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Untitled - Ordem de Cristo

Maria, mãe

Maria, mãe de Deus, mãe muito piedosa, cheia de glória, santa mãe de Deus, mãe sempre virgem e preciosa, oh Maria, salvação dos enfermos, consoladora daqueles que esperam em vós, triunfadora do mal e refúgio dos pecadores arrependidos, aconselhai-nos, defendei-nos.» Nossa Senhora, cujo culto não está difundido antes da época do nascimento da Ordem, parece sempre presente no pensamento dos Templários. Refiramos, de passagem, que as oito catedrais de Nossa Senhora do Norte de França estão implantadas de modo a desenharem no solo a constelação da Virgem, mas invertida, como se a terra fosse o espelho do céu. Nesse esquema, um dos santuários não é uma catedral, no verdadeiro sentido do termo: trata-se de Notre-Dame de I'Épine, cujo nome parece ser uma assinatura templária. Sem ela, a constelação não estaria representada integralmente e não há dúvida que apenas foi construída com essa finalidade, dado que foi edificada em pleno campo, a leste de Châlons-sur- Marne. Quanto a Estêvão, Jacques de Voragine diz-nos que o seu nome significa coroa, em grego. As catedrais de Santo Estêvão podem, por esse fato, ser consideradas como referências simbólicas à coroação da Virgem. Os filhos de Salomão Referimos as organizações dos mesteirais que trabalhavam na dependência do Templo e participavam na construção das catedrais de outras igrejas iniciáticas. Em Paris, habitavam geralmente no «asilo do Templo», perto de Saint-Gervais-Saint-Protais, e tinham o hábito de se reunir sob o olmo, que se encontra no local. Transformados, depois, nos «companheiros do dever de liberdade» haviam adoptado, na época, o nome de «filhos de Salomão». Filiados na Ordem do Templo, beneficiavam dos mesmos privilégios que ela. Isso permitia aos Templários atraírem facilmente os operários e seleccionarem os melhores. Amiúde, gravavam à sua passagem as três letras I. S. V., que significavam Ici Salomon Veille (Aqui Vela Salomão). Segundo as lendas que faziam parte do seu ensino, Salomão escolhera trinta mil homens, dívididos em três grupos iguais, para construir o Templo. Cada companhia trabalhava um mês e, depois, voltava, durante dois meses, ao seu país: o Líbano. Ademais, Salomão contratara setenta mil serventes de pedreiro para o transporte das pedras que oitenta mil homens extraíam das montanhas. Toda essa gente era enquadrada por três mil e trezentos contramestres que dependiam todos do arquitecto Hiram. Salomão exigiu que as fundações e as paredes do Templo fossem feitas com pedras ciclópicas de grande valor. Os pedreiros talharam-nas enquanto os homens de Giblos preparavam as madeiras e as pedras para construir a Casa do Senhor. Mas era difícil obrigar a trabalhar tantos homens. Alguns pensavam mais nos seus salários do que no trabalho a efectuar. Hiram quis pô-los em boa ordem. A fim de impedir os abusos, foi dada uma senha àqueles que trabalhavam, para poderem receber o seu salário. Aqueles cujo trabalho tinha mais qualidade do que o dos outros eram interrogados por Hiram e, em seguida, conduzidos a um subterrâneo do Templo onde lhes eram transmitidos novos conhecimentos, no decurso de uma cerimónia de iniciação, e recebiam uma nova senha. Três aprendizes, Holem (ou Hopem), Sterkin (ou Skelem) e Hoterfut, furiosos por Hiram lhes ter negado a iniciação, quiseram que lhes contasse, pela força, a senha. Um dia, armaram uma cilada a Hiram à saída do Templo. Holem esperou-o à porta do sul, armado com um maço, Sterkin, na porta ocidental, com uma régua, e Hortefut, a oriente, com uma alavanca. Hiram saiu pelo oeste. Recusou-se a ceder e Sterkin bateu-lhe no ombro com a régua. Fugiu e encontrou Holem na porta do sul. Atingido pela segunda vez e cambaleante, correu para o oriente onde foi morto por Hoterfut. Os assassinos escavaram três fossos. No primeiro, colocaram o corpo de Hiram; o segundo recebeu as suas vestimentas e o terceiro a sua bengala: um junco marinho que trazia sempre consigo. Nove companheiros procuraram Hiram. Foram atraídos por um vapor que os levou até ao local onde crescera um ramo de acácia. Aí, encontraram o cadáver de Hiram. Salomão mandou alterar a senha e pediu aos companheiros que cortassem a barba e os cabelos, que envergassem aventais brancos, em sinal de luto, e luvas brancas para evidenciar que estavam inocentes do assassínio. Construiu-se um túmulo de bronze para Hiram, com uma inscrição sobre um triângulo de ouro: A. L G. D. P. G. A. D. L U. (À La Gloire Du Plus Grand Architecte De L'Univers) (À glória do maior arquitecto do universo). Nele foi colocada uma medalha com o nome de Jeová. Num terceiro triângulo gravaram S. U. G. e, nas orlas do túmulo, inscreveram: Noria, Sterkin, Hiram e Mac Benac. O local do túmulo foi chamado Champ des Cros ou campo das lágrimas. Os assassinos foram procurados. Holem foi entregue por Pérignan e cortaram-lhe a cabeça. Sterkin e Hoterfut tinham encontrado asilo junto do rei dos Gepts. Quinze companheiros perseguiram-nos. Esconderam-se na estrada de Bendicar mas foram encontrados, presos e trazidos de volta a Jerusalém, cobertos de cadeias. Foram atados a dois cepos pelos pés e pelo pescoço, com as mãos atadas atrás das costas, os seus corpos foram abertos e, com uma crueldade total, deixaram-nos assim ao sol, à mercê das picadelas dos insectos. Nessa noite, Salomão mandou que lhes cortassem a cabeça. As cabeças foram expostas e o resto foi dado de pasto às feras.

