Views
1 week ago

Untitled - Ordem de Cristo

uma apostasia

uma apostasia abominável contra o próprio Senhor Jesus Cristo, no vício odioso da idolatria, no crime execrável de Sodoma e em diversas heresias. O papa relatava então as dúvidas que tivera, por não poder acreditar que aqueles que davam a vida pelas cruzadas fossem também heréticos. Todavia, afirmava, o rei de França acabara por o convencer. Aí, o texto não estava isento de humor: No final, todavia, o nosso muito querido filho em Jesus Cristo, Filipe, ilustre rei de França, a quem os mesmos crimes haviam sido denunciados, levado não por um sentimento de avareza (porque não pretendia, de forma alguma, reivindicar ou apropriar-se de quaisquer bens dos Templários, dado que deles desistiu no seu próprio reino e os afastou completamente das suas mãos), mas pelo zelo da fé ortodoxa, seguindo os ilustres trilhos dos seus antepassados, informou-se tanto quanto lhe era possível do que se passara e fez-nos chegar, pelos seus enviados e pelas suas cartas, inúmeros e importantes esclarecimentos para nos instruir e informar sobre essas coisas [...]. Fazendo isto, Clemente V, dando o ar de que ilibava Filipe, o Belo, revelava o verdadeiro móbil deste: meter a mão nas riquezas da Ordem e, ao mesmo tempo, tomava as suas precauções para que o rei se não pudesse apropriar de tudo. Depois, o papa lembrava as confissões de membros importantes da Ordem que haviam testemunhado junto dele. Pareceralhe, então, que isso não poderia ser deixado em silêncio, afirmava. Insistia especialmente nos testemunhos dos dignitários: Depuseram e confessaram livre e voluntariamente, sem violência nem terror, que, quando da sua recepção na Ordem, tinham negado Cristo e cuspido na cruz. Alguns deles confessaram ainda outros crimes horríveis e desonestos que calaremos, de momento. Essas confissões pesaram muito na balança. Clemente V não podia salvar a Ordem sem que ele próprio fosse suspeito de heresia. Concluiu, portanto: Sem dúvida que os processos precedentes dirigidos contra esta Ordem não permitem condená-la canonicamente como herética, por meio de uma sentença definitiva; no entanto, como as heresias que lhe imputam a difamaram singularmente, como um número quase infinito dos seus membros, entre os quais o Grão-Mestre, o visitador de França e os principais comendadores, estiveram convencidos das citadas heresias, erros e crimes pelas suas confissões espontâneas; como essas confissões tornam a Ordem muito suspeita, como essa infâmia e essa suspeição a tornam perfeitamente abominável e odiosa para a Santa Igreja do Senhor, os prelados, os soberanos, os príncipes e os católicos; como, ademais, acreditamos com toda a verosimilhança que não encontraríamos um homem de bem que, doravante, quisesse entrar para essa Ordem, tudo coisas que tornam inútil à igreja de Deus e à condução dos assuntos da Terra Santa, cujo serviço lhe fora confiado... O papa tinha razão, recusava-se a condenar a Ordem, mas esta já não podia ser realmente salva e, ademais, ter-se-ia tornado inútil. Portanto, o melhor era suprimi-la, pura e simplesmente, sem condenação: Pensámos que era necessário recorrer à via de provisão e ordenação para suprimir os escândalos, evitar os perigos e conservar os bens destinados ao socorro da Terra Santa. Terminava luminosamente evocando as boas razões para proceder assim: Suprimindo a citada Ordem e aplicando os seus bens no uso para que haviam sido destinados e, quanto aos membros da Ordem ainda vivos, tomar medidas sensatas em lugar de lhes conceder o direito de defesa e prorrogar o caso. Clemente V salvava o que ainda podia ser salvo, homens e bens. Não ignorava que, se as coisas se arrastassem ainda mais, já não haveria Templários para defender a Ordem, seriam mortos antes nas masmorras do rei de França. Terminara, por fim. A Ordem do Templo já não existia e, um mês mais tarde, Clemente V atribuía o seu património aos Hospitalários de São João de Jerusalém. Fúria de Filipe, o Belo, que contava apropriar-se dos despojos da Ordem. Aliás, apesar das decisões tomadas, desviou inúmeras propriedades que se recusou a devolver. Ainda por cima, exigiu uma indemnização de duzentas mil libras, uma soma enorme que, segundo dizia, teria sido depositada no Templo e nunca lhe fora restituída. Ninguém se iludiu: Filipe, o Belo, mentia. Aliás, nunca tivera na sua posse duzentas mil libras, esse rei que era obrigado a brincar aos moedeiros falsos para viver. Além disso, exigiu sessenta mil libras de custos do processo, quando, durante todos esses anos, fora ele que recebera os rendimentos dos domínios confiscados ao Templo. Reclamou também dois terços do mobiliário e dos ornamentos religiosos mas o que retirou foi escasso porque, entretanto, o papa já pusera a salvo uma parte desses bens. Para aqueles que ainda estejam convencidos de que Filipe, o Belo, era totalmente desinteressado nesta história, lembremos que, ainda por cima, nunca pagou os dois empréstimos de quinhentas mil libras e de duzentos mil florins concedidos pelo Templo, nem uma outra soma de duas mil e quinhentas libras que mandara que lhe entregassem em 1297. E depois, durante cinco anos, não só arrecadara os rendimentos dos imóveis do Templo em França, recebera as rendas e os censos, como recuperara créditos da Ordem que mandara pagar em seu proveito. Por fim, para beneficiarem dos bens do Templo, os Hospitalários tiveram de submeter-se às exigências do rei e pagar, isto é, esvaziaram o seu tesouro próprio. Não foram eles que fizeram um bom negócio. Ao suprimir a Ordem sem qualquer outra forma de processo, o papa salvara o que ainda podia sê-lo. Na mesma altura, entregava o destino dos homens do Templo à apreciação dos concilios provinciais, o que teve como efeito imediato devolver a tranquilidade a todos quantos viviam em países que lhes não eram demasiado hostis. Aliás, Clemente V reservava-se o julgamento dos dignitários. Enviou a Paris três cardeais que lhes pediram que confessassem publicamente a indignidade da Ordem e que os condenaram a prisão perpétua. Perante a Notre-Dame, em cima de um estrado, Hughes de Payraud e Geoffroy de Gonneville confirmaram a sua culpabilidade mas, para surpresa geral, Jacques de Molay e Geoffroy de Chamay

