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Untitled - Ordem de Cristo

O prisioneiro

O prisioneiro de Gisors Todos os visitantes do Castelo de Gisors saem muito espantados da Torre do Prisioneiro. Na verdade, descobriram-se lá verdadeiras esculturas, e não inscrições como é geralmente o caso, deixadas no local por um detido acerca do qual correm muitas lendas. Diz-se, entre outras coisas, que esse cavaleiro chamado Poulain era amante da Rainha Branca. Desses amores nasceu uma filha que não sobreviveu. No entanto, o rei, posto ao corrente, mandou encarcerar Poulain nessa torre do castelo. Evadiu-se mas, ferido, só teve forças para ir morrer nos braços daquela que amava. Ela enterrou-o num subterrâneo, ao lado da sua filha. Quem era essa Rainha Branca? A lenda não o diz, mas esta história parece essencialmente ser uma alegoria alquímica. Visitemos a torre para sabermos mais. Chegamos lá por andares e os primeiros níveis a que acedemos atraem pouco a nossa atenção. No entanto, distinguimos neles algumas inscrições estranhamente semelhantes às da torre de Coudray, em Chinon. Foi aí também que, lembremo-lo, Jacques de Molay foi encerrado. Quanto à cela famosa, a luz penetra nela dificilmente e o prisioneiro que nela gravou a sua mensagem devia trabalhar segundo os períodos do ano e as horas do dia, em função da deslocação, na parede, de um estreito raio de luz. E, apesar das dificuldades, o «prisioneiro» conseguiu esculpir, sem dúvida com o auxilio de um prego, verdadeiros baixos-relevos. Neles, vemos São Jorge a matar o dragão que uma donzela trás na ponta do seu cinto, bem como diversas cenas religiosas entre as quais episódios da Paixão, um enforcamento de Judas, uma ressurreição de Cristo, bem como cenas profanas: um torneio ou um baile em que participam personagens com a cabeça ornada com cocares de penas, como os índios. Mas podemos ler também um texto: O MATER DEI MEMENTO MEI – POULAIN isto é: Oh Mãe de Deus, lembra-te de mim - Poulain. Ora não há dúvida de que o prisioneiro nos fornece a chave para estas cenas. Perto desta inscrição, esculpiu uma estátua jacente, réplica invertida da que se encontra na igreja Saint-Gervais-Saint-Protais. Não é ali que Poulain pretende levar-nos? De Saint-Gervais-Saint-Protais a Rosslyn-Chapel: um modo de vermos com mais clareza O edifício actual data de 1249, mas foi grandemente alterado em 1497 e, sobretudo, de 1515 a 1519, nomeadamente em tudo o que se refere à decoração. De notar que as gravuras da Torre do Prisioneiro parecem datar do século XVI, a julgar pelos trajos. Por cima do portal principal, um baixo-relevo representa a visão de Jacob adormecido, vendo sair dele os reis de Judá. Jacob, aquele que lutou contra o anjo e ficou coxo, aquele que conhecia o segredo para penetrar na cidade subterrânea de Luz, Jacob que sabia como um local pode ser «terrível». A árvore de Jessé que figura no interior conduz-nos ao problema da sua descendência. Entrando na igreja, à esquerda, quase parece que quiseram lembrar-nos o prisioneiro. Com efeito, descobrimos aí uma curiosa escultura que representa Sainte Avoye, por detrás de grades. De notar que as religiosas de Sainte Avoye, cuja ordem desapareceu, estavam instaladas em Paris no local do bairro do Templo. Um pouco por todo o lado, a decoração presta-se a uma interpretação alquímica, mas alguns pormenores precisos devem atrair mais particularmente a nossa atenção. Assim, a estátua colocada sob a tribuna do órgão. Ela representa David, com a espada na mão, depois da sua vitória sobre Golias. Mas um David idoso, que segura um livro. A seus pés... a cabeça cortada do seu inimigo oculta também um livro fechado. Esse livro não seria o símbolo da doutrina secreta do Templo que passa pelos mistérios do baphomet? Sem dúvida que poderemos convencer-nos disso se observarmos mais de perto a estátua jacente esculpida na parede. A esse respeito, Antoine Dorival escreve, no século XVII: «É um esqueleto horrível ou o mestre perfeito.» Aí está: encontramo-nos, de súbito, no seio da filiação maçónica da tradição templária ou, mais exactamente, da sua sobrevivência escocesa. Acompanhemos, por um instante, Gérard dede: Com efeito, vista da nave, a disposição do conjunto que foi construído, no início do século XVI, a expensas das corporações e confrarias, é muito especial, dado que é exactamente a de uma loja maçónica quando da iniciação do grão-Mestre: à direita, um pilar recto, à esquerda, um pilar torto, tal como são, respectivamente, as duas colunas da loja, Jachin e Boaz, que imitam as do Templo de Salomão; ao fundo e entre as duas (ou, como dizem os mações, na câmara do meio) o horrível esqueleto perante o qual o recipiendário é convidado à reflexão e que simboliza o cadáver de Hiram, construtor do Templo, o mação mais completo que já houve, o mestre perfeito. Esta interpretação talvez tenha sido «pedida», mas não deixa de ter interesse. Ao lado, o «pilar dos curtidores de peles» também nos apresenta a sua mensagem. Considera-se dedicado a São Cláudio, patrono dessa corporação,

