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Florais Formação Lição 1

Além dos 38 de Bach também abordamos florais da Califórnia, Pacífico, Alasca e vários outros.

Além dos 38 de Bach também abordamos florais da Califórnia, Pacífico, Alasca e vários outros.

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DIREITOS AUTORAIS

© Copyright by Marcus Roberio M. Sá

Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por

qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas gráficos, microfílmicos,

fotográficos, reprográficos, fonográficos, videográficos e eletrônicos.

O material textual deste curso está registrado no MINISTÉRIO DA CULTURA

DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Eventuais vídeos, marcas e materiais diversos aqui publicados são pertencentes

aos seus respectivos proprietários.


AUTOR

Prof. Marcus Roberio M. Sá

Diretor da VOPPUS STELLA MARIS, Projetista Industrial, Acadêmico em

Economia, Professor de Antropologia Holística há 25 anos, Professor e escritor

de mais de 28 cursos de Terapias Alternativas, Metafísica, Paraciências, Yoga e

outros, Atuante na área de Terapias Alternativas há mais de 20 anos, Escritor,

Conferencista, Acupunturista, Massoterapeuta, Terapeuta Holístico, Tarólogo,

Radiestesista, Quirólogo, Astrólogo.


CURSO LIVRE DE FORMAÇÃO EM

TERAPIA FLORAL

LIÇÃO 1 ‐ TERAPÊUTICA FLORAL

O que é Terapia Floral. Objetivo do curso de Formação em Terapia Floral. Ferramenta de trabalho,

autotratar‐se, tratar familiares, amigos, vizinhos, animais e plantas. Respostas as perguntas mais

freqüentes acerca da Terapia Floral. Estrutura didática do curso. Florais em estudo; Bach, Minas,

Califórnia, Austrália, Argentino, Alaska e Havaí. História resumida da cura pelas plantas:

Hipócrates, Discórides, Galeno, Escola de Salerno, Paracelso, Oswaldo Crollius, Kicher,

Hahnemann, Messegué, McInnes e Bach. Bibliografia resumida de Dr. Edward Bach. UNESCO e

OMS aprovam as terapias holísticas. Opiniões de médicos, psiquiatras e psicólogos acerca da

Terapia Floral. Os 38 remédios de Dr. Bach. Equivalência dos florais de Minas e Bach. As diversas

famílias florais. Bach explica como extrair as essências florais. Bach explica como indicar a

dosagem. Apresentação dos florais por Bach na Loja Maçônica. Os sete grupos de florais segundo

Bach.

LIÇÃO 2 ‐ AGRIMONY E ASPEN

Estudo detalhado dos Florais Agrimony e Aspen. Psicossomatologia Aplicada; O que é e para que

serve. Três casuísticas Agrimony e quatro casuísticas Aspen. Metapsicologia: O que é e para que

serve. Visão freudiana do psiquismo.

LIÇÃO 3 ‐ OS FLORAIS NA ATLÂNTIDA

Florais na Atlântida. Comprovações da existência da Atlântida. Tecnologia atlante. Medicina na

Atlântida. O que sobrou da raça atlante. Degeneração atlante. Restos geográficos da Atlântida.

Método Radiestésico de Recomendação de Florais: Preliminares. Relaxamento quântico (1 ª parte).

LIÇÃO 4 ‐ BEECH E CENTAURY

Estudo detalhado dos Florais Beech e Centaury: Aplicações gerais, indicadores, características

psicológicas. Somatizações. As emoções causando doenças. O que é a alma: visão bíblica e

filosófica. Os sete corpos.


LIÇÃO 5 ‐ CERATO, CHERRY PLUM E CHESTNUT BUD

Cerato, Cherry Plum e Chestnut Bud: Estudo, aplicações, o que trata, descrição do vegetal;

indicações, somatizações, como extrair a essência do vegetal. As emoções causando doenças.

Conflito entre médico e psiquiatras. Mente, doença e corpo. Doenças iatrogênicas. Casuísticas

florais. Antecedentes da Psicologia: Organon, Novum Organum e Tertium Organum. Ouspensky,

Pluralidade do Ego.

LIÇÃO 6 ‐ SUPERDINÂMICA MENTAL

Superdinâmica Mental. Ciência prospectiva. Bem‐estar integral. Auto‐reflexão. Kun‐Shi nam‐she

tibetano. Deformação da palavra. Audição fisiológica e psicológica. A ira agredindo o corpo.

Frustração, medo, culpabilidade e dúvida. Relaxamento quântico (2 ª parte).

LIÇÃO 7 ‐ CHICORY E CLEMATIS

Chicory e Clematis: Estudo, aplicação, indicações, o que trata, somatizações. Emoções e os florais.

Mente e corpo: um todo único. A mente afetando o corpo. Reações emocionais diferenciadas.

Doenças do corpo afetando as emoções. Casuística prática. Homem: Visão psicológica ampliada.

Reflexão acerca de si mesmo.

LIÇÃO 8 ‐ CRAB APPLE E ELM

Crab Apple e Elm: Estudo detalhado dos florais. Para que serve e quando indicá‐los. Os

hipersensíveis. Aplicações variadas. Catarse. Somatizações. Vulnerabilidades. O que é

propriocepção. Emoções e sensações. Contágio emocional. Sistema nervoso, hemisférios cerebrais

e emoções. Autoconhecimento e transformações psicológicas.

LIÇÃO 9 ‐ CAUSAS DAS ENFERMIDADES

Causas das enfermidades. OMS aprova as terapias holísticas. Visão de Paracelso. Ens astrale, Ens

veneni, Ens naturae, Ens espirituale e Ens dei: Causadores das enfermidades. Relaxamento

quântico (3 ª parte).

LIÇÃO 10 ‐ GENTIAN E GORSE

Gentian e Gorse: Aplicação, descrição e características fundamentais dos florais. Sintomas‐chave.

Sistema límbico: Base das emoções. Tálamo, hipotálamo, sistema endócrino sendo afetados pelas

emoções. Tensões patológicas do dia‐a‐dia. Casuística floral Gentian e Gorse. Metapsicologia.

LIÇÃO 11 ‐ HEATHER E HOLLY

Heather e Holly: Descrição, aplicação, método de preparação, sintomas‐chave, como e quando

indicar. Os impactos sociais desencadeando doenças. Emprego: Fonte de sustento e de tensões.

Casuística Heather e Holly. Crescimento e expansão da alma.


LIÇÃO 12 ‐ FLORAIS, ASTROLOGIA E PERSONALIDADE

Florais, Astrologia e Personalidade. Formação da personalidade humana. Defeitos, virtudes e

signos. Descrição das personalidades zodiacais para serem aplicadas na recomendação de florais.

LIÇÃO 13 ‐ HONEYSUCKLE E HORNBEAM

Estudo detalhado, uso, indicação e descrição dos florais de Bach Honeysuckle e Hornbeam .

Tireóide e emoções. T3 e T4. Homeostasia orgânica. Homeostasia emocional. Casuística

Honeysuckle e Hornbeam. Mente: Pensadores e pensamentos.

LIÇÃO 14 ‐ IMPATIENS E LARCH

Impatiens e Larch. Apresentação e aplicação detalhada dos florais. Personalidade e

temperamentos. Psicopatologias temperamentais. Acidentes intensionais. Casuísticas

psicossomáticas e Casuísticas Impatiens e Larch.

LIÇÃO 15 ‐ META‐ORGANISMOS

Corpo físico e meta‐organismos: vital, emocional, mental volitivo, consciencial e átmico. Alma

humana e alma divina, Matéria e energia. Corpo vital e medicina chinesa. Corpo astral. Corpo

mental e o cérebro. Corpos solares e lunares.

LIÇÃO 16 ‐ MIMULUS E MUSTARD

Estudo detalhado dos Florais de Bach Mimulus e Mustard. Método de preparação , sintomaschave

e aplicação. Como verificar estados emocionais para indicá‐los. O câncer e fatores

emocionais. O que leva a pessoa a sofrer do coração. Ansiedade e depressão. Problemas cardíacos

e depressão. Coração e arrogância. Casuísticas Mimulus e Mustard.

LIÇÃO 17 ‐ OAK

Estudo detalhado do floral Oak: aplicações práticas, sintomas indicadores do floral, somatizações e

aspectos positivos. Falta de ar e estados emocionais. Asma e emoções. Resfriados gerados pelas

emoções. Características emotivas da colite Casuística. Visão psicológica da consciência. Visão

metafísica da consciência. Descontinuidade da consciência. Estados da consciência.

LIÇÃO 18 ‐ CHACRAS ‐ VÓRTICES ENERGÉTICOS I

Chacras: Vórtices Energéticos. Energia: Noções básicas. O que são os chacras e para que servem .

Descrição detalhada dos chacras e suas relações orgânicas, energéticas, endócrinas e psicológicas.

Método Radiestésico de Recomendação de Florais. O que é radiestesia. Quem pode usar a

radiestesia. Pêndulo: instrumento do radiestesista. Pêndulo mecânico e pêndulo radiestésico.

Sintonização pendular: Direta e indireta. Como o terapeuta floral pode recomendar os florais por

meio do pêndulo. Condições fundamentais para uso do pêndulo.


LIÇÃO 19 ‐ OLIVE E PINE

Pine e Olive: Apresentação, descrição do vegetal, método de extração da essência, aplicação,

sintomas‐chave. Problemas estomacais e emoções. O que é úlcera péptica, emoções indigestas,

prisão de ventre crônica psicogênica. Procurando a morte por recusa à comida. Fome: Motivo de

domínio mãe‐filho. Casuística Olive e Pine. Reflexões serenas e auto‐observação.

LIÇÃO 20 ‐ RED CHESTNUT

Red Chestnut: Como entender e indicar o floral. Aspectos positivos. O que é artrite reumatóide.

Artrite e fatores emocionais. Ira escamoteada. Ocorrências tensiogênicas. Rigidez psicológica.

Casuística Red Chestnut. Metapsicologia: A razão de existir.

LIÇÃO 21 ‐ CHACRAS ‐ VÓRTICES ENERGÉTICOS II

Relação dos chacras, corpo físico e meta‐organismo. Relação dos chacras e sistema

endoneurofisiológico. Chacras e reações psicossomáticas. Chacras e distúrbios orgânicos e

psicológicos. Chacras: Principais virtudes e defeitos. Método Radiestésico de Recomendação de

Florais (2 ª parte). Pontos que o radiestesista floral deve evitar: auto‐sugestão remanência e

impregnações. Como evitar a remanência. Exercícios práticos para acumular experiência e

aumentar a autoconfiança na indicação dos florais por meio do pêndulo. Como usar o método

radiestésico: Kit Auxiliar e Gráficos Auxiliares.

LIÇÃO 22 ‐ ROCK ROSE E ROCH WATER

Estudo detalhado dos florais de Bach Rock Rose e Rock Water: Aplicação, descrição do vegetal,

sintomas‐chave, aspectos positivos e método de preparação. Depressão de cada dia. Fadiga de

origem emocional. Atitudes posturais e emoções. Dores de cabeça e emoções. O que é enxaqueca.

Estados emocionais e enxaqueca. Casuísticas Rock Rose e Rock Water. Imperfeições e doenças.

LIÇÃO 23 ‐ SCLERANTHUS

Scleranthus: Estudo detalhado do floral. A pele: Maior órgão do corpo. Ocorrências emocionais

cutâneas. Emoções e queda de cabelo. Emotividade e feridas espontâneas. Sangramento no pêlo

provocado pelo psiquismo. Casuística Scleranthus. O que é a mente. Paradoxo da lógica formal.

LIÇÃO 24 ‐ ORIGEM DO HOMEM

Origem do Homem. Teorias evolucionistas e involucionistas. Elétrons, posítrons, mente,

consciência e vida. Ontogenia. Antropogênese. Método do Questionário para Recomendação dos

Florais. Agrupamento de perguntas com fundo psicológico. Apresentação de 152 perguntas

indicadoras de florais.


LIÇÃO 25 ‐ STAR OF BETHLEHEM E SWEET CHESTNUT

Star of Bethlehem e Sweet Chestnut: Indicações, descrição do vegetal, aplicações, sintomas‐chave,

e aspectos positivos. Feitiçaria mata? Os submundos do inconsciente. Doenças, repressões e o

inconsciente. Sobrevalorização de sintomas orgânicos. Casuística Star of Bethlehem e Sweet

Chestnut. Mudando o estado interior.

LIÇÃO 26 ‐ VERVAIN

Apresentação detalhada do floral de Bach Vervain. Padrões de saúde e doença. Emoções e dor.

Características psicológicas da dor. Subjetividade da dor. A solidão intensificando a dor. Dor

psicogênica. Placebo aliviando a dor. Três casuísticas do Floral Vervain. As emoções negativas.

LIÇÃO 27 ‐ PSICOPATOLOGIAS DIVERSAS

Psicopatologias diversas: mania, psicose, neurose e neurastenia. Classes de fanatismo.

Manifestação psicopatológica do fanático. Paranóia, egolatria e mitomania. Método da Entrevista

para Recomendação de Florais. Identificando o temperamento do cliente. Classificação dos

temperamentos Hipócrates, Galeno, Boll e Delmos e as classificações temperamentais. Estudo dos

temperamentos: Sangüínio (ar), Colérico (fogo), Melancólico (terra) e Fleugmático (água).

Aplicação dos Florais de Bach e Minas segundo os temperamentos. Como identificar o

temperamento do cliente. Ficha básica com 20 perguntas relativas a cada temperamento.

LIÇÃO 28 ‐ VINE E WALNUT

Vine e Walnut: Apresentação, aplicação, descrição dos florais e Fitoterapia. Comportamentos

indicadores de Vine e Walnut, Somatizações e aspectos positivos. O que é hipocondríase.

Hipocondríaco: Pessoa insuportável. Fundamentos psicológicos do hipocondríaco. Como tratar o

hipocondríaco. Anosognosia. Casuísticas Vine e Walnut. Doença do amanhã.

LIÇÃO 29 ‐ WATER VIOLET

Water Violet: Característica do floral, método de preparação, sintomas principais, como identificar

quem precisa de Water Violet. Distúrbios de conversão: Freud explica. Entendendo a angústia.

Conversão: Reações mais freqüentes. Casuísticas Water Violet. Reconhecimento existencial

maduro.

LIÇÃO 30 ‐ EGO ‐ GERADOR DE MALES

Ego: Gerador de males. Bach explica como os defeitos psicológicos causam danos a saúde.

Entendendo o Ego. Divisões e subdivisões psicológicas do Ego. O Ego pode provocar a morte

imprevista. Método Cinésico de Recomendação de Florais. Como você pode perguntar ao corpo do

cliente quais florais está necessitando. Como proceder teste muscular. O Ring‐test em florais. Os

13 pontos para a execução do teste muscular com os florais.


LIÇÃO 31 ‐ WHITE CHESTNUT E WILD OAT

Estudo detalhado dos florais de Bach White Chestnut e Wild Oat: Descrição do vegetal, aplicação,

aspectos positivos e principais sintomas. O que é impotência? Causas da impotência. Cerca de 95%

das causas da impotência tem fundo psicológico. Casuística White Chestnut e Wild Oat. Noções do

funcionamento metafísico do organismo. Centros energéticos da máquina humana.

LIÇÃO 32 ‐ WILD ROSE

Floral Wild Rose: Para que serve – como e quando aplicá‐lo. Método de preparação. Aspectos

positivos. Uso fitoterapêutico. Como identificar traumas orgânicos agressores do organismo.

Casuísticas psico‐emocionais curiosas. Casuísticas Wild Rose. Mudar o nosso nível de ser para

melhor.

LIÇÃO 33 ‐ COBIÇA, INVEJA E GULA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

Cobiça, Inveja, Gula e suas desastrosas conseqüências para o organismo. Bach adverte acerca dos

defeitos como causadores dos distúrbios orgânicos. Estudo dos defeitos causadores de problemas

orgânicos, psicológicos e convivencionais. Método Intuitivo de Recomendação de Florais. O que é

a intuição. Exemplos luminares no uso da intuição. Procedimento completo de como usar a

intuição para a recomendação dos florais.

LIÇÃO 34 ‐ WILLOW

Willow: Aplicação, método de extração, como identificar quem precisa do floral Willow, aspectos

positivos. Sintomas indicadores de Willow. O que é menstruação. Psiquismo e menstruação,

Fatores emocionais. Casuística Willow.

LIÇÃO 35 ‐ RESCUE REMEDY

Estudo detalhado de Rescue Remedy: Como Bach o descobriu, método de preparação, sintomas

principais e composição de Rescue. Aplicações gerais de Rescue em afecções oculares, gripes,

resfriados em Odontologia, situações críticas humanas, gravidez, parto, cirurgias, distúrbios

femininos, queimaduras, redução de estresse, etc. Creme de Rescue Remedy para contusões,

queimaduras, picadas de inseto, manchas na pele, acne, juvenil, herpes, escaras de decúbito, etc.

