Views
1 week ago

Untitled - Ordem de Cristo

Foi fundador dos

Foi fundador dos Castelos de Almourol, Ceres, Idanha, Monsanto, Pombal e Tomar e concedeu várias cartas de foral a variadas terras da ordem. D. Gualdim Pais, faleceu em 1195, encontrando-se sepultado na Igreja de Santa Maria do Olival em Tomar. São João de Acre É um porto do Mediterrâneo ao norte de Israel. Seu nome foi dado a Acre depois da sua tomada pelos cruzados, em 1104. Integrada no Reino de Jerusalém, a cidade foi conquistada em 1184, por Saladino. Retomada em 1184 por Ricardo Coração de Leão, tornou a cair em 1291, ficando nas mãos dos muçulmanos. Resistiu às tropas de Napoleão Bonaparte, por ocasião da campanha do Egipto, em 1799. Templo de Salomão O Rei Salomão começou a construir o templo no quarto ano de seu reinado seguindo o plano arquitectónico transmitido por David, seu pai (1Reis 6:1; 1Crónicas 28:11-19). O trabalho prosseguiu por sete anos. (1Reis 6:37, 38) Em troca de trigo, cevada, azeite e vinho, Hiram ou Hirão, o rei de Tiro, forneceu madeira do Líbano e operários especializados em madeira e em pedra. Ao organizar o trabalho, Salomão convocou 30.000 homens de Israel, enviando-os ao Líbano em equipas de 10.000 a cada mês. Convocou 70.000 dentre os habitantes do país que não eram israelitas, para trabalharem como carregadores, e 80.000 como cortadores (1Reis 5:15; 9:20, 21; 2Crónicas 2:2). Como responsáveis pelo serviço, Salomão nomeou 550 homens e, ao que parece, 3.300 como ajudantes. (1Reis 5:16; 9:22, 23) O templo tinha uma planta muito similar à tenda ou tabernáculo que anteriormente servia de centro da adoração ao Deus de Israel. A diferença residia nas dimensões internas do Santo e do Santo dos Santos ou Santíssimo, sendo maiores do que as do tabernáculo. O Santo tinha 40 côvados (17,8 m) de comprimento, 20 côvados (8,9 m) de largura e, evidentemente, 30 côvados (13,4 m) de altura. (1Rs 6:2) O Santo dos Santos, ou Santíssimo, era um cubo de 20 côvados de lado. (1Reis 6:20; 2Crónicas 3:8) Os materiais aplicados foram essencialmente a pedra e a madeira. Os pisos foram revestidos a madeira de junípero (ou de cipreste segundo algumas traduções da Bíblia) e as paredes interiores eram de cedro entalhado com gravuras de querubins, palmeiras e flores. As paredes e o tecto eram inteiramente revestidos de ouro. (1Reis 6:15, 18, 21, 22, 29). Após a construção do magnífico templo, a Arca da Aliança foi depositada no Santo dos Santos, a sala mais reservada do edifício. Foi pilhado várias vezes. Seria totalmente destruído por Nabucodonosor II da Babilónia, em 586 a.C., após dois anos de cerco a Jerusalém. Os seus tesouros foram levados para a Babilónia e tinha assim início o período que se convencionou chamar de Captividade Babilónica na história judaica. Décadas mais tarde, em 516 a.C., após o regresso de mais de 40.000 judeus da Captividade Babilónica foi iniciada a construção no mesmo local do Segundo Templo, o qual foi destruído no ano 70 d.C., pelos romanos, no seguimento da Grande Revolta Judaica. Alguns afirmam que o actual Muro das Lamentações era parte da estrutura do templo de Salomão. Hiran foi o arquitecto que projectou e construiu o Templo de Salomão até a fase de acabamento. Hiram foi emprestado a Salomão pelo rei de Tiro que pediu em troca a manutenção do seu reino durante a construção. Porém, antes de terminar a obra, três encarregados da construção, resolveram arrancar do mestre arquitecto os segredos da construção.

