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Untitled - Ordem de Cristo

egularmente porque são

egularmente porque são roubados com frequência). Diz-se que, todos os anos, na data da abolição da Ordem, aparece uma figura armada que grita três vezes: «Quem defenderá o Santo Templo? Quem libertará o sepulcro do Senhor?» Então, as sete cabeças respondem em coro, três vezes: «Ningué'm, ninguém, o Templo foi destruído!» Mas aqui os crânios alinhados esperavam apenas, em pleno território templário, os espeleólogos corajosos que haviam tentado a exploração. Ademais, os locais próximos do poço não deixam a menor dúvida sobre a presença de instalações templárias nas paragens. Essas cabeças cortadas e o seu culto só podem conduzir-nos à demanda do Graal e aos rituais que estavam associados a esta. Não esqueçamos que, nas primeiras versões, não era uma taça que se encontrava numa bandeija e representava o Graal, mas sim uma cabeça cortada. À procura de Saint-Guiral Quando, de La Couvertoirade, olhamos para nordeste, apercebemo-nos da linha montanhosa das Cevenas, uma espécie de fronteira natural cuja linha azulada parece impedir o acesso a um reino celeste. Era aí que os Roquefeuil tinham o seu castelo que, na verdade, se devia reduzir a uma torre, ou pouco mais. Era daí que desciam quando vinham roubar os rebanhos dos Templários, no Larzac, da montanha de Saint-Guiral. Um local espantoso que cristalizou, ao longo da História, um conjunto de crenças e ritos que têm milénios. Adrienne Durand-Tullou dedicou uma obra muito importante a esse pico pouco conhecido. Escreve: Desde os tempos pré-históricos, exerceu um verdadeiro fascínio sobre os homens que se fixaram, não só nas proximidades, mas também à beira do Mediterrâneo. O cume de Saint-Guiral apresenta alguns vestígios que atestam a permanência de um culto nesse local. O castelo em si mesmo apenas deixou algumas pedras que correspondem à base de uma torre e as ruínas da sua capela. Para além dos vestígios de uma muralha de grandes pedras, dos restos de mais duas capelas, de uma pequena construção em ruínas junto de um ponto de água e de degraus talhados na rocha, descobrimos, nesse cume, vestígios que datam da época céltica ou pré-Céltica. Um antigo oppidum rodeado de rochedos arranjados de forma a formarem um abrigo e um menir deitado no solo encontram-se ao lado das ruínas do eremitério. No entanto, o centro de atracção dos peregrinos que passavam horas a subir a montanha era o «túmulo de Saint-Guiral». Com efeito, esse túmulo é formado por um bloco de granito que toma a forma de uma arca. Parece que deve tanto ao homem como à natureza, tendo aparentemente sido trabalhado. Foram gravados entalhes em enormes blocos de granito situados ao lado do «túmulo». Formam cadeiras, na tradição daquelas «cadeiras do diabo» por vezes ligada a antigos recintos megalíticos. Adrienne Durand-Tullou refere: Uma espécie de terraço escavado na parede, completado por um murete que forma degraus de escada permite que se transponha uma passagem e chegar à base da plataforma. Verificamos então que os enormes blocos de granito que se encontram no local permitiram a realização de um sistema de defesa titânico, por junção de outros blocos cuja deslocação e disposição devem ter levantado problemas. Panos de muralha enormes, esconderijos escavados nas paredes remontam a uma época longínqua, talvez proto-histórica. Isto poderia ser corroborado pelo culto taurino que acompanha esse santo. Para proteger os rebanhos das doenças, levavam-se os bovinos a Saint-Guiral. Depois de terem subido à montanha, obrigavam-nos a fazer o périplo do rochedo do cume. Geralmente, um dos mais belos animais, «amiúde um preto», «ficava no local». Nunca mais o voltavam a ver. Isto equivale a dizer que se realizava o sacrifício de um bovino, sinal de um culto antigo que se parece muito com o que encontramos em Carnac, perto de Saint-Cornely. Um local singular a que se pode aceder por percursos de grande extensão. São fáceis de localizar graças ao mapa 1/25000 do I. G. N. n.o 2641 leste. O melhor é, sem dúvida, aproximarmo-nos vindos pelo desfiladeiro de Homme-Mort, onde se encontra uma rocha com cúpulas, Uma toponímia muito interessante lembrará sem dúvida alguma coisa aos que se apaixonam pelos mistérios do solo de França. Para além desse desfiladeiro do Homme-Mort, não é que descobrimos, muito perto, um Blanquefort e até, mesmo ao lado do Saint-Guiral, o monte das Trois-Quilles? Antes de vermos mais de perto quem era o santo ermita cujo nome é ostentado por este local sagrado, interessemo-nos, durante alguns instantes, pela familia que tinha o seu castelo nesta eminência. São curiosos estes Roquefeuil, cujas origens alguns situam nos Pirenéus, uma região cátara. A 21 de Fevereiro de 1002, foi redigido um codicilo ao testamento de Henri, visconde de Creissel e barão de Roquefeuil. Por esse acto, decidia fundar, a expensas suas, um hospital de pobres na montanha de l'Espérou. Para tal, legava, entre outros, os rendimentos de um território chamado «de felicidade». Ora, a carta 59 do cartulário de Notre-Dame-de-Bonheur referia, em 1145, a denominação de monasterium Boni-Hominis, o mosteiro dos homens bons. O termo homens bons era também o aplicado aos perfeitos cátaros, nos Pirenéus. Pura coincidência? Curiosos, estes Roquefeuil e o seu culto a Saint-Guiral que teria feito parte da sua familia. De facto, será que esse santo misterioso existiu? Por certo que não. De qualquer modo, não

