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Saber Intermediário Lição 1

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Apresentação<br />

Objetivosdocurso<br />

Ensinarosfundamentosdoautoconhecimento.<br />

ApresentarumavisãomultidirecionaldoSerHumano.<br />

Desenvolverainteligênciaespiritual.<br />

Ampliaracapacidadedeentendermosomundoemquevivemos.<br />

Mostrarasbasesmilenaresdaauto-superaçãohumana.<br />

SuSuperaramecanicidadedavidaatual.<br />

Fornecerexercíciospráticosparaodesenvolvimentodas<br />

capacidadespsíquicasdecadapesoa.<br />

Ensinandom elhor<br />

Desdede1986


DIREITOS AUTORAIS<br />

© Copyright by Marcus Roberio M. Sá<br />

Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por<br />

qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas gráficos, microfílmicos,<br />

fotográficos, reprográficos, fonográficos, videográficos e eletrônicos.<br />

O material textual deste curso está registrado no MINISTÉRIO DA CULTURA<br />

DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.<br />

Eventuais vídeos, marcas e materiais diversos aqui publicados são pertencentes<br />

aos seus respectivos proprietários.


AUTOR<br />

Prof. Marcus Roberio M. Sá<br />

Diretor da VOPPUS STELLA MARIS, Projetista Industrial, Acadêmico em<br />

Economia, Professor de Antropologia Holística há 25 anos, Professor e escritor<br />

de mais de 28 cursos de Terapias Alternativas, Metafísica, Paraciências, Yoga e<br />

outros, Atuante na área de Terapias Alternativas há mais de 20 anos, Escritor,<br />

Conferencista, Acupunturista, Massoterapeuta, Terapeuta Holístico, Tarólogo,<br />

Radiestesista, Quirólogo, Astrólogo.


Curso <strong>Saber</strong> é Poder<br />

Antropologia Holística<br />

<strong>Intermediário</strong><br />

<strong>Lição</strong> 18 As Três Mentes<br />

‐ O que é a mente ‐ Mente versus intelecto ‐ Além da lógica formal ‐ As três mentes ‐ Mente<br />

Sensual ‐ Mente Intermediária ‐ Mente Interior ‐ Fé autêntica ‐ Abertura da mente interior ‐<br />

Doutrina dos fariseus ‐ Doutrina dos saduceus ‐ Domínio da mente ‐ Meditar: silêncio da mente ‐<br />

Judô psicológico ‐ Amansando a mente ‐ O Ser não necessita pensar ‐ Materialismo mental ‐<br />

Independência da mente ‐ Mente: nem tese, nem antítese, mas síntese ‐ A mente não pode dar<br />

felicidade ‐ O consciente deve ordenar ao subconsciente<br />

<strong>Lição</strong> 19 Lei De Recorrência<br />

‐ Auto‐conhecimento ‐ Leis imutáveis do Cosmo ‐ Lei de Recorrência ‐ Espiral da vida nas<br />

civilizações ‐ Vidas sucessivas ‐ Reencarnação e retorno ‐ Repetição da vida ‐ Ravi Shancar e sua<br />

reencarnação ‐ Karma e recorrência ‐ O drama da nossa existência ‐ Retorno, ego e essência ‐ Dalai<br />

Lama reconhece a reencarnação de um Lama ‐ A personalidade ‐ Eu psicológico e dramas da vida ‐<br />

Recorrência de populações e famílias ‐ Katância: o karma superior ‐ Repetição da mahanvantaras ‐<br />

Libertação da Lei de Recorrência ‐ Confusões doutrinárias ‐ Transmigrações das almas ‐ As 108<br />

vidas atribuídas a cada ser humano ‐ Descobertas parapsicológicas e científicas ‐ Recorrência do<br />

Gal. George Patton ‐ Pesquisas nos EUA, Europa e Rússia ‐ Abraão Lincoln e John F. Kennedy: um<br />

caso inacreditável<br />

<strong>Lição</strong> 20 Os Três Fatores De Revolução Da Consciência<br />

‐ Os três fatores de revolução da consciência – Nascer – Morrer ‐ Sacrifício pela humanidade ‐<br />

Despertar da consciência ‐ Eliminação dos agregados psicológicos ‐ Trabalho sobre si mesmo ‐ A<br />

vida horizontal ‐ Aproveitamento da energia sexual ‐ Segundo Nascimento ‐ Criação dos corpos<br />

existenciais superiores do Ser ‐ Transformação radical ‐ Mudanças psicológicas profundas ‐ Deixar<br />

de ser homem mecânico ‐ Devi Kundalini ‐ Egoísmo espiritual ‐ Levar luz aos necessitados ‐ Amor<br />

fingido ‐ O perdão ‐ Fazer boas obras ‐ Eliminação de velhas dívidas kármicas ‐ Pagar karma sem<br />

sofrer ‐ Trabalho pelo próximo ‐ Serviço desinteressado ‐ Amor crístico ‐ Nova maneira de ver as<br />

coisas


<strong>Lição</strong> 21 A Era De Aquário<br />

‐ Viagem do Sistema Solar ‐ As Eras Zodiacais ‐ Ano sideral ‐ Era de Aquário ‐ Dia 4 de Fevereiro de<br />

1962 ‐ Uma Era dura 2.160 anos ‐ Urano: regente da Era de Aquário ‐ Pontos básicos da Era: sexo,<br />

ciência e revolução ‐ Vibrações bipolares de Urano ‐ Urano e Aquário: novos rumos para a<br />

humanidade ‐ Mammon e Dionísio ‐ Revolução da mulher ‐ Mudanças fundamentais ‐<br />

Psicodelismo e meditação ‐ Sexo na nova Era ‐ Urano e o ciclo sexual do homem ‐ Urano: ciclo de<br />

84 anos ‐ Ciclo bipolar uraniano ‐ Polo positivo‐masculino de Urano ‐ Polo negativo‐feminino de<br />

Urano ‐ Alquimia sexual ‐ Força explosiva de Aquário ‐ Mudanças sociais ‐ Mudanças psicológicas ‐<br />

Mudanças comportamentais ‐ Como aproveitar as energias da Era de Aquário<br />

<strong>Lição</strong> 22 Noções De Astrogenética<br />

‐ Os astros nos influenciam ‐ Nossa psicologia e o signo de nascimento ‐ Comprovadas influências<br />

da Lua ‐ Paracelso: a Lua afeta o corpo e psique humana ‐ O homem é um universo em miniatura ‐<br />

Astrogenética e Psicologia ‐ As 12 partes do Ser ‐ Equilíbrio astrogenético ‐ Signo 13 ‐ Astrologia<br />

Esotérica ‐ Os planetas se movem, evoluem e progridem dentro da consciência ‐ Setenário<br />

planetário ‐ Nossa idade e a influência planetária ‐ Doze aspectos zodiacais – Áries – Touro –<br />

Gêmeos – Câncer – Leão – Virgem n‐ Libra – Escorpião – Sagitário – Capricórnio – Aquário ‐ Peixes<br />

<strong>Lição</strong> 23 Os Cinco Centros Da Máquina Humana<br />

‐ Psicologia Interior e Psicologia Exterior – Philokalia ‐ Homem máquina ‐ Animal intelectual<br />

chamado homem ‐ A casa humana tem muitos donos ‐ Consciência e memória não são a mesma<br />

coisa ‐ P.D. Ouspensky ‐ Consciência: aqui e agora ‐ Os cinco centros da máquina humana ‐<br />

Equilíbrio dos centros ‐ Longevidade e os centros ‐ Hidrogênio da química oculta ‐ Centro<br />

intelectual ‐ Centro motor ‐ Centro emocional ‐ Centro instintivo ‐ Centro sexual ‐ Velocidade dos<br />

centros ‐ Funções dos centros ‐ Consequências do abuso dos centros ‐ Localização dos centros ‐<br />

Centro sexual: eixo fundamental ‐ Energias circulantes nos centros ‐ Ego e centros<br />

<strong>Lição</strong> 24 As Sete Raças<br />

‐ Leis cósmicas ‐ Lei do Heptaparaparshinokh ‐ A Lei do Sete organiza a Criação ‐ Cada planeta<br />

produz sete raças ‐ Cada raça produz sete sub‐raças ‐ As sete raças terrestres ‐ 1a. raça:<br />

Protoplasmática ‐ 2a. raça: Hiperbórea ‐ 3a. raça: Lemur ‐ 4a. raça: Atlante ‐ 5a. raça: Ária (atual) ‐<br />

6a. raça: Koradi ‐ 7a. raça: ainda não tem nome ‐ Sub‐raças da raça lemuriana ‐ Sub‐raças da raça<br />

atlante ‐ Sub‐raças da raça ária ‐ Forma de reprodução de cada raça ‐ Região onde cada raça<br />

floresceu ‐ A separação dos sexos ‐ As gloriosas civilizações e as sub‐raças da raça ária ‐ O dilúvio ‐<br />

O fim dos tempos ‐ Degeneração da raça ária ‐ Características genéricas de cada raça ‐ Seres antidiluvianos<br />

‐ Remanescentes das raças precedentes ‐ O fim da raça ária ‐ A futura raça ‐ Separação<br />

do trigo do joio ‐ Sementeiro da futura raça Koradi


<strong>Lição</strong> 25 Desdobramento Astral<br />

‐ Desdobramento astral ‐ Corpo, alma e Espírito ‐ Corpo astral ‐ Experiência extra‐corpórea ‐ Corpo<br />

astral e glândulas endócrinas ‐ Saída astral consciente ‐ Não há perigo no desdobramento ‐ Estado<br />

ecossomático ‐ Professores universitários americanos comprovaram a viagem astral ‐ Estatística<br />

indica que muitas pessoas já fizeram viagem astral conscientemente ‐ Psiquiatras americanos<br />

relatam suas experiências astrais ‐ Corpo astral lunar ‐ Corpo astral solar ‐ Estados alterados de<br />

consciência ‐ Falsas crenças sobre o corpo astral ‐ Necessidade de cristalizar o corpo astral solar ‐<br />

Energias sexuais e corpo astral ‐ 12 chaves para o desdobramento astral ‐ Chave 1: mantram RUSTI<br />

‐ Chave 2: Nota‐Chave ‐ Chave 3: Memória‐sonho ‐ Chave 4: Imaginação‐vontade ‐ Chave 5: Autosugestão<br />

‐ Chave 6: Mantram FARAON ‐ Chave 7: Mantram TAI RE RE RE ‐ Chave 8: Som Anahat ‐<br />

Chave 9: Anjo da Guarda ‐ Chave 10: Peyotl ‐ Chave 11: Mantram LA RA ‐ Chave 12: discernimento<br />

<strong>Lição</strong> 26 Os Mantrans<br />

‐ Mantram: poder vibratório do som ‐ Mantram: "man" significa pensar e "tra", parar ‐ Tudo vibra ‐<br />

O corpo humano é um bio‐oscilador ‐ O som e as formas geométricas ‐ Som universal ‐ Nota chave<br />

‐ Afinidade vibratória ‐ Efeito vibratório da palavra ‐ Poder da palavra na comunicação ‐ Poder da<br />

palavra na emoção ‐ Poder da palavra para efeitos mágicos ‐ Poder do verbo ‐ Relação laringosexual<br />

‐ Deformação da palavra ‐ Vocalização de mantrans ‐ Mantrans mágicos ‐ Vogais poderosas<br />

