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Untitled - Ordem de Cristo

que há que pôr a

que há que pôr a claro, por muito que desagrade aos racionalistas inveterados. No que a isto respeita, convém determo-nos, por breves instantes, num caso curioso: o de Umberto Eco. Depois do seu êxito mundial, O Nome da Rosa, este universitário italiano vendeu vários milhares de exemplares de uma outra obra: O Pêndulo de Foucault. Nela, amalgama a seu bel-prazer tudo o que se relaciona com o esoterismo e os Templários, acumulando citações desinseridas do seu contexto, truncando-as de forma a adulterar as teses apresentadas; em resumo, utilizando processos bem conhecidos da desinformação. O objectivo de Umberto Eco parece ter sido ironizar, troçar de todos quantos procuram a verdade fora dos caminhos muito trilhados, o que, no entanto, é, em certa medida, também o seu caso. Encarniçou-se especialmente contra aqueles que se interessam pelos mistérios dos Templários: uns loucos! Por três vezes, é a frase que põe na boca de uma das suas personagens: «Desde o tempo em que eles [os Templários] haviam sido enviados para a fogueira, uma multidão de caçadores de mistérios procurara encontrá-los em todo o lado, e sem nunca apresentar a menor prova» - «Quando alguém repõe em jogo os Templários, é quase sempre um louco» - «Mais tarde ou mais cedo, o louco põe os Templários em jogo» - «Também há loucos sem Templários, mas os loucos dos Templários são os mais insidiosos» - «Os Templários continuam a ser indecifráveis devido à sua confusão mental. É por isso que tantas pessoas os veneram.» Pois bem, assim seja. Convido todos quantos se interessam pelos Templários a partilharem um pouco de loucura comigo, na investigação dos mistérios da Ordem do Templo. Deixemos Umberto Eco entregue ao seu psicanalista, para que este lhe explique o que o levou a ler centenas de obras a que não atribui qualquer crédito e que procura ridicularizar. Corramos antes o risco de, em conjunto, nos aventurarmos por caminhos não balizados, mesmo que possamos perder-nos neles. Tentemos esclarecer, de passagem, os mistérios das origens da Ordem e a influência de São Bernardo. Interessemo-nos pela colossal potência económica e política que a Ordem do Templo representou e pelos meios que empregou, pelas fontes da sua riqueza. Investiguemos se foi herética e que cultos estranhos foram eventualmente praticados no seu seio. E, para tal, dediquemo-nos a examinar os vestígios que os Templários nos deixaram, nomeadamente gravados na pedra. Interroguemo-nos sobre a origem do impulso que deram à arquitectura da sua época e sobre as fontes dos seus conhecimentos nesta matéria. Procuremos na sua prisão e no seu processo as chaves mais misteriosas. Estudemos o que pode sobreviver desta Ordem e, por fim, visitemos alguns locais onde podemos respirar o odor estranho da sua presença e procurar os sinais tangíveis daquilo a que se convencionou chamar a História Secreta dos Templários. Mas, antes, refresquemos por um instante os nossos conhecimentos, passando em revista os dois séculos da história da Ordem, de modo a adquirirmos assim os pontos de referência necessários para a análise da sua evolução no tempo. PRIMEIRA PARTE O NASCIMENTO DA ORDEM DO TEMPLO BREVE HISTÓRIA DA ORDEM DO TEMPLO Esta obra não tem a ambição de retomar toda a história da Ordem do Templo sob o ângulo dos acontecimentos factuais mas sim de esclarecer as suas zonas mais obscuras. No entanto, para compreender o que se passou, há que ter presente no espírito que esta Ordem viveu dois séculos e evoluiu necessariamente. À data da sua morte, não podia ser idêntica ao que era à nascença. Mudou porque o seu ideal se viu confrontado com duras realidades. Teve de se adaptar, uma e outra vez, tomar em mão as questões temporais, perdendo sem dúvida, ao longo dos anos e das necessidades, uma parte da sua pureza original, tal como um adulto que por vezes tem dificuldade em encontrar em si a criança maravilhada, o minúsculo ser de olhos puros que, no entanto, foi. A Ordem do Templo foi influenciada pelo seu tempo, mas este modificou-a, orientou-a, contribuindo para a História com as suas próprias correcções. Para nos orientarmos nesta evolução, pareceu-nos útil apresentar, de forma muito breve, neste primeiro capítulo, uma história breve dos Templários e, sobretudo, da sua época. Nos caminhos de peregrinação Recuemos no tempo até ao final do século X. Na nossa época, temos dificuldade em imaginar o que foram os terrores do ano 1000. A interpretação das escrituras convencera toda a cristandade de que o Apocalipse se produziria nesse ano fatídico. Revelação, no sentido etimológico do termo, mas também destruição, dor: regresso de Cristo à terra e julgamento dos