131 encontramos o menor vestígio em parte alguma. Totalmente ausente do martirológio romano. A Igreja considera que nunca existiu o que, aliás, nunca impediu o clero local de enquadrar o culto local. Adrienne Durand-Tullou considera que o nome Guiral é a corruptela do de Saint-Géraud-d'Aurillac, o que justificaria não se encontrar registado sob o nome de Guiral. Alguns exemplos recolhidos em Corrèze e no Contal pareceriam poder dar-lhe razão se Guiral tivesse a mesma história que Géraud, mas o seu culto parece específico. Logo, vamos correr o risco de avançar uma outra hipótese e, para tal, começaremos por fazer uma breve passagem pela Bretanha. Em Langon, em Ille-et-Vilaine, existe uma capela designada, em 838, pelo nome de Ecclesia sancti Veneris. Aí, venerava-se Saint-Vénier, personagem de que seria muito difícil encontrar vestígios, Ora, em 1839, ao limpar a têmpera que cobria a abóbada de dupla curvatura da abside, descobriu-se, por debaixo, um fresco. Nele via-se uma mulher nua a sair das águas e a pentear os cabelos, acompanhada por peixes e por Eros montado num golfinho. Tratava-se de Vénus, adorada naquele local na época romana, e o nome Vénier apenas se limitara a ocultar o da deusa cujo culto haviam feito desaparecer a pouco e pouco, fazendo passar as populações do paganismo para o cristianismo. Deixemos aí a deusa do amor e voltemos a Guiral. O seu nome também poderia cobrir outro culto. Suponhamos que também ele não passe de um disfarce, não poderíamos ver em Saint-Guiral um saint-g(ui)ral? Hipótese audaciosa? Talvez! Um quadro representa o santo, na igreja de Arrigas. Dois anjos parecem velar pelo monge ocupado a ler um livro enquanto, a seus pés, um crânio parece contemplá-lo. O crânio é um motivo representado amiúde para lembrar que tudo não passa de vaidade mas, no entanto, lembremo-nos das cabeças cortadas do poço do medo. Pensemos na assimilação do crânio e da taça nos velhos cultos célticos. Pensemos também que a peregrinação a Saint-Guiral era realizada na segunda-feira de Pentecostes, dia da descida do Espírito Santo à Terra. Teremos de ver nesta ermida o culto do Graal? Uma lenda chamada dos Três Ermitas está ligada ao Saint-Guiral. Três irmãos da familia Roquefeuil estavam apaixonados pela mesma rapariga. Ela decidiu que deveriam partir para a cruzada e disse que, quando do regresso, casaria com aquele que se tivesse mostrado mais valoroso. Partiram, mas a donzela nunca mais os viu voltar nem teve notícias deles. Julgou que todos três haviam morrido e ela própria morreu de desgosto. Os três irmãos, regressados da Terra Santa, chegaram mesmo a tempo de se cruzarem com o cortejo fúnebre. Então, decidiram fazer-se ermitas. Segundo uma versão desta lenda, os três irmãos Roquefeuil chamavam-se Alban, Guiral e Sulpice e a bela tinha o nome de Berthe de Cantobre. Ora, Cantobre (que pode traduzir-se por: que obra!) situa-se na plataforma rochosa que domina, do alto de uma centena de metros, a confluência entre o Dourbie e do Trévezel. Um Trèvezel que nos lembra muito o Trévizent da demanda do Graal. Detenhamo-nos um pouco neste Sulpice, que se afirma ter vivido junto de Guiral. Tinha fama de ser o «Senhor das Águas». A abacial de Nant alberga as suas relíquias na capela de Saint- Roch. Estão encerradas num cofre muito antigo que tem a forma de uma arca. Todos os anos, esse santo era festejado a 17 de Janeiro, quando de uma cerimónia que se desenrolava na «capela de Caux». Ligam-se também Guiral e Sulpice ao Saint-Clair cuja capela domina a cidade de Sète. Esse santo, cuja cabeça foi cortada, era especialmente querido daquela família Sinclair de que falámos no capítulo anterior e que, recolheu, sem dúvida, uma parte da herança escocesa do Templo. É verdade que tudo isso pode não passar de coincidência. Ainda por cima, a montanha de Saint-Guiral não fazia parte das terras do Templo. Mas podemos perguntar-nos se os Templários e Roquefeuil não caçariam nos mesmos territórios espirituais, o que poderia explicar a teimosia dos Roquefeuil em não permitirem que os Templários se apoderassem de todo o Larzac. Os senhores do Saint-Guiral também se interessariam pelo poço do medo? Todos poderão meditar neste ponto ao visitarem La Couvertoirade e observarem um brasão esculpido numa casa particular da pequena cidade fortificada. Para além das estrelas de cinco pontas, vê-se nele um leão (lembrando aquele que figura nas armas dos Roquefeuil) sobrepujado por uma palmeira onde estão poisadas duas pegas (gralhas, como se diz Languedoque). Essas armas são de Jean-Antoine de Grailhe. A História apresenta coincidências que mereciam pesquisas aprofundadas. Com efeito, seria interessante saber se o culto das cabeças cortadas do poço do medo tem alguma relação com o saint-g(ui)ral e o seu crânio, e se a família de Gra(i)l(he) está ligada a esta estranha aventura. ARGINY E O TESOURO DO TEMPLO Que tesouro? A realidade de um tesouro templário gigantesco está longe de ser evidente. Ainda por cima, o facto de, em inúmeros locais, os Templários terem conseguido escapar à sorte que Filipe, o Belo, pretendia reservar-lhes, permite pensar que teria podido ser recuperado pelos sobreviventes da Ordem. Mesmo que partamos do princípio de que, de um modo ou de outro, os

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