‐ Mantrans para: clarividência, clariaudiência, intuição, telepatia e memória de vidas passadas ‐<br />

Mantrans para o Chacra Prostático ou Uterino ‐ Como vocalizar os poderosos mantrans<br />

<strong>Lição</strong> 27 Traumas, Complexos e Fobias<br />

‐ Pensamentos negativos ‐ Pensadores psicológicos e pensamentos egóicos ‐ A lenda grega de<br />

Arístipo ‐ Eus negativos ‐ Dialética da consciência ‐ Os 3% de consciência desperta ‐ Os sete tipos<br />

de energia ‐ Energia mecânica ‐ Energia vital ‐ Energia psíquica ‐ Energia mental ‐ Energia da<br />

vontade ‐ Energia da consciência ‐ Energia do Espírito Puro ‐ A luz da energia da consciência ‐<br />

Trauma significa ferida ‐ Traumas de infância‐ Como vencer os traumas ‐ "Complexus", em latim,<br />

significa "abraçado" ‐ Complexo de Superioridade ‐ Complexo de Inferioridade ‐ Fobias ou medos ‐<br />

Os medos que carregamos em nossa psique ‐ O medo impedindo o sucesso pessoal ‐ o medo<br />

impedindo o avanço espiritual ‐ Os vários tipos de medo ou fobias ‐ Pantofobia, Talassofobia,<br />

Tanatofobia, Fotofobia ‐ Claustrofobia, Termofobia, Igneofobia, Aerofobia, Misofobia, Xenofobia,<br />

Uxorofobia<br />

<strong>Lição</strong> 28 Os Sete Cosmos<br />

‐ Lei do Heptaparaparshinokh ‐ Espaço Abstrato Absoluto – Ain ‐ Espírito, matéria, universo, sóis,<br />

mundos... Deus ‐ Ain Soph ‐ Dez sephirotes ‐ Mahanvantara e Pralaya ‐ As sete dimensões ‐ Um<br />

Mahakalpa dura 311.040.000.000.000 de anos ‐ Zero radical ‐ Ain Soph Aur ‐ Protocosmo: primeiro<br />

cosmo ‐ todos os mundos ‐ Governo de uma Lei ‐ Ayocosmo: segundo cosmo ‐ os sóis ‐ Governo de<br />

3 Leis ‐ Macrocosmo: terceiro cosmo – galáxias ‐ Governo de 6 Leis ‐ Deuterocosmo: quarto cosmo<br />

‐ sistemas solares ‐ Governo de 12 Leis ‐ Mesocosmo: quinto cosmo – planetas ‐ Governo de 24<br />

Leis ‐ Microcosmo: sexto cosmo – homens ‐ Governo de 48 Leis ‐ Tritocosmo: sétimo cosmo –<br />

Infernos ‐ Governo a partir de 96 Leis


<strong>Lição</strong> 29 Os Sete Corpos<br />

‐ Os sete corpos ‐ Constituição do homem cósmico ‐ Constituição do homem terrestre ‐ A<br />

Tesosofia Oriental e a constituição do homem ‐ Primeiro corpo: Físico ‐ Composto de elementos<br />

sólidos, líquidos e gasosos ‐ Governado por 48 leis ‐ Segundo corpo: Vital ou Etérico ‐ Corpo<br />

energético responsável pelo metabolismo ‐ Corpo termo‐eletro‐magnético ‐ Terceiro corpo: Astral<br />

‐ Corpo astral solar e corpo astral lunar ‐ A humanidade não possui corpo astral autêntico ‐ Quarto<br />

corpo: Mental ‐ Mente, ego e essência ‐ Tertium Organum, de Ouspensky ‐ Emmanuel Kant e a<br />

Lógica Transcendental ‐ Mente engarrafada e corpo mental solar ‐ Quinto corpo: Causal ‐ Corpo da<br />

vontade consciente ‐ Vibra na região eletrônica ‐ Cristalização do corpo causal ‐ Sexto corpo: da<br />

Consciência ‐ Budhi, Geburah, Alma Divina ‐ Karma, Anúbis e Consciência ‐ Sétimo corpo: do<br />

Espírito ‐ Íntimo: Real e Verdadeiro Ser ‐ Atman, Mônada, Chesed<br />

<strong>Lição</strong> 30 Os Nove Círculos Dantescos<br />

‐ O Tritocosmo ‐ Mônadas e Essências ‐ Mônadas que não se interessam pela maestria ‐ Mônadas<br />

que trabalham para a auto‐realização ‐ As 108 existências conferidas a cada essência ‐ As 3.000<br />

voltas da Roda do Samsara ‐ As mônadas que trabalham de forma intermitente ‐ Reino mineral<br />

submerso de outros mundos ‐ Os nove círculos infernais ‐ Auto‐purificação e purificação pela<br />

natureza ‐ Primeiro círculo infernal: Esfera da Lua ‐ O Limbo, o Orco, aqueles que não foram<br />

batizados ‐ Férias nos mundos superiores ‐ Segundo círculo infernal: Esfera de Mercúrio ‐ Os<br />

fornicários e os infernos atômicos ‐ Semiramis, Dido, Páris, Aquiles ‐ Terceiro círculo infernal:<br />

Esfera de Vênus ‐ Os bacanais, as orgias, os cabarés, banquetes ‐ Petrônio, Lesbos, Safo, Farinata,<br />

Tegghiaio ‐ Quarto Círculo Infernal: Esfera do Sol ‐ Os esbanjadores e avarentos ‐ O equilíbrio da<br />

balança econômica mundial ‐ Quinto círculo infernal: Esfera de Marte ‐ Egos, aquelarres, zangões,<br />

harpias, pavor ‐ Egos violentos e violências de todas as formas ‐ Sexto círculo infernal: Esfera de<br />

Júpiter ‐ Tiranos, déspotas, ateus, hereges, paixões, ódios ‐ Sétimo círculo infernal: Esfera de<br />

Saturno ‐ Os violentos contra a natureza, a arte, Deus, os bens ‐ Oitavo círculo infernal: Esfera de<br />

Urano ‐ Os falsificadores, falsários, enganadores, perversos ‐ Nono círculo infernal: Esfera de<br />

Netuno ‐ Os traidores e os verdugos cósmicos<br />

<strong>Lição</strong> 31 Lei Do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum<br />

‐ Lei do Trogo Autoegocrático Cósmico Comum ‐ Lei da alimentação recíproca ‐ Tudo é alimento e<br />

tudo se alimenta ‐ As radiações metálicas do cobre ‐ Intercâmbios de radiações entre os metais ‐<br />

Alimentação: carnívoros X vegetarianos ‐ Os violadores da Lei do Trogo ‐ Transformação de<br />

substâncias ‐ Transformação dos alimentos ‐ Alimento‐estômago ‐ Ar‐pulmões ‐ Impressõescérebro<br />

‐ Digestão estomacal do alimento ‐ Digestão mental de impressões ‐ Primeiro choque<br />

consciente ‐ Digerir impressões é melhorar a vida ‐ Se não transformamos as impressões nada<br />

muda ‐ Didática completa para a digestão das impressões ‐ O objeto em si ninguém vê ‐ O mundo<br />

são imagens ‐ Emmanuel Kant: grande filósofo ‐ Transformação das impressões do presente e do<br />

passado ‐ Quem deve digerir as impressões? ‐ Personalidade e consciência ‐ Meditação e digestão<br />

das impressões ‐ As impressões e os hidrogênios ‐ Segundo choque consciente


<strong>Lição</strong> 32 Sexo e Religião<br />

‐ O sexo e as religiões ‐ O culto ao Lingan‐Yoni ‐ Entre os incas, o Iniciado que perdia o sêmen era<br />

condenado à morte ‐ O culto fálico universal ‐ Shiva, Shakti, Maithuna, Afrodite, Eros, Vênus ‐<br />

Sexologia Bíblica ‐ Grandes homens e grandes mulheres ‐ A pedra representa o sexo ‐ Água:<br />

símbolo teológico‐sexual ‐ Jesus, o Cristo, fala em parábola sobre a sexualidade ‐ Menções bíblicas<br />

sobre o sexo ‐ O profeta Moisés: Levítico 15 ‐ Deuteronômio 23:1 ‐ Hebreus 13:4 ‐ Efésios 5:5 ‐ O<br />

sexo tem raiz na Divindade ‐ A religião mitraica e o sexo ‐ Os mistérios de Osiris e os mistérios do<br />

sexo ‐ A circuncisão: pacto nupcial para o sexo ‐ Sexualidade carnal e sexualidade espiritual ‐ A<br />

religião dos druidas e o sexo ‐ O abominável celibato ‐ Simbolismo sexual da serpente ‐ A serpente<br />

ígnea que sobe ‐ A serpente que baixa<br />

<strong>Lição</strong> 33 Cabala Hebraica<br />

‐ Cabala hebraica ‐ O Absoluto – Ain ‐ Ain Soph ‐ Ain Soph Aur ‐ A Árvore da Vida ‐ Os dez<br />

sephirotes ‐ Primeiro triângulo: Logóico ‐ Kether, Chokmah e Binah ‐ Segundo Triângulo: Ético ‐<br />

Chesed, Geburah e Tiphereth ‐ Terceiro Triângulo: Mágico ‐ Netsach, Hod e Jesod ‐ Os sephirotes<br />

atômicos ‐ A cabala e os Mundos ‐ Atziluth: mundo arquetípico ‐ Briah: mundo da Criação ‐<br />

Yetzirah: mundo da formação e dos anjos ‐ Assiah: mundo da ação ‐ O Santo Okidanokh ‐ Kether:<br />

1o. Logos, Ancião dos Dias, Brahama ‐ Chokmah: 2o. Logos, Cristus Cósmico, Vishnu ‐ Binah: 3o.<br />

Logos, Espírito Santo, Shiva ‐ Chesed: Íntimo, Atman, Senhor ‐ Geburah: Alma Espiritual, Budhi ‐<br />

Thiphereth: Alma Humana, Manas Superior ‐ Netsach: Mundo Mental, a Mente Cósmica ‐ Hod:<br />

Mundo Astral, corpo astral ‐ Jesod: corpo vital ou etérico ‐ Malchuth: Mundo Físico, corpo físico<br />

<strong>Lição</strong> 34 Antinatais e Anticoncepcionais<br />

‐ Métodos anticoncepcionais e antinatais ‐ Métodos Naturais ‐ Métodos Físicos ‐ Métodos<br />

Químicos ‐ Métodos Cirúrgicos ‐ Método do Ritmo ou Ogino‐Knauss ‐ Método da Temperatura<br />

Basal ‐ Método Billings ou do Muco Cervical ‐ Método Sintotérmico ‐ Ducha vaginal ‐ Método do<br />

diafragma ‐ Capuz cervical ‐ Esponja de colágeno ‐ Preservativo elástico ‐ Coito interrompido ‐<br />

Pomadas espermaticidas ‐ Pílulas anovulatórias e anticoncepcionais ‐ Cápsula de silástico ‐<br />

Anticoncepcionais injetáveis ‐ Métodos anti‐natais ou abortivos ‐ Aborto: perigos e danos ‐<br />

Dispositivo intra‐uterino (DIU) ‐ Ligamento de trompas ou laqueadura ‐ Laparotomia e<br />