217 Como fracassaram na tentativa, viram-se obrigados a matá-lo para evitar que este os entregasse a Salomão como traidores. Assim Salomão precisou contar com a ajuda de Adoniran (o responsável pelos 30 mil homens que trabalhavam na extracção e beneficiamento de madeiras nobres para o Templo) para terminar a obra. Fenícios Os fenícios eram uma antiga civilização que se estabeleceu onde hoje ficam o Líbano e partes da Síria e de Israel. Calcula-se que eles chegaram a essa região por volta do século XXX a.C., mas os historiadores ainda não conseguiram precisar de onde eles teriam partido - especula-se apenas que de algum ponto do Golfo Pérsico. Ao longo da costa do mar Mediterrâneo e em ilhas da região, os fenícios montaram várias cidades-estados independentes, como Biblos, Tiro e Tripolis. Tais cidades atingiram o auge por volta do século XII a.C., quando antigas potências que dominavam essa parte do Oriente Médio - como os impérios egípcio e hitita - estavam enfraquecidos. Aproveitando a oportunidade, os fenícios transformaram suas cidades em importantes pólos comerciais. Como não eram grandes produtores de mercadorias, eles actuavam como uma espécie de importadores e exportadores da Antiguidade. Ou seja, compravam vinho de uma região e vendiam para outra, que por sua vez produzia óleo e assim por diante. Para fazer tantos negócios, os fenícios se especializaram em longas viagens marítimas. Graças a esse espírito comerciante-aventureiro estabeleceram pontos de colonização - que mais pareciam grandes mercados - em várias áreas do mar Mediterrâneo, como no norte da África e na costa da Itália e da Espanha. A partir do século IX a.C., porém, esse poderio foi-se esfacelando aos poucos diante da expansão de outras civilizações do Oriente Médio, como a dos assírios (no actual Iraque) e a dos persas (no Irão). No século IV a.C., as cidades fenícias perderam de vez a sua importância comercial após serem invadidas pelo império de Alexandre, o Grande. Caldeus A Caldeia era uma região no sul da Mesopotâmia, principalmente na margem oriental do rio Eufrates, mas muitas vezes o termo é usado para se referir a toda a planície mesopotâmica. A região da Caldeia é uma vasta planície formada por depósitos do Eufrates e do Tigre, estendendo-se a cerca de 250 quilómetros ao longo do curso de ambos os rios, e cerca de 60 quilómetros em largura. Os Caldeus foram uma tribo (acredita-se que tenham emigrado da Arábia) que viveu no litoral do Golfo Pérsico e se tornou parte do Império da Babilónia. Zorababel Em seu governo, retomou o retorno do segundo grupo de exilados, sob a chefia de Zorababel. Zorababel foi escolhido pelas autoridades persas para conduzir de volta a segunda caravana dos exilados, por volta do ano 520 a.E.C. Era filho de Salatiel e neto de Jeconias, rei de Judá. Dario I, rei da Pérsia, constituiu-o governador de Jerusalém e da Judéia, enquanto os profetas Ageu e Zacarias exerciam naquele momento seu ministério profético. Zorababel é visto por esses profetas como descendente de Davi por meio do qual se realizariam as esperanças messiânicas.Para o profeta Ageu Zorobabel foi escolhido por Deus para uma missão importante na história da salvação. Na caravana de Zorobabel vieram Josué e seus descendentes. Alguns escritos contemporâneos retrataram uma rivalidade crescente entre o representante político Zorobabel e o representante religioso Josué. Esta cresceu em prejuízo do descendente real em benefício do sacerdócio. Na visão de Zacarias, duas oliveiras encontram-se ao lado do SENHOR. Uma delas representa o poder espiritual ligado a Josué e, a outra, o poder temporal ligado a Zorobabel. Josué tem a unção sacerdotal e Zorobabel, a unção real. Os dois poderes estão associados aos tempos da salvação e deveriam conviver em paz, mas não conseguem.

