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Untitled - Ordem de Cristo

Dario I,

Dario I, depois de muita luta, impôs-se em 521 a. E.C. consolidando o império persa. Incentivou a reconstrução do Templo, a qual foi levada adiante por Zorobabel, apoiado pelos profetas Ageu e Zacarias. O Templo foi reinaugurado em 515 a.E.C., mas sem a presença de Zorobabel e do profeta Ageu. Tito - chefe romano Cada vez mais se elevavam as vozes contra a odiada Roma. Ao partido dos "zelotes" afluíam fanáticos e rebeldes que reclamavam incansavelmente a supressão do domínio estrangeiro; cada um deles levava um punhal escondido debaixo do manto. Os seus actos de violência alarmam o país. Os abusos de força dos procuradores romanos tornavam a situação ainda mais delicada; aumentavam cada vez mais os partidários dos radicais. A crescente indignação estourou em franca revolta e quando, após muitas arbitrariedades, o procurador da Judeia, Floro, requisita 17 talentos do tesouro do Templo, a revolução estoura. Os judeus escarnecem do procurador, fazendo uma colecta para o “pobrezinho” Floro. Resultado: Floro entrega aos seus soldados uma parte de Jerusalém, para que seja saqueada e crucifica alguns homens importantes da comunidade judaica. O povo, em supremo desprezo, não reage diante do saque, e o desprezo é vingado: há uma carnificina geral. Então, os revolucionários chefiados por Eleazar, filho do sumo-sacerdote, ocupam o Templo e a fortaleza Antónia. Os judeus de Jerusalém tinham sitiado a única coorte da III Gallica, cuja base era nessa cidade; e após dias de luta cruel, tinham matado todos os homens, excepto o comandante da coorte, o prefeito do acampamento, Metilius, mesmo após todos terem se rendido. Ao mesmo tempo, membros da seita zelote tinham-se encaminhado para a fortaleza de Masada, no Mar Morto, e massacrado a coorte da 3a lá baseada. Outro bando de rebeldes tinha feito o mesmo na fortaleza de Chipre, que tinha visão panorâmica da cidade de Jericó. Os rebeldes tinham-se então espalhado pelo interior do país e ocupado a Judeia e muito da Iduméia e do sul da Galileia. Uma coorte da 3a tinha procurado escapar de sua fortaleza em Macaerus e alcançar a capital provincial, Cesareia. Outra coorte da 3a Gallica, que controlava a cidade portuária de Ascalon, tinha combatido os atacantes, mas estava isolada lá desde então. Agripa II tenta conter a revolta e não consegue. Templários ou Cavaleiros do Templo Ordem militar e religiosa fundada em 1119, cujos membros se distinguiram particularmente na Palestina. Adquiriram grandes riquezas e tornaram-se Os banqueiros do Papa e de numerosos príncipes. Filipe, o Belo, rei de França, desejando apoderar-se das suas imensas riquezas e destruir o seu poderio, mandou prender Jacques de Molay, Grão-Mestre da Ordem e todos os cavaleiros que se encontravam em França, isto em 1307. Após um processo indigno, muitos deles morreram na fogueira, entre 1310 e 1314. Mas a Ordem já estava extinta desde 1312, pelo Papa Clemente V, instigado pelo rei da França. No início de 1100, Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, abrasados pelo fervor religioso e movidos pelo espírito de aventura tão comum aos nobres que buscavam nas Cruzadas - nos combates aos "infiéis" muçulmanos - a glória dos actos de bravura e a consagração da impavidez, abalaram rumo à Palestina levando no peito a cruz de Cristo e na alma um sonho de amor. Inspirados nas lendas célticas, constituíam-se os fiadores da fé, disputando a golpes de espada as relíquias sagradas que os fanáticos do Crescente retinham e profanavam. Reinava em Jerusalém Balduíno II, que os acolheu e lhes destinou um velho palácio junto ao planalto do Monte Moriah, onde os montões de escombros, blocos de mármore e de granito, assinalavam as ruínas de um grande Templo. Eram as ruínas do TEMPLO DE SALOMÃO, o mais famoso santuário do século XI a.C., onde o génio artístico dos fenícios se revelava no rendilhado da pedra e na esbelteza das colunas monumentais, que sustinham nos seus extremos enormes abóbadas. Destruído pelos caldeus e reconstruído por Zorobabel, fora ampliado por Herodes em XVIII antes de Cristo e, finalmente, arrasado pelas legiões romanas chefiadas por Tito, na tomada de Jerusalém. Foi neste Templo que se deu a tragédia de Hiran, cuja lenda a Maçonaria recolheu, incorporando-a num dos seus mais belos rituais. Exteriormente, antes da destruição pelos romanos, no ano 70 d.C., era, o Templo, circundado por dois extensos corredores excêntricos, ocupando um gigantesco quadrilátero em direcção ao Nascente, tendo à esquerda o átrio dos Gentios e à direita o dos Israelitas, além das estâncias reservadas às mulheres e aos magos sacerdotes, a que se seguia o Santuário propriamente dito, ao centro do qual ficava o Altar dos Holocaustos. A actividade bélica dos Templários lhes trazia um prestígio financeiro jamais alcançado por qualquer outra instituição religiosa. Tais