Casuística Rescue.

LIÇÃO 36 ‐ ORGULHO E PREGUIÇA ‐ CAUSADORES DE SOFRIMENTOS

Orgulho e preguiça: Causadores de sofrimentos. Opinião de Bach. Diversas manifestações da

preguiça. O orgulho na visão de Bach. Identificando várias ocorrências da preguiça. Método

Astrológico de Recomendação de Florais (1 ª parte). O que é um mapa astrológico. Noções

elementares de Astrologia. Planeta, signos, casas e ascendente. Signos solar, lunar e agrupamento

planetário. Os quatro elementos. Florais e signos astrológicos. Os quatro elementos e os florais

correspondentes.


LIÇÃO 37 ‐ FLORAIS DE MINAS

Florais de Minas: Estudo detalhado dos 38 Florais de Minas equivalentes aos de Bach. Paralelismo

entre florais Bach‐Minas. Apresentação resumida dos 84 florais de Minas. Como ajudar a si

mesmo. A sacralidade da cura.

LIÇÃO 38 ‐ FLORAIS PARA PLANTAS E ANIMAIS

Florais para plantas e animais. Florais específicos para tratar plantas. A emotividade e os vegetais.

Aplicação dos florais em animais. Emoções e os animais. Efeito do floral no animal. Apresentação

detalhada dos 38 florais de Bach‐Minas aplicados aos animais como gatos, cães, cavalos, aves,

ovelhas, cabras, etc. Como recomendar os florais para os animais. Identificando estruturas

emocionais dos animais. Como escolher o floral. Forma de administrar em água, comida, via oral,

loções, banhos, etc. Resultado no uso dos florais nos animais.

LIÇÃO 39 ‐ IRA E LUXÚRIA ‐ USURPADORES DA VITALIDADE

Ira e luxúria: usurpadores da vitalidade. Bach fala da crueldade. Várias manifestações da ira. A

luxúria como fonte de sofrimentos, doenças e dores. Tipos de luxúrias. Método Astrológico de

Recomendação de Florais (2 ª parte). Os doze signos, as doze virtudes, os doze defeitos e os doze

florais correspondentes. Tabela relacional entre defeito, floral de Bach, virtude, signo e floral de

Minas equivalente. Característica floral segundo Bach. Associação do floral com o signo.

Paralelismo entre os quatro auxiliares e os quatro elementos (fogo, água, ar e terra). Como

formular o composto floral astrológico pessoal baseado em um mapa astrológico. Dosagem e

recomendação do composto floral astrológico.

LIÇÃO 40 ‐ FLORAIS DIVERSOS

Florais Diversos. Apresentação de mais de 70 florais californianos e suas principais indicações.

Apresentação de mais de 40 florais australianos com suas principais indicações. Apresentação de

mais de 20 florais do Alaska com suas principais indicações. Apresentação de mais de 20 florais do

Havaí com suas principais indicações. Apresentação de mais de 50 florais franceses com suas

principais aplicações. Apresentação de mais de 70 florais argentinos (Raff). Apresentação de vários

florais de Orquídeas do Amazonas. Citação de várias famílias de florais como: Florais do Himalaya,

da Holanda, Brasileiros, Mata Atlântica, Deserto, Pacífico e Planalto Central.

LIÇÃO 41 ‐ COMO RECOMENDAR OS FLORAIS

Como recomendar os florais. Instruções completas de como indicar os florais utilizando os

Métodos Radiestésico, Entrevista, Cinésico, Intuitivo, Questionário e Astrológico. Reatividade

Floral. Exemplos de como recomendar os florais. Tempo de cura. Dosagens diversas. Uso dos

florais de Bach e Minas. Gabinete de trabalho do terapeuta. Como organizar uma sessão

terapêutica. Alertas e cuidados ao terapeuta.

LIÇÃO 42 ‐ COMO MUDAR PARA MELHOR

Como mudar a vida para melhor. Procedimentos simples capazes de melhorar a vida pessoal e

coletiva.


LIÇÃO 01

TERAPÊUTICA FLORAL


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

PREZADO ESTUDANTE:

A Terapia Floral é um sistema de tratamento que visa restabelecer o equilíbrio

emocional e mental da pessoa. Não trata diretamente de enfermidades, mas enfoca

sobretudo os aspectos conflitantes das emoções e da mente desencadeadores de

doenças em diversas áreas orgânicas e variadas intensidades.

O nosso curso de Formação em Terapia

Floral tem com objetivo principal lhe ensinar

acerca do uso dos florais para corrigir

alterações psicológicas, emocionais e

mentais geradoras de distúrbios orgânicos. A

meta principal do curso pode ser desdobrada

em três pontos essenciais.

1) FERRAMENTA DE TRABALHO

No decorrer de nosso curso de Formação

de Terapia Floral você receberá vasta

recomendação que irá capacitá-lo a atuar

como terapeuta holístico na área de florais.

Receberá sólida base teórica de diversos

métodos para uma eficiente recomendação

OBJETIVO DO CURSO

O nosso curso de Formação em Terapia

Floral tem com objetivo principal lhe ensinar

acerca do uso dos florais para corrigir

alterações psicológicas, emocionais e

mentais geradoras de distúrbios orgânicos.

A meta principal do curso pode ser

desdobrada em três pontos essenciais.

dos florais. Temos certeza que quando você chegar ao final de nosso curso sentir-se-á

plenamente seguro para proceder orientações precisas e objetivas com a Terapia Floral.

Convém lembrar que o sistema de terapia floral é um dos que mais cresce no mundo

devido a sua simplicidade, eficiência curativa e sem contra-indicações ou qualquer efeito

colateral.

2) AUTOCURA

É raríssimo encontrarmos uma pessoa completamente sadia, física, psicológica,

emocional, mental e espiritualmente. A quase totalidade da humanidade possui algum tipo

de distúrbio. Caso consultemos as estatísticas acerca de doenças ficaremos

assombrados. Nos dias de hoje já foram catalogadas cerca de 25 mil enfermidades.

Todos nós, também, somos vitimados por algum tipo de doença. Até mesmo o menor

aborrecimento pode desencadear um estado doentio no corpo. O estresse de qualquer

natureza é capaz de favorecer ao surgimento de diversos males. Desse modo, o nosso

curso vai lhe ajudar a tratar de si mesmo. Ao longo do curso, com certeza, você se

identificará com certas orientações acerca de distúrbios físicos ou psicológicos. Mas, o

ponto mais relevante do nosso curso assenta-se justamente na indicação do floral que lhe

ajudará a corrigir determinados males.

No decorrer do nosso curso você encontrará os florais que o ajudará a sanar-se de

diversos distúrbios. Na verdade, o terapeuta floral necessita, primeiramente, tratar de si

mesmo. Conhecendo os motivos pelos quais está ou ficou enfermo saberá como auxiliar

2 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

os demais. Podemos afirmar, sem dúvida, que o nosso Curso de Formação em Terapia

Floral é um autêntico tratamento. Quando você chegar à última lição de nosso curso

entenderá o por quê; e, acima de tudo concordará conosco.

3) AJUDA SOLIDÁRIA

É certo que você conhece alguma pessoa que sofre de determinada enfermidade.

Pode ser um amigo, parente, vizinho, colega de trabalho, escola, etc. Mesmo que você

não tenha interesse em trabalhar profissionalmente com a Terapia Floral, você estará

apto para ajudar todos que com você convive direta ou indiretamente. Desse modo, você

estará colaborando com a minimização do sofrimento alheio. Tal ação é uma prova

inequívoca de bondade, compreensão, solidariedade e acima de tudo de AMOR para com

o próximo. Além do mais, você sentirá grande satisfação íntima ao perceber que suas

orientações foram acertadas.

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES

ACERCA DA TERAPIA FLORAL

Vamos a seguir apresentar uma série de

perguntas acerca da Terapia Floral e do nosso

Curso de Formação em Terapia Floral.

1) P: O que são os florais?

R: Os florais são substratos energéticos de

flores. Cada flor possui um “quantum” de energia.

Esse bloco possui freqüência vibracional e

características próprias. A freqüência vibracional

das flores pode ser transferida para a água. Essa

água passa a vibrar ressonantemente com a freqüência da flor. Essas vibrações podem

ser absorvidas pelo ser humano produzindo bem estar e rearmonizando as estruturas

emocionais e mentais desencadeadoras de doenças.

2) P: Os florais são remédios?

R: Primeiramente necessitamos compreender o termo remédio. A palavra provém do

latim “remedium” (re + medeor). Remédio é qualquer coisa que combata uma doença, dor

ou mal que qualquer natureza. Remédio é tudo aquilo que serve para curar ou aliviar a

dor, o sofrimento ou enfermidade de alguém. Em muitas ocasiões, palavras de consolo

tornam-se um poderoso remédio. Em várias situações orações fervorosas podem se

transformar em um poderoso remédio. Visto por esse ângulo filosófico e abrangente os

florais são remédios. Convém esclarecer o que os florais não são produtos químicos,

bioquímicos ou farmacológicos. Trata-se apenas de substratos vibracionais. Tampouco os

florais são produtos homeopáticos, pois esses possuem procedimentos de preparo

completamente diferentes. Grosso modo, podemos afirmar que floral é simplesmente

água de flor.

http://www.voppus.com.br 3


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

3) P: Como os florais atuam?

R: Até o momento cientificamente não se sabe exatamente como os florais agem no

combate aos distúrbios orgânicos, psicológicos, emocionais, mentais ou espirituais. Há

várias hipóteses que procuram explicar o fenômeno. A suposição mais convincente

refere-se ao estado vibracional ou quântico. Sinteticamente podemos afirmar que

qualquer enfermidade é resultante de um desequilíbrio de energias ou desarmonia

vibracional. As conseqüências dessas alterações produzem uma ruptura na homeostasia

favorecendo ao aparecimento de distúrbios físicos (doenças físicas de todas as

naturezas) vitais (alterações de energias sustentadoras do organismo) emocional (formas

equivocadas de sentimentos como raiva, frustração, arrogância, apegos, desejos,

cobiças, etc.) mentais (pensamentos negativos, confusos, ignorância, compreensão

distorcida, etc.) espirituais (descrença, ateísmo, falta de fé, materialismo, etc. )

Para melhor compreensão faremos uma analogia. Suponhamos que o ser humano

seja um instrumento musical (por exemplo um violão). O violão é composto por várias

cordas que mantém relação de uma harmonia entre si. Se essa harmonia inexiste o violão

estará desafinado, produzindo um som desagradável. Esse som desagradável,

desarmonioso é comparado à doença humana de qualquer natureza. Os remédios florais

assemelham-se a um diapasão que afina o violão deixando-o harmonioso, agradável ao

ser tocado.

4) P: Os florais podem ser indicados para qualquer pessoa?

R: Sim. Os florais podem ser indicados para qualquer pessoa que esteja padecendo de

qualquer mal desde o terrível câncer até o mais insignificante aborrecimento. É preciso

deixar claro que os florais não substituem qualquer medicação prescrita pelo médico. Em

casos de doenças graves a pessoa deve sempre consultar o seu médico. Os florais

podem ser usados juntamente com qualquer tipo de medicação alopática ou homeopática.

5) P: Os florais têm contra-indicação?

R: Não. Os florais não possuem qualquer contra-indicação. Pode ser ingerido

simultaneamente com qualquer tipo de medicamento alopático, homeopático, herbal, etc.

Convém aclarar que os florais não tratam de nenhuma doença específica. Os florais

cuidam do doente, da pessoa, da alma.

6) P: Os florais produzem efeitos colaterais?

7) R: Os florais não produzem qualquer efeito colateral ou conseqüências

desagradáveis, mas podem ocorrer pequenas reações emocionais ou psíquicas no início

do tratamento. Essas suaves reações desaparecem em poucos dias com a continuidade

do uso do floral.

7) P: Os resultados dos florais não se devem a auto-sugestão ou efeito placebo?

R: É possível que muitas pessoas se curem pelo efeito da auto-sugestão ou placebo.

Entretanto, muitas pessoas incrédulas ao utilizarem os florais obtiveram excelentes

resultados. Além do mais, os florais também são indicados para animais e plantas com

efeitos surpreendentes. Já sabemos que os animais ou plantas são imunes ao efeito

4 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

sugestivo ou de placebo. Lembramos que no decorrer de nosso curso vamos lhe ensinar

como indicar os florais para animais e plantas.

8) P: Quanto tempo demora um tratamento com os florais?

R: Depende de dois fatores básicos. Primeiro: a indicação precisa dos florais que a

pessoa realmente necessita. O nosso curso visa lhe fornecer sólidas bases para que as

suas indicações sejam exatas e eficientes. Segundo: há quanto tempo o desequilíbrio

está instalado no corpo ou na psique do cliente. Caso um cliente tenha um temperamento

forte e equilibrado, ao receber uma notícia impactante produz certo desequilíbrio. Esse

poderá ser sanado em um dos dois dias. Em contraposição, caso o cliente sofra do

desequilíbrio a mais de dez anos, obviamente o tratamento poderá durar 6, 8 ou até

mesmo vinte meses. A experiência prática dos terapeutas florais determina o tempo da

duração do tratamento entre um mês e vinte quatro meses na grande maioria dos

clientes.

9) P: Quantos florais podem ser recomendados no mesmo frasco?

R: Há terapeutas florais que chegam a

recomendar vinte ou mais florais no mesmo frasco.

Entretanto, a experiência demonstra que tal atitude

deve-se a insegurança do terapeuta na

recomendação dos florais. Alguns terapeutas são

partidários do lema: “quando mais melhor”. A

vivência prática tem demonstrado que tal visão está

completamente equivocada. Nesse caso o terapeuta

se assemelha ao atirador que dá vinte tiros para ver

se um acerta o alvo. Tal atitude deve-se ao

desconhecimento básico do psiquismo humano. O

nosso curso tem como um dos objetivos principais

fornecer ao estudante sólida base para recomendar

os florais com segurança.

Os estudiosos da vida de Dr. Edward Bach,

fundador do sistema Bach de florais no início do

século passado, recomendava dois, três ou no

máximo seis florais para a grande maioria dos casos.

Os estudiosos da vida de Dr.

Edward Bach, fundador do sistema

Bach de florais no início do século

passado, recomendava dois, três

ou no máximo seis florais para a

grande maioria dos casos.

Em nosso curso recomendamos o uso de no máximo dez a doze florais; entretanto, é

preferível utilizar seis ou menos florais no mesmo frasco.

10) P: Quem foi Bach?

R: Dr. Edward Bach foi um médico inglês que na década de 30 estabeleceu um

sistema curativo baseado no efeito terapêutico das essências das flores. Mais adiante

vamos estudar a biografia resumida desse grande humanista.

http://www.voppus.com.br 5


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

11) P: O que é essência?

R: A palavra essência provém do latim “essentia”. A essência é aquilo que constitui a

natureza das coisas. É a substância primordial. A essência constitui-se no cerne de um

ser, na sua natureza mais íntima.

12) P: O que é essência floral?

R: A essência floral é substrato energético extraído das flores. Não se trata de nenhum

princípio ativo químico, bioquímico ou físicoquímico.

Segundo Bach, as essências florais

são extraídas com a ajuda dos raios do sol ou

por meio de fervura. Mais adiante voltaremos

a esse tema.

13) P: Quantas essências terapêuticas

existem?

R: Nos dias de hoje existem mais de mil

sistemas terapêuticos baseados em

essências. Convém lembrar que há essências

extraídas de vegetais, minerais e até mesmo

de animais. Em nosso curso vamos nos ater

somente nas essências florais, principalmente as essências florais de Bach e de Minas.

Várias outras também serão abordadas no final do curso.

14) P: Pode-se extrair essência de qualquer flor?

R: Em princípio, de qualquer flor pode-se extrair essência floral, entretanto o segredo

está em saber qual o efeito terapêutico daquela essência e qual a sua potencialidade.

15) P: O que é potencialidade de uma essência floral?

R: A potencialidade refere-se a concentração das cargas energéticas terapêuticas

transferida da flor para a água. A potencialidade é regida por vários fatores como:

tropismo, aclimatação, variação climáticas, composição do solo, campos geomagnéticos,

explosões solares, umidade, solidariedade, quem as colhe preparando a tintura e,

principalmente, se for cultivada ou coletada em seu habitat natural. Não vamos detalhar

esses pontos pois fogem ao objetivo de nosso curso.

16) P: Em que esse curso poderá me ajudar?