  • Page 2 and 3:

    Ordo Miilliitiiae Jesu Chriistii ON

  • Page 4 and 5:

    Manual de Iniciação ao Templarism

  • Page 6 and 7:

    Índice Capítulos Temas Página Ag

  • Page 8 and 9:

    originou o galego e o português. A

  • Page 10 and 11:

    novos mundos ao mundo, tornando est

  • Page 12 and 13:

    E um sonho agora partilhado por tod

  • Page 14 and 15:

    ) Leilões e Feiras para fins de so

  • Page 16 and 17:

    A Pátria ou a Nação - não nos p

  • Page 18 and 19:

    Tenho para mim que grande parte da

  • Page 20 and 21:

    Código Ético dos Cavaleiros e Dam

  • Page 22 and 23:

    Capítulo I Os Templários OS TEMPL

  • Page 24 and 25:

    que há que pôr a claro, por muito

  • Page 26 and 27:

    No entanto, os cruzados não eram s

  • Page 28 and 29:

    Godofredo de Bouillon mandara limpa

  • Page 30 and 31:

    Quase desprovidos de meios, não po

  • Page 32 and 33:

    e simplesmente, não parecia ter si

  • Page 34 and 35:

    Então, Arca da Aliança, segredos

  • Page 36 and 37:

    virgem negra de madeira que, miracu

  • Page 38 and 39:

    cavalaria». A assembleia consular

  • Page 40 and 41:

    A guerra santa A noção de guerra

  • Page 42 and 43:

    suprimam aqueles que nos perturbam;

  • Page 44 and 45:

    Espanha. Assim, em 1129, os habitan

  • Page 46 and 47:

    O poderio da Ordem inquietava vári

  • Page 48 and 49:

    situada a nove quilômetros. E por

  • Page 50 and 51:

    Templo iria resolver esse problema.

  • Page 52 and 53:

    operação. No que respeitava a lev

  • Page 54 and 55:

    duas casas no bairro da carriero de

  • Page 56 and 57:

    conquista do seu país pelos Espanh

  • Page 58 and 59:

    simplesmente, a Portugal roubar doc

  • Page 60 and 61:

    porque vale seis escudos por aqui,

  • Page 62 and 63:

    que isso é inerente à condição

  • Page 64 and 65:

    Então, os juramentos encadeavam-se

  • Page 66 and 67:

    conhecessem bem. Assim, a comenda d

  • Page 68 and 69:

    infernos e transferir da morada dos

  • Page 70 and 71:

    mau que, sozinho, criou os seres an

  • Page 72 and 73:

    Ordem oficial, a um determinado mom

  • Page 74 and 75:

    algumas pessoas, é preciso dizer q

  • Page 76 and 77:

    O artigo 46.º do documento de acus

  • Page 78 and 79:

    pertenceu à Ordem e que foi transf

  • Page 80 and 81:

    uma bandeira onde figura, com ênfa

  • Page 82 and 83:

    feições do baphomet? Quanto aos s

  • Page 84 and 85:

    Beth-El que serve para manter o dia

  • Page 86 and 87:

    Isso decorria sempre no mais profun

  • Page 88 and 89:

    Uma mensagem que, sem dúvida, teri

  • Page 90 and 91:

    tudo quanto o Velho lhes ordenava [

  • Page 92 and 93:

    encontram-se, pois, atestados expre

  • Page 94 and 95:

    «Velho guia, oh tu, o que vela na

  • Page 96 and 97:

    especialistas, tratar-se-ia de uma

  • Page 98 and 99:

    pensar em aigos, a cabra, tal como

  • Page 100 and 101:

    Maria, mãe de Deus, mãe muito pie

  • Page 102 and 103:

    Os cagots, a lepra e o sagrado Pera

  • Page 104 and 105:

    Ademais, o segredo dos cagots está

  • Page 106 and 107:

    Vejamos agora uma lenda que lhes di

  • Page 108 and 109:

    MORTE E RESSURREIÇÃO DA ORDEM DO

  • Page 110 and 111:

    Este episódio talvez tenha feito m

  • Page 112 and 113:

    Colonna que o papa destituíra e ex

  • Page 114 and 115:

    Escrevia-lhe versos: És mais bela

  • Page 116 and 117:

    ou em vários, diferia e separava-s

  • Page 118 and 119:

    Vimos que as práticas da Ordem nã

  • Page 120 and 121:

    uma apostasia abominável contra o

  • Page 122 and 123:

    esidentes fora de França tiveram t

  • Page 124 and 125:

    evelado também que o cofre continh

  • Page 126 and 127:

    como único sinal de reconhecimento

  • Page 128 and 129:

    protegerem das indiscrições. Simp

  • Page 130 and 131:

    egularmente porque são roubados co

  • Page 132 and 133:

    altos dignitários tenham podido ma

  • Page 134 and 135:

    carroças cobertas de palha deixare

  • Page 136 and 137:

