de venenos comumente<br />
usados na clínica atual. Resumindo, a maioria combate apenas os sintomas e nunca as<br />
doenças”.<br />
MÉDICO BRASILEIRO<br />
Muitos médicos, pesquisadores, filósofos, terapeutas têm opinado favoravelmente<br />
acerca dos benefícios das essências no tratamento das enfermidades. Queremos<br />
destacar as palavras do Dr. Márcio Bontempo médico e autor de diversos livros<br />
abordando o tema das terapias naturais. Em sua obra “Manual de Medicina Natural” (Ed.<br />
Best Seller. São Paulo 1999) afirma o seguinte:<br />
“A <strong>Aromaterapia</strong> é a ciência e a arte da aplicação dos perfumes como recursos<br />
terapêuticos para as mais variadas doenças, desequilíbrios e problemas que os seres<br />
humanos apresentam”.<br />
PRELIMINARES<br />
NOÇÕES DE BOTÂNICA<br />
O terapeuta deve ter especial atenção ao adquirir as essências. É preciso saber que<br />
os nomes que aparecem em latim são de cardial<br />
importância para a identificação correta do vegetal.<br />
Por essa razão os apresentamos juntamente com<br />
nome popular. Haja vista que essa classificação<br />
botânica é utilizada em todos os países. Assim,<br />
mesmo que você não saiba o idioma poderá<br />
identificar o vegetal pelo seu nome botânico.<br />
Vejamos um exemplo. O zimbro como,<br />
conhecemos em português, tem diferentes formas<br />
de escrever dependendo do idioma. Em francês é<br />
“genévrier”, em inglês “juniper”, em espanhol é<br />
“enebro”, entretanto o nome botânico “Juniperus<br />
communis” será o mesmo em qualquer idioma.<br />
ORGANIZANDO A CONFUSÃO<br />
Vimos que vários vegetais possuem grafias diferentes dependendo do idioma, mas<br />
isso ainda não é o pior. A mesma planta pode ter diferentes nomes no mesmo idioma. No<br />
Brasil devido a grande miscigenação de povos, culturas e tradições o mesmo vegetal<br />
pode ter três, quatro ou mais nomes diferentes dependendo da região. A mandioca, por<br />
exemplo, pode ser chamada de aipi, aipim, macaxeira, maniva, maniveira, pão-de-pobre,<br />
etc. Se aqui no Brasil, já há essa grande confusão, imagine no resto do mundo. Para<br />
agravar o problema, muitas plantas botanicamente diferentes receberam o mesmo nome<br />
popular de outras anteriormente conhecidas, devido a certas similaridades ou efeitos<br />
terapêuticos. Por exemplo: a erva-cidreira e o capim-cidreira. Embora o aroma e efeito<br />
terapêutico tenham algumas semelhanças, são espécies completamente diferentes. A<br />
http://www.voppus.com.br 21
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
erva-cidreira ou melissa é grafada botanicamente como “Melissa officinalis”, enquanto<br />
capim-cidreira é “Kyllinga odorata”.<br />
A confusão era total até o século XVIII, quando cientistas e pesquisadores resolveram<br />
padronizar a nomenclatura do vegetal. Desse modo, estabeleceu-se um sistema<br />
internacional de identificação, baseado em nomes compostos em latim. Assim,<br />
normalizaram os nomes científicos das plantas. Em tese, seria único para cada espécie.<br />
COMPOSIÇÃO DO NOME DA PLANTA<br />
Para podermos ter uma compreensão precisa dos nomes botânicos é preciso saber o<br />
que é gênero e espécie vegetal.<br />
O gênero de uma planta é o conjunto de espécies com características semelhantes.<br />
São agrupadas em famílias de características similares.<br />
A espécie de uma planta corresponde a unidade botânica única. Cada espécie, mesmo<br />
sendo do mesmo gênero, é um vegetal único.<br />
O nome científico de cada planta é composto pelo nome inicial que corresponde ao<br />
gênero da planta. Escreve-se em latim e com a primeira letra maiúscula. O segundo<br />
nome corresponde a espécie, referindo-se a característica da planta. Escreve-se<br />
em latim e com letra minúscula. Para haver maior precisão, as regras<br />
internacionais recomendam acrescentar o sobrenome, por extenso ou abreviado,<br />
do botânico que a nomeou.<br />
O nome científico de cada planta é composto pelo nome inicial que corresponde ao<br />
gênero da planta. Escreve-se em latim e com a primeira letra maiúscula. O segundo nome<br />
corresponde a espécie, referindo-se a característica da planta. Escreve-se em latim e com<br />
letra minúscula. Para haver maior precisão, as regras internacionais recomendam<br />
acrescentar o sobrenome, por extenso ou abreviado, do botânico que a nomeou. Em<br />
