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Untitled - Ordem de Cristo

Hermé. Essa luz formava

Hermé. Essa luz formava dois desenhos, separados cerca de um metro e cinquenta, comportando cada um deles dois S separados por um intervalo. A uma determinada profundidade sob eles, vejo um cofre. Está colocado sobre uma laje num subterrâneo que forma, nesse local, uma sala circular, cujo acesso não vejo. O cofre é de pedra. Tem a forma de um pequeno sarcófago com cerca de um metro de comprimento. A sua tampa, também de pedra, é em duas abas. No interior do cofre, que está aberto, vejo um molho muito grosso de folhas de pergaminho. Estão juntas por duas placas, uma por cima e outra por baixo, ligadas por um cordão de metal escuro que forma uma laçada. As placas também são de metal escuro. Esse conjunto tem as dimensões habituais dos grandes livros de música gregoriana que vemos nas estantes das igrejas [...]. Vi a página que ostenta os sete pontos de ouro unidos pelas linhas. Vi também outras páginas desse livro, cobertas de sinais ou de letras de que, infelizmente, não me lembrava quando acordei. Tenho a certeza absoluta de que se trata de documentos de uma extrema importância, dos quais apenas uma parte se refere à regra dos Templários. Tive também a sensação de que estava em presença de um grande e verdadeiro mistério [ ... ]. Alguns ensinamentos referem-se aos segredos e técnicas relativos à arte de construir, mas não apenas ao modo de juntar os materiais. As regras que devem ser seguidas para determinar a orientação, as formas e as proporções dos edifícios para que estes tenham o seu pleno valor iniciático estão lá determinadas [ ... ]. Gabrielle Carmi foi a Arginy. Aí, sentiu-se atraída por um determinado local, no sítio onde haviam aparecido os sinais luminosos do seu sonho. Sentiu a presença do cofre, sob os seus pés, num lugar onde, outrora, se erguera uma torre. Escavações superficiais permitiram revelar quatro degraus de escada. No entanto, não se escavou mais e cobriram mesmo o buraco feito, tapando de novo os degraus encontrados. Gabrielle Carmi sentia também a presença de dois subterrâneos que convergiam para a localização do cofre. Um partiria da torre isolada e outro de um local mais próximo do castelo. Isto vale o que valem os sonhos, é claro, mas os de Gabrielle Carmi são bastante interessantes, tanto mais que os subterrâneos existem. Com efeito, já vimos que as escavações permitiram pôr à luz uma galeria na base da Torre das Oito Beatitudes. As chaves do Paraíso Antes de terminarmos esta estranha história, vamos fazer um passeio pelo mapa do estado-maior. Lembremo-nos de que a toponímia encobre muitas vezes a chave dos locais. Sirvamonos da carta do I. G. N. a 1/25000 cotas 2929 leste, 3029 oeste, 2930 leste e 3030 oeste. Há vários elementos dignos de nota na toponímia da região. Em primeiro lugar, nomes de lugares ligados à história santa: Bethléem, Lazare, La Balthazarde, La Jacobée, La Zacharie, Saint-Abram. Há também um número espantoso de topónimos que se encontram amiúde e frequentemente muito próximos uns dos outros. Assim, apercebemo-nos de três Jérusalem, três Saint-Julien, três Saint-Roch, três La Rochelle, quatro Saint-Jean, dois Saint-Étienne, dois La Varenne, dois Saint-Paul, dois Saint-Abram, dois Saint-Pierre e um Razès que corresponde a um Razet. Estas duplicações, para não dizer mais, não deviam tornar nada fácil a identificação dos locais. É difícil saber de que Jerusalém se fala se não for fornecida qualquer explicação suplementar. Então, por que razão teriam criado esta curiosa meada de topónimos, tão difícil de desenredar? Não poderia servir de fio de Ariana àquele que soubesse ir até ao fim? Convém notar também, a cinco quilómetros a nordeste de Arginy, a existência de um conjunto de topónimos tipicamente templários: Le Bois des Épines, La Fonderie de Saint-Jean, Saint- Jean-d'Ardières e L'Épinay. Devemos dizer que estamos muito perto de Belleville, onde se encontra um local chamado La Commanderie, perto de Sainte-Catherine. Se nos ativermos a Arginy e aos lugares mais próximos, iremos ver uma Croix-Rouge e um local chamado Les Chevaliers. Mas, sobretudo, há que notar, no meio das vinhas, a cerca de mil e duzentos metros para oeste da Torre das Oito Beatitudes, uma capela consagrada a São Pedro. Forma, com Arginy e um local chamado Le Nicolas, um triângulo equilátero. Não foi a São Nicolau que foi dedicada a capela misteriosa construída pelo conde de Beaujeu, depois da ressurreição do filho? De qualquer modo, quase poderíamos apostar que existe um subterrâneo que conduz a Arginy, a partir da capela de São Pedro. Talvez, nela, a luz indique a entrada, desenhando no solo estranhos reflexos, depois de ter passado pelo prisma dos vitrais. Uma vez mais, o santo das chaves mostra, sem dúvida, o caminho do paraíso e das suas beatitudes.