Laparoscopia ‐ Vasectomia ‐ Vantagens e desvantagens de cada método ‐ Eficiência contraceptiva<br />

de cada método ‐ Pílula masculina – Inhibina ‐ Cola para espermatozóides ‐ Gossypol, Vacina, RU‐<br />

486


LIÇÃO 18<br />

AS TRÊS MENTES


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

PREZADO ESTUDANTE:<br />

Esperamos que você esteja realmente tirando bastante proveito das lições recebidas.<br />

Lembramos ser bastante recomendável, de tempos em tempos, fazer uma revisão dos<br />

assuntos já estudados. Todos os temas estão relacionados, de alguma maneira. É<br />

possível, nesta etapa, que você ainda não tenha percebido a interrelação dos tópicos,<br />

mas quando reler as lições anteriores verificará que este curso é como uma corrente na<br />

qual cada módulo ou lição é, na verdade, um elo. Evite passar de um assunto para outro<br />

sem ter lido o anterior. Siga a sequência e terá maior facilidade em aprender os<br />

ENSINAMENTOS GNÓSTICOS.<br />

Vamos lhe fazer uma pergunta: Quem pensa é o cérebro, ou o cérebro é apenas um<br />

instrumento do pensamento, da mente? Reflita um pouco e responda.<br />

Toda essa atividade que você pôs em ação, inegavelmente, provém da MENTE. Mas,<br />

o que é a Mente (ou mentes)? Vamos estudá-la.<br />

O QUE É A MENTE<br />

O termo "mente" provém do latim "mens, mentis", significando "entendimento". As<br />

definições encontradas nos diversos compêndios são muito abrangentes e insatisfatórias.<br />

No dicionário do Aurélio encontramos "mente" como sinônimo de Alma, Espírito. No nível<br />

genérico ou popular é até aceitável, todavia quando buscamos elucidar e compreender a<br />

palavra e o conceito por detrás dela, é necessário ir mais longe.<br />

Espírito, Alma e Mente são manifestações cósmicas completamente diferentes. Cada<br />

uma delas possui características próprias. Seria o mesmo que afirmar serem todos os<br />

calçados sapatos. Ora, chinelos, sandálias, alpargatas, tênis, botas e botinas também são<br />

calçados. Além do mais, temos calçados de couro, de plástico, de fibra sintética, etc. Há<br />

inúmeros modelos e cores de sapatos, tênis, etc. Por esta analogia aclaramos a urgente<br />

necessidade de sermos precisos na afirmação e profundos na análise.<br />

É preciso compreender o funcionalismo da estrutura humana. Existem sete tipos de<br />

energias circulantes pelo organismo do homem:<br />

Primeira: energia mecânica,<br />

física;<br />

Segunda: energia vital, etérica;<br />

Terceira: energia psíquica;<br />

Quarta: ENERGIA MENTAL;<br />

Quinta: energia volitiva;<br />

Sexta: energia conscientiva;<br />

Sétima: energia átmica.<br />

A ENERGIA MENTAL não se encontra<br />

apenas em nosso cérebro. Ela está<br />

vibrando em cada célula do nosso<br />

corpo.<br />

Cada energia destas pode ser desdobrada em vários subtipos, com multiplicidades de<br />

manifestações.<br />

2 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

A energia mecânica humana é responsável por toda a mobilidade do organismo, desde<br />

o pulsar do coração até o movimento de andar, levantar pesos, correr, enfim, todo e<br />

qualquer ato cinesiológico. Os anatomistas e fisiologistas bem sabem da complexidade<br />

desta energia.<br />

A ENERGIA MENTAL humana é responsável por<br />

todos os pensamentos, idéias, conjecturas,<br />

lógicas, inferências, raciocínios, conceitos,<br />

teorias, teses, suposições e hipóteses, teses e<br />

antíteses.<br />

A ENERGIA MENTAL humana é responsável por todos os pensamentos, idéias,<br />

conjecturas, lógicas, inferências, raciocínios, conceitos, teorias, teses, suposições e<br />

hipóteses, teses e antíteses. Nas lições 23, 27 e 29 retornaremos ao tema dos tipos de<br />

energias.<br />

Swami Sivananda, médico, filósofo e mestre hindu, em sua maravilhosa obra, intitulada<br />

CONCENTRAÇÃO E MEDITAÇÃO, assevera, com muita propriedade , o seguinte:<br />

"A mente é comparada com o azougue (enxofre) porque suas irradiações estão espalhadas por vários<br />

objetos. É comparada com um macaco, porque salta de um tema para outro. É comparada com o vento,<br />

porque ele é chanchala. Ela é comparada com um furioso elefante no cio, por causa de sua impetuosidade<br />

apaixonada".<br />

Segundo o Dr. Samael Aun Weor, a mente também é matéria. Vejamos o que ele nos<br />

diz:<br />

"Mente há em toda parte. Os sete cosmos, o mundo, as luas, os sóis, nada mais são do que substância<br />

mental cristalizada ou condensada.<br />

"Mente também é matéria, ainda que bem rarificada. Substância mental existe nos reinos mineral, vegetal,<br />

animal e humano. A única diferença que existe entre o animal intelectual e a besta irracional é isso que se<br />

chama intelecto. O bípede humano deu à mente forma intelectual. O mundo nada mais é do que uma forma<br />

mental ilusória que se dissolverá inevitavelmente no fim deste grande dia cósmico.<br />

"Minha pessoa, teu corpo, meus amigos, as coisas, minha família... são, no fundo, isso que os hindus<br />

chamam de MAYA ou ilusão. Vãs formas mentais que, cedo ou tarde, deverão ser reduzidas a poeira<br />

cósmica.<br />

"O dualismo intelectual, tal como prazer e dor, elogios e ofensas, triunfo e derrota, riqueza e miséria, constitui<br />

o doloroso mecanismo da mente. Não pode haver verdadeira felicidade dentro de nós enquanto sejamos<br />

escravos da mente.<br />

"Ninguém pode conhecer a verdade enquanto seja escravo da mente. O Real não é questão de suposições,<br />

mas de experiência direta.<br />

"Quando nos libertamos da mente, ela se converte em um veículo dúctil, elástico, útil, mediante o qual nos<br />

expressamos neste mundo de maneira consciente. A lógica superior convida-nos a pensar que libertar-se ,<br />

safar-se de toda mecanicidade, emancipar-se da mente, equivale a despertar a consciência e a terminar com<br />

o automatismo".<br />

Reflita , querido leitor, a respeito do conteúdo exposto pelo Dr. Samael.<br />

http://www.voppus.com.br 3


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

BATALHAR DOS OPOSTOS<br />

Ao utilizar a lógica comum, formal, qualquer pessoa está em condições de demonstrar<br />

os prós e contras de uma questão. Dois pensadores, em oposição entre si, podem<br />

esgrimir-se utilizando os melhores argumentos lógicos com refinada inteligência. O juiz ou<br />

um observador externo, ao ouvir os convincentes argumentos de um e de outro, até<br />

poderá julgar que ambos têm razão, apesar de defenderem idéias opostas. Em<br />

contraposição, a LÓGICA OBJETIVA, SUPERIOR, sempre demonstrará o REAL, a<br />

VERDADE, o definitivo, visto que está além do raciocínio estéril. Vejamos como a lógica<br />

subjetiva, formal, é falha. Leia com bastante atenção a seguinte estória.<br />

Ao utilizar a lógica comum, formal, qualquer pessoa está em condições de demonstrar os prós e<br />

contras de uma questão.<br />

Conta a lenda que havia um grande filósofo sofista da antiga Grécia, chamado<br />

Protágoras, querendo demonstrar a eficiência de seus ensinamentos. Tinha por norma<br />

que os seus discípulos pagassem metade de seus honorários ao se inscreverem em sua<br />

Escola, e outra metade depois de concluirem os estudos, quando ganhassem a sua<br />

primeira causa.<br />

Havia entre seus estudantes um que se chamava Euathlus. Quando este concluiu seus<br />

estudos, não se preocupou em buscar causas para que pudesse ganhá-las, desta forma,<br />

pagar a segunda metade devida ao seu Mestre. Este discípulo dizia que preferia<br />

convencer às donzelas do que aos juízes, e também porque, não tendo ganho nenhuma<br />

disputa, era ilícito pagar a Protágoras.<br />

Certa vez o Mestre, cansado de esperar, disse a Euathlus: - Você está equivocado. Ou<br />

você salda a sua dívida ou eu o levo aos tribunais, porque se os juízes forem a meu favor,<br />

ganharei a causa e você terá que me pagar. Se os juízes forem a seu favor, você ganhará<br />

sua primeira causa e terá que me pagar. De maneira que receberei meus honorários de<br />

qualquer forma.<br />

Respondeu Euatlhus: - Você é que está equivocado, porque se me levar aos tribunais<br />

e os juízes derem ganho de causa a seu favor, você não terá o direito de cobrar, visto que<br />

perco a primeira causa. Se eles falarem a meu favor também não pagarei, por eles assim<br />

o ordenarem. Desta forma você não pode me cobrar de nenhuma maneira.<br />

Reflita, prezado leitor, sobre esta situação exposta pelo conto. Não há solução, dentro<br />

da lógica formal, para a questão. Se você tivesse que resolver um caso semelhante, o<br />

que faria?<br />

ALÉM DA LÓGICA FORMAL<br />

Os estudantes espiritualistas que não buscam praticar os ensinamentos ministrados<br />

terminam por abarrotar a mente com tantas teorias labirínticas, desembocando num mar<br />

de angústia e insatisfação interior. Sofrem terrivelmente por não poderem concretizar<br />

4 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

nada do que leram. Infelizmente, muitos esoteristas teóricos caem no orgulho, na<br />

arrogância ou prepotência por terem acumulado vastíssimo material teórico. Não se dão<br />

conta de que nada sabem sobre o REAL. A lógica formal ou o processo de raciocínio,<br />

praticado de forma abusiva, rompe as delicadas membranas das estruturas mentais. O<br />

pensamento deve fluir integralmente, na ausência do sofrido processo lógico subjetivo.<br />

Devemos transformar o PENSAR no DISCERNIR.<br />

O DISCERNIMENTO é a percepção direta da verdade, é a compreensão sem a<br />

necessidade do raciocínio. Devemos mudar o processo do raciocínio pela beleza da<br />

COMPREENSÃO. É urgente libertar a mente de todas as classes de preconceitos,<br />

desejos, apegos, temores, ódios, ressentimentos, etc. Todos esses defeitos são<br />

obstáculos que acorrentam a mente aos sentidos externos. Tais imperfeiçðes convertem a<br />

mente em um instrumento inútil para o ÍNTIMO, o REAL e VERDADEIRO SER. O corpo<br />

mental da raça humana encontra-se em franco processo de decadência. Visto<br />

clarividentemente, a sua fisionomia é múltipla, assemelhando-se a formas animalóides.<br />

