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Untitled - Ordem de Cristo

Vejamos agora uma lenda

Vejamos agora uma lenda que lhes diz respeito. Foi censurado aos cagots terem sido amaldiçoados por Salomão, em virtude do mau trabalho que haviam realizado, quando da construção do Templo. Ora, lembremos’ que o próprio Salomão foi imiscuído numa história de patas de ganso, dado que aquela a quem deu um filho, origem da linhagem dos «reis dos reis» etíopes, a rainha do Sabá, tinha um pé de palmípede. Ademais, chamou-se gesitanos aos cagots. A origem deste apelido parece estar na Bíblia, mais precisamente no segundo Livro dos Reis: aí, é relatada a cura de Naâman por Eliseu. Naâman, rei de Aram e chefe do povo dos arameus, era leproso. Ora, Eliseu tinha um criado chamado Géhazi e este último, avaro, obrigou Naâman a pagar-lhe o preço da cura, sem que Eliseu soubesse. No entanto, o profeta acabou por saber e maldisse Géhazi, nestes termos: «A lepra de Naâman agarrar-se-á a ti e à tua posteridade, para sempre.» E Géhazi «afastou-se dele branco de lepra como a neve». Assim, os cagots, chamados gesitanos, seriam os longínquos descendentes de Géhazi. No entanto, as características étnicas dos cagots, sobretudo nórdicos, impedem-nos de ver neles um povo semita. Mas sabemos que povos pelásgicos habitaram durante muito tempo no Próximo Oriente’ e participaram na construção do Templo de Salomão. Esses «cães dos Godos» poderiam muito bem ser os «cães de Gau», do nome do povo Gall, que está na origem do termo Galileia. Ora, o ofício mais especialmente reservado aos cagots foi o de carpinteiro. A sua fama na matéria era tal que disputavam a sua colaboração. Por vezes, eram também utilizados como arquitectos e canteiros, confiando-lhes a construção de fortalezas. Gaston Phoebus recorreu largamente a eles para tais tarefas. Assim, encontramo-nos perante um povo maldito vindo do Oriente, ligado à construção do Templo de Salomão, apreciado pelas qualidades de construtores e, em especial, de carpinteiros manifestadas pelos seus membros. Esse povo parece ter-se implantado nos Pirenéus e no resto do território, durante a Idade Média, mas só teve contratempos mais tarde, depois do desaparecimento da Ordem do Templo. Na mesma altura, assistimos ao nascimento de uma nova forma de arquitectura, conhecida sob o nome de arte gótica, propagada graças aos cuidados da Ordem do Templo. A construção das catedrais deve, ainda por cima, muitíssimo aos carpinteiros e à sua capacidade para fazerem uma abóbada de madeira absolutamente perfeita, sobre a qual era montada a abóbada de pedra. Uma vez terminada esta última, tendo sido colocada a chave da abóbada e sustentando-se o conjunto por si próprio, destruía-se a abóbada de madeira, obra-prima indispensável mas de vida efémera. Não esqueçamos que, no interior de cada comenda, havia pedreiros, carpinteiros e canteiros que estavam colocados sob o comando de um oficial templário com qualidades de arquitecto, chamado magister carpentarius: mestre carpinteiro. Não seria conveniente aproximar os dois fenómenos e ver nessas construções uma «arte gau-tica», uma arte ligada aos cagots que poderiam muito bem ter sido importados para o Ocidente pelos Templários? Esses Templários que veneravam especialmente alguns santos festejados em ligação com o «dia dos cordoeiros». Voltemos às lendas veiculadas pelos «mesteirais». Quando Hiram foi chamado por Salomão para construir o Templo de Jerusalém, mandou buscar os melhores operários a quase todas as partes do mundo. Entre estes encontrava-se Mestre Jacques... originário dos Pirenéus. Que coincidência: os Pirenéus são precisamente a zona de máxima implantação dos cagots. Esses operários dos Pirenéus seriam os construtores da coluna chamada Jakin e foi em recordação desse elemento mítico que alguns grupos de companheiros se denominaram depois «Filhos de Mestre Jacques». Notemos que, na zona basca, habitada pelos cagots, Jakin significa «sábio» ou «o sábio». O primeiro Livro dos Reis refere que, no topo da coluna Jakin, se encontrava uma escultura em forma de flor-de-lis. Mas seria mesmo um lis? Estilizada, poderia tratar-se também de uma pata de ganso. Ao fim e ao cabo, Hiram, o fenício, devia venerar a deusa Anat (Vénus) de pés de pato. Então, os cagots foram detentores dos segredos da «arte gau-tica», trabalhando para a construção das catedrais sob a protecção dos Templários? Sem dúvida, e a história confirma-o. Os cagots, «mesteirais» dos Templários Francisque Michel, debruçando-se sobre um dos apodos (gaffo ou gaffet) dado aos cagots, diz-nos: Gavacho e gaffo provêm ambos, em meu entender, de uma mesma e única raiz; se devesse alterar a minha opinião, seria apenas para ver a raiz da última destas palavras no nome dos habitantes das montanhas dos Altos Alpes que se chamam gavots [ ... ] e sabemos que os companheiros do dever designam por gavots os membros de uma sociedade rival, a dos companheiros do dever de liberdade. Luminoso! Eis mais uma prova por que os companheiros do dever de liberdade e os «filhos de Salomão», filiados na Ordem do Templo, são os mesmos e a sua origem deve ser mesmo procurada entre os nossos gaffos ou cagots.