nosso curso não os detivemos nesse particular.<br />
De todas as maneiras a grafia botanicamente completa deve conter o nome do<br />
pesquisador. Como exemplo citamos a hortelã ou menta cujo nome botânico completo é<br />
Mentha piperita L. Menta corresponde ao gênero e piperita, a espécie e o L. é a<br />
abreviação de Linné. Carl von Linné foi um naturalista sueco (1707-1778) que nomeou<br />
milhares de espécies botânicas.<br />
ALGUMAS VARIAÇÕES<br />
O nome em latim visa facilitar a identificação, entretanto pode sofrer pequenas<br />
variações de acordo com o idioma, para facilitar a pronúncia. Devido as características<br />
dos idiomas anglo–saxões como inglês ou alemão podemos encontrar o “y” em lugar de<br />
“i” e o “ph” em lugar de “f”.<br />
Pode ocorrer também que pesquisadores diferentes deram nomes latinos diferentes,<br />
segundo as suas descobertas, entretanto as normas internacionais recomendam adotar o<br />
nome mais antigo.<br />
22 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
Relação das Essências<br />
Aromáticas<br />
Apresentaremos a seguir a relação de essências aromáticas que serão estudadas no<br />
decorrer do curso. Citaremos o nome popular, o nome botânico e a lição na qual faremos<br />
a descrição completa do vegetal e suas respectivas características terapêuticas. No<br />
primeiro bloco mostramos os nomes dos vegetais em ordem alfabética pelo nome<br />
popular. No segundo bloco mostramos os nomes dos vegetais em ordem alfabética pelo<br />
nome botânico.<br />
Nome do Vegetal<br />
Nome Botânico<br />
<strong>Lição</strong> em que é<br />
estudado<br />
ALECRIM Rosmarinus officinalis 2<br />
ALHO Allium sativum 2<br />
ANIS Pimpinella anisum 3<br />
ANIS ESTRELADO Illicium anisatum 28<br />
BENJOIM Styrax benzoin 28<br />
BERGAMOTA Citrus bergamia 3<br />
CALÊNDULA Calendula officinalis 28<br />
CAJEPUTE Melaleuca leucadendron 3<br />
CAMOMILA ROMANA OU Anthemis nobilis 3<br />
NOBRE<br />
CAMOMILA COMUM OU Matricaria chamomilla ou Matricaria discoidea 3<br />
ALEMÃ<br />
CANELA Cinnamomum zeylanicum 5<br />
CÂNFORA Cinnamomum camphora 28<br />
CARVI KUMMEL Carum carvi 28<br />
CEBOLA Allium cepa 5<br />
CEDRO Cedrus atlantica/Cedrus libani 5<br />
CIPRESTE Cupressus sempervirens 5<br />
CITRONELA Cymbopogom nardus 28<br />
COENTRO Coriandrum sativum 5<br />
CRAVO Eugenia caryophyllata 8<br />
ESTRAGÃO Artemisia dracunculus 8<br />
ERVA DOCE ou FUNCHO Foeniculum vulgare 8<br />
EUCALÍPTO Eucalyptus globulus 8<br />
GENGIBRE Zingiber officinale 8<br />
GERÂNIO Pelargonium odorantissimum 8<br />
HISSOPO Hysopus officinalis 8<br />
HORTELÃ ou MENTA Mentha piperita<br />
11<br />
Menta spicata<br />
JASMIM Jasminum officinale 11<br />
LAVANDA ou ALFAZEMA Lavandula officinalis 11<br />
LAVANDIN Lavandula hybrida 28<br />
LARANJEIRA Citrus aurantium 14<br />
http://www.voppus.com.br 23
AROMATERAPIA AMPLIADA P300 LIÇÃO 01<br />
LIMÃO Citrus limonum 14<br />
MANJERONA Origanum majorana 14<br />
MANJERICÃO Ocymun basilicum 14<br />
MANDARINA Citrus reticulata v. mandarin 28<br />
MELISSA ou<br />
Melissa officinalis 14<br />
ERVA-CIDREIRA<br />
MIRRA Balsamodendron mirrha 28<br />
NEROLI Citrus vulgares – Citrus bigardia 17<br />
NIAOULI Melaleuca viridiflora 17<br />
NOZ MOSCADA Myristica officinalis 17<br />
OLÍBANO Boswella carteri 28<br />
ORÉGANO Origanum vulgare 28<br />
PALMAROSA Cymbopogom martini 28<br />
PATCHOULI Pogostemon patchouly 17<br />
PETIT GRAIN Citrus auratium 28<br />
PINHO Pinus sylvestris 17<br />
ROSA Rosa canina 20<br />
SÁLVIA Salvia officinalis 20<br />
SÂNDALO Santalum album, Santalum spicatum 20<br />
SEGURELHA Satureia montana, Satureia hortensis 20<br />
SASSAFRAS Sassafras officinalis 28<br />
TEA TREE Melaleuca alternifolia 23<br />
TANGERINA Citrus nobilis v. tangerine 28<br />
TOMILHO Thymus vulgaris 26<br />
VERVEINE/LEMONGRASS Cymbopogon citratus 26<br />
VETIVER Vetiveria zizanioides 28<br />
24 VOPPUS STELLA MARIS
LIÇÃO 01<br />
Nome Botânico<br />
Nome do Vegetal<br />
<strong>Lição</strong> em que é<br />
estudado<br />
Allium cepa CEBOLA 2<br />
Allium sativum ALHO 5<br />
Anthemis nobilis CAMOMILA ROMANA OU NOBRE 3<br />
Artemisia dracunculus ESTRAGÃO 8<br />
Balsamodendron mirrha MIRRA 28<br />
Boswella carteri OLÍBANO 28<br />
Calendula officinalis CALÊNDULA 28<br />
Cananga odorata YLANG-YLANG 26<br />
Carum carvi CARVI KUMMEL 28<br />
Cedrus atlantica CEDRO 5<br />