No Zen Budismo encontramos vastíssimo material, além de toda lógica formal. Através<br />

da Meditação Zen o monge busca apaziguar a mente e alcançar a ILUMINAÇÃO. Certa<br />

vez um homem sábio afirmou: BUSCAI A ILUMINAÇÃO QUE TUDO O MAIS LHE SERÁ<br />

DADO POR ACRÉSCIMO.<br />

O pior inimigo da iluminação é o EU<br />

PSICOLÓGICO. É necessário saber que o EU é<br />

um nó no fluir da existência, uma obstrução fatal<br />

na corrente diáfana da vida livre em seu<br />

movimento.<br />

O pior inimigo da iluminação é o EU PSICOLÓGICO. É necessário saber que o EU é<br />

um nó no fluir da existência, uma obstrução fatal na corrente diáfana da vida livre em seu<br />

movimento.<br />

Certa vez perguntou-se a um Mestre Zen: QUAL É O CAMINHO? Então o sábio<br />

respondeu: - QUE MAGNÍFICA MONTANHA!-, referindo-se à montanha onde o retiro se<br />

localizava.<br />

"Não pergunto a respeito da montanha, mas sim sobre o caminho", replicou o<br />

indagador.<br />

"Se não podes ir além da montanha, não poderás encontrar o caminho" - disse-lhe o<br />

Mestre.<br />

A enigmática resposta contém preciosos ensinamentos, uma sabedoria velada. Fala<br />

justamente da INICIAÇÃO e do trabalho a ser realizado para se atingir a maestria,<br />

entretanto o discípulo não alcançou compreender.<br />

Outro monge formulou a mesma pergunta ao mesmo mestre e este retrucou:<br />

- Lá está, justo diante de teus olhos!<br />

- Por que não posso vê-lo?<br />

- Porque tens idéias egoístas, respondeu o mestre.<br />

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ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

- Poderei vê-lo, senhor? Questiona o monge.<br />

- Enquanto tenhas uma visão dualista e digas "eu não posso" e assim por diante, teus<br />

olhos estarão obscurecidos por esta visão relativa.<br />

- Quando não houver nem o meu nem o teu, assim poderei ver?<br />

- Quando não houver nem o meu nem o teu, quem quererá ver?<br />

Os problemas se apóiam na mente e são gerados pela própria<br />

mente. Com a disciplina interior vamos obtendo a paz mental.<br />

A base fundamental do EU é o dualismo da mente. Os agregados psicológicos se<br />

mantêm graças ao batalhar dos opostos. Os problemas da vida não passam de formas<br />

mentais de dois pólos: o positivo e o negativo, o sim e o não. Os problemas se apoiam na<br />

mente e são gerados pela própria mente. Alegria e tristeza, prazer e dor, triunfo e<br />

fracasso, bem e mal, ganho e perda constituem o batalhar dos opostos, no qual se radica<br />

o EU PSICOLÓGICO. Devemos nos libertar da tirania dos opostos. Mas... como?<br />

PROCURANDO VIVER DE INSTANTE EM INSTANTE sem abstrações de nenhuma<br />

espécie, sem devaneios ou fantasias.<br />

Joshu perguntou ao mestre Nansen:<br />

Que é o Tao?<br />

- A vida comum, replicou Nansen.<br />

- Como se faz para viver de acordo com ela?<br />

- Se tratas de viver de acordo com ela, fugirá de ti, não busques cantar esta canção,<br />

deixe que ela mesma se cante. Acaso o soluço não ocorre por si mesmo?<br />

Reflita, querido leitor, sobre isto. Lute para liberar-se do batalhar dos opostos. Ação<br />

sem distração, sem escapatórias, sem fantasias, sem abstrações de nenhuma espécie.<br />

Para que pensar em outras coisas enquanto estamos comendo ou vestindo-nos? Dizia<br />

um sábio mestre oriental: Se estás comendo, coma; se estás vestindo-te, vista-te; se<br />

estas andando, ande, ande, ande... mas não penses em outra coisa. Faça unicamente o<br />

que estiver fazendo, não fuja dos fatos, não os encha de tantos significados, símbolos,<br />

sermões, conclusões, advertências. Viva-os sem alegorias, viva-os com a mente receptiva<br />

de momento a momento. Mude o seu caráter através da ação inteligente, livre do batalhar<br />

dos opostos. Quando se fecham as portas da fantasia ocorre o despertar e o florescer da<br />

INTUIÇÃO. A ação livre do batalhar das antíteses, do raciocínio extenuante, é a AÇÃO<br />

INTUITIVA, PLENA, onde o EU PSICOLÓGICO está ausente.<br />

6 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

A ação intuitiva nos conduz, pela mão, até o despertar da consciência. Trabalhemos<br />

conscientes em todo momento de nossa vida. Esgotemos a água maculada do<br />

pensamento habitual, porque no VAZIO flui a sabedoria, a autêntica GNOSIS, o<br />

conhecimento salvador, e com ele a radiante alegria de viver. Quando a força da vida<br />

desliza sem obstáculos, o poder do SER satura a mente e deixamos de sonhar. Então, no<br />

mundo físico ou fora dele (durante o sono do corpo material), vivemos totalmente<br />

conscientes e iluminados, desfrutando do prazer inesgotável da vida nos Mundos<br />

Superiores.<br />

A ATENÇÃO DIRIGIDA E CONTÍNUA sobre os atos que estamos realizando é a<br />

disciplina fundamental para o despertar e o florescer da consciência. Se estamos<br />

comendo e nossos pensamentos se encontram nos negócios, é óbvio que estamos<br />

sonhando. Se dirigimos o carro pensando nas contas a pagar, é claro que estamos<br />

adormecidos psicologicamente. Se estamos trabalhando e recordamos a este ou àquele<br />

fato, inequivocamente, NÃO estamos despertos. Vivemos no mundo físico sonhando,<br />

consequentemente transportamos os sonhos para os Mundos Superiores, enquanto<br />

nosso corpo físico jaz no leito, adormecido. Com a auto-disciplina mental estaremos<br />

trabalhando para o despertar dos potenciais latentes dentro de nós mesmos, AQUI E<br />

AGORA.<br />

AS TRÊS MENTES<br />

O texto a seguir foi extraído do livro A GRANDE REBELIÃO, de autoria do Dr. Samael<br />

Aun Weor:<br />

"Existem por todos os lugares muitos burlões do intelecto, sem<br />

orientação positiva e envenenados pelo asqueroso ceticismo.<br />

"Certamente, o repugnante veneno do ceticismo contagiou as<br />

mentes humanas, de forma alarmante, desde o século XVIII.<br />

"Antes daquele século a formosa ilha Nontrabada ou Encoberta,<br />

situada frente às costas da Espanha, fazia-se visível e tangível<br />

constantemente.<br />

"Não há dúvida que tal ilha se acha situada dentro da quarta<br />

vertical. São muitas as anedotas relacionadas com essa ilha<br />

misteriosa.<br />

"Depois do século XVIII a citada ilha perdeu-se na eternidade,<br />

ninguém sabe nada sobre a mesma.<br />

"Se as pessoas entendessem que<br />

temos três mentes, outro galo<br />

cantaria, possivelmente até se<br />

interessariam mais por esses<br />

estudos.<br />

"Na época do rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, os<br />

elementais da natureza manifestavam-se por todo lugar,<br />

penetrando profundamente dentro da nossa atmosfera física.<br />

"São muitos os relatos sobre duendes, gênios, fadas, que ainda<br />

abundam na verde Erim (Irlanda). Desafortunadamente, todas<br />

essas coisas inocentes, toda essa beleza da alma do mundo, já<br />

não é percebida pela humanidade devido às sabichonices dos<br />

velhacos do intelecto e ao exagerado desenvolvimento do Ego animal.<br />

"Hoje em dia, os sabichões se riem de todas essas coisas, não as aceitam, ainda que no fundo, nem<br />

remotamente, tenham logrado a felicidade.<br />

"Se as pessoas entendessem que temos três mentes, outro galo cantaria, possivelmente até se interessariam<br />

mais por esses estudos. Desgraçadamente, os ignorantes ilustrados, presos no labirinto de suas difíceis<br />

erudições, nem sequer têm tempo para ocupar-se seriamente de nossos estudos.<br />

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ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

"Essas pobres pessoas são auto-suficientes, encontram-se iludidas com o vão intelectualismo, pensam que<br />

vão pelo caminho reto e nem remotamente supõem que se encontram num beco sem saída.<br />

"Em nome da verdade devemos dizer que, em síntese, temos três mentes.<br />

"A primeira, podemos e devemos chamá-la MENTE SENSUAL. Batizaremos a segunda com o nome de<br />

MENTE INTERMEDIÁRIA. Chamaremos a terceira de MENTE INTERIOR.<br />

"Vamos agora estudar cada uma dessas três mentes em separado e de forma judiciosa.<br />

"Inquestionavelmente, a Mente Sensual elabora seus conceitos de conteúdo mediante as percepções<br />

sensoriais externas.<br />

"Nestas condições, a Mente Sensual é terrivelmente grosseira e materialista, não pode aceitar nada que não<br />

haja sido demonstrado fisicamente.<br />

"Como queira que os conceitos de conteúdo da Mente Sensual têm por fundamento os dados sensoriais<br />

externos, nada pode saber sobre o real, sobre a verdade, sobre os mistérios da vida e da morte, sobre a alma<br />

e o espírito, etc.<br />

"Para os burlões do intelecto, encerrados totalmente pelos sentidos externos e engarrafados nos conceitos de<br />

conteúdo da Mente Sensual, nossos estudos esotéricos são loucura.<br />

"Dentro da razão do sem razão, no mundo do descabelado, eles têm razão, devido a que estão<br />

condicionados pelo mundo sensorial externo. Como poderia a Mente Sensual aceitar algo que não seja<br />

sensual?<br />

8 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

"Se os dados dos sentidos servem de mecanismo secreto para todos os funcionalismos da Mente Sensual é<br />

óbvio que estes últimos têm que originar conceitos sensoriais.<br />

"Mente Intermediária é diferente, não obstante, tampouco nada sabe, de forma direta, sobre o real. Limita-se<br />

a crer e isso é tudo.<br />

"Na Mente Intermediária estão as crenças religiosas, os dogmas inquebrantáveis, etc.<br />

"Mente Interior é fundamental para a experiência direta da verdade.<br />

"Indubitavelmente, a Mente Interior elabora seus conceitos de conteúdo com os dados trazidos pela<br />

Consciência Superlativa do Ser.<br />

"Inquestionavelmente, a consciência pode vivenciar e experimentar o Real. Não há dúvida que a consciência<br />

sabe a verdade. Todavia, para sua manifestação, a consciência necessita de um mediador, um instrumento<br />

de ação e este, em si mesmo, é a Mente Interior.<br />

“A consciência conhece diretamente a realidade de cada fenômeno natural e pode manifestá-lo mediante a<br />

Mente Interior.<br />

"Abrir a Mente Interior seria o indicado, a fim de<br />

se sair do mundo das dúvidas e da ignorância.<br />

Isso significa que só abrindo a Mente Interior<br />

nasce a fé autêntica no ser humano.<br />

"Abrir a Mente Interior seria o indicado, a fim de se sair do mundo das dúvidas e da ignorância. Isso significa<br />

que só abrindo a Mente Interior nasce a fé autêntica no ser humano.<br />

"Olhando essa questão desde outro ângulo, diremos que o ceticismo materialista é a característica peculiar<br />

da ignorância. Não há dúvida que os ignorantes ilustrados resultam cem por cento céticos.<br />

"A fé é percepção direta do real, sabedoria fundamental, vivência disso que está mais além do corpo, dos<br />

afetos e da mente. Que se estabeleça a diferença entre fé e crença. As crenças se encontram depositadas na<br />

