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Untitled - Ordem de Cristo

erguendo ao alto sua

erguendo ao alto sua cruz peitoral - gritava: "Dois dos condenados são declarados relapsos, pois reincidiram em suas heresias e rejeitaram a justiça da Igreja! A Igreja os entrega à justiça do rei!". A entrega dos réus pela Inquisição, ao braço secular, significava a condenação à morte. Naquela mesma tarde Jacques de Molay e outros trinta e seis templários foram queimados em uma fogueira, em uma ilha do Sena. O Grão-Mestre foi levado à fogueira, onde amarraram suas mãos a um poste, então ele disse aos carrascos: "Ao menos deixem-me que junte um pouco as mãos para poder orar a Deus, já que vou morrer. Deus sabe que morro injustamente. Estou convencido de que ele vingará nossa morte. A vós, Senhor, rogo que voltes para minha direcção o rosto da Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo". Foi-lhe concedido o último pedido. Os Templários “Pobres Cavaleiros de Cristo" (assim se chamavam os precursores dos Templários) atraídos pela sensação do mistério que pairava sobre as venerandas ruínas, não tardou que descobrissem a entrada secreta que conduzia ao labirinto subterrâneo, só conhecido pelos iniciados nos mistérios da Cabala. E, entraram. Uma extensa galeria conduziu-os até junto de uma porta colossal chapeada a ouro, por detrás da qual devia estar o que durante dois milénios constituíra o maior Segredo da Humanidade. Pararam... Encimando a gigantesca porta, uma inscrição em caracteres hebraicos prevenia os profanos contra os impulsos da ousadia: SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS. Pálidos, os cavaleiros entreolharam-se e, pela primeira vez nas suas vidas, sentiram medo e desistiram. Pois não era a mera curiosidade que ali os conduzira ... ? Os " infiéis do Crescente " eram seres vivos e contra eles a cruz e a espada realizavam prodígios de valentia. Ali dentro, porém, não era a vida que palpitava e sim os aspectos da Morte, talvez deuses sanguinários ou potestades desconhecidas, contra as quais a força humana era impotente. Mas voltaram. Os reencontros sangrentos com os islamitas tornara-os insensíveis ao medo e, num certo dia, acicatados pelo desejo de conhecer a intimidade da Criação que a grande porta de ouro lhes ocultava, penetraram novamente na galeria dispostos a baterem-se com a própria morte. Hugo de Paynes, afoito, bateu com o punho da espada e bradou com voz potente: - EM NOME DE CRISTO, ABRI !!! E o eco das suas palavras repercutindo pelo emaranhado labirinto respondeu : " EM NOME DE CRISTO... ", enquanto a enorme porta, como se um ser invisível lhe movesse os fechos, rangeu os gonzos e escancarou aos olhos vidrados dos cavaleiros um gigantesco recinto ornado de figuras bizarras, delicadas umas e monstruosas outras, tendo ao Nascente um grande trono recamado de sedas e por cima um triângulo equilátero em cujo centro, em letras hebraicas marcadas a fogo, se lia o TETRAGRAMA YOD. Junto aos degraus do trono e sobre um altar de alabastro, estava a " LEI " cuja cópia, séculos mais tarde, um Cavaleiro Templário, em Portugal, devia revelar à hora da morte, no momento preciso em que na Borgonha e na Toscana se descobriam os cofres contendo os documentos secretos que "comprovavam" a heresia dos Templários. A "Lei Sagrada" era a verdade de Jahveh transmitida ao patriarca Abraão. A par da Verdade divina vinha depois a revelação Teosófica e Teogâmica, a KABBALAH. Extasiados diante da majestade severa dos símbolos, os nove cavaleiros, futuros Templários, ajoelharam e elevaram os olhos ao alto. Na sua frente, o grande Triângulo, tendo ao centro a inicial do princípio gerador, espírito animador de todas as coisas e símbolo da regeneração humana, parece convidá-los à reflexão sobre o significado profundo que irradia dos seus ângulos. Ele é o emblema da Força Criadora e da Matéria Cósmica. É a Tríade que representa a Alma Solar, a Alma do Mundo e a Vida. É, a Unidade Perfeita. Um raio de Luz intensa ilumina, então, aqueles espíritos obcecados pela ideia da luta e devotados à supressão da vida dos seres humanos que não comungam os mesmos princípios religiosos que os levou à Terra Santa. Ali estão representadas as Trinta e Duas Vidas da Sabedoria que a Kabbalah exprime em fórmulas herméticas, e que são propostas ao entendimento humano. Simbolizando o Absoluto, o Triângulo representa o Infinito, Corpo, Alma e Espírito, Fogo, Luz e Vida. Uma nova concepção, que pouco a pouco dilui e destrói a teoria exclusivista da discriminação das divindades, se apossa daqueles espíritos, até então mergulhados em ódios religiosos e os chama à Tolerância, ao Amor e à Fraternidade entre todos os seres humanos. A Teosofia da Kabbalah, exposta sobre o Altar de alabastro onde os iniciados prestavam juramento, dá aos Pobres Cavaleiros de Cristo a