Cinnamomum camphora CÂNFORA 28<br />
Cinnamomum zeylanicum CANELA 5<br />
Citrus aurantium PETIT GRAIN 28<br />
Citrus aurantium LARANJEIRA 14<br />
Citrus bergamia BERGAMOTA 3<br />
Citrus limonum LIMÃO 14<br />
Citrus nobilis v. tangerine TANGERINA 28<br />
Citrus reticulata v. mandarin MANDARINA 28<br />
Citrus vulgares NEROLI 17<br />
Coriandrum sativum COENTRO 5<br />
Cupressus sempervirens CIPRESTE 5<br />
Cymbopogom citratus VERVEINE/LEMONGRASS 26<br />
Cymbopogom martini PALMAROSA 28<br />
Cymbopogom nardus CITRONELA 28<br />
Eucalyptus globulus EUCALÍPTO 8<br />
Eugenia caryophyllata CRAVO 8<br />
Foeniculum vulgare ERVA DOCE (ou FUNCHO) 8<br />
Hysopus officinalis HISSOPO 8<br />
Illicium anisatum ANIS ESTRELADO 28<br />
Jasminum officinale JASMIM 11<br />
Juniperus communis ZIMBRO 26<br />
Lavandula hybrida LAVANDIN 28<br />
Lavandula officinalis LAVANDA ou ALFAZEMA 11<br />
Matricaria chamomilla CAMOMILA COMUM OU ALEMÃ 3<br />
Melaleuca alternifolia TEA TREE 23<br />
Melaleuca leucadendron CAJEPUTE 3<br />
Melaleuca viridiflora NIAOULI 17<br />
Melissa officinalis MELISSA (ERVA-CIDREIRA) 14<br />
Mentha piperita HORTELÃ (MENTA) 11<br />
Myristica officinalis NOZ MOSCADA 17<br />
Ocymun basilicum MANJERICÃO 14<br />
Origanum majorana MANJERONA 14<br />
Origanum vulgare ORÉGANO 28<br />
Pelargonium odorantissimum GERÂNIO 8<br />
Pimpinella anisum ANIS 3<br />
Pinus sylvestris PINHO 17<br />
Pogostemon patchouly PATCHOULI 17<br />
Rosa canina ROSA 20<br />
Rosmarinus officinalis ALECRIM 2<br />
Salvia officinalis SÁLVIA 20<br />
Santalum album SÂNDALO 20<br />
http://www.voppus.com.br 25
AROMATERAPIA AMPLIADAA P300<br />
LIÇÃO 01<br />
Sassafrass officinalis<br />
Satureia montana<br />
Styrax benzoin<br />
Thymus vulgaris<br />
Vetiveria zizanioides<br />
Zingiber officinale<br />
SASSAFRAS<br />
SEGURELHA<br />
BENJOIM<br />
TOMILHO<br />
VETIVER<br />
GENGIBRE<br />
28<br />
20<br />
28<br />
26<br />
28<br />
8<br />
Atenciosamente,<br />
SEU INSTRUTOR DE CLASSE.<br />
26<br />
VOPPUS STELLA MARIS
Curso Livre de Formação em<br />
<strong>Aromaterapia</strong> Ampliada<br />
Apresentamos a nossa bibliografia dividida em três secções. A primeira é a Bibliografia<br />
Aromaterapêutica Comentada e Indicada. A segunda é a Bibliografia Geral e a terceira é a<br />
Bibliografia Específica. A primeira e a segunda são mostradas a seguir. A terceira deverá ser<br />
consultada nas lições ao longo do nosso curso.<br />
BIBLIOGRAFIA AROMATERAPÊUTICA<br />
A seguir vamos comentar acerca de diversas obras citadas ao longo de nosso Curso Livre de<br />
Formação em <strong>Aromaterapia</strong> Ampliada. Caso o estudante deseje avançar em seus estudos poderá<br />
saber por onde começar.<br />
OBRAS ESPECÍFICAS COMENTADAS<br />
“Aromatherapie: Traitement des Maladies par<br />
les Essences de Plantes”. Dr. Jean Valnet<br />
Maloine S. A. Editeur, Paris, 1980.<br />
Dr. Valnet foi um médico francês que aplicava<br />
as essências aromaterápicas no tratamento de<br />
vários distúrbios. Recebeu medalha de bronze<br />
em 1954 por trabalhos científicos publicados.<br />
Conferencista internacional acerca do tema,<br />
autor de diversos artigos em revistas e jornais.<br />
Foi médico e cirurgião do Exército. Recebeu<br />
vários títulos civis e militares. Fundador da<br />
“Société Française de Phytotherapie et<br />
d’Aromatherapie”.<br />
O autor do curso recomenda o estudo<br />
detalhado dessa obra a todos os<br />
aromaterapeutas que queiram se aprofundar<br />
no tema.<br />
“<strong>Aromaterapia</strong>: Manual Prático Y Clínico”.<br />
Pablo Salomone, Ediciones Continente, Buenos<br />
Aires, 1974.<br />
O autor é diretor do Centro Energético Integral<br />
(CEI) localizado na cidade de La Plata,<br />
Argentina. Em sua obra enfoca a <strong>Aromaterapia</strong><br />
de diversos ângulos e apresenta 33 óleos<br />
essenciais aromáticos com suas respectivas<br />
aplicações.<br />
“Guia Prático de <strong>Aromaterapia</strong>”. Shirley Price.<br />
Edições Siciliano, São Paulo, 1989.<br />
A autora é uma experiente aromaterapeuta.<br />
Nessa obra ela relata vários casos que utilizou<br />
os óleos essenciais para correção de<br />
determinados distúrbios. O livro é escrito em<br />
linguagem simples, direta e sobretudo muito<br />
prática. É uma obra interessante para o<br />
iniciante em <strong>Aromaterapia</strong>.