R: Como já mencionamos que o nosso curso de Formação em Terapia Floral é

também uma poderosa ferramenta de auto-ajuda. Com o nosso curso você poderá

descobrir a origem de muitos males que lhe aflige e aprender a tratar-se. Além do mais

você poderá ajudar a tratar de parentes (filho, filha, cônjuge, pai, mãe, avós, tios, etc.)

amigos, colegas, vizinhos, plantas, animais, etc.

6 VOPPUS STELLA MARIS


17) P: Quero trabalhar profissionalmente como terapeuta. Como devo fazer?

LIÇÃO 01

R :Primeiramente, você deverá concluir o nosso curso de Formação em Terapia Floral

e realizar o teste final para candidatar-se ao certificado. Depois basta consultar um

contador para ver quais são os procedimentos para você se estabelecer como autônomo.

Lembramos que a área de Terapia Floral não possui regulamentação federal. Mas há

perigo de eu ter problemas com a lei por exercício ilegal da Medicina? Não se preocupe,

um terapeuta não é médico. Como tal jamais você poderá se qualificar. O terapeuta não

trata de doenças e nem tampouco usam termos próprios da Medicina como paciente,

prescrição, posologia, etc. Um terapeuta floral trata da alma do cliente em seus

desequilíbrios energéticos. Um terapeuta não prescreve fármacos, apenas recomenda os

florais, que quimicamente não passam de água com conhaque ou vinagre de maçã. Se

você proceder com sensatez e dentro da lei jamais terá qualquer problema.

ARQUITETURA DO CURSO LIVRE DE

FORMAÇÃO EM TERAPIA FLORAL

O nosso curso foi construído em sólida base

didática. Compõe-se de 14 módulos de três

lições cada um. Cada módulo contém duas

lições fundamentais e uma lição suplementar.

O curso foi estabelecido em blocos temáticos

para melhor absorção da matéria exposta. A

matéria foi escrita em linguagem de fácil

compreensão, ao alcance de qualquer pessoa.

O nosso curso está organizado da seguinte

forma:

a) Lições Fundamentais:

Secção 1: Descrição de Florais

Secção 2: Psicossomatologia Aplicada

Secção 3: Casuística Floral

Secção 4: Metapsicologia

b) Lições Suplementares

Secção 1: Exposição Temática

Secção 2: Floralpraxis

LIÇÕES FUNDAMENTAIS

Nas Lições Fundamentais estaremos estudando o eixo principal do nosso curso. O

aluno deverá estudá-la com muita atenção, procurando absorver os conceitos

apresentados.

http://www.voppus.com.br 7


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

SECÇÃO 1

Descrição de Florais – Nessa secção vamos apresentar e descrever os florais com

riqueza de detalhes e com metodologia psicopedagógica. A secção está subdividia nos

seguintes itens:

• Bach: Indicações: apresenta nas próprias palavras do Dr. Edward Bach as aplicações

dos florais para cada tipo de alterações emocionais ou mentais.

• Bach: descoberta: mostra como e onde Bach descobriu a essência.

• Descrição do Vegetal: apresenta habitat natural do vegetal a suas principais

características físicas.

• Método de Preparação: mostra o método que Bach aplicava para extrair a essência

floral.

• Sintoma-chave: apresenta os principais distúrbios aos quais o floral é aplicado.

• Aplicação: descreve com detalhes como o floral poderá ser usado para as mais

diversas situações e ocorrências orgânicas, psicológicas, mentais ou espirituais.

• Aspectos Positivos: mostra quais são os resultados que se obtém quando a pessoa

está plenamente saturada daquelas qualidades positivas do floral.

• Síntese: em forma de itens com frases curtas e objetivas mostra os principais sinais

psicopatológicos nos quais o floral poderá atuar.

• Generalidades: apresenta algumas considerações fitoterápicas ou curiosas acerca do

vegetal do qual foi extraída a essência.

SECÇÃO 2

Psicossomatologia Aplicada – apresenta um vasto estudo psicológico com base

fundamentalmente científica de como as emoções e os pensamentos negativos podem

gerar distúrbios orgânicos. Essa secção apresenta vasta bibliografia específica do tema

no qual a matéria exposta foi pesquisada. Mostra estudos, pesquisas, estatísticas e

opiniões de médicos, psicólogos , psiquiatras, psicoterapeutas, autoridades e instituições

que trabalham na área psicossomática.

SECÇÃO 3

Casuística Floral – apresenta casos nos quais os florais em estudo foram aplicados e

apresenta os resultados obtidos. A secção visa familiarizar o estudante com a terapia

floral na prática. São mais de 100 casos mostrados didaticamente ao estudante.

SECÇÃO 4

Metapsicologia – apresenta uma visão dos distúrbios psíquicos baseada na Filosofia,

Metafísica e Psicologia.

8 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

LIÇÕES SUPLEMENTARES

Nas Lições Suplementares estaremos estudando temas de expansão cultural do

aprendiz e ensinando métodos de recomendação de floral.

SECÇÃO 1

Exposição Temática enfocando diversos assuntos para capacitar culturalmente o

estudante a compreender melhor os aspectos psíquicos, metafísicos, filosóficos e

transcendentais do ser humano.

SECÇÃO 2

Floralpraxis – apresentação metódica e didática de seis métodos pelos quais o

aprendiz poderá recomendar os florais. Cada Método de Recomendação de Florais

estudados passo a passo. Os seis métodos são:

1) Método Radiestésico

2) Método do Questionário

3) Método da Entrevista

4) Método Cinésico

5) Método Intuitivo

6) Método Astrológico

Com esses métodos o estudante estará apto para recomendar os florais para os seus

clientes ou a qualquer pessoa com confiança e eficiência terapêutica.

O nosso curso apresentará diversas famílias de florais como: Florais de Bach, Florais de Minas,

Florais da Califórnia, Florais Australianos, Florais de Raff, Florais das Orquídeas do Amazonas, etc.

Mas, o fundamento do curso assenta-se nos Florais de Bach traçando um paralelismo com os Florais

de Minas. Convém lembrar que Dr. Edward Bach foi a pessoa que, na década de trinta, codificou o

sistema de terapia floral que hoje é mundialmente conhecido.

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TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

FLORAIS EM ESTUDO

O nosso curso apresentará diversas famílias

de florais como: Florais de Bach, Florais de

Minas, Florais da Califórnia, Florais Australianos,

Florais de Raff, Florais das Orquídeas do

Amazonas, etc. Mas, o fundamento do curso

assenta-se nos Florais de Bach traçando um

paralelismo com os Florais de Minas. Convém

lembrar que Dr. Edward Bach foi a pessoa que,

na década de trinta, codificou o sistema de terapia

floral que hoje é mundialmente conhecido.

A CURA PELAS PLANTAS

A cura por meio do ramo vegetal é tão remoto quanto o próprio homem. Os homens

das cavernas já utilizavam as ervas como meio de tratamento de seus males. Ao longo de

milênios a humanidade vem utilizando as raízes, caule, tronco, folhas, frutos e flores de

milhares de plantas para sua manutenção e tratamento de moléstias.

PRIMÓRDIOS

Segundo vários esoteristas e pessoas dotadas de capacidades paranormais como

Helena P. Blavatsky, Dr. Samael Aun Weor, Dr.

Arnold Krumm-Heller, Dr. Jorge Adoum, Satya Sai

Baba, Dr. Rudolf Steiner, etc. a humanidade vem

utilizando variadas formas de sistemas terapêuticos.

Os estudiosos das ciências não tradicionais afirmam

que o uso das ervas para sanar enfermidades já era

utilizado na Atlântida e até mesmo na antigüíssima

cultura lemuriana. Entretanto, o documento escrito

mais antigo que se conhece é o Pen Ts’ao datado de

2800 a.C. Essa matéria foi escrita por um herborista

chinês. Nele, o escritor descreve centenas de ervas

para tratar diversas doenças. O segundo documento

mais antigo são os papiros de Ebers e de Smith, que

remonta ao antigo Egito. São datados de 2270 a. C.

Nesse documento está mencionado o usado de

variadas ervas para curar doenças como também a

descrição de técnicas cirúrgicas. No antigo Egito os

tratamentos das enfermidades eram realizados pelos

sacerdotes nos sagrados templos. Em muitas tribos

primitivas a cura estava associada aos ritos mágicos

envolvendo ervas e eram praticadas por pagés ou

xamãs.

10 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

HIPÓCRATES

A história registra que quem revolucionou e

metodizou os sistemas de tratamento no mundo

ocidental foi Hipócrates, considerado o Pai da

Medicina. As tradições dizem que Hipócrates (460 –

350 a. C.) era descendente de Esculápio, Deus da

Medicina.

Há mais 2300 anos os médicos vêm prestando o

juramento de Hipócrates que diz o seguinte:

“Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostra-me-ei

sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da

ciência. Penetrando no interior dos lares, meus olhos serão

cegos, minha língua colará os segredos que me forem

revelados, os quais terei como preceito de honra; nunca me

servirei da profissão para corromper os costumes ou

favorecer o crime. Se eu cumprir este juramento com

fidelidade, goze eu, para sempre, a minha vida e a minha

arte com boa reputação entre os homens. Se o infringir ou dele me afastar, suceda-me o contrário”.

Para Hipócrates a doença do corpo estava intimamente relacionada com as emoções e

os pensamentos. Para ele o ser humano sofre influências diversas sobre sua saúde ou

bem-estar como por exemplo: clima, ocorrências metereológicas, raciais, sociais, afetivas,

nutricional etc. Estabeleceu um exame apurado das características de cada pessoa como

temperamento, constituição dos impulsos e tendências para avaliar e indicar o sistema

terapêutico adequado. Seus métodos eram baseados em empirismo, apesar disso, os

terapeutas de nossos dias usam princípios que Hipócrates concebeu.

PÓS-HIPÓCRATES

Após a morte de Hipócrates outro grande pensador se destacou no cenário cultural

grego. O seu nome era Aristóleles (384 – 322 a. C. ). Ele tinha algumas idéias que

entravam em choque com os conceitos hipocratianos. Mesmo assim os princípios de

Hipócrates sobreviveram por milênios. Asclepíades (124 – 40 a. C.) se destacou em

Roma ao utilizar produtos naturais como remédio.

Na antiga Roma Celso utilizava os conceitos hipocratianos. Dava muito valor às

condições climáticas, ambientais, temperamento, sem se importar com a origem da

doença. Procurava administrar os remédios de acordo com o enfermo.

SÉCULO I

Um grande marco na História da medicina foi Pedanios Discórides. Ele era um

afamado médico militar grego (século I) que participou do exército de Nero. Discórides

escreveu a mais completa obra acerca da Medicina por aqueles tempos. Esse documento

se chamou “Matéria Médica”. Nele é descrito uma grande quantidade de remédios

produzidos com elementos dos reinos mineral, animal e principalmente vegetal. Há mais

de 600 ervas citadas no livro. Na Idade Média foi tão popular, entre os estudiosos, como a

Bíblia

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TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

Após a morte de Discórides surgiu Galeno (131 –

201 d. C.) . Esse médico grego foi o primeiro a

estabelecer os quatro temperamentos: sangüíneo,

melancólico, linfático e bilioso. Esses temperamentos

serão estudados detalhadamente em lições posteriores.

Para Galeno o temperamento somente tinha valor com

elemento acessório no diagnóstico. Para ele a lesão

anatômica era o que determinava o tipo de tratamento.

Na verdade a Etiologia específica, como é praticada na

Medicina atual, originou-se nos conceitos de Galeno.

Mas, a Medicina praticada em nossos dias começa a

admitir timidamente o valor do temperamento e as

emoções na eclosão de enfermidades. A

Psicossomática é a área da Medicina atual que procura

traçar uma relação entre emoções e doenças físicas.

Em nosso curso há uma secção específica para tratar

somente desse tema.

Galeno

CONTRIBUIÇÃO ÁRABE

Em 762 d. C. foi fundada a cidade de Bagdá no atual Iraque. Por vários séculos os

árabes aperfeiçoaram várias ciências como Matemática, Botânica, Física, Metalurgia,

Química, Mineralogia e também a Medicina. Criaram os alambiques do qual foram

extraídos os primeiros destilados, alcoolaturas e as essências florais. Muitos médicos se

destacaram no mundo árabe dentre eles citamos Geber (século VII), Razis (século IX)

Serapião (século X). Razis deixou um trabalho no qual descrevia sistematicamente várias

doenças. Dois médicos tiveram grande notoriedade no mundo islâmico: Al-Hazen (965 –

1038) autor do “Tesouro da Ótica” e Avicena (980 – 1037) que dedica seu quinto volume

de seu “Cânon” à Farmacologia. Avicena deixou vários discípulos dentre eles Averroés e

Maimônides, fiéis defensores das idéias de Hipócrates.

IDADE MÉDIA

Na Idade Média houve destaque da Escola de

Salerno (século IX até XIV) que utilizava as tradições

hipocráticas e a alquimia árabe.

Após a invenção da imprensa em 1540 por Johann

Gutemberg abriu-se novos horizontes para o acesso

ao conhecimento humano.

O austríaco Hyeronimus Bruschwig (1450 – 1512)

publica o “Liber de arti distilandi”. Essa obra foi o

primeiro manual europeu acerca do uso das ervas na

Medicina.

Paracelso

Em 1528 o suíço Theophrastus Bombastus von

Hohennheim mais conhecido como Paracelso (1493 –

1541), escreveu “Die Kleine Chirurgia”, o primeiro

manual de cirurgia. Paracelso foi um médico notável

12 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

que utilizava com suma sapiência as ervas nos tratamentos das enfermidades. Na lição 9

(As Causas das Enfermidades) explicaremos amplamente acerca da visão de Paracelso a

respeito das doenças.

SÉCULO XV AO SÉCULO XIX

No final do século XV o médico espanhol Andrés de Laguna traduz ampla a Matéria

Médica de Discórides.

Oswald Crollius, discípulo de Paracelso, difunde o princípio da similaridade e das

doses infinitesimais nas obras “A Química Real” e o “Tratado das Assinaturas”.

Em 1644 Kircher, padre católico, escreveu um livro no qual apresenta indicações de

medicamentos feitos a base de minerais, vegetais, animais e soros contra venenos.

Kirches aplicava os princípios das doses infinitesimais divulgadas por Paracelso e

Crollius.

O sábio Van Helmont (1577 – 1644) estuda as obras de Hipócrates e Discórides e

conhece a teoria do equilíbrio fisiológico. Essa teoria estabelece que qualquer alteração

no equilíbrio gera alterações orgânicas secundárias que seriam propriamente das

doenças. Nesse caso, o importante é corrigir o desequilíbrio que a doença desaparece.

Sydenham (1624 – 1689), baseado nas idéias de Hipócrates, realizou um profundo

estudo acerca dos temperamentos, da constituição

pessoal e das reações individuais diante das

ocorrências diárias . Mais tarde Hoffmann também

apresentou estudos acerca das características pessoais

como indicadores ou desencadeadores de doenças.

No final do século XVIII Wilhelm Goethe publica “A

Matamorfose das Plantas” e a “Teoria das Cores”.

Nessas obras Goethe aborda o caráter transcendente

da vida vegetal.

Samuel Hahnemann (1755 – 1843) cria as bases da

Homeopatia atual. Suas obras fundamentais foram:

“Organon da Arte de Curar”, “A Matéria Médica Pura” e

“Tratado das Moléstias Crônicas”. Hahnemann baseouse

no princípio: “similia similibus curantur” (semelhante

Samuel Hahnemann cura semelhante) apresentado por Paracelso. Uma das

grandes descobertas de Hahnemann foi as diluições

sucessivas. Nessa a tintura-mãe era diluída por grande

número de vezes que chegava a ponto de não haver nenhuma molécula da substância no

resultado final. Devido a isso Hahnemann foi severamente criticado pelos seus opositores.

Os seus adversários argumentavam que, baseado nos princípios farmacodinâmico, era

impossível que o produto produzisse efeito ao celular. Os seus opositores morreram e, no

entanto, o nome de Samuel Hahnemann está vibrando até hoje. A Homeopatia é um

consagrado sistema terapêutico que cada vez ganha mais adeptos no mundo.

http://www.voppus.com.br 13


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

SÉCULO XX

No início do século XX surgem os primeiros sistemas terapêuticos fundamentados na

aplicação das essências florais como hoje a conhecemos.

MAURICE MESSEGUÉ

Maurice Messegué, camponês francês, ganhou

grande fama utilizando remédios produzidos a base de

ervas. O seu sistema terapêutico consistia em

mergulhar os pés e as mãos em infusões de ervas. Foi

atacado e criticado pelos detentores do sistema oficial

terapêutico vigente na época. Ocorreu que Messegué

obtinha grande sucesso em seu tratamento sendo

respeitado por milhares de pessoas que ajudou a

restabelecer de moléstias.