101 Mais cabeças cortadas. O facto de, quando da consagração dos templos antigos, se sacrificarem cabeças cortadas num ritual, dá que pensar. Assim, Tarquínio, o Soberbo, sétimo rei de Roma, mandou edificar um templo à glória de Júpiter. Quando se realizavam as fundações, foi encontrada uma cabeça humana cortada e ainda a sangrar. A construção prosseguiu e foilhe dado o nome de Capitólio, de caput, cabeça. E não é sobre Cefas, o crânio, nome de Pedro, que está construída a Igreja? «Pedro, tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja.» Todavia, os segredos de construção detidos pelos «Filhos de Salomão» provêm também de uma história bem estranha, a de uma raça maldita protegida pelos Templários. OS TEMPLÁRIOS E O SEGREDO DA RAÇA MALDITA Os cagots: um povo de párias Cagots: Nome dado outrora, nos Pireneus, aos miseráveis e talvez leprosos. (N. do T.) O segredo dos construtores da Ordem do Templo está ligado a um povo misterioso demasiado ignorado pelos historiadores: os cagots. O essencial do que sabemos sobre eles provém de investigações realizadas no País Basco e no Béam, mas veremos que também se implantaram noutras regiões. Nas regiões pirenaicas que, no entanto, quase não conheceram os preconceitos raciais, que acolheram fraternalmente judeus e sarracenos, os cagots foram tratados como um povo maldito, sem que saibamos muito bem porquê. Para além de um texto de 1288 que a eles alude, só muito mais tarde os escritos começaram a relatar claramente as perseguições de que foram alvo. Até então, não parece que tenham tido problemas com as populações autóctones, embora todas as lendas referentes a eles tendam a mostrar que a sua chegada à região era mais antiga. Sofreram uma segregação extremamente estrita que era acompanhada, por parte das populações, de medo, de repugnância e de desprezo. Não tinham o direito de conviver com pessoas que não fossem da sua raça. Eram confinados a cabanas isoladas, afastadas das aldeias. Foi assim que foram fundados inúmeros bairros afastados, nesse tempo, do coração da cidade. Conhecemos os exemplos do bairro de Mitchélénia, separado de Saint-Étienne-de-Ba@igorry pela Nive des Aldudes, de Ispour, separado de Saint-Jean-Pied-de-Port pelo vale do Lauribar, do bairro da Madalena, perto de Saint-Jean-le-Vieux. Poderíamos citar muitos outros. Os cagots não deviam, em caso algum, misturar-se com o resto da população e o horror que inspiravam era tal que nem sequer na igreja era admitida a sua presença, eram isolados. Estava-lhes reservada uma entrada especial que não era utilizada por mais ninguém, bem como uma pia de água benta, para que ninguém tocasse na água onde haviam mergulhado os dedos. Ainda podemos ver essas pias de água benta reservadas nas igrejas de Ciboure, de Juxue, de Arberats, de Libourne e de Saint-Bernard-de-Comminges. Também estavam proibidos de beijar a cruz e o padre estendia-lhes a hóstia na ponta de um pau. Mesmo mortos, eram alvo de uma segregação. Não podiam repousar em terra abençoada e eram enterrados nos fossos ou à beira-mar. Estavam-lhes vedadas inúmeras profissões, em especial as relacionadas com a alimentação. Embora tenham tido o direito de possuírem terras, não podiam praticar a agricultura nem a criação de gado. Se o tivessem feito, ninguém aceitaria consumir os seus produtos. Em contrapartida, alguns ofícios serviam-lhes mais ou menos como uma espécie de empregos reservados e em especial os de carpinteiro, de fiação de cânhamo e tecelagem e, mais marginalmente, de serrador de pranchas, marceneiro ou serralheiro. Tinham fama de ser muito hábeis nessas artes mas não tinham mais direitos por isso. Quando um mestre carpinteiro de Moumour julgou, em 1471, poder viver como toda a gente sob pretexto de haver prestado serviços importantes ao bispo de Oloron, apressaramse a pô-lo de novo no seu lugar. As autoridades consulares lembraram-lhe rudemente que não podia exercer qualquer actividade relacionada com o amanho da terra, nem possuir gado, nem sequer entrar num moinho por medo que conspurcasse a farinha, nem ir ao lavadouro, nem beber na fonte, nem andar descalço, «sob pena de ser responsável pela infecção, os danos, a desonra e a vergonha que poderiam derivar daí para os habitantes de Moumour». Se tivesse ignorado estes conselhos amigos, poderia muito bem ter perdido a vida. Os cagots não só eram isolados como, a fim de melhor proteger a população, decidiram torná-los reconhecíveis ao longe, obrigando-os a ostentar um sinal distintivo: uma pata de ganso em tecido vermelho cosida no ombro. Aparentemente, apenas tinham direitos cívicos muito reduzidos e quando, num processo, bastava o testemunho de um só homem, eram necessários sete cagots para as suas declarações serem tomadas em consideração. Facto muito curioso, eram tomados a cargo pela Igreja e, quando dos recenseamentos, eram agrupados por circunscrições religiosas e não por bailiados laicos. Compareciam regularmente à missa e eram considerados bons cristãos. De certo modo, a Igreja protegia-os garantindo-lhes o monopólio de determinados ofícios artesanais e isentando-os de determinadas taxas e impostos. Fosse como fosse, os cagots não tinham uma vida invejável e, por vezes, sentiram a tentação de reagir contra as regras que lhes eram impostas. De facto, o seu isolamento continuou a ser uma realidade até ao início deste século, tendo-se iniciado a integração no século XIX.

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