“Muito Mais Que Um Simples Banho”. Dr.<br />
Keith Souter. Editora Ática, São Paulo, 1997.<br />
O autor é escritor e médico homeopata. Essa<br />
obra enfoca fundamentalmente a aplicação da<br />
Hidroterapia juntamente com as ervas e óleos<br />
aromáticos para o tratamento de diversas<br />
enfermidades. Obra recomendada pelo autor<br />
do curso para quem deseje se aprofundar na<br />
Hidroterapia aromática.<br />
“Tudo Sobre <strong>Aromaterapia</strong>”. Adão Roberto da<br />
Silva. Editora Roka. São Paulo.<br />
O autor dessa obra é engenheiro químico e<br />
professor. É uma obra escrita para iniciantes e<br />
veteranos na <strong>Aromaterapia</strong>. Descreve 76 óleos<br />
aromáticos com suas principais características<br />
técnicas e terapêuticas. Apresenta 16 óleos<br />
veiculares com as respectivas propriedades<br />
terapêuticas.<br />
“Del Incienso a La Osmoterapia”. Dr. A. Krumm‐<br />
Heller . Ediciones Botas, México, 1963.<br />
O autor foi coronel médico militar do Estado<br />
Maior Mexicano. Nessa obra ele apresenta um<br />
sistema aromaterapêutico fundamentado<br />
somente na aplicação das essências aromáticas<br />
via respiratória e vibracional. Esse sistema foi<br />
batizado, por ele, de Osmoterapia. O livro é<br />
muito abrangente no tocante a aplicação dos<br />
óleos essenciais por vários povos e cultos<br />
religiosos.<br />
Há muitas obras que poderíamos comentar, entretanto as apresentadas acima poderão servir de<br />
ponto de partida para quem queira se aprofundar no tema, entretanto a seguir vamos apresentar<br />
obras específicas acerca da <strong>Aromaterapia</strong> para pesquisadores do tema.<br />
OBRAS AUXILIARES COMENTADAS<br />
A seguir vamos comentar acerca de várias obras auxiliares para o terapeuta que queira se<br />
aprofundar no estudo terápico.<br />
“Medicina Vibracional: Una Medicina para o<br />
Futuro”. Richard Gerber. Cultrix, São Paulo,<br />
1992.<br />
Dr. Richard Gerber é um médico americano que<br />
se dedicou ao estudo e aplicação das terapias<br />
alternativas ou holísticas. Nessa obra ele<br />
procura traçar um paralelo entre a ciência e os<br />
diversos tratamentos não convencionais como:<br />
acupuntura, cura pelas mãos, elixir de pedras<br />
semi‐preciosas, florais, cura pelos cristais, etc.<br />
Recomendamos essa obra como estudo<br />
adicional para quem deseja se dedicar a<br />
qualquer sistema terapêutico alternativo.<br />
“Manual da Medicina Integral”. Márcio<br />
Bontempo. Best Seller, São Paulo, 1994.<br />
Dr. Márcio Bontempo é um médico brasileiro<br />
que se dedicou a estudar as terapias<br />
alternativas na aplicação dos mais diferentes<br />
problemas orgânicos que podem acometer o<br />
ser humano. Nessa obra ele descreve o<br />
distúrbio orgânico e as várias opções de<br />
tratamento alternativo.<br />
“Obras Completas”. Paracelso (Aureolus<br />
Philippus Theophastus Bombastus von<br />
Hohneheim). Edicomunicacion S. A., Barcelona,<br />
1989.<br />
Essa obra em espanhol é um compêndio dos<br />
livros dos Prólogos, Entidades e dos Paradoxos<br />
de Paracelso. Nele o médico medieval<br />
descreve as causas e origens das doenças. Até<br />
os nossos dias muitos conceitos de Paracelso<br />
continuam válidos. É obra indicada para<br />
aqueles que queiram saber acerca das causas<br />
metafísicas e espirituais das enfermidades.