25 homens, separação entre eles para mandar alguns para o paraíso, para junto dos santos, e os outros para os infernos, a fim de aí serem submetidos a tormentos eternos. Os cristãos viveram com angústia esse ano 1000 e a sua aproximação. E nada se passou, pelo menos nada pior do que nos anos precedentes. A Igreja enganara-se na sua interpretação das Escrituras? Deus teria esquecido os seus filhos na terra? Não, claro que não. Era algo diferente. A catástrofe fora evitada. Deus fora tocado pelas preces dos homens. Perdoara. Sim, mas por quanto tempo? E se apenas se tratasse de um adiamento? Era preciso rezar, cada vez mais, rezar sempre. No século anterior, os cristãos tinham-se feito à estrada para irem em peregrinação a locais onde estavam enterrados santos. Estes últimos haviam, sem dúvida, intercedido em favor dos homens e Deus deveria ter-se deixado convencer. Um dos mais eficazes deveria ter sido Santiago que, de Compostela, atraía milhares de homens e mulheres que deixavam a sua família, o seu trabalho, abandonando tudo para irem rezar àquele local da Galiza onde a terra acaba. Tinha-se passado perto da catástrofe final, as fomes de 990 e 997 eram prova disso. Tinha-se evitado o pior, o método já era conhecido: era preciso cada vez mais que os homens se fizessem à estrada, que os monges rezassem, que todos fizessem penitência. Não seria conveniente ir mais longe, realizar a suprema peregrinação, a única que merecia verdadeiramente a viagem de uma vida: ir aos lugares onde o filho de Deus sofrera para resgatar os pecados dos homens, Jerusalém? Michelet escreveu: «Os próprios pés conheciam o caminho», e John Charpentier faz notar: Feliz aquele que regressava! Mais feliz, aquele que morria perto do túmulo de Cristo e que podia dizer-lhe, segundo a audaciosa expressão de um contemporâneo [Pierre d'Auvergne]: Senhor, morrestes por mim e eu morri por vós. Multidões cada vez mais numerosas puseram-se a caminho de Jerusalém. A cidade pertencia aos califas de Bagdad e do Cairo que permitiam o livre acesso aos peregrinos. Mas tudo mudou quando os Turcos se apoderaram de Jerusalém, em 1090. De início, contentaram-se com vexar os cristãos e, por vezes, espoliá-los, infligindo-lhes humilhação atrás de humilhação, obrigando-os a executarem gestos contrários à sua religião. De escalada em escalada, a situação agravou-se: houve execuções, torturas. Falou-se de peregrinos mutilados, abandonados nus no deserto. De Constantinopla, o imperador Alexis Comnéne lançara o sinal de alarme. Libertar Jerusalém O Ocidente emocionou-se. Não podia tolerar-se que os peregrinos fossem mortos. Não podiam deixar-se os lugares santos nas mãos de infiéis. O ano 1000 passara, mas... Pedro, o Eremita, que assistira, em Jerusalém, a verdadeiros actos de barbárie, regressara muito decidido a erguer a Europa e pôr os cristãos no caminho da cruzada. Viram-no percorrer distâncias consideráveis, montado na sua mula, a que a multidão arrancava as crinas aos punhados, para com elas fazerem relíquias. Quando Pedro, o Eremita, passara por algum lugar, os espíritos encontravam-se inflamados; homens, mulheres, crianças, mostravam a impaciência de tudo deixarem para se dirigirem a um único destino: Jerusalém. E, uma vez lá, se veria o que se fazia... Do lado dos senhores notava-se um pouco mais de prudência na atitude. Mais razão, sem dúvida, mas também mais a perder: as terras que já não seriam protegidas, os bens que poderiam atrair cobiças, etc. A 27 de Novembro de 1095, o Papa Urbano II pregou num concilio provincial reunido em Clermont. Proclamou: «Cada um deve renunciar a si mesmo e carregar a cruz.» O sumo pontífice via aí também uma ocasião de meter na ordem esses leigos que se espojavam na luxúria e brincavam aos arruaceiros. Ir libertar Jerusalém seria o caminho da salvação. Aos milhares, os peregrinos haviam cosido sobre as suas vestes cruzes de tecido vermelho, que viriam a valer-lhes o nome de cruzados. Inicialmente, foram os pobres, os mendigos, os famintos, que quiseram libertar Jerusalém, metendo-se ao caminho em bandos andrajosos que gritavam «Deus assim o quer!» E aqueles que não partiam faziam dádivas para que os outros tivessem com que sobreviver, durante a viagem. Alguns tomavam a decisão obedecendo a um impulso, a um sinal: uma mulher seguira um ganso que deveria levá-la à Cidade Santa.* Foram também referidos pássaros, borboletas e rãs que se pensava mostrarem o caminho. * Há que ver aí uma similitude com o jogo da glória ou do ganso e o jogo da semana, que conduziam ambos ao Paraíso ou à Jerusalém celeste (cf Michel Lamy, Histoire secréte du Pays Basque, Albin Michel). Pedro, o Eremita, e o seu lugar-tenente, Gauthier-Sans-Avoir, arrastavam atrás de si uma turba heteróclita que começou a sua cruzada matando os judeus do vale do Reno e pilhando os bens dos camponeses húngaros. Chegaram a Constantinopla no sábado de Aleluia de 1096. Foi o início do fim. Na Ásia Menor, depois de Civitot, uma parte desses cruzados mal armados que não sabiam combater foi massacrada. Os sobreviventes pereceram quase todos de fome ou de peste, em frente à Antioquia. Estes últimos viram chegar então - melhor seria dizermos, por fim - o exército dos cruzados, o dos homens de armas que tinham acabado por seguir o exemplo dos mendigos. Fortemente armados, determinados, esses guerreiros apoderaram-se de Antioquia. O objectivo final estava próximo: Jerusalém, terra prometida. Os cânticos elevaram-se mal se avistaram as muralhas da cidade. Deixou de haver mendigos e nobres, restando apenas cristãos em êxtase, maravilhados com a sua façanha. A 14 de Julho de 1099, a tropa pôs-se em movimento e atacou a cidade. Jerusalém foi conquistada, num fogoso ímpeto, logo na manhã do dia 15.

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