121 retractaram-se. A cerimônia foi interrompida. Os dois homens foram declarados relapsos e entregues ao braço secular. Filipe, o Belo, decidiu, de imediato executá-los. Ergueu-se apressadamente uma fogueira na ilha dos Javiaux, actualmente praça do Vert-Galant, na extremidade ocidental da ile de la Cité, a 18 de Março de 1314. No momento em que as chamas começaram a elevarse, Jacques de Molay, que recuperara a sua dignidade, teria gritado: «Os corpos pertencem ao rei de França, mas as almas pertencem a Deus.» Depois, teria proferido uma maldição, intimando os seus carrascos perante o tribunal de Deus no prazo de um ano. A 21 de Abril seguinte, Clemente V falecia, sem dúvida devido a um cancro do piloro. A 29 de Novembro, uma queda de cavalo, diz-se, levou Filipe, o Belo. Na verdade, caiu doente de repente, a 4 de Novembro, queixando-se de dores gástricas seguidas de vómitos e diarreia, que precederam uma secura de boca, anorexia e uma sede insaciável. Não havia vestígios de febre. O mistério dessa morte nunca foi desvendado. Teria Filipe, o Belo, sido envenenado? Nesse mesmo ano, Nogaret faleceu misteriosamente, Esquin de Florian foi apunhalado, e os denunciadores Gérard de Laverna e Bernard Palet foram enforcados. Alguns viram aí o dedo de Deus e outros uma vingança bem organizada: um braço escondido na sombra que desferia golpes metodicamente. OS HERDEIROS DO TEMPLO A feira de adelo Quem, nos nossos dias, pode reclamar legitimamente a herança espiritual do Templo? Existe um único organismo que possa afirmar que detém os arquivos reais da Ordem, que conhece todos os seus ritos secretos e possui as chaves dos seus mistérios? Talvez, mas não o diz. No entanto, existem outros que fazem tudo para que se acredite nisso. Em 1981, a Cúria Romana realizou um recenseamento dos grupos ou associações que se reclamavam, de uma forma ou de outra, fruto da Ordem do Templo. Encontrou mais de quatrocentos. A maior parte não passa de organizações charlatanescas destinadas a explorar a credulidade dos «patos», de preferência endinheirados, dispostos a pagar muito caro para respirarem mais de perto o odor do Templo. Estas pretensas ressurgências da Ordem vendem iniciações aos tansos, concedem-lhes títulos majestosos e cevam-nos com fitas, cordões e medalhas em troca de metal sonante. Os comerciantes tomaram de assalto os pseudotemplos. Algumas dessas associações têm uma atitude mais honesta. Os seus dirigentes procuram apenas recuperar aquilo que julgam ser o espírito do Templo. Alguns por certo se julgam investidos realmente de uma missão. Outros esperam ou julgam comunicar com os anjos da Ordem, através dos tempos. Charlatães ou pessoas sinceras, de qualquer modo, proliferam, e os seus grupos assumem, geralmente, nomes sonantes e anunciam finalidades por vezes curiosas. Assim, os «Cavaleiros da Aliança Templária» lutam contra a violência, a droga e a decadência moral. A «Fraternidade Joanita para o Ressurgimento Templário» ou «Ordem dos Cavaleiros do Templo de Cristo e de Nossa Senhora» baseia o seu ensinamento no modelo alquímico. A «Ordem dos Cavaleiros do Santo Templo», sediada em Corrèze, tem também um objectivo moral e procura desenvolver as virtudes com um optimismo que a sua divisa confirma: «Nada está perdido, tudo pode ser salvo.» Outras são mais discretas nos seus objectivos. Citaremos apenas as denominações, sem mais comentários sobre todos esses grupos, por vezes muito veneráveis, mas que por certo teriam grande dificuldade em demonstrar a sua filiação templária. Refiramos, pois, dada a curiosidade do título a «Ordinis Supremi Militaris Templi Hierosolymitani», a «Ordem Suprema do Templo Solar», a «Ordo Militiae Crucis Templi», os «Tempelherren in Deutschland», a «Ordem dos Templários da República da Finlândia», o «Círculo do Templo e do Santo Graal», a «Ordem dos Guardiões do Templo», o «Jacob-Molay- Collegium Autonomer Tempelherren-Orden», a «Ordem Renovada do Templo», etc. Temos sonhadores, iluminados, pesquisadores sinceros, vigaristas e tansos, povoam, em simultâneo, a maior parte desses organismos. No entanto, não é por a maior parte dos que se reclamam da Ordem do Templo não poder justificar qualquer filiação que não existe uma herança do Templo. Procuremos, pois, ver quais são os vestígios mais fiáveis que terá podido deixar. Realidade de uma herança templária Para que haja herança é necessário que tenha havido possibilidade de transmissão. Ora, essa possibilidade é incontestável, devido a todo um conjunto de razões. Em primeiro lugar, lembremo-lo, a operação levada a cabo em França não provocou uma detenção maciça e imediata nos outros países. Já podemos afirmar que, devidamente prevenidos, os Templários