ALICK MCINNES

Na verdade quem estabeleceu as bases pelas quais

Dr. Edward Bach criou os “Florais de Bach”, foi o

escocês de nome Alick McInnes. Tendo nascido com

capacidades paranormais McInnes descobriu o modo

de transferir as vibrações florais para um recipiente

com água, sem necessidade de extrair do vegetal. A

sua ultra-sensibilidade era de tal intensidade que

mesmo os olhos vendados era capaz de identificar uma

flor que fosse colocada em suas mãos. Além do mais

chegava a descrever as propriedades terapêuticas do

vegetal.

Maurice Messegué, camponês

francês, ganhou grande fama

utilizando remédios produzidos a

base de ervas. O seu sistema

terapêutico consistia em

mergulhar os pés e as mãos em

infusões de ervas.

Exuldação Floral foi o nome que ele deu à técnica de

transferir as vibrações florais para água.

Em sua época foi atacado, criticado e perseguido. A Justiça local o obrigou a escrever

nos rótulos de seus remédios que eles continham apenas água e somente água.

A popularização, entretanto, do sistema de cura por meio das flores deve-se a Bach.

BIOGRAFIA RESUMIDA DE BACH

Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, no vilarejo de Moseley, próximo a

cidade de Birmingham, Inglaterra. Desde de tenra idade demonstrava ter grande

capacidade de concentração e determinação.

Aos 16 anos terminou o curso da escola secundária. Nessa época já tinha o propósito

definido em aprender Medicina.

14 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

Aos 17 anos se alistou no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Graças a essa ação

pode estar em contato com os animais e com a natureza.

Aos 20 anos matriculou-se na Universidade de Birmingham. Em 1912 finalizou seus

estudos e treinamento prático no University College Hospital, em Londres. Nessa cidade

permaneceu por muitos anos dedicando-se a arte de tratar e curar os males humanos.

Em 1913 recebeu os títulos de Bacteriologista e

Patologista. Já em 1914 recebe o diploma de

especialização em Saúde Pública. Nessa época

dedicava-se ao trabalho nos hospitais e nos

laboratórios de análises, além de se aprofundar nos

estudos das reais causas das doenças. Verificou que

para uma mesma doença certos medicamentos

davam resultados efetivos com algumas pessoas, no

entanto, com outras não ocorriam melhoras. Com isso

constatou haver algo a mais além das doenças

orgânicas. Começou a perceber que o tipo de

personalidade predispunha certas pessoas a

determinadas doenças.

Em 1913 passou a ser o responsável pelos

atendimentos de urgências no University College

Hospital e do National Temperance Hospital. Por esse

Edward Bach

período a sua saúde ficou abalada tendo que se

afastar dessas funções. Ao se recuperar abriu um consultório. Era um médico de sucesso,

mesmo assim sentia-se frustrado com os tratamentos da Medicina Tradicional. Dedicouse

ao estudo da Imunologia procurando uma resposta as suas inquietudes profissionais.

Valendo-se do seu conhecimento de bacteriologista descobriu haver íntima relação entre

algumas bactérias intestinais com certas doenças crônicas.

Em 1914 ficou responsável por 400 leitos no University College Hospital trabalhando

no Departamento de Bacteriologia e como assistente clínico de Bacteriologia o Hospital

da Escola de Medicina. Trabalhou arduamente de 1915 a 1919. Nessa época conheceu a

Homeopatia. Descobriu a genialidade de Hahnemann que procura tratar os enfermos

pelos sinais sintomáticos emoções e mentais em detrimento as ocorrências físicas. Nessa

época descobriu um método de vacina com a metodologia homeopática e de

administração via oral. Os resultados foram surpreendentes. Essas vacinas mais tarde

passaram a se chamar de os Sete Nosódios de Bach.

Em 1926 juntamente com C. E. Wheeler publica a obra “Cronic Disease. A Working

Hypothesis”. Nessa época os “Nosódios de Bach” já era conhecido em toda a Inglaterra e

em muitos outros países. Nos dias de hoje esses nosódios são mundialmente conhecidos

na Homeopatia.

Em 1928 Bach trouxe do País de Gales os vegetais Impatiens e Mimulus. Preparou

diluições baseado nos princípios da Homeopatia. Os resultados foram animadores. Um

pouco depois incluiu Clematis. Nesse estágio de sua vivência clínica procurou separar as

pessoas por grupos que possuíssem comportamento e temperamento similares e que

http://www.voppus.com.br 15


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

além do mais padecessem das mesmas doenças. Nessa época possui uma vasta

clientela em seu consultório na Harley Street.

Em 1930 decide abandonar sua rendosa e renomada atividade em Londres para

dedicar-se à busca de algo na natureza que sanasse as doenças. Percebeu que apesar

da eficiência da Homeopatia havia algo mais a ser descoberto.

Renunciou à fama, ao conforto e ao prestígio alcançado na sociedade londrina. Antes

de ir queimou tudo que já tinha escrito e deixou o restante para ser finalizado pelos seus

colegas. Muitos o criticaram por tal atitude, entretanto Dr. John Clark, diretor do

“Homeopathic World” o apoiou. Colocou ao seu dispor o jornal médico homeopático para

que ele publicasse suas descobertas. Bach aproveitou a oferta tendo publicado por esse

jornal vários artigos.

Quando saiu de Londres com destino ao País de Gales estava com 44 anos. Pôs em

sua bagagem todos os instrumentos necessários para o preparo de medicação

homeopática, entretanto ao sair enganou-se. Ao invés de levar a mala com material

homeopático descobriu que trouxera uma mala de calçados. Assim não desanimou e

procurou um novo método de extrair o poder curativo das plantas.

Em maio de 1930 Bach fez sua grande descoberta. Bach estava caminhando ao

amanhecer pelos campos. Verificou que muitas flores tinham gotas de orvalho sobre as

pétalas. Percebeu que o sol incidindo os seus raios poderia extrair substrato curativo da

flor antes de evaporar-se. Pensou que se colhesse o orvalho dessas flores antes que o

sol a evaporasse obteria um líquido curativo. Recolheu algumas gotas de plantas nãovenenosas.

Experimentou em si mesmo esse exultado vegetal constatando o seu efeito

curativo. O sistema de coleta era por demais dificultoso e demorado. Intuiu que se

colocassem as pétalas das flores dentro de uma cuba de vidro contendo água pura e

expusessem ao Sol por algumas horas poderia extrair a essência terapêutica. Procedeu

vários testes expondo as pétalas ao sol por 3,4 ou 7 horas ao Sol. Depois padronizou o

tempo suficiente para que as pétalas começassem a murchar. Verificou que esse método

era perfeito pois não causava nenhum dano ao vegetal além de reunir os quatro

elementos da natureza: ar (no espaço aberto) , o fogo (luz e calor do sol) , água (onde as

pétalas eram depositadas) e a terra que nutria a planta.

Após um mês e meio depois de sua descoberta escreveu a obra “Come out into the

sunshine” (Liberado pela luz do sol) mais tarde sendo chamado de “Cure-se sozinho”.

Foi publicado no final de 1930. Nessa época estava residindo em Cromer, Norfolk, à

beira-mar. Nesse lugar ele verificou que poderia sistematizar os remédios curativos em

doze tipos. Entre agosto e setembro descobriu mais seis flores com efeito curativo, nessa

região. Em sua casa, em Cromer, o fluxo de pessoas em busca de seus remédios

começou a crescer. Cada vez mais os seus remédios eram procurados devido aos

excelentes resultados.

Em abril de 1931 retorna para o país de Gales a fim de encontrar as três flores

restantes do bloco de doze que concebera com os doze estados psicológicos interiores

desencadeadores das doenças. Mas ele as encontrou em outro lugar, ou seja, em Sussex

descobriu Water Violet e Gentian e Rock Rose em Kent. Desse modo a lista estava

completa. Assim escreveu “The Twelve Healers” (Os Doze Curadores).

16 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

O meio médico se opôs ao seu sistema curativo. Desse modo começou a divulgá-lo

entre os não-médicos em linguagem acessível a qualquer pessoa. Devido a isso foi

processado pelo Conselho Britânico Médico, quase sendo expulso. Até 1936 o Conselho

o deixou em paz, entretanto logo a seguir voltaram as severas advertências e críticas por

estar utilizando não-médicos em seus atendimentos. Apesar de tudo , o seu nome nunca

foi retirado dos livros de registro do Conselho Britânico Médico.

Em Janeiro de 1933 saiu de Cromer e foi para Marlow para procurar os quatro estados

da alma que identificara, entretanto, não tinham remédios. Foi nessa busca que descobriu

os Quatro Auxiliares. Nessa época já concebera o Rescue Remedy com três essências:

Rock Rose, Clematis e Impatiens.

Em abril de 1934 mudou-se

para Sotwell. Foi morar em uma

pequena casa chamada “Mount

Vernon”. Cabe ressaltar que

algumas casas na Inglaterra em

vez de números possuem

nomes. Nesse local permaneceu

até desencarnar. Nessa região

encontrou mais três da lista dos

Sete Auxiliares.

Em março de 1935 descobriu

Cherry Plum, o primeiro floral da

Casa de morada do Dr. Bach em Sotwell, Inglaterra.

série dos 19 restantes. Após

intenso trabalho, antes do fim desse ano completou a lista dos 38 medicamentos florais

como hoje conhecemos.

Foi um árduo trabalho para descobrir 19 florais em pouco espaço de tempo. Sofria

muito em cada floral que experimentava em si mesmo. Devido a isso tornou-se exausto e

enfraquecido. Segundo as testemunhas que acompanharam o seu processo os esforços

realizados foram sobre-humanos.

O próprio Bach treinou um pequeno grupo dentre eles Nora Weeks, Victor Bullen e o

Dr. Wheeler para dar prosseguimento ao seu trabalho. Orientou-lhes como proceder para

indicar o uso dos florais para as pessoas. Foi nessa época que escreveu “The Twelve

Healers and Other Remedies” (Os Doze Curadores e Outros Remédios).

Bach descreveu os 38 estados mentais e emocionais geradores das doenças de modo

tão claro que qualquer pessoa pudesse entender o que ele queria dizer. Ele afirmava que

esse último livro era o resumo de toda a sua existência. Apesar de muito enfraquecido

proferiu várias conferências acerca dos remédios florais. Antes de morrer pediu aos seus

colaboradores que dessem continuidade ao trabalho. Em 1936 disse aos seus

colaboradores: “Minha tarefa está cumprida, minha missão nesse mundo está terminada”.

Em outubro de 1936 tornou-se tão fraco que não saía mais da cama. Após uma súbita

melhora, logo a seguir veio a desencarnar em 27 de novembro de 1936.

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TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

A sua empreitada como ser humano foi plenamente coroada de total êxito. Deixou

como legado um eficiente sistema terapêutico extremamente simples, ao alcance de

qualquer pessoa, e ao mesmo tempo de baixo custo. Foi graças a sua descoberta que

esse curso veio a existir. O autor desse curso agradece a grandiosidade desse benfeitor

da humanidade. Se você quiser saber mais acerca da vida de Bach a biografia escrita por

Nora Weeks: “The Medical Descoveries of Edward Bach” (C. W. Daniel Co.)

ORGANISMOS INTERNACIONAIS APROVAM

A Organização Mundial da Saúde desde 1976 reconhece o efeito benéfico e

terapêutico dos florais. A UNESCO, por meio da “Declaração de Veneza” em 1986

estimula aos países membros a adoção de sistemas educacionais e terapêuticos

holísticos. Vejamos melhor esses dois pontos citados acima.

No mundo de hoje existem diversas organizações de caráter mundial envolvendo

praticamente quase todos os países do planeta. Dentre eles estão OIT (Organização

Mundial do Trabalho), FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a

Agricultura), OMS (Organização Mundial de saúde), FMI (Fundo Monetário Internacional),

UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), ONU

(Organização das Nações Unidas), etc.

Mas o que é uma organização? Para responder primeiramente vamos entender a

origem da palavra. Organização provém da raiz grega “órganon” cuja tradução é

instrumento. A organização é a ação de estabelecer um sistema estável de relação entre

diversos elementos, capaz de desempenhar determinada função ou produzir determinado

efeito. Também significa a instituição resultante dessa ação. Devido ao crescimento

mundial as nações se uniram e criaram organizações para melhor ação e entendimento

entre os países. Dessa união surgiram diversas organizações como algumas já

mencionadas. Em nosso curso vamos nos deter em documentos emitidos pela OMS e

UNESCO.

OMS

A OMS (Organização Mundial da Saúde) em

inglês é conhecida como WHO (World Health

Organization). É uma das Agências

Especializadas da Organização das Nações

Unidas (ONU) com amplo objetivo de melhorar a

saúde no mundo.

A Assembléia Geral é composta de

representantes dos países-membros e se reúne

uma vez por ano e é soberana em suas decisões.

Há décadas, a OMS, em Assembléia Geral, alertou aos seus países-membros acerca

da importância, para o ser humano, das terapias, não-convencionais, alternativas ou

holísticas. Desde 1976 vem estimulando aos países-membros a utilizá-las em favor do

bem-estar da população. Em 1978, por meio da Revolução 30.49 alertou acerca da

importância das plantas medicinais na manutenção da saúde.

18 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

Em 1984 a

saúde. Vamos

documento.

OMC alertaa acerca dos elementos espirituaiss na cura e manutenção da

transcreverr a Resolução WHO /3/1984/REC/1.6. Vejamos o conteúdo do

“ A Trigésima

Sétima Assembléia Mundial de Saúde.

Tendo considerado o relatório do Diretor Geral sobre a dimensão

espiritual na

Estratégia Global

de Saúde para Todos no Ano 2000 e a recomendação da Diretoria Executiva a esse respeito,

contida na resolução EB 73 R3;

Entendendo que dimensão espiritual envolve um fenômeno que não é de natureza material,

mas

pertence ao campo das idéias, crenças, valores e ética, que tem surgido nas mentes e

consciência dos seres humanos, particularmente idéias

enobrecedoras;

1. AGRADECE o Diretor Geral por seu relatório e a Diretoria Executiva por

sua

recomendação;

2. CONCORDA com as

reflexões contidas no relatório;

3. DENOTA

que idéias enobrecedoras têm despertado ideais de saúde que têm conduzido a

uma

estratégia prática de saúde para todos, que almeja atingir um objetivo que tem componentes

tanto materiais, quando não materiais;

4. RECONHECE que, se o componente material dessa estratégia pode ser provido às

pessoas, o não

material, ou espiritual, a algo que

tem que surgir entre as pessoas e as

comunidades, de

acordo com

seus padrões sociais e culturais;

5. CONSIDERA que a realização desses ideais

de saúde, que formamm a base moral do

objetivo de saúde para todos no ano 2000, contribuirá ela mesma

para os sentimentos de

bem

estar das pessoas;

6. RECONHECE que a dimensão espiritual tem um papel importante no motivar a realização

das

pessoas, em

todos os aspectos da vida;

7. AFIRMAA que idéias enobrecedoras não só têm

estimulado uma ação para a saúde a nível

mundial, mas também têm dado à saúde,

como definida na Constituição da OMS, uma dimensão

espiritual adicional;

8. CONVIDA os Paísess Membros a considerar incluída, em suas estratégias de saúde

para

todos, uma dimensão espiritual, como definida nesta

resolução, de acordo com seus padrões

sociais e culturais”.

UNESCO

UNESCO

é a abreviação de United Nations

Educational, Scientific and Cultural Organization

cuja tradução em português é Organização

das

Nações Unidas para a Educação, a Ciência

e a

Cultura.

A UNESCO é uma

organização

internacional que envolve quase todos os países do

mundo. O objetivo principal da UNESCO é o de

ampliar as bases da educação no mundo; levar os

benefícios da Ciência a todos os países e fomentar

o intercâmbio e a divulgação cultural. A UNESCO

estimula a visão multidirecional do ser humano nos vários campos de atividade.

No Colóquioo realizado em Veneza, Itália a organizaçãoo ratifica a sua posiçãoo em

relação a visão

holística e transdisciplinar do ser

humano. Transcreveremos o conteúdo

final desse importante documento internacional.

http://www.voppus.com.br

19


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

“Documento de Compromissos Internacionais da UNESCO

Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Declaração de Veneza

Comunicado final do Colóquio “A Ciência diante das Fronteiras do Conhecimento”.

Os participantes do colóquio “A Ciência das Fronteiras do Conhecimento”, organizado pela

UNESCO, com a colaboração da Fundação Giorgio Cini (Veneza, 3 a 7 de março de 1986),

animados por um espírito de abertura e de questionamento dos valores de nosso tempo, ficaram

de acordo sobre os seguintes pontos:

• Somos testemunhas de uma revolução muito importante no domínio da ciência, provocada

pela ciência fundamental (em particular a física e a biologia), devido a transformação que ela traz à

lógica, epistemologia e também, por meio das aplicações tecnológicas à vida de todos os dias.

