Views
1 week ago

Untitled - Ordem de Cristo

ou em vários, diferia e

ou em vários, diferia e separava-se da observância completa da Igreja romana... Que ele se lembre de que o chefe dos filhos de Israel, Moisés, ele, amigo de Deus, que lhe falava cara a cara, gritou, numa circunstância semelhante, contra os apóstatas que haviam adorado o bezerro de ouro: «Que cada um se arme com o gládio e atinja o seu parente mais próximo ... » Por que razão o rei muito cristão não procederia do mesmo modo, mesmo contra todo o clero se, Deus o não permita, o clero caísse em erro ou apoiasse e favorecesse os que nele caíram? O papa estava prevenido: Filipe IV iria até ao fim. Seria o braço secular de Deus, pelo menos aos olhos do povo, e não restava mais nada a um papa prestes a ser eliminado. Clemente cedeu uma vez mais e restabeleceu os tribunais eclesiásticos. Procurou apenas inflectir-lhes o rumo juntando franciscanos aos dominicanos, constituindo comissões de inquérito nacionais e reservando para si o julgamento dos dignitários. Clemente V estava cada vez mais inquieto, tanto mais que Nogaret fazia circular libelos difamatórios a seu respeito e perguntava-se o que ele andaria a preparar. Bloqueado em Poitiers, não estava em segurança. Em Março de 1309, conseguiu fugir dos agentes reais e chegar a Avinhão. Quando de uma primeira tentativa, fora apanhado e trazido de volta sob escolta, como um prisioneiro, para Poitiers. Desta vez, julgou-se livre mas o rei enviou para junto dele, em Avinhão, o capitão Raynaldo de Supino, que fora lugar-tenente de Nogaret quando do atentado de Anagni. Clemente já não estava mais seguro em sua casa do que no reino de França. Surpresa e evasões Entre os mistérios ligados à prisão, há um particularmente irritante: como é que os Templários foram capturados tão facilmente? E sobretudo, houve muitos que conseguiram escapar? Primeiro ponto que levanta problemas, não se apanhou praticamente nada com interesse nas comendas templárias, no momento da detenção. Isso pode significar que os Templários não possuíam praticamente nada, para além dos instrumentos necessários à cultura, e das suas armas. Mas isso não poderia ser válido para todas as comendas. Também pode querer dizer que, nas casas do Templo, existiam esconderijos que os homens do rei não descobriram. Mas então, como é que os irmãos não falaram neles, sob tortura? Podemos, por fim, imaginar que alguns responsáveis da Ordem estavam ao corrente da próxima detenção, que mandaram evacuar o que devia sê-lo e que, sem dúvida, se puseram a si próprios a salvo. De qualquer modo, seria muito de espantar que nenhum dos funcionários reais tivesse aberto as instruções antes da data. Sabemos que alguns, amigos do Templo, ou que tinham membros da sua familia na Ordem, preveniram discretamente os irmãos. Foi, o caso, nomeadamente, no Razès. Lembremo-nos também de que Jacques de Molay fora convocado pelo papa e que, nessa altura, ele próprio pedira uma investigação. Não há dúvidas de que, neste contexto, tudo o que pudesse levantar qualquer problema, tudo o que era especialmente precioso por üma razão ou por outra, fora necessariamente evacuado. Quanto aos homens, parecem ter sido realmente apanhados de surpresa. Alguns foram até massacrados no local, sem terem tempo de se defender, como em Carentoir ou perto de Gavarnie. Mas não foi o que aconteceu em todo o lado. Inúmeros cavaleiros conseguiram fugir. Na Flandres, a maior parte deles desapareceu na natureza e depois, quando as coisas se acalmaram, abrigaram-se discretamente noutras ordens religiosas. Plaisians, homem de Filipe, o Belo, reconheceu, aliás: Porque uns, presos como suspeitos de heresia e sujeitos a acusação, fugiram da prisão; porque outros, embora citados, não compareceram; porque outros ainda, que o próprio soberano pontífice mandara capturar, fugiram; que alguns deles são salteadores nas florestas, outros ladrões de estrada, outros assassinos, outros ainda ameaçam com a morte, pela espada ou pelo veneno, os juízes e os ministros empenhados neste caso... e que... muitos deles que habitavam nos reinos de Espanha passaram inteiramente para os Sarracenos. Embora possamos ter algum cepticismo quanto àquilo em que se transformaram determinados Templários, mesmo assim não deixa de ser uma confissão de que o lançar de rede fora muito incompleto. Alguns Templários parecem pura e simplesmente ter criado um movimento de resistência. Foi o que aconteceu no Puy-de-Dôme. A dez quilómetros para nordeste de Besse, à saída de Cheix, encontram-se as grutas de Jonas. Ligam-se em sete andares numa parede rochosa, a trinta ou quarenta metros do solo. Foram escavadas pelo homem, num período indeterminado. Contam-se sessenta e uma e o conjunto é muito impressionante com os seus caminhos talhados na pedra e providos de parapeitos, as suas escadas em caracol esculpidas na rocha, os seus corredores de ligação, o seu refeitório, a sua «sala dos cavaleiros», a sua cozinha com pia de despejos, as suas cavalariças, etc. Os Templários da região refugiaram-se nelas. Organizaram até uma capela que decoraram com frescos, representando, entre outras coisas... a negação de São Pedro. Pode ver-se também uma descida da cruz. Jesus a falar com a mãe, ou perante Pilatos, a visita das santas mulheres ao sepulcro e a aparição de Cristo a Maria Madalena. A capela era dedicada a São Lourenço. Estava provida de colunas e de capitéis. Uma sala por cima dela estava talhada de modo a fazer entrar o sol e orientar a luz no santuário. A organização destas grutas e a vida de um grupo de Templários naquele lugar só poderia ter acontecido com a cumplicidade activa da população local.

