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Untitled - Ordem de Cristo

Escrevia-lhe versos: És

Escrevia-lhe versos: És mais bela do que o dia; A neve não é mais branca. Para atravessar o regato do amor Não desejaria outra barca. Clemente era ambicioso. Bispo aos trinta anos, cardeal aos trinta e seis, considerava normal ser-se papa aos quarenta. Ora, a luta entre os clãs Colonna e Orsini bloqueou o conclave durante dez meses e as chaves da eleição encontravam-se, em boa medida, nas mãos do rei de França. Foi realizado um acordo entre os dois homens. Falou-se, a esse respeito, de um encontro que se teria realizado numa floresta, perto de Saint-Jean-d'Angély. Apesar de haver uma crónica que a relata, é materialmente impossível. Em contrapartida, enviados dos dois homens podem muito bem ter combinado as coisas. Filipe, o Belo, teria garantido a Bertrand de Got que seria eleito, desde que subscrevesse seis cláusulas. Cinco estavam determinadas: reconciliá-lo com a Igreja e lavar a nódoa da prisão de Bonifácio VIII; levantar a excomunhão que lhe dizía respeito; conceder-lhe os dízimos do clero de França, durante cinco anos, a fim de ajudar a pagar as despesas feitas durante a guerra da Flandres; destruir a memória de Bonifácio VIII; devolver todos os privilégios e títulos aos cardeais da familia Colonna e a seus aliados, que Bonifácio combatera. A última cláusula teria ficado «em branco». Só deveria ser-lhe comunicada mais tarde. Tratar-se-ia da destruição da Ordem do Templo. Fora por isso que Clemente declarara: No tempo da nossa promoção, antes mesmo de nos termos dirigido a Lyon para sermos coroados, ouvimos falar, em segredo, dos desmandos da Ordem do Templo. Tendo concordado com as cláusulas reais, Bertrand de Got tornara-se papa- Esse pontificado não se iniciava, verdadeiramente, sob auspícios de santidade. A coroação de Clemente V, em Lyon, a 14 de Novembro de 1305, foi, aliás, marcada por acontecimentos trágicos, como se tratasse de sinais do destino. Quando da passagem do cortejo pontifical, uma parede carregada de curiosos desmoronou-se. Filipe, o Belo, querendo mostrar a sua humildade de uma forma mais demonstrativa do que real, ia a pé, segurando a brida do cavalo montado por Clemente V. Mas não seria também simbolicamente (e talvez inconscientemente) uma forma de mostrar que levava o papa pela rédea? De qualquer modo, o rei sofreu escoriações no acidente, o duque de Borgonha morreu, o papa caiu do cavalo. Morreram mais onze pessoas, entre as quais o cardeal Mathaeo d'Orsini e Gaillard de Got, irmão do papa. Outras ficaram gravemente feridas. Como Charles de Valois. A tiara rolou pelo chão e a mais bela pedra, um rubi de seis mil florins, soltou-se, prefigurando esse belo ornamento da Igreja que era o Templo e que o papa, em breve, deixaria de ter ao seu serviço. No dia seguinte, quando de um banquete oferecido por Clemente V, estalou uma rixa entre partidários do papa e dos cardeais florentinos. O segundo irmão do pontífice foi morto nessa altura. Decididamente, a sorte não parecia nada favorável ao novo sucessor de São Pedro. O primeiro acto de governo de Clemente V foi nomear quatro cardeais escolhidos entre o séquito real: Béranger Frédol, bispo de Béziers; Étienne de Suisy, chanceler; Pierre de La Chapelle-Taillefer, bispo de Toulouse, e Nicolas de Freauville, ex-confessor do rei. Aproveitou também para nomear algumas pessoas da sua familia e do seu clã. Ademais, absolveu o rei do atentado de Anagni. No entanto, não se pronunciou sobre o caso de Guillaume de Nogaret e recusou-se mesmo a recebê-lo. Fez o que prometera ao rei de França e empenhou-se, nessa qualidade, a vilipendiar a memória de Bonifácio VIII. O ódio de Filipe, o Belo, pela Ordem do Templo O