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10 Cidade Foz do Iguaçu, terça-feira, 23 de janeiro de 2018 INOVAÇÃO Idgar Dias Junior Bom dia, leitor! 'Carpe diem!' - Hoje, terça-feira, dia 23 de janeiro, é comemorado o 'Dia Internacional da Medicina Integrativa'; - Estamos na 'Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo'. Mega-Sena sob suspeita Deu no blog do Claudio Humberto, Diário do Poder: 'Aumentaram as suspeitas envolvendo os sorteios da Mega-Sena. É que um levantamento indica que 80% dos sorteios de 2017 não tiveram ganhador. Dos 110 concursos no ano passado, apenas 22 tiveram acertadores (nas seis dezenas). A maioria dos prêmios sai após cinco acúmulos, em média. Em 2018, o primeiro pagamento saiu apenas no quarto sorteio. Mega-Sena sob suspeita (2) 'Ao todo, foram 43 apostas vencedoras da Mega-Sena durante todo o ano passado, 17 só na Mega-Sena da Virada, na qual houve três apostas vencedoras na mesma lotérica. A Caixa jura que o problema foi a 'validação' de um mesmo bilhete três vezes. Cerca de 10% do prêmio não são pagos nos sorteios de forma alguma e acumula até cinco vezes antes de ser pago em concursos específicos'. Este filme já passou; e eu vi! As últimas notícias envolvendo o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica Federal está fazendo aflorar um semnúmero de verdades acerca de conchavos, acordos e nomeações no banco estatal que até então eram de conhecimento restrito dos interessados e de muitos que estão a par das negociatas, mas que preferiram fazer vistas grossas e permanecer em silêncio. Foi como no escândalo do 'Mensalão', não é? Brasília inteira sabia, mas ninguém ousava falar a respeito até que um empresário achacado gravou um funcionário dos Correios botando a mão na cumbuca - literalmente - para tudo vir à tona. Este filme já passou; e eu vi! (2) O caso é gravíssimo e vem de muito tempo. No final de semana, o jornalista Elio Gaspari escreveu a respeito em O Globo: 'Desde o dia em que Michel Temer entrou no Planalto seu governo preserva, em relação à faxina da Lava Jato, uma relação de neutralidade-contra. O Planalto sabia o que estava fazendo quando se recusou a atender ao pedido do Ministério Público para agastar quatro diretores da Caixa. Teve que recuar, anunciou um afastamento por 15 dias, recuou de novo e cedeu. Dois ex-diretores da Caixa e ex-ministros de Dilma Rousseff (Moreira Franco e Geddel Vieira Lima) foram para a equipe de Temer. Um (Geddel) está na cadeia, junto com o ex-colega Henrique Alves. Moreira está debaixo da marquise do foro privilegiado'. Este filme já passou; e eu vi! (3) O artigo de Gaspari explica bem o que está acontecendo na Caixa: 'A Caixa está para o governo de Temer e para o MDB, assim como a Petrobras esteve para os de Dilma e Lula. Em 2015, um (dos diretores do banco) deles, Roberto Derziê, foi a espoleta do rompimento de Temer e Dilma. Quando o vice-presidente foi para a Secretaria de Relações Internacionais, levou-o, tirando-o de uma diretoria da Caixa. Meses depois, quando previsivelmente deixou o cargo, tentou recolocá-lo no lugar de onde o tirara. Numa atitude humilhante, o comissariado barrouo. Deu no que deu'. E agora aparece o caso da Mega-Sena. Que fase! E viva a terça-feira, leitor! Boa jornada. Nada de desanimar, ok? Sorte e saúde sempre a todos! Áreas rurais de Foz serão as primeiras do país a se beneficiar com o programa Internet para Todos Anúncio foi feito pelo ministro Gilberto Kassab, na última sexta-feira, em Curitiba AMN com assessoria MCTIC Reportagem Ministro Kassab no lançamento, no Paraná, do programa Internet para Todos Foz do Iguaçu será o primeiro município do país a receber o programa Internet para Todos, do governo federal. O anúncio foi feito na última sexta-feira (19), em Curitiba, pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. Em encontro com prefeitos do Paraná, o ministro apresentou a iniciativa e antecipou que outras 80 cidades do estado devem ser contempladas com o programa em 2018. "O Internet para Todos é uma iniciativa extraordinária, que vai beneficiar milhões de brasileiros. A implantação é rápida, imediata e já na primeira etapa vai contemplar 80 municípios do Paraná. Nós assumimos esse compromisso, e o município de Foz do Iguaçu será um dos primeiros a ser beneficiado", destacou o ministro. O programa tem o objetivo de conectar milhares de localidades em todo o país sem acesso à rede. Para isso usará a capacidade do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), lançado em maio de 2017. De acordo com o prefeito Chico Brasileiro, as áreas rurais serão as primeiras beneficiadas nesta primeira fase, já que estão entre os pontos com maior dificuldade de conexão. São elas: Arroio Dourado, Aparecidinha, Alto da Boa Vista, Sangafunda, Remanso Grande, Mata Verde, Vasco da Gama e Lote Grande. Por meio de convênios com os ministérios da Defesa, da Educação e da Saúde, a conexão do equipamento também será usada para monitoramento de fronteiras e conexão de escolas públicas, postos de saúde e hospitais. "Foz foi escolhida tendo em vista sua importância geográfica. Além de contribuir com o controle das fronteiras, o convênio vai facilitar o acesso do cidadão aos serviços públicos por meio dos aplicativos", comentou o prefeito. Ele lembra que o acesso à internet é fundamental para o cidadão e pode ainda contribuir com o turismo rural da cidade. "Regiões como o Alto da Boa Vista e Aparecidinha estão entre os pontos deficitários e que devem receber o programa até o mês de abril", disse. Para o presidente da Associação de Municípios Paranaenses, Marcel Henrique Micheletto, o Internet para Todos representa modernização. "O governo federal vem trazer para nós hoje essa inovação. O Internet para Todos beneficiará os pontos críticos, onde não há conectividade. É algo que vem pra inovar, fazer a gestão pública ser mais rápida, transparente e melhorar a qualidade de vida da população", disse. Credenciamento Nas próximas semanas, os municípios poderão credenciar-se para participar do programa. Para isso, os prefeitos deverão encaminhar um ofício ao MCTIC solicitando a adesão à iniciativa, com um telefone e e-mail para contato. Foz já enviou o documento de adesão e aguarda os procedimentos de formalização do convênio. Esse termo também define as obrigações do município, como a garantia da infraestrutura básica para a instalação dos equipamentos de conexão e a aprovação pelas câmaras municipais da dispensa da cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS).