117 Não se trata de um caso isolado. Não muito longe de Coubon e do Puy, ficava a casa de La Roche-Dumas. Estava colocada sobre uma rede de grutas e de subterrâneos e serviu também de refúgio a Templários. No Cantal, inúmeros cavaleiros refugiaram-se no castelo de Toursac, onde foram abastecidos pelos camponeses. Ficaram lá durante muitos anos. Na Picardia, os Templários da comenda de Doulens fugiram e refugiaram-se num bosque perto de Longuevilette. Perto de Saint-Flour, um monge-soldado refugiou-se na gruta chamada «do cavaleiro». Quando do concilio de Vienne, nove cavaleiros apresentaram-se espontaneamente para defender a Ordem. Donde vinham? De qualquer modo, comunicaram a todos que quinze centenas de Templários em armas ocupavam as alturas que dominavam o Ródano, entre Vienne e Lyon. O número era, sem dúvida, exagerado. Em Paris, na véspera de serem detidos, os cavaleiros teriam ido refugiar-se nas pedreiras de Montmartre, o que deixaria supor que estavam prevenidos da prisão iminente. Em Provins, um determinado número de Templários deixou a Ordem alguns dias antes de 13 de Outubro. Sabiam o que ia passar-se? Por outro lado, no estrangeiro, os Templários nem sempre foram inquietados. Quase com a única excepção do príncipe de Magdeburgo, os alemães mostraram-se favoráveis à Ordem e não prenderam os seus membros. Mesmo assim, o arcebispo de Mainz reuniu um concilio para julgar os Templários. Estes últimos compareceram a cavalo e armados, conduzidos pelo comendador da Renânia, Hugo de Salm. Protestaram a sua inocencia. O arcebispo tomou nota do facto e não insistiu. Depois, convocou um novo concilio para livrar a Ordem de todas as suspeitas. Na Provença, Carlos II esperou pelo dia 24 de Junho de 1308 para mandar prender os Templários. Mandou-os torturar e matar mas, antes desse dia, inúmeros irmãos tinham tomado as suas precauções e passado à clandestinidade. Aliás, quando os archeiros vieram à comenda de Montfort-sur-Argens para proceder à detenção, só lá encontraram um velhote. Em Toulon, prevenidos pelo bispo, sete Templários tinham-se sumido na natureza e o ninho estava vazio, quando da chegada dos archeiros. Em Inglaterra, a prisão realizou-se em Dezembro de 1307, mas a maior parte dos irmãos não foi encarcerada, apenas ficaram sujeitos a prisão sob palavra, e, de um modo geral, os inquisidores recusaram a utilização da tortura. Aliás, o rei Eduardo II tivera o cuidado de escrever aos reis de Portugal, de Castela, de Aragão e de Nápoles para dizer que as acusações contra a Ordem do Templo tinham, sem dúvida, sido suscitadas pela inveja e a cupidez. Finalmente, uma vez abolida a Ordem, os irmãos foram geralmente acolhidos em mosteiros. Na Escócia e na Irlanda, os cavaleiros nunca foram maltratados. Em Espanha, fecharam-se nos seus castelos e só