Revista ABA Novembro 2017

helemoura

Revista ABA Novembro 2017

direTo ao ponTo

serGIo pompÍLIo

Caráter transformador

Nas palavras do executivo Sergio Pompílio, Executive Vice President Legal &

Corporate Affairs da Johnson & Johnson Brasil e Copresidente do Conselho da ABA,

comunicação sem credibilidade desengaja e afasta o consumidor das marcas.

“Além de influenciar negativamente a reputação corporativa”, ele reforça

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FinAlidAde

Está diretamente relacionado à sua capacidade

de amplificar o papel da propaganda e do marketing

junto aos seus associados, e assim posicioná-los

como verdadeiros agentes de transformação não só

do setor publicitário como da sociedade em geral. E,

para isso, é fundamental exercer também seu papel

de elo na cadeia envolvendo anunciantes, agências,

veículos e demais stakeholders, garantindo sempre

o diálogo nesta relação de interdependência para

conjuntamente fomentar a ética e a transparência

das relações, sem deixar de lado a defesa da fundamental

liberdade de expressão.

PAPel sociAl

Assumir o caráter transformador que a publicidade

possui para, com isso, atuar de forma em que a

ética prevaleça sempre na sua relação com o consumidor

e com o mercado. Nesse sentido, o compromisso

dos anunciantes e publicitários com os

princípios éticos que norteiam a publicidade, refletidos

no Código Brasileiro de Autorregulamentação

Publicitária do CONAR, é parte fundamental neste

contexto.

trAnsFormAção

Em primeiro lugar, ser fiel com o seu propósito.

Comunicação sem credibilidade desengaja e afasta

o consumidor, além de influenciar negativamente

a reputação corporativa. Em função disso, uma estratégia

de comunicação criada de forma coerente

com o propósito da sua marca ou da sua empresa,

que seja estabelecida de forma integrada, adaptada

para cada canal ou mídia, mas mantendo uma coerência,

facilitará a identificação e a empatia com o

seu consumidor. A gestão de eventuais crises, cada

vez mais frequentes pela velocidade e amplificação

que as mídias digitais proporcionam, é também outro

fator a ser muito bem cuidado. Na maioria das

vezes, a forma com que a empresa se posiciona e

enfrenta a crise acaba sendo tão importante quanto

o fato em si. A depender da sua postura, a empresa

poderá até agravar a situação. E, por fim, acredito

que devemos sempre ter em conta o público interno

como prioridade, tanto no que se refere a treinamentos

e políticas especificas, como no sentido

de considerá-lo um stakeholder fundamental na

gestão das suas marcas ou em momentos de crise.

BrAnding

Em linhas gerais, já evoluímos muito na gestão

da mídia programática, mas a meu ver este continua

sendo um ponto sensível que deve ser endereçado,

sob pena de associar sua marca a conteúdos

não apenas desconectados do seu plano, mas com

“Há hoje uma preocupação

no país no que diz respeito à

proteção de dados e o que

isto vai representar para os

anunciantes do ponto de

vista de controle, custos

e responsabilidade”

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