  • Page 2 and 3:

    Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON

  • Page 4 and 5:

    Manual de Iniciação ao Templarism

  • Page 6 and 7:

    Índice Capítulos Temas Página Ag

  • Page 8 and 9:

    originou o galego e o português. A

  • Page 10 and 11:

    novos mundos ao mundo, tornando est

  • Page 12 and 13:

    E um sonho agora partilhado por tod

  • Page 14 and 15:

    ) Leilões e Feiras para fins de so

  • Page 16 and 17:

    A Pátria ou a Nação - não nos p

  • Page 18 and 19:

    Tenho para mim que grande parte da

  • Page 20 and 21:

    Código Ético dos Cavaleiros e Dam

  • Page 22 and 23:

    Capítulo I Os Templários OS TEMPL

  • Page 24 and 25:

    que há que pôr a claro, por muito

  • Page 26 and 27:

    No entanto, os cruzados não eram s

  • Page 28 and 29:

    Godofredo de Bouillon mandara limpa

  • Page 30 and 31:

    Quase desprovidos de meios, não po

  • Page 32 and 33:

    e simplesmente, não parecia ter si

  • Page 34 and 35:

    Então, Arca da Aliança, segredos

  • Page 36 and 37:

    virgem negra de madeira que, miracu

  • Page 38 and 39:

    cavalaria». A assembleia consular

  • Page 40 and 41:

    A guerra santa A noção de guerra

  • Page 42 and 43:

    suprimam aqueles que nos perturbam;

  • Page 44 and 45:

    Espanha. Assim, em 1129, os habitan

  • Page 46 and 47:

    O poderio da Ordem inquietava vári

  • Page 48 and 49:

    situada a nove quilômetros. E por

  • Page 50 and 51:

    Templo iria resolver esse problema.

  • Page 52 and 53:

    operação. No que respeitava a lev

  • Page 54 and 55:

    duas casas no bairro da carriero de

  • Page 56 and 57:

    conquista do seu país pelos Espanh

  • Page 58 and 59:

    simplesmente, a Portugal roubar doc

  • Page 60 and 61:

    porque vale seis escudos por aqui,

  • Page 62 and 63:

    que isso é inerente à condição

  • Page 64 and 65:

    Então, os juramentos encadeavam-se

  • Page 66 and 67:

    conhecessem bem. Assim, a comenda d

  • Page 68 and 69:

    infernos e transferir da morada dos

  • Page 70 and 71: mau que, sozinho, criou os seres an
  • Page 72 and 73: Ordem oficial, a um determinado mom
  • Page 74 and 75: algumas pessoas, é preciso dizer q
  • Page 76 and 77: O artigo 46.º do documento de acus
  • Page 78 and 79: pertenceu à Ordem e que foi transf
  • Page 80 and 81: uma bandeira onde figura, com ênfa
  • Page 82 and 83: feições do baphomet? Quanto aos s
  • Page 84 and 85: Beth-El que serve para manter o dia
  • Page 86 and 87: Isso decorria sempre no mais profun
  • Page 88 and 89: Uma mensagem que, sem dúvida, teri
  • Page 90 and 91: tudo quanto o Velho lhes ordenava [
  • Page 92 and 93: encontram-se, pois, atestados expre
  • Page 94 and 95: «Velho guia, oh tu, o que vela na
  • Page 96 and 97: especialistas, tratar-se-ia de uma
  • Page 98 and 99: pensar em aigos, a cabra, tal como
  • Page 100 and 101: Maria, mãe de Deus, mãe muito pie
  • Page 102 and 103: Os cagots, a lepra e o sagrado Pera
  • Page 104 and 105: Ademais, o segredo dos cagots está
  • Page 106 and 107: Vejamos agora uma lenda que lhes di
  • Page 108 and 109: MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO
  • Page 110 and 111: Este episódio talvez tenha feito m
  • Page 112 and 113: Colonna que o papa destituíra e ex
  • Page 114 and 115: Escrevia-lhe versos: És mais bela
  • Page 116 and 117: ou em vários, diferia e separava-s
  • Page 118 and 119: Vimos que as práticas da Ordem nã
  • Page 122 and 123: esidentes fora de França tiveram t
  • Page 124 and 125: evelado também que o cofre continh
  • Page 126 and 127: como único sinal de reconhecimento
  • Page 128 and 129: protegerem das indiscrições. Simp
  • Page 130 and 131: egularmente porque são roubados co
  • Page 132 and 133: altos dignitários tenham podido ma
  • Page 134 and 135: carroças cobertas de palha deixare
  • Page 136 and 137: Hermé. Essa luz formava dois desen
  • Page 138 and 139: Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e
  • Page 140 and 141: Coincidência? Talvez, porque o aca
  • Page 142 and 143: O prisioneiro de Gisors Todos os vi
  • Page 144 and 145: Templários que apareciam sempre ao
  • Page 146 and 147: Bernardo de Claraval atribuirá à
  • Page 148 and 149: 3º - Não alienar nenhuma das suas
  • Page 150 and 151: 4º - O hábito dos Cavaleiros de C
  • Page 152 and 153: transferidos para a igreja de Nossa
  • Page 154 and 155: Capítulo III Templários no mundo
  • Page 156 and 157: Expressão da Ordem templária reti
  • Page 158 and 159: Ordem da Milícia da Cruz do Templo
  • Page 160 and 161: Os seus promotores recusam a transm
  • Page 162 and 163: Ordo Militiae Jesu Christi Supremus
  • Page 164 and 165: CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre
  • Page 166 and 167: 11 Documentos Medievais portugueses
  • Page 168 and 169: 30 Bulas e letras apostólicas conc
  • Page 170 and 171:

