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Untitled - Ordem de Cristo

Este episódio talvez

Este episódio talvez tenha feito meditar Filipe, o Belo. Os Templários, ociosos, não correriam o risco de se transformarem numa tropa ao serviço do papa, ou em mercenários capazes de levar a cabo guerras contra os príncipes cristãos e - por que não? - contra o rei de França? De qualquer forma, parece bem que Jacques de Molay, embora não sendo brilhante, foi bem menos néscio do que se afirmou. Compreendera que eram necessárias operações militares para ocupar os seus soldados, porque, ao fim e ao cabo, que outra coisa poderia fazer? O policiamento das estradas não era um encargo suficiente para aqueles guerreiros de escol. E estes aborreciam-se ao ponto de procurarem no vinho o esquecimento para a sua inactividade, dando origem à expressão francesa «boire comme un templier» (beber como um Templário). O imenso poderio militar do Templo estava inactivo. Ademais, lembremo-nos de que a Ordem era um enorme proprietário de terras e se encontrava à frente de um poder financeiro determinante. Este último aspecto não era partilhado pelos Hospitalários. Enquanto a Ordem travara o combate na Terra Santa, tivera necessidade de meios importantes mas, agora, como iriam utilizá-los? Não iria comprar cada vez mais terras, aumentar o seu património até construir um verdadeiro reino, ainda por cima totalmente isento da maior parte dos impostos? Os privilégios da Ordem não se tornavam exorbitantes a partir do momento em que já não subvencionava as necessidades das guerras do Oriente? Não poderia o Templo tornar-se uma força armada ao serviço exclusivo do papa? Ainda por cima, o orgulho dos Templários tornava-os, por vezes, insuportáveis. M. Lavocat resume muito bem a situação: A Ordem do Templo era detestada pelo clero, pela nobreza, pelo terceiro estado e pelo povo: pelo clero, por causa dos seus privilégios fiscais, da sua independência, da sua isenção de toda a jurisdição eclesiástica; pela nobreza, porque a Ordem detinha, na sua mão-morta, bens consideráveis, em relação aos quais não devia qualquer serviço feudal, real ou pessoal; pelo terceiro estado, devido ao seu orgulho e do fausto que exibia em todo lado, em Paris, no meio da miséria geral da época e sobretudo porque o terceiro estado e o povo amavam o rei, que detestava a Ordem do Templo. A atitude dos estados gerais de 1308 e 1311 fornecerá a prova do ódio que todos tinham pela Ordem. Acusavam-na abertamente de ter sido a causa da perda da Terra Santa. O objectivo da instituição gorara-se e a Ordem enriquecera: censuravam-lhe a sua dureza em relação ao lucro, a utilização de certos modos de aquisição, o emprego de contratos usurários. É verdade que os Templários, por vezes, celebravam contratos que, no mínimo, não eram equilibrados, mas sim a manifestação da sua posição dominante. E, depois, três ordens militares não seriam de mais? Já se levantara o problema de as fundir numa única. Em 1274, no concilio de Lyon, o papa Gregório X fizera uma tentativa nesse sentido. Os Hospitalários e os Templários havia alguns anos que estavam na mira. Em 1292, Rámon Llull aconselhara vivamente Nicolau IV a proceder a uma fusão. Sugeria que o Grão- Mestre da ordem assim formada fosse feito rei do Santo Sepulcro. Em 1238, os Hospitalários tinham sido obrigados a dobrar a espinha, acusados por Gregório IX de traição contra a causa de Deus na Palestina, de luxúria e de servirem de abrigo aos heréticos. Como vemos, se era preciso limpar o Templo, isso também se aplicava ao Hospital. Fundir as duas ordens numa só teria podido proporcionar a ocasião para reorganizar tudo. No entanto, a tarefa era impossível de realizar porque as duas ordens não gostavam nada uma da outra e os seus interesses eram, amiúde, opostos. Não se viu, quando do conflito entre Génova e Veneza, os Hospitalários tomarem