Mas, constatamos, ao mesmo tempo, a existência de uma importante defasagem entre a nova

visão do mundo que emerge do estudo dos sistemas naturais e os valores que ainda predominam

nas filosofias, nas ciências do homem e na vida da sociedade moderna. Pois estes valores

baseiam-se em grande parte no determinismo mecanicista, no positivismo ou no nilismo. Sentimos

esta defasagem como fortemente nociva e portadora de grandes ameaças de destruição de nossa

espécie.

• O conhecimento científico, devido a seu próprio movimento interno, chegou aos limites em

que pode começar o diálogo com outras formas de conhecimento. Neste sentido reconhecendo as

diferenças fundamentais entre a ciência e a tradição, constatamos, não sua oposição, mas sua

completementaridade. O encontro inesperado e enriquecedor entre a ciência e as diferentes

tradições do mundo permite pensar no aparecimento de uma nova visão da humanidade, até

mesmo num novo racionalismo, que poderia levar a uma nova perspectiva metafísica.

• Recusando qualquer projeto globalizante, qualquer fechado de pensamento, qualquer nova

utopia, reconhecemos ao mesmo tempo a urgência de uma pesquisa verdadeiramente

transdisciplinar, de uma troca dinâmica entre as ciências exatas, as ciências humanas, a arte e a

tradição. Pode-se dizer que este enfoque transdisciplinar está escrito em nosso próprio cérebro,

pela interação dinâmica entre seus dois hemisférios. O estudo conjunto da natureza e do

imaginário, do universo e do homem, poderia assim nos aproximar mais do real e nos permitir

enfrentar melhor os diferentes desafios de nossa época.

• O ensino convencional da ciência, por uma apresentação linear dos conhecimentos,

dissimula a ruptura entre a ciência contemporânea e as visões anteriores do mundo.

Reconhecemos a urgência da busca de novos métodos de educação, com as que levem em conta

os avanços da ciência, que agora se harmonizam com as grandes tradições culturais, cuja

preservação e estudo aprofundado parecem fundamentais. A UNESCO seria a organização

apropriada para promover tais idéias.

• Os desafios de nossa época: o desafio da autodestruição de nossa espécie, o desafio da

informática, o desafio da genética, etc. mostram, de uma maneira nova, a responsabilidade social

dos cientistas no que diz respeito à iniciativa e à aplicação de pesquisa. Se os cientistas não

podem decidir sobre a aplicação da pesquisa se podem decidir sobre a aplicação de suas próprias

descobertas, eles não devem assistir passivamente à aplicação cega destas descobertas. Em

nossa opinião, a amplidão dos desafios contemporâneos exige, por um lado, a informática rigorosa

e permanente da opinião pública e, por outro lado, a criação de organismos de orientação e até de

decisão de natureza pluri e transdisciplinar.

Expressamos a esperança de que a UNESCO dê prosseguimento a esta iniciativa estimulando

uma reflexão dirigida para a universidade e a transdisciplinaridade. Agradecemos a UNESCO, que

tornou a iniciativa de organizar este encontro, de acordo com sua vocação de universalidade.

Agradecemos também a Fundação Giorgio Cini por ter oferecido este local privilegiado para a

realização deste fórum”.

20 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

CONCORDÂNCIAS EXEMPLARES

Vamos apresentar a seguir várias opiniões e considerações de diversas pessoas

acerca da terapia floral e de sua efetiva ação no bem-estar humano.

MÉDICO HOMEOPATA

Na introdução da coletânia dos trabalhos de Bach intitulada “A Terapia Floral: Escritos

Selecionados de Edward Bach” (Ground, SP, 1991)

encontramos as seguintes palavras do Dr. Adailton Salvatore

Meira, médico homeopata, ginecologista e obstetra.

“(...) Definitivamente os distúrbios patológicos e psicológicos no Eu

interior, e esta é a causa do que os médicos costumam denominar de

“doença”. (...)

Aos médicos invoca o postulado hipocrático: “Nosce te ipsum et

cura te ipsum” (conhece a ti mesmo e cura-te a ti mesmo).

A seguir aborda a questão da divindade do homem e como as

flores ajudam a personalidade, o progresso espiritual. Desenvolvendo

a questão da dominação que um ser pode exercer sobre o outro.

Quando um domina, o outro se deixa dominar e aceita. Esta seria uma das principais causas de

“doenças” e uma das principais obstruções ao pleno desenvolvimento pessoal e do planeta.

Valorizou cada vez mais o sofrimento interior e cada vez menos o sofrimento do corpo, da doença

manifesta(..) “

MÉDICO

Dr. Marcio Bontempo é médico sanitarista, sociólogo e escritor de vários livros acerca

das Terapias Holísticas. Da sua obra “Manual da Medicina Integral” (Best Seller, SP,

1994) extraímos o seguinte trecho:

Florais, ou medicina floral, é o sistema terapêutico baseado na aplicação do poder sutil de

diversas flores para corrigir desequilíbrios físicos ou psíquicos. Sabe-se hoje que tal efeito é

possível graças à capacidade das essências das flores de penetrar profundamente no delicado

terreno vital do corpo humano e de interagir nas áreas anômalas, levando a elas um poderoso

substrato energético carregado de cargas vibratórias de alta freqüência. Esse processo terapêutico

é realizado através das essências florais, principalmente por meio da terapia pela ingestão oral de

remédios florais.

Os profissionais que se dedicam a esse tipo de tratamento – hoje difundido pelo mundo inteiro –

em sua grande maioria consideram que as essências florais não agem de modo “direto” sobre a

doença, seja ela física ou não, mas indiretamente, trabalhando primeiro nos sutis terrenos

bionergéticos. Estas áreas onde agem tais remédios são as fôrmas etéricas de energia cósmica

condensada no ser humano e responsáveis por toda a forma e condição do corpo físico. Diz-se,

muito apropriadamente, que qualquer doença, antes de se apresentar no campo orgânico, já

existia no campo energético vital, sob a forma de uma turbulência que, aprioristicamente, é

derivada de um excesso ou de uma carência de modalidade típica de energia num determinado

setor da rede vital.(...) “

http://www.voppus.com.br 21


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

PSIQUIATRA

Dra. Liliana Graciela Valenti, médica psiquiatra na introdução do livro “Flores de Raff:

Essências Florais” de autoria de Jorge Luís, (Presskit, SP, 1993) diz o seguinte:

“As essências Conscientes Energéticas formam parte da medicina vibracional. O efeito de cura

se produz graças à ação luminosa que cada essência floral possui, achando-se em

correspondência com as variadas vibrações da Alma Humana. Quando estas vibrações se

encontram em conflitos, se geram na mente estudos negativos, como medo, ódio, ciúmes, cobiça,

angústia, ira, etc. ... que logo afetam negativamente a psique da pessoa, manifestando-se como

bloqueio energético no canal de expressão entre a Alma e a personalidade.

A essência floral estabelece contato direto com a Alma para poder interpretar suas mensagens,

unindo desta maneira o ser, uma vez mais, com a verdadeira fonte de energia e vitalidade.

A personalidade, que previamente se achava envolta na confusão e restrição demasiadas

humanas, volta a encontrar uma nova saída, regressando assim ao verdadeiro significado da

existência, podendo através do veículo floral ativar o mecanismo da harmonia que se restaura na

consciência própria do ser(...) “.

MÉDICO

Dr. Richard Gerber M. D. é médico nos EUA que utiliza os métodos alternativos para a

orientação de seus pacientes. Em sua obra “Medicina Vibracional: Uma Medicina para o

Futuro” (Cultrix, SP, 1992) afirma que:

“(...) Muitos terapeutas obtiveram sucesso no tratamento de padrões crônicos de perturbação

emocional e distúrbios de personalidade utilizando os remédios florais do Dr. Bach. Ao contrário

das terapias farmacológicas convencionais, que atuam apenas no nível da patologia física celular,

os padrões energéticos contidos nas essências florais operam no nível dos veículos emocional,

mental e espiritual. Os corpos sutis influenciam o corpo físico, alterando a suscetibilidade deste

último a qualquer agente nocivo interno ou externo. Bach procurou usar suas essências

vibracionais para aumentar a resistência dos seus pacientes através da criação de uma harmonia

interior e da ampliação dos sistemas energéticos superiores que ligam os seres humanos ao seu

Eu Superior. Os remédios florais de Bach não produziam um grande efeito direto sobre os sistemas

celulares do corpo físico. Existem, todavia , outros tipos de essências florais que, por intermédio de

suas interações com os diversos níveis da anatomia energética sutil, humana podem atuar

diretamente sobre os desequilíbrios celulares do corpo físico(...)”

DOUTOR EM CIÊNCIAS

Dr. Breno Marques da Silva é Doutor em Ciências. Desenvolveu as Essências Florais

de Minas baseado nos ensinamentos de Bach. Em sua obra “As Essências Florais de

Minas: Síntese para uma Medicina de Almas” (Aquariana, SP, 1997) expressa que:

“(...) No sistema de cura desenvolvido pelo Dr Bach, os remédios florais são agrupados de

acordo com o estado mental do paciente. Essa disposição retrata a certeza de que todas as

doenças têm origem em nossas formas adulteradas de pensar e de sentir. Somos nós mesmos,

nosso Eu mais profundo, que decidimos adoecer, sarar, nascer, de maneira como nascemos; e

desencarnar, na forma como o fazemos. A nossa Alma está em constante e criativa comunicação

conosco, embora na maioria das vezes não percebemos, devido à ilusão que a percepção

sensorial nos causa. Sempre que nos desviamos dos propósitos mais profundos do nosso ser, da

motivação que justificou nossa presente encarnação, somos constantemente avisados de que

devemos recorrigir o caminho. Quantas vezes as convicções mais nobres, os pensamentos mais

22 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

sublimes de amor e insistimos no erro. Temos inúmeras possibilidades de solucionar nossos

equívocos na mente, através de pensamentos superiores, de harmonia e união. Todavia, se

permanecemos na ignorância, percebendo tudo sob um ponto de vista material, então a lição se

instala nesse nível, na forma de doenças no corpo físico. Portanto, se está em nossas atitudes

mentais a origem dos males que nos afligem, nada melhor que agrupá-las , de forma a poder

melhor compreendê-las (...) “

PSICÓLOGA

Lúcia De Bartolo é graduada em Psicologia pela

Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e

com especialização em Big Sur-Esalen Califórnia, EUA.

Em seu livro “Florais: Vivendo os Passos do Dr. Bach”

(Gente, SP, 1993) afirma o seguinte:

“(...) Ao longo dos anos, envolvendo-me com os florais de

Bach, fui transformando também minha própria vida,

reaprendendo a humildade e, com ele, abrindo portas para o

verdadeiro encontro com meus pacientes, amigos, alunos e

filhas. Vivi momentos de dor, quando desarmonias internas

geraram dificuldades físicas e o afastamento da intuição criou

um caminho somente de trabalho e razão. Em meio a esse

turbilhão interior, quase me esqueci de ser mulher.

Essas dores, no entanto, foram cedendo lugar a virtudes como a fé, a esperança e,

principalmente, o amor. Com os florais que eu mesma tomei e indiquei aos meus pacientes, pude

perceber que cada um de nós extrai suas lições de vida de maneiras diferentes (...)”.

MÉDICO

Dr. Emerson de Godoy Cordeiro Machado é médico tendo prefaciado a obra de Dr.

Edward Bach: “Os Remédios Florais do Dr. Bach” (Pensamento, SP, 1993) . São dele as

seguintes palavras no prefácio da mencionada obra:

“(...) Dias mais tarde, outro amigo, um psiquiatra que já lidava com a medicina floral havia

tempo, trouxe-me novos textos sobre o assunto, e tive clareza interior de que era hora de estudá-lo

mais profundamente.

Algum tempo depois, passei a prescrever os remédios florais no dia-a-dia do consultório. O

primeiro caso tratado foi o de uma mulher que, após ter se submetido a um transplante de córnea,

passara a ter pavor de acidentes de automóvel. Tendo sofrido sete anos desse medo intenso, do

qual não conseguia libertar-se, veio a saber que fora de um acidente automobilístico que o doador

da córnea havia desencarnado. Decorridos três meses de tratamento, o medo desapareceu

completamente, não retornando mais.

Hoje, após o acompanhamento de centenas de casos, posso testemunhar a eficácia desses

remédios florais e a grande ajuda que podem dar à humanidade nestes momentos de transição,

auxiliando e harmonização dos corpos sutis (etérico, emocional e mental) e facilitando a livre

fluência das energias superiores através da personalidade (...) “.

http://www.voppus.com.br 23


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

PSICÓLOGO CLÍNICO

Hércoles Jaci é psicólogo clínico com vasta experiência em terapia floral. Na contracapa

do livro da especialista alemã em terapia floral Mechthild Scheffer cujo título é :

“Terapia Floral do Dr. Bach : Teoria e Prática” (Pensamento, SP, 1994) encontramos o

seguinte:

“(...) A vida de muitos psicólogos e médicos que utilizam os florais em sua prática mudou de

enfoque pelo fato de ter sido dada uma guinada na postura terapêutica clássica. Durante muitos

anos, venho questionando a dureza do dia-a-dia do consultório, no qual a nossa escuta parece

estar aberta somente a dores, angústias e negatividades, ou seja, a situações fundamentalmente

aquém do ser humano. Com o método de Bach, o terapeuta pode alquimizar queixas

transformando-as em flores que vão atuar num nível que antes a sua intervenção não atingia. Com

isso, os paradigmas do pessoal da área da saúde têm mudado e precisa mudar muito mais. A

conexão agora é com a saúde, e a busca é no sentido da saúde (...) “.

MÉDICA

Dra. Carmen Lucia Rita Monari é médica pela Pontifícia Universidade Católica de

Campinas (PUCCAMP). Em seu livro “Participando da Vida com os Florais de Bach”

(Roca, SP, 1995) diz que:

“(...) A cada dia que vivencio essas essências, vou percebendo cada vez mais a sua

profundidade e o mundo que elas nos apresentam , acolhendo-nos no seu ventre. Podendo ser

sempre o consolo para aqueles que buscam realmente um processo de Transformação e alívio

para os sintomas da Alma.”

DR. BACH

Para finalizar esse tópico acerca das concordâncias exemplares destacamos as

palavras de Dr. Edward Bach M. B. , B.S., M.R.C.S., L.R.C.P., D.P.H., em sua obra “Curese

sozinho” incluído na coletânea dos escritos de Bach com o título “A Terapia Floral:

Escritos Selecionados de Edward Bach” (Ground, SP, 1991) afirma que:

“Na verdadeira cura, o nome e a natureza da doença física não têm qualquer importância. A

doença do corpo é apenas o resultado da desarmonia entre a mente e a alma. A doença é apenas

um sintoma da causa e como uma mesma doença manifesta-se de maneira diferente em

indivíduos diferentes, basta remover a causa, que a doença, qualquer que seja ela,

automaticamente desaparecerá (...)”

Poderíamos incluir muitos outros depoimentos e citações de médicos , psiquiatras,

psicólogos, terapeutas, etc. Cremos que os exemplos apresentados anteriormente são

suficientes para atestar a eficácia dos florais.

PALAVRAS DO PRÓPRIO BACH

Ao longo do curso estaremos citando, em várias oportunidades, as palavras do próprio

Bach em seus escritos que foram publicados . Hoje esses documentos são mundialmente

conhecidos. Vejamos agora o trecho de um apelo feito por Bach aos seus colegas

médicos. O texto pode ser encontrado na integra no livro “A Terapia Floral: Escritos

Selecionados de Edward Bach” (Ground, SP, 1991).

24 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

“UM APELO

AOS COLEGAS MÉDICOS

Após muitos anos de pesquisa, verifiquei que certas Flores possuem as mais maravilhosas

propriedades curativas e que, com elas, um grande número de casos, que pelo tratamento

ortodoxo poderiam ser apenas aliviados, são agora curáveis.

Além disso, uma doença que está se aproximando pode ser tratada e evitada naquela fase em

que as pessoas dizem: “Ainda não está suficientemente ruim para ir ao médico”.

Ganhando a confiança daqueles que estão ao nosso redor, lhes diremos que a doença deve ser

dominada em seu estágio inicial e, além disso, seremos capazes de lhes explicar que nos casos

crônicos e mais obstinados vale a pena preservar com o tratamento e nossa obra será

enormemente ampliada: primeiro, porque teremos um exército de pessoas vindo a nós semanas ou

meses antes que sua saúde seja abalada e, em segundo lugar, os casos crônicos que só vierem a

nós buscando alívio para a dor ou desconforto retornarão para continuarem como tratamento na

esperança de alcançarem a cura.

