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Untitled - Ordem de Cristo

Foi Clemente V que na

Foi Clemente V que na sexta-feira, 13 de Outubro de 1307 (facto pelo qual ainda hoje se intitula sexta-feira 13 como dia de azar), autorizou a França a atacar de surpresa os Templários e obrigá-los a fazer confissões de praticarem actos heréticos. Hoje crê-se que a motivação real foi política e económica, cedendo à pressão do rei Filipe IV de França que via os Templários como uma força não controlada que lhe poderia causar incómodos diversos. O seu pontificado fica também marcado pela mudança da Santa Sé de Roma para Avinhão em 1309, justificado pelos tumultos existentes em Itália. Avinhão não era então território francês, mas um feudo do rei da Sicília. Papa Bonifácio VIII Nascido Benedicto Caetani (1235 - 11 de Outubro de 1304), foi Papa de 24 de Dezembro de 1294 até à data da sua morte. Desempenhou missões em França antes da eleição, ocorrida após a resignação do Papa Celestino V. Um dos seus primeiros actos foi mesmo colocar o antecessor na prisão. Procurou enquanto Papa manter a supremacia temporal da Santa Sé em oposição a Filipe, o Belo. Para protestar contra os abusos deste em matéria fiscal, publicou a bula “Clericis laicos” em 24 de Fevereiro de 1296, na qual proíbe o lançamento de impostos sobre a Igreja sem prévio acordo de Roma. O rei respondeu proibindo a exportação de dinheiro francês para os Estados Pontifícios. A questão termina com a bula “Etsi de statu” (31 de Julho de 1297) em que apenas se exige o apoio prévio dos bispos franceses. No jubileu de 1300 grande quantidade de peregrinos afluiu a Roma. Encorajado por isso, Bonifácio VIII recomeça as hostilidades contra o rei de França, protestando contra a violação da imunidade judiciária do clero e convoca os bispos franceses para um concílio. Afirma o princípio da supremacia temporal do Papa na bula “Unam sanctam” (18 de Novembro de 1302). O enviado do rei francês insulta e prende o Papa em Roma, intimando-o a resignar, mas só tem a resposta “antes morrer”. Bonifácio VIII é libertado pelos seus fiéis três dias depois, morrendo no mês seguinte. Dante retratou na Divina Comédia Bonifácio VIII: embora ainda vivo à data do texto, estava destinado ao Inferno-especificamente ao Oitavo Círculo, num poço especial reservado aos Papas culpados de simonia. Pobres Cavaleiros de Cristo No início de 1100, Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, movidos pelo espírito de aventura tão comum aos nobres que buscavam nas Cruzadas, nos combates aos "infiéis" muçulmanos a glória dos actos de bravura e consagração, viajaram à Palestina. Eram os Soldados do Cristianismo, disputando a golpes de espada as relíquias sagradas que os fanáticos retinham e profanavam. Balduíno II reinava em Jerusalém, acolheu-os e destinoulhes um velho palácio junto ao planalto do Monte Moriah, onde as ruínas compostas de blocos de mármore e de granito, indicavam as ruínas de um Grande Templo. Seriam as ruínas do GRANDE TEMPLO DE SALOMÃO, o mais famoso santuário do século XI antes de Cristo em que o génio artístico dos fenícios se revelava. Destruído pelos caldeus, reconstruído por Zorobabel e ampliado por Herodes em 18 antes de Cristo. Arrasado novamente pelas legiões romanas chefiadas por Tito, na tomada de Jerusalém. Foi neste Templo que se originou a tragédia de Hiran, cuja lenda a Maçonaria incorporou. Exteriormente, antes da destruição pelos romanos no ano 70 de nossa era, o Templo era circundado por dois extensos corredores excêntricos, ocupando um gigantesco quadrilátero em direcção ao Nascente, na esquerda ficava o átrio dos Gentios e à direita o dos Israelitas, além das estâncias reservadas às mulheres, e aos magos sacerdotes, a que se seguia o Santuário propriamente dito, tendo ao centro o Altar dos Holocaustos. Os "Pobres Cavaleiros de Cristo" atraídos pela inspiração divina e sensação do mistério que pairava sobre estas ruínas, passaram a explorá-las, não tardou para que descobrissem a entrada secreta que conduzia ao labirinto subterrâneo só conhecido pelos iniciados nos mistérios da Cabala. Entraram numa extensa galeria que os conduziu até junto de uma porta chapeada de ouro por detrás da qual poderia estar o que durante dois milénios se constituíra no maior Segredo da Humanidade. Uma