    Hermé. Essa luz formava dois desen

  • Page 138 and 139:

    Seis anos mais tarde, Lhomoy, que e

  • Page 140 and 141:

    Coincidência? Talvez, porque o aca

  • Page 142 and 143:

    O prisioneiro de Gisors Todos os vi

  • Page 144 and 145:

    Templários que apareciam sempre ao

  • Page 146 and 147:

    Bernardo de Claraval atribuirá à

  • Page 148 and 149:

    3º - Não alienar nenhuma das suas

  • Page 150 and 151:

    4º - O hábito dos Cavaleiros de C

  • Page 152 and 153:

    transferidos para a igreja de Nossa

  • Page 154 and 155:

    Capítulo III Templários no mundo

  • Page 156 and 157:

    Expressão da Ordem templária reti

  • Page 158 and 159:

    Ordem da Milícia da Cruz do Templo

  • Page 160 and 161:

    Os seus promotores recusam a transm

  • Page 162 and 163:

    Ordo Militiae Jesu Christi Supremus

  • Page 164 and 165:

    CUNHA, 1991; FERNANDES, 2003. Sobre

  • Page 166 and 167: 11 Documentos Medievais portugueses
  • Page 168 and 169: 30 Bulas e letras apostólicas conc
  • Page 170 and 171: Secretaria do Mestrado da Ordem de
  • Page 172 and 173: FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dia
  • Page 174 and 175: MARTINEZ DIEZ, G., 1993 - Los Templ
  • Page 176 and 177: Exaudi quaesumos, Domine, preces no
  • Page 178 and 179: Capítulo V REGRA PRIMITIVA DA ORDE
  • Page 180 and 181: Arquiva-se na Academia dei Lincei,
  • Page 182 and 183: 12. Em todo o tempo, com a coragem
  • Page 184 and 185: Dos mantos dos irmãos 27. Mandamos
  • Page 186 and 187: Do Mestre 40. Pode o Mestre dar cav
  • Page 188 and 189: 54. Irmãos, que nenhum dos soldado
  • Page 190 and 191: desprezar o aviso de ambos, fazei-o
  • Page 192 and 193: (23) S. Paulo, I Epístola aos Cor
  • Page 194 and 195: II que os ajudasse nessas batalhas.
  • Page 196 and 197: Os seus ideais foram publicados num
  • Page 198 and 199: E o seu Lema Templário, era : ("N
  • Page 200 and 201: A grande riqueza da ordem atrai a a
  • Page 202 and 203: para garantir a segurança nas estr
  • Page 204 and 205: Figuras e Factos (Históricos) liga
  • Page 206 and 207: Foi Clemente V que na sexta-feira,
  • Page 208 and 209: Foi a rapacidade de um monarca fali
  • Page 210 and 211: Os Templários adoptavam-na na inic
  • Page 212 and 213: O Cardeal Arcebispo de Albano leu a
  • Page 214 and 215: Templários - Mestres e Castelos ou
  • Page 218 and 219: Dario I, depois de muita luta, imp
  • Page 220 and 221: erguendo ao alto sua cruz peitoral
  • Page 222 and 223: como a si mesmo. As guerras de reli
  • Page 224 and 225: Capítulo VII Os Vídeos templário
  • Page 226 and 227: O Julgamento dos Templários em 130
  • Page 228 and 229: Templários Paris. A verdadeira his
  • Page 230 and 231: Os Cátaros Batalha por honra e gl
  • Page 232 and 233: Alfarrobeira (20.5.1449) esforçou-
  • Page 234 and 235: Igreja de Nossa Senhora da Graça A
  • Page 236 and 237: Ano 1415 1418 - 1425 1427 1433 1433
  • Page 238 and 239: 1. Duração da Viagem: De Lisboa p
  • Page 240 and 241: A Bordo de um navio teremos: ♦ Ca
  • Page 242 and 243: A hora da refeição constituía um
  • Page 244 and 245: esumia o pequeno universo da socied
  • Page 246 and 247: compartilhado por animais, barris,
  • Page 248 and 249: A importância de ter um médico a
  • Page 250 and 251: O jogo mais procurado, embora conde
  • Page 252 and 253: www.tribunadomorte.com.br/especial/
  • Page 254 and 255: Em Maio desse mesmo ano, numa cerim
  • Page 256 and 257: entre os Templários e a poesia tro
  • Page 258 and 259: Livro dos Ritos
  • Page 260 and 261: A Elevação de grau a Grande Ofici
  • Page 262 and 263: (CTN) Condestável ou Porta-Espada
  • Page 265 and 266: 265 Os Postulantes são conduzidos,
  • Page 267 and 268:

    267 Cito-vos um excerto do ritual d

  • Page 269 and 270:

    269 Têm nariz e não cheiram, Eles

  • Page 271 and 272:

    271 RECONHECIMENTO NAVEGANTE DA ORD

  • Page 273 and 274:

    273 flamejante formando um triângu

  • Page 275 and 276:

    275 A espada, colocada com o pomo n

  • Page 277 and 278:

    277 E sobretudo completa tu mesmo o

  • Page 279 and 280:

    279 “Bons Senhores Cavaleiros, po

  • Page 281 and 282:

    281 ADENDA DOIS AO MANUAL DE INICIA

  • Page 283 and 284:

    283 ESCUDEIRO(S): Eu, juro soleneme

  • Page 285 and 286:

    285 PILOTO: Eis o Fogo da purifica

  • Page 287 and 288:

    287 -O combate cavaleiresco: Os nos

  • Page 289 and 290:

    289 FIM DO RITUAL DE ENCERRAMENTO -

  • Page 291 and 292:

    291 O troféu de Comendador para o

  • Page 293 and 294:

    293 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 295 and 296:

    295 GMTC/GPTC: Obrigado a todos. Ir

  • Page 297 and 298:

    297 (A elevação normalmente não

  • Page 299 and 300:

    299 CAVALEIRO DESIGNADO: Leitura da

  • Page 301 and 302:

    301 GMTC/GPTC Obrigado a todos. Irm

  • Page 303 and 304:

    303 (A promoção não poderá ser

  • Page 305 and 306:

    305 (os cavaleiros Grande Comendado

  • Page 307 and 308:

    307 Pois sabei que aqueles que não

  • Page 309 and 310:

    309 RITUAL DE OUTORGA DA DIGNIDADE

  • Page 311 and 312:

    311 GRÃO-MESTRE: Irmão(ã), alegr

  • Page 313 and 314:

    313

  • Page 315 and 316:

    315 • Amar a justiça • Mostrar

  • Page 317 and 318:

    317 ADENDA SETE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 319 and 320:

    319 (O grão Prior continua de pé

  • Page 321 and 322:

    321 (O Mestre-de-cerimónias vai bu

  • Page 323 and 324:

    323 PILOTO: Irmão Comendador, ning

  • Page 325 and 326:

    325 RITUAL DA CONSAGRAÇÃO DE UMA

  • Page 327 and 328:

    327 ADENDA NOVE AO MANUAL DE INICIA

  • Page 329 and 330:

    329 RITUAL DE CAPÍTULO NACIONAL AP

  • Page 331 and 332:

    331 “ Nosso Senhor conduziu-vos a

  • Page 333 and 334:

    333 Eu vos saúdo Maria, Nossa Mari

  • Page 335 and 336:

    335 Título: “Manual de Introduç

  • Page 337:

    337 ORDOCHRISTI+FEUCH (PORTUGAL): M

Untitled - Ordem de Cristo
Untitled
Untitled
Untitled
clique aqui para baixar - Entre Irmãos
A Compaixão de Cristo Pelas Multidões - Robert Murray M'Cheyne
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
A ordem de Deus – John A. Mackay
Untitled
Untitled
Cristo é o mistério de Deus revelado
Ateísmo Esotérico e Nova Ordem
Untitled - União Neo-Teosófica
Supremo Conselho do Grau 33
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled - Unicamp
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Untitled
Cristo - Queda e Levantamento de Muitos