As flores mencionadas podem ser empregadas juntamente com qualquer tratamento ortodoxo

ou acrescentadas a qualquer outra prescrição, pois aceleram e ajudam o tratamento em todos os

tipos de casos, agudos ou crônicos.

Este é um tempo em que a medicina ortodoxa não consegue lidar completamente com a

proporção de doenças nesse país e é o tempo de se ganhar novamente a confiança das pessoas e

justificar nossa nobre vocação.

As flores são de fácil compreensão para qualquer estudante da natureza humana e uma de

suas propriedades é que elas nos ajudam a evitar o estabelecimento da doença orgânica quando o

paciente se encontra naquela perturbação funcional que, nas doenças agudas ou crônicas,

freqüentemente as precede”.

APRESENTAÇÃO DOS FLORAIS

Em uma palestra proferida na Loja Maçônica de Wallingford, em 24 de setembro de

1936 Bach discursou acerca do seu método terápico. Essa palestra está publicada na

íntegra na obra já mencionada anteriormente. Vamos agora apresentar alguns trechos.

“ (...) O sistema de que falarei esta noite tem grandes

vantagens em relação aos outros.

Em primeiro lugar: Todos os remédios são

preparados a partir de lindas flores, plantas e árvores da

Natureza, sendo que nenhuma delas é venenosa nem

causa qualquer dano, não importando a quantidade

tomada.

Em segundo lugar: São apenas 38 remédios, o que

significa que é mais fácil encontrar as plantas

adequadas do que quando há muitas opções.

Em terceiro lugar: O método de escolha do remédio a ser empregado é suficientemente

simples, podendo ser compreendido pela maioria das pessoas.

http://www.voppus.com.br 25


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

Em quarto lugar: As curas alcançadas foram tão maravilhosas, que ultrapassaram todas as

expectativas tanto dos que empregaram este método quanto dos pacientes que dele se

beneficiaram.

Essas flores sempre deram resultados onde todos os outros tratamentos tentados falharam.

E agora, após ter-lhes dado uma idéia de quão antiga e renovada é a grande Arte da Cura dos

sofrimentos através das plantas, passemos à principal razão da palestra desta noite.

São dois os principais objetivos desta palestra:

O primeiro: descrever um novo método de cura pelas flores.

O segundo: reduzir, tanto quanto possível, qualquer temor que se possa ter das doenças.

Embora, comparativamente, tenham se passado poucos anos desde a descoberta da primeira

das 38 flores, nesse pequeno espaço de tempo essas flores provaram possuir o mais maravilhoso

poder de cura. Isso foi provado não apenas na Inglaterra e outros países do continente europeu,

mas também em terras tão distantes quanto a Índia, a Austrália, a Nova Zelândia, a América e

outras. (...)”

EXORTAÇÃO À SOLIDARIEDADE TERAPÊUTICA

Devido ao seu entusiasmo interior e facilidade de seu método terapêutico Bach

exortava aos médicos e também aos não-médicos a utilizarem as essências florais em

benefício das pessoas. Graças a essa ação foi severamente criticado pelo Conselho

Britânico Médico; entretanto, não se intimidou e prosseguiu divulgando a descoberta e

aplicação prática da terapêutica floral. Vejamos o que ele nos diz.

“ Os pontos importantes do tratamento com essas flores são:

(1) que todos os remédios são preparados com belas plantas e árvores da Natureza e que

nenhuma delas é venenosa nem causa qualquer efeito danoso.

(2) que, sem qualquer conhecimento médico, o seu uso pode ser compreendido tão facilmente

que podem ser utilizadas no lar.

Pensem um minuto no que isso significa. Sempre há entre nós, nas pequenas ou grandes

cidades, alguém que tem, em maior ou menor grau, o desejo de ser capaz de ajudar seu

semelhante na doença, de aliviar as aflições e sofrimentos e de curar os doentes, mas que as

circunstâncias impediram que se tornasse médico (a) ou enfermeiro (a) e que se sentiu incapaz de

realizar seu desejo ou missão. Tais plantas colocam nas mãos dessa pessoa o poder de curar

seus próprios familiares, amigos e todos os que estão ao seu redor.

Ao lado de suas ocupações normais, tal pessoa poderia, em suas horas livres, praticar o bem

em grande escala, como tantas já o estão fazendo hoje. E há algumas que deixaram de lado seu

trabalho para se devotarem em tempo integral a essa forma de cura.

Significa que o sonho de todos os que sempre tiveram como ideal o desejo de aliviar o

sofrimento poderá se realizar, seja no âmbito doméstico, seja em larga escala.

Novamente para convencê-los de que não há necessidade de qualquer conhecimento científico

na utilização dessas flores, posso dizer que nem mesmo o nome das doenças é necessário. Não é

26 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

a doença que importa, é o paciente. Não é o que paciente tem. Não é a doença, por assim dizer,

que é realmente importante tratar, porque a mesma doença pode apresentar sintomas diferentes

em pessoas diferentes.

Se os efeitos fossem sempre os mesmo em todas as pessoas, seria fácil saber o nome da

doença. Mas não é isso que acontece e essa é a razão pela qual freqüentemente é tão difícil à

ciência médica dar um determinado nome a uma queima particular.

Não é a doença que tem importância, é o paciente; a maneira pela qual fica enfermo é o guia

verdadeiro para a cura.

No dia-a-dia, cada um de nós tem um caráter próprio composto por nossos gostos, aversões,

idéias, pensamentos, desejos, ambições, modo pelo qual tratamos os semelhantes, etc.

Porém esse caráter não tem relação com o corpo, mas com a mente, e a mente é nossa parte

mais sensível e delicada. Assim, não nos deve surpreender o fato de que a mente, com seus vários

estados de espírito, seja a primeira a mostrar os sintomas de doença e, sendo tão sensível, seja

para nós um guia muito melhor, em casos de doenças, do que o corpo.

As alterações em nossas mentes nos guiarão claramente para o remédio necessário,

quando o corpo mostra apenas uma ligeira alteração.”

Conforme já vimos Bach descobriu 38

essências florais para o tratamento das pessoas.

Ele dividiu as 38 essências em sete grupos

dependendo da alteração emocional-mental do

enfermo.

OS 38 REMÉDIOS DO DR. BACH

Conforme já vimos Bach descobriu 38 essências florais para o tratamento das

pessoas. Ele dividiu as 38 essências em sete grupos dependendo da alteração

emocional-mental do enfermo.

Os 7 grupos são:

! - Para o medo.

2 - Para a indecisão.

3 - Para a falta de interesse pelas circunstâncias atuais.

4 - Para solidão.

5 - Para o excesso de sensibilidade a influências e opiniões.

6 - Para o desalento ou desespero.

7 - Para a preocupação excessiva com o bem-estar dos outros.

http://www.voppus.com.br 27


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

GRUPO 1: PARA AQUELES QUE TÊM MEDO

Rock Rose

Mimulus

Cherry Plum

Aspen

Red Chestnut

GRUPO 2: PARA OS QUE SOFREM DE INDECISÃO

Cerato

Scleranthus

Gentian

Gorse

Hornbeam

Wild Oat

GRUPO 3: PARA OS QUE NÃO SE INTERESSAM PELAS CIRCUNSTÂNCIAS

ATUAIS

Clematis

Honeysuckle

Wild Rose

Olive

White Chestnut

Mustard

Chestnut Bud

GRUPO 4: PARA A SOLIDÃO

Water Violet

Impatiens

Heather

GRUPO 5: PARA O EXCESSO DE SENSIBILIDADE A INFLUÊNCIAS E OPINIÕES

Agrimony

Centaury

Walnut

Holly

GRUPO 6: PARA O DESALENTO OU DESESPERO

Larch

Pine

Elm

Sweet Chestnut

Star of Bethlehem

Willow

Oak

Crab Apple

GRUPO 7: PARA A PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM O BEM-ESTAR DOS

OUTROS

Chicory

Vervain

Vine

Beech

Rock Water

28 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

MÉTODO DE PREPARAÇÃO

O método de preparação das essências florais foi detalhado pelo próprio Bach. Ele

recomendou que os remédios fossem elaborados próximo do local onde as plantas

crescem, pois as flores devem ser usadas logo após a coleta.

Bach estabeleceu dois métodos de extração de essências terapêuticas das flores:

Método da Luz Solar e o Método da Fervura. Vamos transcrever a seguir como Bach

recomendava extraí-las. O texto foi transcrito da coletânea: “A Terapia Floral: Escritos

Selecionados de Edward Bach”.

MÉTODO SOLAR

“Em uma tigela de vidro coloca-se a mais pura água que se

possa obter , se possível de uma fonte mineral próxima.

Coletam-se, então, as flores ou inflorescências da planta que

imediatamente se devem colocar sobre a superfície da água, de

modo a cobri-la totalmente. Em seguida, deixa-se a tigela sob a

luz do sol, por três ou quatro horas, ou menos, se a flores

mostrarem sinais de definhamento. Então devem ser

cuidadosamente retiradas e a água colocada em frascos, que

devem ser preenchidos apenas até a metade. A outra metade é

completada com conhaque, de modo a preservar o remédio. Tais

frascos constituem as matrizes e não devem ser empregados diretamente para a administração

das doses. Estas são obtidas a partir de outros frascos preparados com apenas algumas gotas

obtidas do frasco-matriz, de modo que os frascos-matrizes possam constituir um grande estoque

de remédios. Os frascos-matrizes obtidos em farmácias devem ser utilizados da mesma forma.

Os remédios preparados da maneira indicada acima são: Agrimony, Centaury, Cerato, Chicory,

Clematis, Gentian, Gorse, Heather, Impatiens, Mimulus, Oak, Olive, Rock Rose, Rock Water,

Scleranthus, Wild Oat, Vervain, Vine, Water Violet, White Chestnut (as flores).

Rock Water. Sabe-se há muito tempo que as águas de certas nascentes e fontes têm poder de

curar algumas pessoas e, por isso, tornaram-se famosas como fontes curativas. Qualquer

nascente ou fonte conhecida por seu poder de cura e que ainda esteja em seu estado natural, sem

ter sido alterada pelo homem, pode ser usada”.

MÉTODO DA FERVURA

“Os demais remédios são preparados pelo método

da fervura da seguinte maneira:

Os exemplares, conforme descrição abaixo, foram

fervidos por meia hora em água pura limpa.

preservativo.

O líquido , então, é coado e colocado em frascos,

preenchendo-os até a metade, sendo a outra metade

completada com conhaque, que servirá como

Chestnut Bud: na preparação deste remédio emprega-se os brotos da árvore Chestnut,

exatamente antes de se transformarem em folhas.

http://www.voppus.com.br 29


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

Nos remédios restantes, empregam-se as flores juntamente com pequenos pedaços do caule e,

quando presentes, folhas novas.

Todos os remédios indicados podem ser encontrados em estado natural nas Ilhas Britânicas,

exceto Vine, Olive, Cerato, embora alguns sejam nativos de outros países, das regiões sudeste e

central da Europa até o nordeste da Índia e Tibet.”

DOSAGEM

Bach também explicou como dosar os florais. Na mesma

obra já citada ele diz o seguinte:

“Como todos esses remédios são puros e inofensivos, não é

preciso haver preocupação com a dosagem, embora seja

necessário apenas uma quantidade mínima como dose. Da

mesma forma, nenhum dos remédios prejudicará o paciente,

mesmo que não seja aquele realmente indicado para o caso.

conservante.

Na preparação de cada remédio, coloque duas gotas de

frasco matriz em um outro frasco pequeno parcialmente cheio de

água. Se for necessário guardar a preparação por algum tempo,

pode-se acrescentar um pouco de conhaque, que atuará como

É deste frasco que devem ser retiradas as doses e bastam apenas algumas gotas de cada vez,

ingeridas com um pouco de água, leite ou qualquer líquido conveniente. Isso é tudo o que é

necessário.

Em casos urgentes, as doses podem ser dadas em intervalos de minutos, até que haja melhora;

em casos sérios, a cada meia hora; em casos de longa duração, a cada duas ou três horas, ou

mais ou menos freqüentemente, conforme a necessidade do paciente.

Quando o indivíduo estiver inconsciente, umedeça-lhe os lábios amiúde.

Sempre que houver dor, inchaço, inflamação ou qualquer problema local, além da ingestão do

remédio, ele também pode ser aplicado na região afetada. Coloque nesse caso algumas gotas do

remédio concentrado em uma tigela com água , molhe nessa solução um pedaço de pano e com

ele cubra a parte afetada. Esta compressa deve ser umedecida de tempos em tempos, conforme

necessário.

Imersão ou banho em água com algumas gotas dos remédios pode, às vezes ser útil”.

Em nossos dias é possível encontrar os florais já manipulados em muitas farmácias do

Brasil e do mundo.

PÓS BACH

Após a morte de Bach o seu sistema terapêutico prosseguiu expandindo-se de modo

lento até os anos 70. Nessa época um grupo de pessoas da Califórnia, EUA iniciou um

estudo acerca do efeito terapêutico da outras flores, sem obviamente descartar os Florais

de Bach. Desse modo muitos pesquisadores começaram a descobrir o efeito terapêutico

de várias flores. Hoje existem mais de 1000 essências de dezenas de famílias de florais.

Vejamos algumas:

30 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

Florais de Bach

Florais de Minas

Florais da Argentina

Florais da Califórnia

Florais da Austrália

Florais do Himalaya

Florais da Holanda

Florais Brasileiros

Florais da Mata Atlântica

Florais do Deserto

Florais do Pacífico

Florais de Saint German

Florais do Planalto Central

Florais de Orquídeas do Amazonas

Florais Franceses

Florais do Havai

Florais Rain Florest

Florais do Alaska

Florais Filhas de Gaia

Florais do Sistema Agnes

Existem várias outras famílias de florais, entretanto as apresentadas acima são

suficientes para o estudante aquilatar a extensão do tema. Obviamente não vamos

estudar todas as essências citadas. O nosso Curso de Formação de Terapia Floral vai lhe

fornecer a base suficiente para você utilizar qualquer sistema floral. O eixo fundamental

do estudo desse curso são os Florais de Bach. Ao mesmo tempo traçamos um paralelo

entre os Florais de Bach e os Florais de Minas equivalente.

FAMÍLIA DE FLORAIS: COMENTÁRIOS

Nas lições 37 e 40 de nosso curso, vamos estudar algumas famílias de florais. Vamos

agora comentar resumidamente acerca de algumas famílias de florais.

FLORAIS DA CALIFÓRNIA

Após a morte de Dr. Edward Bach em 1936 o Centro de Cura fundado por ele

continuou a preparar as essências de acordo com suas instruções. Após o falecimento de

Bach várias pessoas deram continuidade a pesquisa dos remédios florais baseando-se

nas características emocionais e mentais, entretanto somente na década de 70 houve

repercursão graças ao trabalho de Richard Katz no ano de 1979. Katz juntamente com

Patrícia Kaminski fundaram a “Flower Essence Society”(FES) na Califórnia, EUA. Durante

alguns anos trocaram informações com diversos terapeutas acerca das essências florais

das flores californianas. Katz e Kaminsky passaram a publicar o “Flower Essence

Journal”. A partir de 1983 a repercurssão da terapia floral ganhou grande impulso graças

a obra “Flower Essence and Vibrational Healing” escrita e compilada por Gurudas, um

pesquisador de Boulder, Colorado, EUA. Nos dias de hoje existem mais de 300 essências

http://www.voppus.com.br 31


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

da família Florais Californianos. Apresentamos alguns desses florais na lição 40 de nosso

curso.

Na década de 90 surgiram dezenas de famílias de florais e até hoje várias outras estão

surgindo.

FLORAIS AUSTRALIANOS

Na Austrália houve também descobertas acerca dos benefícios das essências das

exuberantes flores desse país. Os trabalhos de Ian White, produtor das essências

australianas, acrescentaram um grande número de novos florais. Em nossa lição 40

vamos apresentá-los.

FLORAIS DO ALASKA

No Alaska Steve Johnson, do “Alaska Project,” produtor dos florais do Alaska além das

essências também desenvolveu o que foi denominado de “essências ambientais” ou

florais para serem aplicados no ambiente. Na lição 40 apresentamos alguns florais dessa

família.

FLORAIS DO HAVAI

A “Aloha Flower Essences”, localiza-se na Grande Ilha do Havaí. Especializou-se na

elaboração de essências florais a partir das flores e vegetais nativos das ilhas havaianas.

São mais de 50 essências florais . Em nossa lição 40 apresentamos alguns delas com

seus respectivos efeitos terapêuticos.