143 e, no entanto, não é Cláudio que figura na inscrição mas sim CLAUS, isto é, São Nicolau, patrono dos prisioneiros, mas também ligado às minas, a ponto de os alemães terem chamado Nickel, por sua causa, ao pequeno génio das minas. O pilar ostenta uma inscrição que diz: IE FUS ICI L’AN ISZ, alusão a Ísis? É na capela de Saint-Clair que se encontra a estátua jacente. Notemos, de passagem, outras inscrições ligadas a esse esqueleto, nomeadamente a seguinte: FA Y MAINTENANT CE QUE VOULDRA SAVOIR FAIT QUAND TU TE MOURRAS. («Faz agora o que quererás ter feito quando morreres») Eis algo que nos lembra muito a máxima tão cara aos iniciados do Templo de Bacbuc, em Rabelais: Faz aquilo que quiseres. E não se trata de um acaso. Observemos também o curioso pilar «torcido» dos Delfins. Lembra-nos um outro pilar torcido muito interessante ligado também ao nome de Saint-Clair, pelo menos em termos fonéticos. Encontramo-lo na Escócia, com o nome de «pilar do Aprendiz», na capela de Rosslyn, edifício muito interessante no plano simbólico. Conta-se que um mestre-pedreiro não quis terminar esse pilar sem ter ido a Roma para observar uma obra do mesmo tipo, e para não negligenciar um trabalho tão delicado. No entanto, quando regressou, encontrou o seu pilar terminado. Um aprendiz concluíra-o e de uma forma tão perfeita que o mestre-pedreiro ficou louco de ciúme. Matou o aprendiz e é a... cabeça deste último que veríamos esculpida por cima da porta ocidental da capela, ostentando uma ferida na têmpora direita. Em frente, uma... cabeça com barba, a do mestre que o matou. O tema dominante da decoração desta capela é o «Homem Verde», uma... cabeça humana com folhas de videira que saem da boca e das orelhas, cabeça cortada que garante a fertilidade da terra e o crescimento dos vegetais, tal como o baphomet. Não alongaremos mais em relação a Rosslyn Chapel, remetendo o leitor, para mais pormenores, para a obra de Michael Baigent e Richard Leigh. ( Michael Baigent, Richard Leigh, Des Templiers aux franc-maçons, la transmission du mystère, Éditions du Rocher). Todavia, isso pouco nos afastaria de Gisors, dado que Rosslyn Chapel foi construída por uma familia que já encontrámos, a propósito da pista escocesa. Uma familia de fiéis de Robert Bruce, ligada à filiação do Templo, bem como à expansão da maçonaria jacobina: os Saint-Clair ou, como actualmente são chamados, os Sinclair; essa familia da qual um membro, Sir Henry Sinclair, se lançou, em 1395, um século antes de Colombo, à conquista das Américas, tendo como destino o México. Nunca ninguém soube se lá chegou. A propósito, a quem é dedicada a capela da estátua jacente de Gisors? A Saint-Clair, evidentemente. Não vamos mais longe neste campo e deixamos a cada um o trabalho de descobrir todas as outras maravilhas que se escondem na igreja de Gisors. Antes de terminarmos, voltemos, durante breves instantes, a fazer uma visita ao nosso prisioneiro na sua torre, a fim de lhe agradecermos ter-nos conduzido a esta igreja sob a qual se encontra, sem dúvida, a capela de Santa Catarina. Um prisioneiro demasiado cortês para não ser iniciado Vimos, perto da estátua jacente, o Faz aquilo que quiseres, caro a Rabelais. Ora, ao longo de toda a sua obra, este deixou uma mensagem oculta ligada a uma sociedade secreta da época: a Agla. Foi esta organização que já encontrámos a respeito dos irmãos Van Eyck e da sobrevivência da Ordem do Templo no seio da Ordem de Santo Antão de Barbefosse. Depois, a Agla transformou-se na Sociedade Angélica, cara a Júlio Verne e muitos outros escritores e artistas’. Os seus membros adquiriram o hábito de deixar, nas suas obras, verdadeiras mensagens cifradas, servindo-se dos métodos utilizados em O Sonho de Polífilo, atribuído a Francesco Colonna. É importante saber que essa obra esteve na base do simbolismo utilizado numa boa parte dos modelos de arquitectura do Renascimento e, nomeadamente, na arte dos jardins. Aqui, não podemos alongar-nos mais sobre o papel da Sociedade Angélica que estudámos profundamente noutra obra. Contentemo-nos, pois, com recorrer a Grasset d'Orcet, cujos estranhos artigos aparecidos na Revue Britannique, no final do século passado, estão cheios de ensinamentos. Ele lembra: Os adeptos de uma loja semelhante à Sociedade Angélica a que pertencia Rabelais, com a diferença de que era composta por nobres, e mais provavelmente por cavaleiros e clérigos de São João de Jerusalém, herdeiros da Ordem do Templo. Liga também os Templários aos adeptos da arte gótica, arte cifrada que preferia grafar Gál-tica, isto é, ligada a esses Goliardos que tinham uma especial veneração pelo galo (gault). Em O Sonho de Polífilo, o herói está apaixonado por Polia, que personifica a sabedoria e o conhecimento, e é submetido a muitas provas para se juntar a ela. Nessa obra, Grasset d'Orcet decifra uma passagem segundo a qual o autor teria querido afirmar que era templário. Para ele, Polia não é uma mulher, é uma «polé», e Polífilo é outra. «As duas fazem um par, e o par, unido por uma cadeia ou malha, forma um cadernal ou uma talha que serve para elevar os fardos para bordo dos navios, as pedras para um andaime ou, mais simplesmente, o balde de um poço», que liga a Salomão. Grasset d'Orcet explicita um pouco estes termos sibilinos. Para ele, a talha composta por um par (uma «polé fixa» e uma «polé livre», foi escolhida no Renascimento para lembrar os

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