Revista Carta Premium - 5a Edicao

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Quinta edição da revista Carta Premium traz reportagens exclusivas sobre gins premium nacionais, lista de espumantes premiados, mais de 100 opções de receitas de drinques e coquetéis com cachaça, lançamentos de destilados e de cervejas

Voilà

“Nordestina”

Por bartender Kascão Oliveira

Ingredientes:

• 40 ml de cachaça Ibituruna Prata

• 20 ml de suco de caju

• 20 ml de suco de limão

• 30 ml de xarope de açúcar

Preparo: bater tudo na coquetelaria e passar para um copo “in

the rock” com 3 pedras de gelo. Decorar com duas lâminas de

caju e uma de limão.

Sobre a Cachaça Ibituruna

Nossos diferenciais: produção

artesanal, tradição familiar,

produção limitada e prezar

pela qualidade. Por volta de

1928, vindo de Cataguazes

(MG), Norberto Luiz de Almeida

Filho comprou a extensão

de terra hoje conhecida como

Fazenda Itatinga. Lá, a produção

de cachaça se iniciou

com o engenho movido à força

animal (tocado por bois) por

volta de 1938. Depois, passou-se

a usar a roda d’água,

presente no local até os dias

de hoje, Posteriormente, nos

anos 1980, o engenho passou

a ser movido a eletricidade.

Em 1946 a cachaça passou a

ser rotulada como “Cachaça

Tinga”. Nessa época, os rótulos

ainda eram colados com

grude de goma de mandioca, e

as garrafas eram vedadas com

rolhas de cortiça. Em 1956, foi

oficializada, na Junta Comercial,

a “Indústria de Aguar-

dente Tinga”. Nessa data, Nilo Luiz de

Almeida, filho de Norberto, passa a trabalhar

com o pai. Foi Nilo que, buscando novos

horizontes para o negócio, introduziu

ideias para a construção de uma marca,

regularizando as documentações junto ao

governo e criando rótulos. Em meados de

1978, muda-se o nome da empresa para

“Indústria de Aguardente Itatinga”, e Expedito

Ferreira assume a administração

do alambique, mantendo toda a tradição

da produção aprendida com seu pai, Nilo.

Em 2004, Expedito convida seu filho Tulio

Almeida para dar continuidade à tradição

familiar e Tulio registra as marcas

Tinga e Ibituruna no INPI. A produção de

cachaça permanece artesanal assim como

era desde o início, apenas se adequando

às normas exigidas pelo Ministério da

Agricultura brasileiro. Além de receber

vários prêmios, em 2016 recebeu Moção

de Congratulações da Câmara de Vereadores

de Governador Valadares, Minas

Gerais, e também o troféu “Arte Opinião”

como Empresário do Ano. Assim, ainda

hoje a Cachaça Ibituruna é produzida de

forma artesanal, sendo o Alambique da

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