REVISTA AUGE - EDIÇÃO 24 - SAÚDE E BEM-ESTAR

redacao

Hoje, em dia, se cuidar não é mais considerado um sinal de vaidade, pois saúde e beleza estão aliadas e caminham juntas, dando um significado todo especial à vida, já que o essencial ao ser humano é ter um relacionamento com Deus, saúde perfeita e uma aparência agradável.
Dessa vez, optou-se por lançar a vigésima quarta edição com uma publicação especial de Saúde! E, talvez você esteja se perguntando o motivo de estar enfatizando a saúde tão relacionada à beleza... Simplesmente porque uma pessoa saudável e de bem com a vida transmite beleza.
A Revista Auge Saúde continua apresentando conteúdo relevante para os seus leitores e, também, tem como objetivo incentivá-los a buscar e utilizar todo o arsenal de modernidade que as melhores clínicas e profissionais oferecem em prol da saúde física e mental, na região do Recôncavo Baiano e Baixo Sul.
Há uma certeza que, com essa revista impressa ou online, todos os estimados leitores conhecerão diversos tratamentos que vão deixar sua saúde em dia, além de elevar sua autoestima. É importante, também, escolher um profissional de confiança, e para isso, a Auge ajudará você com algumas indicações. Nada melhor que estar sob cuidados de um especialista. Você merece!
Enfim, um checkup de rotina, uma alimentação saudável, praticar alguma atividade física, exercitar a mente com algo produtivo, conviver com a família e amigos são atitudes que realmente fazem bem à saúde! Pensando em tudo isso, a Auge Saúde chegou com dicas incríveis, matérias interessantes e, claro, com indicações dos melhores profissionais e empresas da área! Aproveite, cuide-se e uma ótima leitura! By Gleyson Silva

INFORMEAUGE

Odonto

Fobia

UMA BARREIRA À

SAÚDE BUCAL.

Fobia - Nome genérico das

várias espécies de medo mórbido.

Aversão a alguma coisa. O medo

intenso nem sempre tem origem

em uma fonte real de perigo ou

ameaça. Medo e ansiedade não

são particularidades do tratamento

odontológico, ocorrendo também

em outros contextos de tratamento

médico e de saúde em geral, especialmente

quando procedimentos

invasivos fazem parte das rotinas

terapêuticas. O medo de dentista,

no entanto, tem sido caricaturado

como um dos mais frequentes e

mais intensamente vivenciados na

área da saúde. No entanto, existem

vários tipos de fobias. O medo

e a ansiedade foram relatados por

grande parte da população; 25%

dos brasileiros declaram ter medo

ou ansiedade frente ao tratamento

odontológico. (Carvalho R.W.F et

al, 2012)

Desde os primórdios da odontologia,

no imaginário da população, a

imagem do cirurgião-dentista tem

sido associada a dor, ao medo e a

um ser impiedoso.

A odontologia tecnicista em que

habilidades manuais e procedimentos

tecnológicos são preponderantes

contrasta, muitas vezes, com a

necessidade de uma atuação mais

humanizada, exigida pela própria

situação de proximidade física e

pelo estado emocional vulnerável

de muitos pacientes. Observa-se

que um profissional preocupado

apenas com o procedimento a ser

realizado pode não perceber manifestações

de ansiedade e, por isso,

não oferecer o amparo necessário

e imediato ao paciente. (Pico &

Kopp, 2004).

Infelizmente, a observação e a

identificação de comportamentos

e mudanças comportamentais geradas

pelo medo não são tarefas

fáceis.

Por conta de experiências negativas

próprias ou de outros, muitas

pessoas desenvolvem aversão,

medo ou ansiedade diante da necessidade

de uma consulta odontológica,

muitas vezes chegando a

marcar consultas e desmarcar ou

não comparecer por não conseguir

enfrentar esta condição, postergando

tratamentos que podem

gerar sequelas futuras.

SINAIS DA FOBIA

- Comportamentos de esquiva e/ou

fuga à marcação de consulta.

- Sudorese diante da presença de equipamentos

ou instrumentais odontológicos

- Taquicardia (coração acelerado)

diante da possibilidade de iniciar o

procedimento.

- Pressão arterial aumentada.

- Sensação de angústia (aperto no

peito)

- Dificuldade para respirar

- Tensão muscular

- Tremores

- Tontura

- Frio na barriga

- Arrepios ao som da turbina

OS MOTIVOS

- Associação a tratamentos anteriores

que geraram dor.

- Fatores aversivos inerentes ao tratamento,

incluindo equipamentos

e instrumentos assustadores ou

perfuro/cortantes.

- A sensação de ter parte de seu

corpo físico invadida leva o paciente

a perceber a situação como ameaçadora

- Aspectos técnicos relacionados ao

tratamento, tais como “aplicação de

injeção” e “uso da broca”.

- Som da caneta odontológica associados

à lembrança de episódios de

dor.

- Desconforto diante da falta de

interação entre o profissional e o

paciente.

- Experiências negativas vivenciadas

e relatadas por outras pessoas.

As crianças, particularmente, apresentam

medo do desconhecido e

resistem ao tratamento por conta

da imaturidade emocional ou

também por episódios negativos

anteriores.

Independente da idade, a fobia

é real e é uma barreira ao tratamento

odontológico, seja ele

curativo ou preventivo.

“INDEPENDENTE DA

IDADE, A

FOBIA É REAL E É

UMA BARREIRA AO

TRATAMENTO

ODONTOLÓGICO,

SEJA ELE CURATIVO

OU PREVENTIVO”

AS SEQUELAS

- Possibilidade de agravamento das

condições não tratadas.

- Doença periodontal.

- Perda de elementos dentários.

- Baixa autoestima por estética desfavorável.

- Cárie.

- Odontotalgias (dor de dentes)

- Perturbações do sono

- Dificuldade de relacionamentos

sociais.

- Dores de cabeça ou de ouvido.

- Interferências no rendimento profissional

ou escolar.

- Risco de infecções secundárias

advindas de focos infecciosos em elementos

dentários, como amigdalites,

faringites, otites ou até endorcadite

infecciosa (Infecção nas válvulas ou

paredes do coração).

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