“Os Remédios Florais do Dr. Bach”.<br />
Pensamento, São Paulo, 1993.<br />
Essa obra é uma reunião de dois trabalhos de<br />
Bach. Na primeira parte esta os escritos com o<br />
título : Cura‐te a Ti Mesmo”. Na Segunda parte<br />
está “Os Remédios e as Razões de Cada Um”.<br />
Essa obra é uma das mais conhecidas pelos<br />
terapeutas florais. Nela Bach deixou a síntese<br />
de seu trabalho e descobertas.<br />
“A Cura Quântica”. Deepak Chopra. Best Seller,<br />
São Paulo, 1989.<br />
Chopra é médico indiano radicado nos EUA.<br />
Chefiou a equipe do New England Memorial<br />
Hospital. Nessa obra ele procura por meio da<br />
Física Quântica explicar o por quê de muitas<br />
enfermidades. Traça um paralelo entre o poder<br />
da mente, da consciência e a saúde integral.<br />
“Anatomia Esotérica”. Douglas Baker.<br />
Mercuryo, São Paulo, 1993.<br />
Baker é médico inglês com várias<br />
especializações. Dedicou‐se ao estudo da<br />
Metafísica, Yoga, conhecimentos orientais,<br />
obras de Paracelso, etc. Ele enfoca em sua obra<br />
as características anatômicas e metafísicas do<br />
corpo humano.<br />
“As Essências Florais de Minas”. Breno<br />
Marques da Silva e Ednamara Vasconcelos e<br />
Marques. Aquariana, São Paulo, 1997.<br />
Os autores foram os idealizadores do sistema<br />
Floral de Minas. Para desenvolver esse sistema<br />
os autores se basearam nos ensinamentos de<br />
Bach. Traçaram um paralelo entre os 38 florais<br />
de Bach e o Rescue Remedy e as flores de<br />
Minas. Além disso acrescentaram várias outras<br />
essências de flores que existem no Estado de<br />
Minas Gerais. Recomendamos essa obra para<br />
todos que estejam interessados em se<br />
aprofundar o sistema Floral de Minas.<br />
“Reflexologia: Como Restabelecer o Equilíbrio<br />
Energético”. Kevin e Barbara Kunz,<br />
Pensamento, São Paulo, 1989.<br />
Nessa obra os autores ensinam de forma<br />
didática e prática como realizar uma massagem<br />
reflexológica nos pés ou nas mãos.<br />
Recomendamos esse livro para os terapeutas<br />
que queiram utilizar esse sistema juntamente<br />
com uso dos óleos essenciais.<br />
“Medicina Oculta”. Samael Aun Weor. Gnose,<br />
Porto Alegre, 1979.<br />
Nessa obra o autor mostra como as doenças<br />
podem ser tratadas com ervas medicinais.<br />
Apresenta a fisiologia e a anatomia oculta do<br />
ser humano. Explica como as energias nefastas<br />
podem provocar distúrbios orgânicos. Ensina<br />
fórmulas mágicas para tratar variadas<br />
enfermidades.<br />
Muitas outras obras poderiam ser comentadas nessa lista, entretanto cremos que as mencionadas<br />
são suficientes para servir de referência para o estudante que queira se aprofundar no tema.<br />
BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA EM AROMATERAPIA<br />
A. ROSSI –“Manual del perfumista”, edición<br />
espanhola, Barcelona, 1916.<br />
BENEZET L. – “Contribution à l’étude de<br />
l’essence de lavande, Perfumerie”, 1943, 1,<br />
153‐157.<br />
BINET L., Bour H. e Tanret P. – “Effets comparés<br />
des cures de chou et de citron dans le<br />
traitement de l’ascite cirrhotique.” B. e M. de la<br />
Soc. Méd. des Hôpitaux de Paris, 1948, no. 9 –<br />
II.<br />
CADÉAC C. e MEUNIER A. ‐ “Travaux<br />
divers.”C.R. Soc. Biol., 1889 à 1892.<br />
CHARABOT. – “Les parfumes artificiels” Paris,<br />
1899.<br />
CAPO N. – “Mis observaciones clínicas sobre el<br />
limon”. Sanch., Barcelona.
