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Revista Curinga Edição 06

Revista Laboratorial do Curso de Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto.

estádios foi a

estádios foi a redução da capacidade de torcedores no Maracanã. Construído para a primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, em 1950, com capacidade oficial de 155 mil pessoas, o estádio do Maracanã era conhecido como o “Maior do Mundo”. Consagrou uma divisão setorial que já era encontrada nos principais estádios: Geral, arquibancada, cadeiras numeradas, camarotes e tribuna de Honra, esta última reservada para autoridades e personalidades. Se por um lado este desenho era uma representação da segregação econômica, social e política do país, por outro, garantia a participação de todos na plateia do mesmo espetáculo. Na partida final da Copa de 1950, registros dão conta de que cerca de 203 mil brasileiros estavam no Maracanã e viram o Brasil ser derrotado pelos uruguaios. A divisão também garantia a participação de torcedores de classes baixas e médias. Somadas, arquibancadas e geral acomodavam 80% do público. Mas o futebol de Garrincha já não é o mesmo de acordo com o pesquisador. O que se tem visto na preparação desses Megaeventos também atinge imposições culturais. O processo de privatização dos estádios e as recomendações da Fifa reduziram ou extinguiram lugares populares nos estádios, ampliando camarotes e lugares marcados. A Fifa também impôs padrões de comportamento aos torcedores, o que muda toda a cultura de alegria e participação da torcida brasileira. Exemplos disso são: plateia sentada, proibição das baterias percussivas e dos bandeirões aos quais a torcida está acostumada. Para Marco Túlio Viana, as consequências são inestimáveis, imensuráveis e de difícil reparação. “A cultura, os costumes, a criatividade e a forma de se organizar e manifestar dos torcedores brasileiros estão sendo violentamente impactados e transformados”, diagnostica o pesquisador foto: Ana Malaco 42

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