Views
3 months ago

Revista Digital Copiosa Redenção Fevereiro

Em comunhão com a Igreja no Brasil e o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, nos propomos a refletir sobre a realidade da violência no contexto da drogadição.

ECSTASY: também chamada

ECSTASY: também chamada popularmente de “bala”, por ter o formato de um comprimido colorido que parece uma balinha. É composto pela 3,4-metilenodioximetanfetamina, o MDMA, misturada a outras substâncias como anfetaminas. É a droga associada a baladas e raves. Droga poderosamente estimulante, cuja dependência pode levar a sérios problemas cardíacos e morte a curto prazo. MDMA: conhecido como o “novo ecstasy”, o MDMA é uma droga potente, em que um grama rende até sete doses, e seus efeitos são parecidos com o do ecstasy tradicional, já que é uma das substâncias alucinógenas que o compõem o ecstasy. E assim como neste, a anfetamina também faz parte da composição do MDMA. ÁLCOOL: droga lícita, de fácil acesso inclusive por parte de adolescentes, embora nossa legislação proíba a sua comercialização entre menores de 18 anos. Presente em bebidas destiladas (vodcas, uísques, cachaça etc.) e em bebidas fermentadas (vinhos e cerveja). Altamente depressora do sistema nervoso central, causa alterações na percepção, no equilíbrio, na coordenação motora. É uma das principais responsáveis pelos acidentes de trânsito com vítimas fatais no Brasil (em 2017, aumento de 23,9% na quantidade de óbitos em relação a 2016). Das substâncias citadas acima, merece especial atenção o álcool, pois, sendo uma droga licita, o acesso é extremamente fácil, inclusive, como dito acima, por parte de adolescentes. Outro fator que eleva o seu consumo são as propagandas que associam o seu uso à liberdade, quase sempre exibindo grupos extremamente felizes e grande sucesso nos flertes e paqueras, sem mencionar a exploração do feminino na quase totalidade das ferramentas publicitárias. Enfim, beber se torna algo muito atraente, pois é altamente associado ao prazer ilimitado. Para viver um carnaval mais divertido, será realmente necessário recorrer aos “estímulos” acima descritos? De que maneira poderemos criar momentos prazerosos que não passarão no momento em que também passarem o efeito de alguns tragos e/ou doses? Como falar abertamente sobre o tema em nossas casas, alertando os nossos filhos e netos, parentes e conhecidos? É importantíssimo orientá-los a respeito do cuidado necessário ao frequentar lugares com grande aglomeração de pessoas, como trios elétricos, sambódromos, clubes e danceterias. Especialmente no carnaval, onde tudo não somente parece permitido, mas também conveniente, vale a pena recordar uma das primeiras regras da nossa infância, de não aceitar bebidas ou alimentos de pessoas desconhecidas. Àqueles que decidirem beber um pouco mais, recordar que é necessário se alimentar bem e beber muita água para manter a hidratação do corpo, além, é claro, de evitar dirigir. Aos pais que possuem filhos adolescentes, o feriado prolongado pode ser uma ótima oportunidade para encontrar atividades que sejam prazerosas para toda a família, evitando assim o acesso a lugares ou diversões inapropriadas. Por fim, muito mais do que o famoso discurso “pode ou não pode”, informação e conhecimento constituem poderosas ferramentas de prevenção. Afinal, como diz o bom e velho ditado: prevenir é melhor do que remediar. Fontes: Casos de violência sexual aumentam 88% no Carnaval, diz programa do governo. Prazeres, Leandro. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/03/03/casos-de-violencia-sexual-aumentam-88-nocarnaval-diz-o-governo-federal.htm. Acesso em 02/01/2018. No carnaval, a cada quatro minutos uma mulher foi agredida no Rio - Dados da PM abrangem apenas aquelas que pediram socorro por telefone. Bottari Elenice. Disponível em https://oglobo.globo.com/rio/no-carnaval-cada-quatrominutos-uma-mulher-foi-agredida-no-rio-20999512. Acesso em 02/01/2018 Os números que mostram o tamanho do carnaval de 2017. Bretas, Valeria. Disponível em https://exame.abril.com.br/ brasil/os-numeros-que-mostram-o-tamanho-do-carnaval-2017/. Acesso em 08/01/2018 Número de testes positivos para HIV no carnaval do Recife é o triplo da média nacional. Savio, Gabriel. Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/02/28/interna_vidaurbana,691517/ balanco-parcial-da-prefeitura-do-recife-mostra-que-numero-de-testes-po.shtml Acesso em 08/01/2018. O perigo das drogas no Carnaval. Disponível em http://www.virgula.com.br/comportamento/o-perigo-das-drogasno-carnaval/ Acesso em 02/01/2018. Operação Rodovida – Balanço de Carnaval. Disponível em: https://www.prf.gov.br/portal/noticias/nacionais/ operacao-rodovida-balanco-de-carnaval. Acesso em 08/01/2018. Ir. Danila Diana de Souza ir.danila@hotmail.com 8 Revista COPIOSA REDENÇÃO Fevereiro 2018

CLIQUE AQUI

campanha da fraternidade 2013 - Curia Diocesana
campanha da fraternidade 2012 - Paróquia Bom Jesus dos Migrantes