de lá saíram depois de terem recebido garantias de que seriam julgados com equidade. O concílio de Salamanca, a 21 de Outubro de 13 10, declarou unanimemente que os acusados de Castela, de Leão e de Portugal estavam livres e absolvidos de todas as acusações e delitos que lhes haviam sido imputados. Do mesmo modo, em 1312, o concilio de Tarragona declarou inocente o Templo. E foram fundadas novas ordens que recolheram os bens e onde os irmãos fugitivos puderam ingressar. Foi o caso da Ordem de Nossa Senhora de Monteza, criada e colocada sob a tutela da Ordem de Calatrava, que acolhera ela própria Templários. Do mesmo modo, foi criada em Portugal a Ordem Militar da Milícia de Cristo e os cavaleiros conservaram até o manto branco e a cruz vermelha do Templo. Em 1321, a Ordem de Cristo contava mais de cento e sessenta comendas e todos os seus membros eram Templários portugueses ou franceses. Trinta e cinco anos mais tarde, a sede da nova ordem, primeiro fixada em Castro Marim, foi transferida para Tomar, na antiga comenda provincial portuguesa da Ordem do Templo. Em Itália, os irmãos recusaram-se, de um modo geral, a comparecer às citações dos inquisidores. No Rossilhão, na Catalunha, dependente do rei de Aragão, inúmeros Templários tiveram tempo para entrar na clandestinidade ou de colocarem os seus castelos em estado de defesa. Na Catalunha, recusaram apresentar-se às convocações e fecharam-se nas suas fortalezas de Miravet, Ascon, Montco, Cantavieja, Villel, Castellot e Chalamera. Quando foram buscá-los, defenderam-se vigorosamente, com o apoio activo da população. Assim, a Ordem não fora de modo algum aniquilada. Nem sequer em França. A sobrevivência era possível, a coberto de outras ordens, ou na sombra. Dado que não podia suprimir todos os vestígios dela, Filipe, o Belo, empenhou-se pelo menos em liquidar o seu poderio. O PROCESSO E O TESTAMENTO DOS TEMPLÁRIOS Uma instrução ilegal O modo como a investigação foi conduzida pelo grande inquisidor de França, que começou os seus interrogatórios a 18 de Outubro de 1307, falseou necessariamente o processo. A utilização sistemática da tortura. o facto de apenas reduzir a escrito o que poderia ser favorável à acusação correspondia à noção dominicana de verdade no quadro da Inquisição e permitia, evidentemente, todos os abusos a fim de perder os acusados. Guillaume Pâris fazia notar bem nas suas instruções que só devia ser lavrada acta do depoimento daqueles que confessavam. Ora, legalmente, o inquisidor não tinha qualquer poder nesta história. Para que o tivesse, teria sido necessário que emanasse do papa, porque se tratava de instruir contra eclesiásticos que dependiam exclusivamente da Santa Sé. Clemente V zangou-se com o inquisidor de França, Guillaume Pâris, mas cedeu sob a pressão de Filipe, o Belo.