Mente Intermediária, a fé é característica da Mente Interior.<br />

"Desafortunadamente, existe sempre a tendência geral de confundir a crença com a fé. Ainda que pareça<br />

paradoxal, enfatizaremos o seguinte: Quem tem fé verdadeira não precisa crer. É que a fé autêntica é<br />

sapiência vivida, cognição exata, experiência direta.<br />

"Sucede que durante muitos séculos se confundiu a fé com a crença e agora custa muito trabalho fazer com<br />

que as pessoas compreendam que a fé é sabedoria verdadeira e nunca crenças vãs.<br />

"Os funcionalismos sapientes da Mente Interior têm como mecanismo íntimo todos esses dados formidáveis<br />

da sabedoria contida na consciência.<br />

"Quem abriu a Mente Interior recorda suas vidas anteriores, conhece os mistérios da vida e da morte, não<br />

pelo que haja lido ou deixado de ler, não pelo que outros hajam dito ou deixado de dizer, não pelo que se<br />

creia ou deixe de crer, mas sim pela experiência direta, vivida, terrivelmente real.<br />

"Isto que estamos dizendo não agrada à Mente Sensual, não pode aceitá-lo porque sai de seus domínios,<br />

nada tem a ver com as percepções sensoriais externas, é algo alheio a seus conceitos de conteúdo, ao que<br />

lhe ensinaram na escola, ao que aprendeu em diversos livros, etc.<br />

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ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

"Isso que estamos dizendo tampouco pode ser aceito pela Mente Intermediária, porque de fato contraria suas<br />

crenças, desvirtua o que seus preceptores religiosos lhe fizeram aprender de memória, etc.<br />

"O Grande Kabir Jesus adverte a seus discípulos, dizendo-lhes: Cuidai-vos da levedura dos saduceus e da<br />

levedura dos fariseus.<br />

"É ostensível que Jesus, o Cristo, com essas advertências, referiu-se às doutrinas dos materialistas saduceus<br />

e dos hipócritas fariseus. A doutrina dos saduceus está na Mente Sensual; é a doutrina dos cinco sentidos. A<br />

doutrina dos fariseus se acha situada na Mente Intermediária, isso é irrefutável, irrebatível.<br />

"É evidente que os fariseus acorrem aos rituais para que se diga que eles são boas pessoas, para aparentar<br />

ante os outros, mas nunca trabalham sobre si mesmos.<br />

"Não seria possível abrir a Mente Interior se não aprendêssemos a pensar psicologicamente.<br />

Inquestionavelmente, quando alguém começa a observar-se a si mesmo é sinal de que começou a pensar<br />

psicologicamente.<br />

"Enquanto a pessoa não admite a realidade de sua própria psicologia e a possibilidade de mudá-la<br />

fundamentalmente, indubitavelmente que não sente a necessidade de auto-observação psicológica.<br />

Nos mosteiros Zen da Índia, Tibete,<br />

China, etc., há severas disciplinas para<br />

se obter o domínio da mente.<br />

"Quando alguém aceita a doutrina dos muitos e compreende a<br />

necessidade de eliminar os diferentes Eus que carrega em<br />

sua psique, com o propósito de liberar consciência,<br />

indubitavelmente inicia, de fato e por direito próprio, a autoobservação<br />

psicológica.<br />

"Obviamente, a eliminação dos elementos indesejáveis que<br />

carregamos em nossa psique origina a abertura da Mente<br />

Interior. Tudo isso significa que a citada abertura é algo que se<br />

realiza de forma gradativa, à medida em que vamos<br />

aniquilando os elementos indesejáveis que levamos em nossa<br />

psique.<br />

"Quem haja eliminado os elementos indesejáveis de seu<br />

interior, em cem por cento, obviamente também haverá aberto<br />

sua Mente Interior em cem por cento.<br />

"Uma pessoa assim possuirá a fé absoluta. Agora<br />

compreendereis as palavras do Cristo, quando disse: Se<br />

tivésseis fé como um grão de mostarda, moveríeis<br />

montanhas".<br />

Reflita profunda e serenamente acerca do<br />

conteúdo exposto acima pelo Dr. Samael. Examine<br />

sua mente e verifique em qual dos três tipos você<br />

se encontra, mas seja SINCERO COM VOCÊ<br />

MESMO.<br />

DOMÍNIO DA MENTE<br />

O domínio da mente a que nos referimos não é o domínio da mente alheia, pois isso é<br />

desrespeito à integridade do próximo e o karma por esta violação é doloroso. Não<br />

devemos buscar o domínio da mente alheia, mas sim o da nossa própria. Daí surge a<br />

pergunta: Como?<br />

Nos mosteiros Zen da Índia, Tibete, China, etc., há severas disciplinas para se obter o<br />

domínio da mente. A metodologia monástica, completa e integral, é impraticável na vida<br />

10 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

comum de todos nós. Mas, existem sistemas perfeitamente aproveitáveis e aplicáveis em<br />

nosso cotidiano ocidental. Uma dessas técnicas é o ESTADO DE ALERTA, já<br />

mencionado.<br />

É terrível o esforço e a vigilância necessários, de segundo a segundo, de instante a<br />

instante, para não se cair nos devaneios. Basta um minuto de descuido e a mente entra<br />

nos sonhos e, ao nos darmos conta, comprovamos que estivemos adormecidos. Faça um<br />

teste, tente manter-se consciente enquanto viaja de ônibus, trem ou metrô, ou até mesmo<br />

assistindo à televisão.<br />

Quando aprendermos a estar despertos de instante a instante, no mundo físico ou em<br />

outras dimensões (durante o sono fisiológico e normal do corpo físico), viveremos<br />

despertos e auto-conscientes até mesmo após a morte. É dolorosa a situação em que nos<br />

encontramos: seres completamente adormecidos, mesmo estando com os olhos abertos.<br />

Quando as nossas ações estiverem livres do DUALISMO MENTAL alcançaremos o<br />

DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA.<br />

Para obter o despertar da consciência devemos dividir a atenção em três partes:<br />

SUJEITO, OBJETO e LUGAR. Este exercício é denominado CHAVE SOL.<br />

SUJEITO - O sujeito é você mesmo. Não se esqueça de você mesmo em nenhum instante. Esteja autovigilante<br />

a cada segundo. Implica o estado de alerta em relação aos pensamentos, gestos, ações, emoções,<br />

hábitos, palavras, etc.<br />

OBJETO - Refere-se à minuciosa observação de todos os movimentos psíquicos ocorridos dentro de nós.<br />

Atenção a todas as intenções motivadoras de pensamentos, emoções e atos. Qual é o objetivo de<br />

realizarmos isto ou aquilo? O que nos move a executar determinadas ações?<br />

LUGAR - Rigorosa atenção a todos os objetos, lugares ou representações que, por meio dos cinco sentidos<br />

(vista, ouvido, tato, paladar e olfato), chegam à nossa mente. Observação diária de nossa casa, nosso quarto,<br />

etc., como se fosse algo novo, perguntando-nos diariamente: PORQUE ESTOU AQUI? QUE LUGAR É<br />

ESTE? QUE SUPERMERCADO É ESTE? QUE BANCO É ESTE? QUE RUA É ESTA? etc...<br />

CHAVE DO SOL<br />

SUJEITO<br />

OBJETO<br />

LUGAR<br />

Quem sou?<br />

Onde estou?<br />

O que estou<br />

fazendo?<br />

Precisamos ser profundos observadores de cada lugar em que estejamos, seja em<br />

nossa casa ou fora dela, sobre nós mesmos, enfim, prestar muita atenção a tudo que<br />

estejamos fazendo.<br />

A disciplina da CHAVE SOL é a mais simples e prática. Podemos aplicá-la em nosso<br />

diário viver sem nenhum inconveniente. Todavia há métodos mais intensos, requerendo<br />

do estudante maior rigor. Vejamos o que o Dr. Samael Aun Weor, em sua obra intitulada<br />

LA REVOLUCION DE LA DIALECTICA, nos ensina:<br />

"É claro que nos toca tornamo-nos independentes, cada vez mais e mais, da mente. A mente é um<br />

calabouço, um cárcere onde todos somos prisioneiros. Necessitamos evadir-nos deste cárcere se é que<br />

http://www.voppus.com.br 11


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

realmente queremos saber que coisa é a liberdade, essa liberdade que não é do tempo, essa liberdade que<br />

não é da mente.<br />

"Antes de tudo, devemos considerar a mente como algo que não é do Ser. As pessoas, desafortunadamente,<br />

muito identificadas com a mente, dizem: estou pensando - e se sentem como sendo a mente.<br />

"Há escolas que se dedicam a fortalecer a mente. Dão cursos por correspondência, ensinam a desenvolver a<br />

força mental, etc., mas tudo isso é absurdo. Não é fortificando os barrotes da prisão onde estamos metidos o<br />

indicado; o que necessitamos é destruir esses barrotes para conhecer a verdadeira liberdade que, como já<br />

disse, não é do tempo.<br />

"Enquanto estejamos no cárcere do intelecto não seremos capazes de experimentar a verdadeira liberdade.<br />

"A mente, em si mesma, é um cárcere muito doloroso, ninguém é feliz com a mente. Até a presente data não<br />

se conheceu o primeiro homem que seja feliz com a mente. A mente torna desditadas todas as criaturas,<br />

fazem-nas infelizes. Os momentos mais ditosos que tivemos na vida sempre foram na ausência da mente,<br />

foram um instante, sim, mas que não esqueceremos nunca na vida. Em tal segundo soubemos o que é a<br />

felicidade, porém isso só durou um segundo. A mente não sabe que coisa é a felicidade, ela é um cárcere!<br />

"Temos que aprender a dominar a mente, não a alheia, senão a própria, se é que queremos nos tornar<br />

independentes dela.<br />

"Faz-se indispensável aprender a olhar a mente como algo que devemos dominar, como algo que, digamos,<br />

necessitamos amansar. Recordemos ao Divino Mestre Jesus entrando com seu burrinho em Jerusalém, num<br />

Domingo de Ramos. Esse burrinho é a mente, que devemos submeter. Devemos montar nele e não permitir<br />

que ele monte sobre nós. Infelizmente, as pessoas são vítimas da mente, posto que não sabem montar no<br />

burrinho. A mente é um burrinho demasiadamente teimoso que temos de dominar , se é que verdadeiramente<br />

queremos montar nele".<br />

DURANTE A MEDITAÇÃO<br />

Continua o Dr. Samael Aun Weor:<br />

"Durante a meditação devemos conversar com a mente. Se alguma dúvida se atravessa, necessitamos fazer<br />

uma DISSECAÇÃO da mesma. Quando uma dúvida foi devidamente estudada, quando foi dissecada, não<br />

deixa em nossa memória rastro algum, desaparece. Porém, quando uma dúvida persiste, quando queremos<br />

combatê-la incessantemente, então forma-se um conflito. Toda dúvida é um obstáculo para a meditação.<br />

