Revista ABA Novembro 2017

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Revista ABA Novembro 2017

aba canneS inSighTS, bY goad

“O BrandFormance foi uma

forma de levar a campanha

além da marca. Tivemos um

forte trabalho de storytelling,

colocando os clientes no centro

do conteúdo, explorando

personagens e casos reais,

com bastante humor”

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Eduardo Camargo, CEO da Mutato; Luiz Herrisson, Diretor de

Comunicação e Sustentabilidade do Walmart; Danielle Bibas, Chief

Creative & Content Officer Global da Avon e Conselheira da ABA;

José Saad, Diretor de Conteúdo da GoAd Media; e José Papa, CEO

do Festival Cannes Lions;

varejo, muito mais. No Brasil, que vive uma crise,

precisamos atingir o consumidor com criatividade”,

acrescentou.

Danielle Bibas, Global Chief Creative &

Content Officer da Avon, reiterou no painel

“Com a palavra, os anunciantes presentes

em Cannes” que as marcas precisam estar

alinhadas com temas como empoderamento

feminino. Já Renata Brasil, Superintendente

de Marketing do Bradesco, vê a

criatividade como essencial. “Hoje ela passa

por inovação e o Cannes Lions é importante

para os anunciantes estarem presentes

porque traz as discussões sobre o momento

de transformação no qual vivemos. A

criatividade combina com inovação”, observou

Renata. “O festival, que antes sempre

premiava a criação, premia agora o impacto

que essa criação tem”, afirmou José

Saad, Diretor de Conteúdo da GoAd Media.

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Cannes não só tocou na questão de gênero, mas

mostrou o quanto a indústria precisa se transformar

para refletir a diversidade de forma ampla. Para o publicitário

Eduardo Camargo, CEO da agência Mutato,

isso só será possível quando as agências e

as empresas mudarem por dentro, diversificando

seus quadros. “A nossa indústria é

feita por homem branco e hétero. Precisa

ser feito um esforço de compensação tanto

de empresas quanto das marcas, de fornecedores

do mercado, forçar a mão, sim,

para ter mais diversidade”, disse o sócio da

Mutato. “Só assim as campanhas vão passar

mensagens genuínas para públicos diversos

e minorias. E isso não é mera questão

de ser politicamente correto, é business.

Dois terços dos consumidores tomaram

decisão de compra por causa do posicionamento

explícito da marca”, prosseguiu

Camargo, citando uma pesquisa do World

Economic Forum.

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