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Untitled - Ordem de Cristo

Os cagots, a lepra e o

Os cagots, a lepra e o sagrado Perante um tal mistério, foram elaboradas muitas hipóteses para explicar as origens da maldição. Afirmou-se que se tratava de descendentes de cátaros, o que não se mantém de pé mas podia ligá-los a uma heresia. Falou-se também numa ascendência sarracena, o que os ligaria ao Oriente. Alguns asseveraram que eram malditos desde que os seus antepassados tinham fabricado a cruz sobre a qual Jesus fora crucificado, o que podia aproximá-los, ao mesmo tempo, do Oriente e de uma heresia. No entanto, a explicação mais comummente aceite, a que legitimaria melhor os interditos de que eram alvos, é a lepra. Aliás, encontramos cagots em toda a parte - Béam, País Basco, Guiana, Poitou, Maine, Berry, Bretanha - sob nomes por vezes um pouco diferentes (Colliberts, Gahets, Capots, Chrétians, Gezitains, Caqueux, Cacous, Caffets, Cagous, Oiseliers, etc.), e o seu nome é mais ou menos associado à lepra. Esta doença explicaria a segregação de que os cagots eram alvo, porque foi uma verdadeira fonte de terror na Idade Média. Quanto aos diversos interditos e, em especial, alimentares, teriam sido motivados pelo risco de contágio. Até ao século XVI, encontramos diagnósticos de lepra verificados em cagots pelos médicos. Entre os testemunhos, figura o de Ambroise Paré. Algumas comunidades de cagots foram confundidas com leprosarias a ponto de, no século XIV, em Orthez, Morlaas, Oloron e Lescar, as ditas leprosarias terem o nome de «Espiteu des crestiaas», isto é, hospital dos cagots. Na verdade, se houve lepra entre eles, tratava-se sem dúvida de uma forma atenuada chamada «psoríase», anomalia dérmica que se não reveste de uma extrema gravidade. As pessoas atingidas por esse mal vêem as suas pele soltar-se em escamas, o que poderia explicar a denominação colliberts (cobras). Notemos, de passagem, que o termo «lepra» vem do grego «lépra», que se relaciona com «lépis» que significa «escama». Nos nossos campos, esta afecção dérmica era chamada «pata de ganso». Isso poderia explicar o sinal em forma de pata de ganso que eram obrigados a trazer. Aliás, Santa Enímia, que fora atingida pela lepra, tinha, segundo a lenda, pé de palmípede. Para além do risco de contágio, benigno no caso da psoríase, compreende-se muito bem a existência de interditos, porque os leprosos eram alvo de um verdadeiro tabu. Isolados da comunidade, eram uma espécie de mortos-vivos, a tal ponto que, na Idade Média, quando um caso de lepra era descoberto, antes de exilarem o infeliz numa leprosaria, mandavam-no estender num caixão e diziam a missa de defuntos sobre a sua cabeça e, em seguida, faziam a leitura dos interditos que, daí em diante, deveria respeitar: proibição de tocar nos objectos, excepto com a ajuda de um pau, de se aproximarem das fontes e até a obrigação de só falarem com outrem quando o vento não tivesse possibilidade de levar os miasmas ao interlocutor. O leproso e, consequentemente, o cagot (quer estivesse atingido por esse mal, quer considerassem que assim era, o que era suficiente) aparecia, portanto, como um iniciado que beneficiava de contactos especiais e privilegiados com o reino dos mortos. Já não pertencia ao mundo dos vivos. Perante este conjunto de crenças, compreendemos facilmente que Claude Gaignebet tenha podido escrever numa obra notável sobre o carnaval: Noutros termos, o medo de contágio, a que voltamos sempre a propósito dos leprosos, não é primordial. Limita-se a racionalizar um temor mais profundo de um contacto directo com seres cujo vínculo com o além se revestia de uma aura escondida. Este medo era reforçado pelo facto de haver certas profissões reservadas aos cagots, como a de cordoeiro. Nesse âmbito, trabalhavam o cânhamo, mas apareciam também como os fabricantes das cordas de enforcar. Ora, tudo o que se relacionava com os enforcados era alvo de um terror sagrado. O signo do ganso Temos de deter-nos uns instantes nessa pata de ganso vermelha que os cagots traziam cosida nas suas roupas. O abade Lecanu, na sua Histoire de Satan, via no ganso um símbolo gnóstico, o que lhe permitia transformar os cagots em heréticos. Entre os antigos, o ganso era uma imagem dos antepassados hiperbóreos que, todos os anos, faziam de novo a viagem em direcção às terras do norte. Ora, o jogo do ganso que todos conhecemos mas a que jogamos sem pensarmos muito naquilo que fazemos, é um antigo jogo sagrado cuja paternidade atribuímos a um grego, amigo dos Troianos, chamado Palamedes, isto é, «o palmípede». Sem entrarmos em pormenores, podemos notar, mesmo assim, que este jogo é menos anódino do que parece. A espiral do jogo comporta 63 casas (7 séries de 9). Esses dois algarismos são a chave do jogo: 7 é o número de portas a transpor antes de atingir a vida eterna. Quanto ao 9, é o número da realização do espírito e é por isso que é também o de Vénus. Notemos também que, nos mesteirais, chamavam «pata de ganso» à divisão do círculo em 9. É a cada 9 casas que encontramos um ganso na espiral do jogo.