Foz do Iguaçu, terça-feira, 23 de janeiro de 2018 ATRASO Geral 11 Estado não envia recurso, e reforma da UBS da Vila Yolanda segue no papel Caso o repasse não seja liberado, prefeitura avalia tocar a obra com dinheiro próprio Bruno Soares Reportagem A ampla reforma de toda a estrutura física que comporta a Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Yolanda, o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e a sede do Conselho Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu (Comus) segue no papel. Anunciado pela prefeitura no final do ano passado, o início das obras de revitalização do prédio era esperado para o final de janeiro. De acordo com o vice-prefeito Nilton Bobato (PCdoB), a falta do repasse previsto para ser enviado ao município pela Casa Civil do estado é a razão da demora. "Aguardamos a confirmação do repasse para darmos início ao processo de licitação que irá executar o serviço. Até o momento, o dinheiro não chegou. Iremos esperar por mais 15 dias. Caso não chegue, tocaremos o empreendimento com recursos próprios. A população não pode mais ser atendida com a infraestrutura deteriorada em que se encontra o equipamento atualmente", avaliou Bobato em entrevista ao jornal Gazeta Diário. O vice-prefeito pontuou que a Secretaria Municipal de Saúde está concentrada no momento em concluir o planejamento para atender os usuári- Reforma do prédio poderá ser tocada com recursos próprios da prefeitura os durante o período em que as obras ocorrerem. "Estudamos as possibilidades que irão atender da melhor forma a população. Uma delas é transferirmos a demanda para o posto da Vila Maracanã. A outra seria alugarmos um imóvel próximo. Estudamos o que será o melhor caminho e em breve comunicaremos a conclusão", completou. Em dezembro passado, o Comus aprovou o memorial descritivo para a reforma de todo imóvel. Na oportunidade foi analisada toda a planilha de custos do projeto, que prevê melhorias em todo o prédio. Estão contempladas reformas nas áreas de elétrica, engenharia e hidráulica, e demais necessidades. Segundo informações da prefeitura, o prédio, construído em 1988, não recebe manutenção desde 2008. A articulação para que a Casa Civil se comprometesse inicialmente em enviar recursos para a reforma do espaço partiu de visitas da vereadora Nanci Rafain (PDT) ao chefe de gabinete da pasta, Valdir Rossoni. Procurada, a parlamentar comentou a situação e adiantou que irá reunir-se nesta semana com Rossoni para cobrar respostas sobre o não envio do dinheiro anunciado. "Estivemos em Curitiba algumas vezes para sensibilizar o Governo do Paraná sobre a realidade do atendimento feito no local. Estas reformas são urgentes, e o chefe da Casa Civil compreendeu isso ao destacar R$ 800 mil para esta demanda. Nesta semana entrarei em contato com ele para saber o motivo do atraso. Acredito que seja algo burocrático, já que ele se empenhou em nos atender e tem demonstrado credibilidade com os compromissos assumidos. Acredito que em breve este recurso caia na conta da prefeitura", afirmou Nanci Rafain. Realidade no Caps AD Além das dificuldades aos usuários da UBS, quem depende de atendimento do Caps AD também sofre a consequência da deterioração física de todo prédio. Voltado especificamente para dependentes químicos de álcool e outras drogas, a realidade do equipamento é de abandono. Com a maior parte das salas fechadas, a quadra de esportes do local está ocupada por mato e sem manutenção, e o cheiro de mofo no corredor evidenciava o desuso do ambiente. Segundo o Ministério da Saúde, os Caps "possuem caráter aberto e comunitário, dotados de equipes multiprofissionais e transdisciplinares, para realizar atendimento a usuários com transtornos mentais graves e persistentes, a pessoas com sofrimento e/ou transtornos mentais em geral sem excluir aqueles decorrentes do uso de crack álcool ou outras drogas". Até o momento, não é esta a realidade do Caps AD em Foz do Iguaçu.

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