CARLES P. – “Un dernier mot sur l’action<br />
diurétique de l’oignon.”Gaz. Hebd. Des Sc.<br />
Méd. de Bordeaux, 1912.<br />
CALUORI, Marcus – “Mil Usos del Tea Tree: El<br />
Azeite de la Melaleuca Alternifolia Y sus<br />
Aplicaciones – Un Libro para la Prática”, TT –<br />
Communication Zurich AG, 1994.<br />
CAUJOLLE – “Toulouse Médical,” 1943, 44,<br />
483.”Annales Pharm. Françaises,”1944,2,147.<br />
CAVEL L. – “Sur la valeur antiseptique de<br />
quelques huiles essentielles.”C.R. Acad. Sc.,<br />
1918.<br />
CAZAL R. – “Contribution à l’étude de l’activité<br />
pharmacodynamique de quelques essences de<br />
labiées”. Tese, Toulouse, 1944.<br />
COLIN CLAIR e MARONNE M. – “Dictionnaire<br />
des herbes et des épices.” Denoel éditeur,<br />
Paris, 1963.<br />
COSTET P. – “Phytothérapie des affections<br />
artério‐veineuses en pratique phlébologique.”<br />
Maloine éditeur, Paris, 1963.<br />
COURMONT P., MOREL A. et BAY I. – “Sur le<br />
pouvoir infertilisant de quelques essences<br />
végétales vis‐à‐vis du bacille tuberculeux<br />
humain”. C. R. Soc. Biol., 1927.<br />
COURMONT P., MOREL A., PERROT L. e<br />
SANLAVILLE S. – “Du pouvoir infertilisant de<br />
l’essence d’ail et de moutarde sur les cultures<br />
homogènes de bacille de Koch”. C.R. Soc. Biol.,<br />
1937.<br />
COUVREUR A. – “Les produits aromatiques<br />
utilisés en pharmacie.” Vigot frères éditeurs,<br />
Paris, 1939.<br />
CRAVEIRO A.A., FERNANDES A.G., ANDRADE<br />
C.H.S., MATOS F.J.A., ALENCAR J.W. e<br />
MACHADO M.I.L. – “Óleos Essenciais de Plantas<br />
do Nordeste”, Universidade Federal do Ceará,<br />
Fortaleza, 1981.<br />
DAVIS, P. – “<strong>Aromaterapia</strong>” São Paulo, Editora<br />
Martins Fontes.<br />
DELANGE R. – “Essences nouvelles et<br />
parfums.”A. Colin, édit., 1930.<br />
DR. JER. MARTINEZ – “Las Curas del Dr.<br />
Asuero”. Buenos Aires.<br />
DRURY, S – “Tea Tree Oil: A Medicine Kit in a<br />
Bottle”, Exxex, C.W. Daniel Co. Ltda, 1989.<br />
EDWARS, V. e JEANNE R. – O Livro da<br />
<strong>Aromaterapia</strong>”, Campus, 1995.<br />
FORGUES E. – “L’essence déterpénée de<br />
lavande contre les plaies anfractueuses.”<br />
Parfumerie Moderne, 1917.<br />
FRANCETICH, E – Manual e Uso dos Perfumes:<br />
A Terapia dos Perfumes da Astrologia<br />
Aromaterapêutica”, São Paulo Editora Madras.<br />
GARNIER G., BÉZANGER‐BEAUQUESNE L.,<br />
DEBRAUX Cr. – “Ressources médicinales de la<br />
flore française.” Vigot édit., Paris, 1961.<br />
GATTEFOSSE R. M. – “Antiseptiques essentiels.<br />
“Girardot éditeur, Paris, 1926.<br />
GATTEFOSSE R. M. – “Aromathérapie”.<br />
Girardot éditeur, Paris, 1928.<br />
GILBERTA e MICHEL Ch. – “Formulaire pratique<br />
de thérapeutique et de pharmacologie”. Doin<br />
éditeurs, Paris, 1925.<br />
GIRAL F. e. ROJAHNC – “Productos Quimicos y<br />
Farmaceuticos”. Editorial Atlante Mexico,<br />
1946.<br />
GORIS A., LIOT A. e GORIS A. – “Pharmacie<br />
galénique”, Masson et Cie éditeurs, Paris,<br />
1942.<br />
JACQUES R. – “Traitement de la tuberculose<br />
pulmonaire par la méthode des<br />
essences.”Marseille Médicale, 1927.<br />
JAKSON, J. – “<strong>Aromaterapia</strong> Y Massage”<br />
Barcelona, Urano, 1986.<br />
KALY L. SCAPIN S. – “<strong>Aromaterapia</strong>: A Magia<br />
dos Perfumes”, São Paulo, Madras Editora.<br />
KELLER, E. – “The Completae Guide to<br />
Aromatherapy”, H.J. Krames Ins., Califórnia,<br />
1991.<br />
KERHARO J. – “La Pharmacopée traditionnelle<br />
sénégalaise” Vigot, édit. Paris 1974.<br />
LECLERC H. ‐ “Les épices”. Masson e Cie<br />
éditeurs, 1929.<br />
LECLERC H. ‐ “Précis de Phytothérapie”.<br />
Masson éditeur, Paris, 1954.<br />
LAUTIÉ, R. – “<strong>Aromaterapia</strong>”, Madri, Edaf,<br />
1982.<br />
LAWLESS, J. – “Tee Tree Oil: The New Guide to<br />
One of Nature’s Most Remarkable Gifts”,<br />
Thorsons – Haper Collins Publishers, 1994.<br />
LUNEL – “Guide pratique de parfumerie”. Paris,<br />
1887.<br />
MARCEL, L. – “<strong>Aromaterapia</strong>: A Cura pelos<br />
Óleos Essenciais”, Rio de Janeiro, Record,<br />
1995.