FLORAIS FRANCESES

Os Florais Franceses são apresentados no livro “As Essências Florais Francesas” por

Philippe Deroide, co-fundador da Associação das Essências Gaia e diretor do Laboratório

DEVA, Centro de Pesquisa e Preparação das Essências Florais. São mais de 60

essências. Na lição 40 as apresentaremos de forma sintética.

FLORAIS ARGENTINOS

Os Florais Argentinos foram desenvolvidos por Jorge Luis Raff. Esses florais também

são chamados de Florais de Raff. O Kit compõe-se de 80 florais sul-americanos. Na lição

40 os apresentaremos resumidamente.

FLORAIS DE ORQUÍDEAS DO AMAZONAS

No livro “Florais de Orquídeas do Amazonas” publicado pela Editora Gente de autoria

de Andreas Korte Anje e Helmut G. Hofmann apresentam o resultado de suas

descobertas como florais do Amazonas. Apresentaremos alguns deles na lição 40.

32 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

FLORAIS DO HIMALAYA

Os Florais do Himalaya são denominados “expansores”. Esse nome dado pelas

próprias flores contidas no sistema vindo do Himalaya, provenientes de um vale situado a

aproximadamente 3000 metros de altura em uma região intocada e cristalina.

Diz Tanmaya , pesquisador das Essências Florais do Himalaya, que recebeu todo o

ensinamento da função e do processo dos Florais diretamente das flores, sem um

conhecimento anterior de outros sistemas.

FLORAIS DA HOLANDA

O pesquisador dos Florais da Holanda chama-se Bram Zalberg. Segundo ele seus

florais são catalisadores de profundas transformações, devido ao raio de emanação que

eles atingem nos diversos corpos, do físico aos mais sutis.

FLORAIS BRASILEIROS

Esses florais foram pesquisados pelo paraibano Joel Aleixo e desenvolvido no Estado

de São Paulo.

FLORAIS DA MATA ATLÂNTICA

Esses florais foram pesquisados e desenvolvidos por Sandra Epstein.

FLORAIS DO DESERTO

Esses florais são produzidos por Cynthia Athina Kemp, da “Desert Alchemy” dos EUA.

São 270 essências , entre fórmulas compostas e essências individuais.

FLORAIS DO PACÍFICO

Esses florais foram pesquisados por Sabina Pettitt da “Pacific Essences”. O seu

trabalho apresenta pesquisas realizadas com essências marinhas e pedras.

FLORAIS DE SAINT GERMAIN

Os Florais de Saint Germain foram pesquisados pela brasileira Neide Margonari. O Kit

compõe-se de 45 essências florais.

FLORAIS DO PLANALTO CENTRAL

Os Florais do Planalto Central foram pesquisados por Nadir Vilela e Norysa Bonilha.

Essas essências são preparadas com as flores nativas e cultivadas no Planalto Central do

Brasil. O Kit do Reino Angélico compõe-se de 49 essências.

FLORAIS DE MINAS

Os Florais de Minas foram pesquisados e idealizados pelo Dr. Breno Marques da Silva,

químico, terapeuta floral e doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, e por

http://www.voppus.com.br 33


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

Ednamara Vasconcelos e Marques . Várias pessoas colaboraram em seus estudos e

pesquisas cujo resultado foram os Florais de Minas.

Os Florais de Minas é composto por 84 essências. O Dr. Breno pesquisou a

correspondência de Florais de Minas e de Bach. Essa correspondência é citada ao longo

do nosso curso. Cabe ressaltar que a correspondência possui um caráter didático-prático.

As propriedades são similares, entretanto a origem e natureza das flores são diferentes.

Os Florais de Minas são essências extraídas das flores nascidas na região do

Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, Brasil. Os Florais de Bach são essências

extraídas da região da Inglaterra, exceto umas poucas.

A condensação da energia solar nas flores e plantas, obviamente é diferente

dependendo da localização, clima e solo em que nasçam. Apesar disso possuem efeitos

similares os quais poderá se tratar distúrbios similares. Esse é o motivo pelo qual

traçamos um paralelismo entre os Florais de Minas e Florais de Bach nesse curso. O

mesmo paralelismo poderia ser traçado com os vários tipos de Florais que existem.

Detivemo-nos nos Florais de Minas por uma questão didática e prática. Em nossa lição 37

trataremos somente dos Florais de Minas.

FLORAIS BACH: CARACTERÍSTICAS GERAIS

Vamos mostrar as principais características dos Florais de Bach e seus principais

efeitos. O objetivo dessa apresentação é familiarizar o estudante com os florais e seus

principais efeitos terapêutico. Primeiramente vamos estudar os Florais de Bach divididos

em grupos com o respectivo correspondente no sistema floral de Minas. Mostraremos os

sintomas-chave de cada um. No decorrer do curso esses pontos serão estudados de

modo pormenorizado.

ORGANIZAÇÃO DOS FLORAIS GERAL E GRUPOS

Grupo: Para os que sentem medo

Florais de Bach

Rock Rose

Mimulus

Cherry Plum

Aspen

Red Chestnut

Florais de Minas Equivalentes

Bipinatus

Mimosa

Psidium

Passiflora

Trimera

Grupo: Para os que sofrem de indecisão

Florais de Bach

Cerato

Scletanthus

Gentian

Gorse

Hornbeam

Wild Oat

Florais de Minas Equivalentes

Emília

Ficus

Sonchus

Aleluia

Foeniculum

Origanum

34 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

Grupo: Para falta de interesse pelas circunstâncias atuais

Florais de Bach

Clematis

Honeysuckle

Wild Rose

Olive

White Chestnut

Mustard

Chestnut Bud

Florais de Minas Equivalentes

Rosmarinus

Madressilva

Rosa Canina

Sempervivum

Momordica

Sinapsis

Salvia

Grupo: Para os que têm sensibilidade excessiva a influências e opiniões

Florais de Bach

Agrimony

Centaury

Walnut

Holly

Florais de Minas Equivalentes

Fuchsia

Ruta

Millefolium

Camelli

Grupo: Para o desalento ou desespero

Florais de Bach

Larch

Pine

Elm

Sweet Chestnut

Star of Bethlehem

Willow

Oak

Crab Apple

Florais de Minas Equivalentes

Lavandula

Pinus

Basilicum

Heliotropium

Tagetes

Zinnia

Agave

Malus

Grupo: Para a excessiva preocupação com bem-estar dos outros

Florais de Bach

Chicory

Vervain

Vine

Beech

Rock Water

Florais de Minas Equivalentes

Chicorium

Vervano

Thumbergia

Mirabilis

Phyllanthus

Grupo: Para solidão

Florais de Bach

Water Violet

Impatiens

Heather

Florais de Minas Equivalentes

Tropaeolum

Impatiens

Helianthus

http://www.voppus.com.br 35


TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

RELAÇÃO DOS FLORAIS DE BACH E MINAS

E SINTOMAS-CHAVE

FLORAL DE BACH

AGRIMONY

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

FUCHSIA

SINTOMAS-CHAVE

Tormento mental. Busca esconder a ansiedade e pensamentos indesejáveis. Mostra uma

aparência de que tudo está bem. Procura esconder suas aflições das pessoas que convive ou

relaciona-se.

FLORAL DE BACH

ASPEN

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

PASSIFLORA

SINTOMAS-CHAVE

Temores vagos, desconhecidos, não identificados. Apreensões inexplicáveis, ansiedade, medo

oculto de algo irá ocorrer, entretanto não sabe o quê e nem o por quê.

FLORAL DE BACH

BEECH

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MIRABILIS

SINTOMAS-CHAVE

Tendência as críticas mordazes, arrogância, prepotência, intolerância. Crer-se juiz com

capacidade de julgar e condenar aos demais. Critica sem dó e nem piedade. Não sabe ouvir e nem

avaliar os pontos-de-vista alheios.

FLORAL DE BACH

CENTAURY

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

RUTA

SINTOMAS-CHAVE

Exageradamente subserviente, vontade enfraquecida. Submissão exagerada aos desejos dos

outros. Boa índole facilmente explorada pelos outros. Servil e incapaz de dizer não.

FLORAL DE BACH

CERATO

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

EMÍLIA

SINTOMAS-CHAVE

Falta de confiança na suas próprias decisões; Dúvida quanto a sua própria capacidade; Busca

conselhos e confirmações nos outros.

FLORAL DE BACH

CHERRY PLUM:

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

PSIDIUM

SINTOMAS-CHAVE

Medo de perder a cabeça, medo de perder o controle da mente, explosões de mal humor, pavor

de fazer algo terrível, desespero.

36 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

FLORAL DE BACH

CHESTNUT BUD

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

SALVIA

SINTOMAS-CHAVE

Dificuldade em aprender por meio das experiências. Repete os mesmos erros muitas vezes,

porque as experiências não são assimiladas ou não aprende o suficiente. Deficiência em observar

as lições da vida.

FLORAL DE BACH

CHICORY

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

CHICORIUM

SINTOMAS-CHAVE

Atitude exageradamente possessiva. Procura manipular secretamente aos demais. Exige que

os outros se ajustem ao seu “sentir pessoal”, ao ver-se fracassado na sua intenção cai na autopiedade.

Pessoa egoísta predisposta à falsidade. É autoritária, falante, irritável e adora discussões.

Sente-se facilmente magoado, ofendida ou rejeitada.

FLORAL DE BACH

CLEMATIS

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

ROSMARINUS

SINTOMAS-CHAVE

Indiferença quanto a vida cotidiana. Sonhador. Os pensamentos estão sempre em outro lugar.

Tendência ao devaneio. Escassa atenção ao que acontece ao seu redor. Falta de interesse pelo

presente. Desatenção. Inconsciência.

FLORAL DE BACH

CRAB APPLE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MALUS

SINTOMAS-CHAVE

Efeito depurador. Desalentado, desesperado. Sente-se sujo, infectado, contaminado por algo.

Tem aversão por si mesmo.

FLORAL DE BACH

ELM

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

BASILICUM

SINTOMAS-CHAVE

Sentimento ocasional de inadequação. Subjulgado pelas responsabilidades. Exausto por uma

busca exagerada de perfeição. Desânimo por não conseguir concretizar seus objetivos.

FLORAL DE BACH

GENTIAN

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

SONCHUS

SINTOMAS- CHAVE

Melancólico, hesitante, desanimado, depressivo, desencorajado com as coisas que não dão

certo. Facilmente desalentado.

FLORAL DE BACH

GORSE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

ALELUIA

SINTOMAS-CHAVE

Desesperança do tipo : “Estou no fim, nada mais há o que fazer”. Desespero por crer que

inexiste saída para sua situação. Desânimo total e completo . Derrotado.

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TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

FLORAL DE BACH

HEATHER

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

HELIANTHUS

SINTOMAS-CHAVE

Excessivamente preocupado consigo mesmo. Egocêntrico. Egótico. Obcecado pelos seus

próprios problemas e assuntos necessitando que os outros o ouça.

FLORAL DE BACH

HOLLY

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

CAMELLI

SINTOMAS-CHAVE

Ciúmes, ódio, desconfiança, inveja de todas as formas , ganância, agressividade.

FLORAL DE BACH

HONEYSUCKLE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MADRESSILVA

SINTOMAS-CHAVE

Saudade do passado, nostalgia; recusa-se a viver no presente; tendência a viver no passado;

não crêem ser possível ter felicidade vivendo no presente.

FLORAL DE BACH

HORNBEAM

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

FOENICULUM

SINTOMAS-CHAVE

Cansaço; fadiga; exaustão física e mental passageira ou prolongada. Procrastinação, falta de

disposição para enfrentar a vida.

FLORAL DE BACH

IMPATIENS

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

IMPATIENS

SINTOMAS-CHAVE

Impaciência, irritabilidade, iracundo, reações extremas, tensão mental excessiva.

FLORAL DE BACH

LARCH

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

LAVANDULA

SINTOMAS-CHAVE

Falta de confiança. Espera falhar pela falta de autoconfiança. Complexos de inferioridade.

Desânimo. Prevê o seu fracasso ou derrota.

FLORAL DE BACH

MIMULUS

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MIMOSA

SINTOMAS- CHAVE

Medo, ansiedade, angústia de situações conhecidas. Medos específicos que podem ser

identificáveis ou nomeados. Acanhamento, timidez, medo do mundo.

FLORAL DE BACH

MUSTARD

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

SINAPSIS

SINTOMAS-CHAVE

Depressão profunda, melancolia, tristeza, desalento que aparecem e desaparecem sem haver

causa identificável ou razão determinada.

38 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

FLORAL DE BACH

OAK

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

AGAVE

SINTOMAS-CHAVE

Desesperado, cansado, exausto, mas que permanece na luta. Enfrenta as dificuldades com

coragem. Nunca desiste.

FLORAL DE BACH

OLIVE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

SEMPERVIVUM

SINTOMAS-CHAVE

Exaustão total. Fadiga física e mental altamente elevada.

FLORAL DE BACH

PINE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

PINUS

SINTOMAS-CHAVE

Autocondenação, autocensura, autoculpa, sentimento de culpa, abatimento, desalento.

FLORAL DE BACH

RED CHESTNUT

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

TRIMERA

SINTOMAS-CHAVE

Preocupação demasiada com o bem-estar dos demais, excessiva solicitude, ansiedade pelos

outros, medo de que ocorram situações ruins ou dolorosas com outras pessoas.

FLORAL DE BACH

ROCK ROSE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

BIPINATUS

SINTOMAS–CHAVE

Estado extremo de medo. Pavor, pânico, terror.

FLORAL DE BACH

ROCK WATER

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

PHYLLANTHUS

SINTOMAS-CHAVE

Para o excessivamente rigoroso consigo mesmo. Possuem opiniões rígidas . Não dá atenção

as suas necessidades íntimas. Auto- reprime-se. Automartirizam-se. Autoflagelam-se.

FLORAL DE BACH

SCLERANTHUS

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

FICUS

SINTOMAS-CHAVE

Carente de equilíbrio interno. Indeciso, hesitante, excêntrico. Não tem certeza . As opiniões e

estados emocionais modificam-se de instante em instante

FLORAL DE BACH

STAR OF BETHLEHEM

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

TAGETES

SINTOMAS-CHAVE

Alívio em situações de choques físico, emocional ou mental. Efeito retardado de choque,

impacto ou de qualquer ordem. Atua em choques recentes ou antigos. Segundo Bach é

“confortador e mitigador de dores e tristezas”.

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TERAPIA FLORAL P300 LIÇÃO 01

FLORAL DE BACH

SWEET CHESTNUT

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

HELIOTROPIUM

SINTOMAS- CHAVE

Extrema angústia mental. Sentimento de total abatimento. Desesperança. Desespero. Crê que

chegou ao limite do suportável.

FLORAL DE BACH

VERVAIN

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

VERVANO

SINTOMAS- CHAVE

Ansiedade exagerada. Estresse, tensão, esforço excessivo. Entusiasmo exagerado em prol de

uma boa causa. Altamente sensível chegando, às vezes, ao fanatismo.

FLORAL DE BACH

VINE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

THUMBERGIA

SINTOMAS-CHAVE

Tendência ao domínio, ambicioso, inflexível, luta pelo poder, exige e espera

absoluta.

obediência

FLORAL DE BACH

WALNUT

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MILLEFOLIUM

SINTOMAS-CHAVE

Supersensibilidade a idéias em influências alheias. Dificuldade de adaptação em períodos de

transição da vida. Romper com ocorrências antigas ou repetitivas.

FLORAL DE BACH

WATER VIOLET

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

TROPAEOLUM

SINTOMAS-CHAVE

Isolamento, reserva interior, orgulho, altivez, crê-se superior, pouco envolvimento emocional.

FLORAL DE BACH

WHITE CHESTNUT

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

MOMORDICA

SINTOMAS-CHAVE

Conversa mental ambígua. Pensamentos constantes e indesejáveis. Não consegue se livrar

dos pensamentos. Discussões e diálogos mentais. Mente tagarela.

FLORAL DE BACH

WILD OAT

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

ORIGANUM

SINTOMAS-CHAVE

Indefinido no que se refere às suas buscas. Não tem certeza de que caminho deve seguir.

Insatisfeito por não saber qual é sua vocação.

FLORAL DE BACH

WILD ROSE

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

ROSA CANINA

SINTOMAS-CHAVE

Apatia, falta de interesse e busca. Resignação. Derrotismo. Entregou os pontos, capitulou.

40 VOPPUS STELLA MARIS


LIÇÃO 01

FLORAL DE BACH

WILLOW

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

ZINNIA

SINTOMAS-CHAVE

Ressentimento camuflado, amargura. Crê-se vítima do destino. Demonstra ser a mais infeliz

das pessoas.

FLORAL DE BACH

RESCUE REMEDY

FLORAL DE MINAS EQUIVALENTE

BUQUÊ DE 5 FLORES

SINTOMAS-CHAVE

Conforme já explicado o sintoma-chave de Rescue corresponde exatamente a ocorrências

emergenciais, choques emocionais violentos, acidentes graves, notícias dramáticas inesperadas,

etc.