107 Ainda por cima, mesmo fora da zona pirenaica, os cagots estiveram instalados na proximidade imediata das casas templárias. Na Bretanha, por exemplo, perto de Belz (Morbihan), existia, na aldeia de La Madeleine, uma capela para uso exclusivo dos «cacous», de quem se dizia que os antepassados haviam tido lepra e eram especialistas no fabrico de cordas. Um pedaço de terra próxima ainda ostenta o nome de «La Corderie» (A Cordoaria). Perto da capela, cruzes templárias de pedra serviam de limites às terras dos Templários. Nota: «Cacou» é o termo utilizado para designar os cagots, na Bretanha. Na mesma região, perto de Ploêmel, uma outra capela de La Madeleine foi destruída em 1769. Situava-se afastada do burgo de Locmiquel, numa zona de charnecas. Era considerada a «capela dos cordoeiros» e nomes de cadastro como park er gorderi (o campo da cordoaria), ou praden, flouren, liorh caqueu (o prado, a campina, a horta dos cacous) rnarcam o local onde se situava a antiga aldeia dos cordoeiros. E, também lá, os irmãos da Ordem são seus vizinhos. Do mesmo modo, em Merlevenez, feudo templário por antonomásia, e cuja igreja de Nossa Senhora da Alegria é uma pura maravilha, encontramos uma capela de Santa Madalena, muito perto da igreja: era a dos cordoeiros considerados leprosos. Poderíamos, sempre nesta região, citar casos semelhantes em Kerioual, perto de Nostang, ou'em Kerdavid, perto de Riantec, em Saint-Marc-en-Guer, na Corderie-en-Campénéac, na Corderie-en-Caro, em La Madeleine-en-Monon, etc. Em Plouhinec, uma aldeia de cordoeiros estava instalada no Mezad Bras e tinha a sua capela de Santa Madalena. A discriminação era tal que o reitor René-Alexandre Rogon comprou as casinhas baixas dessa aldeia e lançou-lhes fogo, obrigando a população de Plouhinec a acolher os cacous nos outros bairros, no seu seio. E, como sempre, os Templários são seus vizinhos. Por outro lado, vemos que, na Bretanha, é perto de Santa Madalena que encontramos os cagots. Perto de Le Mans são sobretudo protegidos por um outro santo caro aos Templários, dado que são designados pelo nome de cagous de São Gil. Suponhamos que esses cagots tenham sido trazidos do Oriente pelos Templários e estes hajam utilizado os seus conhecimentos de arquitetura e, nomeadamente, a sua arte como carpinteiros. A necessidade de preservar determinados segredos pode ter conduzido a mantê-los afastados das populações e a não permitir a sua assimilação. Também não é impossível que eles tenham realmente transportado uma doença com eles, e isso desde a origem. Isso explicaria, por certo, que a sua zona de habitação se encontrasse perto das casas templárias, que os «Filhos de Salomão» filiados na Ordem se vejam designados por nomes idênticos aos que serviam para denominar os cagots, mas talvez também o termo curioso «arte gótica» que seria uma «arte gau-tica» ou arte dos Galls do Oriente aos quais o símbolo do galo era muito querido, esse galo que se encontra em cima dos campanários das nossas igrejas. Acrescentaremos um pormenor perturbante. Com efeito, sabemos que, depois da abolição da Ordem do Templo e do seu martírio, inúmeros companheiros que pertenciam aos «Filhos de Salomão» se sentiram desorientados e até se consideraram :em perigo. Amiúde, recusaram-se a continuar a desempenhar as tarefas em que se ocupavam. Viu-se inclusive aí a origem de algumas torres de igreja inacabadas. Em Paris, sendo bem conhecido o ódio do rei por tudo quanto se relacionava com o Templo, esses companheiros preferiram pôr-se rapidamente a salvo e refugiaram-se no único local onde o poder real tinha dificuldade em exercer-se: o Pátio dos Milagres. Nessa selva, era difícil que fossem inquietá-los. Dado que era necessário viver, tornaram-se falsos doentes que pediam nos adros das igrejas que tinham construído ou então salteadores. No Pátio dos Milagres, os seus conhecimentos, nomeadamente esotéricos, conferiram-lhes uma certa aura e, amiúde, ocuparam postos importantes na hierarquia dos salteadores, a ponto de imporem uma linguagem secreta e destinada a conservar a tradição, utilizando imagens e jogos de palavras. Essa linguagem, linguagem das aves (ou dos patos), recebeu o nome de argot (calão), isto é, veículo dos segredos da «arte gau-tica». Entre esses «Filhos de Salomão», alguns tornaram-se personagens importantes no Pátio dos Milagres, funcionários e conselheiros do chefe dos salteadores que começou a ser chamado rei do argot. Ora, esses funcionários foram eles próprios chamados cagous ou cagots e, a partir de então, o rei do argot passou a ser considerado Grão-Mestre em «cagoterie». Reunidos em sociedade secreta, organizavam-se em assembleias durante as quais cada um escondia o rosto sob um pedaço de pano, a que foi dado o nome de cagoule. Como poderemos pensar que se trata de uma mera coincidência? E quando, em 1789, alguns revolucionários saídos da franco-maçonaria operacional, logo, descendentes das tradições dos mesteirais, quiseram derrubar a realeza que eliminara a Ordem do Templo, firmam-no ostentando como os cagots uma roseta no seu chapéu, ou arvorando o barrete frígio, símbolo dos iniciados e parecido com uma crista de galo. E o grito de um desses «cristados» que se elevou da multidão, quando rolou a cabeça de Luís XVI? Esse grito foi: - Jacques de Molay, eis-te vingado! É claro que tudo isto não passa de um conjunto de presunções, mas parecem-nos suficientes para afirmar que os cagots estão na origem das lojas de construtores organizadas pelos Templários e que trabalharam na erecção das catedrais. Nota: As primeiras lojas maçónicas reuniram-se em estalagens com tabuletas do ganso e da grelha.

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