MOREL A. e ROCHAIX A. – “Publicações do<br />
Bulletin Sc. Pharmacol.” C.R. Soc. Biol., de 1922<br />
à 1928, França.<br />
OLSEN, Cynthia B. – “Australian Tea Tree Oil”,<br />
Kali Press, 1989.<br />
OLSEN, Cynthia B. – “Australian Tea Tree Oil,<br />
First Aid Handbook: 101 Ways to Use Tree Oil”,<br />
Kali Press, 1991.<br />
OLSEN, Cynthia B. – “Australian Tea Tree Oil<br />
Guide”, Kali Press, 1991.<br />
PARRY – “Chemistry of Essential Oils and<br />
Artificial Parfumes”, 2 ª ed., 1908.<br />
PERROT Em. – “Matières premières du règne<br />
végétal. “Masson et Cie éditeurs, Paris, 1944.<br />
M me PORCHER‐PIMPARD – “Contribution à<br />
l’étude du pouvoir antiseptique des essences<br />
végétales”. Tese Toulouse, 1942.<br />
PRICE, S. – “<strong>Aromaterapia</strong> para Doenças<br />
Comuns”, São Paulo, Editora Manole.<br />
ROLET A. “Plantes à parfums et plantes<br />
aromatiques.” J. B. Baillière et fils édit., 1930.<br />
S. PIESSE – “Des Odeurs, des Parfumes et des<br />
Cosmetiques, edition francaise par O. Reveil”,<br />
Paris 1865.<br />
S. PIESSE – “Histoire des Parfumes et Hygiene<br />
de la Toilette”, Paris, 1810.<br />
TISSERAND M. e JUNEMANN M. – “Magia e o<br />
Poder da Lavanda”, São Paulo, Editora Madras.<br />
TISSERAND, R. – “Aromatherapy for Everyone”,<br />
Arkana, Middlesex, Inglaterra, 1990.<br />
VALNET J. ‐ “Traitements des maladies par les<br />
légumes, les fruits et les céréales”. 7 ª édition,<br />
Maloine édit., Paris 1977.<br />
VALNET J. ‐ “Phytothérapie.”Maloine 4 ª édit.<br />
1979.<br />
VALNET J. ‐ Lithiases et thérpeutique<br />
aromatique”. L’. Hôpital, mai 1959.<br />
VALNET J. ‐ Cholestérol et thérapeutique<br />
aromatique”. A.M.I.F., janvier 1960.<br />
VALNET J. ‐ Phytothérapie et aromathérapie.<br />
Leur place dans la thérapeutique actuelle.”Les<br />
Actualités Médico‐Chirurgicales, L’Hôpital, mars<br />
1961.<br />
VALNET J. ‐ “L’aromathérapie et les<br />
thérapeutiques naturelles face à la maladie<br />
(indications et résultats)”. L’Hôpital, janviermars<br />
1962.<br />
VALNET J. e REDDET Cl. – “Contribution à<br />
l’application pratique d’une nouvelle<br />
conception du terrain biologique”. A.M.I.F.,<br />
avril et mai 1961.<br />
VANDER – “Medicina Natural”. Sanch. édit.,<br />
Barcelona.<br />
WATTIEZ N. e STERNON F. – “Eléments de<br />
chimie végétale”, Masson et Cie édit., Paris<br />
1935.<br />
WORWOOD, S. – “<strong>Aromaterapia</strong>: Um Guia de A<br />
a Z. Para Uso dos Óleos Essenciais”, São Paulo,<br />
Editora Best Seller.<br />
BIBLIOGRAFIA GERAL<br />
A Bibliografia Geral apresentada tem por objetivo colocar à disposição do estudante variadas<br />
obras que tratam do tema deste curso. Procuramos sintetizar o material descrito sobre o assunto<br />
de modo sistemático, a fim de facilitar a consulta bem como a pesquisa, caso haja interesse por<br />
parte do leitor. Os tipos de publicações são muito diversificados. Evidentemente, esta lista não é<br />
completa, contudo serve de guia para aqueles que queiram enveredar‐se pela pesquisa.