137 GISORS: ET IN ARCADIA EGO Um jardineiro que brinca às toupeiras Em 1929, um jovem de 25 anos, Roger Lhomoy, conseguiu ser contratado pelo município de Gisors como guia e jardineiro do castelo. Tinha uma ideia na cabeça. Acabara de sair do seminário, onde já recebera ordens menores. Fora aí que lhe ocorrera essa ideia? Teria ouvido os homens de igreja a respeito de Gisors. Acontece que estava convencido de que a fortaleza daquela pequena cidade do Eure escondia um tesouro. Uma vez contratado como jardineiro, estava em posição de confirmar se esse sonho era susceptível de apresentar alguma consistência. Mas, onde procurar? Por onde começar? O tempo foi passando sem que Lhomoy avançasse uma polegada. No entanto, ao fim de quinze anos, em 1944, começou as escavações. Dado que não tinha autorização, apenas escavava de noite, utilizando um material perfeitamente rudimentar: pá, picareta, ferro, gambiarra e um guindaste improvisado. Tendo reparado num poço situado à esquerda da entrada da muralha do torreão, começou a desaterrá-lo. Dia após dia, ou melhor, noite após noite, cavava. Chegou assim a uma profundidade de vinte metros. Teve de ficar por ali, porque um desabamento quase o engoliu. Conseguiu sair de lá, sozinho, apenas com uma perna partida. Restabelecido, Lhomoy só pensava em continuar as suas escavações, mas estava fora de questão regressar ao poço, cujas paredes haviam ficado fragilizadas pelos trabalhos precedentes. Decidiu recomeçar do zero e escavar cerca de quinze metros mais à frente, sempre no recinto do torreão. Primeiro, fez uma espécie de chaminé vertical, com dezasseis metros de profundidade, e depois escavou, a partir daí, uma galeria horizontal com dez metros de comprimento e recomeçou a escavar na vertical, ao longo de quatro metros. Uma noite, quando se encontrava a vinte e um metros, sob o solo, o seu ferro bateu numa superfície dura. Pelo menos, foi o que afirmou. Estava perante uma pedra talhada, lisa. Libertando cuidadosamente a sua superfície, deu-se conta de que se tratava de uma parede. Conseguiu retirar algumas pedras, apenas as necessárias para passar a cabeça, os ombros e a gambiarra para o outro lado. Ouçamos o seu testemunho’: Estou numa capela românica em pedra de Louveciennes, com trinta metros de comprimento e nove de largura, e com cerca de quatro metros e meio de altura até à chave da abóbada. Logo à minha esquerda, perto do buraco por onde passara, fica o altar, também de pedra, com o seu tabernáculo. Para a minha direita, o resto do edifício. Nas paredes, a meia altura, sustentadas por apoios de pedra, as estátuas de Cristo e dos doze apóstolos, em tamanho natural. Ao longo das paredes, poisados no solo, sarcófagos de pedra com dois metros de comprimento e sessenta centímetros de largura: há dezanove. E na nave, aquilo que a minha luz revela é incrível: trinta cofres de metal precioso, dispostos em filas de dez. E a palavra cofre é insuficiente: seria melhor falar de armários deitados, armários que medem, cada um, dois metros e cinquenta de comprimento, um metro e oitenta de altura e um e sessenta de largura. Então, Lhomoy decidiu prevenir as autoridades. Assim, numa manhã de Março de 1946, apresentou-se perante o Conselho Municipal, reunido em sessão plenária. Contou as suas escavações e o que vira e convidou os conselheiros a virem confirmar, eles próprios, que falava verdade. Todos se deslocaram até junto da base do torreão mas, uma vez lá, perante o poço improvisado escavado por Lhomoy, os convidados entreolharam-se: estava fora de questão descerem a essa verdadeira armadilha, podia haver um desmoronamento a qualquer altura. Aquele homem era louco. No entanto, a história espalhou-se rapidamente pela cidade e um homem mais corajoso do que os outros disse que era preciso tirar aquilo a limpo. Aliás, tinha alguma experiência na matéria, dado que era um ex-oficial de engenharia. Émile Beyne, comandante dos sapadores-bombeiros de Gisors, desceu, portanto, ao fundo do poço e, em seguida, avançou até ao fim da galeria horizontal. Só lhe faltava descer quatro metros na vertical. Literalmente sufocado no fundo desse poço estreito, Émile Beyne renunciou, todavia, a correr mais riscos. Subiu e, embora estivesse habilitado a confirmar o que Lhomoy dissera, não pôde testemunhar sobre a existência da capela. No entanto, para a opinião pública isso foi suficiente para tornar credível o relato do jardineiro. Lhomoy aproveitou-se disso para se apresentar de novo na câmara, esperando obter ajuda para continuar as escavações e desenterrar o acesso à capela. Ora, teve uma surpresa desagradável: não só lhe foi recusada qualquer ajuda, como lhe disseram que o seu buraco iria ser tapado. Nesse mesmo dia, a edilidade mandou para o local uma equipa de prisioneiros alemães e foi tudo aterrado. Lhomoy, abatido de momento, não se declarou vencido. Pediu uma autorização para as escavações, à Secretaria de Estado dos Assuntos Culturais, e foi-lhe concedida. Confortado com esta, dirigiu-se de novo à câmara municipal. Por estranho que pareça, recebeu como única resposta um discurso do adjunto do presidente da câmara de Gisors que tinha fortes parecenças com uma ameaça: Proíbo-o formalmente de dar seguimento às suas elucubrações de pessoa perturbada, dando-se por muito feliz por ainda não terem sido tomadas medidas para o internar, coisa que o destino poderá muito bem reservar-lhe. Que a edilidade tomasse todas as precauções para que as novas escavações não pusessem em perigo o torreão e decorressem em condições máximas de segurança teria sido normal. Em contrapartida, que a edilidade se opusesse formalmente a essas escavações apesar da autorização do ministério é que é surpreendente. Que, ademais, chegasse a ameaçar Lhomoy de o mandar internar, e de uma forma quase aberta, parece muito estranho.

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