Porém, não é rechaçando as dúvidas que vamos eliminá-las, é<br />

fazendo a dissecação para ver o que é que escondem de real.<br />

"Qualquer dúvida que persista na mente converte-se num entrave<br />

para a meditação. Então, temos que analisá-la, esquadrinhá-la,<br />

reduzi-la a poeira , não combatendo-a, senão abrindo-a com o<br />

bisturi da autocrítica, fazendo-lhe uma dissecação rigorosa,<br />

implacável. Só assim iremos descobrir o que havia de importante ,<br />

de real e de irreal na dúvida.<br />

"Assim pois, as dúvidas, às vezes, servem para aclarar conceitos.<br />

Quando alguém elimina uma dúvida mediante a análise rigorosa,<br />

quando lhe faz uma dissecação, descobre alguma verdade; de tal<br />

verdade vem algo mais profundo, mais sapiência, mais sabedoria.<br />

"A sabedoria se elabora sobre a<br />

base da experimentação direta,<br />

"A sabedoria se elabora sobre a base da experimentação direta,<br />

sobre a experimentação própria,<br />

sobre a experimentação própria, sobre a base da meditação<br />

sobre a base da meditação<br />

profunda. Há vezes em que necessitamos, repito, conversar com a<br />

profunda.<br />

mente, porque muitas vezes, quando queremos que a mente esteja<br />

quieta, quando queremos que a mente esteja em silêncio, ela<br />

persiste em sua necessidade, em sua tagarelice inútil, na luta de<br />

antíteses. Então, é necessário interrogar a mente, dizer-lhe: Bom, o que queres, mente? Responda-me! Se a<br />

12 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

meditação é profunda pode surgir em nós alguma representação; nessa representação, nessa figura, nessa<br />

imagem, está a resposta. Devemos então conversar com a mente e fazê-la ver a realidade das coisas, até<br />

fazê-la ver que sua resposta está equivocada; fazê-la dar-se conta de que suas preocupações são inúteis e o<br />

motivo pelo qual são inúteis. E, ao fim, a mente fica quieta, em silêncio. Mas, se notamos que não surge a<br />

iluminação, que ainda persiste em nós o estado caótico, a confusão incoerente com sua luta e tagarelice<br />

incessante, então temos que chamar, de novo, a mente à ordem, interrogá-la: Que queres? O que buscas?<br />

Por que não me deixas em paz? Temos de falar de forma clara e dialogar com a mente como se fosse um<br />

sujeito estranho, porque ela não é o Ser. Temos que tratá-la como um sujeito estranho, recriminá-la e<br />

chamar-lhe a atenção".<br />

JUDÔ PSICOLÓGICO<br />

Na mesma obra, acrescenta o Dr. Samael:<br />

"Os estudantes do Zen avançado se habituam ao Judô, porém o judô psicológico deles não tem sido<br />

compreendido pelos turistas quando estes chegam ao Japão. Ver, por exemplo, os monges praticando judô,<br />

lutando uns com outros, pareceria como um exercício meramente físico, mas não é. Quando eles estão<br />

praticando o Judô, realmente não estão se dando conta do corpo físico, sua luta vai ao domínio de sua<br />

própria mente. O Judô em que se acham combatendo é contra sua própria mente. De maneira que o Judô<br />

psicológico tem por objetivo submeter a mente, tratá-la cientificamente, tecnicamente, com o objetivo de<br />

submetê-la.<br />

"Infelizmente, os ocidentais vêem a casca do Judô, claro, como<br />

sempre. Superficiais e néscios, tomaram o Judô como defesa<br />

pessoal e se esqueceram dos princípios Zen e do Chang, e isso<br />

tem sido verdadeiramente lamentável. É algo muito semelhante ao<br />

que sucedeu com o Tarot. Sabe-se que no Tarot está toda a<br />

sabedoria antiga, todas as Leis Cósmicas e da Natureza.<br />

"Por exemplo, um indivíduo que fala contra a Magia Sexual está<br />

falando contra o Arcano IX do Tarot, portanto está jogando sobre<br />

si um karma horrível. Um indivíduo que fale a favor do Dogma da<br />

Evolução está quebrando a Lei do Arcano X do Tarot, e assim<br />

sucessivamente.<br />

"O Tarot é o padrão de medidas para todos, como disse em meu<br />

livro O MISTÉRIO DO ÁUREO FLORESCER. Nele termino<br />

dizendo que os autores são livres para escrever o que quiserem,<br />

porém que não deviam esquecer o padrão de medidas que é o<br />

Tarot, o Livro de Ouro, a fim de não violar as Leis Cósmicas e cair<br />

sob a Katância, que é o Karma Superior.<br />

"Depois desta primeira digressão, quero dizer que o Tarot, tão<br />

sagrado, tão sapiente, converteu-se em jogo de pocker, nos<br />

distintos jogos de naipes que há para divertir às pessoas. Estas se<br />

esqueceram de suas leis, de seus princípios. As piscinas sagradas<br />

dos Templos antigos, dos Templos de Mistérios, converteram-se,<br />

hoje, nos clubes de banhistas.<br />

"A Tauromaquia, a ciência profunda, ciência taurina dos antigos<br />

mistérios de Netuno, na Atlântida, perdeu seus princípios,<br />

"Os estudantes do Zen avançado<br />

se habituam ao Judô, porém o<br />

judô psicológico deles não tem<br />

sido compreendido pelos turistas<br />

quando estes chegam ao Japão.<br />

Ver, por exemplo, os monges<br />

praticando judô, lutando uns com<br />

outros, pareceria como um<br />

exercício meramente físico, mas<br />

não é.<br />

converteu-se no circo vulgar de touros. Assim pois, não é estranho que o Judô Zen Chang que tem por<br />

objetivo, precisamente, submeter a própria mente em cada um dos seus movimentos e paradas, tenha<br />

degenerado, tenha perdido seus princípios no mundo ocidental e se convertido, nada mais, que em algo<br />

profano que só se usa para a defesa pessoal. Olhemos o aspecto psicológico do Judô. No Judô psicológico<br />

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ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

que a Revolução da Dialética ensina, necessita-se dominar a mente, requer-se que a mente aprenda a<br />

obedecer, exige-se a forte recriminação desta para que obedeça.<br />

"Isto não nos ensinou Krishnamurti, tampouco o ensinou o Zen, nem o Chang, isto que estou ensinando<br />

pertence à Segunda Jóia do Dragão Amarelo, à Segunda Jóia da Sabedoria. Dentro da Primeira Jóia<br />

podemos incluir o Zen, porém este não explica a Segunda Jóia, embora tenha os prolegômenos em seu Judô<br />

psicológico".<br />

AMANSANDO A MENTE<br />

A mente é um burro que devemos amansar. Sobre isto o Dr. Samael prossegue<br />

afirmando assim:<br />

"A Segunda Jóia implica a disciplina da mente, dominando-a, açoitando-a, chamando-lhe a atenção. A mente<br />

é um burrinho insuportável que deve ser amansado.<br />

"Assim pois, durante a meditação temos que contar com muitos fatores se queremos chegar à quietude e ao<br />

silêncio da mente. Necessitamos estudar a desordem porque somente assim poderemos estabelecer a<br />

ordem. Temos que saber o que existe em nós de atento e o que há de desatento.<br />

"Sempre que entramos em meditação nossa mente está<br />

dividida em duas partes: a que atende e a que não atende. Não<br />

é na parte atenta que devemos pôr a atenção, senão<br />

precisamente no que há de desatento em nós. Quando<br />

logramos compreender a fundo o que há de desatento em nós<br />

e estudamos os procedimentos para que o desatento se<br />

converta em atento, haveremos logrado a quietude e o silêncio<br />

da mente. Porém, temos que ser judiciosos na meditação,<br />

julgar-nos a nós mesmos, saber o que há de desatento em nós.<br />

"Sempre que entramos em meditação<br />

nossa mente está dividida em duas<br />

partes: a que atende e a que não<br />

atende. Não é na parte atenta que<br />

devemos pôr a atenção, senão<br />

precisamente no que há de desatento<br />

em nós.<br />

Precisamos fazer-nos conscientes daquilo que existe de<br />

desatento em nós.<br />

"Quando digo que devemos dominar a mente, quem a deve<br />

dominar é a Essência, a Consciência. Despertando a<br />

consciência temos mais poder sobre a mente e por isso nos<br />

fazemos conscientes do que há de inconsciente em nós.<br />

"Se faz urgente e inadiável dominar a mente, dialogar com ela,<br />

recriminá-la, açoitá-la com o látego da vontade e fazê-la<br />

obedecer. Esta didática pertence à Segunda Jóia do Dragão Amarelo.<br />

"Meu Real Ser, Samael Aun Weor, esteve reencarnado na China antiga e chamou-se Chou-Li. Fui iniciado na<br />

Ordem do Dragão Amarelo e tenho ordens de entregar as Sete Jóias do Dragão Amarelo a quem desperte a<br />

consciência, vivendo a revolução da dialética e logrando a revolução integral.<br />

"Antes de tudo, não devemos nos identificar com a mente, se é que verdadeiramente queremos tirar o melhor<br />

partido da Segunda Jóia, porque se nós nos sentimos sendo a mente, se digo estou raciocinando, estou<br />

pensando, então, estou afirmando um despropósito e não estou de acordo com a Doutrina do Dragão<br />

Amarelo, porque o Ser não necessita pensar, porque o Ser não precisa raciocinar. Quem raciocina é a mente.<br />

O Ser é o Ser e a razão de ser do Ser é o mesmo Ser. Ele é o que é, o que sempre foi e o que sempre será.<br />

O Ser é a vida que palpita em cada átomo, como palpita em cada Sol. O que pensa não é o Ser, quem<br />

raciocina não é o Ser. Nós não temos todo o Ser encarnado, porém temos uma parte do Ser encarnada que é<br />

a Essência ou Budhatta, isso que há de Alma em nós, o anímico, o material psíquico. É necessário que esta<br />

Essência vivente se imponha sobre a mente.<br />

"Aquilo que analisa em nós são os Eus, porque os Eus não são senão formas da mente, formas mentais que<br />

temos de desintegrar e reduzir a poeira cósmica.<br />

14 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

"Estudemos nestes momentos algo muito especial. Poderia dar-se o caso de que alguém dissolva os Eus,<br />

que os elimine. Poderia também dar-se o caso de que esse alguém, ademais de dissolver os Eus, fabrique<br />

um corpo mental. Obviamente, adquire individualidade intelectual, porque o mesmo corpo mental, por muito<br />

perfeito que seja, também raciocina, também pensa e a forma mais elevada de pensar é não pensar.<br />

Enquanto se pensa não se está na forma mais elevada de pensar.<br />

"O Ser não necessita pensar. Ele é o que sempre foi e o que sempre será. Assim pois, em síntese, tem-se<br />

que subjugar à mente e interrogá-la. Não necessitamos submeter mentes alheias porque isso é magia negra.<br />

Não necessitamos dominar a mente de ninguém por que isso é bruxaria da pior classe; o que necessitamos é<br />

submeter nossa própria mente e dominá-la.<br />

“Despertando a consciência temos mais poder sobre a<br />

mente e por isso nos fazemos conscientes do que há de<br />

inconsciente em nós”.<br />

"Durante a meditação, repito, há duas partes - aquela que está atenta e aquela que está desatenta.<br />

Necessitamos fazer-nos conscientes do que há de desatento em nós. Ao fazer-nos conscientes podemos<br />

evidenciar que o desatento tem muitos fatores. Dúvida... há muitas dúvidas que existem na mente humana.<br />

De onde vêem essas dúvidas? Vemos, por exemplo, o ateísmo, o materialismo, o misticismo, se os<br />

esquartejarmos vemos que existem muitas formas de ceticismo, muitas formas de ateísmo, muitas formas de<br />

materialismo. Existem pessoas que se dizem ateus materialistas e, sem embargo, temem as feitiçarias, as<br />

bruxarias. Respeitam a natureza, porém a seu modo. Quando se lhes fala de assuntos espirituais ou<br />

religiosos se declaram ateus materialistas. Seu ateísmo é uma forma incipiente".<br />