1. AUN WEOR, Samael<br />
1.1. O MATRIMÔNIO PERFEITO, São Paulo,<br />
Sol Nascente, 1982.<br />
1.2. MEDICINA OCULTA, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, 1983.<br />
1.3. TRATADO DE PSICOLOGIA<br />
REVOLUCIONÁRIA, Belo Horizonte, Ageacac,<br />
1982.<br />
1.4. ZODÍACO HUMANO, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, 1983.<br />
1.5. TEURGIA E MAGIA PRÁTICA, Porto<br />
Alegre, Ed. Gnose, 1984.<br />
1.6. A GRANDE REBELIÃO, Belo Horizonte,<br />
Ageacac, s.d.<br />
1.7. A REVOLUÇÃO DA DIALÉTICA, Porto<br />
Alegre, Ed. Gnose, s.d.<br />
1.8. ROSA ÍGNEA, Porto Alegre, Ed. Gnose,<br />
1981.<br />
1.9. AS TRÊS MONTANHAS, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, 1980.<br />
1.10. A DOUTRINA SECRETA DE ANAHUAC,<br />
São Paulo, Sol Nascente, 1992.<br />
1.11. A NOITE DOS SÉCULOS, Porto Alegre,<br />
Ed. Gnose, 1981.<br />
1.12. TRATADO ESOTÉRICO DE<br />
ENDOCRINOLOGIA, São Paulo, Sol Nascente,<br />
s.d.<br />
1.13. CARIDADE UNIVERSAL, São Paulo, Sol<br />
Nascente, s.d.<br />
1.14. KUNDALINI‐YOGA (O LIVRO AMARELO),<br />
São Paulo, Sol Nascente, 1992.<br />
1.15. EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL, São Paulo,<br />
Sol Nascente, s.d.<br />
1.16. MISTÉRIOS DA MÚSICA, São Paulo, Sol<br />
Nascente, 1992.<br />
1.17. MAGIA DAS RUNAS, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, 1984.<br />
1.18. DIALÉTICA DA RAZÃO OBJETIVA, Porto<br />
Alegre, Ed. Gnose, 1984<br />
1.19. O MISTÉRIO DO ÁUREO FLORESCER,<br />
São Paulo, Sol Nascente, s.d.<br />
1. 20. O TEMPLO DE ALDEN, São Paulo, Sol<br />
Nascente, s.d.<br />
1.21. MÍSTICA SEXUAL DO ÁTOMO E DO<br />
HOMEM, São Paulo, Sol Nascente, s.d.<br />
1.22. AOS PÉS DO MESTRE, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, s.d.<br />
1.23. CONFERÊNCIAS EXTRAORDINÁRIAS,<br />
Porto Alegre, Ed. Gnose, 1985.<br />
1.24. CÁTEDRAS, Vol. I e II, Peru, IGAC, 1987.<br />
1.25. DESFAZENDO MISTÉRIOS, Porto Alegre,<br />
Ed Gnose, 1988.<br />
1.26. AS RESPOSTAS QUE DEU UM LAMA,<br />
São Paulo, Sol Nascente, s.d.<br />
1.27. A SABEDORIA DO SER, Porto Alegre, Ed.<br />
Gnose, 1985.<br />
1.28. OS MISTÉRIOS DO MAHAMVANTARA,<br />
São Paulo, MGCUB. s.d<br />
1.29. TEMPO, ESPAÇO E CONSCIÊNCIA, Porto<br />
Alegre, Ed. Gnose, 1985.<br />
1.30. INTRODUÇÃO À GNOSE, São Paulo, Sol<br />
Nascente, s.d.<br />
1.31. A NOITE DOS SÉCULOS, São Paulo, Ed.<br />
Gnose, s.d.<br />
2. ACHTERBERG, Jeanne ‐ “Imagery In<br />
Healing: Shamanism And Modern Medicine”,<br />
Boston, Londres, Shambhala Publications,<br />
1985.<br />
3. ALMEIDA, João Ferreira De (Tradutor)‐<br />
"Bíblia: O Velho E O Novo Testamento", Rio<br />
De Janeiro, Imprensa Bíblica Brasileira, ,<br />
1981.<br />
4. ANDERSON, Walt‐ "Segredos Revelados:<br />
Práticas Do Budismo Tibetano", Rio De<br />
Janeiro, Livraria Francisco Alves Editora,<br />
1983.<br />
5.1. ANO ZERO: Redação ‐ "Uma Abordagem<br />
Científica Dos Poderes Da Mente", Revista,<br />
Mensário, No. 17, Setembro, 1992.<br />
5.2. ANO ZERO: Redação ‐ "Expansão Da<br />
Consciência", Revista, Mensário, No. 9,<br />
Janeiro, 1992.<br />
5.3. ANO ZERO: Redação ‐ "Estados Alterados<br />
De Consciência", Revista, Mensário, No. 10,<br />
Fevereiro, 1992.
5.4. ANO ZERO: Redação ‐ "Mente Quântica",<br />
Revista, Mensário, No. 20, Dezembro, 1992.<br />
6. BALBACH, A – “As Plantas Curam”, São<br />
Paulo, Edel, 1986.<br />
7 BENDIT, J E Bendit, P – “O Corpo Etérico Do<br />
Homem – Ponte Da Consciência, São Paulo.<br />
Pensamento, 1988.<br />
8. BACHEMAN, William‐ "The Steinerbooks<br />
Dictionary Of The Psychic, Mystic, Occult",<br />
Blauvelt; N.Y.; U.S.A., Rudolf Steiner<br />
Publications, 1973.<br />
9. BAYLESS, Raymond‐ "Experiences Of A<br />
Psychical Research", New Hyde Park, N.Y.,<br />
University Books, 1972.<br />
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