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Untitled - Ordem de Cristo

Arquiva-se na

Arquiva-se na Academia dei Lincei, tendo sido descoberto, em 1785, na Biblioteca do Príncipe Corsini, pelo dinamarquês Friedrich Munter, o qual o editou em Statutenbuch des Ordens der Tempelherren: aus einer altfranz herausgegeben und erlautert (Berlim, 1794), atribuindo-o à segunda metade do séc. XIII (entre 1251 e 1291). * * * Não consta que subsista no nosso país qualquer manuscrito contemporâneo dos Templários reproduzindo o texto da Regra primitiva, das Definições ou dos Estatutos. Maillard de Chambure assevera que “os cavaleiros do Templo em Portugal possuíam estatutos distintos daqueles por que se regiam os franceses”, acrescentando que “a sua subordinação ao poder civil e o costume de não admitirem senão nacionais, fazia deles uma Ordem diferente” (11). Contudo, face à inexistência, pelo que se conhece dos arquivos do Templo em Portugal, de um único exemplar que seja desses estatutos distintos, se é que alguma vez chegaram a existir, tais asserções são no mínimo infundamentadas. Inquestionável é, apesar de tudo, a independência dos templários portugueses relativamente a Citeaux, porquanto no seu juramento o Mestre português designa os cistercienses por “nossos companheiros”, o que permite supor apenas a mera comunhão de propósitos de ambas as instituições No que se refere à Regra dita secreta, cuja existência é efectivamente sugerida pelo § 661 dos Estatutos (12) e pelas declarações prestadas por alguns irmãos no decurso do processo contra a Ordem (nomeadamente as de Geoffroy de Gonneville, comendador da Aquitânia, e de Raoul de Prelles, cavaleiro da diocese de Laon (13), corroborada pela de Nicolas Symon-Damoiseau, cavaleiro da diocese de Sens (14) ela tem constituído, a par do tardiamente (séc. XVIII) denominado Baphomet, tema para especulações nem sempre despropositadas ou destituídas de bom senso (15). A presente edição em vernáculo do texto da Regra primitiva da Ordem do Templo é a primeira a transcreve-la na integra (apenas se excluindo o prólogo dela (16)), pois a versão setecentista impressa pelo Doutor Alexandre Ferreira (17) para além de não respeitar quer a redacção original quer a sequência dos seus parágrafos, deixou-a truncada. NOTAS (1) Dessubré exprime a opinião de o verdadeiro autor da Regra ser este Jean Michaelensis, o que contraria frontalmente o texto do prólogo. Cf. Bibliographie de l’Ordre du Temple (Imprimés et Manuscrits), Paris, 1928, p. 135-136. (2) Depreende-se ela de uma carta remetida por S. Bernardo ao cardeal Mateus de Albano, presidente da sessão conciliar de 14 de Janeiro de 1128. Ver Migne, Patrologia Latina, 182, p. 123, epístola XXI. (3) Jacques de Vitry, decorrido cerca de um século sobre o evento, traça o quadro citado, posteriormente adoptado por Maillard de Chambure na Régle et Statuts Secrets des Templiers, Paris, 1940. No que concerne à Regra de Santo Agostinho consultar Pierre David, in Revista Portuguesa de História, v. 3 (1947) e com proveito as Constituições dos Cónegos Regulares de Nosso Padre Santo Agostinho dos reinos de Portugal da Congregação de Coimbra, Lisboa, 1601. (4) De Laude novae militiae ad milites Templi, in Obras várias de S. Bernardo [BN: cod. alc. 152, fl. CXXVII-CXXXVIIIv]. Ver Livro para os Soldados do Templo: Do Louvor da Nova Milicia [sic] (trad. Carlos Eduardo Soveral, ed. de 110 exemplares, numerados, promovida por Filipe de Sousa), Lisboa, 1990 [BN: L 42896 V]. (5) Dom Jean Leclerq, Un document sur les débuts du Temple, in Révue d’ Histoire Ecclesiastique, Louvaina, v. 52 (1957), p. 89-91. (6) Santa Rosa Viterbo, Familiares, in Elucidário, v. 1, p. 308: “Desde que esta Ordem entrou neste reino até os fins do séc. XIII, temos instrumentos que nos informam de que homens, mulheres, solteiros, casados (viúvos) se alistavam por confrades, familiares ou donatos nesta milícia. Umas vezes são chamados frades, outras de confrades e outras quase-frades”. (8) Idem, Cruz, Ibidem, p. 227: “quoniam in vestra fraternitate et beneficio omni sum frater”.