MATERIALISMO MENTAL<br />

Expõe o Dr. Samael, em continuação:<br />

"Há outra forma de materialismo e ateísmo: o de tipo marxista-leninista, incrédulo-cético. No fundo, esse<br />

materialista ateu busca algo, quer simplesmente desaparecer, não existir, aniquilar-se integralmente, não quer<br />

saber nada sobre a Mônada Divina; a odeia. Obviamente, ao proceder assim, se desintegrará como ele quer,<br />

é seu desejo, deixará de existir, descenderá aos mundos infernos, para o centro de gravidade do planeta.<br />

Esse é o seu desejo: auto-destruir-se. Perecerá, porém, no fundo, continuará. A Essência se liberará,<br />

retornará a novas evoluções e passará por novas involuções, voltará uma e outra vez em distintos ciclos de<br />

manifestação a cair no mesmo ceticismo e materialismo. Com o tempo aparecerá o resultado. Qual? Quando<br />

chegue o dia em que definitivamente se fechem todas as portas, quando os três mil ciclos se esgotem, então<br />

essa Essência se absorverá na Mônada e esta, por sua vez, entrará no Seio Espiritual Universal de Vida,<br />

porém sem maestria.<br />

"O que realmente quer essa Essência? O que busca com seu ateísmo? Qual é o seu anelo? Seu anelo é<br />

rechaçar o mestrado. No fundo é isso o que ela quer e o consegue. Não se valoriza e, por fim, termina como<br />

uma chispa divina, porém sem o mestrado.<br />

"As formas de ceticismo são variadas. Há pessoas que se dizem católicas, apostólicas e romanas e, sem<br />

embargo, em suas exposições são cruamente materialistas e atéias; porém vão à missa aos domingos,<br />

comungam e se confessam, esta é outra forma de ceticismo.<br />

"Se analisamos todas as formas havidas e por haver de ceticismo e materialismo, descobrimos que não há<br />

um só ceticismo, não há um só materialismo. A realidade é que são milhares as formas de ceticismo e de<br />

http://www.voppus.com.br 15


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

materialismo. Milhares porque simplesmente são mentais, coisas da mente, quer dizer, o ceticismo e o<br />

materialismo são da mente e não do Ser.<br />

"Quando alguém passou mais além da mente, se fez consciente da Verdade, que não é do tempo.<br />

Obviamente, não pode ser nem materialista nem ateísta.<br />

"Aquele que alguma vez escutou o Verbo, está mais além do tempo, mais além da mente.<br />

"O ateísmo é da mente e pertence a ela, a qual é como um leque. Todas as formas de materialismo e ateísmo<br />

são tantas e tão variadas que se assemelham a um grande leque. O que há de real está mais além da mente.<br />

"O ateísta e o materialista são ignorantes, jamais escutaram o Verbo, nunca conheceram a Palavra Divina,<br />

jamais entraram na corrente do som.<br />

"Na mente é onde se geram o ateísmo e o materialismo. Estes são formas da mente, formas ilusórias que não<br />

têm nenhuma realidade. O que verdadeiramente é real não pertence à mente, o que certamente é real está<br />

mais além da mente".<br />

INDEPENDÊNCIA DA MENTE<br />

Prossegue o Dr. Samael:<br />

"É importante tornarmo-nos independentes da mente para conhecermos o real, não para conhecê-lo<br />

intelectualmente senão para experimentá-lo real e verdadeiramente.<br />

"Ao colocar atenção no que há de desatento podemos ver distintas formas de ceticismo, de incredulidade, de<br />

dúvida, etc. Descobrindo-se qualquer dúvida, de qualquer tipo, temos de desmembrá-la, dissecá-la, para<br />

saber o que ela quer de verdade. Uma vez que a tenhamos desmembrado totalmente, ela desaparece não<br />

deixando na mente rastro algum, não deixando na mente nem o mais insignificante vestígio.<br />

"Quando observamos o que há de desatento em nós, vemos também a luta de antíteses na mente. É então<br />

quando temos de esquartejar essas antíteses para ver o que têm de verdade. Também deveremos fazer a<br />

dissecação das recordações, emoções, desejos e preocupações que ignoramos, que não sabemos de onde<br />

vêm e porque vêm.<br />

"Ao colocar atenção no que há de desatento podemos ver distintas<br />

formas de ceticismo, de incredulidade, de dúvida, etc.<br />

Descobrindo-se qualquer dúvida, de qualquer tipo, temos de<br />

desmembrá-la, dissecá-la, para saber o que ela quer de verdade.<br />

Uma vez que a tenhamos desmembrado totalmente, ela desaparece<br />

não deixando na mente rastro algum, não deixando na mente nem<br />

o mais insignificante vestígio.<br />

"Quando, judiciosamente, vemos que há necessidade de se chamar a atenção da mente e chegamos ao<br />

ponto crítico em que já nos cansamos dela, porque não quer obedecer de forma alguma, não resta outro<br />

remédio do que recriminá-la, falar-lhe duramente, enfrentá-la frente a frente, cara a cara, como a um tipo<br />

estranho e inoportuno. Tem-se que açoitá-la com o látego da vontade, recriminá-la com duras palavras até<br />

fazê-la obedecer. Temos de dialogar muitas vezes com a mente para que entenda. Se não entende, pois<br />

temos de recriminá-la severamente.<br />

16 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

"Não nos identificar com a mente é indispensável. Temos de açoitar a mente, subjugá-la: se ela continua<br />

violenta, temos de voltar a açoitá-la. Assim, saímos da mente e chegamos à Verdade, Aquilo que certamente<br />

não é do tempo.<br />

"Quando logramos unir-nos a isso que não é do tempo, podemos experimentar um elemento que transforma<br />

radicalmente. Existe certo elemento transformador que não é do tempo, que somente se pode experimentar<br />

quando saímos da mente. Temos que lutar intensamente até conseguir sair da mente para lograr a autorealização<br />

íntima do Ser.<br />

"Enquanto estejamos engarrafados na mente, que podemos saber da Verdade? O que outros dizem. Porém,<br />

o que nós sabemos? O importante não é o que os outros dizem, senão o que nós experimentamos por nós<br />

mesmos. Nosso problema está em como sairmos da mente. Para isso, precisamos de ciência, sabedoria,<br />

para emancipar-nos e esta se encontra na Gnosis.<br />

"Quando acreditamos que a mente está quieta, quando cremos que está em silêncio e, sem embargo não<br />

vem nenhuma experiência divina a nós, é porque não está quieta e nem em silêncio. No fundo, ela continua<br />

lutando. No fundo, ela está falando. Então, através da meditação temos que encará-la, dialogar com ela,<br />

recriminá-la e interrogá-la sobre o que quer. Dizer-lhe: Mente, porque não estás quieta? Por que não me<br />

deixas em paz? A mente dará alguma resposta e nós lhe responderemos com outra explicação, tratando de<br />

convencê-la e, se não quiser convencer-se, não restará outro remédio que submetê-la por meio da<br />

recriminação e do látego da vontade.<br />

"O domínio da mente vai mais além da meditação dos opostos. Assim, por exemplo, nos assalta um<br />

pensamento de ódio, uma recordação malvada, pois temos de compreendê-la, tratar de ver sua antítese que<br />

é o amor. Se há amor, por que esse ódio? Com que objetivo?<br />

"Surge, por exemplo, a recordação de um ato luxurioso. Então, temos que passar pela mente o Cálice<br />

Sagrado e a Santa Lança, dizendo: Por que hei de profanar o Santo com meus pensamentos morbosos?<br />

"Se surge a recordação de uma pessoa alta, a devemos ver baixinha e isso estaria correto, posto que na<br />

síntese está a chave".<br />

Prática de meditação coletiva no Sri Lanka.<br />

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ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

MENTE: NEM TESE NEM ANTÍTESE, MAS SÍNTESE<br />

LAO-TSE foi um extraordinário sábio, nascido na Velha China nos últimos anos do<br />

século VI a.C. A lenda diz que viajou por vários países do oriente, onde ensinou a<br />

sabedoria do TAO. Deixou uma obra monumental, intitulada TAO-TE-KING. Deste<br />

relicário extraímos o seguinte trecho:<br />

"Só temos consciência do belo,<br />

quando conhecemos o feio.<br />

Só temos consciência do bom,<br />

quando conhecemos o mal.<br />

Entretanto, o Ser e o Existir<br />

se engendram mutuamente.<br />

O fácil e o difícil se completam.<br />

O grande e o pequeno são complementares.<br />

O alto e o baixo formam o todo.<br />

O som e o silêncio formam a harmonia.<br />

O passado e o futuro geram o tempo.<br />

Eis porque o sábio age.<br />

E ensina sem falar.<br />

Aceita tudo que lhe acontece.<br />

Produz tudo e não fica com nada.<br />

O sábio tudo opera e nada considera seu.<br />

Tudo faz e não se apega à sua obra.<br />

Não se prende aos frutos de sua atividade.<br />

Termina a sua obra<br />

e está sempre no princípio.<br />

É por isto que sua obra prospera".<br />

Querido leitor, reflita serenamente sobre o conteúdo do texto do sábio Lao-Tsé.<br />

Infelizmente, nossa orientação ocidental nos conduz sempre ao dualismo conceitual. Não<br />

conseguimos compreender que tudo é um TODO, podendo se manifestar de formas<br />

opostas. As antíteses sempre serão complementarias. A verdade não poderá ser<br />

encontrada nem na TESE nem na ANTÍTESE. Se o belo e o feio, o bem e o mal, fossem<br />

duas antíteses opostas, ao invés de complementárias, jamais poderíamos chegar a uma<br />

síntese harmoniosa.<br />

O Dr. D.T. Suzuki fala claramente do Zen Budismo, numa linguagem aceitável para a<br />

mentalidade ocidental. Ele explica que a nossa visão dualista produz grandes distorções<br />

na realidade. Para nós sim é sim e não é não. Jamais o sim será não ou o não será sim. A<br />

compreensão oriental pode transmutar o sim em não ou o não em sim, pois não existe<br />

uma rígida linha divisória entre o sim e o não, entre o bem e o mal, entre o feio e o belo.<br />

A lógica formal só serve dentro de um campo muitíssimo restrito. Tentar compreender<br />

as manifestações gerais do Cosmos pela dialética dualista é cavar um abismo sem fundo<br />

no processo de compreensão. A ciência ocidental, sem entender o fenômeno, quando se<br />

depara com as situações complementárias, classifica-as com o nome de PRINCÍPIOS<br />

DAS INCERTEZAS ou algo similar. Busca criar novos conceitos sobre outros conceitos,<br />

caindo na armadilha fatal de exuberantes e inaplicáveis teorias. Devemos alcançar a<br />