    Secretaria do Mestrado da Ordem de

  • Page 172 and 173:

    FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia

  • Page 174 and 175:

    MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ

  • Page 176 and 177:

    Exaudi quaesumos, Domine, preces no

  • Page 178 and 179:

    Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE

  • Page 180 and 181:

    Arquiva-se na Academia dei Lincei,

  • Page 182 and 183:

    12. Em todo o tempo, com a coragem

  • Page 184 and 185:

    Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos

  • Page 186 and 187:

    Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav

  • Page 188 and 189:

    54. Irmãos, que nenhum dos soldado

  • Page 190 and 191:

    desprezar o aviso de ambos, fazei-o

  • Page 192 and 193:

    (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor

  • Page 194 and 195:

    II que os ajudasse nessas batalhas.

  • Page 196 and 197:

    Os seus ideais foram publicados num

  • Page 198 and 199:

    E o seu Lema Templário, era : ("N

  • Page 200 and 201:

    A grande riqueza da ordem atrai a a

  • Page 202 and 203:

    para garantir a segurança nas estr

  • Page 204 and 205:

    Figuras e Factos (Históricos) liga

  • Page 206 and 207:

    Foi Clemente V que na sexta-feira,

  • Page 208 and 209:

    Foi a rapacidade de um monarca fali

  • Page 210 and 211:

    Os Templários adoptavam-na na inic

  • Page 212 and 213:

    O Cardeal Arcebispo de Albano leu a

  • Page 214 and 215:

    Templários - Mestres e Castelos ou

  • Page 216 and 217:

    Foi fundador dos Castelos de Almour

  • Page 218 and 219:

    Dario I, depois de muita luta, imp

  • Page 220 and 221:

    erguendo ao alto sua cruz peitoral

  • Page 222 and 223:

    como a si mesmo. As guerras de reli

  • Page 224 and 225:

    Capítulo VII Os Vídeos templário

  • Page 226 and 227:

    O Julgamento dos Templários em 130

  • Page 228 and 229:

    Templários Paris. A verdadeira his

  • Page 230 and 231:

    Os Cátaros Batalha por honra e gl

  • Page 232 and 233:

    Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-

  • Page 234 and 235:

    Igreja de Nossa Senhora da Graça A

  • Page 236 and 237:

    Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433

  • Page 238 and 239:

    1. Duração da Viagem: De Lisboa p

  • Page 240 and 241:

    A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca

  • Page 242 and 243:

    A hora da refeição constituía um

  • Page 244 and 245:

    esumia o pequeno universo da socied

  • Page 246 and 247:

    compartilhado por animais, barris,

  • Page 248 and 249:

    A importância de ter um médico a

  • Page 250 and 251:

    O jogo mais procurado, embora conde

  • Page 252 and 253:

    www.tribunadomorte.com.br/especial/

  • Page 254 and 255:

    Em Maio desse mesmo ano, numa cerim

  • Page 256 and 257:

    entre os Templários e a poesia tro

  • Page 258 and 259:

    Livro dos Ritos

  • Page 260 and 261:

    A Elevação de grau a Grande Ofici

  • Page 262 and 263:

    (CTN) Condestável ou Porta-Espada

  • Page 265 and 266:

    265 Os Postulantes são conduzidos,

  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

clique aqui para baixar - Entre Irmãos