181 (9) Editados por Laurent Dailliez, Les Templiers et les Régles de l’Ordre du Temple, Paris, 1972. (10) Raymond Oursel, Le Procès des Templiers, Paris, 1955, p. 181. A atribuição do testemunho a Gaspard de Cauche por Pierre Dupuy na sua Histoire de la Condamnation des Templiers (ms. do séc. XVII da BN de Paris) resulta de flagrante lapso. (11) A suspeita funda-se no facto de se servirem de elementos recolhidos no processo contra os Templários. Consulte-se Théodore Juge, L’Ordre du Temple: Examen de trois manuscrits des XIIe et XIIIe siècles, contenant les anciens réglements secrets qui furent maintenus en vigueur dans l’Ordre du Temple jusqu’ au commencement du XIVe siècle, in Globe (1839), p. 59-61. (12) Ob. cit., p. 108, n. 1. (13) Esse § principia: “Irmão, pedis grande coisa, porque não vedes da nossa Ordem senão a sua aparência exterior [...]”. Cf. Dailliez, ob. cit., p. 256. (14) Raymond Oursel, ob. cit., p. 94-95: “[...] possuía um livro com os estatutos da Ordem que mostraria de bom grado, mas que possuía um outro, mais secreto que, por todo o ouro do mundo, não mostraria a ninguém [...]”. (15) Ibidem, p. 96. (16) Ver do subscritor, o estudo O Projecto Templário e o Evangelho português. (17) Os §§ 1 a 5 constituem propriamente o Prólogo, no qual se inclui o Discurso aos Cavaleiros e a abertura do Concílio de Troyes. Nos §§ 6 a 8 alude-se aos nomes dos irmãos presentes no Concílio, procedendo-se à apresentação dos primeiros cavaleiros da Ordem do Templo. (18) Alexandre Ferreira, Suplemento Histórico ou Memórias e Noticias da Célebre Ordem dos Templários, parte primeira, v. 1, Lisboa, 1735, p. 107-188. Começa aqui a Regra da Cavalaria Pobre do Templo De como hão-de assistir ao ofício divino 9. Vós outros, que renunciastes à própria vontade, e os demais que em vossa companhia militam em armas e cavalos em serviço do Soberano Rei, pela salvação de vossas almas, procurai sempre assistir todos com pio o puro afecto a Matinas e a todo o ofício divino inteiramente, conforme as observâncias canónicas e o costume dos Cónegos Regrantes da Santa Cidade de Jerusalém (1). E a isso, vós outros veneráveis irmãos, se vos obriga porque, sem temer os trabalhos do corpo, vos oferecestes para pisar perpetuamente o mundo por amor a Deus. Fortalecidos pelo divino manjar, esforçados pelos preceitos de Nosso Senhor e ouvido o ofício divino, nenhum tema a batalha, seguro da vitória para a Divina Coroa. 10. Mas se por ocupações da casa ou da cristandade do Oriente, acidente de que não duvidamos, algum faltar ao ofício divino, diga a Matinas treze Padre-Nossos e por cada uma das Horas (2) sete e a Vésperas nove. Julgamos, porém, preferível que assistam todos ao ofício. Os assim ocupados em trabalhos de tanta utilidade que não possam acudir a tempo às horas estabelecidas para o ofício divino não ficam dispensados de cumprir a obrigação do seu instituto. Dos irmãos defuntos 11. Quando algum dos irmãos acabar a vida a império da morte, inexorável a todos, mandamos aos sacerdotes que servem ao Sumo Sacerdote digam a Missa, pelo repouso de sua alma. E todos os irmãos que assistam ali, rogando a Deus pela salvação do defunto, deverão dizer cem Padre-Nossos nos sete dias seguintes. Além disto pedimos e com autoridade pastoral ordenamos que durante quarenta dias se dê de comer carne e vinho a um pobre, gastando com ele o mesmo que se gastaria com o irmão defunto se ele continuasse vivo. E assim proibimos totalmente todas as demais ofertas que os Cavaleiros Pobres do Templo costumam fazer na morte de um Irmão, pela Páscoa e outras festas solenes.

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