Revista Carta Premium - 5a Edicao

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Quinta edição da revista Carta Premium traz reportagens exclusivas sobre gins premium nacionais, lista de espumantes premiados, mais de 100 opções de receitas de drinques e coquetéis com cachaça, lançamentos de destilados e de cervejas

Gran Première

As Premiadas no

Mondial de La Biére Rio 2017

Considerado um dos principais e maiores

eventos cervejeiros mundiais, no

qual, além de tendências, são destaques

os lançamentos diferenciados do

setor, muitos já com vistas ao verão, o

Mondial de La Bière é um festival que

nasceu originalmente no Canadá, em

Montreal, e há alguns anos mantém

excelentes edições regionais em Paris,

na França, e no Rio de Janeiro.

Paralelamente ao festival, ocorre o Concurso

MBeer Contest Brazil, com um

seleto time nacional e internacional de

jurados. No MBeer Contest, diferentemente

de outros concursos, a avaliação

não segue nenhum guia de estilo. As

bebidas são avaliadas por sua qualidade.

E nesse foram 384 amostras concorrentes,

resultando em 12 medalhas

de Ouro e duas de Platina.

Conheça a seguir a lista completa de

vencedores medalhistas da edição

2017 do MBeer Contest Brazil do Mondial

de La Bière Rio

Medalhistas de Platina

– Colorado Guanabara Wood Aged, da

Cervejaria Colorado: é a mesma que

Ithaca Oak Aged, versão exportação.

Feita com malte, lúpulo e rapadura

queimada, tem elevada longevidade e

evolução de sabores com o tempo. Harmoniza

com carnes de caça, queijos

duros bem maturados, presunto cru e

sobremesas caramelizadas, como crème

brûlée e pudim de leite.

– Noi Passione, da Cervejaria Noi: uma

quadrupel envelhecida em barril de conhaque,

colaborativa com a Cervejaria

Tupiniquim. Apresenta 13% de teor alcoólico.

A Noi foi a cervejaria mais premiada

no evento.

Medalhistas de Ouro

– Tranquilona, da Gaspar Family Brew:

essa schwarzbier com coco queimado,

é escura, com baixos amargor (26

IBUs) e teor alcoólicos (4,8%). Apresenta

notas de malte torrado, aroma

de café, e tem um final seco. As notas

frutadas do coco queimado ajudam a

cerveja a remeter a sobremesas, como

o “Prestígio”.

– Quebra-Cabeça I, da Cervejaria 3Cariocas:

imperial stout com morango,

cacau, lactose e baunilha, tem teor alcoólico

de 12%. O IBU é de 50.

– Cerveja 1848, da Antuérpia: essa

vienna lager foi produzida a partir

de uma parceria entre as cervejarias

Antuérpia (MG) e Motim (RJ).

Apresenta teor alcoólico de 5,4% e

IBUs de 24. traz aromas tostados

com notas de pão e caramelo. Traz

a complexidade do malte caramelizado,

notas de dulçor e lúpulo, e

seu final levemente seco. Ela harmoniza

com comida alemã, feijoada

e carne ensopada.

– Catharina Sour Bergamota, da Lohn

Bier: com apenas 3,4% de álcool, essa

cerveja é muito refrescante e combina

bem com com saladas, frutos do mar,

massas em geral e carnes preparadas

com óleo. Tem também apenas 5 IBU.

Possui corpo médio, lúpulos em níveis

imperceptíveis e formação de espuma

média. Por ser extremamente frisante,

pode substituir outras bebidas em

uma celebração.

– #1Ano, da Farra Bier: essa speacilty

wood-aged smoked oatmeal stout foi

produzida especialmente para comemorar

o primeiro ano de existência da

cervejaria. A base da receita é o tradicional

rótulo da empresa Black Jack

que foi faturada por três meses com

chips de carvalho americano embebidos

em conhaque francês. Tem amargor

médio da torra do malte, corpo médio

e final com aquecimento alcoólico.

O teor alcoólico é de 7.6%.

– Bárbara, da Noi: a Carta Premium foi

uma das primeiras a destacar esse excepcional

rótulo da cervejaria. Veja detalhes

em reportagem no Portal www.

revistacartapremium.com.br .

– Hair of the Bode, american barleywine

da Bodebrown: cerveja de

guarda, do tipo Barley Wine, inspirada

na cervejaria norte americana

Hair of the Dog. Traz a receita receita

foi elaborada pelo cervejeiro e fundador

da Hair of the Dog, Alan Sprints,

e produzida de forma colaborativa

com Bodebrown. A cerveja tem potencial

de guarda para os Suburbanapróximos

20 anos.

– Lado B, da Suburbana: essa berliner

weisse com adição de seriguela tem

acidez bem leve. A combinação é por

demais interessantes, com um dulçor

residual muito agradável. Apenas 4,4%

de teor alcoólico.

– Cioccolato Barile, também da Noi:

essa imperial stout, envelhecida por 7

meses em barricas de carvalho francês,

possui adição de nibs de cacau,

lúpulos ingleses e um mix de maltes

especiais, dando ao rótulo o aroma e

o sabor de chocolate. Apresenta toques

de baunilha, frutas, sementes secas e

amadeirado de carvalho.

– Reserva do Proprietário da Backer:

uma old ale extremamente complexa

devido à maturação de 15 meses em

barris de carvalho de primeiro uso.

Acompanha perfeitamente carnes saborosas

e marcantes como as de Angus,

Cordeiro, Faisão, Perdiz, entre outras.

Teor alcoólico de 10,5%.

– Sour Ale, da Roter: de corpo médio-

-baixo, coloração escura, boa formação

de espuma e com aroma que remete

aos morangos usados em sua

maturação, no paladar apresenta

também os caramelos da sua boa base

maltada, porém com final seco e breve.

Refrescante, tem teor alcoolico de

7,5% e IBU de 9.

– Carvoeira, da Lohn Bier: essa imperial

stout, com teor alcoólico de 9,5%,

provém de uma parceria inédita entre

a Lohn Bier e Random/Drei Adler.

Traz a combinação entre lúpulo

inglês, grãos brasileiros e sabores

exóticos. Densa, é complexa, com notas

amadeiradas e aroma de baunilha.

Também está disponível em uma

versão wood aged. Acompanha muito

bem sobremesas à base de chocolate,

banana, ou até crème brûlée.

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