219 eram as vitórias dos Templários e o poderio de suas fortalezas, que os príncipes, reis e particulares - em sinal de agradecimento pela protecção que deles recebiam - cumulavam-nos de dádivas e oferendas valiosas e confiavam-lhes suas fortunas. Com o tempo, os Templários esqueceram os objectivos de sua instituição, para preocuparem-se com empréstimos feitos aos reis e países, com taxas de juros, descontos e execuções de dívidas. Em 1291, quando os muçulmanos conquistaram São João d'Acre, última cidade cristã da Terra Santa, após a queda de Jerusalém, os Templários perderam prestígio. O Grão-Mestre da Ordem Templária, Jacques de Molay, residia em Chipre (sua base mais avançada) esperando uma ocasião para reconquistar a Terra Santa. Reinava em França, Felipe IV, "O Belo", que era inteligente e astuto, ambicioso e maquiavélico, mas estava completamente arruinado. Tudo tentou para melhorar sua situação económica: alterar a moeda, limitar os benefícios da Igreja, explorar o judeus, desvalorizar a moeda... Por fim, o rei tentou controlar os bens da Ordem Templária: tentou introduzir um de seus filhos na Ordem, para que chegasse a Grão-Mestre, mas Jacques Molay se opôs e, desde então, o rei passou a perseguir os templários. O plano do rei era extinguir a Ordem fazendo com que suas riquezas passassem para o Estado combalido. Com a morte do Papa Bonifácio VIII, que protegia os templários, assim como com a morte de Bento XI, que ocupou por pouco tempo o papado, assumiu um Papa francês: Clemente V, submisso às ordens reais mudou a sede do papado para Avinhão. Clemente V mandou Jaques de Molay vir do Chipre em 1306, e este, sem perceber a situação, apresenta-se em Paris acompanhado de alguns grandes oficiais da Ordem, trazendo uma grande remessa de ouro e prata, boa parte do tesouro da Ordem. O rei pede mais um empréstimo e é-lhe concedido imediatamente. Um antigo templário, Esquin de Floyrac, condenado, ressentido pois havia sido expulso da Ordem, apresentou-se ao Rei da França, contando ter ouvido, na prisão, as confissões de um Templário apóstata sobre a vida dissoluta dos membros da Ordem do Templo. Não foi difícil para o rei encontrar outros antigos templários expulsos da Ordem e dispostos igualmente a dimamá-la: assim foram dados os primeiros passos para o pedido de instauração de um processo contra os Templários, acusados de intemperança, de deboche, de luxúria, de avidez e de homossexualismo (o próprio selo da Ordem, em que se viam um peregrino e um templário montados num mesmo cavalo, foi apontado como prova de sodomia), da adoração de um deus barbudo - Bofomet - perante o qual diziam missa, sendo que uma das provas pelas quais passavam os candidatos a ingresso na Ordem, consistia em renegar três vezes Cristo e cuspir três vezes sobre o Crucifixo. No dia 13 de Outubro de 1307, Felipe, "o Belo", ordenou a detenção de todos os Templários franceses com apoio de Guilherme de Paris, confessor do rei e Inquisidor Principal da França. Em nome da Inquisição os Templários foram torturados até a completa confissão, inclusive Jaques de Molay. Ponsard de Gizy, um dos Templários, narrou que antes de ser interrogado permaneceu três meses dentro de um fosso, com as mãos amarradas às costas, sem possibilidade de qualquer movimento. Outro torturado disse que ao ver cinquenta membros da Ordem serem queimados vivos, confessou tudo quanto lhe exigiam. "Se me acusassem de ter sido o assassino de Cristo, eu confessaria esse crime!". Após a intervenção do Papa Clemente 5º, os tribunais eclesiásticos foram mais brandos com os Templários que ainda continuavam presos. Restava o julgamento dos dignitários da Ordem, que deveria ser procedido por um tribunal sob a dependência directa do Papa. Realizou-se o julgamento do Grão-Mestre Jacques de Molay e de outros três dignitários em 18 de Março de 1314. Dos quatro, apenas Jacques e Godofredo de Charnay ainda estavam lúcidos, após as sequências de torturas. O Cardeal Arcebispo de Albano leu a sentença: "Ouvidos os Irmãos Geraldo du Passage e João de Cugny que afirmam terem sido forçados, quando da sua recepção na Ordem, além de muitas outras coisas, a escarrar sobre a Cruz porque, segundo lhes foi dito, aquilo não passava de um pedaço de madeira, estando no céu o verdadeiro Deus... Ouvido o Irmão Guido Dauphin, ao qual foi ordenado, se um dos irmãos superiores se sentisse atormentado pela carne e quisesse satisfazer-se nele, a consentir em tudo quanto lhe fosse solicitado... Ouvido o Grão-Mestre Jacques de Molay que reconheceu e confessou... Ouvido o Irmão Hugo de Payraud que exigiu dos noviços, como obrigação, renegassem Cristo três vezes... Considerando que os acusados confessaram e reconheceram seus crimes, condenamo-los ao muro e ao silêncio pelo resto de seus dias, a fim de que obtenham remissão de suas faltas pelas lágrimas do arrependimento. In nomine Patris..." Após a leitura da sentença, Jaques de Molay protestou: "Protesto! Protesto contra essa sentença iníqua e afirmo que os crimes de que me acusam foram inventados!". Godofredo de Charnay também ergueu a voz: "Fomos vítimas de vossos planos e de vossas falsas promessas! É o ódio, a vossa vingança que nos pedem! Mas afirmo diante de Deus que somos inocentes e os que dizem o contrario mentem miseravelmente!". Formou-se um tumulto e no meio do barulho o Arcebispo de Marigny -

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