rei de ferro tinha a jogada ganha. Não seria Clemente V quem o impediria de pôr em execução os seus desígnios. Mas por que razão tinha um tal ódio à Ordem do Templo? As razões eram, sem dúvida, múltiplas. Em primeiro lugar, a Ordem apenas reconhecia Deus como senhor e só o papa tinha um poder - limitado - sobre ela. A sua organização interna era a de uma república aristocrática, exemplo incómodo para a realeza hereditária. Não pedira o rei que a Ordem fosse reformada e que o cargo de Grão-Mestre se convertesse em apanágio hereditário da sua linhagem? Do seu palácio, podia ver a Torre do Templo que o afrontava, cidade dentro da cidade, e que não tinha contas a prestar-lhe. O Templo tinha as suas liberalidades, os seus privilégios, o seu direito de asilo, a sua alta, média e baixa justiça. Daí a prontidão com que o rei tomou posse da Torre do Templo na própria manhã em que os monges-soldados foram detidos. Depois do concilio de Sens, em 1310, Filipe, o Belo, mandou desenterrar e queimar as ossadas do tesoureiro que mandara construir essa Torre do Templo, um século antes. Que ódio acumulado deveria ter o rei para chegar a esse ponto? E talvez, também, que decepção por não ter encontrado lá o que procurava: um tesouro importante. Como poderia não lhes ter ódio, ele que conhecera a humilhação de ter de pedir, várias vezes, a ajuda financeira dos Templários? Ademais, o rei fazia sem dúvida um cálculo político. Qual seria o poder dos reis que quisessem opor-se ao Templo? Não iriam os Templários construir um império na Europa e, sobretudo, em França, onde estavam melhor implantados? Filipe, o Belo, decidira resolver essa questão à sua maneira. O rei de França, orgulhoso, tinha outras razões para se sentir humilhado pela Ordem. Houvera aquela recusa de lhe concederem o título de membro honorário. Tinham-se recusado a acolher o seu filho. Ainda por cima, na sequência de malversações monetárias de Filipe, o Belo, em Dezembro de 1306, houvera tumultos em Paris. O rei encontrara-se em perigo: tivera

115 de pedir asilo ao Templo que o acolhera na sua Torre de Paris. Teve de lá ficar durante vários dias, à espera de que a revolta fosse sufocada. Como deve ter odiado os seus salvadores! Essa humilhação lembrou-lhe, sem dúvida, a que sofrera na infância e que o marcara. Acompanhara então o seu pai, Filipe, o Ousado, numa viagem ao Languedoque. Nessa altura, haviam visitado os Voisins, senhores de Rennes-de-Château, e, sobretudo, os Aniort. Raymond d'Aniort, o chefe de familia, senhor no Razès, a sul de Carcassonne, era parente do rei. O seu jovem irmão, Udaut, simpatizou com o futuro Filipe, o Belo. Os dois primos, em alguns dias passados juntos, descobriram gostos comuns. Divertiram-se, caçaram com o falcão... E, depois, havia lá uma prima de Udaut, Aélis, que agradava muito ao jovem delfim. Tudo isso transformava a sua estada num momento muito agradável. O futuro rei teria desejado que Udaut se tornasse seu companheiro de armas, mas este recusou: decidira entrar para a Ordem do Templo. Assim, desde a sua juventude, Filipe vira-se rejeitado em proveito da Ordem e, quando deixou a região, o azedume acompanhara-o. Um caso sórdido de dinheiros Tudo isso não era de molde a predispor Filipe, o Belo, em favor do Templo. No entanto, o verdadeiro motivo que decidiu o rei a abater a Ordem era, sem dúvida, mais sórdido. Tratava-se de rapinar os seus haveres, de encher as «arcas» do fisco, de submeter bens ao imposto e, sobretudo, de se livrar de duas dívidas notórias. Filipe, o Belo, devia à Ordem quinhentas mil libras e duzentos mil florins, sem falar de todas as dívidas da sua família. O rei manifestou o seu despeito por não ter descoberto «o» tesouro do Templo, mas queimou todos os cartuchos, mandando