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Capítulo V REGRA

Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDEM DO TEMPLO Tradução, introdução e notas Manuel J. Gandra © Mafra, 1998 Desta edição fez-se uma tiragem de 250 exemplares, numerados e assinados pelo tradutor-anotador. © edição na Internet por Lomba-Viana, Ph.D. INTRODUÇÃO Não nos dês a nós, Senhor, não nos dês a nós a glória, mas dá-a ao teu nome. (Salmos, CXIII, 9) Aos infiéis, Senhor, aos infiéis, que eu creio tudo o que podeis. Camões (Os Lusíadas, III, 45) É indiscutível o vínculo de S. Bernardo ao surgimento canónico da Ordem do Templo, não obstante saber-se não ter sido ele próprio o redactor da sua Regra primitiva. Lê-se, de resto, no § 5 do prólogo da dita: “Eu, Jean Michel, pela graça de Deus, mereci ser o humilde redactor da presente Regra, por determinação do Concílio e do venerável padre Bernardo, abade de Claraval, a quem essa divina tarefa foi cometida” (1). De duvidosa utilidade será, por conseguinte, invocar a ausência do reformador de Cluny no Concílio de Troyes (2) para promover a sua por vezes alegada indiferença pela definição do estatuto normativo da praxis de uma milícia cujos primórdios acompanhara atentamente. O empenho que pusera em institucionalizá-la terá decidido o Papa Honório II e o Patriarca de Jerusalém, Estevão, a confiar-lhe a missão de tornar cisterciense a regra agostiniana (a carta 216, posteriormente subdividida em dez capítulos, dirigida pelo bispo de Hipona, Santo Agostinho, a uma comunidade dessa diocese) sob a obediência da qual os Templários haviam vivido desde 1118 (3). Já a carta panegírico De Laude Novae Militiae (Em louvor da nova Milícia) anda atribuída sem contestação a S. Bernardo (4). Motivada, ao que parece, por solicitação do primeiro Mestre da Ordem e talvez redigida na sequência de uma missiva deste na qual exortava os cavaleiros à humildade e perseverança, uma vez que, face à extrema pobreza a que se haviam votado, os companheiros de Hugo de Payen, durante a ausência deste no Concílio, teriam estado na eminência de abandonar a empresa para se dedicarem à vida contemplativa que consideravam mais perfeita (5). Seja como for, com o Templo sem dúvida se enceta uma forma renovada de religiosidade. A sua Regra, só definitivamente fixada em 1163, foi concebida em função de uma comunidade indivisa. Os superiores, qualquer que fosse o respectivo grau, representavam a Ordem inteira e não somente uma casa, além de que, por não serem detentores de autoridade ou responsabilidade particulares mas apenas membros de um governo central, ficavam obrigados a submeter para ratificação aos capítulos conventual, regional, provincial ou, em última instância, geral, todos os actos e iniciativas que visassem empreender. A comenda continua a constituir uma pessoa moral, conservando certa autonomia, quer financeira quer jurídica. Todavia, a recepção de cada novo membro fica, ao invés do que prescrevia a organização beneditina, sob a alçada não dos comendadores locais, mas de um visitador designado pelo Capítulo geral. Por outro lado, a Ordem aceita duas categorias de irmãos: os regulares (societatis) e os familiares ou donatos (confraternitatis), espécie de ordem terceira (6), na qual D. Afonso Henriques chegou a filiar-se, conforme expressamente declara na confirmação da doação de Soure aos Templários, feita “por amor a Deus, por sua alma, pela dedicação que lhes consagrava e por ser seu confrade” (7).

179 Muito embora menos raros do que geralmente se supõe, são bastante invulgares os manuscritos consignando o texto da Regra primitiva, para já não referir o dos Estatutos e Definições que a complementavam (8). Frequentemente se justifica tal circunstância pela recolha dos exemplares existentes efectuada em determinada ocasião por um Mestre. A documentá-la, entre outras, a deposição do irmão Géraud de Causse (12 de Janeiro de 1311), no processo instaurado contra o Templo: “[…] vi uma ou duas vezes o Mestre Thibaud Gaudin pedir aos irmãos que fossem detentores de livros relacionados com a Regra da Ordem para que lhos devolvessem. Ouvi dizer e creio que ele mandou queimar alguns, tendo entregue outros aos mais velhos da Ordem e guardado para si os restantes. Os antigos afirmavam que Guillaume de Beaujeu e Thomas Bérard haviam procedido da mesma forma” (9). Faculto o sucinto repertório dos manuscritos conhecidos, decerto ainda não a totalidade dos subsistentes: Alemanha 1) Manuscrito de Munique Divulgado por A. Knaepfler (Die Ordensregel der Tempelherren, in Historisches Jahrbuch, v. 8, 1887, p. 666-695). 2) Manuscrito de Hamburgo Encontrado por Th. Mertzdorff nos arquivos de uma loja maçónica dessa cidade, a quem fora doado por um tal Dr. Buck. A primeira parte do documento contém a Regra primitiva do Templo com aditamentos redigidos por Mathieu de Tramlay no dia de S. Felix do ano de 1205. A segunda e terceira partes reproduzem o que o seu descobridor considerou ser, em 1877, a Regra Secreta da Ordem, a saber: os Estatutos secretos dos Irmãos Eleitos e o Baptismo do Fogo ou Estatutos secretos dos Irmãos Consolados, obra atribuída a um tal Mestre Rocelin (Rosslin ?), nome ausente de todos os catálogos dos altos dignitários do Templo. São tidas por apócrifas, falsificações maçónicas dos inícios do séc. XIX, destinadas a fundamentar a filiação templária da franco-maçonaria (10). Bélgica 1) Manuscrito de Bruges Editado por Alphonse Poorter (Annales de la Société d’ Émulation de Bruges, v. 62, 1912, p. 174-198). Espanha 1) Manuscrito de Barcelona Texto incompleto dos finais do séc. XIII. Guarda-se nos Arquivos da Coroa de Aragão, tendo sido revelado por Delaville-Leroux, em 1890. França 1) Manuscrito de Dijon Da primeira metade do séc. XIII e proveniente de Bures, sede borgonhesa da Ordem do Templo. Conserva-se na Biblioteca dos Manuscritos dos Arquivos Departamentais da Côte-d’ Or. Divulgado por Henri de Curzon (La Régle du Temple, Paris, 1886). 2) Manuscrito de Nîmes Pertence ao fundo documental da respectiva Biblioteca Municipal. 3) Manuscritos de Paris São dois e guardam-se na Biblioteca Nacional. Provêm de Saint-Victor (ed. por Maillard de Chambure) e da Biblioteca do Cardeal Mazarino. Itália 1) Manuscrito de Roma

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