207 inscrição em caracteres hebraicos prevenia os profanos contra os impulsos da ousadia: Se é a mera curiosidade que aqui te conduz, desiste e volta; se persistires em conhecer o mistério da existência, faz o teu testamento e despede-te do mundo dos vivos. Os "infiéis do Crescente" eram seres vivos e contra eles, Os Templários, com a cruz e a espada realizavam prodígios de valentia. Ali dentro, porém, não era a vida que palpitava, e sim os aspectos da Morte, talvez deuses sanguinários ou potestades desconhecidos contra as quais a força humana era impotente, isto os fez estremecer. Hugo de Paynes, afoito, bateu com o punho da espada na porta e bradou em alta voz: Em nome de Cristo, abri! E o eco das suas palavras se fez ouvir: em nome de Cristo... enquanto a enorme porta começou abrir, ninguém a estava abrindo, era como se um ser invisível a estivesse movendo e escancarou-se aos olhos vidrados dos cavaleiros num gigantesco recinto ornado de estranhas figuras, umas delicadas e outras, aos seus olhos monstruosas, tendo ao Nascente um grande trono recamado de sedas e por cima um triângulo equilátero em cujo centro em letras hebraicas marcadas a fogo se lia o TETRAGRAMA YOD. Junto aos degraus do trono e sobre um altar de alabastro, estava a "LEI" cuja cópia, séculos mais tarde, um Cavaleiro Templário em Portugal, devia revelar à hora da morte, no momento preciso em que na Borgonha e na Toscana se descobriam os cofres contendo os documentos secretos que "comprovavam" a heresia dos Templários. A "Lei Sagrada" era a verdade de Jahveh transmitida ao patriarca Abraão. A par da Verdade divina vinha depois a revelação Teosófica e Teogâmica a KABBALAH. Extasiados diante da majestade severa dos símbolos, os nove cavaleiros, futuros Templários, ajoelharam e elevaram os olhos ao alto. Na sua frente, o grande Triângulo, tendo ao centro a inicial do princípio gerador, espírito animador de todas as coisas e símbolo da regeneração humana, parece convidá-los à reflexão sobre o significado profundo que irradia dos seus ângulos. Ele é o emblema da Força Criadora e da Matéria Cósmica. É a Tríade que representa a Alma Solar, a Alma do Mundo e a Vida. é a Unidade Perfeita. Um raio de Luz intensa ilumina então àqueles espíritos obcecados pela ideia da luta, devotados à supressão da vida de seres humanos que não comungassem com os mesmos princípios religiosos que os levou à Terra Santa. Ali estão representadas as Trinta e Duas Vidas da Sabedoria que a Kabbalah exprime em fórmulas herméticas, e que a Sepher Jetzira propõe ao entendimento humano. Simbolizando o Absoluto, o Triângulo representa o Infinito, Corpo, Alma, e Espírito. Fogo Luz e Vida. Uma nova concepção que pouco a pouco dilui e destrói a teoria exclusivista da discriminação das divindades se apossa daqueles espíritos até então mergulhados em ódios e rancores religiosos e os conclama à Tolerância, ao Amor e a Fraternidade entre todos os seres humanos. A Teosofia da Kabbalah exposta sobre o Altar de alabastro onde os iniciados prestavam juramento dá aos Pobres Cavaleiros de Cristo a chave interpretativa das figuras que adornam as paredes do Templo. Na mudez estática daqueles símbolos há uma alma que palpita e convida ao recolhimento. Abalados na sua crença de um Deus feroz e sanguinário, os futuros Templários entreolham-se e perguntam-se: Se todos os seres humanos provêm de deus que os fez à sua imagem e semelhança, como compreender que os homens se matem mutuamente em nome de vários deuses? Com quem está a verdade? Entre as figuras, uma em especial chamara a atenção de Hugo de Paynes e de seus oito companheiros. Na testa ampla, um facho luminoso parecia irradiar inteligência; e no peito uma cruz sangrando acariciava no cruzamento dos braços uma Rosa. A cruz era o símbolo da imortalidade; a rosa o símbolo do princípio feminino. A reunião dos dois símbolos era a ideia da Criação. E foi essa figura monstruosa, e atraente que os nove cavaleiros elegeram para emblema de suas futuras cruzadas. Quando em 1128 se apresentou ante o Concílio de Troyes, Hugo de Paynes, primeiro Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros do Templo, já a concepção dos Templários acerca da ideia de Deus não era muito católica. A divisa inscrita no estandarte negro da Ordem "Non nobis, Domine, sed nomini tuo da Gloriam" não era uma sujeição à Igreja mas uma referência a inicial que no centro do Triângulo simbolizava a unidade perfeita: YOD. Cavaleiros francos, normandos, germânicos, portugueses e italianos acudiram a engrossar as fileiras da Ordem que dentro em pouco se convertia na mais poderosa Ordem do século XII. Mas a Ordem tornara-se tão opulenta de riquezas, tão influente nos domínios da cristandade que o Rei de França Felipe o Belo decretou ao Papa para expedir uma Bula confiscando todas suas riquezas e enviar seus Cavaleiros para as "Santas" fogueiras da Inquisição. Felipe estava atento. E não o preocupava as interpretações heréticas, o gnosticismo. Não foram portanto, a mistagogia que geraram a cólera do Rei de França e deram causa ao monstruoso processo contra os Templários.

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