Atenciosamente,

SEU INSTRUTOR DE CLASSE.

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CURSO LIVRE DE FORMAÇÃO EM

TERAPIA FLORAL

Apresentamos a nossa bibliografia dividida em três secções. A primeira é a Bibliografia

Comentada. A segunda é a Bibliografia Geral e a terceira é a Bibliografia Específica. A primeira e a

segunda são mostradas a seguir. A terceira deverá ser consultada nas lições ao longo do nosso

curso.

BIBLIOGRAFIA COMENTADA

A seguir vamos comentar acerca de diversas obras citadas ao longo de nosso Curso Livre de

Formação em Terapia Floral . Caso o estudante deseje avançar em seus estudos poderá saber por

onde começar.

OBRAS ESPECÍFICAS

“Os Remédios Florais do Dr. Bach”. Pensamento, São Paulo, 1993.

Essa obra é uma reunião de dois trabalhos de Bach. Na primeira parte esta os escritos com o

título: “Cura‐te a Ti Mesmo”. Na Segunda parte está “Os Remédios e as Razões de Cada Um”.

Essa obra é uma das mais conhecidas pelos terapeutas florais. Nela Bach deixou a síntese de seu

trabalho e descobertas.

“A Terapia Floral: Escritos Selecionados de Edward Bach”. Ground, São Paulo, 1991.

É um livro que recomendamos a todos os estudantes ou terapeutas florais. Essa obra é uma

coletânia de vários trabalhos de Bach. Nele encontramos artigos, conferências, matérias escritas

por Bach. Há descrição dos Doze Curadores, Os Quatro Auxiliares, Os Doze Curadores e Outros

Remédios traduzidos da edição original publicada C. W. Daniel Co., de 1931 a 1936. Também

podemos encontrar a biografia do Dr. Bach bem como a apresentação de alguns casos com

recomendação de florais feitas por ele mesmo.

“Terapia Floral do Dr. Bach: Teoria e Prática”. Mechthild Scheffer. Pensamento, São

Paulo, 1994.

A autora alemã possui mais de duas dezenas de anos utilizando os florais de Bach no tratamento

das pessoas. Nessa obra encontramos uma descrição detalhada acerca dos florais e várias

considerações resultantes de sua vivência clínica. Apresenta um questionário de auto‐avaliação


em florais. É uma obra que recomendamos para quem quiser se aprofundar no estudo dos florais

de Bach.

“Experiências com a Terapia Floral do Dr. Bach”. Metchthild Scheffer. Pensamento, São

Paulo, 1994.

É uma obra fundamentalmente casuística. Indispensável para colaborar com o amadurecimento

prático de toda pessoa interessada em trabalhar com os florais.

“Manual Ilustrado dos Remédios Florais de Dr. Bach”. Philip M. Chancellor. Pensamento,

São Paulo, 1993.

A primeira edição dessa obra foi publicada na Grã‐Bretanha em 1971. A partir daí foi traduzida

editada e reeditada em vários países. O livro tem sido,, ao longo desses anos, uma obra de

referência na recomendação de florais. Nele podemos encontrar mais de 120 casos de

tratamentos com os florais de Bach com os seus respectivos resultados. É uma obra altamente

recomendável para quem quiser se aprofundar no tema.

“Repertório dos Remédios Florais do Dr. Bach”. F. J. Wheeler. Pensamento, São Paulo,

1992.

A primeira edição desse livro ocorreu em 1952. Até hoje foi editada e reeditada em vários países.

O repertório está organizado com descrição de sintomas e os respectivos florais para cada caso.

Encontra‐se organizado em forma alfabética descrevendo o estado de ânimo e a aplicação prática

dos florais.

“Dicionário dos Remédios Florais do Dr. Bach”. T. W. Hyne Jones. Pensamento, São

Paulo, 1993.

Nessa obra o autor apresenta todos os florais de Bach, mostrando os aspectos positivos e

negativos.

“A Astrologia e os Remédios Florais do Dr. Bach”. Peter Damian. Pensamento, São

Paulo, 1992.

É uma obra que se propõe a ensinar como recomendar os florais de Bach por meio da Astrologia.

Com base em um mapa astrológico pode‐se indicar quais os florais recomendados para cada

pessoa. É um livro destinado àqueles que tenham conhecimento astrológico.

Florais: Vivendo os Passos do Dr. Bach”. Lúcia De Bartolo. Gente, São Paulo, 1993.

Nessa obra a autora, que é psicóloga clínica, apresenta os florais e ao mesmo tempo vários casos

de sua vivência em consultório.

“Participando da Vida com os Florais de Bach”. Carmen Monari. Roca, São Paulo, 1995.

A autora é médica e traça um paralelo entre os florais de Bach e a visão mitológica. Também

apresenta várias características clínicas relacionadas com cada floral.


“Remédios Florais de Bach para Animais”. Helen Graham e Gregory Vlamis.

Pensamento, São Paulo, 2001.

Essa obra é leitura indispensável para aqueles que desejam conhecer profundamente como

recomendar os florais de Bach para animais. É um livro que mostra com detalhes como é possível

tratar dos distúrbios dos animais domésticos (cães, gatos, cavalos, aves, etc.) e animais selvagens

em cativeiro.

“Repertório das Essências Florais”. Patricia Kaminski e Richard Katz. Aquariana, São

Paulo, 1991.

Nessa obra os autores apresentam um repertório organizado por distúrbios emocionais e as

respectivas indicações dos Florais da Califórnia. Também apresenta os florais Californianos com as

suas respectivas aplicações. O livro não é uma obra com princípio, meio e fim. Trata‐se de um

repertório ou uma listagem de sintomas e os respectivos florais que o tratam.

“As Essências Florais de Minas”. Breno Marques da Silva e Ednamara Vasconcelos e

Marques. Aquariana, São Paulo, 1997.

Os autores foram os idealizadores do sistema Floral de Minas. Para desenvolver esse sistema os

autores se basearam nos ensinamentos de Bach. Traçaram um paralelo entre os 38 florais de Bach

e o Rescue Remedy e as flores de Minas. Além disso acrescentaram várias outras essências de

flores que existem no Estado de Minas Gerais. Recomendamos essa obra para todos que estejam

interessados em se aprofundar o sistema Floral de Minas.

“As Essências Florais Francesas”. Philippe Deroide. Aquariana, São Paulo, 1994.

A obra é indicada para as pessoas que queiram conhecer os florais franceses. O autor descreve 64

essências de flores extraídas do território francês.

“As Flores de Raff: Essências Florais”. Jorge Luis Raff. Press Kit, São Paulo, 1993.

Raff é um pesquisador de florais da Argentina. Nessa obra o autor descreve 80 florais sulamericanos

aplicados para os mais variados distúrbios emocionais.

“Crescendo com as Essências Florais de Bach”. Judy Howard . Aquariana, São Paulo.

Nessa obra podemos encontrar orientações de como aplicar os florais de Bach para tratar bebês,

crianças e adolescentes durante os períodos críticos de suas vidas.

“Os Estados Afetivos e os Remédios Florais do Dr. Bach”. Edward Lambert. Aquariana,

São Paulo.

Essa obra é na verdade um repertório, isto é, um guia de fácil e rápida leitura com orientações que

auxiliam a encontrar qual o floral indicado para cada caso. Permite um diagnóstico rápido dos

estados alterados emocionais.

“Essências Florais Brasileiras”. Joel Aleixo. Ground, São Paulo.


O autor desenvolveu um estudo acerca das essências de certas flores brasileiras e seus respectivos

efeitos terapêuticos emocionais.

Há nos dias de hoje grande quantidade de livros acerca dos florais. Conforme descrevemos em

nosso curso existem várias famílias de florais. As obras que comentamos têm como objetivo

orientar ao estudante, caso queira se aprofundar no tema. É óbvio que a lista apresentada não é

completa, mesmo porque a cada mês são editadas ou reeditadas várias obras acerca dos florais.

OBRAS DIVERSAS

A seguir vamos comentar acerca de várias obras auxiliares para o terapeuta que queira se

aprofundar no estudo terápico.

“Medicina Vibracional: Una Medicina para o Futuro”. Richard Gerber. Cultrix, São Paulo,

1992.

Dr. Richard Gerber é um médico americano que se dedicou ao estudo e aplicação das terapias

alternativas ou holísticas. Nessa obra ele procura traçar um paralelo entre a ciência e os diversos

tratamentos não convencionais como: acupuntura, cura pelas mãos, elixir de pedras semipreciosas,

florais, cura pelos cristais, etc. Recomendamos essa obra como estudo adicional para

quem deseja se dedicar a qualquer sistema terapêutico alternativo.

“Manual da Medicina Integral”. Márcio Bontempo. Best Seller, São Paulo, 1994.

Dr. Márcio Bontempo é um médico brasileiro que se dedicou a estudar as terapias alternativas na

aplicação dos mais diferentes problemas orgânicos que podem acometer o ser humano. Nessa

obra ele descreve o distúrbio orgânico e as várias opções de tratamento alternativo.

“Obras Completas”. Paracelso (Aureolus Philippus Theophastus Bombastus von

Hohneheim). Edicomunicacion S. A., Barcelona, 1989.

Essa obra em espanhol é um compêndio dos livros dos Prólogos, Entidades e dos Paradoxos de

Paracelso. Nele o médico medieval descreve as causas e origens das doenças. Até os nossos dias

muitos conceitos de Paracelso continuam válidos. É obra indicada para aqueles que queiram saber

acerca das causas metafísicas e espirituais das enfermidades.

“A Cura Quântica”. Deepak Chopra. Best Seller, São Paulo, 1989.

Chopra é médico indiano radicado nos EUA. Chefiou a equipe do New England Memorial Hospital.

Nessa obra ele procura por meio da Física Quântica explicar o por quê de muitas enfermidades.

Traça um paralelo entre o poder da mente, da consciência e a saúde integral.

“Anatomia Esotérica”. Douglas Baker. Mercuryo, São Paulo, 1993.

Baker é médico inglês com várias especializações. Dedicou‐se ao estudo da Metafísica, Yoga,

conhecimentos orientais, obras de Paracelso, etc. Ele enfoca em sua obra as características

anatômicas e metafísicas do corpo humano.

“Medicina Oculta”. Samael Aun Weor. Gnose, Porto Alegre, 1979.


Nessa obra o autor mostra como as doenças podem ser tratadas com ervas medicinais. Apresenta

a fisiologia e a anatomia oculta do ser humano. Explica como as energias nefastas podem provocar

distúrbios orgânicos. Ensina fórmulas mágicas para tratar variadas enfermidades.

“Tratado de Psicologia Revolucionária”. Gnose, Porto Alegre, 1988.

Dr. Samael Aun Weor foi um filósofo, antropólogo, metafísico e humanista que escreveu mais de

60 livros nos mais diferentes campos do conhecimento humano. Na área da Metapsicologia

apresenta conceitos revolucionários. É uma obra que recomendamos a todas as pessoas.

“Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido”. P. D. Ouspensky, Pensamento São

Paulo, 1989.

Nessa obra o autor mostra a falta de unidade psicológica do ser humano. Apresenta a doutrina dos

vários Eus causadores de inúmeros males ao organismo humano.

Muitas outras obras poderiam ser comentadas nessa lista, entretanto cremos que as mencionadas

são suficientes para servir de referência para o estudante que queira se aprofundar no tema.

BIBLIOGRAFIA GERAL

A Bibliografia Geral apresentada tem por objetivo colocar à disposição do estudante variadas

obras que tratam do tema deste curso. Procuramos sintetizar o material descrito sobre o assunto

de modo sistemático, a fim de facilitar a consulta bem como a pesquisa, caso haja interesse por

parte do leitor. Os tipos de publicações são muito diversificados. Evidentemente, esta lista não é

completa, contudo serve de guia para aqueles que queiram enveredar‐se pela pesquisa.

1. AUN WEOR, Samael

O MATRIMÔNIO PERFEITO, São Paulo, Sol

Nascente, 1982.

MEDICINA OCULTA, Porto Alegre, Ed. Gnose,

1983.

1.3. TRATADO DE PSICOLOGIA

REVOLUCIONÁRIA, Belo Horizonte, Ageacac,

1982.

1.4. ZODÍACO HUMANO, Porto Alegre, Ed.

Gnose, 1983.

1.5. TEURGIA E MAGIA PRÁTICA, Porto

Alegre, Ed. Gnose, 1984.

1.6. A GRANDE REBELIÃO, Belo Horizonte,

Ageacac, s.d.

1.7. A REVOLUÇÃO DA DIALÉTICA, Porto

Alegre, Ed. Gnose, s.d.

1.8. ROSA ÍGNEA, Porto Alegre, Ed. Gnose,

1981.

1.9. AS TRÊS MONTANHAS, Porto Alegre, Ed.

Gnose, 1980.

1.10. A DOUTRINA SECRETA DE ANAHUAC,

São Paulo, Sol Nascente, 1992.

1.11. A NOITE DOS SÉCULOS, Porto Alegre,

Ed. Gnose, 1981.

1.12. TRATADO ESOTÉRICO DE

ENDOCRINOLOGIA, São Paulo, Sol Nascente,

s.d.

1.13. CARIDADE UNIVERSAL, São Paulo, Sol

Nascente, s.d.

1.14. KUNDALINI‐YOGA (O LIVRO AMARELO),

São Paulo, Sol Nascente, 1992.

1.15. EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL, São Paulo,

Sol Nascente, s.d.

1.16. MISTÉRIOS DA MÚSICA, São Paulo, Sol

Nascente, 1992.

1.17. MAGIA DAS RUNAS, Porto Alegre, Ed.

Gnose, 1984.


1.18. DIALÉTICA DA RAZÃO OBJETIVA, Porto

Alegre, Ed. Gnose, 1984

1.19. O MISTÉRIO DO ÁUREO FLORESCER,

São Paulo, Sol Nascente, s.d.

1. 20. O TEMPLO DE ALDEN, São Paulo, Sol

Nascente, s.d.

1.21. MÍSTICA SEXUAL DO ÁTOMO E DO

HOMEM, São Paulo, Sol Nascente, s.d.

1.22. AOS PÉS DO MESTRE, Porto Alegre, Ed.

Gnose, s.d.

1.23. CONFERÊNCIAS EXTRAORDINÁRIAS,

Porto Alegre, Ed. Gnose, 1985.

1.24. CÁTEDRAS, Vol. I e II, Peru, IGAC, 1987.

1.25. DESFAZENDO MISTÉRIOS, Porto Alegre,

Ed Gnose, 1988.

1.26. AS RESPOSTAS QUE DEU UM LAMA,

São Paulo, Sol Nascente, s.d.

1.27. A SABEDORIA DO SER, Porto Alegre, Ed.

Gnose, 1985.

1.28. OS MISTÉRIOS DO MAHAMVANTARA,

São Paulo, MGCUB. s.d

1.29. TEMPO, ESPAÇO E CONSCIÊNCIA, Porto

Alegre, Ed. Gnose, 1985.

1.30. INTRODUÇÃO À GNOSE, São Paulo, Sol

Nascente, s.d.

1.31. A NOITE DOS SÉCULOS, São Paulo, Ed.

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8. ANO ZERO: Redação ‐ "Uma Luz no Fim do

Túnel", Revista, Mensário, no. 1, Maio, 1991.

8.1. ANO ZERO: Redação ‐ "Uma Abordagem

Científica dos Poderes da Mente", Revista,

Mensário, no. 17, Setembro, 1992.

8.2. ANO ZERO: Redação ‐ "Expansão da

Consciência", Revista, Mensário, no. 9,

Janeiro, 1992.

8.3. ANO ZERO: Redação ‐ "Estados Alterados

de Consciência", Revista, Mensário, no. 10,

Fevereiro, 1992.

8.4. ANO ZERO: Redação ‐ "Mente Quântica",

Revista, Mensário, no. 20, Dezembro, 1992.

8.5. ANO ZERO: Redação ‐ "Consciência Fora

do Corpo", Revista, Mensário, no. 11, Março,

1992.

8.6. ANO ZERO: Redação ‐ "Como Controlar

os Sonhos", Revista, Mensário, no. 3, Junho,

1991.

8.7. ANO ZERO: Redação ‐ "Hiperespaço:

Uma Porta Para Outros Mundos", Revista,

Mensário, no. 3, Junho, 1991.

8.8. ANO ZERO: Redação ‐ "Recordamos

Vidas Anteriores?", Revista, Mensário, no. 2,

Junho, 1991.

8.9. ANO ZERO: Redação ‐ "Você Mesmo

Fora de Seu Corpo", Revista, Mensário, no.

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