221 chave interpretativa das figuras que adornam as paredes do Templo. Na mudez estática daqueles símbolos há uma alma que palpita e convida ao recolhimento. Abalados na sua crença de um Deus feroz e sanguinário, os futuros Templários entreolham-se e perguntam-se: Se todos os seres humanos provêm de Deus, que os fez à sua imagem e semelhança, como compreender que os homens se matem mutuamente em nome de vários Deuses ? Com quem está a verdade ? Entre as figuras mais bizarras que adornavam o majestoso Templo, uma em especial chamara a atenção de Hugo de Paynes e dos seus oito companheiros: na testa ampla, um facho luminoso parecia irradiar inteligência; e, no peito, uma cruz sangrando acariciava, no cruzamento dos braços, uma Rosa encantadora. A cruz, era o símbolo da imortalidade; a rosa, o símbolo do princípio feminino. A reunião dos dois símbolos, era a ideia da Criação. E, foi essa figura monstruosa e atraente, que os nove cavaleiros elegeram para emblema das suas futuras cruzadas. Quando em 1128, Hugo de Paynes - primeiro Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros do Templo - se apresentou no Concílio de Troyes, a concepção dos Templários acerca da ideia de Deus, já não era “muito católica”. A divisa, inscrita no estandarte negro da Ordem, "Non nobis, Domine, sed nomini tuo ad Gloria" não era uma sujeição à Igreja, mas uma referência à inicial que, no centro do Triângulo, simbolizava a unidade perfeita: YOD. Cavaleiros portugueses, italianos, francos, normandos e germânicos, acudiram a engrossar as fileiras da Ordem que, dentro em pouco, se convertia na mais poderosa Ordem do século XII. Mas, a Ordem tornara-se tão opulenta de riquezas, tão influente nos domínios da cristandade, que o Rei de França (Filipe IV, o Belo), apelou ao Papa para a criação de uma Bula que confiscasse todas as suas riquezas e enviasse os Cavaleiros para as "Santas" fogueiras da Inquisição. Filipe estava atento. E, não o preocupava as interpretações heréticas, o gnosticismo. Não foi, portanto, a mistagogia que gerou a cólera do Rei de França e que causou o monstruoso processo contra os Templários. Foi a rapacidade de um monarca falido, para quem a religião era um meio e a riqueza um fim. Malograda a posse da Palestina pelos Cruzados, pelo retraimento da Europa Cristã e pela supremacia dos turcos muçulmanos, os Templários regressam ao Ocidente, aureolados pela glória obtida nas batalhas. Essas batalhas, se não consolidaram o domínio dos Cristãos na Terra Santa, provocaram, contudo, a admiração dos muçulmanos, influindo sobre a moral dos Mouros que ocupavam parte da Península Ibérica. Inicia-se entre os Templários o culto de um gnosticismo ecléctico que admite e harmoniza os princípios de várias religiões, conciliando o politeísmo na sua essência, com os mistérios mais profundos do cristianismo. São instituídas regras iniciáticas que se estendem por sete graus, que vieram a ser adoptados pela Maçonaria (três elementares, três filosóficos e um cabalístico), denominados "Adepto", "Companheiro", "Mestre Perfeito", "Cavaleiro da Cruz", "Intendente da Caverna Sagrada", "Cavaleiro do Oriente" e "Grande Pontífice da Montanha Sagrada". A Caverna Sagrada, era o lugar Santo onde se reuniam os cavaleiros iniciados. Tinha a forma de um quadrado perfeito. O ORIENTE, representava a Primavera, o Ar, Infância e a Madrugada. O MEIO DIA (Sul), o Verão, o Fogo e a Idade adulta. O OCIDENTE, o Outono, a Água, o Anoitecer. O NORTE, a Terra, o Inverno, a Noite. Eram as quatro fases da existência. O Fogo no MEIO DIA simbolizava a verdadeira iniciação, a regeneração, a renovação, a chama que consumia todas as misérias humanas e, das cinzas purificadas, retirava uma nova matéria isenta de impurezas e imperfeições. No ORIENTE, o Ar da Madrugada vivificando a nova matéria, dava-lhe o clima da Primavera onde a Natureza desabrochava em florações luxuriantes magníficas, acariciando a Infância. Vinha depois o OUTONO, o Anoitecer, o amortecer da vida, a que a Água no OCIDENTE alimentava os últimos vestígios desta existência. O NORTE, marca o ocaso da Vida. A Terra varrida pelas tempestades e coberta pela neve, que desolam e que matam, é o Inverno que imobiliza, que entorpece e que conduz à noite fria, a que não resiste a debilidade física, a que sucumbe a fragilidade humana. E, é no contraste entre o Norte e o Meio Dia que os Templários baseiam o seu esoterismo, alertando os iniciados da existência de uma segunda vida. Nada se perde. Tudo se transforma. (...) Acabada a prece, o candidato levanta-se e aguarda as provas rituais que hão-de conduzi-lo à meta da Verdade. O GRANDE PONTÍFICE TEMPLÁRIO interroga o candidato a "Cavaleiro da Cruz" em tom afectivo e paternal: " Meu Irmão, a nossa Ordem nasceu e cresceu para corrigir toda a espécie de imperfeição humana". " A nossa consciência é que é o juiz das nossas acções. A ignorância é o verdadeiro pecado. O inferno é uma hipótese, o céu uma esperança". "Chegou o momento de trocarmos as arma homicidas, pelos instrumentos da Paz entre os Homens. A missão do Cavaleiro da Cruz é amar o próximo

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