  • Page 2 and 3:

    Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON

  • Page 4 and 5:

    Manual de Iniciação ao Templarism

  • Page 6 and 7:

    Índice Capítulos Temas Página Ag

  • Page 8 and 9:

    originou o galego e o português. A

  • Page 10 and 11:

    novos mundos ao mundo, tornando est

  • Page 12 and 13:

    E um sonho agora partilhado por tod

  • Page 14 and 15:

    ) Leilões e Feiras para fins de so

  • Page 16 and 17:

    A Pátria ou a Nação - não nos p

  • Page 18 and 19:

    Tenho para mim que grande parte da

  • Page 20 and 21:

    Código Ético dos Cavaleiros e Dam

  • Page 22 and 23:

    Capítulo I Os Templários OS TEMPL

  • Page 24 and 25:

    que há que pôr a claro, por muito

  • Page 26 and 27:

    No entanto, os cruzados não eram s

  • Page 28 and 29:

    Godofredo de Bouillon mandara limpa

  • Page 30 and 31:

    Quase desprovidos de meios, não po

  • Page 32 and 33:

    e simplesmente, não parecia ter si

  • Page 34 and 35:

    Então, Arca da Aliança, segredos

  • Page 36 and 37:

    virgem negra de madeira que, miracu

  • Page 38 and 39:

    cavalaria». A assembleia consular

  • Page 40 and 41:

    A guerra santa A noção de guerra

  • Page 42 and 43:

    suprimam aqueles que nos perturbam;

  • Page 44 and 45:

    Espanha. Assim, em 1129, os habitan

  • Page 46 and 47:

    O poderio da Ordem inquietava vári

  • Page 48 and 49:

    situada a nove quilômetros. E por

  • Page 50 and 51:

    Templo iria resolver esse problema.

  • Page 52 and 53:

    operação. No que respeitava a lev

  • Page 54 and 55:

    duas casas no bairro da carriero de

  • Page 56 and 57:

    conquista do seu país pelos Espanh

  • Page 58 and 59:

    simplesmente, a Portugal roubar doc

  • Page 60 and 61:

    porque vale seis escudos por aqui,

  • Page 62 and 63:

    que isso é inerente à condição

  • Page 64 and 65:

    Então, os juramentos encadeavam-se

  • Page 66 and 67: conhecessem bem. Assim, a comenda d
  • Page 68 and 69: infernos e transferir da morada dos
  • Page 70 and 71: mau que, sozinho, criou os seres an
  • Page 72 and 73: Ordem oficial, a um determinado mom
  • Page 74 and 75: algumas pessoas, é preciso dizer q
  • Page 76 and 77: O artigo 46.º do documento de acus
  • Page 78 and 79: pertenceu à Ordem e que foi transf
  • Page 80 and 81: uma bandeira onde figura, com ênfa
  • Page 82 and 83: feições do baphomet? Quanto aos s
  • Page 84 and 85: Beth-El que serve para manter o dia
  • Page 86 and 87: Isso decorria sempre no mais profun
  • Page 88 and 89: Uma mensagem que, sem dúvida, teri
  • Page 90 and 91: tudo quanto o Velho lhes ordenava [
  • Page 92 and 93: encontram-se, pois, atestados expre
  • Page 94 and 95: «Velho guia, oh tu, o que vela na
  • Page 96 and 97: especialistas, tratar-se-ia de uma
  • Page 98 and 99: pensar em aigos, a cabra, tal como
  • Page 100 and 101: Maria, mãe de Deus, mãe muito pie
  • Page 102 and 103: Os cagots, a lepra e o sagrado Pera
  • Page 104 and 105: Ademais, o segredo dos cagots está
  • Page 106 and 107: Vejamos agora uma lenda que lhes di
  • Page 108 and 109: MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO
  • Page 110 and 111: Este episódio talvez tenha feito m
  • Page 112 and 113: Colonna que o papa destituíra e ex
  • Page 114 and 115: Escrevia-lhe versos: És mais bela
  • Page 118 and 119: Vimos que as práticas da Ordem nã
  • Page 120 and 121: uma apostasia abominável contra o
  • Page 122 and 123: esidentes fora de França tiveram t
  • Page 124 and 125: evelado também que o cofre continh
  • Page 126 and 127: como único sinal de reconhecimento
  • Page 128 and 129: protegerem das indiscrições. Simp
  • Page 130 and 131: egularmente porque são roubados co
  • Page 132 and 133: altos dignitários tenham podido ma
  • Page 134 and 135: carroças cobertas de palha deixare
  • Page 136 and 137: Hermé. Essa luz formava dois desen
  • Page 138 and 139: Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e
  • Page 140 and 141: Coincidência? Talvez, porque o aca
  • Page 142 and 143: O prisioneiro de Gisors Todos os vi
  • Page 144 and 145: Templários que apareciam sempre ao
  • Page 146 and 147: Bernardo de Claraval atribuirá à
  • Page 148 and 149: 3º - Não alienar nenhuma das suas
  • Page 150 and 151: 4º - O hábito dos Cavaleiros de C
  • Page 152 and 153: transferidos para a igreja de Nossa
  • Page 154 and 155: Capítulo III Templários no mundo
  • Page 156 and 157: Expressão da Ordem templária reti
  • Page 158 and 159: Ordem da Milícia da Cruz do Templo
  • Page 160 and 161: Os seus promotores recusam a transm
  • Page 162 and 163: Ordo Militiae Jesu Christi Supremus
  • Page 164 and 165: CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre
  • Page 166 and 167:

    11 Documentos Medievais portugueses

  • Page 168 and 169:

    30 Bulas e letras apostólicas conc

  • Page 170 and 171:

    Secretaria do Mestrado da Ordem de

  • Page 172 and 173:

    FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia

  • Page 174 and 175:

    MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ

  • Page 176 and 177:

    Exaudi quaesumos, Domine, preces no

  • Page 178 and 179:

    Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE

  • Page 180 and 181:

    Arquiva-se na Academia dei Lincei,

  • Page 182 and 183:

    12. Em todo o tempo, com a coragem

  • Page 184 and 185:

    Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos

  • Page 186 and 187:

    Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav

  • Page 188 and 189:

    54. Irmãos, que nenhum dos soldado

  • Page 190 and 191:

    desprezar o aviso de ambos, fazei-o

  • Page 192 and 193:

    (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor

  • Page 194 and 195:

    II que os ajudasse nessas batalhas.

  • Page 196 and 197:

    Os seus ideais foram publicados num

  • Page 198 and 199:

    E o seu Lema Templário, era : ("N

  • Page 200 and 201:

    A grande riqueza da ordem atrai a a

  • Page 202 and 203:

    para garantir a segurança nas estr

  • Page 204 and 205:

    Figuras e Factos (Históricos) liga

  • Page 206 and 207:

    Foi Clemente V que na sexta-feira,

  • Page 208 and 209:

    Foi a rapacidade de um monarca fali

  • Page 210 and 211:

    Os Templários adoptavam-na na inic

  • Page 212 and 213:

    O Cardeal Arcebispo de Albano leu a

  • Page 214 and 215:

    Templários - Mestres e Castelos ou

  • Page 216 and 217:

    Foi fundador dos Castelos de Almour

  • Page 218 and 219:

    Dario I, depois de muita luta, imp

  • Page 220 and 221:

    erguendo ao alto sua cruz peitoral

  • Page 222 and 223:

    como a si mesmo. As guerras de reli

  • Page 224 and 225:

    Capítulo VII Os Vídeos templário

  • Page 226 and 227:

    O Julgamento dos Templários em 130

  • Page 228 and 229:

    Templários Paris. A verdadeira his

  • Page 230 and 231:

    Os Cátaros Batalha por honra e gl

  • Page 232 and 233:

    Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-

  • Page 234 and 235:

    Igreja de Nossa Senhora da Graça A

  • Page 236 and 237:

    Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433

  • Page 238 and 239:

    1. Duração da Viagem: De Lisboa p

  • Page 240 and 241:

    A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca

  • Page 242 and 243:

    A hora da refeição constituía um

  • Page 244 and 245:

    esumia o pequeno universo da socied

  • Page 246 and 247:

    compartilhado por animais, barris,

  • Page 248 and 249:

    A importância de ter um médico a

  • Page 250 and 251:

    O jogo mais procurado, embora conde

  • Page 252 and 253:

    www.tribunadomorte.com.br/especial/

  • Page 254 and 255:

    Em Maio desse mesmo ano, numa cerim

  • Page 256 and 257:

    entre os Templários e a poesia tro

  • Page 258 and 259:

    Livro dos Ritos

  • Page 260 and 261:

    A Elevação de grau a Grande Ofici

  • Page 262 and 263:

    (CTN) Condestável ou Porta-Espada

  • Page 265 and 266:

    265 Os Postulantes são conduzidos,

  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

Untitled - Ordem de Cristo
Untitled
Untitled
Untitled
clique aqui para baixar - Entre Irmãos
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled - União Neo-Teosófica
A Compaixão de Cristo Pelas Multidões - Robert Murray M'Cheyne
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
A ordem de Deus – John A. Mackay
Untitled
Cristo é o mistério de Deus revelado
Untitled
Untitled
Ateísmo Esotérico e Nova Ordem
A Condenação de Jesus Cristo - João Calvino
Untitled