18 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

síntese para que haja perfeita clareza na compreensão dos fenômenos. A este respeito<br />

passamos a transcrever um trecho da obra do Dr. Samael Aun Weor, já mencionada<br />

anteriormente.<br />

"<strong>Saber</strong> buscar sempre a síntese é benéfico porque da tese tem-se que passar à antítese, porém a verdade<br />

não se encontra nem na antítese nem na tese. Na tese e na antítese há discussão e isso é o que realmente<br />

se quer: afirmação, negação, discussão e solução; afirmação de um mal pensamento, negação do mesmo<br />

mediante a compreensão de seu oposto; discussão: tem-se que discutir sobre o que há de real em um e em<br />

outro até chegar à sabedoria e deixar a mente quieta e em silêncio. Assim é como se deve praticar.<br />

"Tudo isso faz parte das práticas conscientes, da observação do que há de desatento. Se dissermos<br />

simplesmente: é a recordação de uma pessoa alta, e lhe antepormos uma pessoa baixinha e pronto, não<br />

estará correto. O correto é dizer: o alto e o baixo não são mais que dois aspectos de uma mesma coisa, o que<br />

importa não é o alto nem o baixo senão o que há de verdade por detrás de tudo isso. O alto e o baixo são<br />

dois fenômenos ilusórios da mente. Assim é como se chega à síntese e à solução.<br />

"O desatento em alguém é o que está formado pelo subconsciente, pelo incoerente, pela quantidade de<br />

recordações que surgem na mente, pelas memórias do passado que assaltam uma e outra vez pelos refugos<br />

da memória, etc.<br />

"Os elementos que constituem o subconsciente nem temos que aceitá-los, nem que rechaçá-los,<br />

simplesmente temos que fazermo-nos conscientes do que há de desatento, ficando assim o desatento, de<br />

forma natural e espontânea. Fica atento o desatento.<br />

"Temos que fazer da vida corrente uma contínua meditação. Não somente é meditação aquela ação de<br />

aquietar a mente quando estamos em casa ou nos Lumisiais, senão que também abarca a corrente do diário<br />

viver para que a vida se converta de fato em uma constante meditação. Assim é como vem a verdade<br />

realmente".<br />

"Temos que fazer da vida corrente uma contínua meditação. Não<br />

somente é meditação aquela ação de aquietar a mente quando<br />

estamos em casa ou nos Lumisiais, senão que também abarca a<br />

corrente do diário viver para que a vida se converta de fato em<br />

uma constante meditação. Assim é como vem a verdade<br />

realmente".<br />

A MENTE NÃO PODE DAR FELICIDADE<br />

O Dr. Samael Aun Weor, explicando sobre a felicidade, diz o seguinte, à continuação<br />

do anterior:<br />

"A mente, em si, é o Ego. Porém, é urgente destruir o Ego para que fique a substância mental com a qual se<br />

pode fabricar o corpo mental. Mas, sempre fica a mente. O importante é libertar-se da mente e, sendo livres<br />

dela, temos que aprender a desenvolver-nos no mundo do Espírito Puro sem a mente. <strong>Saber</strong> viver nessa<br />

corrente do som que está mais além da mente e que não é do tempo.<br />

"Na mente, o que existe é ignorância. A sabedoria real não está na mente, está mais além da mente. A mente<br />

é ignorante e por isso cai e cai em tantos erros graves.<br />

"Quão néscios são aqueles que fazem propagandas mentalistas, aqueles que prometem poderes mentais,<br />

que ensinam outros a dominarem a mente alheia, etc. A mente não faz ninguém feliz. Uma pessoa não pode<br />

chegar a conhecer a felicidade até que não se torne independente da mente.<br />

http://www.voppus.com.br 19


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

"Os sonhos são próprios da inconsciência. Quando alguém desperta a consciência deixa os sonhos. Os<br />

sonhos não são mais que projeções da mente. Recordo certo caso vivido por mim nos Mundos Superiores.<br />

Foi somente um instante de descuido. Vi como saiu da minha mente um sonho. Já ía começar a sonhar e<br />

reagi entre o sonho que me escapou por um segundo, porém como me dei conta do processo, rapidamente<br />

me afastei desta forma petrificada que escapou de minha própria mente. E se estivesse adormecido? Aí teria<br />

ficado enredado nessa forma mental. Quando alguém está desperto sabe imediatamente que num momento<br />

de desatenção pode escapar um sonho, ficando então enredado toda a noite até o amanhecer.<br />

"O que importa em nós é despertar a consciência para deixar de sonhar, para deixar de pensar. Este pensar,<br />

que é matéria cósmica, é a mente. Até o mesmo Astral não é mais que a cristalização da matéria mental e o<br />

mundo físico é também mente condensada. Assim pois, a mente é matéria e muito grosseira, seja em estado<br />

físico ou no estado chamado astral-manásico, como dizem os hindustãos. De todas as maneiras, a mente é<br />

grosseira e material, tanto no astral como no físico. A mente é matéria física ou metafísica, porém matéria.<br />

Portanto, não pode fazer-nos ditosos. Para conhecer a autêntica felicidade, a verdadeira sabedoria, devemos<br />

sair da mente e viver no mundo do Ser, isso é o importante.<br />

"Não negamos o poder criador da mente, é claro que tudo o que existe é mente condensada. Porém, que<br />

ganhamos com isso? Acaso a mente nos tem dado felicidade? Podemos fazer maravilhas com a mente, criar<br />

muitas coisas na vida. Os grandes inventos são mente condensada, porém este tipo de criações não nos têm<br />

feito felizes.<br />

"O que precisamos é nos tornar independentes, sair desse calabouço da matéria, porque a mente é matéria.<br />

Temos que sair da matéria, viver em função do espírito, como seres, como criaturas felizes, mais além da<br />

matéria. A matéria não faz ninguém feliz. A matéria é sempre grosseira, ainda que assuma formas formosas.<br />

"Se buscamos a autêntica felicidade, não a encontraremos na matéria, mas no Espírito. Precisamos nos<br />

libertar da mente. A verdadeira felicidade vem a nós quando saímos do calabouço da mente. Não negamos<br />

que a mente possa ser a criadora das coisas, dos inventos, das maravilhas e dos prodígios, mas, acaso isso<br />

nos dá felicidade? Qual de nós é feliz?<br />

"Se a mente não nos tem dado felicidade, temos que sair dela, buscá-la em outra parte e obviamente que a<br />

encontraremos no mundo do Espírito. Mas, o que temos que saber é como evadir-nos da mente, como<br />

liberar-nos dela, esse é o objetivo de nossas práticas e estudos que entreguei nos livros gnósticos e neste<br />

tratado da Revolução da Dialética".<br />

Através das explicações do Dr. Samael podemos verificar a urgente necessidade de<br />

mudar a nossa forma de pensar.<br />

O CONSCIENTE DEVE ORDENAR AO SUBCONSCIENTE<br />

Para concluir, o Dr. Samael Aun Weor reforça:<br />

"Em nós existe 3% de consciência e 97% de subconsciência. O que temos de consciência deve dirigir-se ao<br />

que temos de inconsciente ou subconsciente para recriminá-lo e fazê-lo ver que tem que converter-se em<br />

consciente. Porém, é preciso que a parte consciente recrimine a parte subconsciente. Isto de que a parte<br />

consciente se dirija à parte subconsciente é um exercício psicológico muito importante que se pode praticar<br />

na aurora, assim as partes inconscientes, pouco a pouco, vão se tornando conscientes".<br />

20 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

PRAXIS REGULAR IX<br />

As palavras do filósofo C.A. Stoddard são próprias para esta etapa. Ele diz: A<br />

RAPIDEZ NEM SEMPRE SIGNIFICA PROGRESSO, E A PRESSA É SINÔNIMO DE<br />

PERDA. A ANTIGA FÁBULA SOBRE A LEBRE E A TARTARUGA É TÃO SÁBIA E<br />

VERDADEIRA AGORA, COMO QUANDO FOI ESCRITA.<br />

Não se orgulhe em acabar rapidamente uma lição. O mais importante é saber como<br />

assimilou todo o conteúdo. Um módulo pode ser lido em uma hora, mas poderá ser<br />

preciso muitas horas de reflexão para poder compreender e dominar seu conteúdo.<br />

Lembre-se sempre, você está construindo uma sólida base para o seu autoconhecimento,<br />

levantando as paredes da sabedoria. Tome o cuidado de não construir<br />

com tanta pressa, de modo que as pedras mais importantes fiquem de fora e sejam<br />

esquecidas completamente.<br />

Encontramos nos capítulos XIII e XIV da obra O MATRIMÔNIO PERFEITO, de autoria<br />

do Dr. Samael Aun Weor, os textos abaixo:<br />

PRÁTICA<br />

"O devoto deve concentrar-se em seu coração, imaginando existirem ali raios e trovões, nuvens que voam<br />

perdendo-se no ocaso, impulsionadas por fortes trovões. O gnóstico deve<br />

imaginar inúmeras águias voando pelo espaço infinito, que está dentro,<br />

bem no âmago de seu coração. Imagine também os bosques profundos<br />

da natureza, cheios de sol e de vida, o canto dos pássaros e o silvo doce<br />

e aprazível dos grilos dos bosques. Adormeça o discípulo imaginado tudo<br />

isso, imagine ainda existir no bosque um trono de ouro onde se assenta a<br />

DEUSA DAKINI, uma mulher muito divina. Durma o gnóstico meditando<br />

em tudo isso, imaginando tudo isso.<br />

"Pratique uma hora diária e se praticar duas ou mais horas diárias, tanto<br />

melhor. A prática pode ser feita em uma cômoda poltrona, deitado no<br />

solo, ou na cama, com os braços e as pernas abertos em forma de<br />

estrela de cinco pontas. Deve-se combinar o sono com a meditação.<br />

Deve-se ter muitíssima paciência. Só com paciência infinita consegue-se<br />

essas maravilhosas faculdades do CÁRDIAS. Os impacientes, aqueles que não sabem perseverar por toda a<br />

vida, seria melhor que desistissem, porque não servem. Os poderes não se conseguem brincando. Tudo<br />

custa a ganhar e nada se consegue de graça".<br />

http://www.voppus.com.br 21


ANTROPOLOGIA HOLÍSTICA LIÇÃO 18<br />

PRÁTICA COMPLEMENTAR<br />

"Ao despertar do sono normal, todo estudante gnóstico<br />

deve fazer um exercício retrospectivo sobre o processo do<br />

sonho, para recordar todos aqueles lugares onde esteve<br />

durante as horas do sono. Sabe-se que o Ego viaja muito<br />

durante o sono normal. É necessário recordar<br />

minuciosamente onde estivemos e tudo aquilo que vimos<br />

e ouvimos. Os mestres instruem aos discípulos quando<br />

estão fora do corpo físico.<br />

"É mister desenvolver a memória para recordar tudo aquilo<br />

que aprendemos durante as horas de sono. É necessário<br />

que não nos movamos no momento do despertar, porque<br />

com esse movimento se agita o astral e se perdem as<br />

recordações. É urgente combinar os exercícios<br />

retrospectivos com os seguintes mantrans: RAOM...<br />

GAOM... Estes mantrans são para o estudante o que a<br />

dinamite é para o mineiro. Assim como o mineiro abre<br />

caminho por entre as entranhas da terra com a ajuda da<br />

dinamite, assim também o estudante abrirá caminho no<br />

sentido do desenvolvimento da memória do subconsciente com a ajuda destes mantrans".<br />

Aqui terminam as palavras do Dr. Samael.<br />

Fraternalmente,<br />

SEU INSTRUTOR DE CLASSE.<br />

22 VOPPUS STELLA MARIS


SABER É PODER LIÇÃO 18<br />

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