vender todos os objectos encontrados nas comendas templárias, incluindo os de culto. Não podia esperar. Passara o tempo a contar os tostões. Claro que era preciso que a Ordem não saísse limpa da armadilha que lhe fora preparada, ou teria de ser reembolsada do que lhe fora pilhado. Nesse campo, o déspota desconfiava do papa. A vontade de destruir era conhecida de Clemente V, mas a operação de comando sem dúvida que o apanhou desprevenido. Pareceu furioso por ter sido posto assim perante o facto consumado com a cumplicidade de uma parte do seu clero e, em especial, dos dominicanos. Reagiu escrevendo ao rei: Enquanto estávamos longe de vós, estendestes a vossa mão sobre as suas pessoas e os seus bens: fostes ao ponto de os lançar na prisão e - o que leva ao cúmulo a nossa dor - não os haveis libertado. E até, indo mais longe, haveis acrescentado à aflição do cativeiro uma outra aflição, que por pudor para com a Igreja e para com nós todos, achamos próprio deixar passar actualmente em silêncio. Sem dúvida que Clemente V hesitava referir a tortura por que era praticada com a cumplicidade dos inquisidores. Na sua carta lembrava, por outro lado, que o rei não tinha poder para julgar os eclesiásticos e que só ele era competente na matéria. Filipe, o Belo, fez-lhe saber de imediato que Deus detestava os tíbios e que qualquer demora na repressão dos crimes pode ser considerada uma forma de cumplicidade com os criniinosos. Eis algo que estava cheio de ameaças, tanto mais que o rei lembrava discretamente ao papa que não teria o apoio de toda a Igreja. Os interrogatórios e a tortura continuaram de vento em popa. Clemente V, provisoriamente, achou mais prudente para a sua própria segurança não insistir. A 27 de Novembro, pela bula Pastoralis praeminentiae, pediu a todos os soberanos que procedessem à detenção dos Templários. Mesmo assim, conseguira que os principais dignitários da Ordem lhe fossem entregues para serem interrogados mas, na verdade, já abdicara de todo o poder. Manifestamente, Clemente V não acreditava na culpabilidade dos Templários, mas apenas se mostrava capaz de ganhar tempo. As confissões feitas, sob tortura, por setenta irmãos não o tinham convencido e pedira aos cardeais Étienne de Guisy e Bérenger Frédol que levassem a cabo uma contra-investigação. Esta mostrara que inúmeros Templários já tinham falecido. Então, Clemente V retirou todos os poderes à Inquisição, o que implicava a anulação de todo o processo. Durante esse tempo, o rei e Nogaret procuravam pôr a opinião pública do seu lado e, em 25 de Março de 1308, Filipe, o Belo, reuniu os Estados Gerais, em Tours. O texto da carta convocatória era de uma duplicidade familiar ao rei de ferro. Uma vez mais, escolhera o estilo lírico, com passagens como: O Céu e a Terra revolvem-se com tantos crimes: os elementos perturbaram-se. [... ] Contra uma peste tão celerada, as leis e as armas levantar-se-ão, e os próprios animais irracionais e os quatro elementos com eles! As acusações feitas eram descritas como factos «provados». Tudo fora feito para provocar horror e indignação e para fazer passar o rei pelo defensor mais zeloso da fé cristã. É claro que os Estado Gerais caíram na esparrela. Astuciosamente, o rei mandou inclusive redigir, aos Estados Gerais, uma súplica que o livrava da iniciativa contra o Templo: O povo do reino de França suplica instantemente e com devoção a Sua Majestade real que considere qualquer das seitas e heresias, em relação às quais são alegados direitos para o senhor papa relativamente ao diferendo que se levantou entre vós e ele, relativamente à punição dos Templários, fazia profissão de conservar a fé católica e a conservava, excepto que, num ponto

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