o partido de uma cidade e os Templários da outra? Pouco faltou para as duas ordens se defrontarem. No entanto, esses conflitos foram bastante raros e Templários e Hospitalários souberam, de um modo geral, marchar juntos para o combate. Quando estava em jogo o essencial, terminavam as querelas. Souberam também dirimir os seus diferendos por meio da negociação. Para além do papa Gregório X, mais alguém pensara reunir as ordens militares, mas em seu proveito. Tratava-se do imperador Frederico II de Hohenstaufen. Opôs-se ao papado e foi excomungado. Dele, dizia Gregório IX: «Vejam o animal que sobe do fundo do mar.» Recebia, na sua corte, sábios e literatos muçulmanos, cuja cultura apreciava, considerando-se muito acima dos preconceitos. Escrevia a El-Kamil, sultão do Egipto: «Sou teu amigo. Não ignoras quão acima estou dos príncipes do Ocidente» e pedia-lhe a devolução de Jerusalém. Teve alguns diferendos com os Templários. Temos de dizer que este «místico do Sol» via essencialmente no Templo uma ordem que teria gostado de ter ao seu serviço a fim de se tornar Imperator Mundi e de estender o seu império a toda a cristandade e mais além ainda. Imaginara reunir, mediante um pacto secreto, as três Ordens: Hospitalários, Templários e Teutónicos. Mas não conseguiu fazê-lo. Após a queda de Acre, o papa Nicolau IV convocara um concílio para Salzburgo, a fim de decidir quais os meios a utilizar para retomar a Terra Santa. O concilio decretou também que convinha reunir as três ordens sob uma regra uniforme. Mas, quando Nicolau IV morreu, o problema ainda não avançara nada. Clemente V, por sua vez, quis reunir Hospitalários e Templários. Viu-se confrontado com uma recusa cortês, mas firme e irónica, por parte de Jacques de Molay. O Grão-Mestre sublinhava as diferenças entre as regras que regiam as duas ordens e aproveitava para criticar os Hospitalários: Era preciso que os Templários levem uma vida mais à larga, ou que os Hospitalários fossem submetidos a restrições: daí poderia provir um perigo para as almas porque são raros, segundo penso, aqueles que quereriam mudar a sua vida e os seus costumes habituais. Ademais, era preciso ver nesta passagem uma ironia, para não dizer uma ameaça velada ao soberano pontífice, que levava uma vida que estava longe de ser regrada e que parecia não

111 querer mudar. Jacques de Molay afirmava assim, de forma muito clara, que não tinha lições a receber de um papa que era conhecido por utilizar o dinheiro da Igreja em proveito próprio e do seu clã, e que parecia mais preocupado em cobrir a sua amante de presentes do que em dedicar a sua vida à espiritualidade. Esta fusão talvez tivesse podido salvar a Ordem do Templo, mas isso não é certo porque, nessa eventualidade, Filipe, o Belo, tencionava nomear o seu filho para comandar as ordens reunidas. Depois disso, teria abdicado em seu proveito e tornado hereditário o cargo de Grão-Mestre. Então, a nova ordem militar não seria mais do que um instrumento nas mãos do rei de França. As relações de Filipe, o Belo, com a Igreja Antes de abater a Ordem, o rei tentara utilizá-la em seu proveito. Se agia para a defesa da fé, como afirmava, e se tivera conhecimento de todas as abominações que acusara o Templo de cometer, por que razão ele próprio pedira para nela ser admitido, na qualidade de membro honorário? O que é certo é que deve ter sentido algum azedume quando essa honra lhe foi recusada, enquanto fora concedida ao papa Inocêncio III. Em Janeiro de 1307, apenas alguns meses antes da detenção, quando era suposto saber tudo sobre as aberrações da Ordem, solicitava, sem êxito, o ingresso no Templo do seu segundo filho. Então, considerava heréticos os Templários e, nesse caso, teria ignorado o facto procurando apenas pôr o poderio da Ordem ao seu serviço? Ou, então, só inventou as acusações para abater o Templo que se recusava a servi-lo? Seja como