103 Geralmente, encontram-se lá também várias figuras falantes: a hospedaria que acolhe o peregrino, a ponte símbolo de passagem, a prisão constituída pelos nossos desejos materiais, o labirinto que nos lembra Teseu e o Minotauro. Há também o poço: encontra-se a meio do percurso porque comunica com o interior da terra - ao mesmo tempo, a verdade pode brotar dele e conduz ao conhecimento, à divindade. O seu eixo prolonga-se de forma ideal para os céus tal como mergulha no seio da matéria. Aquele que cai nesta 58ª casa (5 + 8 = 13) deve regressar à partida e recomeçar todo o seu percurso. Assim, aquele que não soube «nascer em espírito» antes da sua morte deve reincarnar e recomeçar uma nova vida terrestre. Mas aquele que soube nascer no espírito passa por cima da morte que só está separada do objectivo final por cinco casas. 5 é o algarismo da realização e da plenitude humana caro aos Cátaros e aos pitagóricos. Evitemos considerar esses jogos como simples divertimento, dado que só nisso se tornou porque já não temos olhos para ver, nem ouvidos para escutar. O ganso conduz à morte, mas à morte vencida, à ressurreição espiritual. É um animal da água, da terra e do ar, que permite a passagem de um plano para outro. É o animal sagrado amigo de Afrodite que vemos a cavalgar esse palmípede em taças que datam do século V antes de Cristo. Incontestavelmente, o mais importante no ganso é o seu pé, a sua pata espalmada. É eterno e universal no seu simbolismo, dado que pinturas e esculturas representam Gautama Buda com mãos e pés de pato. A forma de pata de ganso deverá, ademais, ser aproximada da concha de vieira, que está intimamente ligada a Vénus, e a que os Franceses chamam «mérelle», essa mérelle do jogo do avião (jeu de Ia mérelle’), caminho do Paraíso. O jogo da macaca é também uma forma de criar uma passagem, uma via que liga a nossa terra aos infernos e aos céus. Ao pé-coxinho, como se coxeasse, em marcha oblíqua, o jogador deve saber «onde põe os pés» porque quer conhecer vivo os segredos de um outro mundo. Tal como Jacob que teve de lutar com o anjo, é coxo, como se tivesse ferido na coxa tal como o rei Méhaigné na demanda do Graal. Na verdade, há várias formas de jogos da macaca. Uma consiste em alinhar três piões numa figura que se parece com esse raio de carbúnculo que ornamenta o escudo de um Templário, no selo da Ordem. Esta última forma constrói-se, portanto, com oito raios que partem do centro. Esses oito mais o centro fazem nove e a esta figura dá-se muitas vezes o nome de eneada. No Egipto, o deus da terra, Geb, tinha o seu hieróglifo deduzido do ganso selvagem. Aliás, era representado muito frequentemente com esse animal sobre a cabeça ou era chamado «chefe da eneada». Isto prova à saciedade que o simbolismo do ganso é universal. No Egipto, havia outro símbolo para caracterizar o ganso e tinha como significado: abertura, boca, palavra. Neste sentido, o ganso está ligado à linguagem, mais especialmente à que está escondida, velada, que só pode ser compreendida por alguns: o argot (calão) cujo nome está intimamente ligado à «art ghotique» (arte gótica). E essa linguagem é um «jargon» (jargão), palavra que provém do jars, ou macho do ganso. O jars é um gars (gajo), a sua companheira uma jerce, que pode revelar-se uma garce (gaja), prova de que o calão francês devia muito aos jogos de palavras do ganso. O termo inglês que designa esta ave, goose, também deu em calão francês as palavras gons (tipo) e gonzesse (tipa). De notar que a palavra «gars» ou «gas» também foi utilizada, no calão francês, para designar o galo, sendo a galinha, evidentemente, uma «garce». Como poderemos espantar-nos com o facto de o deus Geb ter sido chamado o «Grande Tagarela», como lembra, tão justamente, Augustin Berger? Senhor da «língua das aves» (ou dos patos), o ganso (oie) não deixa de estar relacionado com o verbo «oyer», ouvir, escutar. Assim, o nobre jogo do ganso é bem o jogo do entendimento, e os Contes de ma mére l'Oie estão aí para no-lo provar. E se o jogo do ganso é labirintiforme, não será também para nos lembrar o elemento principal do ouvido interno, o labirinto, cuja espiral descreve, tal como a do jogo, duas voltas e meia? Parecemos ter-nos afastado muito do nosso tema principal: os Templários. No entanto, nunca estivemos tão próximos deles e esta digressão é indispensável para compreendermos o que vem a seguir. Conduz-nos a Pédauque, a rainha famosa, que não seria mais do que um avatar da rainha de Sabá, a quem a lenda atribui também pés de pato. Esta ligação com Salomão não é fortuita, se atendermos a uma velha canção que afirma: Cagot de Canaã, rebotalho dos carpinteiros, Do leste ou do oeste, por que vieste? Não fujas à resposta, não esperes, ao calar-te, Esconder a tua história aos povos do Poente, Nós conhecêmo-la, cagot: a Bíblia conta Por que razão do teu país tu te encontras banido. Querias construir um Templo ao teu Senhor, Tu que nem sequer sabes acabar uma pocilga, Tu não sabes fazer nada, e foi com razão Que o grande rei Salomão te expulsou do estaleiro’. Esta canção vem confirmar a tradição que já tínhamos entrevisto e que atribui uma origem oriental aos cagots. Por outro lado, liga-os à construção do Templo de Salomão e faz que sejam expulsos pelo rei, como aconteceu aos assassinos de Hiram. A canção afirma ainda: Aqui é a grande cagoterie, Todos são pessoas dos mesteres, Que fazem castelos elaborados. Com a roseta vermelha no chapéu, A pata espalmada no ombro. O conjunto destes elementos põe em evidência um novelo de relações que aproximam, e ligam intimamente entre si, os cagots, a lepra, o simbolismo do ganso, a linguagem oculta dos construtores e uma origem oriental.

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