for, é melhor que os «historiadores» que fazem de Filipe, o Belo, um rei exemplar ou um defensor da fé deixem de contar patranhas. Tudo prova que, para ele, o fim justificava os meios, e que não se detinha com qualquer escrúpulo. Diziam-no pio. Observava regularmente os jejuns e fora marcado com • ferrete dominicano. Durante a sua infância, tivera como professor Egidio de Rome, dominicano, e o seu confessor, Clément Pâris, pertencia à mesma Ordem. Foi esta influência que o transformou em fornecedor de pretensos heréticos para Inquisição, acarinhada pelos dominicanos? Eles, que tinham torturado os Cátaros e feito uma sangria desatada no Languedoque, eram, portanto, os formadores do rei que ia mandar torturar os Templários. Todavia, em 1301, Filipe, o Belo, erguera-se contra as práticas do inquisidor Foulques, que castigava no Languedoque. Protestara violentamente: Pois esse inquisidor comete a injustiça de iniciar processos por meio de prisões, de torturas, de tormentos inauditos contra as pessoas que lhe apraz acusar de heresia! Pois, pela violência da dor, esse padre obriga-as a confessar que renegaram Cristo... Eis uma crítica que não deixa de ter interesse quando pensamos nas instruções dadas por este monarca a respeito do modo de tratar os Templários. Decididamente, este rei foi, sem dúvida, um dos maiores exemplos de duplicidade da nossa história, tendo apenas como teoria e como religião aquilo que poderia convir-lhe num determinado momento. Em 1304, o «rei de ferro» concedera novos privilégios ao Templo e afirmara: As obras de piedade e de misericórdia, a liberalidade magnífica que exerce no mundo inteiro, a todo o tempo, a Santa Ordem do Templo, divinamente instituída há longos anos, a sua coragem que merece ser incentivada a velar ainda mais atentamente pela defesa perigosa da Terra Santa, levam-nos precisamente a dar sinais de um favor muito especial em relação à ordem e aos cavaleiros, pelos quais temos uma sincera predileção. Nesse momento, incensava o templo em nome da fé. Que bom cristão! O que o não impedia de lançar na prisão os bispos que lhe não agradavam, como o de Pamiers. Isso também não o impediu, com a cumplicidade do seu chanceler, Guillaume de Nogaret, de mandar fabricar cartas falsas do papa Bonifácio VIII, de modo a pôr uma parte do clero contra o soberano pontífice. Em Março-Abril de 1300, Nogaret chefiara uma embaixada a Roma. A sua insolência valera-lhe ser posto duramente no seu lugar por Bonifácio VIII e ficara com um ódio mortal ao prelado. E como Bonifácio VIII continuava a opor-se-lhe, Filipe, o Belo, reuniu prelados e barões, no Louvre, em Junho de 1303. Nessa ocasião, Nogaret pronunciara uma verdadeira acusação, não hesitando em acrescentar: Bonifácio tem um demónio particular que consulta em todas as ocasiões. Julga que os Franceses são todos Cátaros... É sodomita. Mandou matar vários clérigos, na sua presença. Obrigou padres a revelarem o segredo da confissão. Oprime os cardeais, os monges negros, os monges brancos, os menores e os pregadores... O seu ódio contra o rei de França vem-lhe do seu ódio contra a fé, de que o rei é a ilustração e o vivo exemplo. Declarava o papa: Ilegítimo, herético, simoníaco, e empedernido nos seus crimes. A sua boca está cheia de maldições, as suas garras estão prontas para espalhar o sangue: destrói as igrejas que deveria alimentar, rouba o bem dos pobres... atrai a guerra, detesta a paz, é a abominação predita pelo profeta Daniel. É preciso dizer que Bonifácio pedia a todos os senhores do reino de França que desobedecessem ao rei. Apesar dos excessos, o concilio, incluindo os representantes do Templo, aderiu aos ataques lançados contra o papa. Depois, Nogaret foi a Itália. Soube que Bonifácio devia excomungar Filipe, o Belo, a 8 de Setembro. A 7, apoiado pelos cardeais da familia dos

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